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19/11/2009 - 09:42

Painel internacional

A discussão sobre o fortalecimento do yuan

Economist.com

O presidente dos EUA, Barack Obama, em sua primeira visita à China nesta semana, incitou o governo chinês a permitir que sua moeda se valorize. O presidente Hu Jintao educadamente preferiu ignorá-lo. Nas últimas semanas, Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, e Dominique Strauss-Kahn, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, também clamaram por um yuan mais forte. Mas a China irá ajustar sua moeda apenas quando bem entender, e não em resposta à pressão externa. A China permitiu que o yuan subisse 21% em relação ao dólar nos últimos três anos até julho de 2008, mas desde então a taxa tem se mantido mais ou menos fixa. Como resultado, o valor comercial do yuan foi arrastado para baixo este ano pelo dólar enfraquecido, enquanto muitas outras moedas subiram. Desde março, o real brasileiro e o won sul-coreano ganharam 42% e 36% respectivamente, contra o yuan, corroendo seriamente a competitividade desses países.

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Geithner: ‘a crise de crédito não acabou’

O temor de um duplo mergulho no mercado imobiliário

Obama se aproxima da Coreia do Sul

Divida pública britânica aumenta


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , ,
17/11/2009 - 09:56

Painel internacional

Obama e Hu mostram cooperação, mas diferenças persistem

ABC News

O presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente chinês, Hu Jintao, emergiram de horas de intensas negociações nesta terça-feira determinados a alinhar suas influências combinadas sobre questões cruciais, mas ainda mostrando divisões sobre a segurança econômica, e as questões de direitos humanos que há muito tempo atormentaram as duas potências. “O relacionamento entre nossos dois países vai muito além de uma questão simples”, disse Obama, em uma aparição conjunta com Hu, seguida de cerca de duas horas e meia de conversas formais a portas fechadas. Ambos os líderes falaram em condições audaciosas na crescente relação entre os países. Eles enfatizaram a cooperação na economia, mudanças climáticas, energia e nos diferentes graus de ameaças nucleares do Irã e Coreia do Norte. Em um acordo menor, os dois fixaram uma data para retomar o diálogo do longo impasse sobre direitos humanos no próximo ano. Mas as diferenças permaneceram, ressaltando que as tensões dificilmente seriam apagadas na primeira visita de alto nível de Obama à China.

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Botín afirma que tamanho “não é o problema”

Merkel confirma presença em Copenhague

Bernanke alerta que recuperação corre risco

Inflação britânica começa a subir


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , ,
16/11/2009 - 10:08

Painel internacional

O pior do desemprego nos EUA ainda está por vir

rge monitor logo

Por Nouriel Roubini

Acha que o pior já passou? Errado. As condições no mercado de trabalho dos EUA estão terríveis e piorando. Enquanto a taxa oficial de desemprego já é de 10,2% e outros 200.000 postos foram perdidos em outubro, quando se incluem trabalhadores desencorajados e parcialmente empregados, o número é um gritante 17,5%. Enquanto perder 200.000 empregos por mês é melhor do que os 700.000 empregos perdidos em janeiro, as perdas atuais de emprego ainda são em média maiores do que a taxa mensal de 150.000 durante a última recessão. Além disso, lembre-se: a última recessão terminou em novembro de 2001, mas as perdas de emprego continuaram por mais de um ano e meio, até junho de 2003; idem para a recessão de 1990-91. Assim, podemos esperar que as perdas de empregos vão continuar até o final de 2010, no mínimo. Em outras palavras, se você está desempregado, procurando trabalho e apenas esperando a economia dobrar a esquina, é melhor se sentar. Todos os números econômicos sugerem que isto vai demorar um pouco. Os empregos simplesmente não estão voltando.

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PIB do Japão avança

O mundo fora de equilíbrio – Paul Krugman

Obama diz que falta tempo para acordos sobre clima

Diretor do Banco Central do Brasil vai deixar a instituição

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13/11/2009 - 17:02

O câmbio e a devastação chinesa

Por AF

Mandaguari é uma cidadezinha de 32 mil habitantes no norte do PR, entre Londrina e Maringá. A cidade ‘vive’ em função da Romagnole, tradicional fabricante brasileiro de materiais elétricos.

Tive notícia ‘quente’ hoje que a empresa prepara um agressivo plano de demissões, em função de não estar tendo sucesso em competir com produtos similares chineses, bem mais baratos.

