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11/09/2009 - 07:30

Pinhão manso em escala

Portal Luís Nassif

Do Canal Temático Bioenergia -

Brasil inicia produção comercial de pinhão manso

Dayana Aquino

O primeiro esmagamento comercial de caroço de pinhão manso será realizado no Brasil. A proposta é apresentar a viabilidade comercial da cultura, na produção de biodiesel, e abrir espaço para avanços nas pesquisas com a planta.

A iniciativa é de um grupo de empresas da Associação Nacional dos Produtores de Pinhão Manso (ANPPM). Nove empresas formaram uma joint venture denominada Jatropha BR (nome científico da espécie) para canalizar a produção no esmagamento em escala, que será realizado na Fusermann Óleos Vegetais, em Barbacena, Minas Gerais.

continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Bioenergia, Economia Tags: , , , , ,
13/07/2009 - 14:07

O subsídio ao biodiesel

Do Grupo Temático Bionergia do Portal Luís Nassif

Ministério avalia ampliação de subsídios para Biodiesel

DAYANA AQUINO

Da Redação – ADV

A ampliação do benefício tributário concedido aos produtores de biodiesel, na compra de matérias primas, para as demais indústrias poderia incentivar a diversificação de insumos para produção do energético e favorecer maior inclusão da agricultura familiar. A proposta está em estudo pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e deverá ser apresentada aos demais agentes do Programa Nacional de Produção e uso do Biodiesel (PNPB) quando for finalizada.

De acordo com Arnaldo de Campos, Diretor da Secretaria de Agricultura Familiar e coordenador do PNPB pelo MDA, o objetivo é possibilitar que demais agentes possam comprar com vantagens tributárias, o que aumentaria a concorrência pela compra de matérias primas. A redução do preço incentivaria a agricultura familiar e provocaria um natural deslocamento da soja, responsável por mais de 70% da produção do energético.

Continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Energia, Políticas Sociais Tags: , ,
04/07/2009 - 07:59

Biodiesel a agricultura familiar

Por Roberto São Paulo/SP

Renda dos agricultores familiares é fortalecida com Biodiesel

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário, 02/07/2009
Começou a valer nesta quarta-feira (1º) o aumento de 3% para 4% da mistura de biodiesel ao diesel, o chamado B4. Segundo o coordenador do Programa de Biodiesel pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Arnoldo de Campos, a renda dos agricultores familiares em várias partes do País tem crescido com a participação no Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB).

Em 2008, a média da renda obtida com a produção de oleaginosas para biodiesel foi de R$ 5.274 por família/ano.

Campos destaca que dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam um crescimento de 72% na produção de mamona no estado do Piauí.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags: , ,
21/06/2009 - 09:43

A mamona vai ou não vai?

Por Roberto São Paulo/SP

Foto da reportagem do site do Jornal do Brasil/economia 18:04 – 20/06/2009
Revolução no sertão no rastro da mamona

Comentário

Perto de Palmas, a Brasil Ecodiesel instalou sua maior refinaria, obra imensa, moderna. Pensava em tirar óleo da soja. Hoje em dia a refinaria está abandonada. A luz foi cortada, assim como o fornecimento de combustível. Bancos assumiram a massa falidade para tentar recuperá-la.

Foram dois os problemas da Ecodiesel. O primeiro, a pressa em conquistar todos os contratos da Petrobras, jogando preços muito baixos no leilão de biodiesel. O segundo, não entender que a soja segue preços internacionais. Quando as cotações explodiram, a produção inviabilizou-se no preço proposto.

Por isso mesmo, há estudiosos que defendem a agricultura familiar e a amarração do programa a produtos que não sejam influenciados pelas cotações internacionais.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags: , ,
08/06/2009 - 08:57

A ineficácia das guerras de exaustão

Nas guerras, existe a tática – por parte de quem tem o predomínio das armas – do bombardeio incessante, tipo arrasa-quarteirão. Mas a vitória final é determinada apenas pela infantaria, no mano-a-mano.

Na mídia, essa tática de tentar sufocar o inimigo com toneladas de denúncias, misturando denúncias consistentes, irrelevâncias e falsidades – apenas para conferir “volume” à campanha – se esgotou há tempos. Veja praticou incessantemente nos últimos anos, na série de capas contra Lula e contra Renan.

