<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Luis Nassif &#187; Lannelongue</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/tag/lannelongue/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif</link>
	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Nov 2009 11:55:08 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>O caso Alston</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-caso-alston/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-caso-alston/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 12:31:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Alston]]></category>
		<category><![CDATA[Lannelongue]]></category>
		<category><![CDATA[Robson Marinho]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31433]]></guid>
		<description><![CDATA[Da Folha
Suíça bloqueia outra conta na investigação do caso Alstom
Autoridades suspeitam de banqueiro que ajudou a montar contrato com a Eletropaulo 

MARIO CESAR CARVALHO
 DA REPORTAGEM LOCAL 

Autoridades da Suíça bloquearam uma conta atribuída  ao banqueiro aposentado francês Jean Marie Lannelongue  por terem encontrado indícios  de que ele recebeu o pagamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3>Suíça bloqueia outra conta na investigação do caso Alstom</h3>
<p><strong>Autoridades suspeitam de banqueiro que ajudou a montar contrato com a Eletropaulo </strong></p>
<p><strong></strong><strong>MARIO CESAR CARVALHO</strong><br />
<span> DA REPORTAGEM LOCAL </span></p>
<p>Autoridades da Suíça bloquearam uma conta atribuída  ao banqueiro aposentado francês Jean Marie Lannelongue  por terem encontrado indícios  de que ele recebeu o pagamento de comissões ilegais da multinacional francesa Alstom.</p>
<p>Lannelongue, que vive no  Brasil desde os anos 80, representava o banco Societé Générale no país e ajudou a montar a  engenharia financeira que permitiu que a Alstom fechasse  um contrato com a Eletropaulo  de R$ 110 milhões em valores  de 2001 -hoje seriam R$ 221  milhões, quando se corrige o  contrato pelo IGP-M (Índice  Geral de Preços do Mercado, da  Fundação Getulio Vargas).</p>
<p><span id="more-31433"></span>Na semana passada, a Folha  revelou que o Ministério Público da Suíça bloqueara uma  conta atribuída a Robson Marinho, conselheiro do Tribunal  de Contas do Estado de São  Paulo. Marinho é suspeito de  ter recebido propina da Alstom  para ajudar a empresa a fechar  o negócio com a Eletropaulo.</p>
<p>Ele ocupou o segundo cargo  mais importante no governo de  Mário Covas (PSDB): Marinho  foi chefe da Casa Civil entre  março de 1995 e abril de 1997.  O conselheiro do TCE paulista  nega ter conta na Suíça ou em  outro país.</p>
<p>O contrato de R$ 110 milhões  faz parte de uma novela que remonta a 1990. Naquele ano, a  Eletropaulo e a Cogelex (empresa formada pela junção da  Alstom com a Cegelec) assinaram o aditivo de número dez de  um projeto chamado Gisel  (Grupo Industrial para o Sistema da Eletropaulo).<strong></strong></p>
<p><strong>Transmissão de energia</strong></p>
<p>O objetivo do projeto era modernizar o sistema de transmissão de energia. O aditivo dez visava a construção de subestações de energia em dois bairros da cidade de São Paulo: Cambuci e Aclimação, no centro.</p>
<p>Como o país passava por crises econômicas em série, com  inflação estratosférica e corte  de crédito internacional, o contrato com a Eletropaulo não  saiu do papel até 1998.</p>
<p>No ano anterior, o governo  francês decidira financiar o  projeto da Eletropaulo porque  o contrato representava ganhos de divisas para a França.  O banco Sociéte Générale foi a  instituição escolhida para cuidar do financiamento.</p>
<p>Intermediações desse tipo  são corriqueiras no mundo dos  negócios. O problema, segundo  os promotores suíços, é que  Lannelongue não se restringiu  a dar consultoria financeira à  Eletropaulo e à Alstom. Ele teria recebido recursos da Alstom  que podem ser caracterizados  como propina, ainda de acordo  com a visão da Promotoria.</p>
<p><strong>Offshore</strong></p>
<p>Um dos indícios que o banqueiro recebeu propina está em  documentos da Alstom coletados pelos promotores suíços.  Outro indício foi encontrado  nas movimentações de uma  empresa offshore de Lannelongue -a Splendore y Associados.</p>
<p>A Splendore foi uma das empresas pelas quais passou parte  das propinas pagas pela Alstom, segundo a Promotoria suíça. A Suíça diz que um grupo de  offshores recebeu comissões  que somam 34 milhões de francos franceses (equivalentes hoje a cerca de R$ 13,5 milhões).</p>
<p>Offshore é um tipo de empresa aberta em paraíso fiscal por  duas razões: paga menos impostos e há um grau de sigilo  sobre os seus proprietários  muito maior do que numa empresa regular.</p>
<p>Lannelongue é figura influente entre a comunidade  francesa que vive em São Paulo.  Ele foi presidente da Câmara  de Comércio França-Brasil até  março de 2005 e é presidente  de honra da entidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/03/o-caso-alston/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
