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	<title>Luis Nassif &#187; Maranhão</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Maranhão e o bumba-meu-boi</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 18:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Regional]]></category>
		<category><![CDATA[bumba-meu-boi]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lucas Jerzy Portela
Nassif, ouve essa toada nova do Bumba Boi de Nina Rodrigues: clique aqui.

desde a linha melódica, a letra nacionalista sem ufanismo, é linda! e com o Boi dançando, puta merda: é talvez o Boi de Orquestra mais lindo que já vi (excluindo-se Axixá, claro, porque Axixá é o clássico dos clássicos).

eu choro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Lucas Jerzy Portela</h2>
<p>Nassif, ouve essa toada nova do Bumba Boi de Nina Rodrigues: <a href="http://www.dilandau.com/cgi/play.cgi?id=175fb2f948a9a3c6d4a56d0a32527b97e3ea7e0a" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>desde a linha melódica, a letra nacionalista sem ufanismo, é linda! e com o Boi dançando, puta merda: é talvez o Boi de Orquestra mais lindo que já vi (excluindo-se Axixá, claro, porque Axixá é o clássico dos clássicos).</p>
<p>eu choro toda vez que ouço. Acho que você vai gostar&#8230;</p>
<p>anote o que te digo: o Brasil dependerá do Maranhão, se quer mesmo ter uma identidade estável.</p>
<p>e o Brasil disperdiça o Maranhão, como boi de piranha, desde a primeira república.</p>
<p>Vou escrever sobre isso lá no blog essa semana.</p>
<p>eu AMO o maranhão, como quem ama um irmão caçula.</p>
<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/video/boi-de-nina-rodrigues-2008-4" target="_blank">Boi de Nina Rodrigues 2008 (4)</a></h3>
<p><a class="nolink">Adicionado por </a><a href="http://blogln.ning.com/profile/luzete5">luzete</a><br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WdtEoJdXXPA&amp;hl=en&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="never"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/WdtEoJdXXPA&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="never" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Lula, modernidade e atraso</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/25/lula-modernidade-e-atraso/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 12:23:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Família]]></category>
		<category><![CDATA[coronelismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Sarney]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Valor
A política tradicional e Lula, o pragmático
Maria Inês Nassif

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem grande senso prático, como registrou essa semana o presidente americano, Barack Obama. O excesso de pragmatismo, no entanto, incorporou como normalidade ceder (e muito) em negociações - públicas, legislativas - que incluem claros e notórios interesses privados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Valor</h2>
<h3><a href="http://www.valoronline.com.br/ValorImpresso/MateriaImpresso.aspx?dtMateria=25/6/2009%200:00:00&amp;codMateria=5639699&amp;codCategoria=99" target="_blank">A política tradicional e Lula, o pragmático</a></h3>
<p>Maria Inês Nassif</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem grande senso prático, como registrou essa semana o presidente americano, Barack Obama. O excesso de pragmatismo, no entanto, incorporou como normalidade ceder (e muito) em negociações &#8211; públicas, legislativas &#8211; que incluem claros e notórios interesses privados e expor-se constante e publicamente para manter o status quo de setores e personagens ligadas à política tradicional. O senso prático do governo petista acabou resultando numa soma de movimentos contraditórios que em algum momento forçarão Lula a escolhas que tenta evitar.</p>
<p>O resultado dos programas de distribuição de renda foi a surpresa do primeiro mandato. A injeção de recursos em comunidades muito pobres, que tradicionalmente mantiveram as oligarquias regionais com seus votos, provocou uma mudança estrutural. Os ganhos de cidadania nessas regiões, em especial nas de fraca urbanização, minaram o poder da política tradicional. Está se formando uma geração de políticos apartada das lideranças locais e com forte apoio comunitário, ligada a partidos com maior preocupação social. Essa mudança começa a se delinear e se firma numa relação político-eleitoral da qual foi eliminada a mediação dos chefes políticos locais.<span id="more-31275"></span></p>
