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	<title>Luis Nassif &#187; Israel</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Irã, Serra e a dificuldade do discurso</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[judeu]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Folha, o governador José Serra deixa de lado qualquer veleidade de analisar a diplomacia brasileira de forma mais ampla e endereça um duro ataque ao fato do país receber um integrante do "eixo do mal" e um governante que ignora o holocausto.

Serra é suficientemente preparado e pragmático para entender que a tática de aproximação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Folha, o governador José Serra deixa de lado qualquer veleidade de analisar a diplomacia brasileira de forma mais ampla e endereça um duro ataque ao fato do país receber um integrante do &#8220;eixo do mal&#8221; e um governante que ignora o holocausto.</p>
<p>Serra é suficientemente preparado e pragmático para entender que a tática de aproximação com o Irã é uma maneira de tentar conter seu radicalismo, de manter as portas abertas com o Ocidente. Aliás, o próprio Barack Obama, em conversa com Lula, entendeu isso, segundo cobertura da própria mídia brasileira.</p>
<p>Qual a razão, então? Simples: ao lado de Delfim, Serra sempre foi o político mais apoiado pela colônia israelita, especialmente a que se reúne na poderosa sinagoga nas imediações da Consolação.</p>
<p>Há muito tema mais sofisticado para levantar, muita loa legítima que pode ser feita aos valores dos judeus. Um chamamento à paz no Oriente Médio, por exemplo. Um artigo objetivo sobre o direito de Israel à existência e uma defesa da coexistência com os palestinos. Mas o novo Serra continua em pânico quanto a qualquer dividida. Defender teses próximos aos judeus liberais poderia descontentar os conservadores. Defender teses dos conservadores, poderia descontentar os liberais.</p>
<p>Então, pau na visita do presidente do Irã, que contenta a todos, mesmo à custa do empobrecimento da análise política.</p>
<p><strong><big></big><big></big><big><span id="more-39545"></span>Do Valor Econômico</big></strong></p>
<p><big></big><big><a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/brasil/89/5958932/lula-quer-brasil-como-mediador-no-oriente">Lula quer Brasil como mediador no Oriente</a></big></p>
<blockquote><p>Lula quer Brasil como mediador no Oriente</p>
<p>Cristiane Agostine, de Brasília<br />
23/11/2009</p>
<p>Texto: A- A+<br />
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e deve defender o Brasil como intermediador do conflito no Oriente Médio. Ontem, ao comentar a visita do iraniano, Lula disse que terá uma conversa para tentar construir a paz na região. Para o presidente, os Estados Unidos não deveriam ter papel de destaque na mediação dos conflitos, e sim a Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>&#8220;Nós já sabemos quem quer a paz no Oriente Médio; o povo quer a paz, e alguns governantes querem a paz. O que nos precisamos detectar é quem não a quer&#8221;, afirmou. &#8220;Precisamos conversar com aqueles que querem construir a paz&#8221;. Para Lula, os Estados Unidos devem ter uma &#8220;ação mais positiva&#8221; sobre os conflitos na região. &#8220;Se conseguirmos fazer com que a paz no Oriente Médio não seja uma primazia dos Estados Unidos, ou de outro país, mas uma decisão das Nações Unidas, todos países trabalharão para construí-la.&#8221;</p>
<p>Neste mês, Lula recebeu o presidente de Israel, Shimon Peres, no dia 11, e o presidente da Autoridade Nacional Paulista, Mahmoud Abbas, no dia 19. &#8220;Isso mostra a diversidade das relações internacionais do Brasil&#8221;, comentou.</p>
<p>Lula propôs até mesmo um jogo de futebol entre Brasil e um time de israelenses e palestinos, entre 10 e 16 de março de 2010, quando visitará a região. &#8220;Posso jogar como centroavante em Israel ou meia armador&#8221;, brincou.</p></blockquote>
<h2>Da Folha</h2>
<blockquote>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2311200908.htm">Folha de S.Paulo &#8211; TENDÊNCIAS/DEBATES<br />
José Serra: Visita indesejável &#8211; 23/11/2009</a></h3>
<blockquote><p>JOSÉ SERRA</p>
<p>O mesmo país que tentou oferecer segurança e consolo a vítimas do Holocausto estende honras a quem banaliza o mal absoluto?</p>
<p>É DESCONFORTÁVEL recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.</p>
<p>O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada. Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.</p>
<p>Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?</p>
<p>A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?</p>
<p>Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?</p>
<p>O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência. O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?</p>
<p>As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU. Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?</p>
<p>Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.</p>
<p>JOSÉ SERRA, 67, economista, é o governador de São Paulo. Foi senador pelo PSDB-SP (1995-2002) e ministro do Planejamento e da Saúde (governo Fernando Henrique Cardoso) e prefeito de São Paulo (2005-2006).</p></blockquote>
</blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=2ffca741-6c12-8ef1-aea7-c02f0cd7f973" alt="" /></div>
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		<title>Continua a expansão israelense</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/18/continua-a-expansao-israelense/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[assentamento]]></category>
		<category><![CDATA[Barack Obama]]></category>
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		<category><![CDATA[expansão]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Simone-rj
Da BBC:

“Oriente médio

EUA ‘consternados’ com aprovação de expansão de assentamentos
Assentamento judeu de Gilo, na região de Jerusalém

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou nesta terça-feira que o governo dos Estados Unidos está “consternado” com a aprovação, pelas autoridades israelenses, da construção de 900 novos condomínios em um assentamento em Jerusalém Oriental.

