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	<title>Luis Nassif &#187; Gaza</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Levantando o véu de Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/07/15/levantando-o-veu-de-gaza/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 13:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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		<description><![CDATA[ Por Rafael
Nassif, olha essa reportagem do El País sobre a última guerra em Gaza, com depoimentos de combatentes israelenses. Chocante como a escuridão é mais persistente que a luz.

Clique aqui.



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><a class="row-title" title="Editar comentário" href="comment.php?action=editcomment&amp;c=696845"> Por Rafael</a></strong></h2>
<p>Nassif, olha essa reportagem do El País sobre a última guerra em Gaza, com depoimentos de combatentes israelenses. Chocante como a escuridão é mais persistente que a luz.</p>
<p><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/habia/inocentes/Gaza/elpepuint/20090715elpepuint_6/Tes" target="_blank">Clique aqui.<br />
</a></p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/habia/inocentes/Gaza/elpepuint/20090715elpepuint_6/Tes"><br />
</a></p>
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		<title>Os Médicos sem Fronteira e Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/06/os-medicos-sem-fronteira-e-gaza/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/06/os-medicos-sem-fronteira-e-gaza/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 15:55:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Médicos Sem Fronteira]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Soledad Larraz
Nassif,

Abaixo, informativo do MSF - Médicos sem Fronteiras de 03/02/09
Cicatrizes físicas e psicológicas em Gaza
Os tratamentos médicos continuam, mas a população da Faixa de Gaza pede também ajuda social e psicológica

03/02/2009- Cerca de 20 feridos foram operados dentro das instalações de Médicos Sem Fronteiras (MSF), na Cidade de Gaza, desde o início da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Soledad Larraz</h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Abaixo, informativo do MSF &#8211; Médicos sem Fronteiras de 03/02/09</p>
<h3><a href="http://www.msf.org" target="_blank">Cicatrizes físicas e psicológicas em Gaza</a></h3>
<p>Os tratamentos médicos continuam, mas a população da Faixa de Gaza pede também ajuda social e psicológica</p>
<p>03/02/2009- Cerca de 20 feridos foram operados dentro das instalações de Médicos Sem Fronteiras (MSF), na Cidade de Gaza, desde o início da semana até agora. Metade dos pacientes tem menos de 15 anos de idade, incluindo sete crianças com menos de cinco anos. A equipe médica tem feito a remoção de tecidos infectados ou mortos, enxertos de pele e remoção de fixadores externos. Curativos para queimaduras graves também precisam ser feitos pelo departamento cirúrgico.</p>
<p>Informando os feridos sobre as cirurgias secundárias e específicas, espera-se que mais pacientes cheguem ao longo dos próximos dias e semanas. As extensas avaliações de MSF na Faixa de Gaza indicaram uma necessidade significativa de cirurgias específicas e secundárias para pacientes machucados, durante as três primeiras semanas de janeiro. MSF identifica pacientes através de equipes que vão de porta em porta nas àreas mais afetadas pelo conflito, ou através dos profissionais médicos das clínicas. Os hospitais palestinos também referem pacientes para as instalações de MSF, e pronunciamentos de rádio estão sendo realizados, informando a população sobre o tratamento cirúrgico disponível.<span id="more-28491"></span><br />
Aumentou o número de pacientes que necessitam de tratamento pós-operatório</p>
<p>Mais de 100 curativos e sessões de fisioterapia para tratamento pós-operatório foram realizados na clínica de MSF, na Cidade de Gaza, só no dia 29 de janeiro.Sempre existiu esse grande número de feridos precisando deste tipo de atendimento médico na Faixa de Gaza, mas o número tem aumentado desde a operação militar israelense.</p>
<p>A clínica de Gaza, outra clínica de MSF, localizada no sul da Cidade de Gaza, em Khan-Yunis, junto com mais três equipes móveis, costumava tratar uma média de 240 pacientes por mês. Agora, a triagem para novas admissões foi organizada e os mais levemente feridos são levados para os centros de tratamento de saúde primários, abrindo espaço para os mais recentes feridos pela guerra.Uma terceira clínica para atendimento pós-operatório deve ser aberta ao norte da Faixa de Gaza para dar assistência aos pacientes do leste, das cidades de Jabalia, Beit hanoun and Beit Lahiya.</p>
<p>Os efeitos psicológicos da exposição à uma situação de grande insegurança</p>
<p>Todos foram expostos e não haviam lugares seguros nem possibilidades de escapar.</p>
<p>&#8220;É muito cedo para avaliar o impacto psicológico dos últimos bombardeios e conflitos.No momento, os efeitos psicológicos são normais se considerado o período de intensa insegurança ao qual eles foram submetidos&#8221;, declarou Angels Mairal,coordenador de programas psico-sociais de MSF, iniciados em 2000.</p>
<p>&#8220;Pesadelos, insônia,perda de peso, irritabilidade, pouca concentração,hiper vigilância ou sinais psicossomáticos como dores de cabeça e de estômago, ocorrem com frequência após períodos de grande estresse. Se persistirem por mais de um mês, eles podem ser considerados como sintomas de doença do estresse pós-traumático ou de outra doença psicológica. O tratamento psicológico é necessário para evitar que essas reações se tornem sintomas.&#8221;</p>
<p>Uma psquiatra se juntou à equipe de dois psicológos clínicos da Faixa de Gaza. Enquanto continuam as pequenas terapias para os pacientes regulares, que duram entre dois ou três meses, eles vão se focar,através de discussões em grupo, nas necessidade das equipes de emergência, que foram particularmente expostas nas últimas semanas.</p>
<p>Até mesmo na região de West Bank, os psicólogos de MSF tem observado uma deterioração em seus pacientes.</p>
<p>Não teve nenhum pedido, durante as semanas mais recentes, para tratamento psicológico dos 36 pacientes que faziam parte do programa.</p>
<p>&#8221; Tudo o que eles pensavam era sobre como sobreviver&#8221;, explicou Angels. &#8220;A população estava procurando por conselhos práticos, por exemplo, onde era o lugar mais seguro da casa para as crianças. A próxima prioridade era suprir as necessidades básicas, como encontrar um novo lugar se a casa deles tivesse sido destruída.&#8221;</p>
<p>Os assistentes socias ajudam os pacientes, no programa psicológico, a encontrar algum suporte através de referências à organizações que dão assistência social.</p>
<p>O psicólogo de MSF confirma, como sempre, que as crianças são as mais vulneráveis.</p>
<p>&#8221; O efeito da violência e do estresse nas crianças é dobrado&#8221;, diz Angels. &#8220;Como todas as outras pessoas, elas são afetadas diretamente, mas elas também sofrem com a incapacidade dos pais afetados de assisti-los da forma como eles precisam. Eles encaram dificuldades maiores, mas os pais estão menos aptos do que antes para assumir o papel deles para com os filhos.&#8221;</p>
<p>Mesmo quando não é um período de intensa violência, a situação política e econômica torna difícil para os pais fornecerem aos seus fihos a sensação de segurança.&#8221;</p>
<p>A atual equipe cirúrgica de MSF consiste em 25 profissionais, incluindo três cirurgiões,uma enfermeira cirúrgica, seis enfermeiras, e 13 profissionais de apoio. A equipe inteira de MSF em Gaza é composta por 96 palestinos e 14 profisionais internacionais.</p>
<p>Informativo do MSF<br />
http://www.msf.org</p>
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		<title>Na rua, pode</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/05/na-rua-pode/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 22:34:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crimes de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tiago de Jesus
A correção é importante: a escola da ONU não era um alvo deliberado do exército de Israel. Mas não há como negar que os mais de 40 alunos mortos foram alvejados durante os confrontos Gaza, e saber as circunstâncias em que isto aconteceu me parece fundamental. Abaixo, uma reportagem da AP sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Tiago de Jesus</h2>
<p>A correção é importante: a escola da ONU não era um alvo deliberado do exército de Israel. Mas não há como negar que os mais de 40 alunos mortos foram alvejados durante os confrontos Gaza, e saber as circunstâncias em que isto aconteceu me parece fundamental. Abaixo, uma reportagem da AP sobre a história: <a href="http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5hodesGxL8KO-Dib-ugYBmPbTyqeAD964P84O0" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>A matéria narra as manobras feitas por Israel para descaracterizar os crimes. Confirma a morte das 42 pessoas perto da escola, o episódio de confinar 110 civis em um armazém e executar 30, o uso de fósforo branco. E os argumentos do Exército israelense, sempre alegando que visava soldados do Hamas e não civis.</p>
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		<title>O caso da escola da ONU</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 19:22:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enviado por: joseph
Traduzido por Ian
Nassif ,

