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25/11/2009 - 09:24

Painel internacional

Obama escreveu a Lula sobre o Irã

New York Times

O presidente dos EUA, Barack Obama, enviou uma carta no domingo para o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, reiterando a posição americana sobre o programa nuclear do Irã, um dia antes de o presidente do Irã fazer sua primeira visita oficial ao Brasil, disse um assessor de Lula na terça-feira. Obama não critica explicitamente Lula por hospedar o presidente Mahmoud Ahmadinejad do Irã, implicando ao invés disso que esperava que Lula usasse a ocasião para expressar apoio aos esforços internacionais de forjar um compromisso sobre as ambições nucleares do Irã, de acordo com duas autoridades americanas. Na carta de três páginas, Obama reiterou seu apoio a uma proposta da Agência Internacional de Energia Atômica que tentaria orientar o Irã no desenvolver de energia nuclear para fins pacíficos e civis. O acordo proposto clama ao Irã exportar a maior parte do urânio enriquecido para processamento adicional, de forma que possa ser usado em um reator médico em Teerã. Até agora o Irã se recusou a aceitar a proposta. Na segunda-feira, Lula reiterou seu apoio ao direito do Irã de desenvolver sua tecnologia nuclear para uso na produção de energia, assim como o Brasil vem fazendo.

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E mais:

Economia britânica afunda menos que o esperado

Fed monitora preços dos ativos, vigiando o ‘risco excessivo’

Banco Mundial alerta para a escalada de juros

Exportações japonesas caem no menor ritmo


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , ,
24/11/2009 - 09:48

Painel internacional

EUA vão anunciar meta para redução de emissões de carbono

BBC NEWS

Os EUA vão anunciar uma meta de redução das emissões de gases de efeito estufa antes da reunião do clima das Nações Unidas no próximo mês, de acordo com um funcionário da Casa Branca. O alvo deverá ficar em linha com os valores constantes da legislação antes (da aprovação) do Senado – uma redução de cerca de 17% a 20% em relação aos níveis de 2005 até 2020. A ausência de uma meta dos EUA tem sido amplamente vista como o único grande obstáculo a um acordo no encontro. O presidente Barack Obama ainda não decidiu se vai participar das conversações. No fim de semana, os anfitriões da conferência de Copenhague anunciaram que mais de 60 chefes de Estado e de Governo se comprometeram a participar das duas semanas de encontros de negociações.

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E mais:

Lula encoraja nações a dialogar com Irã

Dólar cai após comentários do Fed

Moody’s alerta Índia sobre empréstimos problemáticos

Fitch corta ratings do México


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 09:13

Painel internacional

A cotovelada diplomática nos EUA

New York Times

As ambições do Brasil de ser um jogador mais importante no cenário diplomático mundial estão batendo de frente com os esforços dos Estados Unidos e outras potências ocidentais para conter o programa iraniano de armas nucleares. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, agendou-se para receber o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na segunda-feira, em sua primeira visita oficial ao Brasil. A visita é parte de um esforço maior de Lula para percorrer o mundo aparentemente insolúvel da política do Oriente Médio, e se segue às visitas das últimas duas semanas do presidente de Israel, Shimon Peres, e Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina. Mas a visita está atraindo críticas dos parlamentares e ex-diplomatas no Brasil e Estados Unidos, que dizem que isso pode minar os esforços ocidentais para pressionar o Irã sobre seu programa nuclear e, conseqüentemente, esfriar as relações do Brasil com os Estados Unidos e prejudicar a sua crescente reputação como poder global. Autoridades brasileiras dizem que o objetivo da visita é fortalecer os laços comerciais entre os dois países e ajudar a levar a paz ao Oriente Médio.

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A ameaça fantasma - Paul Krugman

Fed de Chicago vê desemprego a 10,5%

Tecnocratas no topo da União Europeia

Espanha prepara o crescimento da próxima década


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional, Sem categoria Tags: , , , , , ,
21/11/2009 - 07:00

O boicote republicano ao embaixador dos EUA

Por Andre Araujo

Falando em America Latina, a politica externa brasileira esta influenciando a aprovação do embaixador indicado pelo Presidente Obama para o Brasil, Thomas Shannon.

