11/11/2009 - 08:35
Coluna Econômica 11/11/2009
A recuperação econômica não se dá de forma homogênea. No caso da última crise, a economia brasileira recuperou-se rapidamente no item consumo das famílias. O setor industrial levou um pouco mais de tempo para pegar ritmo. A arrecadação fiscal demorou mais do que o esperado para começar a se recuperar, assim como o setor de máquinas e equipamentos – que acordou vigorosamente nos últimos meses, depois das quedas mais acentuadas em todos os setores.
Ontem saíram dados sobre o emprego industrial, medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em setembro o índice estava 6,5% abaixo de setembro de 2008.
Quando se compara com os meses anteriores, o quadro é de recuperação. Cresceu 0,3% em julho e agosto e 0,4% em setembro em relação ao mês anterior. Ainda é tímida a recuperação, especialmente se comparada aos dados de queda registrados no final do ano passado. De dezembro a fevereiro as quedas mensais foram de 1,9%, 1,4% e 1,3%.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: Economia, emprego, indústria, último segundo
28/09/2009 - 14:00
Por Maria Angélica
Nassif,
Independente das discussões sobre o marco regulatório do Pré-sal e sobre quem vai lucrar ou não, considero que já existe um ganho: abre-se uma discussão sobre o mercado de trabalho e, em consequência, sobre o investimento que o Brasil terá que fazer no segmento educação. Preparar mão de obra especializada para o grande desafio tecnológico que será explorar essa riqueza.
Segue informação colhida no portal de comunicação da Petrobras:
Exploração do pré-sal necessitará da capacitação de 240 mil profissionais até 2016
Em debate, presidente Gabrielli falou sobre o novo marco regulatório do petróleo e os desafios tecnológicos para a exploração da camada pré-sal
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo
Tags: emprego, pré-sal, recursos
06/08/2009 - 17:35
Do Fórum de Discussões – Portal Luís Nassif
Concurso Público
*Publicado por Rafael Madeira Quintella
Ano passado eu fiz um cursinho preparatório desses vários que tem por aí voltados para concursos públicos, uma turma de PRF e PF, tive noções de alguns conteúdos de direito que mesmo não me tornando funcionário público, considero ter aprendido um direito básico que todo cidadão brasileiro deveria aprender.
Mas escrevo para comentar sobre o grande negocio que viraram os concursos públicos, em especial para as instituições organizadoras das provas, e mais em especial ainda a CESP/UNB. Existem vários setores envolvidos no processo, entre apostilas, sites, cursinhos e as tais instituições organizadoras. Todos lucram com os sonhos de uma boa parte da população de ter estabilidade no emprego e um bom salário. Cito a CESP/UNB pelo tamanho do mercado que ela detém, e pelos valores que pratica.
continua
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: concurso público, cursinhos, emprego, salário
18/07/2009 - 07:30
Qual a chave do enigma? O setor automobilístico bateu recordes de produção, mas reduziu o contingente de trabalhadores empregados.
Simples. O governo federal apelou para a isenção do IPI para segurar a queda da economia. Só que esse tipo de isenção tem data marcada para terminar. E o que acontecerá com o mercado depois do término da isenção? Essa incerteza faz com que o setor tenha espasmos de crescimento, mas não a confiança para retomar o emprego e o investimento.
É importante aproveitar a experiência para uma análise melhor sobre as relações custo-benefício dessas isenções pontuais e setoriais.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: emprego, indústria automobilística, IPI
13/07/2009 - 08:00
Do Último Segundo
Embora haja sinais de que a economia já tenha batido no fundo do poço, a situação do emprego ainda não é confortável.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados na sexta, indicam em maio a oitava queda consecutiva do emprego, em relação ao mês anterior. E a sexta queda consecutiva em relação ao mesmo mês do ano anterior – aí facilmente explicável, já que a crise que eclodiu em setembro mudou o patamar da economia. Apenas a partir de outubro, os indicadores anuais serão positivos em relação ao ano anterior.
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No acumulado do ano, houve queda de 4,7% no número de empregos. Como em abril o acumulado havia sido de -4,4%, significa que prossegue o aumento do desemprego.
O acumulado dos últimos 12 meses apresenta um quadro melhor. Houve queda de -1,1%. O que significa que se está quase voltando ao período pré-bolha de 2008. Como se recorda, antes da eclosão da crise, houve um período anormal de economia aquecida, em função de movimentos especulativos globais. Agora, vai-se voltando ao normal.
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De qualquer modo, o recuo do emprego da indústria – de 0,5% em relação a abril – significa uma desaceleração do ritmo de queda do emprego.
