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17/11/2009 - 14:00

Collor e a Rede Globo

Por Jura

O comuniquese traz entrevista de Collor falando da sua relação íntima e infantil com a Globo. O que será que ele fez pra Veja e Globo para acabar como acabou?

Da Redação do Comunique-se

Collor sobre eleição de 89: “Globo nunca declarou ‘eu apoio esse candidato’”

A relação que tinha com a TV Globo ajudou e muito o ex-presidente Fernando Collor de Mello a “evitar armadilhas” durante as eleições de 1989. O senador pelo PTB de Alagoas contou, em entrevista ao UOL, que percebeu nos meios de comunicação na época receio de o Brasil ter um governo comunista. Por isso, diz ele, que a imprensa era “simpática” à sua candidatura. No segundo turno, quando concorreu com o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele diz que não houve “bem um apoio” da Globo a ele. “A Globo nunca declarou ‘eu apoio esse candidato’”, disse.

A relação com Roberto Marinho e família já vinha de longa data. Collor lembra “momentos de convivência com dr. Roberto”, já que seu pai, Arnon de Mello, foi sócio do empresário em empreendimentos imobiliários no Rio de Janeiro. “Enfim, as famílias se frequentavam”, recorda, destacando que quando sua família montou uma TV em Alagoas, Roberto Marinho ofereceu a programação da Globo, tornando-se afiliada.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): História Tags: , ,
10/11/2009 - 14:00

Eleição 1989

Nilson Fernandes

Nassif, o Collor em entrevista sobre os 20 anos da eleição de 1989 para UOL canta Lula-lá. Por favor coloca o link que eu não sei. Abs.

http://noticias.uol.com.br/especiais/eleicoes-1989/ultnot/2009/11/10/ult9005u1.jhtm

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , , , ,
05/11/2009 - 17:52

O autoritarismo popular, segundo FHC

Do Valor Econômico

Autoritarismo popular pelo voto direto

Maria Inês Nassif

05/11/2009

Ao final de sete anos de governo e à véspera de uma eleição em que a sua simples presença de um lado da disputa pode definir a sua sucessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está dando um nó na cabeça da oposição. Não só pela sua popularidade, mas pela forma como conseguiu usar essa popularidade para mudar completamente uma agenda política e econômica à qual, no primeiro mandato, parecia amarrado.

À direita e à esquerda, essa mudança de agenda está sendo colocada como autocrática. Todavia, como definir historicamente uma mudança de agenda política e econômica num regime democrático sem a suposição de que existe apoio popular a ela? O apoio é a um presidente ou a um outro projeto de poder? Como desvincular o presidente Lula do seu partido político, o PT, quando a história política de ambos é a mesma (e isso é um fato mesmo se constatando que, depois de quase dois mandatos como presidente num regime presidencialista, Lula tornou-se maior que o PT)? Se projetos políticos não se sucederem no poder, em alternância, o que se pode querer de uma democracia? É personalismo ou projeto político diferenciado uma inversão completa de agenda em relação aos governos anteriores?

A definição – ou acusação – imputada a Lula pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo recente publicada em dois jornais paulistas (”Folha de S. Paulo” e “Estado de S. Paulo”), e reiterada em entrevista ao colunista Vinicius Torres Freire, ontem, na “Folha”, de exercer uma “Presidência imperial”, ou ser o artífice de um estado de “apatia com autoritarismo popular”, não parece plausível. Não dá para “acusar” alguém de ser popular. FHC também o foi no seu primeiro mandato e venceu as eleições para a reeleição no primeiro turno, em 1998. Não dá para “acusar” alguém por estar no poder, se essa pessoa foi eleita. FHC também foi, duas vezes. E, como Lula, também tentou, embora não com tanto empenho, fazer o seu sucessor.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política Tags: , , , ,
28/10/2009 - 07:00

O PAC e a reconstrução da economia

Por Mário Mota

Nassif e Blogueiros,

Sou projetista da área de hidráulica e saneamento, com formação em engenharia sanitária e engenharia civil (nesta ordem).