Os tres senadores Republicanos que estão bloqueando a aprovação, Jim DeMint, George Le Mieux e agora Connie Mack, tres nulidades, usam o que chamam de proximidade excessiva do Brasil com a Venezuela e Irã como argumento contra Shannon, prevendo que o novo Embaixador vai ser mole demais com o regime brasileiro em relação aos interesses dos EUA na região.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Diplomacia Tags: , , , , ,
19/11/2009 - 09:42

Painel internacional

A discussão sobre o fortalecimento do yuan

Economist.com

O presidente dos EUA, Barack Obama, em sua primeira visita à China nesta semana, incitou o governo chinês a permitir que sua moeda se valorize. O presidente Hu Jintao educadamente preferiu ignorá-lo. Nas últimas semanas, Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, e Dominique Strauss-Kahn, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, também clamaram por um yuan mais forte. Mas a China irá ajustar sua moeda apenas quando bem entender, e não em resposta à pressão externa. A China permitiu que o yuan subisse 21% em relação ao dólar nos últimos três anos até julho de 2008, mas desde então a taxa tem se mantido mais ou menos fixa. Como resultado, o valor comercial do yuan foi arrastado para baixo este ano pelo dólar enfraquecido, enquanto muitas outras moedas subiram. Desde março, o real brasileiro e o won sul-coreano ganharam 42% e 36% respectivamente, contra o yuan, corroendo seriamente a competitividade desses países.

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E mais:

Geithner: ‘a crise de crédito não acabou’

O temor de um duplo mergulho no mercado imobiliário

Obama se aproxima da Coreia do Sul

Divida pública britânica aumenta


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , ,
17/11/2009 - 09:56

Painel internacional

Obama e Hu mostram cooperação, mas diferenças persistem

ABC News

O presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente chinês, Hu Jintao, emergiram de horas de intensas negociações nesta terça-feira determinados a alinhar suas influências combinadas sobre questões cruciais, mas ainda mostrando divisões sobre a segurança econômica, e as questões de direitos humanos que há muito tempo atormentaram as duas potências. “O relacionamento entre nossos dois países vai muito além de uma questão simples”, disse Obama, em uma aparição conjunta com Hu, seguida de cerca de duas horas e meia de conversas formais a portas fechadas. Ambos os líderes falaram em condições audaciosas na crescente relação entre os países. Eles enfatizaram a cooperação na economia, mudanças climáticas, energia e nos diferentes graus de ameaças nucleares do Irã e Coreia do Norte. Em um acordo menor, os dois fixaram uma data para retomar o diálogo do longo impasse sobre direitos humanos no próximo ano. Mas as diferenças permaneceram, ressaltando que as tensões dificilmente seriam apagadas na primeira visita de alto nível de Obama à China.

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E mais:

Botín afirma que tamanho “não é o problema”

Merkel confirma presença em Copenhague

Bernanke alerta que recuperação corre risco

Inflação britânica começa a subir


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , ,
16/11/2009 - 10:08

Painel internacional

O pior do desemprego nos EUA ainda está por vir

rge monitor logo

Por Nouriel Roubini

Acha que o pior já passou? Errado. As condições no mercado de trabalho dos EUA estão terríveis e piorando. Enquanto a taxa oficial de desemprego já é de 10,2% e outros 200.000 postos foram perdidos em outubro, quando se incluem trabalhadores desencorajados e parcialmente empregados, o número é um gritante 17,5%. Enquanto perder 200.000 empregos por mês é melhor do que os 700.000 empregos perdidos em janeiro, as perdas atuais de emprego ainda são em média maiores do que a taxa mensal de 150.000 durante a última recessão. Além disso, lembre-se: a última recessão terminou em novembro de 2001, mas as perdas de emprego continuaram por mais de um ano e meio, até junho de 2003; idem para a recessão de 1990-91. Assim, podemos esperar que as perdas de empregos vão continuar até o final de 2010, no mínimo. Em outras palavras, se você está desempregado, procurando trabalho e apenas esperando a economia dobrar a esquina, é melhor se sentar. Todos os números econômicos sugerem que isto vai demorar um pouco. Os empregos simplesmente não estão voltando.

