19/11/2009 - 08:12
Coluna Econômica 19/11/2009
Vamos entender de forma simplificada o efeito câmbio sobre a economia brasileira.
Os personagens do jogo:
* Empresa Interna
* Empresa Externa
* Fornecedor Interno (que vende para a Empresa Interna)
* Fornecedor Externo
* Consumidor Interno (que é o trabalhador da Empresa Interna)
* Consumidor Externo
O que ocorre nesse universo quando a moeda nacional (o real) se valoriza em relação à moeda internacional (o dólar):
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: câmbio, consumidor, Economia, empresas, moeda
20/10/2009 - 08:14
Coluna Econômica 20/10/2009
A caminhada do país rumo a um papel mais relevante no cenário mundial esbarra em alguns problemas culturais entranhados. Um deles é a visão provinciana, de quem não consegue entender as relações entre governos e grandes empresas.
Grandes multinacionais são extensão dos governos nacionais.
Lembro-me de um episódio, anos atrás, em que um presidente da Volkswagem do Brasil – austríaco – teceu algumas considerações sobre o “apagão” energético. A reação transbordou as críticas contra a Volks e quase se tornou um caso diplomático.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: Economia, empresas, governo, multinacionais
05/07/2009 - 10:14
Do Estadão
Proposta, em fase de conclusão na CGU e no Ministério da Justiça, será encaminhada ao Congresso neste mês
Felipe Recondo
As empresas que cometem crimes contra a administração pública na tentativa de obter vantagem poderão passar a ser punidas civil e administrativamente pelo Estado. Aquelas que se beneficiam do pagamento de propina a servidores públicos, de fraudes em licitação, da lavagem de dinheiro e da maquiagem de serviços e produtos vendidos ao governo poderão ser multadas, impedidas de receber benefícios fiscais, fechadas temporariamente ou extintas, a depender da gravidade dos fatos. A novidade consta do projeto de responsabilização das pessoas jurídicas, que está em fase de conclusão na Controladoria-Geral da União (CGU) e no Ministério da Justiça. O texto será encaminhada ao Congresso ainda neste mês.
A legislação atual praticamente blinda essas empresas. Quando se envolvem em escândalos de corrupção, no máximo são punidas pelo mercado: a marca e a imagem são deterioradas e os clientes fogem para a concorrência. Se não houver esse prejuízo simbólico, porém, a empresa continua a funcionar normalmente. O Estado, hoje, não pode fazer praticamente nada contra elas.
(…)
JULGADOR
Com a legislação atual, a punição pela prática de outros crimes fica restrita ao funcionário, à pessoa física, como o diretor da empresa. “Tudo o que está previsto no novo projeto já é crime, mas hoje não temos a possibilidade de punir a pessoa jurídica”, diz o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay.
O novo texto determina que a empresa, independentemente dos processos contra seus dirigentes, será julgada pelos atos praticados por seus funcionários ou representantes, mesmo que ela não tenha expressamente dado a ordem para que o crime fosse cometido ou obtido alguma vantagem. Por ser um julgamento administrativo, a intenção é garantir o máximo de celeridade no trâmite dos processos.
Comentário
É uma medida em linha com a era da informação. Não sei até que ponto o Judiciário aceitará, mas é inevitável que o processo de ampla transparência seja acompanhado do aumento de punições, para crime de corrupção, sob pena de inviabilizar a governabilidade no país. Escreverei sobre essa tendência na parte da tarde
Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Justiça
Tags: corrupção, empresas, punição
15/03/2009 - 14:57
Por pompeu
CAPACIDADE DE ORGANIZAÇÃO EM REDE DESAFIA EMPRESAS (favor enviar o link)
“Professor da Universidade de Nova York analisa amadorização de massa.
No Reino Unido, o HSBC resolveu oferecer contas sem juros no cheque especial para universitários e recém-formados. Em agosto de 2007, o banco mudou de idéia e avisou que, em duas semanas, mudaria a sua política. Essa mudança criou um movimento no Facebook, serviço de rede social, em que milhares de estudantes se organizaram pela internet, protestaram e trocaram informações sobre como mudar de banco. O grupo do Facebook chegou a marcar para setembro um protesto em frente aos escritórios do HSBC em Londres. Não precisou ser feito, pois o banco voltou atrás.
… aponta que não foi o descontentamento de seus clientes que fez o HSBC mudar de idéia, mas o
DESCONTENTAMENTO ORGANIZADO DOS CLIENTES. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Blogs, Internet
Tags: empresas, redes sociais
29/01/2009 - 15:28
Por Alexandre Fabian
Com respeito da frase:
“Alega-se que o capitalismo do “valor ao acionista” exige que o índice dos ativos/capital seja maximizado. O excedente de capital reduz o retorno sobre o patrimônio dos acionistas e atua como um dreno sobre os lucros por ação.”
Fico pensando que ainda no li nenhum artigo que reflita sobre as mudanças que estamos tendo no Brasil nesta passagem de empresas fechadas familiares para empresas de capital aberto em bolsa.
Os dois tipos de empresa, por exemplo, reagem de forma bem distinta em momentos de crise.
No meu entendimento, p.e., as empresas e capital aberto sao levadas muito mais rapidamente a demitir e mostrar ações de redução de custos que as de capital fechado – inclusive anunciando isto aos quatro ventos, como se fosse algo ‘positivo’ – e do ponto de vista do ‘acionista’ pulverizado efetivamente é.
As de capital fechado – notadamente as de controle familiar – não sofrem esta pressão do mercado, e podem agir pensando no médio e no longo prazo também. E normalmente não ‘anunciam’ demissões……..
Dentre outros temas a respeito, as enormes diferenças de ‘compromisso’ de empresas de capital aberto ou fechado com as cidades e regiões onde foram fundadas ou teem a sua sede.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Novo Modelo
Tags: empresas, S/A