17/11/2009 - 23:25
Da Agência Estado
AE – Agencia Estado
SÃO PAULO – Alterações no método construtivo e na execução do Trecho Sul do Rodoanel permitiram à administração do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), abreviar em 14 meses a conclusão da obra de 61,4 quilômetros que ligará as Rodovias Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castelo Branco, Bandeirantes e Anhanguera ao Sistema Anchieta-Imigrantes. A construção teve início em 28 de maio de 2007 e, a partir dessa data, deveria ser entregue em 48 meses, conforme o cronograma previsto na assinatura dos contratos.
Entretanto, o prazo acabou encurtado para 34 meses – a nova meta é 27 de março de 2010, um mês antes do limite para candidatos às eleições se desincompatibilizarem de seus cargos públicos. Serra é o virtual candidato do PSDB à sucessão presidencial. A construção do Trecho Oeste, com praticamente a metade da extensão do Trecho Sul, demorou quatro anos.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: José Serra, método construtivo, prazo, Rodoanel, viaduto
17/11/2009 - 09:45
Por José de Abreu
LN
No primeiro caderno da Folha é o Cesar Maia espinafrando o Serra. No Segundo é a Monica Bergamo publicando nota onde Aécio prevê o pior dos dias se Serra fosse eleito. Junte-se a isso o post do Azenha vendo no interior de São Paulo a construção de mais 12 pedágios para sererm inaugurados no ano que vem, ano da eleição… Há algo de novo no ar e não são apenas aviões de carreira.
Deem uma conferida:
Da Folha
Democrata endossa discurso de seu filho de apoio a Aécio
DA REPORTAGEM LOCAL
A relação entre PSDB e DEM sofreu novo abalo ontem. A exemplo do filho, o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), o ex-prefeito do Rio Cesar Maia disse que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), “lembra os piores caudilhos” ao avocar para si a decisão sobre a candidatura do PSDB à Presidência.
Hoje, Serra lidera as pesquisas para presidente. Mas, assim como o filho, Cesar Maia elogia o governador de Minas, Aécio Neves. Em entrevista ao portal iG, Maia chamou Serra de personalista. Procurado pela Folha, reiterou as críticas.
“O Serra diz que quer ser candidato, que será candidato, que pode ser candidato, e o partido parece não ter nada a ver com isso. É um populismo descarado. Lembra os piores caudilhos. Um caudilho do passado apontava o dedo para o candidato. Agora o próprio candidato aponta o dedo para si”, disse, queixando-se da disposição de Serra de só se manifestar sobre a eleição em março.
Contrariado, Serra não quis comentar a declaração. O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), cobrou um discurso mais construtivo. “O esforço agora é juntar todas as energias. A contribuição de Maia é fundamental. E isso implica um discurso de maior colaboração e mais construtivo.”
Em Alagoas, Aécio defendeu que a escolha aconteça até janeiro e disse que “gostaria muito” de ter Ciro Gomes (PSB-CE) -desafeto de Serra- como aliado. Afirmou ser “concreta” a possibilidade de Serra não concorrer à Presidência.
(CATIA SEABRA)
Da Mônica Bérgamo
NUNCA MAIS
Em conversa recente com empresários, Aécio Neves (PSDB-MG), cada vez mais empenhado em convencê-los de que teria mais condições de governabilidade na Presidência da República do que José Serra, insinuou que, se o tucano paulista ganhar as eleições de 2010, “o governo pode parar”. Tudo por causa da radicalização do PT e dos movimentos sociais. “E aí vai ser aquela saudade imensa [do presidente Lula]. Em quatro anos, ele [Lula] volta e nós nunca mais ganhamos as eleições neste país.”
Comentário
Tudo isso previ há quatro ou cinco meses. Serra abdicou de qualquer veleidade de lançar idéias e se cercou do que de mais barra-pesada existe na política e no jornalismo. Pela primeira vez liderando um processo – antes, sempre foi coadjuvante aparentemente rebelde de FHC -, expôs de tal maneira sua truculência e falta de visão estratégica que assustou a todos, inclusive a amigos que o conheciam há décadas. Agora, aparece aos olhos de todos – inclusive de aliados – como o truculento que irá parar o Brasil se eleito.
Leia aqui:
Como o PSDB terceirizou a política.
A nau sem rumo de Serra.
Serra e a máquina de moer reputações
O PSDB atrás do discurso
O método Serra de calar a crítica
O último suspiro de Serra
O último suspiro de Serra – 2
Não foi por falta de aviso que Serra embarcou nessa aventura de abolir as idéias e partir para o jogo barra-pesada.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: Aécio Neves, Cesar Maia, José Serra
13/11/2009 - 10:35
Por João Vergílio G. Cuter
Esqueçam programas, propostas, e tudo mais. A escolha do governador José Serra levou em conta um único dado: o enfrentamento da greve de estudantes, professores e funcionários da USP no ano que vem. Ela é tão certa quanto o Natal e a Páscoa. E esqueçam também as motivações para essa greve. Na hora H, elas surgirão, sem nem sequer deixar transparecer um mínimo de cuidado na escolha da pauta de reivindicações. Uma universidade que já fez greve contra o ensino à distância pode fazê-la contra literalmente qualquer coisa. De mais a mais, não há por que se esmerar na elaboração da pauta, se a motivação real é outra. Tratar-se-á pura e simplesmente de desgastar o governador José Serra em ano eleitoral. A desculpa é o que menos importa.
As associações de funcionários e professores, dominadas por minorias ultra-radicais, unem-se ao DCE para encenar, todos os anos, um enredo bem conhecido. A greve é extraída a fórceps, em assembléias manipuladas pela força de apitaços, cadeiraços e barreiras humanas que inviabilizam as aulas por uma semana. Depois de vir à universidade à toa no primeiro e no segundo dia, os estudantes concluem que o melhor é ficar em casa e esperar que as coisas se acalmem.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política, Universidade
Tags: Grandino Rosa, invasão, José Serra, USP
03/11/2009 - 13:34
Por Marco Antonio
A informação de Dora Kramer, ontem, em sua coluna, sobre a pesquisa encomendada pelo DEM no Distrito Federal e na Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais é fundamental para que possamos estabelecer um debate em torno da agenda política imediata.
