Falando em America Latina, a politica externa brasileira esta influenciando a aprovação do embaixador indicado pelo Presidente Obama para o Brasil, Thomas Shannon.
Os tres senadores Republicanos que estão bloqueando a aprovação, Jim DeMint, George Le Mieux e agora Connie Mack, tres nulidades, usam o que chamam de proximidade excessiva do Brasil com a Venezuela e Irã como argumento contra Shannon, prevendo que o novo Embaixador vai ser mole demais com o regime brasileiro em relação aos interesses dos EUA na região.
Meus caros amigos, na última quarta-feira, dia 11 de Novembro, no programa Em cima da hora, das vinte e uma horas, na GloboNews, eu dei a entrevista abaixo.
A luta contra a valorização das moedas de emergentes
Reportagem da Bloomberg aborda como Brasil, Chile, Rússia e Coréia do Sul estão lutando uma “batalha perdida” para contera valorização de suas moedas. Odólar em queda ea recuperação econômicaestão criando mais demanda por esses ativos do que os bancos centrais podem controlar.Na Coréia do Sul, o país vai deixar que o mercado regule a cotação da moeda,e no Chile, os parlamentares aprovaram um aumento naemissão de dívida local para financiar as despesas. O peso chileno se valorizou 26% este ano contra o dólar, o segundo maior ganho entre as moedas latino-americanas após a ascensão de 33% do real. No Brasil, Rodrigo Azevedo, diretor de política monetária do banco central do Brasil de 2004 a 2007, diz que “o Brasil pode fazer muito pouco (para conter a apreciação)”.O real do Brasil se valorizou 1,6% neste mês, mesmo após a criação de um imposto em outubro sobre investimentos estrangeiros e aumentar as reservas cambiais em US$ 9,5 bilhões, no esforço para conter o fortalecimento da moeda.
Hoje é aniversário de São Carlos, 152 anos. As famílias de minhas avós são são-carlenses “da gema”, desde os tempos pioneiros. Meus avô paterno veio para cá nas primeiras décadas do séc. 20, o materno veio para instalar o Banco do Brasil na cidade, depois se tornou inspetor do Banco na região, na metade do séc. passado. Sou paulistano de nascimento, mas a maior parte de minha vida morei aqui, em períodos intermitentes, e o tempo de formação escolar todo foi por aqui.
Com a expulsao dos funcionarios da Funai da aldeia os missionarios (casal americano, com filha e sogro), tinham perdido a protecao e a legitimidade para suas acoes. A uniao, de anos, de exploracao e evangelizacao estava desfeita. O projeto comum entre o Coronel e a New Tribus of Brazil tinha se desmantelado.
Os missionario sabiam que o processo revolucionario que estava em curso na comunidade indigena era irreversivel e que suas presencas contrastava muito mais do que a simples diferenca fisica.
Para entender o “apagão” de ontem do sistema elétrico, é necessário um breve retrospecto do significado do sistema elétrico interligado. Um dos grandes feitos da engenharia brasileira foi essa interligação, que permite com que energia que sobre em uma região seja utilizada em outra. Um sistema dessa complexidade não pode parar se algum elo da corrente se rompe. E sempre é possível que um vendaval ou outro acidente geológico derrube uma torre ou alguma linha.
Para prevenir, há todo um conjunto de sistemas de computação que age rapidamente quando ocorre esse tipo de acidente, redirecionando a energia, montando por computador outros fluxos alternativos para que o sistema não pare.
Geithner vê ‘sinais iniciais’ de reequilíbrio global
O secretário do Tesourodos EUA, Timothy Geithner disse que há “sinais iniciais” de que o mundo está tratando dos desequilíbrios dos gastos e da poupança, que contribuíram para a crise global. A Ásia está “liderando o mundo” de volta à recuperação, contou Geithner aos repórteres em uma coletiva de imprensa conjunta com os seus homólogos do grupo deCooperação Econômica Ásia-Pacífico, após reunião hoje em Cingapura. As exportações norte-americanas também estão crescendo a uma taxa mais saudável, disse. Os chefes de Finanças têm solicitado repetidamente, em reuniões nas últimas semanas, pela redução da dependência de poupança da Ásia e dos gastos norte-americanos, um padrão que os analistas dizem ter pressionado os custos de empréstimos nos EUA e alimentado a bolha de crédito. Geithner se comprometeuhoje a reduzir o déficitfiscal recorde dos EUA, legado da dependência de fundos no exterior e estímulo sem precedentes aos gastos para combater a crise. Questionado se a queda do dólar pode ajudar a impulsionar as exportações norte-americanas e ajudar na recuperação de sua nação, ele disse que é “muito importante” para os EUA terem um “dólar forte”. Geithner elogiou a China por desempenhar um papel importante na recuperação global, depois de ser perguntado sobre sua reação ao comunicado de ontem do Banco Popular da China, em que alguns analistas disseram haver sinais de uma maior abertura, para permitir a valorização do yuan.
