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	<title>Luis Nassif &#187; Mídia</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>A visita de Ahmadinejad, pela mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ahmadinejad]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[visita]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=39790]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Vander Fagundes

Interessante uma matéria que saiu no francês Le Monde sobre a visita do Ahmadinejad ao Brasil. É inevitável a comparação com o que os jornalões brasileiros têm falado a respeito. Segue também a inequívoca diferença entre as abordagens da Globo e da Record a respeito do caso:http://www.lemonde.fr/ameriques/article/2009/11/24/bresil-m-lula-joue-les-mediateurs-avec-m-ahmadinejad_1271282_3222.html
.
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/11/25/ult580u4047.jhtm
.
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1389684-10406,00-VISITA+DE+AHMADINEJAD+GERA+PROTESTOS+NO+BRASIL.html
.
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1389686-10406,00-IMPRENSA+MUNDIAL+REGISTRA+VISITA+DE+AHMADINEJAD.html
.
http://videos.r7.com/lula-defende-direito-do-ira-de-desenvolver-tecnologia-nuclear-para-fins-pacificos/idmedia/0b9572c170fc0fd0fd0d942bc1ef254e.html
.
http://videos.r7.com/lula-e-ahmadinejad-devem-anunciar-acordo-de-cooperacao-entre-os-paises/idmedia/3b9ed4158389c02ad90ad36b128123d8.html
.
http://noticias.r7.com/internacional/noticias/visita-de-ahmadinejad-repercute-na-imprensa-mundial-20091124.html



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><big>Por Vander Fagundes</big></strong></p>
<p>Interessante uma matéria que saiu no francês Le Monde sobre a visita do Ahmadinejad ao Brasil. É inevitável a comparação com o que os jornalões brasileiros têm falado a respeito. Segue também a inequívoca diferença entre as abordagens da Globo e da Record a respeito do caso:http://www.lemonde.fr/ameriques/article/2009/11/24/bresil-m-lula-joue-les-mediateurs-avec-m-ahmadinejad_1271282_3222.html</p>
<blockquote><p>.<br />
<a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/11/25/ult580u4047.jhtm" target="_blank">http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/11/25/ult580u4047.jhtm</a><br />
.<br />
<a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2009/11/25/ult580u4047.jhtm" target="_blank">http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1389684-10406,00-VISITA+DE+AHMADINEJAD+GERA+PROTESTOS+NO+BRASIL.html</a><br />
.<br />
<a href="http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1389686-10406,00-IMPRENSA+MUNDIAL+REGISTRA+VISITA+DE+AHMADINEJAD.html" target="_blank">http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1389686-10406,00-IMPRENSA+MUNDIAL+REGISTRA+VISITA+DE+AHMADINEJAD.html</a><br />
.<br />
<a href="http://videos.r7.com/lula-defende-direito-do-ira-de-desenvolver-tecnologia-nuclear-para-fins-pacificos/idmedia/0b9572c170fc0fd0fd0d942bc1ef254e.html" target="_blank">http://videos.r7.com/lula-defende-direito-do-ira-de-desenvolver-tecnologia-nuclear-para-fins-pacificos/idmedia/0b9572c170fc0fd0fd0d942bc1ef254e.html</a><br />
.<br />
<a href="http://videos.r7.com/lula-e-ahmadinejad-devem-anunciar-acordo-de-cooperacao-entre-os-paises/idmedia/3b9ed4158389c02ad90ad36b128123d8.html" target="_blank">http://videos.r7.com/lula-e-ahmadinejad-devem-anunciar-acordo-de-cooperacao-entre-os-paises/idmedia/3b9ed4158389c02ad90ad36b128123d8.html</a><br />
.<br />
<a href="http://noticias.r7.com/internacional/noticias/visita-de-ahmadinejad-repercute-na-imprensa-mundial-20091124.html" target="_blank">http://noticias.r7.com/internacional/noticias/visita-de-ahmadinejad-repercute-na-imprensa-mundial-20091124.html</a></p></blockquote>
<blockquote>
<blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=525296cc-e540-8e98-92aa-7ff8818b6a0a" alt="" /></div>
</blockquote>
</blockquote>
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		<item>
		<title>As mudanças que virão na mídia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/24/as-mudancas-que-virao-na-midia/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/24/as-mudancas-que-virao-na-midia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:19:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Confecom]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Último Segundo
Coluna Econômica 24/11/2009
A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que está ocorrendo em vários estados, é uma ruptura com o modelo atual de mídia. Não será propriamente resultado da Confecom, mas das mudanças que ocorreram nos últimos anos na tecnologia e no mercado publicitário.

Desde fins dos anos 60, montou-se um modelo de cartelização no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/luis_nassif/2009/11/24/as+mudancas+que+virao+na+midia+9156026.html" target="_blank">Do Último Segundo</a></h3>
<h2>Coluna Econômica 24/11/2009</h2>
<p>A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que está ocorrendo em vários estados, é uma ruptura com o modelo atual de mídia. Não será propriamente resultado da Confecom, mas das mudanças que ocorreram nos últimos anos na tecnologia e no mercado publicitário.</p>
<p>Desde fins dos anos 60, montou-se um modelo de cartelização no mercado publicitário que impediu o crescimento de mídias  de fora do cartel – incluindo a mídia do interior.</p>
<p>***</p>
<p><span id="more-39623"></span></p>
<p>Nesse período, consolidam-se as agências de publicidade e o que se poderia chamar de mídia técnica, seguindo o modelo norte-americano. De cara, duas empresas se destacaram na profissionalização das relações com o mercado publicitário: a Editora Abril e o sistema Globo.</p>
<p>Com o tempo, formou-se uma aliança espúria, que acabou prejudicando outras mídias e os próprios anunciantes. Criou-se um modelo de remuneração das agências baseado no volume de publicidade que carreasse para cada um dos dois grupos de mídia: o chamado Bônus de Veiculação, que seria proibido em qualquer país com o mínimo de respeito às normas do direito econômico.</p>
<p>Com o tempo outros veículos se organizaram – como o Estadão, a Folha, outras redes de televisão -, conseguindo beliscar uma parte do bolo publicitário.</p>
<p>***</p>
<p>Esse jogo consolidou-se em torno se dois instrumentos complicados – e que terão que ser devidamente. Um, o IBOPE e seus índices de audiência. Outro, o IVC (Instituto de Verificação de Circulação).</p>
<p>Nesses anos todos, o IBOPE tornou-se o aferidor único de audiência. Cada ponto a mais ou a menos nas audiências medidas significa rios de dinheiro para o vencedor. A importância da medição do IBOPE é tamanha que os concorrentes da Globo teriam todo o direito de pedir acompanhamento constante das medições e auditorias periódicas.</p>
<p>***</p>
<p>A outra ferramenta – para a imprensa escrita – é o IVC. O Instituto recebe as informações dos veículos e não costuma fazer auditoria. Em pelo menos dois casos – Veja e Folha – há inúmeros relatos de assinantes que continuaram recebendo mesmo depois de não renovarem a assinatura.</p>
<p>Esses dois institutos consolidaram a relação agências-veículos, fornecendo os argumentos para que os anunciantes fossem convencidos a concentrar as verbas em poucos grupos.</p>
<p>Deixou-se de lado a mídia técnica e consolidou-se a cartelização com os BVs.</p>
<p>***</p>
<p>Agora, o jogo muda. Já há algum tempo, grandes anunciantes tinham percebido esse jogo e tirado o poder de distribuição das verbas das mãos das agências. O advento da Internet, além disso, mostrou claramente a resistência das agências tradicionais em migrar para as novas mídias, levando ao aparecimento de novas agências especializadas e fora do cartel.</p>
<p>Finalmente, a decisão da Secretaria de Comunicação da Presidência de definir preços de veiculação na mídia regional criou parâmetros para que os anunciantes privados em breve migrarem para cardápios publicitários mais variados.</p>
<p>***</p>
<p>Nos próximos anos o novo poder das comunicações será, de um lado, das companhias telefônicas. De outro, o fortalecimento das mídias alternativas – imprensa fora do eixo da velha mídia, blogs, sites, mídia corporativa.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O capital externo na mídia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/16/o-capital-externo-na-midia/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[capital externo]]></category>
		<category><![CDATA[concentração de mercado]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas observações sobre essa ofensiva da velha mídia, de se enquadrar a informação de Internet na categoria jornalística e obrigar os novos agentes a respeitar a proporção de capital nacional nas companhias – assim como as empresas jornalísticas.

Suponha-se que esse pleito seja legítimo.

A indagação básica é sobre quem seriam os parceiros brasileiros. A Globo ganhou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algumas observações sobre essa ofensiva da velha mídia, de se enquadrar a informação de Internet na categoria jornalística e obrigar os novos agentes a respeitar a proporção de capital nacional nas companhias – assim como as empresas jornalísticas.</p>
<p>Suponha-se que esse pleito seja legítimo.</p>
<p>A indagação básica é sobre quem seriam os parceiros brasileiros. A Globo ganhou centenas de milhões de dólares vendendo parte de seu portal à TIM e recomprando a preço de banana quando a bolha da Internet estourou. A UOL conta com capital da Portugal Telecom. A Abril foi porta de entrada para a Naspers. O que a ajudou a sair da crise financeira foi a venda da TVA para a Telefonica – e a TVA lhe foi entregue de graça pelo governo Sarney. A RBS conseguiu superar a crise financeira vendendo o Terra à Telefonica. Do governo Sarney para cá – passando pelo de FHC – outros grupos conseguiram ampliar seus ativos ganhando concessões de graça, entrando exclusivamente com a influência política.</p>
<p>Agora, a VIvendi está vindo por aí, assim como as empresas de telefonia já instaladas. É óbvio que o objetivo da velha mídia é se habilitar a continuar a ser a porta de entrada dos grupos estrangeiros, preservando o cartel no mercado de opinião e de entretenimento.</p>
<p>Para instituir a isonomia, sem aumentar a concentração, basta a regulação enquadrar as estrangeiras aos percentuais mínimos de capital nacional, mas proibir a participação nas novas empresas de grupos que já tenham participação expressiva no mercado de concessões e de mídia.</p>
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		<title>A velha mídia e sua batalha inglória</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/15/a-velha-midia-e-sua-batalha-ingloria/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/15/a-velha-midia-e-sua-batalha-ingloria/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 11:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[portais]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=38699]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Vladimir
Doeu. Editorial da Folha de hoje
Direito à informação
Práticas desleais na internet colocam em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país

DEMOCRACIAS tradicionais aprenderam a defender-se de duas fontes de poder que ameaçam o direito à informação.