Segundo a pesquisa, levada ao conhecimento do PSDB para que Serra assumisse sua candidatura ou abrisse espaço para Aécio, teve os seguintes resultados ( números não divulgados), em texto transcrito literalmente da colunista
” Há quatro amostras: Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Sul e Bahia. Na capital, Ciro Gomes aparece em primeiro lugar, Dilma Rousseff em segundo e José Serra em terceiro. Em Salvador, Dilma empata com Serra e abre vantagem na região metropolitana. No Rio Grande do Sul, a candidata do presidente Lula também aparece na frente e, em Minas, diz o DEM, o quadro é de ‘aperto’.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio Neves, José Serra, oposição, pesquisas
02/11/2009 - 09:19
Da Folha
FERNANDO DE BARROS E SILVA
SÃO PAULO – Aécio Neves inicia qualquer conversa sobre a sucessão de Lula dizendo que não há hipótese de que ele e José Serra não estejam juntos em 2010. Quem apostar o contrário irá perder, como erraram aqueles que lá atrás previam a sua ida para o PMDB.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio Neves, anti-Lula, Fernando Barros da Silva, José Serra, sucessão
29/10/2009 - 08:33
Da Folha
“Por que essa ansiedade?”, afirma governador paulista, que argumenta que Dilma e Ciro ainda não definiram se vão concorrer
Tucano acusou o governo federal de antecipar debate acerca da distribuição dos royalties do pré-sal para fazer exploração política
Joel Silva/Folha Imagem
O governador paulista José Serra durante cerimônia no Hospital do Servidor Público em S. Paulo
CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL
Dizendo-se dono de “nervos de aço na política”, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recorreu ao exemplo da ministra-chefe da Casa Civil e sua potencial adversária, Dilma Rousseff (PT), para justificar a intenção de só se manifestar sobre a sucessão presidencial no ano que vem.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: eleições, Folha, José Serra, Política
26/10/2009 - 13:14
Por daSilvaEdison
Nassif,
Veja essa do Roberto Freire:
“PSDB terá de renegar FHC, diz presidente do PPS”
“O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, disse que a política econômica adotada por FHC não será exemplo a ser lembrado durante a campanha do PSDB à Presidência, em 2010.”
“Já prevendo comparações que podem vir à tona nas próximas eleições, entre a chamada Era FHC e a gestão de Lula, Freire defendeu que a política econômica de Fernando Henrique não é a do PSDB.
Não vamos associar isso ao programa de José Serra, por favor!, insistiu, em referência à pré-candidatura do governador de São Paulo ao Palácio do Planalto. ”
http://opovo.uol.com.br/opovo/politica/922364.html
Comentário
Quando Serra foi eleito governador, escrevi no Blog que o único caminho viável para ele e o PSDB seria romper com o fernandismo e instaurar o serrismo – isto é, um conjunto novo de conceitos que sepultasse o malanismo que havia se tornado marca registrada do partido.
Mais: disse que a hora era dos pacificadores, não dos guerreiros. A guerra só interessava a quem não tinha mais expectativa de poder – no caso, FHC e os senadores de último mandato. Que os novos tempos exigiriam estadistas que promovessem a pacificação e a política em alto nível, que consolidassem os avanços e defendessem os upgrades.
Serra me ligou na época, foi das últimas conversas que tivemos. Disse que FHC era seu amigo e que discordava de que esse rompimento fosse necessário. Àquela altura, ele estava mergulhando de cabeça na parceria com o jornalismo da Veja e com os guerreiros do neoliberalismo.
E era tão óbvio para quem tivesse um mínimo de sensibilidade política.
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14/10/2009 - 07:00
Boa entrevista do meu xará Luiz Gonzales ao Valor de ontem, expondo a estratégia de campanha do candidato José Serra. Importante por mostrar que a experiência jornalística vale mais do que a visão do marqueteiro tradicional.
Em linhas gerais, a estratégia de Gonzales será a seguinte:
1. A polarização será entre Serra e Dilma, diz ele. O primeiro ponto será comparar a biografia do cara (José Serra) com “aquela mulher” (Dilma Rousseff), tirando o caráter plebiscitário das eleições.
2. O ataque à Dilma seguirá o roteiro que já vem sendo cumprido religiosamente pela mídia: focar na sua biografia (certamente realçando a vida guerrilheira), na sua rispidez no trato com as pessoas e colocando em dúvida sua eficiência na condução do PAC. É curioso, porque a marca pessoal mais óbvia de Serra é a rispidez no trato com pessoas e subordinados.
3. Do lado de Serra, a campanha ira focar sua biografia política e as obras que lançará no próximo ano, visando reforçar a imagem de bom gestor.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: eleições. Luiz Gonzalez, José Serra, marqueteiro, PSDB, publicidade, Valor
07/10/2009 - 08:22
Da Folha
ELIO GASPARI
TUDO INDICA que, se o deputado Ciro Gomes for candidato à Presidência da República, formará com Dilma Rousseff a velha dupla dos filmes policiais. O mau meganha azucrinará o tucano José Serra, enquanto a boa candidata, Dilminha, percorrerá o país com Nosso Guia, falando do Brasil de um novo tempo. É um ardil velho, mas legítimo, desde que Ciro Gomes respeite a inteligência alheia.
Assim como Lula, o tucano precisa de um adversário. Sete anos de pastor serviu Serra a Nosso Guia fazendo tudo, menos oposição, pois não serve a ele, mas à própria candidatura. Se em 2010 alguém exigir contas ao tucanato, todo mundo ganha. Ciro Gomes pretende esse papel, mas deve respeitar os fatos.
