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26/09/2009 - 08:00

A intervenção na Unimed Paulistana

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Now playing: Fábio Zanon – 56. Musica Nova
via FoxyTunes A Unimed Paulistana é uma operadora com situação financeira saudável, e a decisão da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) de intervir na operadora foi desnecessária, segundo o advogado da cooperativa, Jarbas Machione. Prova disso é que a Unimed Paulistana paga em dia seus fornecedores e cooperados e tem crédito junto aos bancos, observa o advogado.

O problema é de ordem fiscal.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Saúde, Sem categoria Tags: , ,
25/08/2009 - 15:11

Planos de saúde

Do Jornal Cash

Novas regras para convênio de empresa prejudicam usuário

GLEYSON PEREIRA

Para especialistas em defesa do consumidor, a resolução da ANS – que entra em vigor em outubro – burocratizou serviço, vetou a portabilidade e manteve reajuste livre

Os planos de saúde oferecidos em empresas ou firmados entre associações e entidades de classe seguirão novas regras a partir de 15 de outubro, informou a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). No entanto, análise de especialistas em defesa dos direitos do consumidor afirma que a alteração da resolução 195 burocratizou o serviço e manteve o veto à portabilidade, além da possibilidade de as operadoras reajustarem seus preços livremente – fatores estes que prejudicam o usuário. Os convênios médicos onde uma pessoa jurídica é responsável pela intermediação entre o consumidor e a operadora representam 70% do total de planos em todo país.

As novas regras trazem mais obrigações aos clientes. Nos convênios oferecidos pelo empregador – com 30 ou mais beneficiários -, o usuário terá que oficializar a adesão ao plano em até 30 dias após a assinatura do contrato. Quem passar do prazo será obrigado a cumprir um período de carência, que pode chegar a dois anos em alguns convênios. Nos casos de doenças ou lesões pré-existentes, o usuário também terá de incluir a cláusula de agravo ou cobertura parcial temporária.

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Por Fernando Luiz

Alguns comentários sobre os comentários:

Marcelo de Matos (17:04):

“Deveria existir um convênio só para casos de internação”. Existe. São os planos de segmentação “Hospitalar”, de acordo com a regulamenção da ANS, exatamente com esse objetivo. Muitas operadoras oferecem esse tipo de plano.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: , ,
06/08/2009 - 09:23

Saúde no Brasil

O modelo público de saúde

ANDRÉ INOHARA
Da Redação – ADV

Neste Dia Nacional da Saúde, dezenas de milhões de brasileiros, a grande maioria de baixa renda, podem contar com serviços públicos de saúde. A inclusão dessa numerosa população – que esteve desamparada antes da criação do SUS (Sistema Único de Saúde) em 1990 – é o principal avanço do sistema, de acordo com o sanitarista Eugênio Vilaça Mendes. O consultor público não hesita em colocar o modelo de saúde pública brasileiro como um dos melhores do mundo em qualidade de serviço, mas ao mesmo tempo reconhece a necessidade de mudanças estruturais para ampliar o alcance do atendimento e eficiência econômico-financeira.

O SUS é referência mundial no tratamento do vírus HIV e possui um dos melhores programas de vacinação contra a gripe influenza. Doenças como varíola, sarampo e poliomielite foram erradicadas, mas o sistema ainda não consegue combater com eficiência doenças infecciosas, ao contrário dos países desenvolvidos. Para Mendes, uma solução é integrar melhor o sistema de atendimento do SUS, com cuidados ambulatoriais, hospitalares e integrais (prevenção, cura e reabilitação).

continua

Leia também outras matérias sobre o tema a partir do Fórum de Universalização da Saúde  do Projeto Brasil

Brasil investe menos de 3% do PIB em Saúde

Indústria da Saúde é prejudicada por encargos

Saúde: déficit da balança comercial é de US$ 7 bilhões

Saúde precisa de parceria entre agentes público e privado

Desequilíbrio na gestão pública e privada

Clique aqui para assistir a íntegra das palestras.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: , , ,
03/08/2009 - 14:00

Índice VCMH – mede despesas médicas

Do Valor

Operadoras criam índice para medir gastos médicos

Beth Koike, de São Paulo

Seis grandes operadoras e seguradoras de saúde – Amil, Bradesco, Golden Cross, Intermédica, Medial e Sul América – se uniram e criaram um índice próprio para calcular seus gastos médicos. Trata-se da VCMH (Variação dos Custos Médico-Hospitalares), que mede as despesas médicas dos planos individuais de saúde no período de 12 meses.