É interessante a comparação com maio de 2008. Naquele mês, a economia mundial bombava e bombavam os setores ligados a commodities agrícolas e minerais – justamente os mais afetados, depois de setembro, com o fim da bolha especulativa.
Comparando maio de 2009 com 2009, a queda atingiu 14 estados e 17 dos 18 setores pesquisados.
Continua
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: emprego, IBGE
25/06/2009 - 12:04
O número de trabalhadores com carteira assinada em maio foi de 9,4 milhões, mantendo-se estável em relação a abril e 2,1% acima do registrado em maio do ano passado.
Do Guia Financeiro da Dinheiro Vivo
A taxa de desemprego no Brasil apresentou leve queda no mês de maio, chegando a 8,8% ante 8,9% em maio, segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Entretanto, o total acumulado em 12 meses aponta um acréscimo de 0,9 ponto percentual ante os 7,9% vistos em 2008. Já a população ocupada seguiu estável.
O número de trabalhadores com carteira assinada em maio foi de 9,4 milhões, mantendo-se estável em relação a abril e 2,1% acima do registrado em maio do ano passado. Na análise por setores, houve queda de 6% no número de empregados na indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, enquanto o segmento de educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social registrou um acréscimo de 4,4% no número de vagas.
E inadimplência aumenta
BC 01 – Inadimplência volta a crescer
Endividamento de pessoas físicas atinge 8,6%; de empresas, 3,2%
A inadimplência das pessoas físicas fechou o mês de maio em alta de 8,6% em maio, segundo dados do Banco Central. O indicador atingiu seu maior resultado desde o início da série histórica, em 2000. No caso das empresas, a inadimplência no mês atingiu 3,2%, o maior resultado desde 2001. A variação mensal foi decorrente da alta de 0,2 ponto percentual nas operações com pessoas físicas e de 0,3% para pessoas jurídicas.
Comentário
Esses dados comprovam que a crise se abateu vigorosamente sobre pequenas empresas, sem acesso a crédito. E poupou mais os grandes segmentos – com exceção de máquinas e equipamentos.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: emprego, inadimplência
05/05/2009 - 17:00
Há uma enorme incompreensão que ainda remanesce em relação ao Bolsa Família.
A maior delas é em torno de uma dicotomia inexistentes: em vez de dar esmola o Estado deveria dar emprego.
Primeiro, não são políticas excludentes. Dá-se a base de sustentação mínima e oferece-se emprego.
Segundo, políticas de desenvolvimento – e de aumento de emprego – são inócuas sobre a base da pirâmide, se não vier acompanhadas de políticas de inclusão.
Numa ponta, tem-se a questão regional, os bolsões de pobreza. Essas regiões não se desenvolvem porque não tem consumo; não tendo consumo não atraem empresas; não atraindo empresas, não geram empregos.
Esse círculo vicioso está sendo rompido nas regiões mais pobres graças ao Bolsa Família e à Previdência Social. Criaram-se as bases para um consumo popular que estimulou empresas a investirem no atendimento à nova demanda. Em muitos lugares, o passo seguinte já foi dado, de instalação de empresas para atender à região.
Os valores da Bolsa e da aposentadoria são irrisórios mas permitiram uma estabilidade de ganhos. O que caracteriza a renda dos muito pobres, além do pequeno valor, é a inconstância do recebimento. Como não estão no mercado formal, dependem de bicos. Essa instabilidade impedia qualquer forma de comprometimento de renda com crédito. A Bolsa Família e a melhora nos benefícios da Previdência forneceram esse colchão mínimo. Com isso, a baixa renda pode ir às compras – a maior parte dos gastos, aliás, em alimentos e produtos de limpeza, mas parte em bens de consumo durável.
O segundo ponto é a inclusão dos miseráveis no mercado de trabalho. Também aí há uma incompreensão do que seja a miséria absoluta. E reflete a visão preconceituosa de que a miséria é fruto da vagabundagem.
A miséria absoluta é uma questão cultural. O sujeito vive na miséria porque aprendeu a viver apenas na miséria. Não tem noção do que seja sair da miséria. Aceita a condição como se fosse uma inevitabilidade.
O Bolsa investe em portas de saída do programa. A parceria com a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) mostra isso. Mas não se esperem resultados auspiciosos com os miseráveis. O máximo que se conseguirá, apertando as condicionalidades de colocar os filhos na escola, será salvar dessa tragédia a geração dos filhos.
Portanto espere-se da Bolsa Família o que ela pode dar: impedir a fome (só isso já seria suficiente para legitima-la); impedir a desagregação familiar; estimular a matrícula das crianças na escola.