Um tema interessante para discusão são os valores dos seguros cobrados atualmente no país, que são muito superiores quando comparados com os demais países, sejam eles de casas, pessoal, veiculos etc. Acho que o tema deveria ser debatido no blog. Esse assunto seguro, parece-me uma caixa preta quanto a metodologia e parâmetros utilizados pelas seguradora para o calculo desses seguros.
Com fortalecimento chinês, aumenta clamor por yuan forte
A produção industrial da China e o superávit comercial subiram em outubro, indicando uma consistente recuperação na terceira maior economia do mundo, o que provavelmente amplia os clamores para deixar o yuan se valorizar. Os dados divulgados hoje vêm dias antes de os líderes da região Ásia-Pacífico se reinirem em Cingapura, e da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Pequim, onde planeja abordar a política monetária da China. O premiê chinês Wen Jiabao, rejeitou até agora a pressão para afrouxar as rédeas sobre o yuan, aguardando uma maior repercussão nas exportações, como esforço para garantir a estabilidade social e ganhos do trabalho. “Para a China, é necessário e adequado permitir que a moeda seja mais flexível”, disse o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Haruhiko Kuroda, em entrevista à Bloomberg Television hoje em Cingapura. “A resposta às crises pelas autoridades chinesas tem sido excelente”, e “eles tiveram uma recuperação econômica muito forte”, também disse.
É bom que o presidente da República esteja cauteloso nas discussões sobre o papel do Brasil na Conferência do Clima. E é curioso que os críticos do “protagonismo a qualquer custo” sejam agora os primeiros a exigir de Luiz Inácio Lula da Silva que coloque o Brasil na linha de frente das medidas contra o aquecimento global. É a dança da política.
O debate está claro desde o começo. Se o aquecimento global é mesmo um problema grave, e se deve ser enfrentado globalmente, é preciso saber para quem irá a conta. O lógico será repassá-la aos que, até o momento, mais se beneficiaram do progresso humano. Se é mesmo verdade que o mundo não suportaria a globalização dos padrões europeu e americano de consumo, que os americanos e europeus se contenham, para começo de conversa.
As discussões sobre o câmbio, em geral, vêm eivadas de sofismas que, pela força da repetição, acabam se transformando em falsas verdades.
No comércio mundial, há manufaturados de baixo, médio e alto valor agregado. Para competir em cada área tem que se ter o nível tecnológico adequado e preços competitivos.
Há vários fatores que interferem no preço.
O principal é o câmbio, a relação de preços entre duas moedas. Veja o exemplo:
Um determinado produto custa R$ 200,00 no Brasil. Com o dólar a R$ 2,00, irá custar US$ 100,00 (200 / 2). Se o dólar cai para R$ 1,70, irá custar US$ 117,65 – ou 17% mais caro, apenas com o movimento do câmbio. Portanto, a apreciação do real tem efeito direto sobre o preço final da mercadoria, em dólares.
O “CENTRO de MÚSICA BRASILEIRA” promoverá no próximo mês de Dezembro (de 7 a 12) 2 concursos, ambos com um primeiro prêmio de R$10.000,00, oferecidos pela Secretaria de Estado da Cultura. Um deles será o “II CONCURSO de INTERPRETAÇÃO de MÚSICAS BRASILEIRAS para FLAUTA” e o outro o “V CONCURSO de INTERPRETAÇÃO de MÚSICAS BRASILEIRAS para PIANO”.
Horário: das 14:00 às 22:00, sempre na CASA MÁRIO de ANDRADE, na rua Lopes Chaves, 546 – Barra Funda, SP.
“Agustín Barrios faz parte da alma brasileira. Não existe um só violonista brasileiro que não conheça ‘La Catedral’, que não tenha aprendido nos estudos de Barrios” (Luis Nassif. In: Violões do Brasil).
João Rabello é filho de Paulinho da Viola, neto de César Faria e, pelo lado materno, sobrinho de Rafhael Rabello. Mas já é fera em seu instrumento.
