07/10/2009 - 15:29
Por zanuja
A revista Playboy da editora Abril foi condenada a pagar R$ 46 mil a dentista potiguar Valéria Cristina Alves Bezerra por danos morais.
A ação foi movida por causa da matéria “Ranking Playboy Qualidade de Vida – As 10 melhores cidades brasileiras para a população masculina heterossexual viver, beber e transar”.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, condenação, Playboy
08/08/2009 - 10:08
Há cerca de dois anos, no auge do jornalismo de esgoto da Veja, quando a novidade representada por aquele violência impune parecia não ter fim, afirmei que o estilo não tinha vida longa, que nem a Veja suportaria mantê-lo por muito tempo. Era apenas um modismo e de vida curta.
Conversei com minha mulher, que estava desanimada com a falta de limites desse pessoal, com as baixarias reiteradas, com os ataques à nossa família, com a quase impossibilidade de questioná-los na Justiça.
Disse-lhe que esse ritmo alucinante de escatologia gerava um movimento pendular insustentável, uma demanda por lixo impossível de ser atendida. A cada semana o leitor iria demandar algo mais podre ainda que na semana anterior. Era um vício, como o de drogas, mas que a partir de um certo momento deixaria esgotado mesmo o leitor moralmente mais deformado. Eu apenas aguardaria a volta do pêndulo para começar a reagir.
A série sobre a Veja começou no in[icio do ano passado.
O amadorismo inescrupuloso dos beneficiários daquele jogo impedia-os de enxergar. Até pessoas aparentemente experientes – como José Serra – entraram no canto de sereia e passaram a se valer dos serviços desse pessoal. Acharam que uma deformação como aquela era um novo modo, irreversível, de fazer jornalismo.
Escrevi no Blog sobre a vida curta desse modelo e fui alvo de ataques baixos de podcasts e blogs da revista.
A análise estava correta. Ao que tudo indica, caiu a ficha da Abril.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Abril, esgoto, Veja
21/07/2009 - 19:19
Há algo de novo acontecendo na Justiça deste país. Dois exemplos.
Exemplo 1
Na edição de 10 de dezembro de 2008, a revista Veja publicou esse trecho de matéria (clique aqui):
A onipresença do banqueiro nos escândalos políticos e financeiros do país e o tratamento apaixonado que parte da polícia, da Justiça e da imprensa decidiu dedicar-lhe estabeleceram uma clivagem entre os que seriam “contra” Dantas e os que seriam “a favor” dele. De acordo com esse juízo, os primeiros seriam os “puros” e os segundos, os “corrompidos”. Trata-se de um raciocínio duplamente equivocado: estar “contra o banqueiro” não confere atestado de honestidade a ninguém, como prova a biografia de alguns de seus adversários – entre eles, os profissionais da chantagem arregimentados na internet por Luiz Roberto Demarco, ex-sócio e inimigo figadal de Dantas. Da mesma forma, criticar a contaminação ideológica dos que deveriam promover a Justiça não equivale a defender os que a afrontam. Ambos os equívocos servem aos mesmos propósitos: premiar a má-fé e propagar a impunidade.
Essa artimanha de que “não há mocinho nessa história”, que “todos são iguais”, visava dar o álibi para que um vasto esquema de imprensa desse guarida às jogadas de Daniel Dantas. E, ao mesmo tempo, constranger os críticos de Dantas.
O empresário Luiz Roberto Demarco entrou com um pedido de explicações – iniciativa que antecede a abertura de processo. É instrutivo ler as perguntas e as respostas, dadas pelos advogados em nome do próprio controlador da Abril, Roberto Civita:
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, Ali Mazloum, Demarco, Luiz Roberto Demarco, Roberto Civita, Veja
21/06/2009 - 10:30
Clique aqui para artigo de Gilmar Mendes sobre a modernização do Judiciário. Pela primeira vez. Mendes foge do seu padrão “o Judiciário sou eu” e mostra os avanços ocorridos com os mutirões da Justiça.
E, abaixo, minhas desventuras com o Direito de Resposta solicitado à revista Veja.
Como sempre acontece nos casos envolvendo a Editora Abril e a Globo, o processo cai na Vara de Pinheiro. É uma vara que conhece profundamente o tema, já que trata de questões envolvendo duas das maiores editoras nacionais.