Segundo Gibbs, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Simone-rj</h2>
<p>Da BBC:</p>
<p>“Oriente médio</p>
<p>EUA ‘consternados’ com aprovação de expansão de assentamentos<br />
Assentamento judeu de Gilo, na região de Jerusalém</p>
<p>O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, afirmou nesta terça-feira que o governo dos Estados Unidos está “consternado” com a aprovação, pelas autoridades israelenses, da construção de 900 novos condomínios em um assentamento em Jerusalém Oriental.</p>
<p>Segundo Gibbs, a decisão “dificulta” os esforços de paz e a negociação entre israelenses e palestinos.</p>
<p>Nesta terça-feira, ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, anunciou a autorização do projeto para as novas construções no bairro de Gilo – localizado na área conquistada em 1967, anexada ao município de Jerusalém e reclamada pelos palestinos.</p>
<p>“Estamos consternados com a decisão do Comitê de Planejamento de Jerusalém de levar em frente o processo de aprovação da expansão de Gilo em Jerusalém”, disse Gibbs.</p>
<p><span id="more-38983"></span>EUA</p>
<p>Essa é a segunda vez em apenas dois meses que o governo do presidente Barack Obama se manifesta contra os assentamentos. Os assentamentos em áreas disputadas são considerados ilegais pelas leis internacionais – uma medida rejeitada por Israel.</p>
<p>Em setembro, a Casa Branca afirmou que lamentava relatos de que Israel planejava novas construções na Cisjordânia.</p>
<p>Segundo a mídia israelense, o governo rejeitou um pedido de Washington para o congelamento das construções em Gilo. De acordo com a imprensa, o enviado especial do governo americano para o Oriente Médio, George Mitchell, teria feito o pedido para o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, durante um encontro em Londres na segunda-feira.</p>
<p>O porta-voz de Netanyahu, Mark Regev, não comentou os relatos, mas reforçou que o governo recusa em incluir as áreas anexadas a Jerusalém como parte dos esforços para atender o pedido de Obama para “conter” as construções em assentamentos. Segundo ele, a “política de contenção” se aplica apenas às construções na Cisjordânia.</p>
<p>Paz</p>
<p>De acordo com o correspondente da BBC em Jerusalém Tim Franks, a aprovação da construção de 900 novos condomínios em Gilo é a maior decisão sobre planejamento e construções desde que Netanyahu assumiu o cargo.</p>
<p>Os 900 condomínios, que serão formados por apartamentos de quatro e cinco quartos, representará uma expansão significativa de Gilo. Segundo Yishai, a construção deve começar apenas em três ou quatro anos, depois da autorização final.</p>
<p>O porta-voz do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, a aprovação do projeto das novas construções é “outro passo que demonstra e prova que Israel não está pronto para a paz”.</p>
<p>“Esse passo arruinará cada tentativa – europeia ou americana – de preservar o processo de paz”, disse Nabil Abu Redeineh.</p>
<p>Cerca de 500 mil judeus moram em mais de cem assentamentos construídos em territórios ocupados na Cisjordânia e Jerusalém Oriental”.</p>
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		</item>
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		<title>Recomeça o suplício no Oriente Médio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/28/recomeca-o-suplicio-no-oriente-medio/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 09:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Líbano]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ADNAN EL KADRI
Vai começar a temporada de limpeza étnica no sul do Líbano.

A direita israelense, já mostra a que veio. Notem na matéria abaixo do Terra: Primeiro Israel provoca, para conseguir o pretexto para BOMBARDEAR o Sul do Líbano. : “ antes do lançamento do foguete, a Aviação israelense tinha sobrevoado intensamente as regiões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por ADNAN EL KADRI</h2>
<p>Vai começar a temporada de limpeza étnica no sul do Líbano.</p>
<p>A direita israelense, já mostra a que veio. Notem na matéria abaixo do Terra: Primeiro Israel provoca, para conseguir o pretexto para BOMBARDEAR o Sul do Líbano. : “ antes do lançamento do foguete, a Aviação israelense tinha sobrevoado intensamente as regiões de Bint Jbeil, Marj’uyun e Hasbaya, enquanto vários helicópteros fizeram o mesmo sobre a região das Fazendas de Chebaa, todas no sul do Líbano.</p>
<p>A extrema direita israelense tinha dado um tempo para Obama. Agora, já mostra a costumeira truculência irreprimível dos falcões de Netanyahu.</p>
<p>Israel bombardeia sul do Líbano após lançamento de foguete</p>
<p><span id="more-36987"></span>27 de outubro de 2009 • 16h06 • atualizado às 16h41</p>
<p>Comentários</p>
<p>Um foguete foi lançado nesta terça-feira do sul do Líbano contra Israel, que respondeu bombardeando a área a partir da qual o projétil foi disparado, informaram fontes dos serviços de segurança e meios de comunicação libaneses. As fontes dos serviços de segurança disseram à Efe que, aparentemente, o foguete foi disparado da área de Wadi el-Jamal, perto da aldeia de Hula, no sul do país.</p>
<p>Pouco depois, uma rede de televisão estatal libanesa afirmou que Israel tinha bombardeado a área e, por enquanto, não se sabe se há vítimas. Até agora, nenhum grupo reivindicou a autoria do lançamento do foguete.</p>
<p>Segundo as fontes dos serviços de segurança, antes do lançamento do foguete, a Aviação israelense tinha sobrevoado intensamente as regiões de Bint Jbeil, Marj’uyun e Hasbaya, enquanto vários helicópteros fizeram o mesmo sobre a região das Fazendas de Chebaa, todas no sul do Líbano.</p>
<p>A TV libanesa acrescentou que membros do Exército libanês, que ainda não confirmaram nada, e da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) foram ao local e começaram a fazer investigações. De Israel, fontes militares disseram que o foguete atingiu uma área aberta ao leste da localidade de Kiryat Shmona, perto da fronteira, sem deixar vítimas.</p>
<p>O impacto do projétil, que seria um foguete do tipo Katyusha, aconteceu após as 19h (15h de Brasília) e provocou uma grande explosão, que pôde ser ouvida a vários quilômetros ao redor, mas também não causou danos materiais. Esse é o primeiro incidente deste tipo desde 11 de setembro, quando grupos desconhecidos lançaram do Líbano dois foguetes Katyusha contra Israel, que respondeu com disparos de artilharia, sem que houvesse vítimas no incidente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Levantando o véu de Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/15/levantando-o-veu-de-gaza/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>

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		<description><![CDATA[ Por Rafael
Nassif, olha essa reportagem do El País sobre a última guerra em Gaza, com depoimentos de combatentes israelenses. Chocante como a escuridão é mais persistente que a luz.

Clique aqui.



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><a class="row-title" title="Editar comentário" href="comment.php?action=editcomment&amp;c=696845"> Por Rafael</a></strong></h2>
<p>Nassif, olha essa reportagem do El País sobre a última guerra em Gaza, com depoimentos de combatentes israelenses. Chocante como a escuridão é mais persistente que a luz.</p>
<p><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/habia/inocentes/Gaza/elpepuint/20090715elpepuint_6/Tes" target="_blank">Clique aqui.<br />
</a></p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/habia/inocentes/Gaza/elpepuint/20090715elpepuint_6/Tes"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Obama e o Oriente Médio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/30/obama-e-o-oriente-medio/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 11:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Isrã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo com cabeçadas inevitáveis -  como na questão dos bônus para os executivos da AIG - Barack Obama avança para descontruir todo o legado da era Bush.