A empresa foi criada na cidade em 1962 e cresceu junto com Mandaguari. É daquelas empresas profundamente presente na comunidade.

O país tem que conseguir proteger de alguma forma uma indústria e uma cidade como esta de concorrencia predatória de empresas que estáo do outro lado do mundo, senão vamos pagar um preço bem caro em um futuro próximo.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
13/11/2009 - 09:39

Painel internacional

A luta contra a valorização das moedas de emergentes

Reportagem da Bloomberg aborda como Brasil, Chile, Rússia e Coréia do Sul estão lutando uma batalha perdida para conter a valorização de suas moedas. O dólar em queda e a recuperação econômica estão criando mais demanda por esses ativos do que os bancos centrais podem controlar. Na Coréia do Sul, o país vai deixar que o mercado regule a cotação da moeda, e no Chile, os parlamentares aprovaram um aumento na emissão de dívida local para financiar as despesas. O peso chileno se valorizou 26% este ano contra o dólar, o segundo maior ganho entre as moedas latino-americanas após a ascensão de 33% do real. No Brasil, Rodrigo Azevedo, diretor de política monetária do banco central do Brasil de 2004 a 2007, diz queo Brasil pode fazer muito pouco (para conter a apreciação)”. O real do Brasil se valorizou 1,6% neste mês, mesmo após a criação de um imposto em outubro sobre investimentos estrangeiros e aumentar as reservas cambiais em US$ 9,5 bilhões, no esforço para conter o fortalecimento da moeda.

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O desemprego nos EUA e na Alemanha – Paul Krugman

Eurozona emerge da recessão

China acena com valorização do yuan

Brasil celebra queda recorde do desmatamento


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11/11/2009 - 10:22

Painel internacional

Com fortalecimento chinês, aumenta clamor por yuan forte

A produção industrial da China e o superávit comercial subiram em outubro, indicando uma consistente recuperação na terceira maior economia do mundo, o que provavelmente amplia os clamores para deixar o yuan se valorizar. Os dados divulgados hoje vêm dias antes de os líderes da região Ásia-Pacífico se reinirem em Cingapura, e da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Pequim, onde planeja abordar a política monetária da China. O premiê chinês Wen Jiabao, rejeitou até agora a pressão para afrouxar as rédeas sobre o yuan, aguardando uma maior repercussão nas exportações, como esforço para garantir a estabilidade social e ganhos do trabalho. “Para a China, é necessário e adequado permitir que a moeda seja mais flexível”, disse o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Haruhiko Kuroda, em entrevista à Bloomberg Television hoje em Cingapura. “A resposta às crises pelas autoridades chinesas tem sido excelente”, e “eles tiveram uma recuperação econômica muito forte”, também disse.

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E mais:

O presidente do Fed sob ataque

Senadores democratas propõem nova regulação financeira nos EUA

O apagão de energia no Paraguai e Brasil

Ativos tóxicos à venda!


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10/11/2009 - 10:09

Painel internacional

Obama abordará a questão do yuan em visita à China

New York Times

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse na segunda-feira que planeja levantar a questão do yuan com as autoridades chinesas quando se encontrar com elas em Pequim na próxima semana, um tema potencialmente perturbador para os mercados de câmbio. “A moeda, junto com uma série de outras questões, virá à tona, e estou confiante de que tanto os Estados Unidos como a China podem chegar a um amplo conjunto de políticas que incentivem o comércio benéfico aos dois países, que permita a continuidade do crescimento econômico”, disse Obama em entrevista à Reuters. Os fabricantes dos EUA se queixam de que Pequim mantém artificialmente baixo o valor do yuan para tornar suas exportações mais baratas, e os produtos norte-americanos mais caros para os consumidores chineses. Os economistas dizem que isso levou a desequilíbrios na economia mundial, contribuindo para grandes déficits comerciais nos Estados Unidos e superávits comerciais na China.