(…) Mas há outra pergunta: o que fez Ciro Gomes quando o câmbio estava apreciado?
Passados 15 anos, a informação parece nova: nada. É pior. Entre setembro de 1994 e janeiro de 1995 ele foi ministro da Fazenda.
Assumiu com o cambio apreciado e o dólar a R$ 0,80. Deixou o ministério com a moeda americana a R$ 0,84. Fazendo-se justiça ao deputado, no Ministério da Fazenda ele foi mais um animador do que um titular. Quem mandava no país era o grupo de sábios da ekipekonômica.
Eles deixaram o governo e foram felizes para sempre aninhando-se na banca.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Brasileira, Eleições, História
Tags: câmbio, Ciro Gomes, José Serra, Real
26/09/2009 - 09:44
Tempos atrás conversei com um quadro serrista dos melhores – e mais leais ao governador José Serra. Ele me assegurava que o episódio Lunnus (o uso do aparelho do Estado, MP e PF, contra Roseana Sarney nas eleições de 2002) tinha ensinado Serra a não atropelar os adversários. O desgaste tinha sido muito grande.
Engano. Como governador de São Paulo, usando o poder de influência sobre a mídia, Serra embrenhou-se por um caminho sem volta em direção à radicalização e à busca da destruição de adversários ou meramente de não simpatizantes. Passou a se valer do submundo da mídia da mesma maneira com que fez com a Polícia Federal e o Ministério Público.
A utilização de blogs de esgoto para ataques a adversários desnudou de vez seu estilo para todos seus possíveis futuros aliados, como o governador mineiro Aécio Neves, o ex-governador Gerlado Alckmin. É nítido o discurso supostamente afável pela frente e os ataques comandados com mão de gato por trás.
A última baixa é o ex-Secretário da Educação de São Paulo Gabriel Chalita – possivelmente o tucano mais popular de São Paulo depois do governador e de Alckmin.
Ontem ele anunciou seu desligamento do partido. As razões? Ter sido colocado totalmente de lado nas discussões políticas e ter sido alvo de ataques dos blogs comandados por Serra.
Alguns amigos fieis de Serra tentaram alertá-lo para a temeridade de se valer desse tipo de asssassinos de reputação. Acharam que era apenas uma questão de “burrice política” de Serra. Infelizmente não se trata apenas de erro de cálculo. Esse submundo, a prática de atirar com mão de gato em aliados e adversários, introjetou-se definitivamente no perfil psicológico do governador.
Do Estadão
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: Blogs, Gabriel Chalita, José Serra
26/09/2009 - 09:07
Há algo de profundamente errado com São Paulo.
É de longe o estado brasileiro com maior potencial. Nas mãos de um estadista, ou um governante com um mínimo de visão estratégica, seria o pré-ensaio mais fácil para mudanças que poderiam ser replicadas em todo o Brasil.
São Paulo é territorialmente pequeno, integrado por bom sistema rodoviário. É composto por uma cinturão de médias cidades com bom potencial, circundando uma região metropolitana dotada de todos os serviços. Ao contrário do Brasil, é um estado homogêneo, o que facilita enormemente a implantação de políticas públicas de estímulo à produção; facilita a introdução de políticas sociais através da articulação Estados-municípios médios-municípios pequenos. Tem as melhores universidades, os melhores institutos de pesquisa, a melhor rede de atendimento às pequenas e micro empresas – Sebrae, FIESP-CIESP, extensão rural. Tem os melhores grupos de excelência em todas as atividades modernas – ciência e tecnologia, qualidade e competitividade, saúde, pesquisa agrícola, mercado de capitais. Tem a mais avançada estrutura industrial, de serviços, a agricultura mais produtiva do país. Tem a sede das maiores editoras brasileiras – que poderiam atuar efetivamente como quarto poder, disseminando conceitos emanados da política e cobrando providências e divulgando erros de gestão.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: desenvolvimentismo, José Serra, São Paulo
18/09/2009 - 07:29
Vamos juntar esforços para desvendar o quebra-cabeças da Prefeitura. Coloco raciocínios aqui e, quem tiver mais informações ou raciocínios, complemente.
Os elementos que temos:
1. José Serra saiu para o governo do Estado, mas manteve praticamente todo o secretariado monitorando Kassab.
2. Andréa Matarazzo tornou-se o homem forte da Prefeitura, quase um tutor de Kassab. É homem de confiança de Serra, incumbido de financiamento de campanha.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: DEM, José Serra, Kassab, PMDB, PSDB
14/09/2009 - 10:32
De Edson
Confira os releases do governo Serra:
O governo José Serra, em parceria com as concessionárias que administram os sistemas Anhanguera/Bandeirantes e Ayrton Senna/Carvalho Pinto, decidiu investir R$ 1,3 bilhão para construir 23 km de pista de cada lado do rio, com três novas faixas em cada uma, além de um conjunto de obras acessórias, como pontes, viadutos e alças de acesso.
Vejam o site com o projeto da Nova Marginal. Raramente se viu no país — ou nunca! — uma obra que fosse tão ecologicamente responsável.
Por Ruy Acquaviva
A solução para o problema do trafego de veiculos vindos das estradas chama-se RODOANEL… Foi prometido por MARIO COVAS em 1994, que sua conclusão seria no final de seu governo (1998). O mesmo partido (PSDB) governa o estado a QUINZE ANOS e durante esse tempo todo foi incompetente para fazer essa avenida que contorna a cidade.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Cidades, Gestão
Tags: José Serra, marginal Tietê, releases
13/09/2009 - 15:20
Por Marcos Doniseti
Nassif, olha que notícia estranha. Ela diz que Serra e Aécio não disputarão prévias para escolher o candidato tucano à Presidência,, mas a notícia também informa que o Aécio quer que, na escolha do candidato presidencial dos tucanos, sejam levados em consideração aspectos como
“o baixo nível de rejeição, a capacidade de aglutinação e o potencial de crescimento, que ele considera seus pontos fortes.”.
