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	<title>Luis Nassif &#187; mensalão</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Nov 2009 02:03:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Lula e o mensalão</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>
		<category><![CDATA[Rede TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sanzio
A Folha mente (prá variar).

Ao comentar, em editorial de hoje, a entrevista do presidente Lula ao Kennnedy Alencar, ontem à noite, diz que “Pelo que ficou sugerido, recairia sobre o publicitário Marcos Valério a suspeita de que, dadas suas ligações anteriores com o PSDB, tratou de envolver o PT numa armadilha, visando ao impeachment [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Sanzio</h2>
<p>A Folha mente (prá variar).</p>
<p>Ao comentar, em editorial de hoje, a entrevista do presidente Lula ao Kennnedy Alencar, ontem à noite, diz que “Pelo que ficou sugerido, recairia sobre o publicitário Marcos Valério a suspeita de que, dadas suas ligações anteriores com o PSDB, tratou de envolver o PT numa armadilha, visando ao impeachment do presidente. Nada seria mais inconvincente do que essa explicação -que, de resto, não eximiria o PT da disposição, nada inocente, de participar do esquema concebido pelo publicitário. Lula não foi adiante nessa fabulação -e teve tanta desfaçatez para construí-la quanto para dissipá-la numa nebulosa de evasivas.”</p>
<p>O que Lula disse sobre o mensalão foi que existia uma CPI dos correios, por causa de um sujeito que foi acusado de praticar corrupção por causa de R$ 3 mil, que foi transformada na CPI do PT. Quando o Kennedy menciona o nome de Marcos Valério, ele diz que este não veio do PT, e sim de outras campanhas, mas que mesmo assim não acusa ninguém, pois tudo está para ser julgado.</p>
<p>Disse que acha que existe um mistério a ser desvendado, que foi a tentativa de golpe no governo, que só não foi adiante pelo medo das oposições do que poderia acontecer no país (sugerindo uma convulsão social); que dinheiro para ajudar partidos em campanha eleitoral foi colocado como sendo “mensalão”; que era uma prática denunciada em 1998 por conta da aprovação do projeto de reeleição. E diz “a gente esquece com muita facilidade”.</p>
<p>aqui o link do trecho:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=R3Ztwpg9-3g" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=R3Ztwpg9-3g</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tofolli e o caso Azeredo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/07/tofolli-e-o-caso-azeredo/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/07/tofolli-e-o-caso-azeredo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 12:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Azeredo]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[PSDB]]></category>
		<category><![CDATA[tucano]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas discussões paralelas sobre o caso Azeredo (conto com a ajuda dos procuradores e juízes comentaristas do Blog).

Clique aqui para matérias que saíram hoje sobre o assunto.

1. As provas contra Eduardo Azeredo. Há uma longa entrevista para a Folha em que ele se defende, dizendo que a única prova apresentada sobre sua ligação com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas discussões paralelas sobre o caso Azeredo (conto com a ajuda dos procuradores e juízes comentaristas do Blog).</p>
<p><a href="http://notebook.zoho.com/nb/public/luisnassif/page/224186000000036049?nocover=true" target="_blank">Clique aqui</a> para matérias que saíram hoje sobre o assunto.</p>
<p>1. As provas contra Eduardo Azeredo. Há uma longa entrevista para a Folha em que ele se defende, dizendo que a única prova apresentada sobre sua ligação com o mensalão é o xerox de um recibo falsificado, que sequer o delegado titular do inquérito teria levado em consideração. Seria bom termos a íntegra do relatório do Ministro Joaquim Barbosa.</p>
<p>2. A interferência de Tofolli. Ele pediu vistas do processo para analisar uma prova apresentada &#8211; o tal bilhete. Os críticos dizem que a hora de questionar as provas é depois de aceita a denúncia; que ele teria se precipitado e atrasado o início efetivo do inquérito.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O rap do mensalão</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/06/o-rap-do-mensalao/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/06/o-rap-do-mensalao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[congresso nacional]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Edmar Melo
Nassif, meu trivial de hoje vai em repúdio a um Congresso Nacional impregnado de políticos envolvidos em esquemas de corrupção que deixa o eleitor sem esperança de um Brasil melhor. E vai ao verso, observado a pauta do dia:

A GÊNESE DO MENSALÃO

Ao Supremo pouco importa

A gênese do mensalão

Se é cria do PT

Ou se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Edmar Melo</h2>
<p>Nassif, meu trivial de hoje vai em repúdio a um Congresso Nacional impregnado de políticos envolvidos em esquemas de corrupção que deixa o eleitor sem esperança de um Brasil melhor. E vai ao verso, observado a pauta do dia:</p>
<p>A GÊNESE DO MENSALÃO</p>
<p>Ao Supremo pouco importa</p>
<p>A gênese do mensalão</p>
<p>Se é cria do PT</p>
<p>Ou se é da oposição</p>
<p>Posto que o DNA</p>
<p>Pouca coisa vai mudar</p>
<p>Na hora da punição</p>
<p>Há quem defenda com ênfase</p>
<p>Que o mensalão é mineiro</p>
<p>Que cometeu vários crimes</p>
<p>Quando arrecadou dinheiro</p>
<p>Porém, faltou explicar</p>
<p>Outros partidos entrar</p>
<p>Na onda dos quadrilheiros</p>
<p>O mensalão foi usado</p>
<p>Pra comprar reeleição</p>
<p>Subornar adversários</p>
<p>Nos dias de votação</p>
<p>Por fim até aliado</p>
<p>Tinha seu soldo sagrado</p>
<p>Por ato de gratidão</p>
<p>A lógica do mensalão</p>
<p>Era fazer maioria</p>
<p>Um Congresso rastejante</p>
<p>Ao governo que servia</p>
<p>Mas o esquema abortou</p>
<p>Quando um corrupto falou</p>
<p>Quanto um partido valia</p>
<h2><span id="more-37739"></span>Por Creuzo Geovani</h2>
<p>Meu caro Edmar Mello</p>
<p>Acho muito atrevimento</p>
<p>Tu falar do mensalão</p>
<p>Sem qualquer comedimento,</p>
<p>Quando o nosso presidente</p>
<p>Homem correto e decente</p>
<p>Não tinha conhecimento.</p>
<p>Eu acho que o mensalão.</p>
<p>Não passou de fantasia</p>
<p>Porque nosso presidente</p>
<p>Já disse que não sabia</p>
<p>E nossa Dilma Rousseff</p>
<p>Nem debaixo de bofete</p>
<p>Afirma que ele existia.</p>
<p>Eu não posso acreditar</p>
<p>Que um cabra nordestino</p>
<p>Do tipo Lula da Silva</p>
<p>Vá cometer desatino</p>
<p>Pagando o tal mensalão</p>
<p>Pra uma corja de ladrão</p>
<p>Num gesto vil e cretino.</p>
<p>Seja de Minas Gerais</p>
<p>De São Paulo ou Mossoró,</p>
<p>Seja de Belo Horizonte,</p>
<p>Nova Russas ou Caicó,</p>
<p>O Supremo vai julgar</p>
<p>Mas LULA não vai deixar</p>
<p>Seu time no xilindró.</p>
<p>Com Lula na presidência,</p>
<p>Obras superfaturadas,</p>
<p>Mensalão e mensalinho,</p>
<p>Corrupção e marmeladas</p>
<p>Nunca mais vão existir</p>
<p>Pois LULA diz que aqui</p>
<p>Roubos são coisas passadas</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova denúncia sobre o valerioduto</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/nova-denuncia-sobre-o-valerioduto/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/nova-denuncia-sobre-o-valerioduto/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 12:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Fernando]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>
		<category><![CDATA[Procurador Geral]]></category>
		<category><![CDATA[valerioduto]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha
Ex-procurador enviou ao STF nova denúncia sobre mensalão
FREDERICO VASCONCELOS
DA REPORTAGEM LOCAL

No final de sua atuação como procurador-geral da República, Antonio Fernando  Souza fez uma espécie de  "limpeza nas gavetas" e encaminhou vários documentos ao Supremo Tribunal Federal para serem juntados à  ação penal do mensalão -inclusive uma denúncia.