Na área internacional, sua mensagem ao Irã, enfatizando a "República Islâmica do Irã", liquida com as bandeiras de Bush, de fazer o mundo inteiro se curvar aos valores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo com cabeçadas inevitáveis &#8211;  como na questão dos bônus para os executivos da AIG &#8211; Barack Obama avança para descontruir todo o legado da era Bush.</p>
<p>Na área internacional, sua mensagem ao Irã, enfatizando a &#8220;República Islâmica do Irã&#8221;, liquida com as bandeiras de Bush, de fazer o mundo inteiro se curvar aos valores do modelo americano de democracia.</p>
<p>Também sinaliza que acabou a era de endosso integral ao belicismo de Israel.</p>
<p>É cedo para se falar em um acordo que permita a paz duradoura na região. Mas pelo menos se terá alguns anos pela frente, sem massacres e com menos terrorismo.</p>
<p>Leia no artigo abaixo, publicado no Estadão:</p>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQk7SgoQ1dGSuIUk" target="_blank">Obama deve alterar laços com Israel</a></h3>
<p>Roger Cohen *, THE NEW YORK TIMES</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Na rua, pode</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/05/na-rua-pode/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/05/na-rua-pode/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 22:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crimes de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tiago de Jesus
A correção é importante: a escola da ONU não era um alvo deliberado do exército de Israel. Mas não há como negar que os mais de 40 alunos mortos foram alvejados durante os confrontos Gaza, e saber as circunstâncias em que isto aconteceu me parece fundamental. Abaixo, uma reportagem da AP sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Tiago de Jesus</h2>
<p>A correção é importante: a escola da ONU não era um alvo deliberado do exército de Israel. Mas não há como negar que os mais de 40 alunos mortos foram alvejados durante os confrontos Gaza, e saber as circunstâncias em que isto aconteceu me parece fundamental. Abaixo, uma reportagem da AP sobre a história: <a href="http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5hodesGxL8KO-Dib-ugYBmPbTyqeAD964P84O0" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>A matéria narra as manobras feitas por Israel para descaracterizar os crimes. Confirma a morte das 42 pessoas perto da escola, o episódio de confinar 110 civis em um armazém e executar 30, o uso de fósforo branco. E os argumentos do Exército israelense, sempre alegando que visava soldados do Hamas e não civis.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Israel e a divisão entre os pacifistas</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/25/israel-e-a-divisao-entre-os-pacifistas/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/25/israel-e-a-divisao-entre-os-pacifistas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 12:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa matéria de Marcelo Ninio, enviado especial da Folha a Israel, descrevendo o racha entre Gideon Levy, o jornalista que se projetou mundialmente como símbolo do humanismo – afinal, combateu o massacre de Gaza atuando em Israel – e o escritor A. B. Yehoshua, pacifista que defendeu a guerra.
Ofensiva militar divide opiniões na esquerda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa matéria de Marcelo Ninio, enviado especial da Folha a Israel, descrevendo o racha entre Gideon Levy, o jornalista que se projetou mundialmente como símbolo do humanismo – afinal, combateu o massacre de Gaza atuando em Israel – e o escritor A. B. Yehoshua, pacifista que defendeu a guerra.</p>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/07591216720102939856/BDQqXSgoQ5_Kf7vAj" target="_blank">Ofensiva militar divide opiniões na esquerda israelense</a></h3>
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		<title>A cooperação internacional</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 18:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crimes de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Zequinha
Tribunal belga pede prisão de Livni na chegada a Bruxelas. (Folha Online)

Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, poderá ser presa durante encontro da UE em Bruxelas na tarde desta quarta-feira

Um tribunal da Bélgica pediu nesta quarta-feira que a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, seja presa ao chegar a Bruxelas, na tarde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Zequinha</h2>
<p>Tribunal belga pede prisão de Livni na chegada a Bruxelas. (Folha Online)</p>
<p>Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, poderá ser presa durante encontro da UE em Bruxelas na tarde desta quarta-feira</p>
<p>Um tribunal da Bélgica pediu nesta quarta-feira que a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, seja presa ao chegar a Bruxelas, na tarde desta quarta-feira, informou o site do jornal israelense “Haaretz”. O motivo da prisão seriam os supostos crimes de guerra cometidos por seu Estado durante a ofensiva na faixa de Gaza, que terminou domingo (18).<span id="more-26051"></span></p>
<p>“As queixas foram apresentadas ao tribunal por parentes, de nacionalidade belga ou francesa, de pessoas que teriam sido feridas ou mortas em Gaza, pedindo a prisão de Livni por crimes de guerra”, informa o jornal. (…)</p>
<p>“A Justiça da Bélgica não permite a prisão de um oficial estrangeiro, de acordo com o estatuto. Mas o assunto poderia trazer embaraços com Israel e poderia representar a primeira ação pró-palestinos ao redor do mundo”, afirma o “Haaretz”.</p>
<p>De acordo com a publicação, ativistas israelenses tem criado sites detalhando supostos crimes de guerra cometidos por oficiais do governo e as Forças Israelenses de Defesa. “Nenhuma organização de direitos humanos assume a autoria do site e os fundadores se recusam a dar os nomes”, informa o “Haaretz”.</p>
<p>O site Wanted, inclui ordens de prisão com fotos e informações de Livni, do ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, do primeiro-ministro, Ehud Olmert e do chefe da IDF (Forças Armadas Israelenses), Gabi Ashkenazi, entre outros membros do governo.</p>
<p>1. <a rel="nofollow" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492756.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492756.shtml</a><br />
2. <a rel="nofollow" href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/1057351.html">http://www.haaretz.com/hasen/spages/1057351.html</a><br />
3. <a rel="nofollow" href="http://www.wanted.org.il/">http://www.wanted.org.il/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crimes de guerra</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 22:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fósforo]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Agência EFE, no Terra
Israel reconhece uso de armas proibidas em Gaza, diz jornal