<p>O movimento é outro na política institucional. O pragmatismo de Lula evita o confronto direto com os políticos de sua base de apoio. Assim, o mesmo presidente que viabiliza uma revitalização política nas regiões antes dominadas pela política tradicional, retirando o poder de intermediação do seus chefes, reinventa esses políticos quando eles são parceiros na política nacional. Uma vez acomodados na base de apoio parlamentar do governo, os políticos em declínio nas suas bases voltam a elas pelas mãos do presidente.</p>
<p>Cria-se, então, uma realidade em que a política eleitoral é desintermediada pelos programas sociais e enfraquece os chefes locais; eles, no entanto, voltam aos seus antigos redutos, se aliados do governo, como sócios da popularidade do presidente, e disputam os votos de Lula com as novas lideranças que apenas conseguiram espaço, no momento anterior, quando a política tradicional entrou em declínio.</p>
<p>O apoio explícito de Lula ao presidente do Senado, José Sarney, é parte desse pragmatismo político. Os programas sociais do governo são parte muito importante da economia do miserável Maranhão. A popularidade de Lula no Estado, em função disso, foi para as alturas, ao mesmo tempo em que a família Sarney, que domina a política regional há meio século, entrou em declínio político. Em 2006, Roseana Sarney (PMDB) perdeu as eleições para o oposicionista Jackson Lago (PDT) &#8211; retomou o poder recentemente não pelo voto, mas com a ajuda de uma Justiça que quase nunca falha para o grupo político, nem no Maranhão, nem no Amapá, o &#8220;puxadinho&#8221; oligárquico da família. Quando o brilho do patriarca José Sarney começou a se apagar nacionalmente, devido a sucessivos escândalos, o presidente passou a sustentá-lo. &#8220;Sarney tem história no Brasil suficiente para não ser tratado como se fosse uma pessoa comum&#8221;, afirmou Lula, perigosamente, separando o mundo entre aqueles que podem ser responsabilizados por seus erros e os que ganham o direito de não o serem. O presidente tratou da mesma forma perigosa as denúncias contra Sarney e os desmandos das direções do Senado como &#8220;coisas secundárias&#8221;.</p>
<p>Assim, o mesmo governo petista que balançou politicamente o grupo Sarney no Maranhão, quando desintermediou a relação da população pobre com a administração federal, permite que, num segundo momento, o mesmo grupo retome o controle sobre seus antigos redutos, oferecendo uma &#8220;sociedade&#8221; nos votos destinados a Lula devido aos programas sociais.</p>
<p>Outro exemplo é a relação de Lula com a bancada ruralista, que é muito forte no PMDB. O governo petista tem cedido reiteradamente à bancada. É um outro lado do pragmatismo presidencial. O governo que redefine estruturalmente o jogo de forças na base social, via programas de transferência de renda, jamais comprou uma briga com a grande propriedade. Independente dos vetos que Lula venha a fazer na MP da Grilagem, a desenvoltura com que agiu a bancada ruralista, no plenário da Câmara e do Senado, para impor alterações muito favoráveis ao agronegócio que prosperou em terras públicas da Amazônia Legal apenas encontrou espaço porque o governo manteve uma posição em regra omissa em relação à questão fundiária. As mudanças feitas na MP 458, no Congresso, teriam o poder de legalizar enormes propriedades como se fossem simples posses. De acordo com as alterações feitas, a ocupação de uma propriedade de 15 quilômetros de terras públicas, ou 1,5 mil hectares &#8211; o correspondente a 1.389 campos de futebol &#8211; seria enquadrável na definição que a lei dá à posse de terra, ou seja, o uso da terra pública por uma pessoa que vive da propriedade para prover a sua sobrevivência e de sua família &#8211; e portanto passível de legalização. Da mesma forma, a bancada incluiu na MP a possibilidade de legalização de terras de proprietários que não moram na região, tem mais de uma propriedade ou que mantiveram terras nas mãos de laranjas.</p>
<p>Nesses movimentos contraditórios, Lula tem o poder de dar uma contribuição à modernização da política brasileira com uma mão e tirar esses avanços com a outra. O resultado final disso será conhecido no final de seu segundo mandato, com grande risco de sair do governo sem ter alterado de forma substancial os arcaismos políticos que sobrevivem nos rincões do país. Na política não há milagres: não existem mudanças efetivas se o governante não correr alguns riscos.</p>
<p>Maria Inês Nassif é editora de Opinião. Escreve às quintas-feiras</p>
<p style="text-align: center">
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		<title>O caso Jorge Moreno</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/20/o-caso-jorge-moreno/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 20:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Moreno]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ermelinda Maria