Entre os vários ofícios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3>Ex-procurador enviou ao STF nova denúncia sobre mensalão</h3>
<p><strong>FREDERICO VASCONCELOS</strong><br />
<span>DA REPORTAGEM LOCAL</span></p>
<p>No final de sua atuação como procurador-geral da República, Antonio Fernando  Souza fez uma espécie de  &#8220;limpeza nas gavetas&#8221; e encaminhou vários documentos ao Supremo Tribunal Federal para serem juntados à  ação penal do mensalão -inclusive uma denúncia.</p>
<p>Entre os vários ofícios enviados pelo ex-procurador-geral há um relatório da Controladoria Geral da União,  uma auditoria (com pedido  de abertura de novo apenso),  a requisição de novas diligências e o pedido de que seja  requerido à 10ª Vara Federal  do Distrito Federal cópia de  material produzido em processo criminal.<br />
<span id="more-31435"></span></p>
<p>A Folha não conseguiu obter detalhes sobre a denúncia no gabinete do relator  Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, e na  assessoria da Procuradoria.</p>
<p>Em agosto de 2007, o STF  aceitou denúncia de Antonio  Fernando e abriu processo  criminal contra todos os 40  acusados de envolvimento  no mensalão. A ação incluiu  três ex-ministros, um ex-presidente da Câmara, 13 deputados e ex-deputados, dirigentes de partidos e de  bancos e empresários.</p>
<p>Em janeiro de 2008, o ex-secretário-geral do PT Silvio  Pereira aceitou um acordo  com a Procuradoria e teve  seu processo penal suspenso. Por três anos, ele não poderá ocupar cargo público,  terá de prestar serviços comunitários, comparecer  mensalmente à Justiça e informar ausência maior que  oito dias de São Paulo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A caixinha de Beto Richa</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/22/a-caixinha-de-beto-richa/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/22/a-caixinha-de-beto-richa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 14:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Beto Richa]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por nsdelgado
Ei Nassif, você não vai abrir um post sobre o mensalão tucano paranaense?

http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1202449-5601,00-VIDEO+MOSTRA+SUSPEITA+DE+FRAUDE+NA+CAMPANHA+DE+BETO+RICHA+EM.html
Comentário
Repito o que já disse várias vezes aqui: t-o-d-o-s  os partidos, a maioria absoluta dos políticos incorre nessas jogadas de Caixa 2 para financiamento de campanha. Alguns fazem de forma mais sofisticada - como o pacto da Prefeitura de São Paulo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por nsdelgado</span></strong></h2>
<p>Ei Nassif, você não vai abrir um post sobre o mensalão tucano paranaense?</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1202449-5601,00-VIDEO+MOSTRA+SUSPEITA+DE+FRAUDE+NA+CAMPANHA+DE+BETO+RICHA+EM.html">http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1202449-5601,00-VIDEO+MOSTRA+SUSPEITA+DE+FRAUDE+NA+CAMPANHA+DE+BETO+RICHA+EM.html</a></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Repito o que já disse várias vezes aqui: t-o-d-o-s  os partidos, a maioria absoluta dos políticos incorre nessas jogadas de Caixa 2 para financiamento de campanha. Alguns fazem de forma mais sofisticada &#8211; como o pacto da Prefeitura de São Paulo com o setor imobiliário. Outros, de forma mais canhestra, como o episódio do mensalão, tanto do PSDB quanto do PT.</p>
<p>As denúncias vazam de forma seletiva, como ocorre agora com os velhíssimos escândalos do Senado. Trouxeram à tona porque, com todos seus vícios, José Sarney é um fator de estabilidade política.</p>
<p>Antes, era da chamada grande mídia o monopólio de selecionar as denúncias ou transformar um caso banal em escândalo. Hoje não é mais. Estou publicando a nota do Richa apenas para comprovar essa hipocrisia generalizada com o modelo político.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>52</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A melancólica desmoralização do Supremo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/02/a-melancolica-desmoralizacao-do-supremo/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/02/a-melancolica-desmoralizacao-do-supremo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:32:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Castelos de Areia]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[Num país altamente injusto, a mais alta Corte perder sua imagem de mediadora - e justa - e fixar-se como aquela que zela exclusivamente por grandes interesses, é o fim de esperanças de uma parcela da população altamente desassistida. É melancólico.
Do Valor Econômico
Todos partidos para o castelo de areia
Maria Inês Nassif
02/04/2009