Pesquisando o doutor Sobral Pinto na rede, chego a resultado esplêndido, para começar a página do “Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro – FGV”, neste endereço é possível pesquisar uma boa documentação sobre nossa história :
Os mais poderosos ministros das finanças do mundo estão se reunindo em St. Andrews, no Reino Unido, para uma reunião destinada a puxar a economia do mundo para fora da recessão. A coordenaçãoda política fiscal será a ordem de trabalhos, bem como a forma de policiaras finanças globais e os sistemas bancários. Protestos estão previstos na sexta-feira e sábado, para pedir mais medidas de combateao desemprego e mudanças climáticas. O evento de dois dias do G20, que está sendo presidido pelo chanceler britânico (de finanças) Alistair Darling, será assistido por Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos EUA, bem como os ministros de finanças das maiores economias da Europa e China, Japão, Índia e Rússia.A coordenação da política fiscal e monetária tentará evitar a criação de novos desequilíbrios entre os diferentes países, semelhantes às que levaram à crise econômica no ano passado. Isso envolve, por exemplo, a pressão sobre os EUA para aumentar a poupança e a China, para aumentar o consumo.
Alvo maior da iniciativa é a China, que atrela moeda ao dólar
Andrei Netto, ENVIADO ESPECIAL, LONDRES, O Estado de S.Paulo, Sexta-Feira, 06 de Novembro de 2009
O governo brasileiro vai defender hoje, na reunião ministerial do G-20, na Escócia, um padrão único de gestão do câmbio por todas as maiores economias do mundo. Mais: pregará que o modelo escolhido seja o câmbio flutuante, adotado pelo País desde 1999. O objetivo é “homogeneizar” o fluxo global de moeda, evitando a sobrevalorização excessiva, da qual o real tem sido vítima nos últimos meses, se comparado com o dólar, o yuan e até o euro.
A iniciativa tem como alvo maior a China, que atrela a valorização da moeda ao dólar.
Acho que grandes desafios para o Brasil serão o câmbio, o sistema tributário, a defasagem tecnológica.
Não podemos esquecer que a desvalorização cambial deve ter como objetivo reindustrialização, substituição de importações ou novos mercados para exportações. Caso contrário não gerará empregos internamente e apenas se transferiria renda para o exterior (como a China sistematicamente faz.) Não deve ser um fim em si mesmo.
Se houver reforma tributária que distribua custos do setor industrial para o setor de serviços, parte do problema cambial se resolve. Se houver maior taxação do setor agrário ou extrativista, idem, pois o Brasil têm vantagens comparativas nestes.
Como Keynes já faleceu e Mendonça de Barros, Delfim Netto e outros já confessaram não ter a fórmula mágica, passa a ser interessante todos darem suas ideias para ver se um caminho surge.
Desvalorizar em economia altamente produtiva não é necessário. Mas não é o caso brasileiro. Desvalorizar em economia com falta de divisas é fácil. Também não é o caso.
Uma grande discussão, no cenário político atual, é saber de que maneira irá se articular uma oposição ao que se poderia chamar de lulismo. Grosso modo, são três grupos de temas em torno dos quais podem ser articulados os discursos políticos:
O primeiro engloba as políticas irreversíveis que considera, entre outros, as políticas sociais includentes, o pacto do desenvolvimento, a manutenção da estabilidade inflacionária e fiscal, o biocombustível, a nova política industrial, ancorada no pré-sal, e o fortalecimento da agricultura.
O segundo são as sementes que vêm sendo lançadas, mas sem muita ênfase, como a prioridade na saúde (focalizado no recurso), o avanço na tecnologia e inovação, o aprimoramento da gestão pública, a desoneração dos investimentos e a racionalização tributária e o apoio às pequenas e microempresas.
O terceiro, onde se dará o embate ideológico, refere-se ao controle do fluxo de capitais.
STF decide se abre processo contra Azeredo por participação no mensalão mineiro
Publicada em 04/11/2009 às 08h22m
Carolina Brígido
O senador Eduardo Azeredo terá o seu caso analisado pelo STF nesta quarta-feira – Ailton de Freitas/Arquivo
BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) se reúne nesta quarta-feira para decidir se abre processo penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por participação no chamado mensalão mineiro. O caso está sob a ameaça de prescrição dos crimes pelos quais o senador é acusado: peculato (apropriar-se de recursos públicos) e lavagem de dinheiro. Na Corte, há expectativa de que algum ministro pedirá vista e, com isso, a decisão será adiada. Se a denúncia do Ministério Público não for examinada até maio de 2010 pelos ministros do STF, o parlamentar não poderá ser condenado.
Dia 2 o Brasil se debruça sobre seus mortos. Será um Finados especial. Pela primeira vez, desde os anos 70, há um clima de que o país pode dar certo. É um momento mágico, porque sem o chumbo da ditadura dos anos 70, sem o caos do início da redemocratização, sem a pesada insensibilidade social dos anos 90.