Assim, é como se o Aécio estivesse dizendo: não faremos prévias, mas quero ser o candidato do partido.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: Aécio Neves, José Serra, previas, PSDB
04/09/2009 - 23:24
Atualizado
O provável candidato do PSDB nas próximas eleições, José Serra, não pode se calar ante o pré-sal. Depois que declarou que qualquer lei aprovada agora poderá ser revogada pelo próximo presidente, ficou na obrigação de dizer o que pensa sobre o tema.
Líderes do partido e mídia aliada pensam o seguinte:
1. A exploração deve ser aberta a todos os candidatos.
2. Não se deve dar privilégios à Petrobras.
3. O sistema de partilha iguala o Brasil às nações atrasadas.
4. O fundo soberano não pode ter gestão pública.
São posições que irão marcar o discurso político nas eleições do próximo ano.
O que pensa Serra sobre isso?
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo
Tags: José Serra, pré-sal
31/08/2009 - 14:00
Por Gustavo Cherubine
Nassif, pessoal, bom dia.
Ontem havia um post no blog sobre a construção do conhecimento. Creio que ele cá existe por causa da quantidade de boas informações e das opiniões sustentadas por raciocínios elaborados e alguns até surpreendentes e inovadores.
O Nassif ajuda muito, manda bem, mas todas/os sustentam hoje essa qualidade e somos co-responsáveis.
Eu queria ver esse conhecimento ser traduzido em ações concretas.
Poderíamos testá-lo no novo e importante Projeto de Lei em votação na ALESP (Assembléia Legislativa de São Paulo), o PL 640/09, que “Institui o Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica do Estado de São Paulo – PROINFA-SP – e dá outras providências.”
A tramitação está começando.
Temos um gestão estadual que se caracteriza, entre outras mazelas, por ter o governador que mais vetou projetos de lei de iniciativa dos deputados estaduais (especialmente os de autoria de deputados que não são do partido e da base aliada do governo atual).
Exemplo 1 – O caso do PL 227/06
Aqui para ler um momento do processo de votação do pl 227/06, que previa: clique aqui.
Aqui para baixar o pl 227/06: clique aqui.
E, finalmente, o veto do gov.serra com as suas razões: clique aqui.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Meio Ambiente
Tags: ALESP, José Serra, Proinfa, São Paulo
29/08/2009 - 10:15
O que a matéria diz é o que venho escrevendo há tempos aqui sobre estratégias de oposição – apresentar-se como um upgrade das políticas de Lula.Só que o velho Serra, que poderia ser o candidato programático, já não mais há.
Depois de se enrolar com Itagiba e Jungman, com Veja e os assassinos de reputação, de queimar recursos do Estado financiando a mídia – que o apoia nos casos de asssassinato de reputação -, de não se importar em desestabilizar a política para alcançar seus objetivos, José Serra tentará recuperar a imagem de candidato programático? O Serra dos Conselhos de Saúde, da ligação com pastorais, das teses econômicas claras não existe mais. Em seu lugar entrou o Serra que comanda Itagibas, Jungmanns, Maias, Reinaldos e o que tem de mais barra-pesada na política e na imprensa brasileiras.
Do Estadão
Estratégia é dar ?visão positiva? sobre programas sociais e esquecer discurso da ”porta de saída”
Wilson Tosta, RIO
O comando nacional do PSDB está orientando o partido a dar uma “visão positiva” dos programas sociais do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha eleitoral de 2010, afirmou ontem o presidente da legenda, senador Sérgio Guerra (PE). O parlamentar disse que a legenda não permitirá “nem de longe” a disseminação da ideia de que, se vencer, acabará com esses projetos – apenas o Bolsa-Família atende mais de 11 milhões de famílias. Segundo o senador, pesquisas mostram que as maiores dificuldades da legenda ocorrem em regiões onde há concentração dessas iniciativas do governo federal.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: eleições, José Serra, PSDB
13/08/2009 - 08:56
Do Valor
Maria Inês Nassif
13/08/2009
Delatar é um ato não raro possuído por uma exuberante certeza – e desejo – de poder sobre a vida dos outros. A delação encontra trânsito e é incentivada pelo Estado policial (ou com vocação policial) e exerce o papel de controle do cidadão sobre o cidadão, no pressuposto de que cada indivíduo é potencialmente um fiscal, um agente do Estado capaz de apontar os pretensos inimigos da “ordem”; e cada indivíduo é pontencialmente um criminoso. Do lado do indivíduo que delata, o poder a ele conferido pela delação é o de sair da planície dos cidadãos com os mesmos direitos e regidos pelas mesmas leis e o de ascender ao aparelho de Estado, mesmo que pela porta da atividade repressiva.
Os dois lados, do delator e do Estado que incentiva a delação, são alimentados e justificam seus atos pela ideia de que sobre o que julgam verdade e justiça não há possibilidade de dissenso – a controvérsia é condenável, intolerável e em princípio pode ser criminosa. O nazismo, a União Soviética de Stálin e o Estado policial incentivado pela ação do senador Joseph Raymond McCarthy entre 1950 e 1956, nos Estados Unidos, são os exemplos clássicos da relação entre delação e autoritarismo. Nesses casos históricos, a delação serviu igualmente para alimentar ambientes políticos fortemente radicalizados e forçar “consensos” aparentes, formados na verdade por ações repressivas que incluíam a inserção do cidadão no papel de vigia de seu vizinho. Pelo medo, portanto.
