<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Luis Nassif &#187; crédito consignado</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/tag/credito-consignado/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif</link>
	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Nov 2009 16:00:51 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Os Simon e a Portocred</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-simon-e-a-portocred/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-simon-e-a-portocred/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 18:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consignado]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Simon]]></category>
		<category><![CDATA[Portocred]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=32098]]></guid>
		<description><![CDATA[Todo cuidado é pouco na análise desses fatos que descrevo a seguir. Passo os links com algumas informações iniciais, para que os comentaristas ajudem a ampliar o espectro da investigação. Mas sem pré-julgamentos nem conclusões definitivas.

Clique aqui para conferir nota de Pedro Simon mostrando que Tiago Simon é seu filho e defendendo sua participação na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo cuidado é pouco na análise desses fatos que descrevo a seguir. Passo os links com algumas informações iniciais, para que os comentaristas ajudem a ampliar o espectro da investigação. Mas sem pré-julgamentos nem conclusões definitivas.</p>
<p><a href="http://senadorpedrosimon.blogspot.com/" target="_blank">Clique aqui</a> para conferir nota de Pedro Simon mostrando que Tiago Simon é seu filho e defendendo sua participação na ONG Portosol &#8211; que faz um trabalho meritório, como informou o Prandini.</p>
<p>Tiago Simon é diretor do Departamento de Desenvolvimento Empresarial da Sedai (Secretaria do Desenvolvimento e dos Assuntos Internacionais) do governo gaúcho (<a href="http://www.revistadigital.com.br/forum_ads.asp?NumEdicao=305&amp;CodMateria=2697" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p>Os problemas dos Simon estão relacionados com Portocred, financeira.</p>
<p><a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cs/default.php?reg=66398&amp;p_secao=3&amp;di=2006-09-04" target="_blank">Clique aqui</a> para ir a matéria de 4 de setembro 2006, que mostra o prefeito José Fogaça lançando o programa de microcrédito da Prefeitura de Porto Alegre.</p>
<p><span id="more-32098"></span>Na matéria há um parágrafo que informa que um dos presentes ao encontro é Tiago Simon, diretor da Portocred. E o governador era Germano Rigotto, aliado de Simon no PMDB gaúcho. (<a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-esclarecimentos-do-senador-simon/" target="_blank">clique aqui</a> para ler email do Pedro Simon negando a ligação).</p>
<p><a href="http://www.portocred.com.br/" target="_blank">Aqui</a> se tem o site da Portocred. Na página produtos mostra que ela trabalhava com crédito consignado para os governos federal, estadual, Marinha e Aeronáutica.</p>
<p><a href="http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=143481" target="_blank">Aqui</a> matéria de 12/09/2008 da oposição, no Rio Grande do Sul, informando que o Banrisul faz parte do território de influência de Pedro Simon.</p>
<p><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=2&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.speedycredito.com.br%2Fsig%2Ffiles%2Fupload_geral%2FCONVENIO%2520ESTADO%2520PORTOCRED%2520AGPTEA.doc&amp;ei=Hcd5SqWnGZz8tgfY7diWCQ&amp;usg=AFQjCNG-aEUpFlhM-cBwRt9m8vKtyXsEzg&amp;sig2=-_iWzGsDV54pmWJewfSBLw" target="_blank">Clique aqui</a> para documento mostrando que a Portocred operava o crédito consignado através do Banrisul.</p>
<p><a href="http://www.al.rs.gov.br/ag/Clipagem/noticias.asp?txtIDMATERIA=194613&amp;txtIdTipoMateria=8&amp;txtIdVeiculo=26" target="_blank">Clique aqui</a> para matéria de 3 de abril de 2007 mostrando que a Portocred foi alvo de uma Operação Ouro Verde da Polícia Federal</p>
<blockquote><p>Operação Ouro Verde continua</p>
<p>Ildo Gasparetto revela ainda que a operação &#8220;Ouro Verde&#8221;, que mobilizou 300 policiais federais e 60 auditores da Receita Federal, foi a maior dentre as 35 operações levadas a efeito no Estado no ano passado.</p>
<p>A &#8220;Ouro Verde&#8221;, segundo Gasparetto, &#8220;descobriu aquela falcatrua da lavagem de dinheiro na Portocred&#8221;. Ele adverte que a operação continua em andamento, com a abertura de novos inquéritos policiais este ano, resultado do rastreamento de operações para identificar pessoas que utilizaram a Portocred para encaminhar dinheiro para o exterior sem autorização.</p></blockquote>
<p><a href="http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/criminal/ex-administradores-da-portocred-condenados-a-mais-de-13-anos-de-reclusao/">Clique aqui</a> para nota do Ministério Público gaúcho, informando que os diretores da Portocred foram condenados a 13 anos de prisão. Tiago Simon não faz parte desse grupo.</p>
<p>Os fatos comprovam que:</p>
<p>1.	Tiago Simon foi diretor da Portocred.</p>
<p>2.	A empresa se beneficiou de parceria com o Banrisul, banco sob a área de influência de Pedro Simon.</p>
<p>3.	Praticou crédito consignado com servidores estaduais, em um governo do PMDB, aliado de Simon.</p>
<p>4.	A Operação Ouro Verde desvendou esquemas de lavagem de dinheiro da Portocred, o que levou à condenação de seus diretores.</p>
<p>São as conclusões a que se chega a partir do Google. Não consegui nenhuma descrição mais detalhada sobre a atuação de Tiago Simon na financeira. E ele não está entre aqueles considerados culpados pela Justiça.</p>
<p>Também não há indicações maiores se a parceria Portocred-Banrisul era mais antiga ou é uma parceria aberta a outras financeiras.</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-esclarecimentos-do-senador-simon/" target="_blank">Clique aqui</a> para ler as explicações do Senador Simon.</p>
<h2>Da Portocred</h2>
<p>A R&amp;A Comunicação, assessoria de imprensa da Portocred, esclarece que<br />
o envolvimento do nome da empresa nesta nota deveu-se exclusivamente<br />
ao fato de que alguém, em algum momento de desatenção, confundiu<br />
o nome da Portocred com o nome da Portosol, a entidade da qual<br />
o Sr. Tiago Simon realmente foi diretor. Portanto, a alegada relação<br />
do Sr. Tiago Simon com a Portocred simplesmente nunca existiu.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/05/os-simon-e-a-portocred/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>88</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Direito de Resposta</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/29/direito-de-resposta-5/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/29/direito-de-resposta-5/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 18:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consignado]]></category>
		<category><![CDATA[HSBC]]></category>
		<category><![CDATA[Sarney]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31354]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Carlos Ovos
Carta de Sarney aos Senadores:

“Em face da reportagem do jornal O Estado de S. Paulo em sua edição do último dia 25, julguei do meu dever pedir um pouco de atenção para repor a verdade dos fatos ali deturpados por imprecisões, omissões e falsas ilações.

No mesmo dia da publicação da reportagem, quinta feira, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Carlos Ovos</span></strong></h2>
<p>Carta de Sarney aos Senadores:</p>
<p>“Em face da reportagem do jornal O Estado de S. Paulo em sua edição do último dia 25, julguei do meu dever pedir um pouco de atenção para repor a verdade dos fatos ali deturpados por imprecisões, omissões e falsas ilações.</p>
<p>No mesmo dia da publicação da reportagem, quinta feira, o HSBC divulgou uma nota que, lamentavelmente, não mereceu o mesmo destaque da falsa denúncia. Nela, o banco esclarece a cronologia dos fatos e os modestos resultados empresariais que, por si só, calam quaisquer insinuações de favorecimento. Peço-lhe ler a nota do HSBC.</p>
<p>A autorização do Senado &#8211; peço para fixar essa data &#8211; para operar em crédito consignado com o HSBC foi em maio de 2005 quando eu não ocupava nenhum cargo na Casa. A empresa da qual é sócio José Adriano Sarney, a Sarcris, começou a operar em 11 de setembro de 2007, portanto, dois anos depois da autorização.</p>
<p>A empresa atuou como parceira do banco num mercado que inclui empresas privadas e instituições públicas. Quando assumi a presidência em fevereiro, a Sarcris já estava descredenciada pelo HSBC e não operava mais no Senado.</p>
<p>Assim, nenhuma ligação pode ser feita entre a minha presidência e o fato objeto da reportagem.</p>
<p>Quero também comunicar-lhe que pedi à Polícia Federal que investigue todos os empréstimos consignados no Senado e as empresas que os operam.</p>
<p>Faço juntar, para seu conhecimento, a carta encaminhada por meu neto ao “Estado de S. Paulo”, a nota do HSBC com mais detalhes sobre o assunto e o meu pedido de investigação à Polícia Federal.</p>
<p>Quero reafirmar que nenhuma denúncia ficará sem apuração e que todas as medidas estão sendo adotadas com firmeza e decisão.</p>
<p>Com os meus cumprimentos.”</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/29/direito-de-resposta-5/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>18</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O priapismo noticioso</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/26/o-priapismo-noticioso/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/26/o-priapismo-noticioso/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 12:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[crédito consignado]]></category>
		<category><![CDATA[Sarney]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31301]]></guid>
		<description><![CDATA[Essas campanhas de exaustão, a que José Sarney está submetido, permite análises curiosas sobre o comportamento da imprensa.