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E mais:

PIB do Japão avança

O mundo fora de equilíbrio – Paul Krugman

Obama diz que falta tempo para acordos sobre clima

Diretor do Banco Central do Brasil vai deixar a instituição

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13/11/2009 - 09:39

Painel internacional

A luta contra a valorização das moedas de emergentes

Reportagem da Bloomberg aborda como Brasil, Chile, Rússia e Coréia do Sul estão lutando uma batalha perdida para conter a valorização de suas moedas. O dólar em queda e a recuperação econômica estão criando mais demanda por esses ativos do que os bancos centrais podem controlar. Na Coréia do Sul, o país vai deixar que o mercado regule a cotação da moeda, e no Chile, os parlamentares aprovaram um aumento na emissão de dívida local para financiar as despesas. O peso chileno se valorizou 26% este ano contra o dólar, o segundo maior ganho entre as moedas latino-americanas após a ascensão de 33% do real. No Brasil, Rodrigo Azevedo, diretor de política monetária do banco central do Brasil de 2004 a 2007, diz queo Brasil pode fazer muito pouco (para conter a apreciação)”. O real do Brasil se valorizou 1,6% neste mês, mesmo após a criação de um imposto em outubro sobre investimentos estrangeiros e aumentar as reservas cambiais em US$ 9,5 bilhões, no esforço para conter o fortalecimento da moeda.

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E mais:

O desemprego nos EUA e na Alemanha – Paul Krugman

Eurozona emerge da recessão

China acena com valorização do yuan

Brasil celebra queda recorde do desmatamento


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
11/11/2009 - 10:22

Painel internacional

Com fortalecimento chinês, aumenta clamor por yuan forte

A produção industrial da China e o superávit comercial subiram em outubro, indicando uma consistente recuperação na terceira maior economia do mundo, o que provavelmente amplia os clamores para deixar o yuan se valorizar. Os dados divulgados hoje vêm dias antes de os líderes da região Ásia-Pacífico se reinirem em Cingapura, e da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Pequim, onde planeja abordar a política monetária da China. O premiê chinês Wen Jiabao, rejeitou até agora a pressão para afrouxar as rédeas sobre o yuan, aguardando uma maior repercussão nas exportações, como esforço para garantir a estabilidade social e ganhos do trabalho. “Para a China, é necessário e adequado permitir que a moeda seja mais flexível”, disse o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Haruhiko Kuroda, em entrevista à Bloomberg Television hoje em Cingapura. “A resposta às crises pelas autoridades chinesas tem sido excelente”, e “eles tiveram uma recuperação econômica muito forte”, também disse.

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E mais:

O presidente do Fed sob ataque

Senadores democratas propõem nova regulação financeira nos EUA

O apagão de energia no Paraguai e Brasil

Ativos tóxicos à venda!


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , ,
09/11/2009 - 07:00

O acordo EUA-Colômbia

Por S.I.Soares

Olá, Nassif, boa tarde. Com o calor e as novidades, parece que o clima só tende a esquentar. Estou mandando um artigo do LA JORNADA do Mexico, a respeito do acordo EUA – Colombia.

Também uma reportagem da La Semana, Colômbia, a respeito do acordo.

Segundo o LA JORNADA, o Pentágono aprovou as bases pois facilitariam a intervenção em países não alinhados com os EUA.

O LA SEMANA aborda o acordo em si e todo o seu contéudo, pelo menos o exibido para agradar ao público.

Na verdade é uma ingerência externa num país vizinho, que permitirá livre trânsito de equipamento e pessoal, bem como sujeitará todo o pessoal das bases a leis estrangeiras, no caso as americanas, num verdadeiro curral colonial como há alguns séculos não víamos por aqui.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,
28/10/2009 - 07:00

A tendência de queda dos jornais impressos

Por Pedro Biondo

Gráfico da circulação de jornais nos EUA, parece que a tendência é irreversível. Clique aqui.
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Por nsdel

As vendas da FOLHA estão desabando. Já perde feio para o ESTADÃO. As vendas avulsas da FOLHA já estão no último lugar na Capital. Agonia e desespero sem fim.