19 de janeiro de 2009 • 18h08 • atualizado em 19 de janeiro de 2009 às 18h45

Pela primeira vez desde o início da operação militar israelense em Gaza, e após as reiteradas queixas de organizações de direitos humanos, fontes militares reconheceram nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Agência EFE, no Terra</h2>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3458886-EI308,00-Israel+reconhece+uso+de+armas+proibidas+em+Gaza+diz+jornal.html" target="_blank">Israel reconhece uso de armas proibidas em Gaza, diz jornal<br />
</a></p>
<p>19 de janeiro de 2009 • 18h08 • atualizado em 19 de janeiro de 2009 às 18h45</p>
<p>Pela primeira vez desde o início da operação militar israelense em Gaza, e após as reiteradas queixas de organizações de direitos humanos, fontes militares reconheceram nesta segunda-feira a um jornal israelense que foi utilizada bombas de fósforo branco na região palestina.</p>
<p>A edição eletrônica do Maariv informa que o Ministério da Defesa informou que está realizando uma investigação conjunta com o Comando Sul do Exército e a Promotoria militar para estudar como foi utilizada essa munição durante a ofensiva na Faixa de Gaza.</p>
<p>Durante e depois desta intervenção, palestinos e organizações humanitárias denunciaram que Israel tinha usado bombas de fósforo branco em áreas povoadas da faixa palestina.</p>
<p>A organização Anistia Internacional a partir de sua sede em Londres revelou hoje em comunicado que tem em seu poder provas sólidas de que Israel utilizou estas bombas, cujo uso está proibido em zonas povoadas segundo os convenções internacionais.</p>
<p>O Exército israelense, acrescenta o jornal, abriu uma investigação, após a denúncia desta organização, e sustenta que empregou projéteis de artilharia com fósforo para criar cortinas de fumaça, e que seu conteúdo são telas impregnadas com essa substância.</p>
<p>As organizações de direitos humanos denunciaram que o fósforo disparado sobre Gaza se espalhou em muitos casos já no solo e não no ar, como sustentam as Forças Armadas.</p>
<p>O Ministério da Defesa de Israel reconheceu a utilização de munição de fósforo, embora esclareça que seu uso foi legal.</p>
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		<title>A lógica sionista</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/18/a-logica-sionista/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 12:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[sionismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por higienopolis
Esse episódio da Palestina é extremamente interessante porque nos dá uma certa oportunidade de analisar o fenômeno do sionismo (logo, logo, a janela vai se fechar) - E é bom diferenciar o sionismo da "herança judaica" - Herança judaica, ou seja, ter um ascendente que eventualmente tenha seguido as "práticas sionistas", é provavelmente um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por higienopolis</h2>
<p>Esse episódio da Palestina é extremamente interessante porque nos dá uma certa oportunidade de analisar o fenômeno do sionismo (logo, logo, a janela vai se fechar) &#8211; E é bom diferenciar o sionismo da &#8220;herança judaica&#8221; &#8211; Herança judaica, ou seja, ter um ascendente que eventualmente tenha seguido as &#8220;práticas sionistas&#8221;, é provavelmente um atributo comum a uns 40%, 50% dos brasileiros, por exemplo.</p>
<p>O sionismo é uma doutrina que usa da &#8220;herança genética&#8221; &#8211; ficta ou não &#8211; como fator de coesão entre os seus adeptos. Fatores de coesão como uma &#8220;raça&#8221; que compõe uma minoria dentro de uma coletividade mais abrangente ajudam a abstrair as relações pessoais das &#8220;antipatias&#8221; naturais entre os seres-humanos. Você pode não gostar daquele sujeito, mas o ajuda porque ele é da mesma &#8220;raça&#8221;, que por sua vez forma uma minoria e precisa, portanto, se proteger &#8211; ou prevalecer.</p>
<p>Assim é que os sionistas em geral parecem dar extrema importância ao episódio envolvendo Jacob (Israel) e Esau (edomitas &#8211; os palestinos &#8211; os &#8220;gentios&#8221;) &#8211; tomando os filhos de Esau num contexto mais amplo, i.e., toda a humanidade não enquadrada na &#8220;raça&#8221; acolhida pelo sionismo .</p>
<p>Já antes do nascimento de seus gêmeos, Rebecca teria ouvido de &#8220;Deus&#8221; (ou a serpente ? &#8211; pode-se travar um paralelo com o episódio de Adão e Eva ?) que os seus dois filhos dariam origem a duas grandes nações.</p>
<p>Esse &#8220;Deus&#8221; diz ainda a Rebecca que um(a) deles(as) seria mais forte que o(a) outro(a), e o irmão mais velho serviria o mais novo&#8230; Jacob(Israel) nasce após Esaú, segurando os calcanhares deste &#8211; Bom, o resto da história conhecemos &#8211; Jacob consegue &#8220;comprar&#8221; o direito de herança de seu irmão com um prato de lentilhas, e consegue enganar o próprio pai para dele obter a necessária benção &#8211; Após Jacob encontra um anjo, luta com ele e desse anjo recebe o nome de &#8220;Yisrael&#8221; &#8211; aquele que luta (com ou contra) Deus&#8230;</p>
<p>Independentemente da verdade eventualmente oculta na história, o fato é que esse episódio parece refletir uma característica bastante visível do sionismo &#8211; o caráter segregacionista &#8211; e eventualmente pode estar a refletir outro &#8211; a busca pela hegemonia.</p>
<p>Daí a atitude comunal para os de dentro &#8211; o auxílio, a ajuda, a oferta de oportunidades &#8211; e a pouca importância para a desigualdade externamente &#8211; se ela existe, eventualmente parte dos que apenas tem a &#8220;herança sionista&#8221;, mas não mais pertencem, de fato, ao sistema..</p>
<p>Interessante que as atitutes &#8220;discriminatórias&#8221;, as críticas dos de fora parecem até ser bem-vindas, pois ajudam a reforçar a coesão&#8230; De um lado, limita-se o proselitismo, evitando-se o caráter universalista, com a auto-imposição e propaganda de elementos raciais &#8211; e por outro, faz-se a vitimização da &#8220;comunidade&#8221; quando da crítica.</p>
<p>Faço algumas provocações, até esperando respostas iradas&#8230; Mas parece que não estou falando algo tão absurdo&#8230; Cadê o questionamento ?</p>
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		<title>Os carniceiros de Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/o-medico-que-salva/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 21:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Aline Linhares
Olmert acabou de anunciar um cessar-fogo unilateral incluindo considerações de preocupação com civis palestinos. É muito cinismo.