seria interessante que os participantes ,jornalistas,blogueiros ,que tanto acusaram Israel,começassem a rever seus conceitos.

It would be interesting that debaters, journalists, bloggers who accused Israel so much started to review their ideas.

The United Nations has reversed its stance on one of the most contentious and bloody incidents of the recent Israel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Enviado por: joseph</h2>
<h3>Traduzido por Ian</h3>
<p>Nassif ,</p>
<p>seria interessante que os participantes ,jornalistas,blogueiros ,que tanto acusaram Israel,começassem a rever seus conceitos.<span id="more-28321"></span></p>
<p>It would be interesting that debaters, journalists, bloggers who accused Israel so much started to review their ideas.</p>
<p>The United Nations has reversed its stance on one of the most contentious and bloody incidents of the recent Israel Defense Forces operation in Gaza, saying that an IDF mortar strike that killed 43 people on January 6 did not hit one of the United Nations Relief and Works Agency schools after all.<br />
A ONU reverteu sua posicao em um dos mais contenciosos e sangrentos incidentes da operacao das forcas de defesa de Israel (IDF) em Gaza, e diz que um ataque israeli que matou 43 pessoas em 6 de janeiro nao acertou uma das escolas da UNRW no final das contas.</p>
<p>It seems that the UN has been under pressure to put the record straight after doubts arose that the school had actually been targeted. Maxwell Gaylord, the UN humanitarian coordinator in Jerusalem, said Monday that the IDF mortar shells fell in the street near the compound, and not on the compound itself.<br />
Parece que a UN tem estado sob pressao pra colocar em pratos limpos a historia, depois de duvidas se a escola tinha sido ou nao alvo. Maxwell Gaylord, coordenador humanitario (sic) da UN em Jersualem, disse segunda feira que as bombas do IDF cairam perto da escola e nao na escola em si.</p>
<p>Gaylord said that the UN &#8220;would like to clarify that the shelling and all of the fatalities took place outside and not inside the school.&#8221;<br />
Gaylord disse que a UN &#8220;gostaria de esclarecer que o tiroteio e todas as fatalidades aconteceram fora e nao dentro da escola&#8221;.</p>
<p>UNRWA, an agency whose sole purpose is to work with Palestinian refugees, said in response Tuesday that it had maintained from the day of attack that the wounded were outside of the school compound. UNRWA said that the source of the mistake in recent weeks had originated with a separate branch of the United Nations.<br />
UNRWA, agencia cujo unoco proposito eh trabalhar com refugiados palestinos, disse em resposta na terca feira que mantinha desde o dia do ataque que os feridos estavam fora dos edificios da escola. UNRWA disse que a fonte do erro em semanas recentes se originou (sic) de uma agencia separada da UN.</p>
<p>Senior IDF officials had previously expressed skepticism that the school had been struck, saying that two mortar shells could not kill 43 people and wound dozens more.<br />
O alto escalao havia previamente expressado descrenca que a escola tinha sido atingida, e disse que duas bombas nao poderiam matar 43 pessoas e ferir dezenas mais.</p>
<p>Questions about the veracity of the claims that the school had been hit by the IDF were also raised last week by the Canadian newspaper The Globe and Mail. The newspaper said that a teacher in the UNRWA compound at the time of the strike &#8220;was adamant&#8221; that no people had been killed inside the compound.<br />
Duvidas a respeito da veracidade das afirmacoes que a escola tinha sido alvo da IDF tambem foram levantadas pelo jornal canadenses The Globe and Mail. O jornal disse que um professor na no UNRWA (eh o conjunto de escolas sendo discutido) na hora do ataque foi &#8220;insistente&#8221; a respeito de nao haver mortos la dentro.</p>
<p>The newspaper quoted the teacher as saying that, &#8220;I could see some of the people had been injured… But when I got outside, it was crazy hell. There were bodies everywhere, people dead, injured, flesh everywhere.&#8221;<br />
O jornal aspeou o professor: &#8220;Eu pude ver algumas das pessoas feridas… mas quando fui la fora, era um inferno doido. Haviam corpos pra todo lado, mortos, carne pra todo lado&#8221;.</p>
<p>The newspaper said that the teacher had been told by the UN not to speak to the media. &#8220;Three of my students were killed,&#8221; he said. &#8220;But they were all outside.&#8221;<br />
O jornal disse que a UN pediu ao professor pra nao conversar com a media. &#8220;Tres dos meus estudantes foram mortos&#8221;, ele disse. &#8220;Mas eles estavam la fora&#8221;.</p>
<h2>Por Luiz Lima</h2>
<p>Caro Nassif,</p>
<p>sugiro postar a ligação para um bom ensaio (são três páginas, e vale muito a pena ir até o final) do Prof. Vladimir Safatle, para o qual bem chamou a atenção o Idelber Avelar: <a href="http://p.php.uol.com.br/tropico/html/textos/3051,1.shl" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Israel e a divisão entre os pacifistas</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/25/israel-e-a-divisao-entre-os-pacifistas/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/25/israel-e-a-divisao-entre-os-pacifistas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 12:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma boa matéria de Marcelo Ninio, enviado especial da Folha a Israel, descrevendo o racha entre Gideon Levy, o jornalista que se projetou mundialmente como símbolo do humanismo – afinal, combateu o massacre de Gaza atuando em Israel – e o escritor A. B. Yehoshua, pacifista que defendeu a guerra.
Ofensiva militar divide opiniões na esquerda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa matéria de Marcelo Ninio, enviado especial da Folha a Israel, descrevendo o racha entre Gideon Levy, o jornalista que se projetou mundialmente como símbolo do humanismo – afinal, combateu o massacre de Gaza atuando em Israel – e o escritor A. B. Yehoshua, pacifista que defendeu a guerra.</p>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/07591216720102939856/BDQqXSgoQ5_Kf7vAj" target="_blank">Ofensiva militar divide opiniões na esquerda israelense</a></h3>
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		<item>
		<title>A cooperação internacional</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/21/a-cooperacao-internacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 18:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crimes de guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Zequinha
Tribunal belga pede prisão de Livni na chegada a Bruxelas. (Folha Online)

Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, poderá ser presa durante encontro da UE em Bruxelas na tarde desta quarta-feira

Um tribunal da Bélgica pediu nesta quarta-feira que a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, seja presa ao chegar a Bruxelas, na tarde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Zequinha</h2>
<p>Tribunal belga pede prisão de Livni na chegada a Bruxelas. (Folha Online)</p>
<p>Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, poderá ser presa durante encontro da UE em Bruxelas na tarde desta quarta-feira</p>
<p>Um tribunal da Bélgica pediu nesta quarta-feira que a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni, seja presa ao chegar a Bruxelas, na tarde desta quarta-feira, informou o site do jornal israelense “Haaretz”. O motivo da prisão seriam os supostos crimes de guerra cometidos por seu Estado durante a ofensiva na faixa de Gaza, que terminou domingo (18).<span id="more-26051"></span></p>
<p>“As queixas foram apresentadas ao tribunal por parentes, de nacionalidade belga ou francesa, de pessoas que teriam sido feridas ou mortas em Gaza, pedindo a prisão de Livni por crimes de guerra”, informa o jornal. (…)</p>
<p>“A Justiça da Bélgica não permite a prisão de um oficial estrangeiro, de acordo com o estatuto. Mas o assunto poderia trazer embaraços com Israel e poderia representar a primeira ação pró-palestinos ao redor do mundo”, afirma o “Haaretz”.</p>
<p>De acordo com a publicação, ativistas israelenses tem criado sites detalhando supostos crimes de guerra cometidos por oficiais do governo e as Forças Israelenses de Defesa. “Nenhuma organização de direitos humanos assume a autoria do site e os fundadores se recusam a dar os nomes”, informa o “Haaretz”.</p>
<p>O site Wanted, inclui ordens de prisão com fotos e informações de Livni, do ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, do primeiro-ministro, Ehud Olmert e do chefe da IDF (Forças Armadas Israelenses), Gabi Ashkenazi, entre outros membros do governo.</p>
<p>1. <a rel="nofollow" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492756.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u492756.shtml</a><br />
2. <a rel="nofollow" href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/1057351.html">http://www.haaretz.com/hasen/spages/1057351.html</a><br />
3. <a rel="nofollow" href="http://www.wanted.org.il/">http://www.wanted.org.il/</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crimes de guerra</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/19/crimes-de-guerra/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/19/crimes-de-guerra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 22:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[fósforo]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Agência EFE, no Terra
Israel reconhece uso de armas proibidas em Gaza, diz jornal


19 de janeiro de 2009 • 18h08 • atualizado em 19 de janeiro de 2009 às 18h45

Pela primeira vez desde o início da operação militar israelense em Gaza, e após as reiteradas queixas de organizações de direitos humanos, fontes militares reconheceram nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Agência EFE, no Terra</h2>
<p><a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3458886-EI308,00-Israel+reconhece+uso+de+armas+proibidas+em+Gaza+diz+jornal.html" target="_blank">Israel reconhece uso de armas proibidas em Gaza, diz jornal<br />
</a></p>
<p>19 de janeiro de 2009 • 18h08 • atualizado em 19 de janeiro de 2009 às 18h45</p>
<p>Pela primeira vez desde o início da operação militar israelense em Gaza, e após as reiteradas queixas de organizações de direitos humanos, fontes militares reconheceram nesta segunda-feira a um jornal israelense que foi utilizada bombas de fósforo branco na região palestina.</p>
<p>A edição eletrônica do Maariv informa que o Ministério da Defesa informou que está realizando uma investigação conjunta com o Comando Sul do Exército e a Promotoria militar para estudar como foi utilizada essa munição durante a ofensiva na Faixa de Gaza.</p>
<p>Durante e depois desta intervenção, palestinos e organizações humanitárias denunciaram que Israel tinha usado bombas de fósforo branco em áreas povoadas da faixa palestina.</p>
<p>A organização Anistia Internacional a partir de sua sede em Londres revelou hoje em comunicado que tem em seu poder provas sólidas de que Israel utilizou estas bombas, cujo uso está proibido em zonas povoadas segundo os convenções internacionais.</p>
<p>O Exército israelense, acrescenta o jornal, abriu uma investigação, após a denúncia desta organização, e sustenta que empregou projéteis de artilharia com fósforo para criar cortinas de fumaça, e que seu conteúdo são telas impregnadas com essa substância.</p>
<p>As organizações de direitos humanos denunciaram que o fósforo disparado sobre Gaza se espalhou em muitos casos já no solo e não no ar, como sustentam as Forças Armadas.</p>
<p>O Ministério da Defesa de Israel reconheceu a utilização de munição de fósforo, embora esclareça que seu uso foi legal.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O mapa do inferno</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/19/o-mapa-do-inferno/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/19/o-mapa-do-inferno/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 17:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25831]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Henrique Marques Porto
Nassif,

Um primeiro grupo de jornalistas entrou em Gaza depois do cessar-fogo e do início da retirada de parte das tropas de Israel. Descrevem o cenário como “desolador”. Muita destruição, milhares de desabrigados, corpos empilhados nas ruas ou ainda sob escombros. O depoimento de um palestino vale mais do que muitas análises: “-A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Henrique Marques Porto</span></strong></h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Um primeiro grupo de jornalistas entrou em Gaza depois do cessar-fogo e do início da retirada de parte das tropas de Israel. Descrevem o cenário como “desolador”. Muita destruição, milhares de desabrigados, corpos empilhados nas ruas ou ainda sob escombros. O depoimento de um palestino vale mais do que muitas análises: “-A guerra foi contra nós, o povo. O que aconteceu com o Hamas? Nada!”</p>
<p><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Tienen/pasar/muchos/funerales/reconstruir/Gaza/elpepuint/20090119elpepuint_6/Tes" target="_blank">Clique aqui.<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os carniceiros de Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/o-medico-que-salva/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/o-medico-que-salva/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 21:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25642]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Aline Linhares
Olmert acabou de anunciar um cessar-fogo unilateral incluindo considerações de preocupação com civis palestinos. É muito cinismo.

Assisti pela CNN que, ontem à noite, num famoso programa ao vivo de uma TV israelense, durante uma entrevista por telefone com um famoso médico palestino, Dr. Abul (?), por quem os israelenses sempre tiveram grande simpatia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Aline Linhares</span></strong></h2>
<p>Olmert acabou de anunciar um cessar-fogo unilateral incluindo considerações de preocupação com civis palestinos. É muito cinismo.</p>
<p>Assisti pela CNN que, ontem à noite, num famoso programa ao vivo de uma TV israelense, durante uma entrevista por telefone com um famoso médico palestino, Dr. Abul (?), por quem os israelenses sempre tiveram grande simpatia e admiração, houve um ataque israelense à sua equipe médica, que acabou sendo transmitida inesperadamente, e todo o desespero do Dr. Abul foi ao ar.</p>
<p>Parece que houve um grande impacto na percepção do povo israelense.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>O ataque foi à sua casa e matou três de suas filhas.</p>
<p>Aqui, um trecho da reportagem, com legendas em espanhol. O âncora tenta consolar o médico dizendo que talvez o Exército israelense possa ajudá-lo. É incrível! O médico pergunta, aos prantos, quem deu a ordem que matou sua família e qual o motivo.</p>
<p>Assassinos!<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hnaXLsQnERo&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/hnaXLsQnERo&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O (eterno) milagre do nascimento</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/do-milagre-do-nascimento/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/do-milagre-do-nascimento/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 14:30:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25571]]></guid>
		<description><![CDATA[Da Folha
Nascimento de minha filha é luz no escuro
FARES AKRAM
DO "INDEPENDENT", EM GAZA

A quinta-feira foi o mais sangrento e violento dos dias na Cidade de Gaza. Mas mesmo em meio ao sangue derramado e ao caos que nos cerca, estamos repletos de alegria.