Por várias razões e vários caminhos o país está a ponto de encontrar o rumo. De repente, começa a tomar corpo a idéia de que o país é um todo complexo, composto por infinitas partes interagindo entre si. É o agronegócios e a agricultura familiar, a multinacional e a rede de pequenas empresas, a Universidade.
O saci sempre teve presença marcante em nossa vida cultural.
Os muito jovens talvez não saibam que essa figura da mitologia brasileira deu nome e foi o símbolo de um dos prêmios mais importantes do teatro e do cinema do Brasil até o fim da década de 60. Em São Paulo, sem dúvida, o Saci era o prêmio mais importante.
Concedido pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Saci foi instituído no começo dos anos 50 e representava a cosnagração definitiva para quem recebia a estatueta na forma de uma só perna, de autoria de Victor Brecheret.
Há dois movimentos explicando essa imensa euforia com o Brasil.
O primeiro, baseado nos fundamentos da econonomia, na constatação de que o Brasil foi o primeiro país a sair da crise.
Em cima desse movimento, há um segundo, que é o de manada, a bolha de capitais especulativos inflando a Bolsa de Valores e rebaixando o câmbio.
É um movimento óbvio, percebido até pelos pais da ortodoxia neoliberal dos anos 90 – como John Williamson, no artigo abaixo, homem que escreveu os mandamentos do “consenso de Washington”. Por aqui, diretores do Banco Central agem irresponsavelmente, com entrevistas em off, visando alimentar essa bolha.
A decisão da Fazenda – de impor o IOF – está sendo defendida por todos os analistas e jornais sérios de outros países. A autoridade reguladora brasileira joga contra. E o presidente do BC, Henrique Meirelles, mostra que é e sempre foi conduzido por sua tropa.
FMI deveria ajudar o Brasil a enfrentar fluxo de capitais
A ação brasileira ao impor um tributo sobre certas formas de fluxo de capital estrangeiro, a fim de controlar a alta da moeda do país, tem grande importância, prática e simbólica.
Os Bancos Centrais do Brasil e do Uruguai firmaram nesta sexta-feira uma Carta de Intenções pela qual concordam em dar início ao processo de implantação do Sistema de Pagamentos Bilateral em Moeda Local entre os dois países.
O objetivo de criação do sistema de pagamentos é oferecer aos exportadores e importadores brasileiros e uruguaios uma alternativa para a liquidação de suas operações de compra e venda em moeda local. A redução de custos por não utilização de uma terceira moeda e o aumento da liquidez e da eficiência do mercado de câmbio em Peso Uruguaio e Real são alguns dos benefícios que adviriam da implementação do sistema.
A existência do sistema bilateral de pagamentos será mais um elemento a contribuir para o processo de integração econômica entre as duas nações do Mercosul. Além disso, a assinatura da Carta de Intenções ajudará a consolidar os vínculos de cooperação entre os Bancos Centrais do Brasil e do Uruguai.
O País de hoje é totalmente diferente daquele de um ano atrás. O Lula de agora nada tem a ver com o ultracauteloso e ortodoxo presidente do ano passado.
Esses cortes históricos são curiosos. Na música popular, por exemplo, o Brasil de 1930 era totalmente diferente do de 1929, mesmo sendo o mesmo. É como se um conjunto de ideias novas, conceitos novos que estavam encobertos viessem à tona.
No campo econômico, a crise acabou com inúmeros dogmas responsáveis pela anorexia econômica brasileira, por essa maluquice da opinião pública midiática entrar em pânico a cada respiro de crescimento do País.
Nassif & Amigos, a voz não é assim uma brastemp, mas a
verve poética é de arrepiar e sua obra é extensa. Com Vcs,
Fausto Nilo (e de Quixeramobim). Abs.
Noticia veiculada pela EFE e devidamente contorcida pela FSP, sugere invasão da nossa soberania :
“Presidente Obama anuncia interdição aérea contra narcotráfico no Brasil
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta sexta-feira (16) a interdição aérea de aviões que poderiam transportar drogas ilegais sobre território brasileiro. Em uma “determinação presidencial” dirigida aos departamentos de Estado e de Defesa, o líder assinalou que a interdição “é necessária devido à extraordinária ameaça que representa o tráfico de drogas à segurança dessa nação”.
Um dos grandes desafios de políticas públicas, é como montar um modelo federativo de articulação de políticas de educação entre União, Estados e Municípios.
Esse é um dos grandes desafios de políticas públicas universalistas em país continental, pois há que se montar uma comunidade tal – como na Saúde – que garanta a continuidade das políticas independentemente das autoridades e dos partidos de plantão.
Mas, segundo o Ministro da Educação Fernando Haddad, o setor de Educação conseguiu finalmente criar essa solidariedade.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.