Sem a presenca da Funai e dos misssionarios um novo tempo inicia-se na aldeia. Esperanca, perspectivas de futuro melhor toma conta daquela comunidade. Indescretivel.
As mulheres que vinham praticando silenciosos abortos para nao oferecerem seus fillhos a escravidao, a um mundo totalmente ameacador, incerto, comemoravam agora suas enormes barrigas. A vida voltava.
Este foi, talvez, o sintoma mais visivel da mudanca.
Com a expulsao dos funcionarios da Funai da aldeia os missionarios (casal americano, com filha e sogro), tinham perdido a protecao e a legitimidade para suas acoes. A uniao, de anos, de exploracao e evangelizacao estava desfeita. O projeto comum entre o Coronel e a New Tribus of Brazil tinha se desmantelado.
Os missionario sabiam que o processo revolucionario que estava em curso na comunidade indigena era irreversivel e que suas presencas contrastava muito mais do que a simples diferenca fisica.
Pesquisando o doutor Sobral Pinto na rede, chego a resultado esplêndido, para começar a página do “Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – FGV”, neste endereço é possível pesquisar uma boa documentação sobre nossa história :
Seção Musical em homenagem à semana inglesa do Presidente Lula, da serie British Dance Bands : De 1925 a 1940 Londres foi a a capital dos jantares elegantes ao som de famosas orquestras de dança que tocavam nos principais hoteis como Mayfair e Savoy e em night clubs como Kit Kat, foram em torno de 30 conjuntos entre os quais os mais conhecidos eram Bert Ambrose, Ray Noble, Jack Hylton, Harry Roy, Jack Payne, Jay Wilbur, Billy Cotton, Jack McDermott, Lew Stone, Fletcher Henderson, Roy Fox
etc., as orquestras tinham quase sempre cantores não fixos, como Al Bowlly, Vera Lynn, Elsie Carslile, Anne Shelton, Marjorie Kingsley, Rita Williams, Dan Donovan, Les Allen e uma estrela de quem tratarei em outro post, Frances Day, cuja vida de amores daria um belo filme, entre os seus casos teve Anthony Eden, futuro Primeiro Ministro, Eduardo VIII, futuro Rei e Lord Louis Mountbatten, primo do Rei e o ultimo Vice-Rei da India.
As orquestras tocavam em ambientes aonde era obirgatorio o traje a rigor, que era o padrão londrino para jantar nas classes altas, as orquestras tambem gravavam bastante e muitas delas eram contratadas da BBC.
As orquestras birtanicas eram bem diferentes das americanas, a musica sempre mais suave e menos estridente, o padrão londrino era especifico mas muitos musicos americanos tocavam na Inglaterra, alguns moraram lá por décadas mas o publico era inglês e a musica tinha um estilo inconfundivel, mesmo quando o compositor era americano, como a que Ray Noble toca no video abaixo, composição de Cole Porter.
A imagem que tenho do Carlos Lacerda ( estava cursando o ginásio à época) não é esta. Alguns simpatizantes falam de um político inteligente, culto e polêmico. O Roberto Freire não tem estas virtudes.
Que tal vc lançar como tema alguns políticos do passado, a começar pelo Lacerda ? Seria uma releitura para os que não conviveram com a mídia da época, e o tempo é a melhor maneira de ver o resultado de suas atuações ou pensamentos e contribuições
Qual foi o melhor presidente da república da história do Brasil?
Comentário
OS que deixaram sementes: Vargas, JK (em termos), Castello, Geisel (com ressalvas) e Collor (com ressalvas).
Das grandes oportunidades perdidas: Deodoro, Campos Salles, Jango, FHC.
Os irremediavelmente medíocres: uma leva na República Velha, Sarney.
Sobre Lula, ainda não há distanciamento histórico. Tem grandes feitos, como as políticas sociais. E grandes restrições, como a manutenção da política monetária do BC e a falta de visão estratégica.
E podem quebrar o pau porque vou ao boliche com minhas menininhas.
A “ditabranda” do Otavinho teve pelo menos um mérito: rompeu com o peso das idiossincrasias dele sobre a linha do jornal. A imprevisibilidade de suas ações, a falta de clareza sobre o que pretendia – ao contrário do pai -, o autoritarismo sem critérios, criou um constrangimento terrível sobre jornalistas e colunistas.
Os mais fracos cederam miseravelmente, tornaram-se repetitivos, óbvios, vergaram demais a coluna vertebral e se transformaram em sombra dos jornalistas que foram – especialmente depois que jornalistas mais críticos foram afastados, como foi o caso dos dois últimos ombudsmen. Os de personalidade não se vergaram, mas se retraíram. E é neles que a Folha irá buscar, agora, sua tentativa de redimir – ainda que parcialmente – o jornalismo e a pluralidade.
Abaixo, artigo do Jânio de Freitas sobre a recuperação da história e o papel de Fernando Henrique Cardoso em aumentar o prazo de sigilo dos documentos oficiais. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.