Doze dias depois de meu pai ser morto por um ataque aéreo israelense, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3>Nascimento de minha filha é luz no escuro</h3>
<p>FARES AKRAM<br />
DO &#8220;INDEPENDENT&#8221;, EM GAZA</p>
<p>A quinta-feira foi o mais sangrento e violento dos dias na Cidade de Gaza. Mas mesmo em meio ao sangue derramado e ao caos que nos cerca, estamos repletos de alegria.</p>
<p>Doze dias depois de meu pai ser morto por um ataque aéreo israelense, nasceu nossa primeira filha, com 3,8 quilos e ótima saúde. Mal pude acreditar nos meus olhos, quando a vi pela primeira vez.</p>
<p>Na noite de quarta-feira, enquanto Alaa estava em trabalho de parto, houve alguns sinais de esperança quanto ao final do conflito. &#8220;Talvez nosso bebê e a paz cheguem juntos&#8221;, pensei.</p>
<p>Mas, durante a noite, os israelenses reforçaram seus ataques, dirigidos a uma área da cidade conhecida como Tel al Hawa, que definitivamente não é um baluarte do Hamas.</p>
<p>Alaa estava muito assustada diante da perspectiva do parto e, para tornar a situação ainda mais apavorante, o bombardeio era audível quando entramos no táxi que nos levou ao hospital Shifa.</p>
<p>Eu sabia que o parto demoraria muito tempo; os médicos tiveram de induzi-lo. Por isso, fui até a entrada do hospital, onde as ambulâncias continuavam a chegar. Vi oito feridos removidos de um caminhão de bombeiros; os feridos eram todos trabalhadores da defesa civil, identificados por casacos fluorescentes. Era uma visão terrível. A maioria dos feridos tinha as pernas decepadas abaixo do joelho e apresentava cortes severos por estilhaços.</p>
<p>Na ala de emergência do hospital Shifa, as ambulâncias chegavam sem parar. A maioria das vítimas pareciam ser mulheres, meninas e crianças, entre as quais um bebê muito pequeno envolto em cobertores brancos. Todos os dias foram ruins, desde que a guerra começou, mas aquele era o pior.</p>
<p>Fomos removidos de nossa casa no começo desta semana, e em seguida o apartamento foi seriamente danificado por explosões. Já não sinto que estejamos seguros nem no hospital.</p>
<p>Só espero que o nascimento de Somaya venha acompanhado pelo final da violência e da matança. Para nossa família, se não para o resto de Gaza, o nascimento dela é como uma luz brilhando no escuro.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Como diz Shimon Peres, Israel cuida melhor de suas crianças.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Assassinatos em massa</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/assassinato-em-massa/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/17/assassinato-em-massa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 11:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25531]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Claudia
Nassif

Uma TV israelense transmitiu ao vivo o desespero de um médico palestino, Dr. Abu El-Aish, pacifista que trabalhou em Israel e acabara de ter sua casa bombardeada. Era comum sua participação pelo telefone contando a situação em Gaza. Suas três filhas morreram e outras duas foram feridas.

Clique aqui.


O vídeo está no you tube, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Claudia</h2>
<p>Nassif</p>
<p>Uma TV israelense transmitiu ao vivo o desespero de um médico palestino, Dr. Abu El-Aish, pacifista que trabalhou em Israel e acabara de ter sua casa bombardeada. Era comum sua participação pelo telefone contando a situação em Gaza. Suas três filhas morreram e outras duas foram feridas.</p>
<p><a href="http://www.reuters.com/article/newsOne/idUSTRE50F6ML20090116?rpc=64" target="_blank">Clique aqui.<br />
</a></p>
<p>O vídeo está no you tube, em hebraico com legendas em inglês:<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OLUJ4fF2HN4&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/OLUJ4fF2HN4&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p><span id="more-25531"></span></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Sofia</span></strong></h2>
<h2><strong></strong></h2>
<p>O nível de crueldade já passou todo e qualquer limite à chacina promovida pelos governantes de Israel.</p>
<p>Uma guerra é promovida por uma única pessoa que ordena e amedronta. Por conivência os demais seguem por falta de coragem de dizer não.</p>
<p>Ataques a localidades onde 700 refugiados estavam, levaram oficiais da ONU correrem para salvar sacos de alimentos em meio às chamas, ataques a antenas de transmissão de mídias, pacientes em hospitais forçados a saírem em fuga de ataques a estes prédios!, denúncia de que os soldados estão usando armas proibidas, fazendo ataques indiscriminados demonstram desespero: não adianta ter armas poderosas contra pessoas apaixonadas pela defesa de sua vida e autonomia, dignidade.</p>
<p>É isto que Israel não está entendendo: o povo de Gaza vai morrer por dignidade e autonomia. Uma cultura inteira vai se estinguir lutando para dizer que se reconhece como cultura, que não aceita ser outra coisa que não ela mesma. Está sendo negado o direito de existir.</p>
<p>Aliás, historicamente, nenhuma luta em que alguém tinha uma idéia e o outro um sentimento de ódio contra esta idéia, fez florescer algo mais do que violência profunda.</p>
<p>A ação da comunidade internacional é quase inócua porque, equivocadamente, todos estão se mobilizando para defender Gaza como país, território, localidade: “genocídio, crime de guerra” etc. quando na realidade a mobilização deveria ser por Autonomia humana, Dignidade Humana, Respeito Humano. Esta questão toca a toda a humanidade como tal.</p>
<p>Cada vez que se mata uma cultura, toda a humanidade fica mais pobre.</p>
<p>A questão em Israel e Gaza é que Israel foi tomada por governantes ignorantes do profundo significado de vida e civilização e, com isto, pretenderam criar uma nova lógica de entender o significado da palavra civilização. Como se trata de uma lógica invertida da própria vida, o que estes governantes conseguiram foi levar Israel como povo e país à criação de bactérias e vírus dentro de uma sociedade mundial de fraternos, que deveriam buscar meios de conviver dentro de um mesmo espaço. Assim como Gandhi mencionou: os judeus deveriam ficar felizes por terem um lugar para se referenciar e ao mesmo tempo outra para dizer que nasceram ali. Assim, aos que tivessem nascido na França seriam também franceses.<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.kamat.com/mmgandhi/mideast.htm">http://www.kamat.com/mmgandhi/mideast.htm</a></p>
<p>Esta idéia de posse, de que tudo é mercado e pode ou ser comprado ou vendido, é abominável e deve ser extinta. E isto somente vai ocorrer quando cada um de nós disser não à Barbárie.<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/outrage-as-israel-bombs-un-1380407.html">http://www.independent.co.uk/news/world/middle-east/outrage-as-israel-bombs-un-1380407.html</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.boston.com/bigpicture/">http://www.boston.com/bigpicture/</a><br />
<a rel="nofollow" href="http://www.informationclearinghouse.info/article21778.htm">http://www.informationclearinghouse.info/article21778.htm</a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Andre Araujo</span></strong></h2>
<p>Um acordo assinado ontem em Washington entre as Chanceleres dos EUA e de Israel, Condy e Tpizi, poderá levar ao cessar fogo unilateral em Gaza. A base do acordo é o controle conjunto do contrabando de armas para o Hamas na fronteira egipcia, o que causou o grande drama do conflito, a morte de dez israelenses.</p>
<p>Quanto à morte de 1.1.50 palestinos e à existencia de 5.000 feridos, nada foi mencionado no acordo, tampouco como remover os entulhos do que restou de Gaza.</p>
<p>Por outro lado está havendo um grande debate em Israel sobre os gastos da ofensiva de Gaza, algo como 700 milhões de dolares, o que está irritando particularmente a opinião publica israelense. Gastar tanto no meio de uma crise mundial merece justificadas criticas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem limites</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/sem-limites-2/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/sem-limites-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 18:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[massacre]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25382]]></guid>
		<description><![CDATA[Do Último Segundo
Israel diz ter respondido a tiros disparados do prédio da ONU
15/01 - 13:44 - AFP