Assisti pela CNN que, ontem à noite, num famoso programa ao vivo de uma TV israelense, durante uma entrevista por telefone com um famoso médico palestino, Dr. Abul (?), por quem os israelenses sempre tiveram grande simpatia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Aline Linhares</span></strong></h2>
<p>Olmert acabou de anunciar um cessar-fogo unilateral incluindo considerações de preocupação com civis palestinos. É muito cinismo.</p>
<p>Assisti pela CNN que, ontem à noite, num famoso programa ao vivo de uma TV israelense, durante uma entrevista por telefone com um famoso médico palestino, Dr. Abul (?), por quem os israelenses sempre tiveram grande simpatia e admiração, houve um ataque israelense à sua equipe médica, que acabou sendo transmitida inesperadamente, e todo o desespero do Dr. Abul foi ao ar.</p>
<p>Parece que houve um grande impacto na percepção do povo israelense.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>O ataque foi à sua casa e matou três de suas filhas.</p>
<p>Aqui, um trecho da reportagem, com legendas em espanhol. O âncora tenta consolar o médico dizendo que talvez o Exército israelense possa ajudá-lo. É incrível! O médico pergunta, aos prantos, quem deu a ordem que matou sua família e qual o motivo.</p>
<p>Assassinos!<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hnaXLsQnERo&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/hnaXLsQnERo&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O (eterno) milagre do nascimento</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/do-milagre-do-nascimento/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 14:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha
Nascimento de minha filha é luz no escuro
FARES AKRAM
DO "INDEPENDENT", EM GAZA

A quinta-feira foi o mais sangrento e violento dos dias na Cidade de Gaza. Mas mesmo em meio ao sangue derramado e ao caos que nos cerca, estamos repletos de alegria.

Doze dias depois de meu pai ser morto por um ataque aéreo israelense, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3>Nascimento de minha filha é luz no escuro</h3>
<p>FARES AKRAM<br />
DO &#8220;INDEPENDENT&#8221;, EM GAZA</p>
<p>A quinta-feira foi o mais sangrento e violento dos dias na Cidade de Gaza. Mas mesmo em meio ao sangue derramado e ao caos que nos cerca, estamos repletos de alegria.</p>
<p>Doze dias depois de meu pai ser morto por um ataque aéreo israelense, nasceu nossa primeira filha, com 3,8 quilos e ótima saúde. Mal pude acreditar nos meus olhos, quando a vi pela primeira vez.</p>
<p>Na noite de quarta-feira, enquanto Alaa estava em trabalho de parto, houve alguns sinais de esperança quanto ao final do conflito. &#8220;Talvez nosso bebê e a paz cheguem juntos&#8221;, pensei.</p>
<p>Mas, durante a noite, os israelenses reforçaram seus ataques, dirigidos a uma área da cidade conhecida como Tel al Hawa, que definitivamente não é um baluarte do Hamas.</p>
<p>Alaa estava muito assustada diante da perspectiva do parto e, para tornar a situação ainda mais apavorante, o bombardeio era audível quando entramos no táxi que nos levou ao hospital Shifa.</p>
<p>Eu sabia que o parto demoraria muito tempo; os médicos tiveram de induzi-lo. Por isso, fui até a entrada do hospital, onde as ambulâncias continuavam a chegar. Vi oito feridos removidos de um caminhão de bombeiros; os feridos eram todos trabalhadores da defesa civil, identificados por casacos fluorescentes. Era uma visão terrível. A maioria dos feridos tinha as pernas decepadas abaixo do joelho e apresentava cortes severos por estilhaços.</p>
<p>Na ala de emergência do hospital Shifa, as ambulâncias chegavam sem parar. A maioria das vítimas pareciam ser mulheres, meninas e crianças, entre as quais um bebê muito pequeno envolto em cobertores brancos. Todos os dias foram ruins, desde que a guerra começou, mas aquele era o pior.</p>
<p>Fomos removidos de nossa casa no começo desta semana, e em seguida o apartamento foi seriamente danificado por explosões. Já não sinto que estejamos seguros nem no hospital.</p>
<p>Só espero que o nascimento de Somaya venha acompanhado pelo final da violência e da matança. Para nossa família, se não para o resto de Gaza, o nascimento dela é como uma luz brilhando no escuro.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Como diz Shimon Peres, Israel cuida melhor de suas crianças.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Assassinatos em massa</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/assassinato-em-massa/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 11:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Claudia
Nassif

Uma TV israelense transmitiu ao vivo o desespero de um médico palestino, Dr. Abu El-Aish, pacifista que trabalhou em Israel e acabara de ter sua casa bombardeada. Era comum sua participação pelo telefone contando a situação em Gaza. Suas três filhas morreram e outras duas foram feridas.

Clique aqui.