A campanha tem que manter o leitor em permanente estado de orgasmo. Tem que gerar um grande escândalo por dia. É o priapismo noticioso.

Trabalhar bem um escândalo não é tarefa trivial. Exige apuração, conferência de dados, a palavra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essas campanhas de exaustão, a que José Sarney está submetido, permite análises curiosas sobre o comportamento da imprensa.</p>
<p>A campanha tem que manter o leitor em permanente estado de orgasmo. Tem que gerar um grande escândalo por dia. É o priapismo noticioso.</p>
<p>Trabalhar bem um escândalo não é tarefa trivial. Exige apuração, conferência de dados, a palavra à parte atingida. E escândalos não caem do céu, como manchetes à mancheia.</p>
<p>Para atender à demanda por escândalo, recorre-se comumente a um recurso curioso, ridículo para quem tem senso crítico, mas com algum poder de persuasão para os que tem orgasmos com processos indiscriminados de linchamento. A palavra chave é &#8220;repercussão&#8221; e vou usar o Estadão para material didático.<span id="more-31301"></span></p>
<p>1.	Ontem o Estadão &#8220;acusou&#8221;  um neto de José Sarney de ser correspondente bancário para empréstimos de crédito consignado no Senado. Há alguns problemas na denúncia. A autorização foi concedida em 2007, antes do avô ser presidente; existem outros correspondentes bancários; a consignação não é compulsória, pega o crédito quem quer. O máximo a que a reportagem chegou foi em uma coincidência de datas entre o contrato de representação do neto com um banco e sua autorização para operar algumas semanas depois. Poderia haver uma explicação simples: o neto procurou o banco, solicitou a representação e conseguiu a autorização do Senado. Como não existe exclusividade, cadê a irregularidade? É possível que outros bancos não tenham conseguido autorização? Possível é. <strong>Como é possível que exista favorecimento.É possível que, no final da linha, se encontre um escândalo. Só que a reportagem não encontrou.</strong> Ou porque não existe escândalo, ou porque não existem elementos ainda para uma reportagem. O Estadão publicou a pauta, em vez da matéria.</p>
<p>2.	No dia seguinte, os demais jornais repercutem a &#8220;denúncia&#8221;. E o bravo Estadão dá a &#8220;repercussão&#8221;: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090626/not_imp393324,0.php" target="_blank">&#8220;PF busca indícios de crime no caso do neto de Sarney&#8221;</a>. A matéria é fantástica. Segundo ela:</p>
<blockquote><p>Um inquérito aberto pelo delegado Gustavo Buquer no dia 13 de maio apura a atuação da Contact. A empresa intermediava a relação entre servidores e os bancos conveniados com o Senado &#8211; um setor que movimenta cerca de R$ 144 milhões por ano na Casa.</p>
<p>Desde 2007, a Sarcris recebeu autorização de seis bancos para intermediar a concessão de empréstimos no Senado. Até ontem, quatro autorizações estavam em vigor. Adriano disse que o faturamento anual da empresa, montada em sociedade com um colega de escola, é de &#8220;menos de R$ 5 milhões&#8221;.</p></blockquote>
<p>Ou seja, até agora existe apenas uma pauta. Mas como há o compromisso do orgasmo diário, publicaram a pauta como se matéria fosse.  Aí o leitor dirá: mas com o histórico de Sarney, tudo bem. Só que o desrespeito não foi apenas contra os direitos dos Sarney mas contra o exercício correto do jornalismo.</p>
<blockquote><p>Uma das primeiras tarefas dos policiais será verificar se há ligação direta entre a Sarcris e pelo menos três empresas registradas em nome da ex-babá de Zoghbi, a Contact, a BM e a BC Assessoria e Crédito. Só a Contact recebeu R$ 2,3 milhões do banco Cruzeiro do Sul, uma das instituições autorizadas a operar no Senado.<br />
Outra missão será averiguar se José Adriano aproveitou-se do poder político do avô para ser contratado pelos bancos para intermediar empréstimos com o Senado. Caso os policiais cheguem a essa conclusão, a investigação poderá subir para o Supremo Tribunal Federal (STF), por causa do foro privilegiado de Sarney.</p></blockquote>
<p>Caso Ricardo Gandour seja acusado de ter matado Maria Antonieta, na Revolução Francesa, será submetido a um tribunal de exceção. Caso minha avó fosse roda, eu seria bicicleta. Caso&#8230; caso&#8230; suponha&#8230; suponha&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/26/o-priapismo-noticioso/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>72</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