É um tema com implicações profundas nos balanços das editoras. No balanço do ano passado, auditoria, composta por advogados especializados, constatou que a Abril deveria reservar mais de R$ 50 milhões para prevenir perdas em ações em andamento. Os advogados da Abril disseram que, pelo andamento dos processos, R$ 5 milhões seriam suficientes. Os auditores analisam as ações pelos padrões do Judiciário; os advogados da Abril pelos padrões das suas próprias causas – que são julgadas na Vara de Pinheiros. Só por aí dá para se ter uma pálida ideia da diferença de entendimento para ações similares na Justiça em geral; e as ações contra a Editora Abril.
Paulo Henrique Amorim entrou com uma ação de perdas e danos contra artigos escritos por Diogo Mainardi na Veja. A ação foi julgada em Primeira Instância pela Dra Aparecida Angélica Correia Nagão, da Vara de Pinheiros, que concluiu que aquele estilo (de ofender e injuriar) fazia parte do show, Mainardi era assim mesmo. Em Segunda Instância, o tribunal deu ganho de causa a Paulo Henrique e considerou as acusações tão graves que impôs multa substancial à Abril. Uma mudança radical de entendimento. No período em que vigorou a sentença da Juíza, Paulo Henrique foi alvo de uma bateria adicional de ataques, com o mesmo teor de baixaria, pelo fato de ter sido derrotado em Primeira Instância.
No ano passado sofri ataque da mesma pessoa, que tem sido reiteradamente condenada em instâncias superiores por crimes contra a honra. Meu advogado Marcel Leonardi entrou com um pedido de direito de resposta – que nada tem a ver com ação criminal. Dra Angélica negou o pedido sem analisar o mérito. Disse que faltava especificar o crime. O Marcel – que é um brilhante e estudioso jovem advogado – apelou, mostrou que em casos de direito de resposta não cabe especificação de crime pela singela razão de que não se está solicitando (ainda) punição, mas… direito de resposta. Em vão. A juíza negou e o processo 011.08.001815-8 subiu para a Segunda Instância.
No Tribunal, os desembargadores concluíram o consagrado em toda jurisprudência do setor, de que o argumento de Marcel era correto. Agora o caso volta para a Dra. Angélica julgar o mérito.Mas bastou um entendimento da Juiza sobre um detalhe processual – mesmo indo contra a jurisprudência – para a eficácia do Direito de Resposta (a rapidez na resposta) ir por água abaixo.
Já se passaram muitos e muitos meses, acho que mais de um ano. E não sei quantos meses mais levará para ela julgar o mérito. E não sei se, antes de julgar o mérito, haverá espaço para novas exigências processuais. E não sei se acusar alguém de “achacador”e outras baixarias será interpretado como parte do estilo jocoso do parajornalista. E também não sei se com o fim da Lei de Imprensa, Dra. Aparecida Angélica não irá declarar que a ação está extinta, porque extinta a lei que a fundamentou. E, mesmo analisando o mérito e me dando ganho de causa, o tempo decorrido será tão extenso que a sentença perderá grande parte da eficácia. Ou seja, com uma mera interpretação – e incorreta (posto que reformada pela Segunda Instância) da parte da Juíza – a Abril reduziu substancialmente o custo de imagem com mais um assassinato de reputação. Reduzindo seu custo, levará mais tempo para mudar seu estilo. E se a intenção das punições é prevenir novos ataques contra a honra de terceiros, mais uma vez essa intenção foi minimizada.
O Direito de Resposta é, processualmente, um dos procedimentos mais rápidos do Judiciário.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria
Tags: Abril, direito de resposta, Vara de Pinheiros
05/06/2009 - 07:18
Do Site Observatório da Educação – 04.06
Ministério Público entra com ação civil contra FDE da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo por caso Nova Escola.
O Ministério Público de São Paulo propôs, em 26 de maio, ação civil de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o Presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação, a Diretora e o Supervisor de Projetos Especiais, ambos da FDE, bem como contra a Fundação Vitor Civita.
A Ação, que tem como fundamento possíveis irregularidades no contrato firmado sem licitação entre a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) e a Fundação Victor Civita, requer a responsabilização dos agentes públicos por condutas que podem ser caracterizadas como improbidade administrativa.