A engenharia nacional sofreu fortes danos nas três últimas décadas. No início dos anos 80 houve uma quebradeira violenta, com o fim do sonho do “Milagre Econômico”, que causou o desmantelamento de muitas empresas de projeto, principalmente as que atuam no amplo setor da construção civil, no qual se insere o saneamento. Marcou essa fase o declínio do PLANASA – Plano Nacional de Saneamento, com o BNH sem recursos para aplicar no setor.

A partir de 90, com o governo Collor, os recursos da construção civil surgiram de forma tímida, porém parecia que estavam apenas nas mãos de grandes construtoras, pois recebíamos muitas solicitações do tipo “contrato de risco” (só te pago quando receber da obra) e os órgãos públicos não tinham um centavo para fazer projeto. Aviltaram muito os valores dos projetos e os salários dos profissionais, o que causou uma primeira evasão de gente de boa qualidade do mercado.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , , , ,
24/10/2009 - 07:00

O discurso de Lula

Por Ricardo Amaral

O problema com Lula não é falar demais; é ser ouvido por milhões

Como se esperava, a boa entrevista do Lula ao Kennedy Alencar repercute na imprensa por causa de duas irrelevâncias, destacadas pela edição da Folha: uma frase descontextualizada sobre jornalismo e uma comparação exagerada com Jesus Cristo. É mais do mesmo. Esse pessoal acha que Lula fala demais e fala bobagem. Só este ano já foram 220 entrevistas e outros tantos discursos nas mais diversas circunstâncias. É natural que deixe escapar frases infelizes, comparações inadequadas, exageros e injustiças. E daí? O dado objetivo é outro: Lula fala para dezenas de milhões, com objetividade e clareza; é ouvido e assimilado como nenhum outro presidente foi antes dele. Por isso incomoda tanto; por isso tentam repercutir o acessório e escamotear o conteúdo.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , ,
22/09/2009 - 09:30

O governo Collor e João-Bafo-de-Onça

Da coluna da Mônica Bérgamo

“Mas, se ganha, não governa”, continuou Lula. “Outro dia, eu viajei com o Collor pra Alagoas. E eu perguntei pra ele: “Mas, Collor, como você foi nomear um cara como o João “Bafo de Onça” para o seu ministério [referindo-se a João Santana, nomeado por Collor secretário de Administração], um cara, sabe, que não ganhava nem eleição para diretório do PT?” E o Collor me disse: “Eu não tinha quadros”. É isso. Sem quadros, você não governa.”

Comentário

Ainda está por merecer uma análise sóbria o governo Collor. O despreparo da equipe era evidente. O João “Bafo-de-onça”, mencionado por Lula, era o João Santana, primeiro indicado Secretário de Administração, depois Ministro da Infra-estrutura – um superministério que juntava quatro ou cinco ministérios de peso.

Na época, João era um meninão. Freqüentávamos o Bar Brasil, dos irmãos Caruso. Cada vez que arrumava uma namorada bonita, o João se comportava como um ser superior, que nem olhava para o lado, para gargalhada de uma turma de sacanas empedernidos, como o Percival Maricatto e outros.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Brasileira Tags: , ,
15/05/2009 - 10:33

O caso Raul Jungmann

Por Romanelli

Nassif

Nem tudo que parece é …sei de sua preocupação com a NÃO AGRESSÃO e pela defesa da lisura

Mas até quando conviveremos passivamente com esta falta de ética na política ?

afinal, no caso tratado abaixo, de quem partiu a VERDADEIRA agressão?

CARTA aberta ao povo brasileiro

No país da IMPUNIDADE:

Como pode um Deputado Federal ter MENTIDO em rede de Rádio e TV e nada ter-lhe acontecido?

Como pode o mesmo, talvez tentando salvar seus interesses pequenos, não corar em sua tentativa CONSCIENTE de jogar o país inteiro num atoleiro?

-Este CARA tem o direito de querer ser um BRASILEIRO?

É pra isso que brigamos contra a ditadura, pelo fim da censura, pelo direito a CIDADANIA dado a maioria? Pra que estas criaturas pequenas se aproveitassem e tripudiassem com a cara da gente impunemente?

-CARO deputado, o senhor tinha provas do que dizia outro dia da TV e no rádio, sobre a poupança, em cadeia nacional? Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , ,
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