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E mais:

China reafirma política de estabilidade do yuan

Projeção do PIB dos EUA para 2010 aumenta

Cenário pessimista derruba confiança empresarial alemã

Japão tem leve superávit em conta corrente


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06/11/2009 - 10:25

Painel internacional

O encontro de ministros do G20

BBC NEWS

Os mais poderosos ministros das finanças do mundo estão se reunindo em St. Andrews, no Reino Unido, para uma reunião destinada a puxar a economia do mundo para fora da recessão. A coordenação da política fiscal será a ordem de trabalhos, bem como a forma de policiar as finanças globais e os sistemas bancários. Protestos estão previstos na sexta-feira e sábado, para pedir mais medidas de combate ao desemprego e mudanças climáticas. O evento de dois dias do G20, que está sendo presidido pelo chanceler britânico (de finanças) Alistair Darling, será assistido por Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos EUA, bem como os ministros de finanças das maiores economias da Europa e China, Japão, Índia e Rússia. A coordenação da política fiscal e monetária tentará evitar a criação de novos desequilíbrios entre os diferentes países, semelhantes às que levaram à crise econômica no ano passado. Isso envolve, por exemplo, a pressão sobre os EUA para aumentar a poupança e a China, para aumentar o consumo.

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Lula desafia líderes mundiais para conversa sobre clima

O enfraquecimento do mercado de trabalho dos EUA

China estreita laços com o Brasil

A insolvência no Reino Unido

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06/11/2009 - 07:58

A proposta brasileira para o câmbio

Por Roberto São Paulo/SP

Do Estadão

Brasil quer câmbio flutuante no G-20

Alvo maior da iniciativa é a China, que atrela moeda ao dólar

Andrei Netto, ENVIADO ESPECIAL, LONDRES, O Estado de S.Paulo, Sexta-Feira, 06 de Novembro de 2009

O governo brasileiro vai defender hoje, na reunião ministerial do G-20, na Escócia, um padrão único de gestão do câmbio por todas as maiores economias do mundo. Mais: pregará que o modelo escolhido seja o câmbio flutuante, adotado pelo País desde 1999. O objetivo é “homogeneizar” o fluxo global de moeda, evitando a sobrevalorização excessiva, da qual o real tem sido vítima nos últimos meses, se comparado com o dólar, o yuan e até o euro.

A iniciativa tem como alvo maior a China, que atrela a valorização da moeda ao dólar.

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06/11/2009 - 07:00

A experiência chinesa da Embraer

Por miope

Comentario: A China desenvolveu um concorrente para o 145 entre 1999 e 2009, a Embraer chegou em Harbin em 2003. Certamente os chineses aprenderam com a Embraer. Agora o modelo chines ja conta com mais de 200 pedidos enquanto a Embraer enfrenta queda nas vendas. Transferir mais uma linha de montagem para Harbin significa ensinar aos chineses mais sobre materiais e aerodinamica.

Do Folhaonline: A Embraer está negociando com a China a montagem de aviões maiores naquele país. O objetivo é convencer o governo chinês a concluir a compra de 45 jatos brasileiros, discutida já há mais de três anos, além de garantir a sobrevida da fábrica que a empresa mantém na cidade chinesa de Harbin.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u646021.shtml

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05/11/2009 - 14:00

A China perdoa os viciados em Internet

Do wilson yoshio

É por causa disso que no Orkut só dá burajirujin?

China proíbe castigo físico para viciados em Internet

Qui, 05 Nov, 09h01

PEQUIM (Reuters) – O Ministério da Saúde da China proibiu o uso de castigos físicos para curar o vício da Internet em adolescentes, meses depois que um garoto foi espancado até a morte em um acampamento de reabilitação.

Os pais chineses buscaram ajuda de mais de 200 organizações que oferecem tratamento para “enfermidades”, conforme aumentam os alertas do governo sobre hábitos poucos saudáveis da juventude de navegar pela Internet.

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27/10/2009 - 14:00

A nova cara da China

Por Hilano Carvalho

Será mesmo que a China tem essa visão de superioridade sobre o mundo? Será mesmo que eles estão ascendendo para formar um novo império?

Eu acho que não.

Acho que a análise do britânico parte de uma ideologia de poder estritamente ocidental, daquela que remonta à formação das principais civilizações ocidentais: a grega e a romana. Ele se esquece de que a China passou por uma Revolução Cultural, que visava remodelar o povo chinês sob uma nova visão de sociabilidade, em que as noções de cooperação e de solidariedade tinham papéis determinantes.

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26/10/2009 - 14:00

A estratégia chinesa do yuan desvalorizado

Do Valor

Yuan acompanha queda do dólar e dá vantagem à China

Alex Frangos, The Wall Street Journal, de Hong Kong

Como o dólar americano continua a se enfraquecer, crescem as preocupações em boa parte da Ásia em relação a outra moeda declinante: o yuan chinês.