TEL AVIV - O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert afirmou que Israel havia bombardeado nesta quinta-feira um prédio da agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (Unrwa) em Gaza em resposta a tiros disparados desse complexo.

"Não queremos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Último Segundo</h2>
<p><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/01/15/israel+diz+ter+respondido+a+tiros+disparados+do+predio+da+onu+3386116.html" target="_blank">Israel diz ter respondido a tiros disparados do prédio da ONU</a><br />
15/01 &#8211; 13:44 &#8211; AFP</p>
<p>TEL AVIV &#8211; O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert afirmou que Israel havia bombardeado nesta quinta-feira um prédio da agência da ONU para a ajuda aos refugiados palestinos (Unrwa) em Gaza em resposta a tiros disparados desse complexo.</p>
<p>&#8220;Não queremos que incidentes desse tipo aconteçam e lamento. Mas o Hamas atirou a partir de uma dependência da UNRWA&#8221;, declarou Olmert, durante um encontro com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em viagem pela região, como parte das discussões para um cessar-fogo na Faixa de Gaza.</p>
<p>O ataque ao prédio da ONU, fortemente criticado, destruiu a ajuda humanitária que tinha entrado na Faixa de Gaza nos últimos dias, após os depósitos das Nações Unidas onde o auxílio estava armazenado serem atingidos pelos bombardeios israelenses.<span id="more-25382"></span></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por arkx</span></strong></h2>
<p>com a divisão na cúpula militar israelense (http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055476.html) bombardeio do prédio da ONU é sinal de perda de unidade e ódio desesperado (como já aconteceu no sul do Líbano contra o Hezbollah).</p>
<p>para acabar com o Hamas, Israel vai ter que botar os reservistas para realizar buscas de casa em casa, de prédio em prédio, de escombros em escombros.</p>
<p>ninguém sabe ao certo o que está acontecendo em Gaza (militarmente, pois o genocídio é cada vez mais unanimidade internacional &#8211; neste ponto Israel está sofrendo sua mais dura derrota).</p>
<p>onde estão os resultados? os militantes do Hamas presos ou executados?</p>
<p>Israel alega ter matado membros do alto comando do Hamas (<a href="http://www.debka.com/headline.php?hid=5856" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p>outras fontes fornecem outra versão:</p>
<p>e Obama? tomará posse em meio a continuidade da extermínio em Gaza?</p>
<h2><strong><span class="row-title"> Por João Saboia Jr</span></strong></h2>
<p>Leiam no Haaretz  (<a href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/1055574.html" target="_blank">clique aqui</a>), jornal israelense, o relato do reporter Gideon Davi:</p>
<p>“Os combates em Gaza é uma “guerra de luxo”. Em comparação com as anteriores guerras, é uma brincadeira de criança &#8211; pilotos bombardeamento livremen, praticando, soldados em veículos blindados tanques e artilharia bombardeamentos civis em suas casas, tropas de engenharia protegidas por veículos destruindo ruas sem enfrentar grave oposição. Um grande, amplo exército está lutando contra uma população indefesa e fraca, organização esfarrapada que tem fugido do conflito, e é apenas a colocação de uma luta. Tudo isto deve ser dito abertamente, antes exultarmos do no nosso heroísmo e vitória…</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>77</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As crianças de Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/as-criancas-de-gaza/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/15/as-criancas-de-gaza/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 16:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Palestina]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25371]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Marcos
Um documentário que vocês nunca verão em uma TV Brasileira, seja ela pública, privada ou mesmo em canais da TV paga especializada em documentários: clique aqui. Blog Biscoito Fino e a Massa.

Prestem atenção na revolta da menina palestina (por volta de 1 h 09 min )
Comentário
Copiei alguns minutos do documentário e coloquei na Comunidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcos</h2>
<p>Um documentário que vocês nunca verão em uma TV Brasileira, seja ela pública, privada ou mesmo em canais da TV paga especializada em documentários: <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2009/01/vozes_da_maioria_silenciada.php" target="_blank">clique aqui</a>. Blog Biscoito Fino e a Massa.</p>
<p>Prestem atenção na revolta da menina palestina (por volta de 1 h 09 min )</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Copiei alguns minutos do documentário e coloquei na Comunidade, com o trecho mencionado pelo Marcos. Mas vale a pena asistir a íntegra.<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="448" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="config_url=http%3A%2F%2Fblogln.ning.com%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D2189391%253AVideo%253A78501%26x%3Dbyqaow5imsc49mecLgtQLSQieVne0AaC&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off" /><param name="src" value="http://static.ning.com/blogln/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=3.11%3A13245" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="448" height="364" src="http://static.ning.com/blogln/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=3.11%3A13245" wmode="transparent" flashvars="config_url=http%3A%2F%2Fblogln.ning.com%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D2189391%253AVideo%253A78501%26x%3Dbyqaow5imsc49mecLgtQLSQieVne0AaC&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off"></embed></object><br />
<a href="http://blogln.ning.com/video/video">Ache outros vídeos como este em <em>Comunidade do Blog de Luis Nassif</em></a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Uwe</span></strong></h2>
<p>Deixo outro vídeo impressionante aqui</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/watch?v=E2UE4GWfB58&amp;NR=1">http://www.youtube.com/watch?v=E2UE4GWfB58&amp;NR=1</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Análises do historiador</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/analises-do-historiador/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/analises-do-historiador/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 20:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25222]]></guid>
		<description><![CDATA[Por José Olavo
ILAN PAPPE, historiador judeu, deu uma entrevista a Silio Boccanera, no programa Milenio na Globo News que vale a pena ser visto. Impressiona isenção do hitoriador, ao virar a moeda pra vero outro lado. Este programa pode ser visto no site abaixo: clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por José Olavo</span></strong></h2>
<p>ILAN PAPPE, historiador judeu, deu uma entrevista a Silio Boccanera, no programa Milenio na Globo News que vale a pena ser visto. Impressiona isenção do hitoriador, ao virar a moeda pra vero outro lado. Este programa pode ser visto no site abaixo: <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM944425-7823-SILIO+BOCCANERA+ENTREVISTA+ILAN+PAPPE.00.html" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/analises-do-historiador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>13</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A trégua em Gaza</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/a-tregua-em-gaza/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/14/a-tregua-em-gaza/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 19:04:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=25212]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Henrique Marques Porto
Nassif,

Leio no “El Pais” a informação de que o Hamas aceitou o plano egípcio de cessar fogo na Faixa de Gaza. Os pontos principais do plano são: 1) trégua de três dias para ajuda humanitária; e 2) Retirada das tropas de Israel em 48 horas. Em clique aqui.