O vídeo está no you tube, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Claudia</h2>
<p>Nassif</p>
<p>Uma TV israelense transmitiu ao vivo o desespero de um médico palestino, Dr. Abu El-Aish, pacifista que trabalhou em Israel e acabara de ter sua casa bombardeada. Era comum sua participação pelo telefone contando a situação em Gaza. Suas três filhas morreram e outras duas foram feridas.</p>
<p><a href="http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSTRE50F6ML20090116?rpc=64" target="_blank">Clique aqui.<br />
</a></p>
<p>O vídeo está no you tube, em hebraico com legendas em inglês:<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OLUJ4fF2HN4&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/OLUJ4fF2HN4&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p><span id="more-25531"></span></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Sofia</span></strong></h2>
<h2><strong></strong></h2>
<p>O nível de crueldade já passou todo e qualquer limite à chacina promovida pelos governantes de Israel.</p>
<p>Uma guerra é promovida por uma única pessoa que ordena e amedronta. Por conivência os demais seguem por falta de coragem de dizer não.</p>
<p>Ataques a localidades onde 700 refugiados estavam, levaram oficiais da ONU correrem para salvar sacos de alimentos em meio às chamas, ataques a antenas de transmissão de mídias, pacientes em hospitais forçados a saírem em fuga de ataques a estes prédios!, denúncia de que os soldados estão usando armas proibidas, fazendo ataques indiscriminados demonstram desespero: não adianta ter armas poderosas contra pessoas apaixonadas pela defesa de sua vida e autonomia, dignidade.</p>
<p>É isto que Israel não está entendendo: o povo de Gaza vai morrer por dignidade e autonomia. Uma cultura inteira vai se estinguir lutando para dizer que se reconhece como cultura, que não aceita ser outra coisa que não ela mesma. Está sendo negado o direito de existir.</p>
<p>Aliás, historicamente, nenhuma luta em que alguém tinha uma idéia e o outro um sentimento de ódio contra esta idéia, fez florescer algo mais do que violência profunda.</p>
<p>A ação da comunidade internacional é quase inócua porque, equivocadamente, todos estão se mobilizando para defender Gaza como país, território, localidade: “genocídio, crime de guerra” etc. quando na realidade a mobilização deveria ser por Autonomia humana, Dignidade Humana, Respeito Humano. Esta questão toca a toda a humanidade como tal.</p>
<p>Cada vez que se mata uma cultura, toda a humanidade fica mais pobre.</p>
<p>A questão em Israel e Gaza é que Israel foi tomada por governantes ignorantes do profundo significado de vida e civilização e, com isto, pretenderam criar uma nova lógica de entender o significado da palavra civilização. Como se trata de uma lógica invertida da própria vida, o que estes governantes conseguiram foi levar Israel como povo e país à criação de bactérias e vírus dentro de uma sociedade mundial de fraternos, que deveriam buscar meios de conviver dentro de um mesmo espaço. Assim como Gandhi mencionou: os judeus deveriam ficar felizes por terem um lugar para se referenciar e ao mesmo tempo outra para dizer que nasceram ali. Assim, aos que tivessem nascido na França seriam também franceses.<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.kamat.com/mmgandhi/mideast.htm">http://www.kamat.com/mmgandhi/mideast.htm</a></p>
<p>Esta idéia de posse, de que tudo é mercado e pode ou ser comprado ou vendido, é abominável e deve ser extinta. E isto somente vai ocorrer quando cada um de nós disser não à Barbárie.<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/outrage-as-israel-bombs-un-1380407.html">http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/outrage-as-israel-bombs-un-1380407.html</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.boston.com/bigpicture/">http://www.boston.com/bigpicture/</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.informationclearinghouse.info/article21778.htm">http://www.informationclearinghouse.info/article21778.htm</a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Andre Araujo</span></strong></h2>
<p>Um acordo assinado ontem em Washington entre as Chanceleres dos EUA e de Israel, Condy e Tpizi, poderá levar ao cessar fogo unilateral em Gaza. A base do acordo é o controle conjunto do contrabando de armas para o Hamas na fronteira egipcia, o que causou o grande drama do conflito, a morte de dez israelenses.</p>
<p>Quanto à morte de 1.1.50 palestinos e à existencia de 5.000 feridos, nada foi mencionado no acordo, tampouco como remover os entulhos do que restou de Gaza.</p>
<p>Por outro lado está havendo um grande debate em Israel sobre os gastos da ofensiva de Gaza, algo como 700 milhões de dolares, o que está irritando particularmente a opinião publica israelense. Gastar tanto no meio de uma crise mundial merece justificadas criticas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem limites</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/sem-limites-2/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/sem-limites-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 18:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[massacre]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Último Segundo
Israel diz ter respondido a tiros disparados do prédio da ONU
15/01 - 13:44 - AFP

TEL AVIV - O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert afirmou que Israel havia bombardeado nesta quinta-feira um prédio da agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (Unrwa) em Gaza em resposta a tiros disparados desse complexo.

"Não queremos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Último Segundo</h2>
<p><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/01/15/israel+diz+ter+respondido+a+tiros+disparados+do+predio+da+onu+3386116.html" target="_blank">Israel diz ter respondido a tiros disparados do prédio da ONU</a><br />
15/01 &#8211; 13:44 &#8211; AFP</p>
<p>TEL AVIV &#8211; O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert afirmou que Israel havia bombardeado nesta quinta-feira um prédio da agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (Unrwa) em Gaza em resposta a tiros disparados desse complexo.</p>
<p>&#8220;Não queremos que incidentes desse tipo aconteçam e lamento. Mas o Hamas atirou a partir de uma dependência da UNRWA&#8221;, declarou Olmert, durante um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em viagem pela região, como parte das discussões para um cessar-fogo na Faixa de Gaza.</p>
<p>O ataque ao prédio da ONU, fortemente criticado, destruiu a ajuda humanitária que tinha entrado na Faixa de Gaza nos últimos dias, após os depósitos das Nações Unidas onde o auxílio estava armazenado serem atingidos pelos bombardeios israelenses.<span id="more-25382"></span></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por arkx</span></strong></h2>
<p>com a divisão na cúpula militar israelense (http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055476.html) bombardeio do prédio da ONU é sinal de perda de unidade e ódio desesperado (como já aconteceu no sul do Líbano contra o Hezbollah).</p>
<p>para acabar com o Hamas, Israel vai ter que botar os reservistas para realizar buscas de casa em casa, de prédio em prédio, de escombros em escombros.</p>
<p>ninguém sabe ao certo o que está acontecendo em Gaza (militarmente, pois o genocídio é cada vez mais unanimidade internacional &#8211; neste ponto Israel está sofrendo sua mais dura derrota).</p>
<p>onde estão os resultados? os militantes do Hamas presos ou executados?</p>
<p>Israel alega ter matado membros do alto comando do Hamas (<a href="http://www.debka.com/headline.php?hid=5856" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p>outras fontes fornecem outra versão:</p>
<p>e Obama? tomará posse em meio a continuidade da extermínio em Gaza?</p>
<h2><strong><span class="row-title"> Por João Saboia Jr</span></strong></h2>
<p>Leiam no Haaretz  (<a href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055574.html" target="_blank">clique aqui</a>), jornal israelense, o relato do reporter Gideon Davi:</p>
<p>“Os combates em Gaza é uma “guerra de luxo”. Em comparação com as anteriores guerras, é uma brincadeira de criança &#8211; pilotos bombardeamento livremen, praticando, soldados em veículos blindados tanques e artilharia bombardeamentos civis em suas casas, tropas de engenharia protegidas por veículos destruindo ruas sem enfrentar grave oposição. Um grande, amplo exército está lutando contra uma população indefesa e fraca, organização esfarrapada que tem fugido do conflito, e é apenas a colocação de uma luta. Tudo isto deve ser dito abertamente, antes exultarmos do no nosso heroísmo e vitória…</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>As crianças de Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/as-criancas-de-gaza/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 16:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos
Um documentário que vocês nunca verão em uma TV Brasileira, seja ela pública, privada ou mesmo em canais da TV paga especializada em documentários: clique aqui. Blog Biscoito Fino e a Massa.