Contra a tendência de todo governo de manipular fatos a seu favor, desenvolveram-se mecanismos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Vladimir</h2>
<p>Doeu. Editorial da Folha de hoje</p>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1511200901.htm" target="_blank">Direito à informação</a></h3>
<p>Práticas desleais na internet colocam em risco as bases que permitem o exercício do jornalismo independente no país</p>
<p>DEMOCRACIAS tradicionais aprenderam a defender-se de duas fontes de poder que ameaçam o direito à informação.</p>
<p>Contra a tendência de todo governo de manipular fatos a seu favor, desenvolveram-se mecanismos de controle civil -caso dos veículos de comunicação com independência, financeira e editorial, em relação ao Estado. Contra o risco de que interesses empresariais cruzados ou monopólios bloqueiem o acesso a certas informações, criaram-se dispositivos para limitar o poder de grupos econômicos na mídia.</p>
<p><span id="more-38699"></span>Essas salvaguardas tradicionais se veem desafiadas pelo avanço da internet e da convergência tecnológica nas comunicações -paradoxalmente, pois esse mesmo processo abre um campo novo ao jornalismo.</p>
<p>Apesar da revolução tecnológica e do advento de plataformas cooperativas, a produção de conteúdo informativo de interesse público continua, majoritariamente, a cargo de organizações empresariais especializadas. O acesso sistemático a informações exclusivas, relevantes, bem apuradas e editadas sempre implica a atuação de grandes equipes de profissionais dedicados apenas a isso. Essas equipes precisam ser remuneradas -ou o elo se rompe.</p>
<p>Quando um serviço de internet que visa ao lucro toma, sem pagar por isso, informações produzidas por empresas jornalísticas, as edita e as difunde a seu modo, não só fere as leis que resguardam os direitos autorais. Solapa os pilares financeiros que têm sustentado o jornalismo profissional independente.</p>
<p>Quando um país como o Brasil admite um oligopólio irrestrito na banda larga -a via para a qual converge a transmissão de múltiplos conteúdos, como os de TVs, revistas e jornais-, alimenta um Leviatã capaz de bloquear ou dificultar a passagem de dados e atores que não lhe sejam convenientes. A tendência a discriminar concorrentes se acentua no caso brasileiro, pois os mandarins da banda larga são, eles próprios, produtores de algum conteúdo jornalístico.</p>
<p>Quando autoridades se eximem de aplicar a portais de notícias o limite constitucional de 30% de participação de capital estrangeiro, abonam um grave desequilíbrio nas regras de competição. Veículos nacionais, que respeitam a lei, têm de concorrer com conglomerados estrangeiros que acessam fontes colossais e baratas de capital. Tal permissividade ameaça o espírito da norma, comum nas grandes democracias do planeta, de proteger a cultura nacional.</p>
<p>Contra esse triplo assédio, produtores de conteúdo jornalístico e de entretenimento no Brasil começam a protestar.</p>
<p>Exigem a aplicação, na internet, das leis que protegem o direito autoral. Pressionam as autoridades para que, como ocorre nos EUA, regulamentem a banda larga de modo a impedir as práticas discriminatórias e ampliar a competição. Requerem ao Ministério Público ação decisiva para que empresas produtoras de jornalismo e entretenimento na internet se ajustem à exigência, expressa no artigo 222 da Carta, de que 70% do controle do capital esteja com brasileiros.</p>
<p>A Folha se associa ao movimento não apenas no intuito de defender as balizas empresariais do jornalismo independente, apartidário e crítico que postula e pratica. Empunha a bandeira porque está em jogo o direito do cidadão de conhecer a verdade, de não ser ludibriado por governos ou grupos econômicos que ficaram poderosos demais.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Chega-se, finalmente, ao objetivo final do processo que explica o comportamento da mídia a partir de 2005, a politização descabida, as tentativas sucessivas de golpes políticos, os assassinatos de reputação de políticos, juízes, jornalistas. E para quê? Para se chegar ao embate final com pouquíssimos aliados. Esse acanalhamento do exercício do jornalismo fez com que a credibilidade da mídia atingisse o ponto mais baixo da história, viabilizasse outras alternativas no mercado de opinião.</p>
<p>Agora, qual a bandeira legitimadora para suas pretensões? A de que a mídia é a garantidora da liberdade de informação? Piada.</p>
<p>Esse mesmo álibi canhestro foi utilizado por Roberto Civita para tentar me convencer a aceitar o acordo com a Veja no final do ano passado. A revista passou todo o ano utilizando o jornalismo de esgoto para os ataques mais sórdidos, abjetos, não respeitando sequer família. E vinha o enviado especial dele trazendo o recado de que deveria aceitar o acordo em nome da liberdade de imprensa.</p>
<p>Conto apenas o meu caso. Como o meu, teve inúmeros. Em 2005, em entrevista ao Vermelho cunhei a expressão &#8220;o suicídio da mídia&#8221;, para descrever essa caminhada irreversível em direção ao fundo do poço. Agora, a mídia se posiciona para a grande batalha contra os portais e os grupos externos. Quem acredita nela?</p>
<p>Qual o direito de conhecer a verdade que a Folha propõe? A ficha falsa de Dilma? Os arreglos com Daniel Dantas? A série sistemática e diária de matérias falsas, manipuladas, a deslealdade reiterada contra seus próprios jornalistas que não seguiram a cartilha?</p>
<p>O futuro chegou e bandeiras que, antes, poderiam ser legítimas, ou estão rotas, puídas, desmoralizadas. Haverá uma grande batalha futura, contra os supergrupos que irão entrar no mercado. Mas dela não participará mais a velha mídia, que ficará restrito ao mundo fictício que ela próprio criou.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cenário político brasileiro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/15/cenario-politico-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 10:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cenário político]]></category>
		<category><![CDATA[leitores]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[partidos]]></category>
		<category><![CDATA[social-democracia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gunter
Lembrando que durante muitos anos as eleições foram no dia 15/novembro, uma visão do possível congresso a eleger em 2010.