A Lei Antifumo do governador José Serra parte de uma premissa altamente democrática – a de que o não-fumante tem o direito de preservar a sua saúde, ameaçada pelo uso do cigarro em ambientes fechados. A partir desse correto entendimento do direito do não-fumante, foi elaborada uma lei conceitualmente discutível. Todo o texto legal foi montado em torno da delação. A pessoa que fuma em locais públicos fechados não será punida, ou melhor, ela apenas será punida se for denunciada pelo dono do estabelecimento em que fumou. Quem delata fica com a razão; quem não delata assume o crime. Se o fumante acende um cigarro dentro de um restaurante e um fiscal flagra a transgressão, o dono do restaurante será multado. O fumante irá para casa sem que nada tenha acontecido a ele. Se, todavia, o dono do restaurante chamar a polícia e delatar o fumante, estará livre de punições, e o transgressor será punido. Nessa hipótese, o dono do restaurante será premiado pela delação e não sofrerá as sanções previstas na lei para os estabelecimentos cujo ambiente não está livre do fumo.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: deduragem, delação, José Serra, lei antifumo
25/07/2009 - 11:31
Explode a crise econômica, o governador José Serra – que teria tudo para capitalizar as críticas contra o modelo cambial brasileiro – não se manifesta. Como estado mais industrializado, São Paulo é dos que mais sofrem. Serra leva quatro a cinco meses para anunciar medidas contra a crise – nem sei se implementadas ou não.
O último trimestre de 2008 marcou o auge do desemprego maciço, especialmente no setor industrial paulista. Esta semana, o ligadíssimo Serra anuncia as primeiras medidas para ajudar desempregados. O anúncio é feito por Guilherme Afif que representa um setor – o comércio – profundamente atingido pelas medidas de antecipação tributária do próprio governo que ele integra.
O setor de máquinas e equipamentos – basicamente paulista – enfrenta a crise mais brava dos últimos anos. Cria-se uma Agência de Desenvolvimento que não define um plano sequer de apoio ao setor.
São Paulo é o estado mais afetado pela gripe suína e o Secretário da Saúde e o governador desaparecem do mapa. A única manifestação de Serra foi aquele vídeo do porquinho.
Pergunto: um governador que estivesse com a cabeça focada em governar teria deixado passar tantas oportunidades em mostrar iniciativa e solidariedade com seu estado? É evidente que a cabeça de Serra está em outro plano.
No seu Twitter, ele fala de alimentos orgânicos, do bem e da bondade com a mesma convicção de um Gilberto Dimenstein da política.
Cadê aquele candidato a estadista em que um dia tantos acreditaram?
Da Folha
Governo de SP vai distribuir verba contra desemprego
Estado reserva R$ 100 milhões para dar auxílio de R$ 210 a 40 mil desempregados
Programa dará prioridade aos trabalhadores de 30 e 59 anos que não mais recebem seguro-desemprego; ajuda pode ser reeditada em 2010
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: desemprego, José Serra
21/07/2009 - 19:09
Duas leis de José Serra que passaram despercebidas:
SP proíbe a venda de banana por dúzia
Decreto do governador José Serra determina que fruta seja vendida apenas por quilo.
Quem desobedecer a lei terá de pagar multa que varia de R$ 297,60 a R$ 297.600.
Nova lei veta quentão em festa junina nas escolas estaduais de SP
da Folha de S.Paulo
O governador José Serra (PSDB) sancionou uma lei, publicada ontem no “Diário Oficial”, na qual a compra e a venda, o fornecimento (mesmo que seja gratuito) e o consumo de bebidas alcoólicas são proibidos nas escolas e faculdades técnicas da rede estadual de São Paulo.
A nova regra se aplica inclusive aos estudantes que já são maiores de idade e aos eventos promovidos pelas instituições de ensino fora de suas dependências.
Com isso, é o fim do quentão e do vinho quente, muito comuns nas festas juninas realizadas pelas unidades de ensino. O veto também se estende a bailes, festivais e até formaturas.
De acordo com a Casa Civil, o governo ainda vai analisar se o veto será aplicado também às universidades estaduais, como a USP, a Unesp e a Unicamp.
Em um primeiro momento, a tendência é que não seja aplicado, por conta da autonomia administrativa das universidades. Ficam de fora da proibição também as escolas particulares e as das redes municipais.
A medida proíbe todo tipo de bebida com teor alcoólico igual ou superior a 4,5 graus Gay-Lussac –gradação alcoólica média da cerveja comum.
O aluno que descumprir a nova proibição será punido de acordo com o regimento interno. A lei não prevê punição a quem fornecer bebida aos estudantes, mesmo que sejam servidores ou professores do Estado.
Fiscalização
Para Hebe Tolosa, presidente da Apaesp (associação de pais e alunos), já existem leis que vetam o comércio e o consumo de álcool nas escolas, como a que proíbe a compra de bebidas por menores de idade, e o governo deveria investir na fiscalização.
“Se o governo faz uma lei dessas é porque a bebida está entrando nas escolas”, diz.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: bananas, José Serra, quentão
19/07/2009 - 07:15
Entenda melhor o que está por trás dessa escalada de CPIs, escândalos e tapiocas da mídia.
A candidatura José Serra naufragou. Seus eleitores ainda não sabem, seus aliados desconfiam, Serra está quase convencido, mas naufragou.
Política e economia têm pontos em comum. Algumas forças determinam o rumo do processo, que ganha uma dinâmica que a maioria das pessoas demora em perceber. Depois, torna-se quase impossível reverter, a não ser por alguma hecatombe – um grande escândalo.
O início da derrocada
O início da derrocada de Serra ocorreu simultaneamente com sua posse como novo governador de São Paulo. Oportunamente abordarei as razões desse fracasso.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Aécio Neves, CPI Petrobrás, Dilma Rousseff, José Serra
14/07/2009 - 17:00
Do Painel do Leitor da Folha
“Texto de Ricardo Melo dá curso a boataria que circulou nos últimos dias pela internet, em sites e blogs de menor repercussão. Repete o jornalista que o governador Serra teria atribuído à ONU um prêmio recebido na semana passada, outorgado por uma ONG.