Israel ainda está analisando a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Henrique Marques Porto</span></strong></h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Leio no “El Pais” a informação de que o Hamas aceitou o plano egípcio de cessar fogo na Faixa de Gaza. Os pontos principais do plano são: 1) trégua de três dias para ajuda humanitária; e 2) Retirada das tropas de Israel em 48 horas. Em <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Hamas/acepta/propuesta/egipcia/alto/fuego/condiciones/elpepuint/20090114elpepuint_6/Tes" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p>Israel ainda está analisando a proposta. E enquanto analisa segue bombardeando impiedosamente. Um dos últimos alvos foi o principal cemitério da cidade de Gaza!</p>
<p>Violação por atacado de túmulos! E, provavelmente, para impedir ou dificultar o sepultamento dos mortos que seus ataques produzem. O horror tem agora a companhia do macabro.</p>
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		<title>A direitização de Israel</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andre Araujo
A atual conta de mortos civis em Gaza já supera a dos massacres punitivos emblemáticos da Segunda Guerra executados pelos amlemães.. Em Oradour-sur-Glane a 2ª Divisão SS “Das Reich” liquidou com 642 civis, a maioria mulheres e crianças, em represalia a ções da Resistência. Em Lidice, na Tchecoslovaquia, o massacre para vingar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Andre Araujo</span></strong></h2>
<p>A atual conta de mortos civis em Gaza já supera a dos massacres punitivos emblemáticos da Segunda Guerra executados pelos amlemães.. Em Oradour-sur-Glane a 2ª Divisão SS “Das Reich” liquidou com 642 civis, a maioria mulheres e crianças, em represalia a ções da Resistência. Em Lidice, na Tchecoslovaquia, o massacre para vingar o atentado a Reinhard Heydrich custou a vida de 340 civis. Na Guerra Civil Espanhola, a Legião Condor, unidade aerea alemã, comandada por Hugo Sperrle, arrasou Guernica, produzindo a morte de 600 civis.</p>
<p>Nessas manifestações da diaspora, fiquemos com a representação humanistica da valorosa cultura judaica, que nos deu Marx, Freud e Einstein., as vozes de Gideon Levy, principal editorialista do “Haaretz”, jornal simbolo de Israel, de Naomi Klein, ilustre escritora canadense, de Naom Chomsky, celebre linguista, , de Norman Finkenstein, escritor americano, todos condenando essa ação de uma direita militar destemperada que choca o mundo.</p>
<p>Lembremos as grandes mudanças demograficas ocorridas em Israel desde a fundação do Estado em 1948. No passado estão os descendentes da elite do judaismo europeu, dos alemães, franceses e austriacos. que foram os pais intelectuais da ideia sionista.</p>
<p>Foram largamente superados primeiro pelos safaraditas, judeus da Siria, do Libano, do Egito, da Africa do Norte, do Iraque, muito menos cultos e que nada representavam em termos de uma visão humanista judaica. Depois da queda da URSS ocorreu um grande influxo de judeus da Europa do Leste e especialmente da Russia, mais belicosos, acostumados a regimes autoritários, que fortaleceram substancialmente os partidos da direita , enfraquecendo o lado laico, humanista, de esquerda e mais propenso a um Estado palestino, que era a ideia original de 1948.</p>
<p>Enquanto agora o Hamas é apontado como a raiz do conflito, lembremos que até há poucos anos não existia o Hamas e nem porisso os palestinos conseguiram resultado melhor.. Com ou sem Hamas o destino dos palestinos parece traçado, devem sair do territorio onde foi outrora a Palestina e se virar pelo mundo, todos os atos e passos de Israel caminham nessa direção desde 1948 e só quem pode decidir em contrário são os EUA, que até agora não deram qualquer sinal que o queiram.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um país a favor da guerra</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 11:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha
Apoio de israelenses a ofensiva é quase integral
DO "NEW YORK TIMES", EM JERUSALÉM

Para os críticos de Israel no exterior, a situação não poderia estar mais clara: a guerra na faixa de Gaza é uma resposta totalmente desproporcional aos foguetes disparados pelo Hamas, está causando sofrimento humano indescritível, e é preciso pôr um ponto final [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDSdnSgoQ9qeop-0j" target="_blank">Apoio de israelenses a ofensiva é quase integral</a></h3>
<p>DO &#8220;NEW YORK TIMES&#8221;, EM JERUSALÉM</p>
<p>Para os críticos de Israel no exterior, a situação não poderia estar mais clara: a guerra na faixa de Gaza é uma resposta totalmente desproporcional aos foguetes disparados pelo Hamas, está causando sofrimento humano indescritível, e é preciso pôr um ponto final nela.</p>
<p>Em Israel, muito poucas pessoas veem a guerra dessa maneira. Os protestos contra a guerra têm tido dificuldade em atrair mil participantes.</p>
<p>Um editorial do &#8220;Jerusalem Post&#8221; disse que o mundo deve estar se perguntando se os israelenses realmente acreditam que todo o resto do mundo está enganado e apenas eles estão com a razão. A resposta é &#8220;sim&#8221;.<br />
&#8220;É muito frustrante para nós não sermos compreendidos&#8221;, diz Yoel Esteron, editor do jornal &#8220;Calcalist&#8221;. &#8220;Quase 100% dos israelenses sentem que o mundo é hipócrita. Onde estava o mundo quando nossas cidades foram alvejadas por foguetes por oito anos? Por que deveríamos nos importar com a opinião do mundo agora?&#8221;</p>
<p>Israel converteu-se nas últimas semanas num paradigma de unidade e apoio mútuo. Pergunte a pessoas em qualquer parte do país, hoje, sobre o fato de o Exército ter barrado a entrada de jornalistas na faixa de Gaza, e a resposta é &#8220;deixem o Exército fazer seu trabalho&#8221;.</p>
<p>Com ou sem razão, os israelenses acreditam que seus soldados se esforçam para poupar vidas. Como seus combatentes se escondem entre pessoas comuns, o Hamas é visto como responsável pelas vítimas civis.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>De Varsóvia a Gaza</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 17:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[gueto]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Valor Econômico
Do Gueto de Varsóvia ao Gueto de Gaza
Maria Inês Nassif
08/01/2009