Os números em agosto de 2009 na CAPITAL DE SP são as seguintes (fonte IVC – Instituto Verificador de Circulação; propaganda feita na Folha VP: http://www.folhavp.com.br, pág. 16, edição de 23 de outubro de 2009):

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , ,
14/10/2009 - 08:34

A diplomacia de Obama e o Brasil

Do Último Segundo

Coluna Econômica 14/10/2009

Qual será a política diplomática dos Estados Unidos, na era Obama, em relação à América Latina? O Observatório Político Sul-Americano, do Instituto de Pesquisas do Rio de Janeiro, analisou quatro think tanks (grupos de análise) influentes dos Estados Unidos: do Brookings Institution, do Council on Foreign Relations, da Americas Society e do Council of the Americas e da FLACSO (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociais).

O tema central – no apanhado desses quatro institutos – é a questão energética. Os estudos apontam, algo assustador, para o fato do consumo norte-americano depender em 30% da América Latina, mais do que os 20% importados do Oriente Médio.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: , , , , , ,
22/09/2009 - 12:34

A liderança tecnológica dos EUA

Em sua palestra no 6o Ciclo de Economia da FGV-SP, um Delfim Netto ofegante (foi hospitalizado na semana passada) brilhou como sempre.

Hoje existe sistema de produção conjunta: não há como produzir PIB sem produzir CO2. Daí a necessidade de novas revoluções tecnológicas, em um mundo exaurido pela poluição.

A nova agenda tecnológica global está escondida no discurso do Obama, diz Delfim. O novo desenvolvimento irá acontecer nos novos combustíveis.

O Brasil deve pensar muito no programa do pré-sal, diz ele. Mas um sociólogo americano diz que a idade da pedra não terminou por falta de pedra. E a era do petróleo vai terminar não por falta de petróleo.

As inovações estão nos EUA, alerta Delfim. É lá que acontecerá o novo ciclo de inovações. É para isso que o Brasil precisa se preparar.

Podemos ter as visões mais idílicas do mundo, diz Delfim. Cada vez mais os problemas de justiça social irão se colocar. O sistema em que vivemos é de um processo competitivo feroz. Mas sem a mão do Estado, não haverá meios de desenhar sociedades mais igualitárias.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo Tags: , , , ,
22/09/2009 - 08:48

Nosso Matuto no Colorado

Por OMatuto

Voltei a morar este ano nos EUA (no Colorado) e realmente noto alguma diferença de qdo morei aqui anteriormente (2000 a 2002). O Brasil é ainda visto como um país “de potencial”, com alguns fatos expoentes pontuais e a mudança que entendo que mais despertou a atenção dos americanos (e muito mais dos europeus) foi realmente a eleição do Lula – há uma certa admiração por ele ser visto como um “cara do povo”. Percebo, porém, uma certa co-relação com a visão do Obama aqui nos EUA. Parece que o Obama é mais venerado fora dos EUA que aqui (especialmente pela questão do Health Care), assim como o Lula parece muito mais celebrado fora do Brasil.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo Tags: , , ,
18/09/2009 - 06:35

Asa Delta e pés de pato

Da Folha

CLÓVIS ROSSI

De armas e perguntas

SÃO PAULO – Tentemos uma olhar brasileiro sobre a decisão do presidente Barack Obama de cancelar o escudo antimísseis que seu antecessor queria erguer na Polônia e na República Tcheca. Ontem, Obama anunciou que, em vez dele, adotará uma nova “arquitetura de defesa” que garante ser mais segura, de mais rápida implantação e mais barata.

A nova “arquitetura” será formada por sensores e interceptadores tanto a bordo de navios como em terra. Motivo da troca: a mais recente avaliação da inteligência norte-americana informa que o Irã -contra o qual se ergueria o escudo e se erguerá o novo modelo- desenvolve mais rapidamente do que o previsto seus mísseis de alcance curto e médio, e mais lentamente os intercontinentais.

