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24/11/2009 - 17:35

Histórias da ditadura – VI

Por Humberto

Nassif,

impulsionado pela recente revelacao macabra de um ex-agente da repressao sobre o desaparecimento de corpos durante a Ditadura, adianto um capitulo (precoce), da minha vida na Amazonia, nos aos 70.

Revelacao nao menos macabra:

A repercussao da revolta indigena Gaviao nao foi somente nos gabinetes dos milicos, ela também se expandiu em outras aldeias vizinhas, ricos em castanha e ouro, que eram exploradas pelo Coronel Amaury.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Brasileira, História Tags: , , ,
13/11/2009 - 09:39

Painel internacional

A luta contra a valorização das moedas de emergentes

Reportagem da Bloomberg aborda como Brasil, Chile, Rússia e Coréia do Sul estão lutando uma batalha perdida para conter a valorização de suas moedas. O dólar em queda e a recuperação econômica estão criando mais demanda por esses ativos do que os bancos centrais podem controlar. Na Coréia do Sul, o país vai deixar que o mercado regule a cotação da moeda, e no Chile, os parlamentares aprovaram um aumento na emissão de dívida local para financiar as despesas. O peso chileno se valorizou 26% este ano contra o dólar, o segundo maior ganho entre as moedas latino-americanas após a ascensão de 33% do real. No Brasil, Rodrigo Azevedo, diretor de política monetária do banco central do Brasil de 2004 a 2007, diz queo Brasil pode fazer muito pouco (para conter a apreciação)”. O real do Brasil se valorizou 1,6% neste mês, mesmo após a criação de um imposto em outubro sobre investimentos estrangeiros e aumentar as reservas cambiais em US$ 9,5 bilhões, no esforço para conter o fortalecimento da moeda.

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E mais:

O desemprego nos EUA e na Alemanha – Paul Krugman

Eurozona emerge da recessão

China acena com valorização do yuan

Brasil celebra queda recorde do desmatamento


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
02/10/2009 - 09:50

As ações para preparar o futuro

Do Último Segundo

Coluna Econômica – 02/10/2009

Substituto interino de Roberto Mangabeira Unger na Secretaria Especial de Longo Prazo, Daniel Vargas herdou do titular o pensamento esquemático. E também alguns dos eixos centrais do pensamento de Mangabeira para o longo prazo brasileiro.

Um dos eixos é a Amazônia, que vive a transição do modelo antigo (atividades econômicas extensivas, baixa tecnologia, baixo valor agregado e degração ambiental) para um modelo novo, com tecnologia intensiva que faça com que a floresta em pé tenha maior valor do que a mata derrubada.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica Tags: , ,
14/07/2009 - 13:46

Faltam pesquisadores na Amazonia

Do Portal Luís Nassif

Grupo de Meio Ambiente

Faltam pesquisadores brasileiros na Amazônia

DAYANA AQUINO

Da Redação – ADV

A Amazônia não é alvo apenas da degradação ambiental, mas também sofre com a escassez de pesquisadores brasileiros. A mais rica biodiversidade do planeta, que no Brasil abarca nove estados, possui um baixo contingente de pesquisadores e pouca formação de recursos humanos. De acordo com a Coordenação de Pessoal de Nível Superior (Capes), dos 49.280 mil matriculados em cursos de doutorado no país no começo de 2008, somente 782 estavam na região Norte. Nesse mesmo ano, o número de doutores titulados foi de apenas 113 na região, de um total de 10.771 mil em todo país. O baixo número, impacta diretamente no andamento das pesquisas sobre a biodiversidade.

Continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Meio Ambiente Tags: ,
31/05/2009 - 14:39

Lula e a questão ambiental

Por Gustavo Duarte – RJ

Nassif

O pior desempenho do governo Lula não está no câmbio como você pensa. Está na questão ambiental. Este desenvolvimentismo anos 70 está DETONANDO nosso meio ambiente. Lembrando que uma política cambial pode ser mudada num próximo governo, do PT ou não, e recuperamos uma boa trajetória.

Esta devastação ambiental justificada pelo desenvolvimento, mudanças na legislação etc, pode se tornar irreversível. Usinas hidrelétricas em Rios Amazônicos, destes que são os mais diversos na ictiofauna, são um crime, gravíssimo!

Sou biólogo, e nossa classe está tecnicamente preocupada com o que vem acontecendo. Somos formados para fazermos uma mediação entre os interesses da sociedade e as questões ambientais, e o que temos visto nestes ultimos dois anos, foi uma grande piora na postura do Governo no que tange as politicas ambientais. Gravíssimo, irreversível em muitos casos.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Meio Ambiente Tags: , ,
04/01/2009 - 20:00

Trivial do romance da floresta

Murilo Carvalho é amigo de adolescência, em Poços de Caldas. Substituiu o José Roberto da Silva (escritor cujo livro mencionei aqui) na Secretaria de Comunicação do Grupo Gente Nova (GGN). Depois, coube a mim substituí-lo. na Secretaria. Anos depois, ao Zé Grandão substituí-lo como melhor contador de “causos” de Poços e região – Murilo já estava em São Paulo, participando da invasão do 11 de Agosto.

Esse jeito de contar histórias revelou cedo um contista. Com 15 ou 16 anos já tinha sua pastinha com contos escritos em cima de seus “causos”.

Murilo seguiu inicialmente a carreira de publicitário. Em 1974 venceu o famosíssimo Concurso de Contos de Curitiba – o mais importante do gênero, da época. Depois, largou a publicidade, foi para o jornal O Movimento e, durante bom tempo, foi o titular de “Cenas Brasileiras”, uma página com histórias do interior do país.

Depois, passou a se dedicar a documentários sobre a agricultura e o interior e se distanciou da literatura.

Voltou agora em grande estilo, vencendo o Prêmio Leya de Literatura, na Alemanha, criado para premiar autores que estimulem a difusão da língua portuguesa no mundo. O romance vitorioso é “O Rastro do Jaguar”.

Aqui, a nota do dia da premiação:

Lisboa, 14 Out (Lusa) – O vencedor da 1ª edição do Prémio Leya é o brasileiro Murilo António Carvalho, autor do romance “O Rasto do Jaguar”, anunciou hoje o presidente do júri, Manuel Alegre.

No valor de 100 mil euros, o prémio destina-se a distinguir um romance inédito escrito em língua portuguesa.

O prémio foi atribuído por um júri multinacional composto, em representação de Portugal, pelos escritores Manuel Alegre e Nuno Júdice e pelo professor universitário da Faculdade de Letras de Coimbra José Carlos Seabra Pereira.

Integraram igualmente o júri o escritor Pepetela, em representação de Angola, Lourenço do Rosário, reitor do ISPU de Maputo, de Moçambique, e do Brasil, o escritor e jornalista Carlos Heitor Cony e Rita Chaves, crítica literária e professora da Universidade de São Paulo.

Depois de seleccionadas 10 obras de um total de 422 candidaturas recebidas pela Leya, o júri reuniu-se segunda-feira e hoje para tomar a decisão final.

Às vezes, quando nos reunimos em Poços, os da jovem guarda acham que há exagero nas nossas histórias, em como Poços dos anos 60 estava imerso em um clima cultural inédito para uma cidade do interior.

Não chegamos a ser uma Cataguazes. Mas fornecemos bons quadros para as letras e o jornalismo brasileiro.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura Tags: , ,
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