Por mais de um ano, a China manteve o yuan basicamente inalterado em relação ao dólar. Por isso, assim como o dólar, o yuan tem caído de maneira constante ante as moeda dos vizinhos da China, como o ringgit da Malásia, a rupia da Indonésia e o won da Coreia do Sul. Isso torna os produtos fabricados nesses países mais caros em comparação com os da China.

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26/10/2009 - 10:41

O Poder da China

Do Estadão

”Poder da China irá além da economia”

China será o primeiro caso desde a Revolução Industrial em que o poder hegemônico não terá características ocidentais

Cláudia Trevisan, PEQUIM

Autor do livro When China Rules the World (Penguin Books, 2009), o jornalista e acadêmico britânico Martin Jacques acredita que a China assumirá em breve uma posição dominante no mundo, quando exercitará o “complexo de superioridade” desenvolvido nos 2 mil anos de história dinástica. Leia a entrevista concedida ao Estado, de Londres, por telefone:

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23/10/2009 - 09:03

O câmbio e o Banco Central

Da Folha

LUIZ CARLOS MENDONÇA DE BARROS

Ainda a questão do real valorizado

Finalmente o governo agiu para tentar estancar, ou ao menos reduzir, a queda do dólar em relação ao real

VOLTO MAIS uma vez à questão da valorização do real. Finalmente o governo resolveu agir para tentar estancar -ou pelo menos reduzir- a queda do dólar em relação à nossa moeda. O leitor da Folha já conhece meu pensamento em relação a esse assunto. Discordo dos analistas que não consideram isso um problema e me preocupo muito com o fortalecimento do real. Principalmente enquanto durar a posição atual da China em relação à sua moeda e a política monetária do Federal Reserve nos Estados Unidos.

Portanto parece-me correta a posição do ministro Guido Mantega de tentar interferir na formação da taxa de câmbio. Vivemos um período em que as autoridades de economias importantes estão atuando nos mercados de câmbio. O yuan chinês, mantido artificialmente constante em relação ao dólar, é, de longe, o fator externo mais relevante por trás da valorização do real e de outras moedas de países emergentes.

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23/09/2009 - 07:00

O Japão bárbaro

Por A J S Brandão

Durante toda a sua existência o que o Japão mais ambicionou foi ser admitido pela China como país não-bárbaro. Este complexo de imitação e tentativa de auto-superação moldou toda a cultura japonesa. Tanto China como Japão se caracterizam pela disciplina, reguladora do edifício social dois dois países.

Mas enquanto a disciplina chinesa tem raízes na filosofia e na sabedoria orientadora das experiências, a disciplina japonesa, por imaturidade filosófica, buscou edificar seus alicerces na honra. E a honra é um código de conduta muito frágil para sustentar a disciplina de uma grande nação. Por isso, aparentemente, o Japão absorve melhor as novidades mas tal premissa não é verdadeira.

O Japão fez da Casa Imperial o fundamento sagrado da fonte de sua honra. Sem o imperador, o Japão está morto. Já a China, pode mudar completamente tudo e tem feito isso periodicamente, sem abalar a fonte de sua disciplina. Até os imperadores não eram o fundamental para a nação chinesa. Por tais razões, enquanto hoje na globalização a China entra sem receio algum, o Japão está paralizado pelo mêdo de seu futuro dentro do sistema global. E tomado por tão grande mêdo, o que fará o Japão?

Por certo retornará e reiniciará sua jornada a partir de uma determinada encruzilhada do passado. Uma encruzilhada em que o Japão vislumbrou, a princípio forçado e depois maravilhado, novas fontes de inspiração mais avançadas que aquelas da China. Não tenham a menor dúvida de que, diante do que para ele é um impasse de civilização, o Japão voltará a guiar-se tanto quanto possa por seu grande mestre do passado: A China.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: ,
22/09/2009 - 14:57

A estratégia chinesa

No 6o Fórum de Economia da FGV-SP, uma excelente exposição sobre a China pelo embaixador Amaury Porto de Oliveira

Lembrou da reunião do Hotel Plaza, em 1985, na qual o governo americano obrigou o Japão a engolir um yen forte

A China enfrentou a globalização e deixou-se ir com ela. O que não aconteceu com o Japão. Por uma série de questões culturais, a elite empresarial e intelectual japonesa não se enquadrou na globalização.