(…) Passemos então às perguntas, que, juro, não carregam implícita nenhuma resposta.

Vamos a elas: o novo modelo, informa a Casa Branca, se tornou possível graças ao desenvolvimento tecnológico tanto na área de detecção de mísseis como de interceptação. Pergunta: essa tecnologia não seria muito mais interessante e mais orientada para o futuro do que os submarinos convencionais e nucleares ou os aviões que estão para ser comprados para a Força Aérea, seja qual for o modelo afinal escolhido?

Explico a pergunta: transferência de tecnologia é a chave para o negócio com a França, certo? Se os EUA topam transferi-la, quanto mais moderna a tecnologia, melhor, certo? Dois: para defender o pré-sal e a Amazônia, como se alega, um sistema moderníssimo de sensores e interceptadores não é a arma mais conveniente?

Comentário

Será promovido a general. As tropas chegarão ao local conflagrado de asa delta, se por ar, com pés de pato, se por mar. Aliás, seria conveniente ler algo a respeito do projeto Sivam, se a intenção é monitoramento da Amazonia.

Quanto à transferência de tecnologia dos EUA, simples. Aliás, tão simples que não entendo porque as Forças Armadas estão quebrando a cabeça desde 2000.

Basta mandar um email para o Obama, pedindo para que mande a tecnologia escolhida. Ele vai mandar na hora tudo. Sem problema. Ele é o cara.

PS – A análise foi considerada tão relevante, que a Folha deu chamada de primeira página.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Defesa Tags: ,
15/09/2009 - 07:00

A crise mundial da grande mídia

Por Daniel Davidsohn

NEW YORK TIMES

Confiança na mídia é a mais baixa da história: apenas 29%. Clique aqui.

* 63% consideram as reportagens imprecisas contra 29% que ainda julgam que a mídia em geral procura chegar à verdade dos fatos.

* em 2007 – última pior marca – a proporção era respectivamente de 53% e 39%;

* 74% consideram que a mídia toma partido nas matérias sobre questões políticas e sociais;

* 74% também consideram que a mídia muitas vezes é influenciada por interesses poderosos;

* o maior percentual negativo é entre eleitores democratas. Aumentou de 43% para 59% o percentual dos que consideram as matérias imprecisas; e de 54% para 67% os que consideram que a mídia toma partido.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , ,
28/08/2009 - 15:21

A crise mundial da mídia

Por Chato Feliz

Não é sobre o tema exatamente, fala sobre a perda de credibilidade da imprensa (pasmem !!!!) americana. É uma coluna do Caio Blinder de hoje, e digo que é das melhores colunas que eu já lí dele. Vale a pena ler pessoal…

Clique aqui.

Tal lá como cá ?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , , ,
24/08/2009 - 10:06

A guerra da saúde nos EUA

—————-
Now playing: 03-ilusion-de-mi-vida-palomita-blanca
via FoxyTunes

Por Chato Feliz

Sobre a campanha republicana contra a reforma da saúde por Obama, aqui vai o link de uma coluna deliciosa de ler do Lucas Mendes:

Excelente.

Lucas Mendes: Saúde suína

20/08 – 08:24 – BBC Brasil

A minoria americana bem informada, inclusive conservadora, sabe que a saúde do Estados Unidos é pior do que a de qualquer país rico. Na escala da ONU, a qualidade da assistência médica dos EUA aparece em 37º lugar, embora o país gaste o dobro e até três vezes mais por cabeça do que qualquer país europeu e o Japão.
Os gringos têm mais doenças e vivem menos do que os outros ricos. Não há como fabricar este número.

E a saúde aqui não mata só a população. O governo freou a indústria americana quando já estava com um pé na cova, mas todas empresas e quem faz seguro individual pagam preços absurdos por qualidade duvidosa.