Muita gente anda preocupada somente com cargos no Executivo. É claro, são importantes, muito visíveis, moldam o país e os estados. Fazem com que a política avance rápido ou ande devagar. Toda pesquisa ou notícia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Gunter</h2>
<p>Lembrando que durante muitos anos as eleições foram no dia 15/novembro, uma visão do possível congresso a eleger em 2010.</p>
<p>Muita gente anda preocupada somente com cargos no Executivo. É claro, são importantes, muito visíveis, moldam o país e os estados. Fazem com que a política avance rápido ou ande devagar. Toda pesquisa ou notícia que possa afetar diretamente esses cargos é, portanto, esmiuçada. Os poderes Judiciário e Noticiário também são muito comentados.</p>
<p>Mas não estamos esquecendo um pouco das tendências para o Legislativo?</p>
<h3>Sobre Partidos:</h3>
<p>Em 1980, com vistas a uma eleição mais aberta em 1982, permitiu-se a criação de partidos no Brasil, afora o modelo MDB/ARENA com sublegendas. Fala-se sempre que alianças no Congresso são espúrias, mas isso é apenas parcialmente verdade. A retrospectiva aponta para relativamente poucas mudanças (e raras inconsistências) de posição:</p>
<p>- O PSDB abandonou o ideário social-democrata que lhe deu nome, ultrapassando à direita sua origem PMDB , associando-se ao DEM (ex-PFL, ex-Arena.) Esse movimento foi pautado pela mudança do conceito do papel do Estado;</p>
<p><span id="more-38692"></span>- O PDS (também ex-Arena), hoje PP, fez o contrário, ultrapassando o PFL à esquerda e aproximando-se do centro. Esse movimento deve ter sido para sobrevivência política;</p>
<p>- O PMDB é sempre o centro, mas parte dele temporariamente, como facção, apóia o PSDB. Partidos menores de centro-direita frequentemente o acompanham;</p>
<p>- O PT é sempre centro-esquerda, mas segue um movimento de longo prazo de alinhamento com o centro;</p>
<p>- Pequenos e médios partidos surgem à esquerda e à direita para acomodar facções, mudanças de conteúdo programático ou moralização da prática política. A participação deles na Câmara é crescente no tempo: de 11% em 1986 aos atuais 33%;</p>
<p>- A dicotomia direitos civis/autoritarismo foi sendo substituída no discurso, ao longo do tempo, pela dicotomia presença de estado/liberalismo.</p>
<p>Desde 1994 apenas 5 partidos (PT/PMDB/PSDB/DEM/PP) elegeram mais de 40 deputados federais em todas as eleições. E são também os únicos que atingiram esse patamar. Portanto controlam o direcionamento da Câmara, sendo responsáveis por uma média de 75% dos assentos (67% em 2006)</p>
<p>Uma visão simplificada dessa evolução:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/bibliomania_lv/4105143248/in/set-72157622681132709/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/bibliomania_lv/4105143248/in/set-72157622681132709/</a></p>
<h3>Sobre Eleitores:</h3>
<p>O mundo passa por evoluções cíclicas no discurso referente à economia. Ora a tendência nas democracias é por participação estatal (socialismo ou capitalismo de estado), ora é por preponderância privada (liberalismo). Isto porque decisões econômicas são conflituosas e dependentes de capitais e tecnologia. Mas decisões sociais são menos polêmicas. A defesa de direitos individuais, ecologia, dignidade, liberdade segue ao longo do tempo uma direção muito mais estável, sempre no sentido do conhecimento com pluralismo.</p>
<p>Tendo isso em vista, como pode ser o voto para deputados federais em 2010? Provavelmente mais à esquerda. Alguns pontos a considerar:</p>
<p>- A mídia brasileira não acompanha a internacional na recente crítica ao neoliberalismo, mas sua influência como formadora de opinião é decrescente;</p>
<p>- Enquanto o processo de reformas sociais (desconcentração de renda, universalização do acesso à educação, saúde e justiça) não for consolidado, permanecerá na pauta da centro-esquerda, junto com a defesa do patrimônio público (pré-sal) ou algum aprofundamento (previdência, semana de 40 horas);</p>
<p>- É muito difícil defender plataformas a favor de redução de Estado quando o governo em curso é popular. O melhor discurso para a oposição deverá ser a redução de impostos como compensação;</p>
<p>- A ausência de vinculação de voto faz com que as oscilações nas escolhas políticas recaiam muito mais no Executivo que no Congresso;</p>
<p>- Na Câmara dos Deputados, desde 1982, a presença de PT e Base aliada (PSB/PDT/PCdoB) é sempre crescente (mas com pontuais reduções em unidades da federação). Nem mesmo em 1986 (Cruzado), 1994 (Real) ou 2006 (pós-mensalão e menor crescimento, de 9%) houve exceções.</p>
<p>- A crescente mobilização de parte do eleitorado pela ética favorece partidos à esquerda do governo atual;</p>
<p>- Especulações sobre PSB ou PDT apoiando PSDB em nível nacional parecem irrealistas, posto que possivelmente seus eleitores não as endossariam. Mas pode ser ainda possível em unidades da federação;</p>
<p>- Tanto PT como esquerdas em geral ainda são favorecidos pelo aumento de escolaridade, urbanização e crescimento da economia.</p>
<p>Independentemente de lograr a eleição para Presidente, ou de aumentar o número de governadores (atualmente 10) e senadores (atualmente 20), a hipótese aqui aventada é de que PT e Base aliada provavelmente aumentarão seu número de deputados federais. Supondo esse crescimento em 8%, similar queda nas oposições e estabilidade no centro, o resultado final em 2010 pode oferecer o seguinte quadro (em número de deputados e assumindo algumas simplificações de avaliação):</p>
<p>Partidos mais conservadores (PSDB-DEM-PSDC) : 204 (1998) / 155 (2002) / 131 (2006) / 121 (2010)</p>
<p>Partidos pragmáticos (PMDB-PP-PR-PTB-PTC-PTdoB) : 191 (1998) / 189 (2002) / 182 (2006) / 177 (2010)</p>
<p>Base governista (PT-PSB-PDT-PCdoB-PSC-PMN-PHS-PSL-PRB-PPL): 114 (1998) / 149 (2002) / 162 (2006) / 175 (2010)</p>
<p>Esquerda crítica (PPS-PV-PSOL-PSTU): 4 (1998) / 20 (2002) / 38 (2006) / 40 (2010)</p>
<p>Em 2010 a base governista na Câmara pode atingir em torno de 35% dos deputados federais. Mesmo que se reconvertesse a favor do governo o apoio de pequenos partidos da esquerda (8%) ainda não seria suficiente para governar sem PMDB (gráfico no link mostrando a evolução dos grupos de 1982 a 2010.) Para PSDB/DEM a governabilidade, se eleger Presidente, seria muito menos tranquila do que foi em 1998.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/bibliomania_lv/4105300872/in/set-72157622681132709/" target="_blank">http://www.flickr.com/photos/bibliomania_lv/4105300872/in/set-72157622681132709/</a></p>
<p>Mas, para 2014 ou 2018 uma reconstituição de algo como “Frente Brasil Popular” e 50% do congresso pode deixar de ser ficção científica.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O país da tropicália</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/10/o-pais-da-tropicalia/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 16:29:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Estadão
Tropicália, sob o signo do escorpião 
José Celso Martinez Corrêa
No mesmo dia em que Caetano fazia sua entrevista de capa, muito bela como sempre, no Caderno 2 do Estadão, o Ministro Ecologista Juca Ferreira publicava uma matéria na Folha na seção Debates. Um texto extraordinariamente bem escrito em torno da cultura, como estratégia, iniciada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Estadão</h2>
<h3><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091110/not_imp463737,0.php" target="_blank">Tropicália, sob o signo do escorpião </a></h3>
<h3>José Celso Martinez Corrêa</h3>
<p>No mesmo dia em que Caetano fazia sua entrevista de capa, muito bela como sempre, no Caderno 2 do Estadão, o Ministro Ecologista Juca Ferreira publicava uma matéria na Folha na seção Debates. Um texto extraordinariamente bem escrito em torno da cultura, como estratégia, iniciada no 1º Governo de Lula ao nomear corajosa e muito sabiamente Gilberto Gil como Ministro da Cultura e hoje consolidada na gestão atual do Ministro Juca. Hoje temos pela primeira vez na nossa história um corpo concreto de potencialização da cultura brazyleira: o Ministério da Cultura, e isso seu atual Ministro soube muito bem fazer, um CQD em seu texto.</p>
<p>Por outro lado, meu adorado Poeta Caetano, como sempre, me surpreendeu na sua interpretação de Lula como analfabeto, de fala cafajeste, abrindo seu voto para Marina Silva.</p>
<p><span id="more-38213"></span></p>
<p>Nós temos muitas vezes interpretações até gêmeas, mas acho caetanamente bonito nestes tempos de invenção da democracia brazyleira, que surjam perspectivas opostas, mesmo dentro deste movimento que acredito que pulsa mais forte que nunca no mundo todo, a Tropicália.</p>
<p>Percebi isso ao prefaciar a tradução em português crioulo = brazyleiro do melhor livro, na minha perspectiva, claro, escrito sobre a Tropicália: Brutality Garden, Jardim Brutalidade, de Chris Dunn, professor de literatura Brazyleira, na Tulane University de New Orleans.</p>
<p>Acho, diferentemente de Caetano, que temos em Lula o primeiro presidente antropófago brazyleiro, aliás Lula é nascido em Caetés, nas regiões onde foi devorado por índios analfabetos o Bispo Sardinha que, segundo o poeta maior da Tropicália, Oswald de Andrade, é a gênese da história do Brazil. Não é o quadro de Pedro Américo com a 1ª Missa a imagem fundadora de nossa nação, mas a da devoração que ninguém ainda conseguiu pintar.</p>
<p>Lula começou por surpreender a todos quando, passando por cima das pressões da política cultural da esquerda ressentida, prometeica, nomeou o Antropófago Gilberto Gil para Ministro da Cultura e Celso Amorim, que era macaca de Emilinha Borba, para o Ministério das Relações Exteriores, Marina Silva para o Meio Ambiente e tanta gente que tem conquistado vitórias, avanços para o Brasil, pelo exercício de seu poder-phoder humano, mais que humano.</p>
<p>Phoderes que têm de sambar pra driblar a máquina perversa oligárquica, podre, do Estado brasileiro. Um estado oligárquico de fato, dentro de um Estado Republicano ainda não conquistado para a &#8220;res pública&#8221;. Tudo dentro de um futebol democrático admirável de cintura. Lula não pára de carnavalizar, de antropofagiar, pro País não parar de sambar, usando as próprias oligarquias.</p>
<p>Lula tem phala e sabedoria carnavalesca nas artérias, tem dado entrevistas maravilhosas, onde inverte, carnavaliza totalmente o senso comum do rebanho. Por exemplo, quando convoca os jornalistas da Folha de S. Paulo a desobedecer seus editores e ouvir, transmitindo ao vivo a phala do povo. A interpretação da editoria é a do jornal e não a da liberdade do jornalista. Aí , quando liberta o jornalista da submissão ao dono do jornal, é acusado de ser contra a liberdade de expressão. Brilha Maquiavel, quando aceita aliança com Judas, como Dionísios que casa-se com a própria responsável por seu assassinato como Minotauro, Ariadne. É realmente um transformador do Tabu em Totem e de uma eloquência amor-humor tão bela quanto a do próprio Caetano.</p>
<p>Essa sabedoria filosófica reflete-se na revolução cultural internacional que Lula criou com Celso Amorim e Gil, para a política internacional. O Brasil inaugurou uma política de solidariedade internacional. Não aceita a lógica da vendetta, da ameaça, da retaliação. Propõe o diálogo com todos os diabos, santos, mortais, tendo certa ojeriza pelos filisteus como ele mesmo diz. Adoro ouvir Lula falar, principalmente em direto com o público como num teatro grego. É um de nossos maiores atores. Mais que alfabetizado na batucada da vida, lula é um intérprete dela: a vida, o que é muito mais importante que o letrismo. Quantos eruditos analfabetos não sabem ler os fenômenos da escrita viva do mundo diante de seus olhos?</p>
<p>Eu abro meu voto para a linha que vem de Getúlio, de Brizola, de Lula: Dilma, apesar de achar que está marcando em não enxergar, nisto se parece com Caetano, a importância do Ministério da Cultura no Governo Lula. Nos 5 dedos da mão em que aponta suas metas, precisa saber mais das coisas, e incluir o binômio Cultura &amp; Educação.</p>
<p>Quanto a Marina Silva, quando eu soube que se diz criacionista, portanto contra a descriminalização do aborto e da pesquisa com células-tronco, pobre de mim, chumbado por um enfarte grave, sonhando com um coração novo, deixei de sequer imaginar votar nela. Fiz até uma cena na Estrela Brasyleira a Vagar &#8211; Cacilda!! para uma personagem, de uma atriz jovem contemporânea que quer encarnar Cacilda Becker hoje, defendendo este programa tétrico.</p>
<p>Gosto muito de Dilma, como de Caetano, onde vou além do amar, vou pra Adoração, a Santa adorada dos deuses. Acho a afetividade a categoria política mais importante desta era de mudanças. &#8220;Amor Ordem e Progresso.&#8221; O amor guilhotinado de nossa bandeira virou um lema Carandiru: Ordem e Progresso, só.</p>
<p>Apreendi no livro de Chris Dunn que os americanos chamam esta categoria de laços homossociais, sem conotação direta com o homoerotismo, e sim com o amor a coisas comuns a todos, como a sagração da natureza, a liberdade e a paixão pelo amor energia, santíssima eletricidade. Sinto que nessas duas pessoas de que gosto muito, Caetano e Dilma, as fichas da importância cultural estratégica, concreta, da Arte e da Cultura, do governo Lula, ainda não caíram.</p>
<p>A própria pessoa de Lula é culta, apesar de não gostar, ainda, de ler. Acho que quando tiver férias da Presidência vai dedicar-se a estudar e apreender mais do que já sabe em muitas línguas. Até hoje ele não pisou no Oficina. Desejo muito ter este maravilhoso ator vendo nossos espetáculos. Lula chega à hierarquia máxima do teatro, a que corresponde ao papa no catolicismo: o palhaço. Tem a extrema sabedoria de saber rir de si mesmo. Lula é um escândalo permanente para a mente moralista do rebanho. Um cultivador da vida, muito sabido, esperto. Não é à toa que Obama o considera o político mais popular do mundo.</p>
<p>Caetano vai de Marina, eu vou de Dilma. Sei que como Lula ela também sente a poesia de Caetano, como todos nós, pois vem tocada pelo valor da criação divina dos brazyleiros. Essa &#8220;estasia&#8221;, Amor-Humor, na Arte, que resulta em sabedoria de viver do brasileiro: Vida de Artista. Não há melhor coisa que exista!</p>
<p>Lula faz política culta e com arte. Sabe que a cultura de sobrevivência do povo brasileiro não é super, é infra estrutura. Caetano sabe disso, é uma imensa raiz antenada no rizoma da cultura atual brazyleira renascente de novo, dentro de nós todos mestiços brazyleiros. Fico grato a Caetano ter me proporcionado expor assim tudo que eu sinto do que estamos vivendo aqui agora no Brasil, que hoje é um país de poesia de exportação como sonhava Oswald de Andrade, que no Pau Brasil, o livro mais sofisticado, sem igual brazyleiro canta:</p>
<p>&#8220;Vício na fala</p>
<p>Pra dizerem milho dizem mio</p>
<p>Pra melhor, dizem mió</p>
<p>Para telha, dizem teia</p>
<p>Para telhado, dizem teiado</p>
<p>E vão fazendo telhado&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A força da Internet</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[formadores de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Blog do Rovai
Vox Populi: sites e blogues superam revistas e jornais somados
Pesquisa encomendada pelo Grupo Máquina ao Vox Populi que ouviu 2,5 mil pessoas e teve seu resultado publicado no Meio Mensagem desta semana reforça a tese insistentemente defendida aqui.

