12/11/2009 - 09:09
Por Mario
Nassif,
Um tema interessante para discusão são os valores dos seguros cobrados atualmente no país, que são muito superiores quando comparados com os demais países, sejam eles de casas, pessoal, veiculos etc. Acho que o tema deveria ser debatido no blog. Esse assunto seguro, parece-me uma caixa preta quanto a metodologia e parâmetros utilizados pelas seguradora para o calculo desses seguros.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: atuária, Brasil, consumidor, custos, seguro
06/11/2009 - 14:00
Por Monier
Excelente explicação sobre o funcionamento dos custos no mercado de concursos. Talvez explique o motivo de haver tantas fundações e tão poucas empresas nesta área. A benemérita finalidade de promoção do desenvolvimento educacional somado à dispensa de licitação parece ser um pulo do gato ao qual eu nunca tinha prestado atenção.
http://www.quadrix.org.br/contrato.aspx
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: concursos, custos, Fundações, licitações
10/09/2009 - 09:28
Por Paulo Subtil
Senhores , é bom nos informarmos antes de emitir opiniões;
Segundo alguns aqui o caça Rafale é “sucata francesa” , pois então vejamos;
“O Rafale nasceu da decisão da França de continuar sozinha no projeto do seu caça, ao invés de dividir os custos com a Alemanha, Itália, Espanha e Inglaterra, no projeto do Eurofighter.
O custo de desenvolvimento do Rafale foi alto, o que é natural para um projeto dessa sofisticação. O programa chegou a ser suspenso pelo governo francês, visando negociar a redução de custos pelo fabricante.
O custo total do programa em 2008 era em torno de €39,6 bilhões, o que dá €138,5 milhões por aeronave. O preço “flyaway”, em 2008, era de €64 milhões para a versão C (Força Aérea), e €70 milhões para a versão naval. Do total do custo do Rafale, 30% é referente à parte eletrônica.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Defesa
Tags: custos, FX, Rafale
08/09/2009 - 16:04
Em Observação
Estou assistindo o depoimento do representante da PINI na CPI da Petrobras.
A Pini é uma empresa bem antiga no mercado, especializada em modelagem de custos. Recebe o projeto por parte das empresas e, a partir dele, estima uma faixa de valores que será utilizada na licitação.
O técnico garante que não houve sobrepreço na obra da Refinaria em Pernambuco. Diz que o trabalho do TCU esbarra em um problema metodológico: estima os valores em cima de percentuais da obra. Segundo o depoente, essa metodologia não permite avaliar valores em grandes obras. A metodologia correta seria a da modelagem.
Solicito aos engenheiros do Blog elementos para entender melhor as duas metodologias, falhas e benefícios de cada uma.
Por Luiz Fernando
Nassif,
Pelo que entendi do seu comentário, a análi do TCU foi feita em cima de percentuais médios gastos em cada fase da obra, como segue:
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Em Observação
Tags: custos, metodologia, Petrobras, Pini, Refinaria Abreu e Lima