Então, ficamos combinados: quando uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Num país altamente injusto, a mais alta Corte perder sua imagem de mediadora &#8211; e justa &#8211; e fixar-se como aquela que zela exclusivamente por grandes interesses, é o fim de esperanças de uma parcela da população altamente desassistida. É melancólico.</em></p></blockquote>
<h2>Do Valor Econômico</h2>
<h3>Todos partidos para o castelo de areia</h3>
<p>Maria Inês Nassif<br />
02/04/2009</p>
<p>Então, ficamos combinados: quando uma operação policial pegar um partido com a boca na botija, fazendo caixa dois com dinheiro de empreiteira, o responsável pela investigação deve acessar o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e copiar e colar (ctrl C, ctrl V) o nome de todos os partidos registrados oficialmente. <span id="more-29772"></span></p>
<p>Segundo os líderes dos partidos de oposição que foram citados na Operação Castelo de Areia &#8211; uma investigação originalmente motivada por denúncias de que a empreiteira Camargo Corrêa teria cometido supostos crimes financeiros, de lavagem de dinheiro e de evasão fiscal &#8211; é pouco elegante denunciar como implicados na Operação apenas aqueles contra os quais foram levantadas provas. Não acusar o PT, o PV e o PTB é prova do partidarismo da Polícia Federal, que teria sido governista, segundo seus detratores, mesmo apontando igualmente, como beneficiários de supostas doações ilegais que teriam sido feitas pela construtora, os partidos governistas PP, PSB, PDT e PMDB.</p>
<p>A regra não conta, todavia, quando o PT e seus aliados são o centro da investigação. No escândalo do &#8220;mensalão&#8221;, o caso levado de forma mais discreta foi o do caixa dois da campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que usou em 1998 o mesmo esquema que o PT e seus aliados, para arrecadar dinheiro de campanha. Não seria de bom tom, afinal, dar grande publicidade ao caso do tucano mineiro.</p>
<p>O grosso dos que esperam julgamento no STF, por conta de suposto envolvimento no &#8220;mensalão&#8221;, é governista. Nesse caso, pode-se dizer que a PF é oposicionista? Deixou de ser quando mencionou o PSDB, o DEM e o PPS em outra investigação? Se a Operação Castelo de Areia for julgada no futuro pelo STF, e este considerar que o suposto caixa dois da Camargo Corrêa não fez réus, e o suposto caixa dois do &#8220;mensalão&#8221; sim, a Corte será governista ou oposicionista? No caso do &#8220;mensalão&#8221;, o trabalho conjunto do Ministério Público Federal constituiu o que o presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, Gilmar Mendes, chamou de &#8220;algo lítero-poético-recreativo&#8221;? Ou esteve adstrito às funções constitucionais das instituições envolvidas? O que diferenciou, então, o caso do &#8220;mensalão&#8221; da Operação Castelo de Areia?</p>
<p>E daí, ficamos também assim: o controle exercido pelo Ministério Público sobre a Polícia Federal é &#8220;algo lítero-poético-recreativo&#8221;, e portanto o MP e a PF estão fora de controle, pelo menos no caso da Operação Castelo de Areia e na Operação Satiagraha, as que são objeto das indignações do presidente do STF. Diz Mendes: &#8220;Muitas vezes o Ministério Público Federal é parte naquilo que chamamos de ação abusiva da polícia (&#8230;). Quando o Ministério Público atua em conjunto com a polícia, quem vai ser o controlador dessa operação?&#8221; Ele defende uma &#8220;vara especializada no controle das atividades policiais&#8221;, que poderia ser instituída &#8220;facilmente&#8221; pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), do qual o presidente do STF é também presidente &#8211; ou seja, supõe-se que uma simples canetada de Mendes tem o poder de eliminar o controle constitucional que o MPF tem sobre a polícia. Isso quer dizer que a Constituição se submete ao CNJ? E, se assim for feito, Mendes, como o &#8220;presidente do Judiciário&#8221;, passaria exercer o controle sobre a polícia e, com a sua serenidade e neutralidade, evitaria o &#8220;aparelhamento do aparato policial, um aparelhamento político&#8221; da PF, e a excessiva complacência do MPF?</p>
<p>A Operação Castelo de Areia foi movida pelo Ministério Público, investigada pela Polícia Federal e monitorada pela 6ª Vara da Justiça, da qual é titular o juiz Fausto De Sanctis, que o CNJ do ministro Mendes processa pelas sentenças discordantes tomadas por ele contra as suas próprias. Uma ação da PF que foi acionada pelo MP e teve o controle de uma autoridade judicial não é um complô partidário &#8211; é assim que legitimamente se processam as investigações. Isso está longe de ser um clube &#8220;lítero-político-recreativo&#8221;.</p>
<p>Na verdade, dá para apostar que os procuradores, policiais e juízes envolvidos num trabalho dessa envergadura tenham pouco tempo para frequentar clubes lítero-político-recreativos. Apenas nenhum promotor, policial ou juiz pediu licença ao STF para concluir quais eram os crimes passíveis de indiciamento e quem os cometeu, nem submeteram suas conclusões ao STF, porque não é esse o papel da alta Corte nesse momento. Vai ser no futuro, se algum indiciado recorrer de sentenças ou procedimentos que considerem injustos ou ilícitos. Como, normalmente, pessoas com poder econômico costumam recorrer até a última instância judicial, o STF em algum momento vai se posicionar sobre o caso. E como parlamentares podem estar implicados, o caso deve parar direto no Supremo. Outra razão para Mendes não emitir juízos sobre o trabalho do MP, da PF e do juiz de primeira instância: afinal, vai julgá-lo mais para a frente.</p>