Prestem atenção na revolta da menina palestina (por volta de 1 h 09 min )
Comentário
Copiei alguns minutos do documentário e coloquei na Comunidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcos</h2>
<p>Um documentário que vocês nunca verão em uma TV Brasileira, seja ela pública, privada ou mesmo em canais da TV paga especializada em documentários: <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2009/01/vozes_da_maioria_silenciada.php" target="_blank">clique aqui</a>. Blog Biscoito Fino e a Massa.</p>
<p>Prestem atenção na revolta da menina palestina (por volta de 1 h 09 min )</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Copiei alguns minutos do documentário e coloquei na Comunidade, com o trecho mencionado pelo Marcos. Mas vale a pena asistir a íntegra.<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="448" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="config_url=http%3A%2F%2Fblogln.ning.com%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D2189391%253AVideo%253A78501%26x%3Dbyqaow5imsc49mecLgtQLSQieVne0AaC&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off" /><param name="src" value="http://static.ning.com/blogln/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=3.11%3A13245" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="448" height="364" src="http://static.ning.com/blogln/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=3.11%3A13245" wmode="transparent" flashvars="config_url=http%3A%2F%2Fblogln.ning.com%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D2189391%253AVideo%253A78501%26x%3Dbyqaow5imsc49mecLgtQLSQieVne0AaC&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off"></embed></object><br />
<a href="http://blogln.ning.com/video/video">Ache outros vídeos como este em <em>Comunidade do Blog de Luis Nassif</em></a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Uwe</span></strong></h2>
<p>Deixo outro vídeo impressionante aqui</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/watch?v=E2UE4GWfB58&amp;NR=1">http://www.youtube.com/watch?v=E2UE4GWfB58&amp;NR=1</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Análises do historiador</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 20:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Olavo
ILAN PAPPE, historiador judeu, deu uma entrevista a Silio Boccanera, no programa Milenio na Globo News que vale a pena ser visto. Impressiona isenção do hitoriador, ao virar a moeda pra vero outro lado. Este programa pode ser visto no site abaixo: clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por José Olavo</span></strong></h2>
<p>ILAN PAPPE, historiador judeu, deu uma entrevista a Silio Boccanera, no programa Milenio na Globo News que vale a pena ser visto. Impressiona isenção do hitoriador, ao virar a moeda pra vero outro lado. Este programa pode ser visto no site abaixo: <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM944425-7823-SILIO+BOCCANERA+ENTREVISTA+ILAN+PAPPE.00.html" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A trégua em Gaza</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 19:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Marques Porto
Nassif,

Leio no “El Pais” a informação de que o Hamas aceitou o plano egípcio de cessar fogo na Faixa de Gaza. Os pontos principais do plano são: 1) trégua de três dias para ajuda humanitária; e 2) Retirada das tropas de Israel em 48 horas. Em clique aqui.

Israel ainda está analisando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Henrique Marques Porto</span></strong></h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Leio no “El Pais” a informação de que o Hamas aceitou o plano egípcio de cessar fogo na Faixa de Gaza. Os pontos principais do plano são: 1) trégua de três dias para ajuda humanitária; e 2) Retirada das tropas de Israel em 48 horas. Em <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Hamas/acepta/propuesta/egipcia/alto/fuego/condiciones/elpepuint/20090114elpepuint_6/Tes" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Israel ainda está analisando a proposta. E enquanto analisa segue bombardeando impiedosamente. Um dos últimos alvos foi o principal cemitério da cidade de Gaza!</p>
<p>Violação por atacado de túmulos! E, provavelmente, para impedir ou dificultar o sepultamento dos mortos que seus ataques produzem. O horror tem agora a companhia do macabro.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A direitização de Israel</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/a-direitizacao-de-israec/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andre Araujo
A atual conta de mortos civis em Gaza já supera a dos massacres punitivos emblemáticos da Segunda Guerra executados pelos amlemães.. Em Oradour-sur-Glane a 2ª Divisão SS “Das Reich” liquidou com 642 civis, a maioria mulheres e crianças, em represalia a ções da Resistência. Em Lidice, na Tchecoslovaquia, o massacre para vingar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Andre Araujo</span></strong></h2>
<p>A atual conta de mortos civis em Gaza já supera a dos massacres punitivos emblemáticos da Segunda Guerra executados pelos amlemães.. Em Oradour-sur-Glane a 2ª Divisão SS “Das Reich” liquidou com 642 civis, a maioria mulheres e crianças, em represalia a ções da Resistência. Em Lidice, na Tchecoslovaquia, o massacre para vingar o atentado a Reinhard Heydrich custou a vida de 340 civis. Na Guerra Civil Espanhola, a Legião Condor, unidade aerea alemã, comandada por Hugo Sperrle, arrasou Guernica, produzindo a morte de 600 civis.</p>
<p>Nessas manifestações da diaspora, fiquemos com a representação humanistica da valorosa cultura judaica, que nos deu Marx, Freud e Einstein., as vozes de Gideon Levy, principal editorialista do “Haaretz”, jornal simbolo de Israel, de Naomi Klein, ilustre escritora canadense, de Naom Chomsky, celebre linguista, , de Norman Finkenstein, escritor americano, todos condenando essa ação de uma direita militar destemperada que choca o mundo.</p>
<p>Lembremos as grandes mudanças demograficas ocorridas em Israel desde a fundação do Estado em 1948. No passado estão os descendentes da elite do judaismo europeu, dos alemães, franceses e austriacos. que foram os pais intelectuais da ideia sionista.</p>
<p>Foram largamente superados primeiro pelos safaraditas, judeus da Siria, do Libano, do Egito, da Africa do Norte, do Iraque, muito menos cultos e que nada representavam em termos de uma visão humanista judaica. Depois da queda da URSS ocorreu um grande influxo de judeus da Europa do Leste e especialmente da Russia, mais belicosos, acostumados a regimes autoritários, que fortaleceram substancialmente os partidos da direita , enfraquecendo o lado laico, humanista, de esquerda e mais propenso a um Estado palestino, que era a ideia original de 1948.</p>
<p>Enquanto agora o Hamas é apontado como a raiz do conflito, lembremos que até há poucos anos não existia o Hamas e nem porisso os palestinos conseguiram resultado melhor.. Com ou sem Hamas o destino dos palestinos parece traçado, devem sair do territorio onde foi outrora a Palestina e se virar pelo mundo, todos os atos e passos de Israel caminham nessa direção desde 1948 e só quem pode decidir em contrário são os EUA, que até agora não deram qualquer sinal que o queiram.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um país a favor da guerra</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/um-pais-a-favor-da-guerra/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 11:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha
Apoio de israelenses a ofensiva é quase integral
DO "NEW YORK TIMES", EM JERUSALÉM

