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	<title>Luis Nassif &#187; máfia</title>
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	<description>Sobre economia, polÃ­tica e notÃ­cias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>A máfia da merenda escolar</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[máfia]]></category>
		<category><![CDATA[merenda escolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ozzy
Notícias » Brasil » Brasil

Grampos de sequestro indicariam rede de propina em 5 Estados

27 de novembro de 2009 • 07h57 • atualizado às 08h01

Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e realizadas pela Polícia Civil para investigar um sequestro interceptaram conversas que podem provar pagamento de propinas e financiamento ilegal de campanha políticas em São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Ozzy</h2>
<p>Notícias » Brasil » Brasil</p>
<p>Grampos de sequestro indicariam rede de propina em 5 Estados</p>
<p>27 de novembro de 2009 • 07h57 • atualizado às 08h01</p>
<p>Escutas telefônicas autorizadas pela Justiça e realizadas pela Polícia Civil para investigar um sequestro interceptaram conversas que podem provar pagamento de propinas e financiamento ilegal de campanha políticas em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná e Rio Grande do Sul. O grupo investigado faria parte de uma suposta quadrilha que fraudava licitações de fornecimento de merendas em cidades desses Estados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.</p>
<p>O caso começou em 25 de agosto, quando uma empresária foi sequestrada em Cidade Ademar, zona sul de São Paulo. Ela foi solta no dia 20 setembro, mas, no período em que as ligações entre os suspeitos pelo sequestro foram gravadas – entre 2 e 17 de setembro -, as conversas indicaram práticas como remuneração de secretários municipais e emissão de recibos de valores maiores do que as quantias mencionadas. O dinheiro para os pagamentos a políticos e autoridades teria saído das empresas Verdurama e a SP Alimentação.</p>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4125011-EI5030,00.html" target="_blank">http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4125011-EI5030,00.html</a></p>
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		<title>Recuperado o dinheiro do propinoduto</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:34:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[máfia]]></category>
		<category><![CDATA[propinoduto]]></category>
		<category><![CDATA[recuperado]]></category>
		<category><![CDATA[Silveirinha]]></category>
		<category><![CDATA[Suiça]]></category>

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		<description><![CDATA[Por alfredo machado
Nassif:

O país inaugura uma nova era, ao conseguir repatriar numerário proveniente de corrupção.

Matéria do último Segundo:

“Os governos de Brasil e Suíça chegaram a um acordo nesta quinta-feira e conseguiram uma vitória contra a corrupção. Cerca de US$ 28 milhões desviados pelo chamado “propinoduto” para o país europeu serão devolvidos ao Brasil. As informações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por alfredo machado</h2>
<p>Nassif:</p>
<p>O país inaugura uma nova era, ao conseguir repatriar numerário proveniente de corrupção.</p>
<p>Matéria do último Segundo:</p>
<p>“Os governos de Brasil e Suíça chegaram a um acordo nesta quinta-feira e conseguiram uma vitória contra a corrupção. Cerca de US$ 28 milhões desviados pelo chamado “propinoduto” para o país europeu serão devolvidos ao Brasil. As informações são da “Globo News”.</p>
<p>A decisão foi anunciada nesta quinta-feira, após encontro entre os ministros da Justiça do Brasil, Tarso Genro, e da Suíça, Eveline Widmer-Schlumpf, na cidade de Berna</p>
<p>O dinheiro era originário de propinas pagas por empresas em troca de benefícios fiscais.</p>
<p>O esquema foi descoberto em 2002. Entre os envolvidos estavam fiscais e auditores da Receita, liderados pelo ex-subsecretário de administração tributária do Rio de Janeiro, Rodrigo Silveirinha.</p>
<p>O dinheiro devolvido irá para os cofres da União”.</p>
<p>Agora, vamos ver o que acontece com os envolvidos neste caso e, depois, esperar que a moda pegue.</p>
<p>Até então, o único numerário recuperado tinha sido o relativo à venda do imóvel do juiz Nicolau dos Santos em Miami, mas por conta do FBI.</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=cc9a3d85-044f-8f67-92a2-3c9c9a0ca762" alt="" /></div>
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		<title>A crise da máfia japonesa</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 20:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[máfia]]></category>
		<category><![CDATA[oyabun]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Eduardo Brandão
Divertida matéria no La Stampa de hoje do correspondente em Tóquio, Pierangelo Sapegno: “Yakuza em crise, o Estado paga”.

Conta Pierangelo que “os gângsteres da Yakuza entraram na fila, com a maior naturalidade, para receber auxílios do Estado, de seguro desemprego a casas populares, e, se possível, até mesmo pensão por invalidez. [...] [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Luiz Eduardo Brandão</span></strong></h2>
<p><a href="mailto:l.eduardobrandao@uol.com.br"></a>Divertida matéria no La Stampa de hoje do correspondente em Tóquio, Pierangelo Sapegno: “Yakuza em crise, o Estado paga”.</p>
<p>Conta Pierangelo que “os gângsteres da Yakuza entraram na fila, com a maior naturalidade, para receber auxílios do Estado, de seguro desemprego a casas populares, e, se possível, até mesmo pensão por invalidez. [...] Com esta crise, sumiram os contratos, a usura não rende mais como antes e a venda de proteção caiu vertiginosamente. A Yakuza tem mais de 90 mil dependentes com escopeta e metralhadora, que talvez sejam pouca coisa comparativamente à Cosa Nostra, mas que são, mesmo assim, um belo exército a se manter.”<span id="more-26362"></span></p>
<p>Não é apenas o baixo clero da Yakuza que tenta se encostar no Estado. “Só para ter a assistência estatal, vários chefes [os 'oyabun'] escreveram cartas onde diziam terem sido expulsos da organização, porque nesse caso o Estado é obrigado a ajudar o ex-criminoso.”</p>
<p>Os oyabun construíram um verdadeiro império, que além do “exército de 90 mil homens, espalhados sobretudo no Japão, mas também nos EUA, América do Sul [opa!], Europa, Filipinas e Austrália, [...] tinha até há pouco um giro estimado em … cerca de 11 bilhões de euros por ano.</p>
<p>Foram ferrados pelo terremoto econômico que golpeou os bancos de Tóquio e suas relações perversas com a máfia japonesa.”</p>
<p>Com a crise as coisas estão mudando. No Japão, onde nem sequer existia o crime de formação de quadrilha, o Estado está endurecendo com os criminosos: “Mudou as leis, golpeia duramente a prostituição e a usura. Além do mais, os chefes da Yakuza hoje podem ser processados pelos ilícitos dos seus rapazes. Tanto que alguns boss iniciaram expurgos quase stalinistas para ficar com a ficha limpa. Pois é, a coisa fica preta até para eles, quando vem a crise: têm de baixar as velas dos juncos. Precisam esperar que a ventania passe.”</p>
]]></content:encoded>
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