O levantamento mostra que a principal fonte de informação do brasileiro ainda é a TV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Blog do Rovai</h2>
<h3><a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/blog/default.asp#7740" target="_blank">Vox Populi: sites e blogues superam revistas e jornais somados</a></h3>
<p>Pesquisa encomendada pelo Grupo Máquina ao Vox Populi que ouviu 2,5 mil pessoas e teve seu resultado publicado no Meio Mensagem desta semana reforça a tese insistentemente defendida aqui.</p>
<p>O levantamento mostra que a principal fonte de informação do brasileiro ainda é a TV com 55,9% da preferência dos entrevistados, mas o segundo já são os sites de notícias e blogues, com 20,4%, um resultado fantástico para um tipo de comunicação que ainda não chegou à adolescência.</p>
<p>E mais fantástico ainda porque é o dobro do público que se informa por jornais impressos, preferidos de 10,5%. E quase três vezes mais do que o rádio, com 7,8%.</p>
<p>Não pensem, porém, que a força da internet se resume à força de sites e blogues. As redes sociais já contam 2,7% da preferência dos pesquisados como fonte primeira de informação, estando à frente dass versões online dos jornais, 1,8%, e das revistas impressas, com 0,8%. Um</p>
<p>Em relação à credibilidade, os sites e blogues jornalísticos também ocupam boa posição. Neste quesito, o rádio está em primeiro lugar com nota média de 8,21 e os sites e blogues jornalísticos estão um centésimo atrás com 8,20.</p>
<p>Só depois aparecem TV, 8,12, jornais online, 8,03, jornais impressos, 7,99, revistas impressas, 7,79, redes sociais, 7,74, e revistas online, 7,67.</p>
<p>Há alguns dias escrevi aqui que não se pode mais denominar de grande mídia os jornais diários brasileiros, dada a irrelevância das tiragens que têm. Esta pesquisa só reforça a tese de que cada vez mais brasileiros estão formando sua opinião de forma horizontal, a partir de espaços onde não são apenas espectadores, mas também analistas e produtores de informação.</p>
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		<item>
		<title>Os senadores massa-de-manobra da mídia</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 11:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CPI]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[senadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Jorge Santos
Nassif, deu na Folha de São Paulo que a oposição desistiu da CPI da Petrobrás no Senado. Essa é aquela CPI onde o senado Alváro Dias contratou consultoria de uma empresa petrolífera americana.

A matéria está na Folha, apenas para assinantes:
Em minoria, oposicionistas deixam CPI da Petrobras
Para petista, oposição quer “desqualificar trabalho sério”

De Fernanda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Jorge Santos</h2>
<p>Nassif, deu na Folha de São Paulo que a oposição desistiu da CPI da Petrobrás no Senado. Essa é aquela CPI onde o senado Alváro Dias contratou consultoria de uma empresa petrolífera americana.</p>
<p>A matéria está na Folha, apenas para assinantes:</p>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1011200916.htm" target="_blank">Em minoria, oposicionistas deixam CPI da Petrobras</a></h3>
<p>Para petista, oposição quer “desqualificar trabalho sério”</p>
<p>De Fernanda Odilla:</p>
<p>A oposição decidiu abandonar oficialmente a CPI da Petrobras no Senado. Donos de apenas 3 das 11 vagas, os senadores anunciam a decisão hoje, dia em que o presidente da estatal, Sergio Gabrielli, vai à comissão como convidado.</p>
<p>É a primeira vez na história da Casa que a oposição desiste de investigar e abandona uma CPI. “Não queremos ser coadjuvantes de um teatro de quinta categoria”, disse Alvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento de criação da comissão para investigar a estatal.</p>
<p>Os oposicionistas fracassaram ao não conseguirem aprovar a convocação de envolvidos em supostas irregularidades com a Petrobras, nem mesmo a requisição de documentos de entidades patrocinadas pela estatal, como a Fundação José Sarney.</p>
<p>“Vamos mandar tudo o que achamos necessário investigar para o Ministério Público”, afirmou ACM Júnior (DEM-BA), que viu rejeitados requerimentos para ouvir petistas baianos representantes de prefeituras e organizações patrocinadas pela Petrobras. O senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) é o terceiro oposicionista que desistiu de investigar a estatal.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Se os senadores não alcançaram seus objetivos, a velha mídia sim. O próximo balanço trimestral mostrará.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A mídia argentina</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/08/a-midia-argentina/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Clarin]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bárbara Lopes
Nassif, duas matérias que explicam um pouco o cenário:

Essa do Página 12 fala que a recentemente aprovada nova lei de imprensa argentina, elogiada até pela embaixadora americana, está sendo alvo de gritaria. “El bloqueo por algunas horas de plantas impresoras o de distribución no es más salvaje, sino menos, que el lockout de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Bárbara Lopes</h2>
<p>Nassif, duas matérias que explicam um pouco o cenário:</p>
<p>Essa do Página 12 fala que a recentemente aprovada nova lei de imprensa argentina, elogiada até pela embaixadora americana, está sendo alvo de gritaria. “El bloqueo por algunas horas de plantas impresoras o de distribución no es más salvaje, sino menos, que el lockout de las patronales agropecuarias, cuyos cortes de rutas desabastecieron de alimentos por semanas a las ciudades, con el beneplácito de Clarín, que trató el caso como un edificante despertar cívico”.<br />
<a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-134906-2009-11-08.html" target="_blank"></a></p>
<p><a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-134906-2009-11-08.html" target="_blank">http://www.pagina12.com.ar/diario/elpais/1-134906-2009-11-08.html</a></p>
<p>E outra, que vi no Twitter do Marcelo Barbão (@barbao), fala sobre as suspeitas que os herdeiros do Clarín sejam filhos de militantes mortos durante a ditadura.</p>
<p><a href="http://www.elmundo.es/cronica/2002/375/1040632337.html" target="_blank">http://www.elmundo.es/cronica/2002/375/1040632337.html</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A ofensiva da imprensona</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 02:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[matérias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por André Borges Lopes
Imprensona X Blogues

Os três últimos parágrafos são uma pérola
Do G1 – O Portal de Notícias da Globo
07/11/09 – 21h37 – Atualizado em 07/11/09 – 22h14
Protesto de caminhoneiros impede circulação de jornais argentinos
“Clarín” e “La Nación” chegaram atrasados às bancas. Agressão coincide com conferência da imprensa em Buenos Aires.

