05/11/2009 - 14:00
Por Hélio Constantino
Olá Nassif e comentaristas,
Esse é mesmo um pais da piada pronta.
Olha o que o Ministro Hélio Costa está propondo.
O que precisamos mesmo é de uma nova lei das Comunicações que limite o número de concessões de redes de televisã e rádios, que beneficie as rádios comunitárias, etc, etc e tal.
Reproduzo abaixo o que saiu na FSP.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: ABERT, concessão, Hélio Costa, rádios
10/09/2009 - 11:16
Por Paulo Cezar
O aumento dos investimento não tem nada ver com o modelo de concessões. Antes de 2003 a companhia não era autorizada a realizar grandes investimentos pelo ministério do planejamento, por meio do “DEST” que autoriza o orçamento da Petrobras, que por sua vez faz parte do orçamento da união. Essa era a realidade.
E isso acontecia por dois motivos – porque o governo anterior queria ampliar a participação das estrangeiras na exploração nacional, o que contudo aconteceu apenas parcialmente, pois o óleo do pós sal é de qualidade mediana ou baixa, e as profundidades são desafiadoras o que não gerou muito interesse. E porque eles acreditam fielmente num dogma liberal de que o mercado e não o estado deveria ser o indutor do desenvolvimento.
O aumento expressivo nos investimentos se iniciou no governo Lula. Em 2003 com orçamento feito por FHC o investimento foi de 6 bi, em 2004 – 7,5 bi, em 2005 – 10,5 bi, 2006 – 15,5 bi , 2007 – 23,2 bi , 2008 – 29 bi.
Fonte : clique aqui.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia
Tags: concessão, investimentos, Petrobras, petróleo
14/05/2009 - 12:01
Por Adherbal
da Folha Online
Reportagem de Fernando Barros de Mello e Elvira Lobato, publicada na edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal), informa que o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC recebeu do governo federal duas concessões de TV educativa e duas de rádios educativas no Estado de São Paulo.
Foi nesse sindicato — único até agora a ser beneficiado com emissoras– que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez sua carreira sindical e se projetou para o mundo político.
De acordo com a reportagem, as concessões foram dadas em nome da Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho, cujo principal mantenedor é o sindicato. A reportagem diz que a legislação não permite a obtenção de outorgas por sindicatos. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: concessão, Mídia, sindicatos
10/02/2009 - 08:13
Está cada vez mais confusa essa história da inspeção veicular em São Paulo.
Quem levou a concessão foi a empresa Controlar. Na Folha de hoje fica-se sabendo que é da holding CS, do notório Carlos Suarez, ex-sócio da OAS.
Não se sabe como foi a licitação nem qual foi a estrutura montada pela empresa para proceder à inspeção. Sabe-se apenas que o município de São Paulo tornou obrigatória a inspeção nos veículos novos – que teoricamente são os que menos produzem poluição.
Agora, a Folha informa que a CS venderá a Controlar para a CCR por R$ 121 milhões. O que é a Controlar? É uma empresa que tem uma concessão no município de São Paulo.
O que precisa ser esclarecido:
1. Qual o investimento que foi feito na Controlar, para essa inspeção?
2. A concessão conquistada por ela foi onerosa (ou seja, teve que pagar) ou foi de graça?
3. Quais os termos da licitação? Quem participou? Porque a Controlar foi vencedora?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Licitação
Tags: concessão, licitação
07/02/2009 - 08:00
Por Rafael Rodrigues
Nassif, uma dica forte para falarmos dos absurdos na terceirização:
A controlar vai inspecionar, este ano, cerca de 2,6 Milhões de veículos em São Paulo, a uma taxa de R$ 52,73 que ficará integralmente com a empresa.
Isto dá aproximadamente R$ 137 Milhões de faturamento em um ano.
Para manter 4 ou 5 unidades em São Paulo, com equipamentos que nem são de última geração, qualquer um pode oferecer um serviço muito mais barato.
Eu sou apenas um consultor de TI, mas se eu fosse esperto e tivesse lido o edital desta concorrência, eu teria conseguido uns 10 milhões com o BNDES e montado uma empresa melhor estruturada e ganho a concorrência com uma tarifa menor.
A empresa recebe a taxa recolhida antes de executar o serviço: inadimplência zero.
Os contribuintes tem de agendar data de hora para a revisão: Gargalo no atendimento zero.
Os contribuintes tem prazo escalonado para fazer a inspeção (de acordo com o final da placa): Fluxo de caixa garantido.
Não há ponto ruim para a Controlar, não há risco, não há absolutamente nada a se preocupar, a não ser cumprir os prazos e manter um serviço de call-center e um site meia-boca em funcionamento. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão
Tags: concessão, terceirização
27/12/2008 - 09:49
Por Andre Bittencourt
Muita gente defende a privatização tendo como exemplo o setor de telefonia celular. Mas entre as razões do sucesso no setor estão a existência de concorrência e a evolução tecnológica da indústria.
Vejo exemplos em setores onde não há concorrência (exceto no momento de licitar a concessão),em que a privatização não apresentou bons resultados, como:
- serviço de transporte coletivo através de ônibus. As tarifas sempre aumentam, mas os ônibus continuam velhos, lotados e o setor é frequentador assíduo da justiça do trabalho;
- serviço de água e esgoto. Em Manaus, por exemplo, a privatização ocorreu há mais de uma década e até hoje a periferia sofre com desabastecimento.
Ou seja, privatizar não é palavra mágica nem maldita por si só.
Comentário
No caso de Manaus e de muitas concessionárias, o problema foi governantes tentando receber pelo pagamento da concessão. Há três critérios que entram na composição da tarifa: universalização dos serviços (o que demanda investimento), tarifas módicas e pagamento pela concessão (a chamada concessão onerosa).
Quando ocorre o pagamento (caso das concessões rodoviárias em São Paulo, saneamento em Manaus e sistema de telefonia), a tarifa é maior. Ou seja, ocorre uma bitributação: o contribuinte pagou impostos e tarifas que permitiram a construção do sistema antigo; e pagará de novo pelo pagamento exigido dos novos concessionários.
Quanto à posição do André, perfeita: não existe privatização ou estatização virtuosa ou nociva em si. Há que se analisar cada setor para encontrar a melhor alternativa, sem dogmatismo ideológico. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Modelo
Tags: concessão, estatização, privatização
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