O Japão perdeu velocidade e a China teve a sabedoria de entender os componentes fundamentais da globalização.

Nos próximos anos, o mundo verá um diálogo entre EUA e China. Em um segundo plano, a Índia, sem a mesma força da China, mas presente no novo cenário global.

Chineses montando modelos. Criaram uma província autônoma, dotaram de sistemas de transporte e de telecomunicações. Mandaram para lá um urbanista que tinha conduzido a grande modernização do centro financeiro de Shangai.

Nomeado vice-prefeito para transformar a cidade na Chicago na China. Conduzindo, então, uma marcha para o oeste, com bilhões de dólares aplicados a cada ano na modernização da malha ferroviária. E muito mais na malha rodoviária.

A China já tem 36 mil km de auto-estradas. Com meta de dobrar até 2020.

Outro processo é apoiar-se em um mercado nacional coeso, moderno, de dimensões continentais, para dinamizar e disciplinar todo o entorno do território chinês.

Política de boa vizinhança com vizinhos. Agora, em uma etapa mais adiante, procurando disciplinar um segundo círculo de terras externas.

Um dos projetos relevantes, ainda em gabinetes, cortar um canal, no estilo do canal do Panamá, em uma certa altura do istmo da Tailandia, juntando os oceanos Índico e Pacífico.

Vai permitir ligação contínua, liberada de estreitos e intervenções em soberania, entre a costa leste da África e o mar do Japão.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , , ,
04/08/2009 - 12:50

A China e o preço do minério

A China perdeu o braço de guerra com a Vale. Queria 44% de desconto no minério de ferro. Conseguiu apenas 28%, o mesmo que os europeus. Antes, brigou com a Rio Tinto, prendendo um diretor. Com isso, ficou nas mãos da Vale: prenderam o espião mas perderam o fornecedor.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , ,
04/08/2009 - 09:24

O segundo tempo da China

Desde o começo estava clara a estratégia chinesa pós-crise. Primeiro, aproveitar os baixos preços para uma superestocagem de matérias primas. Depois, sentar em cima dos estoques e segurar a recuperação das cotações. Nos próximos meses, o efeito será duplo: cotações sendo seguradas e quantidade em queda.

Do Estadão

Com estoques em alta, China reduz importações

Chineses param de ”empilhar” minério e soja; medida deve derrubar preço de commodities

Raquel Landim

A China regularizou os estoques de commodities e deve contribuir menos para as exportações brasileiras na segunda metade do ano. A demanda do gigante asiático por soja e minério de ferro vai seguir forte, graças ao pacote fiscal do governo chinês, mas não haverá mais o estímulo extra de “empilhamento” dos estoques nos portos. Os analistas temem ainda uma queda dos preços das commodities.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Economia Tags: , ,
03/08/2009 - 09:30

Investimentos chineses no Brasil

Da Folha

Investimento chinês cresce 72% até abril

Previsões para o total a ser investido por chineses no Brasil oscilam de US$ 700 milhões a mais de R$ 1 bilhão por ano

Para que esses valores sejam alcançados, país não pode ser radical na defesa do ambiente, diz presidente da Câmara Brasil-China

MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Instalado recentemente em um prédio da avenida Paulista, o primeiro escritório do Bank of China na América Latina ajuda a explicar o salto nos investimentos chineses no Brasil neste ano. Apenas entre janeiro e abril, de acordo com os dados mais atualizados, o Banco Central registrou a entrada de US$ 66,1 milhões: 72% a mais de tudo o que a China investiu no Brasil em 2008.

No mês em que se tornou o maior parceiro comercial do Brasil, posto ocupado pelos Estados Unidos havia décadas, a China também ganhou a 17ª posição entre os maiores investidores, pulando 19 posições no ranking do BC.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia Tags: , ,
02/08/2009 - 11:06

China, autoritarismo e modernização

Por Roberto São Paulo/SP

Protesto violento expõe desafios a reforma da siderurgia chinesa

Sky Canaves e James T. Areddy , The Wall Street Journal, de Tonghua, China, JULY 31, 2009, 12:04 A.M. ET
Quando Chen Guojun assumiu o cargo de gerente geral da Tonghua Iron & Steel, deveria ter sido um passo à frente no esforço apoiado pelo governo chinês para consolidar a gigantesca indústria siderúrgica do país.
Mas, em vez disso, a chegada de Chen se tornou o trágico símbolo dos desafios enfrentados por Pequim enquanto tenta transformar o inchado cenário industrial que surgiu no país…………….

