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06/11/2009 - 07:58

A proposta brasileira para o câmbio

Por Roberto São Paulo/SP

Do Estadão

Brasil quer câmbio flutuante no G-20

Alvo maior da iniciativa é a China, que atrela moeda ao dólar

Andrei Netto, ENVIADO ESPECIAL, LONDRES, O Estado de S.Paulo, Sexta-Feira, 06 de Novembro de 2009

O governo brasileiro vai defender hoje, na reunião ministerial do G-20, na Escócia, um padrão único de gestão do câmbio por todas as maiores economias do mundo. Mais: pregará que o modelo escolhido seja o câmbio flutuante, adotado pelo País desde 1999. O objetivo é “homogeneizar” o fluxo global de moeda, evitando a sobrevalorização excessiva, da qual o real tem sido vítima nos últimos meses, se comparado com o dólar, o yuan e até o euro.

A iniciativa tem como alvo maior a China, que atrela a valorização da moeda ao dólar.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo Tags: , , , ,
10/09/2009 - 11:37

A irreversibilidade das políticas

Por alex

RECADO DO MANTEGA

“Brasil pode ser quinta economia do mundo na próxima década”, diz Mantega. Mas “se mudar, vai apanhar. Se alguém assumir e começar a mudar isso, não vai se aguentar no governo”.

Da BBC Brasil

MANTEGA diz: O Brasil mudou muito. Em cinco anos, o Brasil mudou mais do que em 30, 40 anos. Foi uma mudança acelerada do país com melhorias em todas as frentes. Será um governo inesquecível. Tirou o Brasil da condição de patinho feio. A crise da Argentina quase derrubou o Brasil em 2001. Não tínhamos reservas, tínhamos que ir de pires na mão pedir dinheiro. Então, o Brasil saiu de coadjuvante para protagonista, um país dinâmico, respeitável. Alguns diziam que era sorte, que estava tendo expansão da economia internacional. É verdade, soubemos aproveitar a economia internacional.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo Tags: , , , ,
12/07/2009 - 22:33

Choque de ideias na Fazenda

Atualizado

Por Alexandre Leite

Nassif, dê uma olhada nessa matéria:

Choque de ideias no Ministério da Fazenda

O repórter Ricardo Allan, do Correio Braziliense nos brinda com um bom e honesto debate sobre as políticas públicas desenvolvidas pelo ministério da Fazenda, a partir da posse do ministro Guido Mantega. Digo honesto, pois dá voz a todos os lados envolvidos e sem tentar ditar uma linha ideológica própria, deixa para o leitor a oportunidade de chegar às suas próprias conclusões. Jornalismo da melhor qualidade. Como leitor, destaco a afirmação do secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa, segundo a qual, “se é para os técnicos ditarem os rumos da política econômica, para que haver eleição?”

[...] Um deles (técnico do ministério) elogia a formação econômica de Nelson Barbosa, mas se queixa do nível geral da cúpula da Fazenda. “Essa equipe é a mais fraca que já vi aqui. O debate está muito pobre. Não adianta nem tentar argumentar. O pacote já vem pronto e a gente só fica sabendo no dia do anúncio. Antes, tínhamos um papel na formulação das medidas. Ninguém reclama abertamente para não ser perseguido”, revela.

[...]“Falar em interdição de debate hoje é brincadeira. O que eles chamam de debate interditado eu chamo de resultado democrático das eleições. O Brasil escolheu uma orientação e isso se traduz nas ações do ministério. Os funcionários da casa devem seguir as diretrizes do governo. Podem obviamente opinar, contribuir e divergir, mas no fim do dia vale a opinião do governo eleito”, rebate o secretário de Política Econômica, Nelson Barbosa. Na visão dele, alguns funcionários estão desacostumados com a alternância de poder que deu fim ao “pensamento único” dominante na Fazenda por mais de uma década. “Se é para os técnicos ditarem os rumos da política econômica, para que haver eleição?” [...]

http://www.aleporto.com.br/blog.php?tema=6&post=1933

Comentário

Coisa de meus amigos paulistas. No Plano Cruzado houve a mesma coisa. Abriram mão de técnicos competentíssimos porque julgavam que eram alinhados com o governo anterior. Não entenderam que funcionário público é profissional, ainda mais em áreas de excelência, como a Fazenda. Havendo ideias e ordens claras, eles cumprem.

O Guido Mantega vai ter que acordar. Não dá para tocar projetos complexos tendo apenas dois oficiais (ainda que de alto nível): o Nelson Barbosa e o Nelson Machado.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , ,
08/04/2009 - 11:05

Um Ministro em off

Estou tentando há três semanas conversar com o Ministro da Fazenda Guido Mantega. Impossível! O assessor de imprensa Ramiro Alves sequer dá retorno aos telefonemas. Em toda ligação, alega-se que está em reunião, que não pode atender ligações (não o Ministro, mas o assessor de imprensa) e fica-se por isso mesmo.

Os demais assessores são educados, mas não tem poder de marcar conversas. Passam o celular de Ramiro. Mas as ligações caem invariavelmente na caixa postal. E não adianta deixar recados, porque jamais serão respondidos. E não adianta tentar o Ricardo Morais -, porque é mais difícil de encontrar que o Obama.

E nem adianta achar que é questão pessoal. Esse tratamento é democraticamente estendido a toda imprensa. Me informam que é imensa a lista de telefonemas de jornalistas não respondidos pelo assessor.

Se, especialmente em momentos de crise, a palavra e os esclarecimentos do Ministro da Fazenda são elementos relevantes de articulação das expectativas, o assessor de imprensa deveria ter a mesma dimensão de um Secretário da Fazenda.

Mantega não se deu conta que, depois do Ministro, a comunicação social de um Ministério é o ponto mais visível para a formação da imagem de toda a equipe.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: ,
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