Para os críticos de Israel no exterior, a situação não poderia estar mais clara: a guerra na faixa de Gaza é uma resposta totalmente desproporcional aos foguetes disparados pelo Hamas, está causando sofrimento humano indescritível, e é preciso pôr um ponto final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDSdnSgoQ9qeop-0j" target="_blank">Apoio de israelenses a ofensiva é quase integral</a></h3>
<p>DO &#8220;NEW YORK TIMES&#8221;, EM JERUSALÉM</p>
<p>Para os críticos de Israel no exterior, a situação não poderia estar mais clara: a guerra na faixa de Gaza é uma resposta totalmente desproporcional aos foguetes disparados pelo Hamas, está causando sofrimento humano indescritível, e é preciso pôr um ponto final nela.</p>
<p>Em Israel, muito poucas pessoas veem a guerra dessa maneira. Os protestos contra a guerra têm tido dificuldade em atrair mil participantes.</p>
<p>Um editorial do &#8220;Jerusalem Post&#8221; disse que o mundo deve estar se perguntando se os israelenses realmente acreditam que todo o resto do mundo está enganado e apenas eles estão com a razão. A resposta é &#8220;sim&#8221;.<br />
&#8220;É muito frustrante para nós não sermos compreendidos&#8221;, diz Yoel Esteron, editor do jornal &#8220;Calcalist&#8221;. &#8220;Quase 100% dos israelenses sentem que o mundo é hipócrita. Onde estava o mundo quando nossas cidades foram alvejadas por foguetes por oito anos? Por que deveríamos nos importar com a opinião do mundo agora?&#8221;</p>
<p>Israel converteu-se nas últimas semanas num paradigma de unidade e apoio mútuo. Pergunte a pessoas em qualquer parte do país, hoje, sobre o fato de o Exército ter barrado a entrada de jornalistas na faixa de Gaza, e a resposta é &#8220;deixem o Exército fazer seu trabalho&#8221;.</p>
<p>Com ou sem razão, os israelenses acreditam que seus soldados se esforçam para poupar vidas. Como seus combatentes se escondem entre pessoas comuns, o Hamas é visto como responsável pelas vítimas civis.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O químico que criou Israel</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 09:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[judeus]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna Econômica - 14/01/2008
Quem assiste, hoje em dia, ao massacre de Gaza, não pode imaginar o que foi a odisséia dos judeus até conseguirem sua pátria, Israel. É um dos episódios nobres  do século 20 - assim como a militarização de Israel e os massacres praticados, um dos pontos vergonhosos da história.

***

A base da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Coluna Econômica &#8211; 14/01/2008</h2>
<p>Quem assiste, hoje em dia, ao massacre de Gaza, não pode imaginar o que foi a odisséia dos judeus até conseguirem sua pátria, Israel. É um dos episódios nobres  do século 20 &#8211; assim como a militarização de Israel e os massacres praticados, um dos pontos vergonhosos da história.</p>
<p>***</p>
<p>A base da criação de Israel foi a chamada &#8220;Declaração de Balfour&#8221;, carta do Ministro das Relações Exteriores da Inglaterra, Arthur James Balfour, a Lord Rotschild, em 1919, estimulando a criação de uma pátria para os judeus. A carta evoluiu para o &#8220;Acordo de Balfour&#8221;, pelo qual a Liga das Nações lançava as bases do estado judeu, até seu reconhecimento pela ONU em 1948.</p>
<p>***</p>
<p>Esse acordo  &#8211; que selou o apoio inglês à criação do Estado de Israel &#8211; foi possível, em grande parte a um químico judeu, Jospeh Blumfeld, que morou no Brasil nos anos 40 e ajudou a desenvolver a tecnologia para exploração das areias monazíticas.<span id="more-25121"></span></p>
<p>***</p>
<p>Wolf Klabin, o patriarca da família, era casado com a filha de Arthur Haas, empresário francês cuja casa era freqüentada por Guimarães Rosa &#8211; figura chave para facilitar a vinda de judeus foragidos de gurra. O pai de Haas tinha sido intendente do exército francês na revolução napoleônica.</p>
<p>Francês de nascimento, com a anexação de sua cidade à Alemanha, Haas tentou se radicar na Rússia. Acabou vindo para o Brasil, onde ajudou na construção de Belo Horizonte. Mas sempre manteve relações próximas com as lideranças judaicas no mundo.</p>
<p>***</p>
<p>Quando estourou a Segunda Guerra, Augusto Frederico Schmidit conseguiu atrair alguns químicos de altíssima categoria, judeus alemães e belgas, alguns recém-saídos de campos de concentração.</p>
<p>O mais ilustre era o químico Kurt Weill.</p>
<p>Por insistência de Getúlio Vargas, Klabin acabou se associando à Orquima. As ligações de Getúlio com os Klabin eram antigas.</p>
<p>Wolf conseguiu atrair para o Brasil Joseph Blumenfeld um dos judeus mais ilustres do século, concunhado Chaim Weizmann, primeiro presidente do estado de Israel.</p>
<p>***</p>
<p>Blumfeld era a grande figura internacional da química atômica e teve papel fundamental mo Acordo Balfour, graças a uma barganha: Balfour prometeu o apoio inglês ao acordo de divisão do território palestino em troca da produção de acetona sintética, fundamental para o esforço de guerra inglês.</p>
<p>Junto com os químicos da Orquima, Blumenfeld desenvolveu uma tecnologia de extração do tório das areias monazíticas. Dois fatos concorreram para a Orquima não dar certo. O primeiro, a forte reação nacionalista contra a venda das areias monazíticas. O segundo, o fato da tecnologia do urânio ter saído vitoriosa sobre a do tório.</p>
<p>Nos anos seguintes, a casa de Wolf Klabin receberia conspiradores e lideranças judaicas da fase inicial do Estado de Israel, de Golda Méier e Pinhas Safir, político influente de Israel.</p>
<p>***</p>
<p>Uma política racional poderia ter atraído para o Brasil um contingente enorme de cérebros judeus expulsos pelo nazismo. Mas ficou-se apenas nessa experiência. O país não estava preparado para ser grande.</p>
]]></content:encoded>
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