……..Amedrontadas, as autoridades locais anunciaram na televisão na noite de sexta-feira que os planos da Jianlong de comprar a Tonghua Iron & Steel foram cancelados. Quando os protestos acalmaram e as autoridades conseguiram chegar a Chen, cinco horas depois de ele ser atacado, ele, que era pai de dois filhos, já estava morto………..

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28/07/2009 - 11:44

A bolha chinesa

Da Folha

Bolhas em ações e imóveis preocupam China

Temendo especulação, autoridades ordenam que bancos restrinjam à economia real o atual volume recorde de empréstimos

Para especialista, ímpeto dos bancos chineses levará a “centenas de bilhões” de dólares em financiamentos que não serão honrados

JAMIL ANDERLINI
DO “FINANCIAL TIMES”, EM PEQUIM

As autoridades regulatórias chinesas ordenaram ontem aos bancos do país que garantam que o volume sem precedentes em novos empréstimos seja encaminhado à economia real, evitando desvios de dinheiro para os mercados de ações ou imóveis, nos quais, dizem as autoridades, novas bolhas estão sendo formadas.

A nova norma requer que os bancos monitorem a maneira pela qual o dinheiro que emprestam é despendida, e surge em meio a alertas de que os bancos ignoraram padrões básicos de empréstimos no primeiro semestre deste ano, na corrida por conceder 7,37 trilhões de yuans em novos empréstimos, mais que o dobro do montante emprestado no mesmo período um ano antes.

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22/07/2009 - 11:26

A estratégia chinesa

Do Estadão

China vai usar reservas para comprar empresas

A China vai usar suas reservas internacionais, que já superam os US$ 2,132 trilhões, para expandir e apoiar aquisições de empresas no exterior pelas companhias chinesas, afirmou Wen Jiabao, o primeiro-ministro chinês. “Devemos acelerar a execução de ?estratégias de saída? e combinar o uso de reservas de divisas com a ?saída? das nossas empresas”, disse a diplomatas chineses, segundo informou o jornal britânico ?Finantial Times?.

O governo quer que as empresas chinesas aumentem sua participação nas exportações mundiais, disse Wen. A estratégia de saída da crise para a China é o incentivo aos investimentos e aquisições no exterior, principalmente por grandes grupos industriais, de propriedade estatal, como a PetroChina, Chinalco, China Telecom e o Banco da China.

Qu Hongbin, economista-chefe do HSBC na China, disse: “Esta é a primeira vez que ouvimos falar de uma articulação oficial dessa política de apoio direto às companhias para compra de ativos offshore”.

Os investimentos diretos chineses em empresas não-financeiras em outros países aumentaram para US$ 40,7 bilhões no último ano. Em 2002, eram de apenas US$ 143 milhões.

Wen não antecipou quanto das reservas será destinado para as operações, mas Qu Hongbin disse que a medida será parte de uma estratégia para reduzir a dependência chinesa dos títulos americanos e do dólar como moeda de reserva.

“Essa é a diversificação de reserva em um sentido mais amplo. Em vez de acumular divisas e ativos financeiros de curto prazo, o governo quer que o País acumule ativos corporativos reais de longo prazo”, disse. Grupos de propriedade estatal, particularmente dos setores petrolífero e de recursos naturais, têm reforçado a sua caça aos ativos de empresas à venda em consequência da crise global.

Comentário

Esta história de melhor dos BRICs está trazendo uma falsa ilusão ao Brasil. Não há visão estratégica consolidada sobre inserção internacional, sobre melhoria do valor agregado das exportações. O Ministério de Ciências e Tecnologia tem uma boa visão sobre o tema, assim como o BNDES. Mas não há uma política que sistematize todos esses pontos e transforme em política de Estado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , , ,
22/07/2009 - 09:55

A política cambial (nos EUA)