Como consta de todo o material distribuído sobre a homenagem, em momento algum o governador ou sua assessoria disseram diferente: o prêmio é da WFO (World Family Organization), entidade com sede em Paris, filiada à ONU e fundada em 1947. É, ao mesmo tempo, endossado pelo Comitê Econômico e Social (Ecosoc) da ONU. Durante reunião anual do Ecosoc (entre os dias 6 e 9 últimos) na sede europeia da ONU, em Genebra, o prêmio foi entregue ao governador, como um dos eventos dessa reunião plenária, na presença de jornalistas brasileiros.
Acrescente-se que não é prática do governador ostentar títulos que não tem. Primeiro, porque não seria ético. Segundo, porque seu currículo dispensa maquiagens.”
JUNIA NOGUEIRA DE SÁ, coordenadora de Comunicação e Imprensa da Secretaria de Comunicação do Governo de São Paulo (São Paulo, SP)
Comentário
clique aqui para ver o vídeo do evento

Não chamarei Júnia de assessora inexpressiva, primeiro porque ela tem história; depois, porque o texto é do Serra. Mas vamos à maneira como o governador tenta esconder o mico que pagou.
Antecipo alguns pontos:
1. A entidade não é filiada (ou seja, com relação direta) à ONU. O governo de Sâo Paulo continua enrolando. Ela é uma mera associada (ou seja, papel apenas consultivo), aliás uma das 3.195 ONGs associadas ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC). Essa confusão entre filiação e associação é comprovação da falta de assessoria internacional do governo do Estado.
2. A presidente dessa entidade (na foto ao lado do governador) responde a processos em dois estados e, provavelmente, incorrerá em um novo processo em um terceiro estado. Acusação: estelionato.
3. Em todas as manifestações sobre o evento, Serra fez questão de salientar que seria na sede da ONU. A troco de quê dar mais destaque ao local do evento do que à entidade organizadora? Obviamente passar a impressão de que havia o aval da ONU à premiação.
4. A única informação correta da nota da assessora é que Serra não precisaria dessa encenação para enriquecer seu currículo. O José Serra original certamente não faria isso. O ator que se faz passar por José Serra, depois que virou governador, mostrou-se capaz de incorrer em ridículos continuados.
Vamos aos detalhes dessa ópera bufa.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política, Sem categoria
Tags: golpe, José Serra, ONU, WFO
13/07/2009 - 21:58
Por Gustavo Cherubine
Nassif, ainda sobre as questões da água, vejam um PL promissor e necessário vetado totalmente pelo Serra governador…
Eu considero o Serra péssimo e procuro levantar e consolidar os meus argumentos contra o seu governo.
Aqui para ler um momento do processo de votação do pl 227/06:
http://wwi.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/menuitem.4b8fb127603fa4af58783210850041ca/?vgnextoid=f6b3657e439f7110VgnVCM100000590014acRCRD&id=81463b933aa39110VgnVCM1000002e0014ac____
Aqui para baixar o pl 227/06:
http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/ListaProjetos?vgnextoid=b45fa965ad37d110VgnVCM100000600014acRCRD&tipo=1
Aqui para baixar as razões de veto do Serra:
http://www.al.sp.gov.br/portal/site/Internet/ListaProjetos?vgnextoid=b45fa965ad37d110VgnVCM100000600014acRCRD&tipo=1
http://www.sanegas.com.br/noticias.asp?exibir=yes&id=633
Serra veta PL para estimular o reúso
27/5/2008
Fonte: Saneamento Ambiental – On LIne
O governador de São Paulo, José Serra, vetou o Projeto de Lei nº 227/06, que determinava a adoção de medidas para estimular o reúso de água no Estado. O PL obrigava prédios públicos estaduais a se adequaram num prazo de dez anos às novas exigências, como coletar a água da chuva e adotar torneiras e vasos sanitários mais econômicos. O projeto também previa a criação de incentivos para que a iniciativa privada fizesse o mesmo. O projeto foi aprovado na Assembléia Legislativa em 9 de abril deste ano. “É uma vergonha imaginar que o governante do Estado mais rico do País, e que consome mais água, tenha deixado essa oportunidade passar diante de si”, diz o deputado estadual Sebastião Almeida, autor do projeto. O governador alega que cabe somente ao Poder Executivo discutir essa matéria e que o Estado já vem desenvolvendo projetos nesse sentido.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Saneamento
Tags: José Serra, lei ambiental, saneamento
05/07/2009 - 10:04
Um bom argumento do Secretário da Fazenda de São Paulo, Mauro Ricardo, sobre a substituição tributária (que obriga as indústrias a pagarem tributos em lugar do comércio).
Segundo ele, ao manter o prazo de pagamento em 90 dias, a carga permaneceu a mesma. Basta a indústria negociar com seus compradores.
Diz que a arrecadação de São Paulo aumentou em R$ 3 bilhões. Seja qual forma a maneira que se conseguiu esses recursos – ou por redução do capital de giro da revenda ou por redução da sonegação – a carga tributária aumentou em R$ 3 bi.
Um dos pontos mais atraentes do discurso do PSDB é aumentar a arrecadação e reduzir as alíquotas.
Espera-se que o governo Serra passe ao segundo tempo do jogo. Será uma maneira de provar que o PSDB tem o mesmo discurso em nível nacional e estadual.
Por Fernando
Não sei porquê ninguém responde ao ” distraído ” MAURO RICARDO que 90 dias é o prazo de recolhimento dado apenas às empresas que vendem dentro do Estado de São Paulo. Às demais empresas que estão fora do estado, e portanto não se submetem à legislação paulista, a responsabilidade pelo recolhimento antecipado do imposto recai sobre o adquirente paulista da mercadoria, e aí não foi dado prazo algum. Tem que ser no ato da entrada da mercadoria.