No Maranhão, o TJ aposentou o Juiz Jorge Moreno, aos 42 anos. Ganhador de Prêmio Nacional e Internacional por sua atuação no sentido de que TODOS os maranhenses tivessem -acreditem se quiserem _ REGISTRO DE NASCIMENTO, na comarca de Santa Quitéria, Jorge Moreno tinha uma atuação em prol da Justiça e do atendimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Ermelinda Maria</span></strong></h2>
<p>No Maranhão, o TJ aposentou o Juiz Jorge Moreno, aos 42 anos. Ganhador de Prêmio Nacional e Internacional por sua atuação no sentido de que TODOS os maranhenses tivessem -acreditem se quiserem _ REGISTRO DE NASCIMENTO, na comarca de Santa Quitéria, Jorge Moreno tinha uma atuação em prol da Justiça e do atendimento das necessidades da população. No exercício de sua missão institucional, atingiu interesses políticos dos aliados de ROSEANA SARNEY, (empossada sexta-feira como governadora do Maranhão por ordem do TSE, apesar de vários processos que correm contra ela por crime eleitoral &#8211; um inclusive em que é ré confessa) na execução do PROGRAMA LUZ PARA TODOS, inutil e frequentemente denunciado como fonte inesgotável de desvio de recursos públicos no MA, e foi denunciado ao TJ-MA por MAX BARROS, à época Deputado Estadual e hoje, Secretário de Estado do Governo Roseana Sarney, e a argumentação utilizada foi a mesma que está sendo usada contra Protógenes. Que Jorge Moreno fazia discursos, comícios, mas o detalhe problemático era o público &#8211; para a plebe &#8211; com quem ele confraternizava. Entretanto, os jornais diários do MA, todos os dias mostram fotos de juízes e desembargadores confraternizando em festas com a elite política e social, mas aí não, não é crime. Aí é “chique”!!… Afinal, elite não precisa de Justiça, precisa da omissão dela, ou de seu comprometimento.</p>
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		<title>Sarney e o tapetão</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/18/sarney-e-o-tapetao/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 11:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jackson Lago]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[Sarney]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado
Por Paulo SD
Caro Nassif,

Não sou contra a justiça eleitoral, no entanto, é patente que esta tem exagerado na cassação de governadores. Acreditar que a malandragem eleitoral é exclusiva deste ou daquele político é por demais ingênua para estar na cabeça de homens tão experientes quanto estes juízes dos tribunais eleitorais. Desta forma, fica a suspeita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Atualizado</h2>
<h2><strong><span class="row-title">Por Paulo SD</span></strong></h2>
<p>Caro Nassif,</p>
<p>Não sou contra a justiça eleitoral, no entanto, é patente que esta tem exagerado na cassação de governadores. Acreditar que a malandragem eleitoral é exclusiva deste ou daquele político é por demais ingênua para estar na cabeça de homens tão experientes quanto estes juízes dos tribunais eleitorais. Desta forma, fica a suspeita de que atrás destas cassações “moralizantes” se escondem interesses políticos bem representados por estes juízes. No caso do Maranhão isto fica mais patente. Acreditar que os Sarneys são santos e o Jackon Lago é único a descumprir regras no processo eleitoral chega a ser ridículo.</p>
<p>O mais interessante é que neste último caso, o cassado parece que não vai deixar barato, mesmo porque devido a idade não tem muito a perder, e se isto acontecer pode acabar em tumulto grande. Afinal se eu tivesse votado nele estaria na rua para defender o meu voto, como parece estar acontecendo com muitos eleitores no Maranhão.</p>
<p>Sinceramente, já passou da hora dos políticos eleitos começarem a peitar essa juizada eleitoral. Influência no processo de decisão eleitoral tem limite e este tem sido sistematicamente ultrapassado pela justiça eleitoral.<strong></strong></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Felipe Klamt</span></strong></h2>
<p>Talvez a população brasileira não tenha idéia da extensão desta cassação para o povo do Maranhão.</p>
<p>Não preciso afirmar que o nosso Estado é o ultimo em tudo, somente ganha do Piauí, onde falta de tudo a começar da chuva e de Alagoas que vive na chibata dos coronéis.</p>
<p>Lembrando que no Maranhão nasce até o que não se planta e temos o chicote de coronel mais afiado do Brasil.<span id="more-30097"></span></p>
<p>Pensar que a maioria da nossa população não tem nada para dizer que é seu, não tem terra, pois tudo é latifúndio, não tem comida, pois não tem terra para plantar, não tem emprego porque nenhuma empresa quer vir com medo dos mandatários exigirem sociedade sem investir e nem trabalhar, somente tem casa porque o barro e a palha são de graça.</p>