Por Jorge Verissimo Pereira

Nassif, neste espaco eh que encontro mais analises a respeito do problema da sub-valorizacao do dollar referente ao real e os efeitos disto na industria. Estranho nao haver muita repercusao disto em outros blogs de analise (pelo menos ate hoje nao sei de uma). Bom, ontem no NYT saiu uma reportagem (Obama’s Strategy to Reverse Manufacturing’s Fall) que vai ao encontro de suas analises. Em suma ad hoc (pontuais) iniciativas nao estao dando certo para reviver a industria americana. Entrevistam tb Douglas Bartl que eh proprietario de uma empresa e co-chairman de uma organizacao chamada Fair Currency Coalition ele diz que ele tem condicoes de competir com as industrias chinesas, o que ele nao pode competir eh com a politica cambial chienesa que todos sabem que subvaloriza a moeda deles (ele cita um produto dele (placa de circuito impresso) que ele vende por $1.4 e os chineses por $1. Neste ponto o Obama eh comparado ao Bush. Eh sugerido uma taxa aos produtos chineses por subavaliar a moeda deles de maneira a equalizar as coisas. Agora uma pergunta, isto eh viavel? Nao teriam Obama e Bush ja feito isto se fosse viavel? E ate Lula ele nao teria feito ja isto? Nao se teria um grande problema com a China e que ninguem quer comprar esta briga? pq eh fato tanto la US como no Brasil esta politica chinesa esta acabando a industrial local.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , ,
07/07/2009 - 11:22

O barril de pólvora chinês

Os conflitos étnicos na China merecem uma análise mais detalhada.

A explosão de crescimento na China prenunciava, a médio prazo, um conjunto de conflitos a ser administrado pelo Partido Comunista chinês:

1. Conflitos regionais, com as províncias entrando em disputa por investimentos e fugindo ao controle do governo central.

2. Conflitos sociais, com a percepção de desigualdade de renda trazida pela abertura e pelo desmonte das antigas redes sociais mantidas pelas grandes estatatais.

3. Conflitos culturais, à medida que a nova classe média emergente se imbuísse dos valores ocidentais e os novos empresários passassem a entrar no jogo político.

Agora explode um conflito de etnias. Será que a China vai se tornar grande demais para o PC chinês?

Clique aqui para ler matérias sobre o tema.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,
04/07/2009 - 08:15

Os riscos de negociar com a China

Do Estadão

Sem encomendas, Embraer estuda fechar fábrica na China

Contratos atuais garantem funcionamento da unidade chinesa apenas até meados de 2011

Raquel Landim e Mariana Barbosa

A operação industrial da Embraer na China está em risco. Com o cancelamento de pedidos e sem novas encomendas, a empresa cogita fechar as portas da fábrica de Harbin, no norte do país, onde são feitos aviões do modelo ERJ 145.

Pelos contratos em vigor, a Embraer tem serviço para manter a unidade funcionando apenas até a metade de 2011. Se não surgirem novos pedidos, a avaliação é que não faz sentido seguir montando aviões na China.

A decisão de manter ou não a fábrica no país asiático deve ser tomada até meados do ano que vem. “Os próximos movimentos estratégicos para a nossa presença industrial na China devem ser definidos dentro de doze meses”, diz o presidente da Embraer, Frederico Curado.

Segundo o executivo, o prejuízo para encerrar as operações não seria grande. A Embraer e sua parceira China Aviation Industry Corporation (Avic) aplicaram US$ 25 milhões no negócio. Apesar da brasileira possuir 51% da joint venture, a sócia chinesa construiu a maior parte da infraestrutura.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios Tags: ,
01/07/2009 - 09:53

Sem projeto industrial

Da Folha

Gravidade do desalento industrial

“Sem uma nova abordagem industrial, fica difícil comprar “made in Brasil” mesmo no Brasil”, diz um empresário

NA GERAÇÃO de meus pais, todos eram convencidos de uma verdade: o Brasil se tornaria potência industrial. Por isso lutaram. A chamada “substituição de importações” representou período de forte expansão do parque industrial brasileiro. Foram cerca de 50 anos (1930-1980) de crescimento recorde na indústria e ampla criação de empregos.

Nos últimos 30 anos (1981-2010), completamos um ciclo inverso, de “desconvencimento” sobre o imperativo de galgar estágios superiores de industrialização. O filme do avanço industrial foi rebobinado para trás, na cabeça da geração dos meus filhos. Eles estão convencidos, ao contrário dos avós, da inutilidade de qualquer esforço nesse sentido.

Há nisso perdas flagrantes para o Brasil, nas contas externas e na estratégia de projeção do poder nacional.