Eu não entendo porquê , quando questionado pela imprensa, esse sujeito, SECRETÁRIO DO SERRA, se faz de ESQUECIDO, DESAVISADO, e sempre vem com esse argumento…..
NASSIF, será que você ou alguém não dá pra ir lá e avisar pra ele ? Vamos ver se ele escuta :
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SR. MAURO RICARDO, talvez o senhor não esteja bem informado, mas as compras feitas pelas empresas paulistas, provenientes de outros estados da federação, e que estejam enquadradas na SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA neste estado do qual o senhor é secretário de governo, não foi dado prazo ao adquirente para recolhimento do ICMS por antecipação. Ele tem que ser feito imediatamente na data da entrada da mercadoria.
Só pra ficar mais claro para o senhor conseguir entender, porque talvez seus assessores não foram capazes de lhe explicar : uma loja de material de construção quando comprar mercadorias de Santa Catarina tem que recolher o ICMS antecipado dessa aquisição no dia em que recebê-la, um comerciante de brinquedos da 25 de março que comprar brinquedos do Rio de Janeiro, tem que fazer o mesmo : pagar o ICMS antecipado à vista. Tudo isso pelo simples fato de comprarem de outro estado.
O senhor conseguiu entender agora ? Então da próxima vez que a mídia o interpelar sobre o aumento da carga tributária em São Paulo, não venha com essa resposta pronta como o senhor sempre faz, e dizer que foi dado 90 dias de prazo para o pagamento. Porque isso essa prazo é apenas para as vendas ocorridas dentro do estado. Houve uma brutal penalização para quem compra de outros estados !!!! Muitas empresas foram inviabilizadas com essa medida , que por mero acaso é uma medida estabelecida pela Secretaria da qual o senhor ocupa o posto hierárquico mais alto.
Ou será que devemos entender, nas entrelinhas, que os comerciantes de São Paulo não devem comprar mais nada do resto do BRASIL ?
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia
Tags: José Serra, Mauro Ricardo, substituição tributária
04/07/2009 - 09:36
Por Luis P.
O postante não sabe do que fala. O URL:
http://cornell.worldcat.org/oclc/4553548&referer=brief_results
esclarece.

Por Stanley Burburinho
A chamada grande imprensa está questionando o currículo da Dilma. Fiz uma busca textual no banco de dados do Sistema Currículo Lattes e encontrei o seguinte:
“Dilma Vana Rousseff
possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1977) e mestrado em Ciência Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1979) . Atualmente é Secretária de Estado da Secretaria de Energia Minas e Comunicações.
(Texto gerado automaticamente pela aplicação CVLattes)
Última atualização do currículo em 26/05/2000
Endereço para acessar este CV:
http://lattes.cnpq.br/1357261451494509
(…)”
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4708688A9
Em fevereiro entrei em contato com a alumniaffairs da Universidade de Cornell pedindo informações sobre um aluno chamado José Serra que teria freqüentado a universidade em 1974 e onde ele teria obtido os graus de mestre e doutor. Cornell informou que não existe nenhuma informação sobre ele nos bancos de dados da universidade. Vejam abaixo a troca de e-mails:
de Stanley Burburinho
para info@cornell.edu
data 16 de fevereiro de 2009 13:41
assunto Need Help
enviado por gmail.com
Hi. I am trying to locate a friend of mine who attended Cornell in 1974 when he got his Ms.C. and Ph.D. degrees. His name is José Serra and he is from Brazil.
Thnaks in advance.
Stanley.
alumniaffairs-mailbox I’m sorry, but I have no information on our data base for him. Franci…
alumniaffairs-mailbox 17 fev
alumniaffairs-mailbox
de alumniaffairs-mailbox
para Stanley Burburinho
data 17 de fevereiro de 2009 12:20
assunto Re: Need Help
I’m sorry, but I have no information on our data base for him. Francine
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: Dilma Rousseff, José Serra
03/07/2009 - 09:38
Da Folha
CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso chamou ontem de levianas as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de que o PSDB quer “ganhar o Senado no tapetão” ao defender o afastamento de José Sarney da presidência do Senado -o vice-presidente é o tucano Marconi Perillo (GO). “O presidente Lula, às vezes, abusa das palavras. Sabe que, se o presidente do Senado eventualmente renunciar, haverá uma nova eleição (…) Lamento que o presidente diga coisas tão levianas”, disse o ex-presidente durante homenagem a Ruth Cardoso, morta há um ano. FHC se recusou a comentar a hipótese de renúncia de Sarney, limitando-se a lamentar a “desagregação” da Casa.
E reiterou que “Lula, especialmente quando está fora do Brasil, não presta atenção às palavras”. Convidado para o encerramento do encontro, o governador José Serra foi sutilmente irônico: “O PSDB apoiou o candidato do PT na eleição na qual Sarney foi eleito. Não estou enganado. Pelo que me lembre, o PSDB apoiou o candidato do PT. Não vejo essa gula”.
Em Belo Horizonte, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, disse que o partido pediu o afastamento de Sarney porque o Senado precisa ser reformado, mas ele “não tem demonstrado energia suficiente para enfrentar o problema”. “Não é uma questão de moral. Eu não estou dizendo que José Sarney não tem moral.
A questão é que o presidente Sarney, neste momento, não está governando o Senado como gostaríamos que ele governasse, e isso cria uma situação que de fato tem que ser resolvida.” (…)
Da Dora Kramer sobre Arthus Virgílio
Agora, se continua na liderança é porque priva da confiança de sua bancada.
Essa história do PSDB se permitir ser levado por esses jogos oportunistas de mídia é veneno na veia, conforme demonstrado nessa tática de tentar se desvencilhar do cadáver a bordo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política, Sem categoria
Tags: FHC, José Serra, PSDB, Sarney, Sérgio Guerra
30/06/2009 - 10:40
O jogo retórico da mídia, depois que se partidarizou, esbarra em paradoxos curiosos.