Ao que tudo indica, esse novo índice vai se confrontar com os reajustes aprovados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Pelo indicador dos planos, a variação dos gastos médicos foi de 7,44% em 2008 e de 10,45% este ano. Já a ANS concedeu, nesses mesmos períodos, reajustes de 5,48% e 6,76%.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde, Sem categoria Tags: , , , ,
27/07/2009 - 13:20

Os custos da gripe A

Do Valor Econômico

Gasto com gripe suína faz operadora prever aumento no preço dos planos

Paola de Moura e Beth Koike, para o Valor, do Rio e de São Paulo

Operadoras de planos de saúde já fazem as contas de quanto a gripe A, transmitida pelo vírus H1N1 e conhecida como ” gripe suína”, vai pesar no orçamento. Com o avanço da epidemia no país, hospitais do Rio e de São Paulo estão registrando alta de até 50% na demanda por atendimento emergencial. No Copa D’Or do Rio, o maior da rede privada carioca, o número de atendimentos a crianças este mês aumentou 68% em relação a julho do ano passado. Do público total atendido pela instituição, 95% são clientes de planos de saúde. Nos consultórios médicos, segundo a Unimed-Rio, o crescimento é de 20%.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags: , ,
16/07/2009 - 10:16

As regras da ANS

Da Folha

ANS cria regra mais rígida para plano de saúde coletivo

Agência estabelece que só empresa com vínculo trabalhista pode oferecer benefício

Novas medidas atingem principalmente os que eram considerados “falsos planos coletivos”, cujo atrativo eram os preços mais baixos

DA SUCURSAL DO RIO

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar, que regulamenta o setor de planos de saúde) instituiu regras mais rígidas para criação de planos de saúde coletivos. A partir de 15 de agosto, somente empresas ou associações com vínculos trabalhistas ou classistas com os associados poderão oferecer esse tipo de plano.

As medidas, publicadas no “Diário Oficial” da União ontem, atingem principalmente o que a agência considerava como “falsos planos coletivos”. Eram associações de moradores, sócios de um clube ou fiéis de uma igreja que negociavam diretamente com uma operadora a oferta de um plano para um grupo de pessoas.

O principal atrativo eram os preços mais baixos em relação aos individuais. E as regras para reajuste ou cumprimento de carências eram menos rígidas.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Saúde Tags: , , ,
16/04/2009 - 07:00

A portabilidade nos planos de saúde

Coluna Econômica – 16/04/2009

A portabilidade dos planos de saúde é um bom avanço na regulamentação do setor, no estímulo à competição e no direito de opção do consumidor Até agora, o principal empecilho a essa mudança de planos eram os prazos de carência. O usuário cumpria os prazos em determinado plano. Se quisesse outro, teria que cumprir novamente as carências. Para não ficar desassistido, teria que permanecer com o plano velho até completadas as carências no novo.

O ponto central da portabilidade consiste em permitir a mudança de plano sem cumprir os prao de carência, obedecendo a algumas condições:

1. O beneficiário precisa ter pelo menos dois anos no plano anterior e estar adimplente com ele. No caso de lesões graves ou pré-existentes, pelo menos 3 planos no plano anterior.

2. A portabilidade só poderá ser solicitada na data de aniversário do contrato e apenas a cada dois anos.

3. O novo plano escolhido deverá ser compatível com o original, em m geográficos, de cobertura e preço. Em seu sita, a Agência Nacional de Saúde (www.ans.gov.br) fará uma análise de compatibilidade entre os diversos planos existentes. A ideia é que esta lista seja publicada simultaneamente com o início da operação. Mas até agora não divulgada. Não é tarefa fácil: são 6,8 mil planos de 1,2 operadoras.

4. A portabilidade só beneficiará os usuários de planos adquiridos após a vigência da Lei 9.656. São 6,4 milhões de pessoas, contra 2 milhões com contratos anteriores.

5. Por enquanto, a portabilidade só será possível para planos individuais. Mas pensa=se em breve em estendê-lo para coletivos. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia Tags: , ,
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