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12/07/2009 - 15:00

Trivial do compositor Júlio Medaglia

Conhecia a obra do meu querido amigo Julio Medaglia como maestro, como agitador musical, como compositor de peças eruditas. Seu único fracasso musical foi ter tentado encaminhar minha carreira de compositor, quando cheguei em São Paulo em 1970.

Ontem, mostrei uma valsa belíssima dele, cantada pela Laniza. Nossa infatigável pesquisadora, a Cafu, conseguiu uma parceria dele com a Maysa, interpretada pela Elizeth. Ouça só que belezura.

Do Portal Luís Nassif

Nós (Maysa & Julio Medaglia) # Elizeth Cardoso

* Adicionado por Cafu

Autor: luisnassif - Categoria(s): Música Tags: , ,
28/02/2009 - 08:49

A morte de Walter “Pica Pau” Silva

Por Laura Macedo

Oi, Nassif.

Procurei o “Fora de Pauta” para comunicar a morte do radialista e jornalista Walter Silva (Picapau), mas como não encontrei vai aqui mesmo.

Na minha página tem duas matérias de blog sobre ele. Clique aqui.

Comentário

Pica Pau era um encrenqueiro maravilhoso, do nível (em encrenca) do Tinhorão.

Um dia me mandou um email para lá de agressivo. Acho que depois de uma crônica minha sobre o Nelson Motta. Conheço o Pica Pau desde os meus 19 anos, em que frequentava os festivais da Tupi.

Respondi entranhando a agressividade dele. Sua resposta foi que ele me encontrou certa vez no aeroporto e não retribuí a um cumprimento dele. Me deu um trabalhão explicar que não tinha a menor lembrança do ocorrido e se lhe passara pela cabeça a possibilidade de que, correndo em um aeroporto (sempre chego em cima da hora) não tivesse reparado nem no Papa, se estivesse lá.

Aceitou minhas explicações, combinamos nos ver mas o tempo foi implacável.

Para quem não conhece, Pica Pau foi o grande divulgador da bossa nova em São Paulo, ajudando a lançar nomes como Maysa e Elis Regina. Delizmente seu acervo fo adquirido pelo Instituto Moreira Salles e será preservado.

Por José de Abreu

Creio ser a Maria Lucia Levy, nunca mais ouvi falar…

Também participei de muitos shows no Teatro Paramout. Eu era do TUCA e o Chico Buarque o compositor do grupo, Teatro da Universidade Católica. Uma vez participei, junto com outros atores do elenco de MORTE E VIDA SEVERINA, de um show da Elis Regina cantando FUNERAL DO LAVRADOR… e sempre ouvia na Radio Bandeirantes o PICAP DO PICA-PAU, programa inesquecível do narigudo Walter Silva: vai com Deus, a música brasileira agradece sua vida a ela dedicada.

Não sei como fazer para publicar aqui, nesse link tem uma foto do cartaz do show que ele produziu em homenagem ao TUCA (não confundir com a cantora)

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: , , ,
14/02/2009 - 19:38

Uma interpretação para guardar

Por José Srur

Nassif

Ja viu este aqui?

Comentário

“Último Desejo”, apenas com a voz de Maysa e a gauta de Rildo Hora, em um ritmo de semi-tango. Maysa está uma deusa, mas a gaita de Rildo Hora tira um som do Olimpo.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Música Tags: , ,
23/01/2009 - 17:31

O especial de Maysa

Por jairo arco e flexa

Maysa – a voz e os silêncios

Quem ainda não tinha visto, quem não assistiu ontem, quem não pode pedir a um amigo que tenha gravado o programa que lhe empreste a fita ou o DVD, só tem uma coisa a fazer: entrar imediatamente em contato com a TV Cultura de São Paulo e encomendar uma cópia do programa “Maysa – Estudos”, exibido ontem, às 22h10.

É difícil encontrar palavras para descrever trabalho tão maravilhoso. Realizado em 1975, dois anos portanto antes da morte da cantora, o programa é muito mais que mais um desses “especiais” que a televisão costuma apresentar. Em seus 42 minutos de duração, “Maysa – Estudos” mostra a arte, a voz privilegiada, a personalidade e a beleza transcendental, humana, muito humana de Maysa Monjardim de maneira que parecia impossível de ser conseguida. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, Música Tags: ,
17/01/2009 - 17:00

A Maysa dos últimos anos

Do Trivial sobre Maysa

Por carolina

Pra geração que nunca ouviu Maysa, está aí um vídeo em que ela canta Ne me quittez pas, dois anos antes de morrer. Não é Maysa no auge da sua beleza, é Maysa angustiada, marcada pela vida, mas com uma força de interpretação, com a sensualidade que nunca deixou de ter, com a sexualidade que brotava pelos poros, e que, infelizmente, não foi captada pela minissérie, nem mesmo um pouquinho.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Música Tags:
04/01/2009 - 14:00

A jovem Maysa

A série sobre Maysa Matarazzo Monjardim, me traz a lembrança de meus ex-sogros, seu Aguirre e dona Élide.

Seu Aguirre era gerente do Banco do Commercio e Industria de Bragança, cujo cliente mais ilustre era o Conde Chiquinho Matarazzo, que tinha fazenda na região.

Semanalmente, seu Aguirre e dona Élide eram convidados para rodadas de baralho na casa do Conde. Foi lá que acompanharam o início conflituoso do casamento de Maysa, com menos de 20 anos, e André, vinte anos mais velho.

Sua energia não cabia nos limites da fazenda. Seu Aguirre me contava histórias que deixavam o Conde Chiquinho desgostoso. Como a vez em que um militar na Aeronáutica, sobrevoando a fazenda do Conde, a caminho do campo de aviação local, viu Maysa, uma imagem tão linda que ele não hesitou em pousar no próprio pasto da fazenda para apreciá-la de perto.

Tempos depois, o casal Aguirre foi convidado pelo Conde Chiquinho para uma viagem de férias a Buenos Aires, em companhia do casal André-Maysa. Foi um tormento. Em cada restaurante e boate que entravam, a jovem Maysa armava confusão para despertar ciúmes no marido.

Mesmo depois de separado, sempre que podia ia a Bragança conversar com seu Aguirre, especialmente depois que enviuvou da querida dona Élide. E, até o final da vida, ele me dizia: “Nunca vi mulher mais linda do que a Maysa”.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Música Tags:
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