Trata-se do desdobramento do Inquérito Civil Nº. 249/2009, que apura possíveis irregularidades na aquisição de 220 mil assinaturas da revista Nova Escola pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Em 1/10/2008, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) do governo estadual firmou contrato com a Editora Abril no valor de R$ 3,74 milhões, para a compra. Não houve licitação.
A inexigibilidade da licitação foi justificada por “inviabilidade de competição”. Alega-se que o material adquirido possui especificidades e, por isso, não seria possível realizar a concorrência. Pela existência de outras publicações na área, e pela SEE não ter feito consulta ao professorado da rede.
Número estratosférico
O Promotor Antonio Celso Campos de Oliveira Faria, designado para o caso, solicitou à FDE esclarecimentos dos motivos da contratação. Na ação civil, ele destaca o apontamento, pelo professorado, da existência de outras revistas que poderiam cumprir com a função pedagógica proposta pela Nova Escola. Diz ainda que “causa estranheza o próprio volume de assinaturas contratado, já que as revistas poderiam perfeitamente ser encaminhadas à biblioteca das escolas públicas ou sala de professores”.
Ele acrescenta que “em período anterior a este contrato, eram feitas 18.000 assinaturas e não o número estratosférico de 220.000″. O promotor afirma ser possível concluir que “houve a imposição de um único título aos professores da Rede Estadual de Ensino, beneficiando de forma inequívoca uma determinada instituição privada”, e afirma ainda que “os fatos são contundentes no sentido de que o Estado, através da FDE, gastou mal seus recursos, a partir de critérios pouco claros, realizando uma compra questionável do ponto de vista da pertinência e da necessidade, sem falar no aspecto jurídico principal que é o descumprimento da norma constitucional que exige a licitação para a compra de bens e serviços”.
Para suspender os efeitos do contrato, a ação propõe medida liminar, pela “necessidade de intervenção imediata para cessar imediatamente as práticas delituosas”. Caso as irregularidades sejam comprovadas e os atos praticados pelos agentes públicos julgados como improbidade administrativa, os réus da ação poderão ser condenados a (i) ressarcimento integral dos danos causados aos cofres públicos em função do contrato irregular; (ii) perda da função pública; (iii) suspensão dos direitos políticos, de três a cinco anos; (iv) pagamento de multa e (v) proibição de contratar com o poder público, por cinco anos.
Recentemente, o Observatório da Educação apurou, em reportagem sobre o caso, que a contratação de revistas e outros materiais sem licitação é prática recorrente do governo de São Paulo (leia aqui).
Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Licitação
Tags: Abril, FDE, Secretaria da Educação
05/06/2009 - 07:00
Coluna Econômica – 05/06/2009
A Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) do mês de abril, mostrou avanço em 7 das 14 regiões pesquisadas, mas em relação a março.
A média nacional foi de 1,1%. Acima da média ficaram Espírito Santo (7,1%), Goiás e Rio Grande do Sul (ambos com 2,3%) e Ceará (1,7%). Abaixo da média, São Paulo (1,0%), Minas Gerais (0,6%) e Santa Catarina (0,5%). As maiores quedas, Bahia (-11,0%), região Nordeste (-5,1%) e Amazonas (-5,0%).
***
Quando se compara com abril de 2008, o desastre é amplo – mesmo levando em conta que abril de 2009 tem um dia útil a menos. A média nacional foi de um recuo de 14,8%. A produção industrial despencou no Espírito Santo (-26,7%), Minas Gerais (-21,6%), Amazonas (-21,1%) e Bahia (-20,4%). Abaixo da média, ficaram ainda Paraná (-2,8%), Ceará (-2,9%), Rio de Janeiro (-3,9%) e Goiás (-4,2%). Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica
Tags: Abril, IBGE, produção industrial
11/05/2009 - 17:30
Por Zeca Chaves
Caro Luis Nassif,
Causou-nos muita surpresa a leitura do post “O padrão Abril de jornalismo”, no seguinte link: clique aqui.
Conversando com o editor colaborador responsável pelo nosso especial de seguros, Cláudio Gradilone, soube que a repórter Ana Borges não recebeu do sr. Rubens Sanches, presidente do Instituto Brasileiro Contra Fraudes de Seguradoras, nenhum contato no seu celular ou e-mail.