Do G1, em São Paulo, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por André Borges Lopes</h2>
<p>Imprensona X Blogues</p>
<p>Os três últimos parágrafos são uma pérola</p>
<h2>Do G1 – O Portal de Notícias da Globo</h2>
<p>07/11/09 – 21h37 – Atualizado em 07/11/09 – 22h14</p>
<h3><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1370762-5602,00-PROTESTO+DE+CAMINHONEIROS+IMPEDE+CIRCULACAO+DE+JORNAIS+ARGENTINOS.html" target="_blank">Protesto de caminhoneiros impede circulação de jornais argentinos</a></h3>
<p>“Clarín” e “La Nación” chegaram atrasados às bancas. Agressão coincide com conferência da imprensa em Buenos Aires.</p>
<p>Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal Nacional</p>
<p>Um protesto do sindicato de caminhoneiros da Argentina impediu por algumas horas a circulação dos dois principais jornais argentinos, o “Clarín” e o “La Nación”, na manhã deste sábado (7).</p>
<p>O “Clarín” afirma que o episódio é o mais grave de uma série de ataques de sindicatos vinculados ao governo da presidente Cristina Kirchner.</p>
<p>As agressões coincidem com o início de uma conferencia em Buenos Aires com a participação de mais de 500 editores e diretores de jornais e emissoras de rádio e TV da América do Sul.</p>
<p>Os editores afirmam que, em muitos países, os governos estão tomando estratégias para tirar credibilidade dos meios de comunicação.</p>
<p>Neste domingo (8) será divulgado um relatório que mostra o agravamento da situação no continente.</p>
<p>Na Venezuela , o governo do presidente Hugo chaves mandou fechar neste ano 34 emissoras de rádio. Em Honduras, o governo interino de Roberto Micheletti também fechou emissoras de rádio e TV. No Equador , o presidente Rafael Correa, mandou abrir, em maio deste ano, processos que podem obrigar o canal Teleamazonas, um dos mais antigos do país, a fechar as portas.</p>
<p>Durante o seminário, representantes dos jornais nacionais Folha de São Paulo, O Globo e a Associação nacional de Jornais, assinaram a Declaração de Hamburgo, documento firmado por empresários de comunicação em todo o mundo que defende mudanças nos direto de proteção a propriedade intelectual.</p>
<p>O objetivo do documento é para evitar que provedores de internet continuem usando o trabalho autoral de jornalistas sem pagar pelo serviço. A declaração afirmando que, a longo prazo, a prática ameaça a produção de conteúdo de qualidade e a existência do jornalismo independente.</p>
<p>“O que está em jogo são os valores democráticos. As sociedades precisam dessas empresas que produzem conteúdo com qualidade e independência. Não há conteúdo independente sem investimento no bom jornalismo”, disse Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Identidades regionais</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/06/identidades-regionais/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 09:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[regiões]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Chico Pedro
Aí sim você tocou no ponto fundamental da coisa.
.
Passou da hora dos demais Estados repercutirem suas próprias peculiaridades..
.
Não tem como dois centros estaduais ditarem comportamentos, conceitos e idéias a todo o país.
.
Faço uma crítica tanto ao governo federal…que não descentraliza o poder NEM A PORRETE…
.
(uma das grandes críticas que faço ao governo, diga-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Chico Pedro</h2>
<p>Aí sim você tocou no ponto fundamental da coisa.<br />
.<br />
Passou da hora dos demais Estados repercutirem suas próprias peculiaridades..<br />
.<br />
Não tem como dois centros estaduais ditarem comportamentos, conceitos e idéias a todo o país.<br />
.<br />
Faço uma crítica tanto ao governo federal…que não descentraliza o poder NEM A PORRETE…<br />
.<br />
(uma das grandes críticas que faço ao governo, diga-se de passagem – a centralização do poder)<br />
.<br />
E não dá um pio contra o oligopólio das teles…<br />
.<br />
E ao estadual…que deveria investir mais na Rede Educativa..<br />
.<br />
Falta coragem e oportuidade para debater esse assunto…</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O jornalista e o catador de lixo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/30/o-jornalista-e-o-catador-de-lixo/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 11:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[formador de opinião]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=37200]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Paulo de Freitas Dias Filho
A vez de Lula pautar a imprensa, durante a Expocatadores( Exposição Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis), 29/10:
“Vocês(jornalistas) têm aqui a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor e se embrenharem no meio desta gente; escolham um, qualquer um, para vocês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Paulo de Freitas Dias Filho</h2>
<p>A vez de Lula pautar a imprensa, durante a Expocatadores( Exposição Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis), 29/10:</p>
<blockquote><p>“Vocês(jornalistas) têm aqui a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor e se embrenharem no meio desta gente; escolham um, qualquer um, para vocês conversarem sobre a vida deles, sobre o sonho deles(…)</p>
<p>(…)E aí vocês vão compreender porque a figura do chamado formador de opinião pública, que antes decidia as coisas nesse país, já não decide mais. É porque esse povo já não quer mais intermediário, esse povo tem pensamento próprio(…) E o que é mais importante, esse povo gente, adquiriu o gosto de uma palavra chamada CIDADANIA(…)”</p></blockquote>
<p>O vídeo no link abaixo( a qualidade está ruim):</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=FkzMbpJCGeU&amp;feature=channel" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=FkzMbpJCGeU&amp;feature=channel</a><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FkzMbpJCGeU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FkzMbpJCGeU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A crise moral do jornalismo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/29/a-crise-moral-do-jornalismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 16:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[credibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Haski]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=37147]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Antonio Sisoto
Do Portal Terra
Há uma crise moral no jornalismo, diz editor de site francês
Pierre Haski, editor chefe do site Rue.89.com, criado por jornalistas oriundos da grande mídia francesa, afirmou nesta quarta-feira no maior fórum de jornalismo da América Latina, realizado no Itaú Cultural, em São Paulo, que o jornalismo passa por uma crise moral. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Antonio Sisoto</h2>
<h2>Do Portal Terra</h2>
<h3><a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4069448-EI306,00-Ha+uma+crise+moral+no+jornalismo+diz+editor+de+site+frances.html" target="_blank">Há uma crise moral no jornalismo, diz editor de site francês</a></h3>
<p>Pierre Haski, editor chefe do site Rue.89.com, criado por jornalistas oriundos da grande mídia francesa, afirmou nesta quarta-feira no maior fórum de jornalismo da América Latina, realizado no Itaú Cultural, em São Paulo, que o jornalismo passa por uma crise moral. Citou uma pesquisa francesa, de um mês atrás, em que 62% não confiam em seus jornalistas em seu país.</p>
<p>“Através da internet, buscamos saída para essa crise. A falta de confiança dos leitores pode ser reconstituída na internet. A conversa com os leitores pode melhorar isso. Nós tivemos muita sorte de ser o primeiro jornal eletrônico diário a ser publicado dessa forma e com esse tipo de pensamento na França”, disse.</p>
<p><span id="more-37147"></span>Ele afirma que o site começou sem dinheiro e um grupo de quatro jornalistas fez o primeiro aporte, de 400 mil euros. “Tínhamos quatro fundadores e outras pessoas se uniram a nós. Hoje temos cerca de 20 pessoas. Antes da crise, seria um erro confiar 100% no comércio online. Não dá para confiar em apenas uma fonte de receita. Nós achamos que ter o acesso livre era uma necessidade. Conseguimos outros investidores e começamos como um projeto jornalístico. Não sabíamos como teríamos lucro, afirmou.</p>
<p>Fernando Madeira, presidente do Terra América Latina, disse que nos dias de hoje, a confiança em uma marca é muito importante para o sucesso no setor. “Leva um tempo a se construir. A internet ajuda a construir e destruir isso. Nós que nascemos e crescemos digitais, temos pouco apego às nossas marcas”.</p>
<p>Ele citou exemplos como os do America Online e o MySpace, que foram grandes promessas e não tiveram o retorno esperado. “Somos cobrados pelo nosso trabalho online. Se algo sai mal, o retorno é imediato. É diferente de um jornal que faz uma correção em 24 horas, caso haja algum problema”.</p>
<p>Eles participam do painel “A experiência da empresas que já nasceram com vocação digital”, mediado pela jornalistas Claudia Vassalo, diretora de redação da revista Exame.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula e TV Record</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/29/lula-e-tv-record/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[TV Record]]></category>
		<category><![CDATA[Universal]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha
Record é vítima de "preconceito", diz Lula
Em visita a novos estúdios da emissora, no Rio, presidente brinca com câmeras e "filma" Dilma e Cabral