<p>A PF virou alvo do presidente do STF desde a deflagração da Operação Satiagraha que, entre outras coisas, botou duas vezes na cadeia o empresário Daniel Dantas. Mas ainda assim, não percebe o risco que está correndo. As decisões que toma, mesmo técnicas, não estão apenas sendo combatidas por divergências quanto a métodos. O trabalho de descrédito da PF, do juiz De Sanctis e de mais alguns que têm levado adiante investigações por crimes de colarinho branco é para acuar toda a instituição policial. Se os grupos internos dão munição para essa ofensiva externa contra os seus adversários de corporação, por conta de uma disputa de poder, não perceberam que a PF é atingida sem poupar ninguém &#8211; e que esse movimento de opinião pública incitado por algumas figuras públicas torna cada vez mais arriscado, para qualquer grupo dela, a investigação de casos politicamente complicados, que envolvam interesses econômicos mais poderosos.</p>
<p>Outro risco que se corre é a instituição STF ficar identificada como aquela que pode estar permeável a interesses. Num país altamente injusto, a mais alta Corte perder sua imagem de mediadora &#8211; e justa &#8211; e fixar-se como aquela que zela exclusivamente por grandes interesses, é o fim de esperanças de uma parcela da população altamente desassistida. É melancólico.</p>
<h2>Do Terra Magazine</h2>
<h3><a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3675555-EI6578,00-Fernando+Lyra+Gilmar+Mendes+explicita+apartheid.html" target="_blank">Fernando Lyra: Gilmar Mendes explicita apartheid</a></h3>
<p>Bob Fernandes</p>
<p>Fernando Lyra não tem papas na língua.</p>
<p>Desde que era um &#8220;autêntico&#8221; do MDB. O termo, cunhado num histórico encontro no Recife, início dos anos 70, presentes entre os &#8220;autênticos&#8221; o próprio Lyra e os então deputados Chico Pinto e Alencar Furtado. MDB, ainda sem o P imposto pela ditadura, dos tempos em que o partido combatia e não servia e servia-se do poder de plantão. E o poder de plantão era o dos generais-ditadores.</p>
<p>(&#8230;) Ministro da Justiça nomeado por Tancredo seguiu no cargo por 11 meses, já sob a presidência de José Sarney. Experimentado homem de poder, conhecedor dos atalhos e caminhos da Brasília oficial, Fernando Lyra é direto, e duro, nessa conversa com Terra Magazine.</p>
<p>O ex-ministro da Justiça diz:</p>
<p>- O presidente do Supremo Federal, Gilmar Mendes, está falando demais. Demais mesmo&#8230;Ele comenta todos os casos, principalmente os crimes que envolvem a elite&#8230;</p>
<p>Para deixar mais claro o que pensa, Lyra especifica:</p>
<p>- Ele fala o tempo todo sobre o Brasil de cima, mostra suas preocupações com isso, enquanto no Brasil de baixo nunca se sabe quem morreu, assim como não se sabe quem matou. Essa situação de hoje é a explicitação do apartheid. Os crimes que a ele parecem interessar são os da elite, onde surge a elite, o resto é abandonado ao silêncio, como se todos fossem apenas criminosos. Mas alguém aí sabe quem matou, quem morreu? Alguém investigou, verificou, confirmou? E se é pra falar, alguém falou?</p>
<p><a href="http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3675555-EI6578,00-Fernando+Lyra+Gilmar+Mendes+explicita+apartheid.html" target="_blank">Continua</a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por x</span></strong></h2>
<p><a href="mailto:x@yahoo.com.br"></a>nassif, vc leu isto?</p>
<p>Mendes e o STF</p>
<p>27/03/2009 14:57:58</p>
<p>Wálter Fanganiello Maierovitch</p>
<p>Das perguntas que me chegam, as mais frequentes referem-se à passividade dos dez pares do ministro Gilmar Mendes diante do seu comportamento público, à frente da presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Caso o ministro fosse síndico de prédio, e após a sua sabatina no jornal Folha de S.Paulo, não teria dúvida quanto à sua destituição por assembleia extraordinária de condôminos.</p>
<p>No momento, não sei informar se o presidente Mendes já foi questionado ou censurado em privado por algum outro ministro do STF. Também ignoro se algum dos colegas lembrou-lhe de um fundamental ensinamento de Rui Barbosa: “A majestade dos tribunais assenta na estima pública”.(continua nos comentários)</p>
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		<title>Valério e a delação premiada</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 12:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andreinohara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[mensalão]]></category>
		<category><![CDATA[Valério]]></category>
		<category><![CDATA[valerioduto]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa informação do Fred é que o tal espancamento e ameaças que Valério diz ter sofrido do PCC pode fazer parte dessa estratégia para a delação premiada ser aceita.
Da Folha
Valério negocia delação premiada no mensalão
Acordo com Procuradoria pode revelar provas e engrossar acusação contra outros réus