<p>Lembrando que os integrantes do grupo mandatário já declararam que casa de taipa é uma questão cultural e o povo gosta. A maioria vive na zona rural.</p>
<p>Como que em dois anos e três meses um governo consegue construir mais de 160 escolas de qualidade, reformar mais de 400, construir mais de dois mil quilômetros de estradas em regiões isoladas, fortalecer a implantação de políticas públicas e de projetos estruturais a partir de consultas aos fóruns da sociedade civil, entre muitas outras ações ousadas para o nosso processo político provinciano.</p>
<p>Lembrando que a influencia do grupo dominante não permitiu o envio de verbas federais nos últimos seis anos e sempre afirmaram que o Estado não tinha dinheiro para estas obras e em oito anos de governo construíram três escolas.</p>
<p>Como podemos entender este processo de degradação que passa o executivo, o legislativo e judiciário nacional e por conseqüência o estadual e o municipal tenha continuidade e ficamos somente a discutir a forma da critica que possa fazer “eles” temerem.</p>
<p>Lembrando as votações no congresso: “Os que aprovarem mantenha-se como estão”.</p>
<p>O Maranhão é hoje o exemplo que não deve ser utilizado como referência ou vice-versa. Estou falando dos políticos, não do Povo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Golpismo com a ajuda da lei</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/17/golpismo-com-a-ajuda-da-lei/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 10:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Jackson Lago. José Sarney]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29455]]></guid>
		<description><![CDATA[Coluna Econômica - 17/03/2009
O ex-presidente José Sarney mudou seu domicílio eleitoral e se candidatou senador pelo Amapá. Tempos depois, o governador João Alberto Capiberibe foi cassado por abuso de poder nas eleições. A acusação: teria comprado dois eleitores por R$ 26,00.

Agora é a vez do governador de Maranhão, Jackson Lago, ser vítima de um enredo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Coluna Econômica &#8211; 17/03/2009</h2>
<p>O ex-presidente José Sarney mudou seu domicílio eleitoral e se candidatou senador pelo Amapá. Tempos depois, o governador João Alberto Capiberibe foi cassado por abuso de poder nas eleições. A acusação: teria comprado dois eleitores por R$ 26,00.</p>
<p>Agora é a vez do governador de Maranhão, Jackson Lago, ser vítima de um enredo semelhante. Lago foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por 4 votos a 3. Três dos votos eram de Ministros do Supremo Tribunal Federal &#8211; o relator Eros Grau, o presidente Carlos Ayres Britto e o Ministro Ricardo Lewandovski. O quarto, de um Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Contra, votaram outro Ministro do STJ e os dois representantes da OAB.<span id="more-29455"></span><br />
***</p>
<p>A acusação é de abuso de poder. São três fatos incriminadores.</p>
<p>O primeiro, um evento no aniversário de 110 anos do município de Codó em 16 de abril de 2006. Foram convidados o governador José Reinaldo. Também foi convidado Jackson Lago. No encontro, o governador, no palanque, assinou simbolicamente um convênio com o município. Recentemente, o presidente Lula fez o mesmo na frente de 400 prefeitos. O governador José Serra repetiu o gesto, em evento recente. Em nenhum dos casos foi considerado abuso de poder, justamente porque convênios precisam de publicidade para que a população possa fiscalizá-los.</p>
<p>O que mais impressiona nesse processo é que, na ocasião, Jackson Lago não tinha nenhum cargo, sequer fora indicado candidato a governador &#8211; porque a convenção só ocorreu no mês de julho.</p>
<p>O segundo episódio foi uma reunião fechada com 40 a 50 pessoas do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pinheiros.</p>
<p>O terceiro foi  uma &#8220;autodenúncia espontânea&#8221;  de quatro eleitores de Imperatriz, dizendo que venderam seus . Posteriormente, um deles procurou a Polícia Federal para denunciar que tinham sido pressionados a efetuar tal denúncia. Eros Grau não tomou conhecimento, alegando que as provas foram apresentadas fora do prazo.</p>
<p>***</p>
<p>Em 2002, o candidato de Sarney, José Reinaldo, teve 48% dos votos válidos. A oposição teve 52% (somados o PDT, mais 5% do PT e 5% do PSB). Na época, o TSE anulou os votos do PSB, alegando atraso na entrega de documentos. Com isso, não houve segundo turno.</p>