Combate – com razão – a elevada carga fiscal. E tem em José Serra a grande esperança branca para as próximas eleições.
Mas, na maior crise dos últimos 80 anos, enquanto a União desonera impostos, o governador José Serra procede a um choque amplo, estendendo a substituição tributária a todos os setores, inviabilizando o Estatuto da Pequena e Micro Empresa – e provocando uma pressão adicional sobre o capital de giro especialmente das pequenas e médias empresas, incompatível com a escassez atual de créditos. Aumentou sua arrecadação do ICMS estadual à custa da desoneração do IPI federal.
Enquanto se ataca a União pelo que se considera aumento da estatização, a prefeitura de São Paulo estende a mão regulatória sobre os ônibus fretados – elementos essenciais na redução da circulação de veículos na capital. Por seu custo, o ônibus fretado é específico para substituir automóveis. Qual o seu problema? Não é regulado pela Prefeitura, não precisa de concessão, não precisa beijar a mão do prefeito.
O que propõe Kassab, então? Primeiro, tirar os fretados do centro e colocá-los nas imediações, sob a falsa alegação de que a media melhorará o congestionamento do trânsito. Depois, criar sete novas linhas expressas e semi-expressas. Quem vai criar as linhas e selecionar os concessionários? Obviamente a prefeitura. É a pesada mão do Estado avançando sobre um setor que funciona corretamente, de acordo com as leis de mercado.
Ou seja, no frigir dos ovos, tudo termina em samba.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: José Serra, Kassab, ônibus fretado, substituição tributária
28/06/2009 - 10:38
Do Último Segundo
O governador de São Paulo, José Serra, rebateu críticas feitas ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. O ministro criticou o regime de substituição tributária aos produtos da linha branca, em vigor desde o início do mês.
Serra descartou que a medida eleve a carga tributária do setor e afirmou que a intenção do governo paulista é de apenas combater a sonegação do ICMS. “Quem calcula o imposto a ser retido pela indústria é o próprio setor, a partir de cálculos feitos por instituições, como a Fipe”, afirmou.
Segundo ele, o governo está aberto para a revisão das margens aplicadas na cobrança do imposto. “Se houver estudos comprovando problemas, as margens poderão ser revistas”. A crítica do ministro Mantega foi em linha a comentários de representantes do varejo. Segundo varejistas, a aplicação da substituição tributária a partir deste mês está reduzindo os impactos da redução nos preços dos produtos finais ocasionados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para geladeiras, fogões e máquinas de lavar.
Comentário
O governador José Serra não pode ser considerado despreparado em finanças públicas. Pelo contrário, talvez seja a única matéria de gestão pública que seja de seu domínio. Sem o álibi da ignorância, ele mente. Ele sabe que a questão da substituição tributária não tem nada a ver com a alíquota. A questão é que obriga a empresa a pagar na frente, antes de efetuadas as vendas. Sem dinheiro das vendas, aumenta sua necessidade de capital de giro. E capital de giro tem um custo elevado.
Vamos a uma conta simples:
1. Uma empresa adquire R$ 1 milhão em estoques, que serão vendidos ao longo de 6 meses. Digamos que pague um ICMS de 15% e que sua margem bruta seja de 30%.
2. Incluindo a margem, o valor dos estoques será de R$ $1,428,571. Supondo que o giro médio seja de 6 meses, venderá $238,095.24 mensalmente.
3. Com as vendas, terá que pagar os estoques e o ICMS. Pelo sistema normal, teria que dispor de R$ 1 milhão para adquirir os estoques e pagar R$ 35,714,00 por mês de ICMS. Esse valor sairia do seu fluxo de vendas.
4. Pelo sistema de substituição tributária, além do R$ 1 milhão para os estoques, terá que dispor de mais R$ 150 mil, antes mesmo de começar a vender a mercadoria.
5. Ou seja, José Serra aumenta em 15% a necessidade de capital de giro das empresas, em um momento em que mais de 65% pequenas e médias empresas – segundo estudos do Sebrae de São Paulo – não conseguem acesso a crédito. E diz que nada mudou, porque a alíquota é a mesma.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: José Serra, substituição tributária
16/06/2009 - 09:01
O padrão geral de respostas dos assessores de comunicação do governo Serra ás matérias da mídia adquiriu um grau de agressividade inédito. Toda resposta tem sido de tal nível, a ponto de, dia desses, um jornal ter se recusado a publicar uma carta por considerar seus termos ofensivos.
Não se trata do estilo de um ou outro assessor, mas de ordem emanada do próprio Serra – que, segundo me contou outro dia um seu Secretário, cisma que a grande imprensa é contra ele (imagine se fosse a favor). Segundo Serra, os sucessivos erros de Otávio Frias Filho – ditabranda, ficha falsa de Dilma – marcaram a Folha. Para tentar tirar a pecha de “serrista”, o jornal passou a veicular críticas contra o governador.
Em vez de compreender as limitações editoriais do aliado – que lhe deve muito – Serra parte para o pau. Só aceita apoios incondicionais. Substituiu alianças baseadas em convicções no padrão “pau-mandado”.
Confira essa carta enviada ao Painel do Leitor por Roger Ferreira, da assessoria de imprensa da Secretaria de Educação de São Paulo. Os argumentos procedem; o estilo é de uma agressividade incompatível com a função.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: Folha de São Paulo, José Serra
16/06/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 16/06/2009
A carga tributária brasileira é elevada, não se discute. A penúltima grande pancada foi a elevação do Pis-Cofins, na gestão Antonio Palocci – a pretexto de desonerar as exportações. A última pancada está ocorrendo em São Paulo, com a substituição tributária implantada na gestão do governador José Serra, que está impondo um choque fiscal sem precedentes às empresas paulistas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: choque fiscal, ICMS, José Serra, substituição tributária
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