Concessão de benefícios a acusado de operar esquema de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa informação do Fred é que o tal espancamento e ameaças que Valério diz ter sofrido do PCC pode fazer parte dessa estratégia para a delação premiada ser aceita.</p>
<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/07230703333383105895/BDR-CSgoQ6d-2-4Ak?hl=en#SDQtiSwoQx5WFmoMk"><strong><span style="font-size: large">Valério negocia delação premiada no mensalão</span></strong></a></h3>
<p><strong>Acordo com Procuradoria pode revelar provas e engrossar acusação contra outros réus</strong></p>
<p><strong>Concessão de benefícios a acusado de operar esquema de pagamentos a deputados no governo Lula depende  de aprovação no Supremo</strong></p>
<p><strong>FREDERICO VASCONCELOS</strong><br />
<span>DA REPORTAGEM LOCAL</span></p>
<p>O Ministério Público Federal  e os advogados de Marcos Valério Fernandes de Souza negociam um acordo de delação premiada que pode beneficiar o  principal personagem do mensalão e, ao mesmo tempo, trazer à tona novos documentos e  provas sobre os negócios do  empresário mineiro.</p>
<p>Os entendimentos são mantidos sob rigoroso sigilo. A <strong>Folha</strong> recebeu, em meados de fevereiro, as primeiras informações sobre as tratativas para o  acordo. Nos últimos dias, surgiram sinais de que a proposta estaria em fase final de elaboração. As partes não confirmam a  existência das consultas e deverão negar formalmente as conversas nesse sentido.</p>
<p><a href="http://www.google.com/notebook/public/07230703333383105895/BDR-CSgoQ6d-2-4Ak?hl=en#SDQtiSwoQx5WFmoMk" target="_blank">Continua</a></p>
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