RAPHAEL GOMIDE

DA SUCURSAL DO RIO

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que a TV Record, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, é "vítima de preconceito", como ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2910200918.htm" target="_blank">Record é vítima de &#8220;preconceito&#8221;, diz Lula</a></h3>
<p>Em visita a novos estúdios da emissora, no Rio, presidente brinca com câmeras e &#8220;filma&#8221; Dilma e Cabral</p>
<p>RAPHAEL GOMIDE</p>
<p>DA SUCURSAL DO RIO</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que a TV Record, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, é &#8220;vítima de preconceito&#8221;, como ele diz já ter sido. A declaração foi feita durante discurso na inauguração de dois estúdios da rede de televisão no centro de produções RecNov (Record Novelas), em Vargem Grande, na zona oeste do Rio.</p>
<p>Lula mexeu em câmeras e claquetes e, sem saber que microfones à sua volta estavam ligados, perguntou pelo bispo Edir Macedo, fundador da Universal e da Record, que está em viagem à África.</p>
<p><span id="more-37115"></span></p>
<p>No primeiro momento em que se referiu ao suposto preconceito, Lula citou a atriz Cristina Pereira, contratada da Record que militou pelo PT e fez campanhas ao seu lado. &#8220;Cristina saía para bater bumbo com um metalúrgico, vítima de preconceito, como a Record é vítima de preconceito&#8221;, disse.</p>
<p>Mais à frente, Lula fez referência a adversários que torciam contra seu governo.</p>
<p>&#8220;Ainda não era muita gente que acreditava no Brasil em 2005 [quando a Record comprou o complexo]. Aqueles que em 2002 não tinham votado em mim ficaram em 2003, 2004, 2005 torcendo para que o governo não desse certo. Tem um certo tipo de gente no Brasil que não se contenta com o exercício da democracia e com perder; quer que quem ganhe não faça nada, para ele poder justificar o discurso de campanha. Acompanho os meios de comunicação no Brasil e sei o quanto a Record e o povo da Record foram vítimas de preconceito. Vocês, fazendo este investimento, estão dando demonstração extraordinária de que acreditam no Brasil&#8221;, disse.</p>
<p>Lula defendeu a concorrência entre empresas de TV, o que elevaria o nível do jornalismo e da cultura nacional. &#8220;É essa opção que permite que o povo brasileiro não seja vítima de alguns formadores de opinião que querem conduzi-la para formar um pensamento único.&#8221;</p>
<p>Ao chegar de helicóptero ao RecNov, Lula fingiu filmar uma cena de beijos entre o governador do Rio, Sérgio Cabral, e a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Antes, atrás de uma câmera, brincou. &#8220;Estou gostando. Este programa é chamado jornalismo de verdade.&#8221;</p>
<p>Já no palco, Lula ganhou uma claquete e se passou por diretor de cena. &#8220;Atenção: gravando! &#8220;Take&#8221; dois!&#8221;, disse, provocando risos nos convidados, parte deles artistas.</p>
<p>A próxima novela da emissora, &#8220;Ribeirão do Tempo&#8221;, será rodada nos novos estúdios. O RecNov tem 280 mil m2, dez estúdios no total (dois deles inaugurados ontem) e cerca de 2.000 funcionários. Inaugurado em 1995, o Projac (Projeto Jacarepaguá), da TV Globo, tem 1,65 milhão de m2 e em torno de 6.000 funcionários.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden;width: 1px;height: 1px"><span style="font-size: large"><strong>ecord é vítima de &#8220;preconceito&#8221;, diz Lula </strong></span><strong>Em visita a novos estúdios da emissora, no Rio, presidente brinca com  câmeras e &#8220;filma&#8221; Dilma e Cabral </strong></p>
<p><strong>RAPHAEL GOMIDE</strong><br />
<span>DA SUCURSAL DO RIO </span></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da  Silva afirmou ontem que a TV Record, ligada à Igreja Universal do Reino de Deus,  é &#8220;vítima de preconceito&#8221;, como ele diz já ter sido. A declaração foi feita  durante discurso na inauguração de dois estúdios da rede de televisão no centro  de produções RecNov (Record Novelas), em Vargem Grande, na zona oeste do  Rio.<br />
Lula mexeu em câmeras e claquetes e, sem saber que microfones à sua  volta estavam ligados, perguntou pelo bispo Edir Macedo, fundador da Universal e  da Record, que está em viagem à África.<br />
No primeiro momento em que se referiu  ao suposto preconceito, Lula citou a atriz Cristina Pereira, contratada da  Record que militou pelo PT e fez campanhas ao seu lado. &#8220;Cristina saía para  bater bumbo com um metalúrgico, vítima de preconceito, como a Record é vítima de  preconceito&#8221;, disse.<br />
Mais à frente, Lula fez referência a adversários que  torciam contra seu governo.<br />
&#8220;Ainda não era muita gente que acreditava no  Brasil em 2005 [quando a Record comprou o complexo]. Aqueles que em 2002 não  tinham votado em mim ficaram em 2003, 2004, 2005 torcendo para que o governo não  desse certo. Tem um certo tipo de gente no Brasil que não se contenta com o  exercício da democracia e com perder; quer que quem ganhe não faça nada, para  ele poder justificar o discurso de campanha. Acompanho os meios de comunicação  no Brasil e sei o quanto a Record e o povo da Record foram vítimas de  preconceito. Vocês, fazendo este investimento, estão dando demonstração  extraordinária de que acreditam no Brasil&#8221;, disse.<br />
Lula defendeu a  concorrência entre empresas de TV, o que elevaria o nível do jornalismo e da  cultura nacional. &#8220;É essa opção que permite que o povo brasileiro não seja  vítima de alguns formadores de opinião que querem conduzi-la para formar um  pensamento único.&#8221;<br />
Ao chegar de helicóptero ao RecNov, Lula fingiu filmar uma  cena de beijos entre o governador do Rio, Sérgio Cabral, e a ministra Dilma  Rousseff (Casa Civil). Antes, atrás de uma câmera, brincou. &#8220;Estou gostando.  Este programa é chamado jornalismo de verdade.&#8221;<br />
Já no palco, Lula ganhou uma  claquete e se passou por diretor de cena. &#8220;Atenção: gravando! &#8220;Take&#8221; dois!&#8221;,  disse, provocando risos nos convidados, parte deles artistas.<br />
A próxima  novela da emissora, &#8220;Ribeirão do Tempo&#8221;, será rodada nos novos estúdios. O  RecNov tem 280 mil m2, dez estúdios no total (dois deles inaugurados ontem) e  cerca de 2.000 funcionários. Inaugurado em 1995, o Projac (Projeto Jacarepaguá),  da TV Globo, tem 1,65 milhão de m2 e em torno de 6.000 funcionários.</p></div>
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		<item>
		<title>O fracasso da Nova Luz</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 10:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[setor imobiliário]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jornais não tomam jeito. Aqui, matéria do Estadão decretando o fracasso do projeto Nova Luz – um sistema de desapropriações que permitiria ao setor imobiliária a reconstrução do centro de São Paulo.

O fracasso é debitado na conta do prefeito Gilberto Kassab. E se tivesse sido um sucesso?