A consolidação final do Bolsa Família será transformá-la em um ativo do Estado, do atual estágio da civilização brasileira e não um feito pessoal do governo Lula. Caso contrário, se entrar outro partido no poder, a tentação será “refundar” o Brasil. Essa é a verdadeira tragédia brasileira, praticada por todos os partidos independentemente de escolaridade.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Fome
Tags: Bolsa Família, emprego, Fome
21/04/2009 - 11:55
Do Estadão
Levantamento com recém-formados, feito a pedido do MEC, indica ainda melhora na renda
Lisandra Paraguassú
Alunos recém-formados por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni) estão saindo do ensino superior empregados e dizem que tanto a renda familiar como sua vida melhoraram após iniciar o curso. Essas são conclusões de pesquisa inédita realizada com 1,2 mil recém-formados. Uma das principais bandeiras do governo Lula usadas na campanha da reeleição em 2006, o ProUni começou a formar os primeiros estudantes em janeiro deste ano.
O levantamento, feito por telefone no mês passado pelo Instituto Ibope a pedido do Ministério da Educação, apontou que 80% dos entrevistados disseram estar saindo da universidade com emprego garantido. Esse índice era de 56% antes de os estudantes entrarem no programa. Além disso, 68% afirmaram que a renda familiar aumentou desde a entrada na faculdade, sendo que a maioria, 40%, diz que a melhoria foi pequena. Outros 28% afirmam que sua renda melhorou muito. (continua) Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Educação
Tags: emprego, MEC, Prouni
27/03/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 27/03/2009
Há duas apostas relevantes em relação à economia. A primeira, é sobre o novo ritmo de crescimento do PIB pós-crise. A segunda – e mais importante – é sobre o fundo do poço. É a mais relevante porque movimentos econômicos costumam derivar para os chamados círculos virtuosos ou viciosos.
O vicioso consiste em um fator que deflagra uma crise. No primeiro movimento, há redução drástica de negócios, no segundo, redução de emprego. Os empresários tornam-se cautelosos, achando que o dia seguinte será sempre pior. E esse conservadorismo autoalimenta a crise.
Por isso mesmo, quando bate no fundo do poço muda o estado de ânimo. O empresário se replaneja na certeza de que amanhã será igual ou melhor do que hoje. Esse mesmo estado de espírito pega o consumidor, cortando as correntes de transmissão da crise. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia
Tags: 2009, emprego, fundo do poço
26/01/2009 - 12:39
Por Lourenço
Bom dia,
Artigo do Paul Krugman no NY Times de hoje, rebatendo as críticas ao plano Obama: clique aqui.
Comentário
É curioso o artigo do Paul Krugman porque comprova que não é só no Brasil que se recorrem a cálculos simplórios para questionar ações públicas contra a crise.
Os cabeções americanos pegaram o valor dos investimentos públicos para estimar o custo de criação de cada emprego. Deu US$ 275 mil por emprego criado.
Krugman mostra que o programa será implantado ao longo de anos e criará milhões de empregos a cada ano. Os cabeções pegaram o total aplicado e dividiram pelo número de postos de trabalho criados apenas no primeiro ano. Krugman refaz as contas e diz que o custo cai para US$ 100 mil.
Depois, mostra que os cabeções não consideraram o impacto fiscal positivo de uma economia mais forte. Com isso, o custo estimado por emprego criado cai para US$ 60 mil.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: emprego, gastos públicos
12/01/2009 - 09:50
Matéria de Cibelle Bouças, do Valor, sobre cortes de emprego. Com base em entrevista com Júlio Sérgio de Almeida, do IEDI, traçou o seguinte quadro (clique aqui):
Mais afetados
Indústrias de bens de consumo duráveis (como eletroeletrônicos e eletrodomésticos), construção civil, papel, celulose, couro, madeira e agroindústrias (…) Também participam do “grupo de risco” as montadoras, as indústrias siderúrgicas, de autopeças e de máquinas e equipamentos, que já indicavam um quadro de agravamento no fim do ano passado. “Não existe setor que sairá ileso da crise, mas certamente os que dependem do crédito e já apresentam redução da demanda estarão mais propensos a fazer demissões neste início de ano”, avalia o economista e professor da Unicamp Júlio Sérgio Gomes de Almeida.
Menos afetados
Já setores ligados a serviços essenciais e produtos básicos, como alimentação, saúde, educação, água e esgotos e energia, apresentam mais chances de encerrar o primeiro trimestre com o nível de emprego inalterado. Apesar das perspectivas pouco favoráveis para a construção, Almeida acredita que os setores de cimento e outros insumos podem ter desempenho razoável. Embora as vendas de imóveis tenha caído, as construtoras continuam as obras, diz ele.