Quase metade das falências do ano passado foi atribuída a custos com saúde. E pior. Se você é rico ou político influente, o serviço é da melhor qualidade. Um dos meus filhos sentiu uma dor muito forte do lado direito da cintura e às 23h fomos para a emergência do hospital. Depois de 2 ou 3 horas para ser admitido, os médicos começaram uma série interminável de exames. Menos de 12 horas depois, frustrado com os exames sem definição e pelo cenário, fugiu do hospital. Mas não da conta: US$ 21 mil.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: , , ,
13/08/2009 - 09:27

Juros estáveis nos EUA

Do Guia Financeiro

O Federal Reserve manteve sua taxa de juros em uma margem de variação de zero a 0,25% pela quinta reunião consecutiva, em mais um indicativo de que a recessão já passou ou será superada em breve. A decisão foi unânime entre os 10 agentes que formam o colegiado.

Ao mesmo tempo, a autoridade monetária norte-americana afirma que vai desacelerar gradualmente seu plano de adquirir até US$ 300 bilhões em treasuries para efetuar uma transição tranquila nestes mercados. A expectativa inicial era de que o programa de resgate não convencional seria encerrado em setembro, mas o Fed declarou que pretende manter as compras até outubro.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crime Tags: , ,
01/08/2009 - 09:53

Sobre a recuperação americana

Da Folha

Economia não está melhorando

DO “FINANCIAL TIMES”

Localize a suposta melhora: 0, -1,9, -3,3, -3,9. Essa é a progressão no ritmo trimestral de crescimento da economia dos Estados Unidos nos quatro últimos trimestres, com relação aos períodos comparáveis um ano antes.

Sim, mas pelo menos o declínio está se desacelerando, dizem os otimistas. A queda sequencial na produção foi de só 1%, de acordo com os dados do segundo trimestre, ante 6,4% negativos no período anterior.

É claro que as coisas estão parecendo melhores. A economia está vivendo de doses maciças de gastos de estímulo e de crédito barato. O consumo do governo aumentou 6% ante o trimestre anterior. As taxas de juros baixas atenuaram o colapso no investimento.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
31/07/2009 - 11:06

EUA: SOS mídia

Por João Maria Fernandes

Napoleão Bonaparte às avessas:

“Quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Até isso | Um apelo para que Obama ajude a salvar os jornais nos EUA

O ex âncora da CBS, Dan Rather, pediu o envolvimento do presidente Obama num esforço para salvar os jornais. Falando no Aspen Institute, fez um discurso emocionado durante o qual defendeu a criaçao de uma comissao pela Casa Branca com o objetivo de apresentar recomendaçoes de como salvar empregos e criar novo modelo de negócios para as organizaçoes jornalisticas.”

fonte: http://blogoleone.blogspot.com/2009/07/ate-isso-um-apelo-para-que-obama-ajude.html

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: , ,
29/07/2009 - 06:46

Sinais contraditórios nos EUA

Para se avaliar a confusão na economia norte-americana.

Desde o início da crise, pensava-se que a virada se daria quando o mercado imobiliário parasse de cair. Seria o fundo do poço. A partir daí, vendedores se tornariam mais cuatelosos antes de vender suas casas e compradores seriam mais atuantes – para comprar antes da alta.

A estabilização do mercado de imóveis usados permitiria o reinício das vendas de residências novas – aí, movimentando a construção civil.

Esses sinais surgiram, ainda que tênus, nos últimos dois meses.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
22/07/2009 - 09:55

A política cambial (nos EUA)

Por Jorge Verissimo Pereira

Nassif, neste espaco eh que encontro mais analises a respeito do problema da sub-valorizacao do dollar referente ao real e os efeitos disto na industria. Estranho nao haver muita repercusao disto em outros blogs de analise (pelo menos ate hoje nao sei de uma). Bom, ontem no NYT saiu uma reportagem (Obama’s Strategy to Reverse Manufacturing’s Fall) que vai ao encontro de suas analises. Em suma ad hoc (pontuais) iniciativas nao estao dando certo para reviver a industria americana. Entrevistam tb Douglas Bartl que eh proprietario de uma empresa e co-chairman de uma organizacao chamada Fair Currency Coalition ele diz que ele tem condicoes de competir com as industrias chinesas, o que ele nao pode competir eh com a politica cambial chienesa que todos sabem que subvaloriza a moeda deles (ele cita um produto dele (placa de circuito impresso) que ele vende por $1.4 e os chineses por $1. Neste ponto o Obama eh comparado ao Bush. Eh sugerido uma taxa aos produtos chineses por subavaliar a moeda deles de maneira a equalizar as coisas. Agora uma pergunta, isto eh viavel? Nao teriam Obama e Bush ja feito isto se fosse viavel? E ate Lula ele nao teria feito ja isto? Nao se teria um grande problema com a China e que ninguem quer comprar esta briga? pq eh fato tanto la US como no Brasil esta politica chinesa esta acabando a industrial local.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
15/07/2009 - 12:00