O Gueto de Varsóvia foi o maior enclave judaico estabelecido pelos alemães na Polônia, durante a ocupação nazista. Chegou a atingir a marca de 380 mil habitantes, ou 30% da população de Varsóvia, e ocupava 2,4% de seu território, separado da cidade por muros. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Valor Econômico</h2>
<h3>Do Gueto de Varsóvia ao Gueto de Gaza</h3>
<h3>Maria Inês Nassif</h3>
<p>08/01/2009</p>
<p>O Gueto de Varsóvia foi o maior enclave judaico estabelecido pelos alemães na Polônia, durante a ocupação nazista. Chegou a atingir a marca de 380 mil habitantes, ou 30% da população de Varsóvia, e ocupava 2,4% de seu território, separado da cidade por muros. A partir da construção do muro, em novembro de 1940, e pelo ano e meio seguinte, os judeus poloneses das cidades e vilas menores eram levados para lá &#8211; depósito dos judeus que iriam para o campo de extermínio de Treblinka e que podiam ter a sorte de escapar das câmaras de gás se morressem antes de tifo ou fome, ou simplesmente fossem atingidos nas ruas, como animais, caça dos soldados nazistas. Lá dentro, três grupos, no entanto, resistiram com pistolas, bombas caseiras e coquetéis molotov &#8211; um deles até com umas armas um pouco melhores, fornecidas pela resistência polonesa que as contrabandeava para dentro dos muros &#8211; dizem que até por túneis. Depois de seis meses de resistência, os judeus poloneses do gueto foram transferidos maciçamente para Treblinka ou simplesmente assassinados em Varsóvia.</p>
<p>Ao longo da história, vários guetos confinaram judeus. Existiram guetos judaicos na Alemanha e na Península Ibérica no Século XIII; o Gueto de Veneza é do Século XIV. Dependendo da circunstância histórica, eram mais ricos, ou mais pobres, mas todos eles traziam o sentido metafórico do isolamento, da exclusão, do preconceito.</p>
<p>A primeira vez que ouvi a expressão &#8220;Gueto de Gaza&#8221; foi na minha casa. É uma expressão forte &#8211; e invertida. Nesse caso, a população judaica está fora do gueto, não dentro. Quem me chamou atenção para essa terrível inversão foi o meu companheiro, descendente de judeus poloneses. <span id="more-25101"></span></p>
<p>De nossa vida em comum, ostentamos, com orgulho, filhos brasileiros de descendência 50% árabe, 50% judaica, e sempre cultivamos a convicção de que seríamos &#8211; com outros tantos casais que fizeram a mesma &#8220;mistura&#8221; &#8211; os precursores de um mundo moderno, de paz, laico, em que a religião fosse apenas uma decisão de foro íntimo que não agredisse vizinhos ou causasse guerras. Tenho acompanhado a angústia de meu companheiro nos últimos dias, no seu frenético procurar por imagens apertando botões da televisão a cabo, doendo por dentro pelas mortes de crianças palestinas, mulheres palestinas, centenas de anônimos palestinos, e tentando entender o que aconteceu com o inconsciente coletivo judaico daquele Israel do qual se sentiu parte quando, aos 18 anos, foi trabalhar num kibutz. É o Estado militarizado, explica: uma cultura entranhada da morte, uma dessensibilização para com a vida do outro, uma radicalização. Como deve ser difícil aos próprios israelenses que não concordam com a guerra entender isso: como a vida do outro pode ter se tornado acessória, como a humanidade pode ter se desumanizado. Lembro Primo Levi, nos seus pequenos e pesados livros em que tentou entender, de sua saída de um campo de concentração até a sua morte, a desumanização imposta pela guerra. &#8220;E isso é um homem?&#8221;, é o título de seu melhor livro, em que descreve um cru percurso de volta ao lar, depois da guerra, quando a sobrevivência tornou cada um daqueles que erravam pelas estradas animais. Isso não é um homem, diria, se aquela pesada literatura necessitasse de uma resposta.</p>
<p>Li no site da &#8220;Carta Maior&#8221; artigo de Shulamit Aloni, que foi ministra do governo Itzhak Rabin, publicado originalmente no &#8220;Israel News&#8221;, que é um chute no estômago. Escreve ela, em &#8220;Sangue em nossas mãos&#8221;: &#8221; O Hamas exigiu a libertação de prisioneiros, e nós argumentamos que muitos deles têm sangue em suas mãos; nós somos muito mais capazes do que eles, mesmo que essa capacidade chegue a matar e leve a assassinatos. Nas primeiras 24 horas da operação matamos mais de 300 pessoas, inclusive duas meninas inocentes, para não mencionar as vítimas que matamos entre essa operação e outras anteriores. Por que nosso tão bem organizado exército, com sua excelente capacidade de inteligência, recusou a libertação de prisioneiros palestinos, quando poderíamos mandá-los de volta para casa e mais tarde assassiná-los no calor da batalha? Afinal de contas, já estamos sendo usados para assassinatos por ar, mar, em abrigos ou em bairros populosos. Assassinato &#8211; isto é, matar e assassinar. Além do mais, as pessoas que jogam nossas bombas não ficam manchadas com sangue. Nosso sistema é simples: não há necessidade de evidência para um julgamento. Uma vez que decidamos que alguém é alvo, jogamos uma bomba e ele se foi. Recentemente, o exército adquiriu permissão para matar civis que estejam próximos de alguém escolhido com alvo; isso foi publicado na imprensa há umas duas semanas, próximo à foto de uma sorridente comandante do exército&#8221;.</p>
<p>Li também na &#8220;Carta Maior&#8221; um artigo do secretário-geral da Iniciativa Nacional Palestina, Mustapha Barghouthi, em que a noção de gueto está lá também, cravado na pele: &#8220;Quem é mais anti-semita, aqueles que viciaram Israel ano após ano durante sessenta anos, até desfigurá-lo ao ponto de fazê-lo o país mais perigoso do mundo para os judeus, ou aqueles que os advertem de que o Muro marca um gueto de dois lados? É anti-semita reler Hannah Arendt hoje, em que nós, os palestinos, somos a escória da terra; é anti-semita voltar a iluminar essas páginas sobre o poder e a violência?&#8221;</p>
<p>A distância da guerra nos dá uma chance de não nos desumanizarmos. Mas a indiferença também desumaniza.</p>
<p>Errei, de novo</p>
<p>Estou incorrendo num péssimo hábito de cometer erros com nomes de autoridades. Já fiz isso antes, tornei a fazê-lo. Ministro Gilmar Mendes, desculpe-me. Tratei-o por &#8220;Gilberto Mendes&#8221; na primeira linha de minha coluna de 18 de dezembro. Embora eu tenha corretamente me referido ao senhor como Gilmar Mendes no restante da coluna, ainda assim considero que o erro na primeira linha é quase imperdoável. Mas espero que, mesmo assim, usando de sua generosidade, o senhor me perdoe.</p>
<p>Maria Inês Nassif é editora de Opinião. Escreve às quintas-feiras</p>
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		<title>Diplomacia de fachada</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 16:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado às 14:53
Da Folha
Por Ricardo Melo
SÃO PAULO - É patético. No mesmo momento em que Israel avança para a guerra urbana em Gaza, o presidente Lula usa seu programa de rádio para pedir respeito à decisão do Conselho de Segurança da ONU sobre um cessar-fogo.