Ela diz que pode ter recebido tais ligações no seu telefone fixo, que apresentou problemas na época, em função do recente e conhecido apagão na Telefônica, mas, nesse caso, o sr. Sanches poderia ter retomado o contato via celular ou e-mail.
A pauta que ela estava fazendo era sobre os novos mecanismos das seguradoras para combater as fraudes. Como não havia novidade, a pauta caiu. O que o sr. Sanches viu publicado foram as outras reportagens que estavam sendo apuradas.
A repórter está disposta a conversar com o Sr. Sanches a qualquer momento para esclarecer qualquer dúvida que houver.
Também é incorreta a afirmação de que ele entrou em contato com a revista. Até agora, nenhum jornalista ou free-lancer a serviço da Quatro Rodas foi contatado pelo sr. Sanches. Gostaria que essa informação fosse retificada no post.
Atenciosamente
Zeca Chaves
Redator-chefe
QUATRO RODAS
Por RUBENS SANCHES PROENCA
NASSIF, EM RESPEITO A SEUS LEITORES, CONVÉM DEIXAR TUDO ESCLARECIDO, SUGIRO ASSIM UM NOVO POST.
A JORNALISTA ANA BORGES, SE APRESENTOU EM NOME DA REVISTA QUATRO RODAS ME SOLICITANDO INFORMAÇÕES DE PRESSÕES A CONSUMIDORES ATRAVES DE PERGUNTAS PERTURBADORAS DURANTE A REGULAÇÃO DE SINISTROS. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, Quatro Rodas, seguro
01/05/2009 - 10:00
Por Rubens Sanches
Prezado Nassif,
Venho acompanhando vários sites na Internet, e o seu especialmente. O motivo que me leva a escrever vem a ser o seguinte. A ONG que presido, Instituto Brasileiro Contra Fraudes de Seguradoras, recebeu por escrito um email de uma jornalista da editora Abril, que foi cadastrado em nosso site pela mesma, inclusive com a identificação do IP da maquina.
No email, com o telefone da casa da repórter, sou informado que a Revista 4 Rodas estaria fazendo uma matéria sobre os procedimentos das seguradoras, com perguntas perturbadoras que acabam por lesar os clientes.
Vários consumidores lesados foram entrevistados.
Ocorre, que a jornalista pediu vários documentos que comprovavam as fraudes contra consumidores. Mas espantosamente, a matéria que acaba de ser publicada, curiosamente alem de fazer uma espécie de defesa dessas empresas, nada fala a respeito dos documentos coletados e tampouco das irregularidades, que são apontada apenas por esta ONG, mas pelo Ministério Publico e principalmente pela CPI que foi aberta na Assembléia de SP para investigar as seguradoras. Cujo resultado foi a denuncia de 7 dessas empresas, inclusive com encaminhamento ao Gaeco e outras autoridades.
Resumindo. Alem da Veja, não podemos mais confiar na 4 Rodas. A jornalista, antes imbuída na matéria que defenderia os consumidores, agora não responde aos nossos emails e telefonemas. Nem a revista nos atende. Infelizmente, sem respostas da reporter, que agora se cala aos nossos pedidos de explicação, a Abril enterra o pouco, ou melhor, o bem pouco do restante terminal de sua credibilidade.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, Quatro Rodas, seguro
23/04/2009 - 09:13
Por NaMaria
Nassif;
A saga das benesses para 2010 continua. Dá uma olhada nisto:
- Contrato: 15/0149/09/04
- Empresa: Editora Abril S/A.
- Objeto: Aquisição de 25.702 assinaturas da Revista Recreio que
serão destinadas às escolas da Rede de Ensino da COGSP e da
CEI. – Prazo: 608 dias
- Valor: R$ 12.963.060,72
- Data de Assinatura: 09/04/2009.
- Extratos de convênios – Convênio: 54/0443/09/06

Clique aqui
O esquema é o mesmo: sem licitação. Fonte: Diário Oficial de SP, dia 14 de março de 2009 – sábado.
FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO
Despacho da Diretora de Projetos Especiais, de 13-3-2009
Declarando inexigível com fundamento no Art. 25, inciso I, da Lei 8666/93 e suas atualizações, a licitação, para o processo 15/0149/09/04, cujo objeto é a aquisição de 25.702 assinaturas da Revista RECREIO” destinada às escolas da Rede de Ensino, a serem fornecidas pela empresa Editora Abril S/A. Ato Ratificado pelo Presidente da FDE nos termos do Art. 26 da referida Lei.
- Fonte: clique aqui.
Comentário
E ainda se recorre a essa hipocrisia de “denunciar” passagens aéreas de parlamentares… Perderam a noção. Como estou com o dia enrolado, se alguém puder, peço que levante o link de todas as notas que já saíram sobre negócios entre o governo do Estado, a Abril e outros grupos de mídia.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Política
Tags: Abril, assinaturas
04/03/2009 - 08:50
Vamos entender melhor esse jogo político e o papel da mídia nesse processo.
Ontem a Globonews e a UOL transmitiram na íntegra e ao vivo, o discurso do senador Jarbas Vasconcellos. Aqui, publiquei um artigo em que um desafeto do senador o acusa das mesmas práticas que ele imputa aos adversários. Bastaria a mudança de ênfase – os jornalões darem mais ênfase ao acusador do que a Jarbas – para o pêndulo político se mover para o outro lado.
Os atacados por Jarbas são figuras notórias.,
Neste momento, graças à sua rede de relações políticas e jurídicas, o senador José Sarney está conseguindo afastar do cargo um adversário, o governador Jackson Lago, do Maranhão, que o venceu democraticamente nas urnas.
Quando começou essa onda contra Lago, escrevi alguns comentários no blog, ele me procurou, contou o que estava acontecendo, as ligações da desembargadora que o condenava com o esquema Sarney. Publiquei aqui. Nenhum jornalão deu nada, porque não interessava naquele momento. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, Jarbas Vasconcellos, Mídia, Sarney
01/03/2009 - 10:25
Por Jorge Dalvos
O que vocês falam é importante, mas deve-se pautar pela imparcialidade. Ao mesmo tempo que o governo de SP faz isso, o do RJ também faz: cada professor do Rio, a partir de janeiro/2009, recebe um exemplo da Nova Escola. A única diferença é que o exemplar chega na escola, mas é nominal a cada professor. Sérgio Cabral é aliado de Lula. Se o Serra é criticado por isso, por que o Cabral não é?
Também sou professor, e reconheço que vocês tocam problemas sérios. Mas não devem se pautar pela ideologia; cumpre ter o senso das proporções para verificar que muitos dos defeitos por vocês criticados existem também, nos governistas.
Comentário
A propósito, um leitor colocou comentário dizendo que o governo de Pernambuco está doando notebooks de R$ 2.500,00 a todos os professores. Alguém teria dados para confirmar ou desmentir a informação?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, Nova Escola, Sérgio Cabral
28/02/2009 - 08:59
Por Carlos Henrique
Estes dias acordei e vi na minha porta um exemplar da Revista Nova Escola da Editora Abril. Achei estranho. Não sou assinante dessa revista e de nenhuma desta editora, que não gosto, muito em função da Revista Veja.
Peguei a revista e liguei para lá para saber porque haviam me mandado e fiquei sabendo que agora eu era assinante. A Secretaria da Educação, disseram eles, havia assinado para todos os professores. Como assim? Onde posso conferir isso. Disseram para eu procurar no Diário Oficial. Fui para a internet e fiz isso, entrei no site da Imprensa Oficial, procurei e achei o que está ai abaixo:
Contrato: 15/1165/08/04 – Empresa: Fundação Victor Civita
- Objeto: Aquisição pela FDE, de 220.000 (duzentos e vinte mil)
assinaturas da Revista NOVA ESCOLA, com 10 (dez) edições
anuais, para Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino. -
Prazo: 300 dias – Valor: R$ 3.740.000,00 – Data de Assinatura:
01/10/2008.
Clique aqui.
A Secretaria pegou R$ 3,7 milhões e deu para a Editora Abril e mandou que ela me mandasse a revista, eu e mais 219.999 professores. À primeira vista parece um ato de bondade do Governador Serra para com a Educação. Mas será mesmo que ele está interessado nisso? Não confio muito não, acho mais é que ele fez um agrado à editora-chefe do (…). Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia
Tags: Abril, Fundação Vitor Civita, Secretaria da Educação
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