Reforma do sistema de Saúde dos EUA

Da Folha

Reforma do sistema de saúde dos EUA pode custar US$ 1 tri

Metade da conta será paga com o aumento dos impostos dos mais ricos, segundo plano democrata

SÉRGIO DÁVILA
DE WASHINGTON

Os democratas da Câmara dos Representantes (deputados federais) dos EUA apresentaram ontem à tarde sua proposta de lei para a mais ampla reforma do sistema de saúde pública da história recente do país. Com o apoio do presidente Barack Obama, a medida custará aos cofres públicos cerca de US$ 1 trilhão em dez anos -um valor próximo ao Produto Interno Bruto de 2008 do México, a segunda maior economia da América Latina.

Pelo plano do partido da situação, metade da conta será paga por um aumento progressivo nos impostos da fatia mais rica da população na próxima década. Os atingidos são famílias que ganham mais de US$ 250 mil por ano (ou R$ 41,7 mil por mês), que representam menos de 3% dos americanos.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , , ,
11/07/2009 - 10:38

O enquadramento dos derivativos

Do Estadão

Projeto põe derivativos sob controle

Geithner leva proposta ao Congresso prevendo rígida supervisão da SEC sobre todos os contratos de derivativos

DOW JONES NEWSWIRES

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, levou ontem ao Congresso seu plano de regulação de derivativos negociados em balcão (fora do ambiente de Bolsa). Geithner reiterou seu pedido para colocar todos esses derivativos sob estrita supervisão federal, num esforço para tornar o sistema financeiro mais estável e eliminar riscos que possam ameaçar seu funcionamento.

“Há uma convergência substancial quanto à abordagem (do tema) de maneira geral. A estratégia ampla que defendemos será apoiada também pelo Reino Unido”, disse ele, acrescentando que o apoio pode se estender a outros países europeus.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
07/07/2009 - 11:17

O golpe de Honduras

Praticamente todos os jornais passaram a descrever o que ocorreu em Honduras com a definição correta: golpe. Com a condenação dos Estados Unidos e a ameaça de boicote econômico, Celso Amorim diz que o grupo golpista não resistirá três meses.

O correspondente da Folha conseguiu uma resposta extraordinária do novo MInistro da Defesa Adolfo Lionel:

FOLHA – Por que houve a proibição da volta de Zelaya?
LIONEL - O fato de se ter permitido a Zelaya ir à Costa Rica foi um ato humanitário. Há muita gente que ainda está irritada. Para evitar um banho de sangue, decidiu-se enviá-lo à Costa Rica, um país altamente democrático. Aqui, estaria preso. Há 18 ordens de prisão contra ele.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , , ,
16/06/2009 - 10:20

Obama e o modelo de saúde norte-americano

O modelo de saúde americano é um dos nós mais intrincados de política pública, para Obama deslindar.

Não alcançou a universalização, tornou-se excessivamente oneroso – US$ 2 trilhões por ano -, ao contrário de modelos mais bem sucedidos no Canadá e na Inglaterra.

Há um conjunto de problemas a serem enfrentados. Um deles, a questão das ações judiciais milionárias contra erros médicos. Esse procedimento levou ao encarecimento da medicina, pela necessidade de seguros contra erros cada vez mais onerosos, e uma extrema precaução, que tornou os médicos reféns dos exames de laboratórios.