É uma fórmula que se desgasta por várias razões. Primeiro, porque cansa o leitor. Segundo, porque banaliza a denúncia. Denúncias irrelevantes – ou furadas – não servem de reforço às grandes bombas. Pelo contrário, enfraquecem-nas. Entram todas no mesmo balaio da má vontade, da preguiça de apurar. É o caso da Folha com o Movimento Brasil Competitivo (MBC). E, agora, do Globo com essa “denúncia” sobre o biodiesel da mamona.

Trata o programa como se fosse um álibi para repassar dinheiro para aliados políticos. Diz que o uso da mamona foi condenado pela Agencia Nacional de Petróleo (ANP). Mentira! E digo isso porque na época em que a ANP se manifestou sobre o tema houve uma discussão e vários esclarecimentos. O óleo de mamona é mais viscoso que os demais. Isso é virtude, não defeito. Para se beneficiar do excesso de viscosidade, há que se determinar a porcentagem correta de mistura.

Não apenas isso. Há dúvidas, sim, sobre a viabilidade da mamona como combustível do biodiesel, devido a usos mais sofisticados e a um mercado mais atraente, como lubrificante de jatos. Mas é uma aposta legítima de inclusão social, de redução das tensões no campo, de redução da própria politização dos conflitos agrários. Há envolvimento da Embrapa, com suas pesquisas, do Banco do Brasil, com sua área social, agregada ao PRONAF (Programa de Financiamento da Agricultura Familiar). Há experiências de lavoura combinada com a produção de mamona.

Primeira empresa a tentar esse mercado, a Brasil Ecodiesel dizia que a grande dificuldade, no nordeste, era a ausência da cultura do associativismo – presente no sul. E a grande esperança era contar com organizações como a Contag para incutir essa característica na região.

E o pior é ver senadores do nordeste, familiarizados com os problemas da região, entrando nessa bobagem do Globo. Mais uma vez o PSDB vai a reboque desses radicais queimando a imagem que tinha, de não se deixar enredar por passionalismos e dogmas.

Clique aqui para a matéria do Globo e a resposta do Blog da Petrobras.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Agricultura, Economia, Eleições, Energia, Mídia Tags: , , , ,
30/05/2009 - 08:34

Os leilões de biodiesel

Por Roberto São Paulo/SP

Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), 29/05/2009

Primeiro leilão para mistura B4 vende 460 milhões de litros com preço médio ponderado de R$ 2,31 e deságio de – 2,16%

O 14º. Leilão de Biodiesel da ANP, o primeiro realizado para atender à mistura B4, foi realizado hoje (29/5), no Rio de Janeiro, resultou na venda de 460 milhões de litros do produto com a participação de 39 unidades produtoras.

O preço de referência foi de R$ 2,36 por litro e o preço médio ponderado foi de R$ 2,31 para os 460 milhões de litros oferecidos, representando um deságio médio de – 2,16 %. A mistura B4 entra em vigor em

1/7/2009.

A Granol foi a empresa que vendeu o maior volume: 61 milhões de litros.

Os resultados do leilão podem sofrer alterações depois do processo de homologação das ofertas…………

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags: , , , ,
07/04/2009 - 09:42

O avanço do biodiesel

Do Estadão

Lula inaugura 3ª usina de biodiesel

20 mil agricultores familiares da região devem fornecer matéria-prima para a unidade de Montes Claros (MG)

Eduardo Kattah

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou ontem, em Montes Claros, no norte de Minas, a terceira usina de biodiesel da Petrobrás.

Em operação experimental desde janeiro, a Usina de Biodiesel Darcy Ribeiro tem capacidade para produzir 57 milhões de litros de biodiesel. Em conjunto com a as unidades de Candeias, na Bahia, e Quixadá, no Ceará, a usina de Montes Claros elevou para 170 milhões de litros de biodiesel por ano a capacidade instalada nacional, o que representa cerca de 13% do mercado brasileiro. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags: , ,
04/04/2009 - 10:28

O potencial do pinhão manso

O pinhão manso é considerada a planta com maior potencial para a produção de biodiesel. Está sendo estuada pela Embrapa e em experiência em alguns locais no Brasil.

O país que mais explora o pinhão manso é a Índia.

Leia a reportagem no Bloco de Biodiesel do Portal Luís Nassif.