<p>Agora, os Sarney tentaram de todo modo conquistar dois municípios promissores cassando os prefeitos: Santo Amaro, onde foi descoberto gás; e Barreirinhas, onde há um campo de petróleo promissor. Não conseguiram em Santo Amaro mas em Barreirinha o prefeito está afastado.</p>
<p>Antes, a corregedora Nelma afastou o juiz da comarca e enviou um substituto &#8211; que cassou o prefeito. Nelma é Sarney, cunhada do senador; o prefeito que assumiu é um primo de Sarney.</p>
<p>***</p>
<p>Além do relator Eros Grau ter negado a análise das provas do inquérito, o TSE ainda indicou para substituir Lago a candidata derrotada, a própria Roseana.</p>
<p>No mesmo TSE, corre uma denúncia de abuso de poder contra Roseana. Seu inquérito tem 300 páginas; o de Jackson, 15 mil. Só o de Jackson foi julgado.</p>
<p>Os ministros não tiveram tempo de ler as 300 páginas do inquérito de Roseana.</p>
<p>O homem por trás dessa coleta de &#8220;provas&#8221; para cassar inimigos é Chiquinho Scórcio, operador de Sarney e de Renan Calheiros.</p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Alisson Frazão</span></strong></h2>
<p>Caro Nassif escrevo de São Luiz, sou historiador e gostaria de parabeniza-lo por corrigir o placar do julgamento que na verdade foi 4 a 3 e não 5 a 2 como a maior parte da imprensa divulgou, já que o ministro Lewandowski não acompanhou o relator quanto ao abuso de poder politico que foi de fato a conduta que levou a cassação de Jackson Lago. Entretanto gostaria de fazer algumas resalvas ao seu texto, me parece ficar subentendido em seu post alguma influencia de Sarney no TSE o que não acho que ocorre, primeiro por conta da placar apertado, segundo pela declaração do ministro Ayres Brito (em entrevista a Carta Capital) na qual ele reconhece que deu posse à oligarquia, em uma especie de mea culpa para com a população maranhense que terá que voltar a ser governada pelos Sarneys, ao meso tempo afirma, o ministro, que não se pode vencer eleições da forma como Lago o fez.</p>
<p>Nassif pude acompanhar o desenrolar do processo no Maranhão em 2006 e o que houve aqui foi um escandalo de ambas as partes. Muito mais de Jackson que contava com o escancarado apoio da maquina do que de Roseana que não teve como usar de forma patrimonialista (da forma como sempre fez) o estado.</p>
<p>Quem coordenou (informalmente) a camanha de Jackson Lago, sendo inclusive reconhecido como lider, foi José Reinaldo Tavares, ex-ministro de Sarney e ex-goveranador do estado (beneficiado maior pelo esquema em 2002 derrotando Lago), sendo este portanto um profundo conhcedor das formas e meios que levam a vitoria no Maranhão. O que houve portanto foi um abuso claro e evidente, o diabo é que quem assume é Roseana, ou pior, João Alberto.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Jamaica brasileira</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/08/a-jamaica-brasileira/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 20:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Jamaica]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29260]]></guid>
		<description><![CDATA[Por luzete
Você sabia que o Maranhão é considerado a Jamaica brasileira?

Tem até documentário contando esta história. Com direção de Gleyser Azevedo, o documentário "A Jamaica Brasileira" conta a história do movimento reggae no Maranhão, apresenta entrevistas e curiosidades sobre o surgimento do movimento reggae no Brasil, em meados da década de 70, antes mesmo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por luzete</h2>
<p>Você sabia que o Maranhão é considerado a Jamaica brasileira?</p>
<p>Tem até documentário contando esta história. Com direção de Gleyser Azevedo, o documentário &#8220;A Jamaica Brasileira&#8221; conta a história do movimento reggae no Maranhão, apresenta entrevistas e curiosidades sobre o surgimento do movimento reggae no Brasil, em meados da década de 70, antes mesmo da difusão de Bob Marley no cenário europeu e mundial.</p>
<p>&#8220;A Jamaica Brasileira&#8221; foi o filme mais premiado do 28º Festival Guarnicê de Cinema, vencendo nas categorias de Melhor Filme &#8211; Júri Técnico, Melhor Filme &#8211; Júri Popular e o Prêmio São Luís, oferecido pela Companhia Vale do Rio Doce.</p>
<p>esta informações eu retirei daqui: <a href="http://www.overmundo.com.br/agenda/exibicao-do-filme-a-jamaica-brasileira" target="_blank">clique aqui.</a></p>
<p>e no youtube tem um trailer do documentário:</p>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JFI3QxhIayc&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/JFI3QxhIayc&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=JFI3QxhIayc" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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