O encarecimento dos planos de saúde afastou pessoas físicas e pequenas e médias empresas, inviabilizou algumas grandes empresas e representa a face mais visível do fracasso das políticas sociais em tempos de neoliberalismo.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Educação Tags: , ,
10/06/2009 - 08:00

O modelo de saúde nos EUA

Por Waldyr Kopezky

Caro Nassif:

O “caos” da Saúde, mas não daqui

A segunda morte nos EUA de uma vítima da gripe suína (uma brasileira, adotada bebê e  naturalizada norte-americana) – e outras 226 pessoas doentes confirmadas pelo CDC (Centro de Controle de Doenças Infecto-contagiosas) de lá foi coroada com a notícia de que, hoje, a OMS anunciou oficialmente que a epidemia global de gripe suína é uma pandemia. Mas, no Brasil, ainda é apenas um surto: somente 40 casos e nenhuma morte, o que é positivo para as autoridades sanitárias em nosso País.

Seria interessante, inclusive, abordar por outra ótica:

Nos EUA, saúde e educação públicas não são deveres do Estado. Não está escrito na constituição deles. Não sendo, não há (como no Brasil) a obrigatoriedade das esferas públicas (municipal, estadual ou federal) na disponibilização de recursos para a construção de uma rede pública de atendimento – as escolas públicas são pouquíssimas e não se fala em “déficit educacional”, sendo que o mesmo ocorre na rede de hospitais: a quase totalidade é de particulares. Para se ter uma idéia, se uma pessoa pobre (a média de renda de famílias na classe D é de, aproximadamente, U$ 6 mil/mês, para menos) chega no pronto-socorro de um hospital privado vítima de acidente ou de uma doença grave e não tiver um plano se seguros que atenda os gastos com saúde, ela recebe o atendimento emergencial, vai para a enfermaria mas não recebe tratamento algum; só é deixado lá, para morrer (segundo me informaram, o máximo que fazem – por pura “liberalidade humanitária” – é enchê-lo de morfina, para que ele possa ir sem dor).

Tal modelo mostra-se totalmente errado, principalmente em um cenário de proliferação de doenças infecto-contagiosas, porque a ação seria de erradicação dos focos nas camadas mais baixas da sociedade, onde as condições sanitárias são menores e a instrução, pior.
“Jovem americana que morreu de nova gripe nasceu no Brasil”

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: , ,
26/05/2009 - 10:12

A volta do protecionismo

EUA querem reativar programa “Compre Americanos”

A administração Obama enfrenta pressão crescente para trazer de volta o programa “Compre (produtos) Americanos” aprovado pelo Congresso este ano, entre preocupações crescentes de que alguns segmentos de trabalhadores poderiam ser prejudicados pela ajuda. As medidas de estímulo, de US$ 787 bilhões, exigem que qualquer projeto financiado com esse dinheiro utilize apenas aço, ferro e produtos manufaturados dos EUA. O clamor dos parceiros comerciais fez a lei ser alterada na última hora, enquanto a Casa Branca insistia que isso não viola os acordos comerciais existentes. Algumas empresas e funcionários afirmam que a mudança está se revelando praticamente insignificante na prática.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia Tags: ,
26/05/2009 - 10:03

Crise nos EUA

Bancos zumbis andam pelo sistema financeiro

Os pequenos bancos dos Estados Unidos enfrentam graves prejuízos e, mesmo necessitando de capital continuam a operar, indicando que as entidades reguladoras relutam em fechá-los. Talvez os chamados bancos “zumbis” não morreram depois de tudo. Recentemente, há dois meses atrás, muitos em Wall Street especularam que as maiores instituições financeiras da nação – como o Citigroup e Bank of America – estavam operando apenas por causa de uma extensa ajuda do governo dos EUA. Agora, muitos especialistas se perguntam como tantos pequenos emprestadores regionais e de comunidade, esmagados pela fome de capital e assoberbados pela escalada de perdas com empréstimos são capazes de permanecer no negócio. Na região metropolitana de Atlanta e no Estado da Flórida, por exemplo, mais de 50 bancos relataram que o nível dos ativos não realizados é de 10% ou mais do total no final de março, de acordo com o banco de investimentos Carson Medlin.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia Tags: , , , ,
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