29/10/2009 - 13:51
Por Carlos
Sobra a Nova Luz, eu não sei, mas como li uma menção ao São Vito num dos comentários, vou pegar o gancho.
Quem anda pela cidade deve estar percebendo que estão construindo dezenas de novos “São Vitos” pelos bairros. São blocos com prédios de cerca de 25 andares, 4 apartamentos por andar. O que estão fazendo ali na Barra Funda é um absurdo. São condomínios com 3 ou 4 blocos mais ou menos nestas “medidas”; no meu bairro já estão em pé, aguardando acabamento, 2 blocos destes. São 200 apartamentos, 200 famílias amontoadas num espaço onde antes havia uma indústria.
Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Arquitetura, Cidades, Gestão
Tags: construção, Habitação, imóvel, infraestrutura
25/09/2009 - 14:00
Do Valor
Samantha Maia e Daniela D’Ambrósio, de São Paulo
Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. De acordo com a CEF, há projetos em análise o suficiente para cobrir a meta de 400 mil casas contratadas até o fim de 2009. Além das 60,8 mil casas com contratos já fechados, há uma carteira de 342 mil unidades sendo avaliadas pela Caixa.
Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Habitação, Políticas Sociais
Tags: Brasil, Habitação, minha casa, minha vida, Políticas Sociais, Valor
18/07/2009 - 07:30
Do Jornal Cash
Se o consumidor contrata um seguro de vida e morre, o saldo devedor do contrato de compra e venda de imóvel firmado pelo SFH fica automaticamente quitado, decide Justiça
GLEYSON PEREIRA
Ao contratar um seguro de vida, o consumidor deve prestar muita atenção às clausulas do contrato para não ter dor de cabeça na hora em que precisar da cobertura. A quitação do saldo do financiamento imobiliário pela apólice, em caso de morte do segurado, pode variar, dependendo do tipo de seguro contratado. É que alguns produtos prevêem o pagamento de somente algumas parcelas, enquanto outros quitam totalmente o saldo devedor. Há ainda regras que devem estar claras: um possível atraso no pagamento do prêmio (valor pago pelo segurado às empresas) pode invalidar a cobertura?
Os seguros de vida vinculados aos contratos imobiliários do SFH (Sistema Financeiro da Habitação) têm regras próprias, diferentemente dos contratos firmados nas instituições financeiras privadas. “Assim, a orientação é que o contrato seja lido na presença de advogado, como forma de vetar cláusulas confusas e obscuras”, afirma a advogada especialista em direito do seguro, Marli Niccioli. “Muitos mutuários do SFH nem sabem que pagam um seguro diluído nas próprias prestações do financiamento. Eles desconhecem o direito e, por isso, não reivindicam a indenização”, alerta.
“Embora o seguro contratado de forma obrigatória e diluído nas prestações dos financiamentos pelo SFH não prevê quitação do financiamento em caso de morte, a Justiça acena com esta possibilidade”, afirma o presidente da Cadmesp (Consultoria em Defesa dos Mutuários), Marcelo Donizetti.
De acordo com recente decisão da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça de São Paulo, se o usuário contrata o produto com cobertura de vida e morte e vem a falecer, o saldo devedor de contrato de compra e venda de imóvel fica automaticamente quitado, não devendo perder a cobertura securitária por causa de mero atraso no pagamento de prestação do prêmio de seguro. A decisão foi proferida em resposta ao recurso especial de espólio contra a Cohab-SP (Companhia Metropolitana de Habitação l de São Paulo).
continua
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Cash, Habitação, morte, seguro
07/06/2009 - 08:57
José Roberto Mendonça de Barros tem uma qualidade rara nos analistas econômicos, nesses tempos em que ou proliferaram cabeções ou fiscalistas de ideias fixas e com escassa capacidade de análise da realidade.
Na entrevista dada ao Estadão, ele destaca:
1. Possibilidade de recuperação da economia a partir do terceiro trimestre, voltando ao ritmo (modesto) de 3% ao ano, que será mantido no ano que vem. Com as quedas nos trimestres anteriores, PIB próximo a zero este ano.
2. Recuperação comandada pelo consumo e pelo setor habitacional. José Roberto detectou o grande entusiasmo do setor com os planos habitacionais anunciados.
3. Dá por encerrada a recessão brasileira, mas dependendo de fatores externos. E acredita que os mercados estão exagerando nas apostas de final da crise, principalmente devido ao brutal aumento do endividamento dos estados. Em caso de volta da crise, sozinha a China não segura a peteca.
Clique aqui
Há uma boa diferença entre os irmãos Mendonça de Barros. José Roberto é o analista, Luiz Carlos o operador. Como tal, a tendência do Luiz Carlos é sempre radicalizar tendências de curto prazo. Agora, está na ponta do mercado que aposta na marolinha.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: crise, Habitação, José Roberto Mendonça de Barros, PIB