Mera saudação à bandeira. A ONU, desde a sua fundação, só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Atualizado às 14:53</h2>
<h2>Da Folha</h2>
<h3>Por Ricardo Melo</h3>
<p>SÃO PAULO &#8211; É patético. No mesmo momento em que Israel avança para a guerra urbana em Gaza, o presidente Lula usa seu programa de rádio para pedir respeito à decisão do Conselho de Segurança da ONU sobre um cessar-fogo.</p>
<p>Mera saudação à bandeira. A ONU, desde a sua fundação, só tem feito referendar a vontade dos países ricos. Ninguém sério, ou que se leve a sério, acredita que as Nações Unidas exerçam algum poder de fato para arbitrar conflitos, interromper guerras e promover a paz.</p>
<p>Ao contrário. O que a ONU tem feito ao longo de sua história é chancelar as guerras ao dar poder de veto a um único país para impedir ações mandatórias. A ONU que votou pelo cessar-fogo em Gaza é a mesma que assistiu, aprovando documentos parecidos, à invasão do Iraque, do Afeganistão (pela URSS e pelos EUA), à Guerra do Vietnã, da Coreia e a outras tantas tragédias.</p>
<p>A retórica é o refúgio preferido da hipocrisia diplomática. O Brasil tem sido criticado por alguns por &#8220;condenar&#8221; o ataque à faixa de Gaza. Fachada pura. Pergunte qual iniciativa concreta o Itamaraty ou o Planalto tomaram para incomodar o governo israelense. Prepare-se para o silêncio absoluto. Mas, no mundo das representações, soa importante mandar nosso chanceler excursionar pelo Oriente Médio, aparecer em fotos com o presidente do Egito e apertar as mãos da ministra israelense que &#8220;não vê crise humanitária&#8221; na faixa de Gaza.</p>
<p>Em relação ao que interessa, a posição brasileira é, na verdade, oposta. Compare: por muito menos, se é que vidas importam alguma coisa, o Brasil chamou de volta o embaixador em Quito, até se certificar que o governo Correa honraria compromissos financeiros com uma empreiteira. Já em Gaza, trata-se de civis lançados à própria sorte, manipulados por extremistas islâmicos e vítimas da brutalidade da máquina de guerra de Israel. Que tal, presidente, também chamar nosso embaixador para conversar?<span id="more-24991"></span></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Fernando Grassi</span></strong></h2>
<p>Para se ter uma idéia do estágio atual desta mudança, recomendo a leitura do discurso proferido por Celso Amorin Seminário Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, em 5 de janeiro último. Embora genérico, traz dados interessantes sobre a posição do Brasil na conjuntura internacional atual. O texto está no seguinte endereço: <a href="http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3415" target="_blank">clique aqui</a>. <a rel="nofollow" href="http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3415"></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Argumentos desproporcionais</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/13/argumentos-desproporcionais/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 10:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaza]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um campo amplo para o exercício contumaz da asneira. Mas poucas vezes li tolice igual à brandida pelos que minimizam a questão da desproporção entre as forças de Israel e a dos palestinos de Gaza.

Hoje, na Folha, os simpaticíssimos (sem ironia) Salomão Schvartzan e Zevi Ghivelder perguntam: "Como medir proporção?" (clique aqui)

E respondem:

(...) Hoje, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um campo amplo para o exercício contumaz da asneira. Mas poucas vezes li tolice igual à brandida pelos que minimizam a questão da desproporção entre as forças de Israel e a dos palestinos de Gaza.</p>
<p>Hoje, na Folha, os simpaticíssimos (sem ironia) Salomão Schvartzan e Zevi Ghivelder perguntam: &#8220;Como medir proporção?&#8221; (<a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRp-SgoQ6qO5--wj" target="_blank">clique aqui</a>)</p>
<p>E respondem:</p>
<p>(&#8230;) Hoje, até mesmo os mais ferrenhos opositores do Estado judeu reconhecem que a atual operação militar em Gaza é uma resposta aos ataques do Hamas, mas veem nas decorrentes ações bélicas uma &#8220;desproporção&#8221;.</p>
<p>O que vem a ser proporção em um conflito armado? Há algum critério, alguma tabela, que a caracterize?  Será que existe um consenso universal segundo o qual Israel teria o direito de matar &#8220;y&#8221; palestinos se contasse &#8220;x&#8221; mortos por foguetes?</p>
<blockquote><p><strong>É inacreditável. Em qualquer conflito, a medida que separa a batalha do massacre é a proporção de morte de lado a lado. Se, de um lado, morrem mil, dos quais grande número de crianças; do outro presumivelmente morrem 13 (já que o número é questionado até pelas agências internacionais), a desproporção é nítida. E é o sentido de proporção que separa as batalhas dos massacres. Ou não?</strong></p></blockquote>
<p>Quando, no Rio de Janeiro, a Polícia Militar invade um morro com 500 homens para caçar meia dúzia de traficantes, que também recorrem aos escudos humanos, faz um ataque desproporcional?</p>
<blockquote><p><strong>Faz, é evidente! Principalmente se deixa vítimas civis pelo caminho.</strong></p></blockquote>
<p>Quando os EUA, após o 11 de Setembro, lançaram milhares de toneladas de bombas sobre o Afeganistão dos talibãs, incluindo um hospital atingido, houve proporção?</p>
<blockquote><p><strong>Aplicou-se a lei de Talião que, segundo os defensores da democracia ocidental (entre os quais me incluo) significa ceder à barbárie. Aliás, o argumento lembra um velho personagem do Chico Anísio: sou, mas quem não é?<br />
</strong></p></blockquote>
<p>E quando os russos entraram com tudo para esmagar os rebeldes da Tchetchênia, a ação foi desproporcional?</p>
<blockquote><p><strong>É evidente que foi.</strong></p></blockquote>
<p>No dia 7 de junho de 1981, quando Israel bombardeou o que seria uma instalação nuclear no Iraque, houve protestos em todas as partes do mundo. Na Casa Branca, durante uma reunião de emergência, o vice-presidente George Bush propôs sanções contra Israel. O mesmo George Bush que, dez anos mais tarde, viria a desencadear a primeira Guerra do Golfo contra o Iraque.</p>
<blockquote><p><strong>E daí? Essa é outra peça gasta da retórica neocon, a de julgar que a desqualificação do crítico é suficiente para qualificar o criticado.<br />
</strong></p></blockquote>
<p>(&#8230;) O grande psicanalista brasileiro Hélio Pellegrino costumava dizer que a síntese da injustiça está na seguinte proposição: &#8220;O senhor tem toda a razão, mas vai preso assim mesmo&#8221;. É o que o mundo está fazendo agora com relação a Israel. Por isso, vale lembrar um conceito de Golda Meir, quando primeira-ministra: &#8220;Prefiro receber protestos a receber condolências&#8221;.</p>
<blockquote><p><strong>Ou Israel em relação aos mortos civis. &#8220;O senhor tem toda razão em protestar pela mortge das crianças e velhos, pelo bombardeio de escolas e hospitais, mas guerra é guerra, e os sábios neocons brasileiros aboliram a proporcionalidade na análise de conflitos.&#8221;</strong></p></blockquote>
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