Índia é referência na produção de mamona e pinhão manso

VIVIANE MAIA
Da Redação – ADV

Atualmente, a Índia é a principal produtora de mamona no mundo e está iniciando um ambicioso programa de produção de biodiesel baseado na cultura do pinhão manso com o objetivo de produzir matéria-prima para fabricação de biocombustíveis. Uma delegação de pesquisadores brasileiros esteve no país a fim de conhecer as tecnologias desenvolvidas pelos indianos sobre o processamento dessas duas oleaginosas.

De acordo com o documento “Viagem á Índia para Prospecção de Tecnologias sobre Mamona e Pinhão Manso”, produzido pelo Centro Nacional de Pesquisa de Algodão da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a visita à Índia, além de tomar contato com o conhecimento sobre a mamona e o pinhão manso, teve como objetivo fortalecer o processo de cooperação técnica com pesquisadores brasileiros, tendo em vista a Índia ter excelência como produtora agrícola de inúmeras culturas comerciais de interesse para o Brasil.

Os trabalhos relacionados ao programa de biodiesel iniciaram-se em 2002, com a formação de um comitê que estudou o assunto e apresentou ao presidente um relatório em 2003, dando-se início aos trabalhos subseqüentes e ao incentivo ao plantio de pinhão manso, que é a única oleaginosa considerada no programa de biodiesel indiano. (continua)

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags: , , ,
18/02/2009 - 12:00

No biodiesel, vence a palmeira

Do Portal Luis Nassif, Canal Bioenergia

Embrapa aponta palmeira como matriz mais rentável

VIVIANE MAIA
Da Redação – ADV

A tecnologia de produção do biodiesel vem sendo intensamente estudada com o objetivo de substituir o diesel derivado do petróleo, oriundo de fonte não renovável. Alternativas energéticas que atuem de forma eficiente e com menores danos ambientais são a aposta diante da crescente preocupação com a crise energética.

De acordo com a pesquisa desenvolvida por Otoniel Ribeiro Duarte, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-Roraima) e divulgada em janeiro pela UDOP – União dos Produtores de Bioenergia, a palmeira Maximiliana maripa, mais conhecida como inajá, é uma espécie promissora e estratégica dentro do Programa Nacional de Produção e Uso de Biocombustíveis, pois preenche os quesitos relativos a desenvolvimento regional, inclusão social e preservação ambiental.

A espécie, muito comum no Estado de Roraima, pode produzir mais de 3.500 litros de óleo por hectare, ficando bem à frente, por exemplo, de outros “concorrentes” como dendê (produção de dois mil litros por hectare), pinhão (dois mil litros por hectare) e mamona (750 litros)

Clique aqui para acessar o trabalho e paticipar das discussões.

Por Otoniel Ribeiro Duarte

Olá,

Aqui é o pesquisador da Embrapa Roraima que desenvolveu a tese de doutorado com a palmeira inajá e seu potencial para produção debiocombustíveis. Hoje estou muito ocupado aqui na Empresa e estou saindo agora para uma reunião, mas amanhã pela manhã estarei respondendo todos os questionamentos.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Poesia Tags: ,
29/01/2009 - 11:00

O Canal de Bioenergia

Do Canal de Bioenergia, do Portal LN

Planta nativa do cerrado amplia fontes para produção de biodiesel

VIVIANE MAIA
Da Redação – ADV

A busca por fontes alternativas e renováveis de energia tornou-se uma constante no mundo devido à escassez e aos impactos ambientais gerados por fontes não renováveis. O biodiesel surge como uma alternativa em relação ao petróleo e seus derivados, já que sua produção é obtida de fontes renováveis reduzindo a emissão de poluentes.

A pesquisa Biodiesel Produzido a Partir do Óleo de Sementes de Mabea – realizada pela mestre em Agroquímica Flávia de Andrade Pereira, da Universidade Federal de Viçosa – demonstra que uma planta nativa do cerrado e de áreas de transição para zona da mata mineira, conhecida como canudodepito ou mabea fistulifera mat., pode ampliar, de forma promissora, as fontes de óleo para a produção de biodiesel. (continua)

Comentário

Vamos abrir as discussões no Canal de Bioenergia. A idéia é sistematizar as discussões sobre os temas, agregar trabalhos diversos, fóruns de discussão, de maneira a que não haja dispersão do conhecimento acumulado nesses debates.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia, Tecnologia Tags: ,
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