Clique aqui para Blog do vereador Floriano Pessaro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os jornais não tomam jeito. Aqui, matéria do Estadão decretando o fracasso do projeto Nova Luz – um sistema de desapropriações que permitiria ao setor imobiliária a reconstrução do centro de São Paulo.</p>
<p>O fracasso é debitado na conta do prefeito Gilberto Kassab. E se tivesse sido um sucesso?</p>
<p><a href="http://blog.florianopesaro.com.br/2009/02/06/nova-luz-acelerada/" target="_blank">Clique aqui</a> para Blog do vereador Floriano Pessaro (do PSDB) mostrando que a Nova Luz era comandada por Andréa Matarazzo e o pai era Serra.</p>
<blockquote><p><span id="more-37072"></span>Acertadíssima a decisão do secretário Andrea Matarazzo, da Coordenação das Subprefeituras, de acelerar a requalificação da área da Nova Luz, principalmente com a conclusão dos processos de concessão de incentivos fiscais a empresas selecionadas para se instalar na região. (…)O projeto Nova Luz foi lançado na gestão de José Serra e prossegue a pleno vapor na da gestão Kassab. Mas uma vez São Paulo está à frente de seu tempo e dá exemplo para o país!</p></blockquote>
<p>Inicialmente o projeto previa a possibilidade de desapropriação de toda a área do centro. Depois, foi reformulado passando a proteger a região de Santa Cecília da desapropriação.</p>
<p>Era comandado por Andréa Matarazzo, homem de confiança de Serra, um dos arrecadadores de campanha. Meses atrás, Andreá foi demitido e todos os processos que passavam por ele submetidos a uma auditoria pela prefeitura.</p>
<p>No momento, há uma luta surda entre Kassab e tucanos. Depois, a denúncia das contribuições de uma ONG ligada ao Secovi. A denúncia atingiu apenas vereadores, mas há secretários municipais que foram beneficiados.</p>
<p>Agora, se joga no colo do Kassab o fracasso.</p>
<p>Essa história ainda não foi bem contada.</p>
<h2><!--more-->Do Estadão</h2>
<h3>Mercado imobiliário abandona Nova Luz</h3>
<p>Bruno Tavares, Diego Zanchetta e Rodrigo Brancatelli<br />
Tamanho do texto? A A A A<br />
Principal vitrine da gestão Gilberto Kassab, o projeto para revitalizar a região da Nova Luz, mais conhecida como cracolândia, no centro de São Paulo, foi abandonado pelo mercado imobiliário. Para as maiores incorporadoras do País, o modelo de concessão urbanística da Nova Luz cria &#8220;guetos&#8221; de baixa renda dentro de um espaço no qual a mistura entre classe média, moradores de conjuntos habitacionais e comércio deveria ser a fórmula da revitalização. A queda de braço entre Prefeitura e construtoras não terá final fácil &#8211; enquanto o governo diz que o projeto sai em quatro anos, sem mudanças nas regras, as empresas dizem que não vão mais investir.</p>
<p>Ao lado de estações de trem, de terminais de ônibus e da Pinacoteca do Estado, a área degradada de 362 mil m² permanece há duas décadas ocupada por viciados e moradores de rua. A proposta de revitalização, de 2005, prevê R$ 2 bilhões de investimentos para um bairro bem servido de infraestrutura, mas com espaços vazios ou que podem ser recuperados.</p>
<p>O empecilho à reocupação dessas ruas, segundo as incorporadoras, está delimitado no Plano Diretor Estratégico de 2002 como Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis). Dentro da Nova Luz, um quarto da área é formado por Zeis-3, cuja ocupação deve obedecer à proporção de 40% para habitações de interesse social (para famílias com renda de até 5 salários mínimos) e de 40% de imóveis de mercado popular, para famílias com renda de até 16 salários. Só 20% da área fica de uso livre.</p>
<p>O mapa da área de concessão indica que o &#8220;miolo&#8221; do polígono &#8211; que inclui as Avenidas Rio Branco, Ipiranga e Duque de Caxias e as Ruas Mauá e Cásper Líbero &#8211; é todo formado por uma Zeis-3. No local, o governo tem como diretriz para o futuro concessionário a construção de até mil habitações populares &#8211; dois terrenos, totalizando 15 mil m², já foram desapropriados para essa finalidade nas Ruas Aurora e Vitória. Mas os empresários ligados ao sindicato da habitação (Secovi) consideram que esse número de habitações para famílias de baixa renda deveria ser pulverizado &#8211; e não concentrado em um único espaço, o que poderia minar o interesse da classe média em morar no centro.</p>
<p>&#8220;A Nova Luz foi pensada para irradiar um novo modelo de crescimento na cidade, com a mistura de usos numa mesma região. O modelo que está proposto não interessa ao mercado. O nosso projeto foi feito pelo Jaime Lerner, que não vai mais participar da concorrência&#8221;, afirma Cláudio Bernardes, vice-presidente do Secovi.</p>
<p>Ele ainda refuta as críticas de urbanistas, de que o mercado não quer construir moradias populares com pequena margem de lucro. &#8220;Queremos construir, mas de forma pulverizada. Não podemos criar um Cingapura dentro de um espaço que pretende ser modelo de requalificação no País.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A oposição abandonou o barco da mídia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/27/a-oposicao-abandonou-o-barco-da-midia/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/27/a-oposicao-abandonou-o-barco-da-midia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[neoliberalismo]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos fenômenos mais ridículos dessa longa noite de insanidade política dos últimos anos, foi a terceirização da política pelo PSDB (clique aqui para ler post sobre o tema).

Aqui analisei esse fenômeno, que é facilmente explicável:

José Serra assumiu a herança de FHC. Juntos, vieram colunistas políticos e econômicos adeptos da internacionalização, do suposto papel civilizatória [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos fenômenos mais ridículos dessa longa noite de insanidade política dos últimos anos, foi a terceirização da política pelo PSDB (<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/20/como-o-psdb-se-tornou-sucursal-da-midia/" target="_blank">clique aqui</a> para ler post sobre o tema).</p>
<p>Aqui analisei esse fenômeno, que é facilmente explicável:</p>
<p>José Serra assumiu a herança de FHC. Juntos, vieram colunistas políticos e econômicos adeptos da internacionalização, do suposto papel civilizatória dos mercados, do racionalismo vesgo contra qualquer forma de gastos sociais, tendo como tacape um iPod que repetia mantras, slogans e refrões. Jamais conseguiram entender o pais como um todo, composto de mercados eficientes, sim, mas também de políticas públicas, políticas sociais, indústria, agricultura, movimentos sociais.</p>
<p>As idéias de Serra não batiam com o reducionismo  deles. Em vez de cumprir o papel de líder, convencendo-os de que os tempos mudaram, de que esse neoliberalismo exacerbado era coisa velha até para os mercadistas empedernidos, que política e política econômica são feitas com pragmatismo e não com ideologização de porta de banco de investimento, o neo-Serra decidiu não entrar em nenhuma dividida. E se eximiu da função básica de qualquer candidato a líder: fornecer o fio condutor das idéias capaz de organizar o discurso de seus liderados.</p>
<p><span id="more-36943"></span>Com o campo das idéias em aberto, sem ninguém para os coordenar, a comitiva midiática desembestou. Imersos em um ataque continuado de megalomania, colunistas se viram como os novos heróis da civilização cristã ocidental, que fez com que as meninas daqui, colunistas culturais e de variedades dali, colunistas políticos e econômicos, até cronistas de costumes, poetas e produtores musicais do eixo Paulista-Ipanema  se transmudassem em condutores de povos. Disseminando o quê? Slogans, preconceitos e fel.</p>
<p>Imagino meus amigos colunistas políticos e econômicos em um palanque lavando as mãos com álcool depois de cumprimentar qualquer um do “povo” – aliás, único ponto em comum com Serra. Só o fato de se lembrarem que um dia foram povo já os deixa com crises existenciais profundas. E foram eles que passaram a &#8220;ensinar&#8221; ao PSDB como falar para o povo e como falar para a elite.</p>
<p>No continente, todas as políticas neoliberais geraram derrotas políticas estrondosas e o advento de governos populares (como Lula), ou populistas (como Chávez). No campo popular, essa insensibilidade sepultou partidos e governantes. No campo dos conceitos, o neoliberalismo virou pó com a eclosão da crise. E nossos condutores de povos, conhecendo apenas o ambiente restrito e auto-referenciado de suas fontes, pretendendo orientar a oposição sobre como se comunicar com o Brasil. Mal conhecendo a Avenida Paulista e o Itaim, queriam expelir regras para o país. O Brasil se tornou o museu da cera desse neoliberalismo de orelha de livro.</p>
<p>Agora, caiu a ficha da oposição. E as meninas, impossíveis, passam a puxar a orelha de todo mundo, do governador A, que teve um gesto de gentileza aqui; do B, que compareceu a uma cerimônia com Lula ali; do C, que não xingou o Judas do presidente acolá.</p>
<p>A oposição abandonou os condutores de slogans. Porém, tarde demais para reconstruir seu discurso político.</p>
<p>O grande desafio, daqui para frente, será a construção de uma nova oposição, provavelmente de centro-direita – elemento fundamental para o aprimoramento das instituições nacionais. A atual, morreu. Ou melhor, suicidou-se.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Justiça reavalia o poder da mídia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/24/a-justica-reavalia-o-poder-da-midia/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 10:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Carlos Eduardo
Prezados, esta decisão judicial – caso Estadão, é primorosa. Leitura obrigatória que o Estadão não forneceu aos seus “leitores”.

Um dos valiosos trechos :
“No presente feito, ressalte-se que a própria parte, empresa de expressão jornalística que é, tem feito o mais amplo e irrestrito uso do seu poderio junto à opinião pública e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Carlos Eduardo</h2>
<p>Prezados, esta decisão judicial – caso Estadão, é primorosa. Leitura obrigatória que o Estadão não forneceu aos seus “leitores”.</p>
<p>Um dos valiosos trechos :</p>
<blockquote><p>“No presente feito, ressalte-se que a própria parte, empresa de expressão jornalística que é, tem feito o mais amplo e irrestrito uso do seu poderio junto à opinião pública e a inúmeras outras instituições ligadas à imprensa nacional e internacional, veiculando, reiteradamente, uma equivocada ou quiçá distorcida interpretação da decisão desta Relatoria, mesmo após notificada do seu inteiro teor, ao viso de moldar uma verdadeira via de exceção, extrajudicial, a seu talante, em seu próprio benefício, para registro de sua exacerbada reação a uma decisão judicial, que se mostra sobejamente fundamentada, havendo, portanto, a nítida intenção – até aqui frustrada – de causar intimidação a um detentor da indeclinável garantia constitucional da independência, no lídimo exercício da judicatura.</p></blockquote>
<p>leiam a integra : <a href="http://observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=560JDB007" target="_blank">http://observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=560JDB007</a></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>A mídia do eixo Rio-São Paulo se tornou a maior ameaça à liberdade de expressão no país. Estão jogando fora décadas de luta geral contra a ditadura e pelas liberdades civis. Sua ignorância, arrogância, falta de limites, permitindo a consolidação do estilo Veja em todos os jornais está levando a isso: confronto com todos os poderes e com parte expressiva da opinião pública.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O profissional das novas mídias</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 16:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rui Daher
Nassif, tomando como fato a impossibilidade desses jornalistas deixarem de ser manipulados mudando de emprego ou algo parecido, sugere que se discuta a ampliação do mercado de trabalho, sobretudo, nas novas mídias muito menos comprometidas. Mas, como, se na internet, por exemplo, a possibilidade de remuneração é tão limitada, inexistente ou sub-avaliada?
Comentário
O mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Rui Daher</h2>
<p>Nassif, tomando como fato a impossibilidade desses jornalistas deixarem de ser manipulados mudando de emprego ou algo parecido, sugere que se discuta a ampliação do mercado de trabalho, sobretudo, nas novas mídias muito menos comprometidas. Mas, como, se na internet, por exemplo, a possibilidade de remuneração é tão limitada, inexistente ou sub-avaliada?</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>O mercado de trabalho está às vésperas de uma revolução. Com o fim do monopólio da notícia pela mídia, toda associação empresarial, grande empresa, partido político, sindicato, ONGs, municípios, passarão a ser geradores de notícias.</p>
<p>Hoje em dia eles são apenas geradores de fatos &#8211; que, para virar notícia, depende da publicação em um jornal. No novo modelo, todos produzirão notícias e haverá jornais, sites e Blogs organizadores. Para obter informação sobre o agronegócio no centro-oeste, muito melhor consultar o site de uma cooperativa de lá &#8211; desde que tenha os dados organizados e confiáveis &#8211; do que aguardar a notícia de jornal que dificilmente virá de forma correta.</p>
<p>O mesmo sobre a cidade do interior da Bahia, sobre a ONG da Amazônia, sobre a entidade que foi atacada pela mídia.</p>
<p>Os casos pioneiros da UFMG (respondendo aos ataques do Estado de Minas) e o Blog da Petrobras são apenas o início do processo.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O último dogma econômico</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/23/o-ultimo-dogma-economico/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 11:15:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Último Segundo 
Coluna Econômica 23/10/2009
O País de hoje é totalmente diferente daquele de um ano atrás. O Lula de agora nada tem a ver com o ultracauteloso e ortodoxo presidente do ano passado.

