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25/09/2009 - 08:00

A guerra do etanol

Do Último Segundo

Coluna Econômica – 25/09/2009

O discurso de Barack Obama, na semana passada, mostrou claramente que a mudança da matriz energética será o principal ponto para investimento tecnológico dos Estados Unidos na próxima década.

O investimento americano é no chamado etanol de segunda geração, o celulósico, produzido a partir da madeira.

Esses temas foram tratados no Bioen Workshop, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e acompanhado pela repórter Lilian Milena, da Agência Dinheiro Vivo (clique aqui para ver a íntegra da reportagem),

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Bioenergia, C&T, Coluna Econômica Tags: , ,
02/03/2009 - 15:00

O etanol da mandioca

Por João A.

Da Agência Brasil

Estudo para o uso da mandioca açucarada na produção de biocombustíveis deve sair em julho

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vem realizando pesquisas sobre a viabilidade da produção de etanol a partir de uma espécie diferenciada de mandioca, descoberta no interior do Pará: a mandioca açucarada. O estudo deve terminar em julho.

Segundo a pesquisadora da Embrapa Agroenergia, Sílvia Belém, ao contrário dos outros tipos de mandioca, esta possui glicose em sua fórmula, ao invés de amido. Isso torna desnecessário o processo de sacarificação da mandioca, no qual o amido é transformado em açúcar. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia, Tecnologia Tags: , ,
27/02/2009 - 09:46

Como exportar etanol

Por Andre Araujo

A Florida é o Estado americano mais propenso a importar etanol brasileiro. O ex-governador Jeb Bush criou uma comissão de etanol para promover legislação estadual visando a compensar a sobretaxa federal que é uma barreira à importação em larga escala. O seu sucessor, Governador Christ, mantem a mesma linha. Por outro lado, a Florida avançou bem à frente dos demais Estados americanos para exigir 10% de alcool na gasolina, o que só poderá ser suprido pelo Brasil, porque não há logistica para levar o alcool de milho do Meio Oeste à Florida. Esse esforço foi feito pela equipe de Jeb Bush sem qualquer apoio do Governo brasileiro ou da UNICA. Há uma boa chance de se ampliar enormente as exportações de etanol para os EUA, de varias formas, inclusive com reprocessamento no Caribe, para entrar via o Caricom, que isentaria da sobretaxa. O Governo americano dá grande importancia a essa etapa caribenha, para apoiar paises estagnados, como a JamaicaO Brasil parece meio lento nesse esforço, ninguem faz nada de realmente forte em materia de lobby, só a surrada retórica de reclamar sempre da sobretaxa, que foi imposta pelo Congresso, não pelo Executivo.. Nos EUA funciona lobby profissional bem pago e legal.

Para se ter uma ideia do mercado, só o aditivo de 10% na Florida significará 3 bilhões de litros ano, um décimo da produção brasileira. O Brasil, governo e usineiros, não demonstraram maior atenção para essa Comissão pioneira da Florida, que poderá fechar pelo desinteresse de seus maiores beneficiariios, um quadro tipicamente brasileiro, que ja vimos tantas vezes.

Com o etanol sobrando, o Governo deveria ter uma força-tarefa só para promover a exportação, dezenas de milhares de empregos dependem disso.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Energia Tags: , , ,
31/01/2009 - 11:00

A mão-de-obra na cana

Por EdiSilva

Maria Isabel, tive estas outras informações sobre o Etanol do amigo André Duarte, do Coletivo Motirõ – Taguatinga-DF.

Para refletir sobre a questão seguem alguns links. Sempre fico de orelha em pé quando a mídia noticia fatos favoráveis aos trabalhadores. No caso do etanol, 30% da produção já é mecanizada e tende a aumentar. É certo que as condições de trabalho são terríveis, mas na maioria das vezes, é isso ou a fome. Vale lembrar que uma colheitadera de cana faz o trabalho de 80 trabalhadores rurais. Outras perguntas que podemos fazer: Quem ganharia com a redução do consumo de etanol? O que é menos danoso à sociedade, combustíveis fosseis ou renováveis? Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags: ,
28/02/2007 - 18:42

Usineiros e aventureiros

Há três tipos de investidores apostando no bioetanol. Usineiros tradicionais estão investindo fortemente na expansão das suas empresas. Há novos investidores, como o ex-presidente da Petrobrás Felipe Reichstull, que fez captações gigantescas para ampliar a produção brasileira. E há os muito ligeiros, comprando usinas com escassa viabilidade, para vestir a noiva e passar o mico para frente.

Nesse último grupo há um aventureiro manjado, inclusive na área editorial.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Energia, Sem categoria Tags: ,
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