O recente resultado da licitação de trens urbanos no Rio de Janeiro ilustra o descompasso da planilha de custos entre os produtores locais e os vagões oferecidos pela China. Com tecnologia japonesa, rebates de crédito, velocidade de execução e preço final, os chineses ficam imbatíveis. Aparentemente, esse fato não mais abala os brios dos brasileiros.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
25/06/2009 - 07:51

A saga chinesa e o Brasil

Do Último Segundo

Coluna Econômica – 25/06/2009

A história econômica dos últimos séculos não deixa margem a dúvidas. Conseguiram superar o subdesenvolvimento e se transformar em potências, países com estratégias claras sobre os seguintes temas:

Na fase inicial de industrialização, defesa cerrada da produção interna, seja através de tarifas, barreiras não-tarifárias ou câmbio depreciado.

Estímulo às exportações de produtos industrializados e à importação de matérias primas.

Uso de toda sorte de subterfúgios para aumentar as exportações. No século, 18, a Inglaterra recorria a subfaturamento das exportações, contrabando, entre outros esquemas.

Maneiras inteligentes e driblar a lógica do livre comércio defendida pelos países de melhor competitividade. A própria Inglatrerra adquiria produtos têxteis da Índia – que tinha uma indústria mais competitiva que a sua – vendia para terceiros, com o lucro adquiria matérias primas. No seu território, só entravam as matérias primas.

Continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica Tags: , , ,
24/06/2009 - 14:50

A indústria aeronáutica chinesa

Por Raphael Vinagre

Olá Nassif.

Aqui vão duas notícias sobre os rumos pragmáticos da indústria aeronáutica chinesa. Uma é parecida com a sua preocupação em relação ao jato regional russo da Shukoi, que é o RJ Chines. A outra é sobre o vôo do primeiro Airbus “made in China” e surpresas com custos e prazos depois da crise.

http://www.aviationweek.com/aw/blogs/commercial_aviation/ThingsWithWings/index.jsp?plckController=Blog&plckScript=blogScript&plckElementId=blogDest&plckBlogPage=BlogViewPost&plckPostId=Blog%3a7a78f54e-b3dd-4fa6-ae6e-dff2ffd7bdbbPost%3acaeb25b4-953a-4e98-a6c9-08acf950eb94

http://www.aviationweek.com/aw/blogs/commercial_aviation/ThingsWithWings/index.jsp?plckController=Blog&plckScript=blogScript&plckElementId=blogDest&plckBlogPage=BlogViewPost&plckPostId=Blog%3a7a78f54e-b3dd-4fa6-ae6e-dff2ffd7bdbbPost%3ae0db65d5-e878-4ea7-91e7-57d917813d23

Saudações.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Defesa, Tecnologia Tags: ,
24/06/2009 - 10:44

O plano de vôo chinês e a falta de rumo brasileira

Clique aqui para um conjunto de matérias sobre a China, mostrando a dinâmica comum a todo país a caminho de se tornar superpotência.

A lógica chinesa é muito clara:

1. Restrição às exportações de insumos e toda ênfase para a exportação de produtos acabados.

2. Restrição à importação de bens e equipamentos nas compras públicas.

3. Restrições à venda interna de produtos audiovisuais de outros países.

4. Apoio total às exportações de acabados, tendo como principais alavancas o câmbio depreciado e o financiamento na venda de equipamentos.

Posto isto, vamos às notícias de hoje sobre o tema:

1. Uma notícia fala dos Estados Unidos e União Europeia entrando na OMC (Organização Mundial do Comércio) contra a decisão da China de proibir exportação de insumos.

2. Decisão da OMC dando ganho de causa aos Estados Unidos em uma ação contra as restrições à venda de produtos audiovisuais na China.

3. A China aumentando substancialmente as exportações de máquinas e equipamentos para o Brasil, em um período em que a indústria nacional está sofrendo quedas de 40% com a crise global e interna.

4. A ineficácia dos planos de política industrial anunciados no ano passado e superados pela crise. Vem aí novo pacote, tudo para contornar o nó da questão: a política cambial.

Com todos os avanços registrados, o Brasil continua um país sem plano de vôo, sem clareza sobre os fatores que levam ao desenvolvimento, submisso a uma política cambial e monetária deletérias.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise Tags: , , ,
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