Por Roberto São Paulo/SP
Caso se confirme as 300 mil demissões mais do que o esperado para dezembro de 2008, já poderemos afirmar que o circuito do diabo já se instalou na economia brasileira e a sua magnitude dependerá da capacidade do governo do Presidente Lula e principalmente do COPOM em responder a atual crise econômica.
O COPOM precisa agir rápido para impedir um desemprego em massa no Brasil, até mesmo a antecipação da reunião ordinária do COPOM já não mais parece tão maluca assim diante dos assustadores dados que vão se revelando a cada dia.
Maluquice será cortar apenas 0,5% na próxima reunião, mas pelo jeito os membros do COPOm são todos malucos, ou pelo menos já demonstraram isso ao manter os juros da Selic em 13,75% mesmo depois da quebra de uma importante instiuição americana, e ter mantido até agora, quase três meses depois da quebra de uma importante instituição americana.
O Nosso problema, é que os membros do COPOM estão todos malucos.
Comentário
O Roberto se refere à previsão do Ministério do Trabalho, de que em dezembro houve 600 mil demissões, contra a média (por conta do trabalho temporário) de 300 mil em outros anos.
Do Valor
BRASÍLIA – Para contemporizar o quadro bem negativo que teria sinalizado no fim de semana, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, negou hoje que o país tenha registrado perda de 600 mil vagas formais em dezembro, o dobro da média histórica para o período. O ministro negou essa estimativa e manteve a previsão de recorde histórico para a geração líquida de vagas em 2008, acima do total de 1,6 milhão registrado em 2007.
Por meio de sua assessoria, Lupi negou que a crise financeira internacional tenha gerado tamanho número de cortes no Brasil no mês passado.
Comentário
Nunca ouvi falar em desmentido visando “contemporizar o quadro bem negativo que teria sinalizado no final de semana”. Ou o Ministro não disse o que o jornal publicou – nesse caso, o jornal errou. Ou então ele disse e voltou atrás – nesse caso, o Ministro mentiu. O jornal nem assume a informação nem assume o desmentido.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: emprego
09/01/2009 - 13:14
Por Marcos Doniseti
Nassif, o desemprego disparou nos EUA em 2006.
Notícia:
EUA: nº de vagas fechadas em 2008 é o maior desde 1945
A taxa de desemprego dos Estados Unidos subiu para o seu maior patamar em quase 16 anos em dezembro, à medida que o aprofundamento da recessão econômica forçou as companhias a cortarem mais de meio milhão de postos de trabalho. O corte total de postos de trabalho em 2008 foi de 2,6 milhões, maior número desde a queda de 2,75 milhões em 1945
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise
Tags: emprego, EUA
22/12/2008 - 09:48
Guilherme Afif Domingos e Hélio Zylberstajn escrevem na seção Tendências e Debates da Folha, para explicar sua proposta trabalhista.
É tema delicado e cercado de preconceitos – de lado a lado. Mas, para criticar a proposta, é preciso entendê-la.
O quadro que se tem hoje é de incerteza em relação ao tamanho da crise. No começo do ano, é possível que ocorra uma onda de desemprego.
Mas o tamanho da crise é uma incógnita. Se for menor do que se espera, é possível que três meses depois as empresas se dêem conta de que não teriam precisado reduzir seus quadros. E voltarão a contratar.
Todos perdem com essa incerteza. As empresas pelos custos trabalhistas da dispensa, pelo investimento que terá que fazer no treinamento dos novos funcionários e na reconstrução do ambiente corporativo.
Os funcionários pela dispensa, em um momento em que o mercado está amplamente desfavorável. Depois, no caso de recuperação do mercado, pelo fato de ter que competir com outros candidatos à sua vaga.
A proposta é simples.
Através de acordos coletivos (isto é, sancionados pelos sindicatos da categoria), suspende-se temporariamente o contrato de trabalho. Os direitos trabalhistas continuam assegurados, para o caso da suspensão ser definitiva. O trabalhador vai para casa com seguro-desemprego garantido. Se encontrar outro emprego, troca. Se não encontrar, aguarda passar a borrasca e, caso o céu se torne azul de novo, terá o seu de volta. Se a borrasca não passar, o contrato será rescindido com todos os direitos assegurados.
Como a proposta será referendada em acordo, caso o sindicato considere que será desfavorável, simplesmente a rejeitará. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia
Tags: Afif, emprego
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