Esses cortes históricos são curiosos. Na música popular, por exemplo, o Brasil de 1930 era totalmente diferente do de 1929, mesmo sendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/luis_nassif/2009/10/23/o+ultimo+dogma+economico+8914172.html" target="_blank">Do Último Segundo </a></h3>
<h2>Coluna Econômica 23/10/2009</h2>
<p>O País de hoje é totalmente diferente daquele de um ano atrás. O Lula de agora nada tem a ver com o ultracauteloso e ortodoxo presidente do ano passado.</p>
<p>Esses cortes históricos são curiosos. Na música popular, por exemplo, o Brasil de 1930 era totalmente diferente do de 1929, mesmo sendo o mesmo. É como se um conjunto de ideias novas, conceitos novos que estavam encobertos viessem à tona.</p>
<p>No campo econômico, a crise acabou com inúmeros dogmas responsáveis pela anorexia econômica brasileira, por essa maluquice da opinião pública midiática entrar em pânico a cada respiro de crescimento do País.</p>
<p>***<br />
<span id="more-36648"></span><br />
Um dos dogmas era a questão do PIB potencial. Montavam-se planilhas com cenários, cruzavam-se dados para provar que, dadas as condições do momento, o País não poderia crescer mais do que alguns pontos ao ano. Ano após ano essa asneira foi sendo retificada pelos fatos. Os “cabeções” passaram a adaptar suas planilhas para níveis de crescimento maiores.</p>
<p>Outro dogma era o da taxa de juros de equilíbrio. Abaixo de determinado nível de taxa de juros real (descontada a inflação) as empresas passariam a remarcar preços. Uma monumental asneira, pela qual, em vez de observar o seu mercado para definir o preço – mais competição, menos preço; menos competição, mais preço –, a empresa apenas olharia inflação futura e compararia com a taxa de juros futura. Outra asneira que, embora desmentida ano a ano pelos fatos, foi mantida graças ao expediente dos cabeções de reduzir gradativamente o que entendiam como ponto de equilíbrio.</p>
<p>***</p>
<p>Entrou-se, então, no dogma do superávit nominal. No dia em que o País conseguisse cobrir até a conta de juros com superávit fiscal, as taxas de juros despencariam e o céu seria alcançado. Elas despencaram sem que se tivesse que cortar a alma para obter o equilíbrio nominal.</p>
<p>***</p>
<p>O último dogma que falta para ser superado – possivelmente só no próximo governo – é que não dá para conviver taxa de câmbio desvalorizado com controle inflacionário. É um modelo que exige taxas de juros compatíveis com as internacionais, para evitar esquemas de arbitragem de dinheiro (o investidor tomar dólares a uma taxa mais barata e entrar no País, lucrando com a taxa mais elevada e com a apreciação do real).</p>
<p>Quando Lula assumiu, em 2003, a economia passara por uma aguda desvalorização cambial seguida de inflação. Por volta de abril o câmbio continuava desvalorizado mas a inflação já cedia. Mesmo assim, permitiu-se a apreciação excessiva do real.</p>
<p>Só vai-se conferir que o câmbio desvalorizado permitirá à economia brasileira alçar voo – sem colocar em risco as metas inflacionárias – quando se conferir na prática. Só que a passagem de um modelo para outro – do câmbio apreciado para o desvalorizado &#8211; cria fricções, passageiras, mas que tiram o sono dos governantes.<br />
Por isso mesmo, será necessário – em um ponto qualquer do futuro – mais uma visita do Sr. Crise para se demover das miragens econômicas brasileiras o último dogma que falta ser transpostos para a economia alçar voo de cruzeiro.</p>
<p>Desemprego recua em setembro</p>
<p>A taxa de desemprego no Brasil diminuiu em setembro. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o desemprego passou de 8,1% em agosto para 7,7% em setembro, o menor patamar desde dezembro de 2008, em 6,8%. Nas seis regiões metropolitanas pesquisadas, o montante de desempregados chegou a 1,8 milhão, queda de 4,8% sobre agosto. Isso representa cerca de 90 mil trabalhadores que perderam suas ocupações formais no período.</p>
<p>PIB chinês avança</p>
<p>O PIB da China cresceu 8,9% entre o segundo e o terceiro trimestre, informou o Birô Nacional de Estatísticas (BNE). Com isso, o país fica mais perto da meta de crescimento anual de 8%. No comparativo com o terceiro trimestre de 2008, a expansão foi de 7,7%. Para os analistas, os dados foram favorecidos pelo bom resultado dos pacotes de estímulos fiscais, induzindo gastos em infraestrutura, o mercado de automóveis – que se tornou o maior do mundo este ano – e a lenta retomada das exportações.</p>
<p>O imposto internacional sobre transações</p>
<p>Países ricos e emergentes querem criar impostos sobre transações financeiras, com o objetivo de acelerar o desenvolvimento. &#8220;Decidimos criar um grupo de trabalho para definir várias opções de financiamento ao desenvolvimento, aplicadas às transações financeiras&#8221;, afirmam os 12 países fundadores do grupo – o Brasil incluso. Até maio de 2010, os países querem avaliar meios de cobrar uma taxa sobre transações financeiras.</p>
<p>A retomada do crédito interbancário</p>
<p>O Brasil foi o país que mais registrou aberturas de linhas internacionais de crédito interbancário no segundo trimestre, informou o BIS (Banco de Compensações Internacionais, uma espécie de banco central dos bancos centrais). No período, o aumento dos empréstimos internacionais entre instituições financeiras foi de US$ 11,5 bilhões, a maior dos países emergentes, revertendo a queda de US$ 13 bilhões no primeiro trimestre.</p>
<p>O aumento da renda</p>
<p>A renda média do brasileiro em setembro aumentou ante o mês de agosto. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o rendimento médio real (livre da inflação) dos trabalhadores ocupados nas seis principais regiões metropolitanas foi de R$ 1.346,70 em setembro, avanço de 0,6% sobre agosto, mas aumento de 1,9% ante setembro do ano passado. Já a população ocupada atingiu 21,5 milhões de pessoas, alta de 0,4% ante agosto e 0,6% sobre setembro do ano passado.</p>
<p>Sistema Windows 7 é bem recebido</p>
<p>O novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7, colheu críticas positivas. &#8220;Trata-se do primeiro lançamento realmente significativo do Windows em uma década&#8221;, segundo o especialista Brendan Barnicle, da Pacific Crest Securities. “O lançamento é um primeiro passo essencial para a reconquista da credibilidade pela companhia&#8221;, acrescentou. A relevância da Microsoft como empresa inovadora vinha sendo questionada devido à decepção do público com o Windows Vista.</p>
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		<title>O partido político da mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 09:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
		<category><![CDATA[Fox News]]></category>
		<category><![CDATA[partido político]]></category>

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		<description><![CDATA[Por basílio
Do blog “Amigos do Presidente Lula”:
“O principal assessor de comunicação de Obama, David Axelrod, foi ao programa dominical “This Week”, da ABC, e defendeu a decisão da Casa Branca de passar a tratar a Fox News como partido político, não jornalismo:

“Mr. Rupert Murdoch tem talento para fazer dinheiro, e eu entendo que sua programação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por basílio</h2>
<h3><a href="http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2009/10/imagine-como-seria-aqui-no-brasil.html" target="_blank">Do blog “Amigos do Presidente Lula”:</a></h3>
<p>“O principal assessor de comunicação de Obama, David Axelrod, foi ao programa dominical “This Week”, da ABC, e defendeu a decisão da Casa Branca de passar a tratar a Fox News como partido político, não jornalismo:</p>
<p>“Mr. Rupert Murdoch tem talento para fazer dinheiro, e eu entendo que sua programação é voltada a fazer dinheiro. Só o que argumentamos é que eles não são um canal de notícias de verdade.</p>
<p>Não só os âncoras, mas a programação.</p>
<p>Não é notícia de verdade, mas forçar um ponto de vista.</p>
<p>E nós vamos tratá-los assim, e outras organizações jornalísticas deveriam tratá-los assim”.</p>
<p>O chefe da casa civil, Rahm Emanuel, sublinhou, também ontem na CNN, que outras organizações não deveriam “deixar-se guiar pela Fox News”.</p>
<p>Imaginou se a moda pega aqui no Brasil?.</p>
<p>Não teremos mais imprensa. Só partidos.”</p>
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