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	<title>Luis Nassif</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Especialista quebra sigilo da urna eletrônica</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por George

Olha só Nassif. Perito quebrou o sigilo da urna eletrônica. E o TSE havia divulgado que ninguém havia quebrado.

Perito quebra sigilo e descobre voto de eleitores em urna eletrônica do Brasil

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!

Especialista ganha prêmio do TSE por registrar interferência da urna sobre rádio, o que permitiria romper segredo por meio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-admin/edit-comments.php?deleted=0&amp;approved=20&amp;spam=0&amp;unapproved=0&amp;apage=2&amp;mode=detail&amp;comment_status=moderated"></a><strong><big></big><big></big><big>Por George<br />
</big></strong></p>
<blockquote><p>Olha só Nassif. Perito quebrou o sigilo da urna eletrônica. E o TSE havia divulgado que ninguém havia quebrado.</p>
<p><strong><big></big><big><a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2009/11/20/perito-quebra-sigilo-eleitoral-e-descobre-voto-de-eleitores-na-urna-eletronica/" target="_blank">Perito quebra sigilo e descobre voto de eleitores em urna eletrônica do Brasil</a></big></strong></p>
<p>Por Guilherme Felitti, do IDG Now!</p>
<p>Especialista ganha prêmio do TSE por registrar interferência da urna sobre rádio, o que permitiria romper segredo por meio de receptores baratos.</p>
<p>Durante os testes promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para testar a segurança da urna eletrônica a ser usada nas eleições de 2010, um perito teve sucesso em quebrar o sigilo eleitoral e descobrir, por meio de radiofrequência, o candidato escolhido pelo eleitor.</p>
<p><span id="more-39527"></span>O consultor Sérgio Freitas da Silva compôs o grupo de 32 especialistas convocados pelo TSE e compareceu à sede do órgão na terça-feira (10/11), primeiro dia dos testes, com a estratégia de detectar a interferência eletromagnética que a urna exerce sobre as ondas de rádio.</p>
<p>“Fiz meu experimento em 29 minutos e obtive sucesso no escopo que estava proposto: rastrear a interferência e gravar arquivos para comprovar a materialidade do fenômeno”, que sintonizam ondas longas e curtas e estações em AM e FM.</p>
<p>Segundo Sérgio, o equipamento usado é encontrado em rádios convencionais vendidos nas lojas, “destes que custam 10 reais”. A técnica acabou dando a Sérgio a primeira posição no concurso de melhorias para urna promovido pelo TSE, o que lhe rendeu prêmio de cinco mil reais.</p>
<p>“Enquanto eu digitava na urna, rastreava através do rádio pra ver se detectava alguma interferência. Consegui rastrear a interferência que isto provocava na onda, gravando um arquivo WAV com estes sons”, explica.</p>
<p>Sérgio explica que após gravar os ruídos que os botões da urna eletrônica exercem sobre a onda é possível decodificar os sons, o que levaria à descoberta dos candidatos escolhidos pelo eleitor, quebrando seu sigilo.</p>
<p>“É como se o teclado da urna eletrônica se transformasse em um teclado musical, conseguindo rastrear a tonalidade da interferência neste arquivo WAV que gravei”, compara.</p>
<p>A técnica descrita por Sérgio é chamada de Van Eck Phreaking, segundo o especialista em segurança Marco Canut, que confirma a possibilidade de quebra do sigilo eleitor caso o método seja aplicado à urna eletrônica brasileira.</p>
<p>Canut é diretor geral da Tempest, consultoria de segurança contratada tanto pela iniciativa privada como pelo Governo para realizar testes de segurança em sistemas computacionais, mesmo intuito do TSE ao convocar os 32 especialistas que atacariam a urna eletrônica.</p>
<p>“Todo computador é uma pequena estação de rádio, emitindo ondas eletromagnéticas”, explica Canut. Enquanto os humanos notam como um chiado, a interferência pode ser “entendida” por máquinas, demonstrando qual a tecla escolhida pelo eleitor.</p>
<p>No experimento realizado no TSE, o perito precisava estar a até 20 centímetros da urna para que sua interferência fosse sentida no receptor do rádio.</p>
<p>É o próprio Sérgio, porém, quem esclarece que o uso de antenas mais potentes podem fazer com que a captação seja feita a até dezenas de metros da urna, como demonstraram os pesquisadores Martin Vaugnoux e Sylvain Pasini.</p>
<p>No experimento, gravado em vídeo no Vimeo, o apertar de botões em teclados convencionais poderiam ser interceptados e decifrados a até 20 metros de distância de onde a suposta vítima usava seu computador.</p>
<p>Se aplicássemos o modelo para seções eleitorais brasileiras, a distância seria suficiente não apenas para eleitores ou acompanhantes longe das salas onde as urnas estão, mas também para imóveis vizinhos aos prédios onde acontecem as votações.</p>
<p>Sérgio explica que seriam necessárias antenas mais potentes que melhorem a recepção do sinal no sistema. A estratégia quebra o sigilo do eleitor, não podendo ser aplicada para alterar os resultados de votações.</p>
<p>Durante a Guerra Fria, o exército dos Estados Unidos descreveu os perigos da interceptação de ondas eletromagnéticas em documentos conhecidos como Tempest, nome que acabou se tornando o apelido da técnica, explica Canut.</p>
<p>Desde então, as instalações militares norte-americanas usam técnicas que as blindam do vazamento eletromagnético. O especialista não vê a blindagem da urna eletrônica como uma saída plausível já que a “tornaria mais cara, mais pesada e de manutenção mais díficil”.</p>
<p>Possíveis alterações que poderiam minimizar a emissão de onda pela urna, sugere Canut, incluiriam o uso de teclados sensíveis a toque, menos invasivos que os mecânicos usados atualmente pelo TSE.</p>
<p>Procurado pela reportagem, o TSE confirmou que, ao contrário do que havia confirmado anteriormente, quando disse que nenhuma estratégia de ataque havia tido sucesso, que o teste de Sérgio foi bem sucessido, mas fez ressalvas.</p>
<p>“Nas condições que ele conseguiu, a repetição durante uma eleição é impraticável. Seria necessário que a pessoa ficasse a centímetros da urna, o que não é permitido. A cabine é vigiada pelos mesários. Ninguém pode ficar próximo”, afirmou o o secretário de tecnologia do TSE, Giuseppe Gianino.</p>
<p>Questionado sobre a possibilidade de uso de equipamento mais potente, levantada pelo próprio Sérgio, Gianino afirmou que se trata “do campo teórico”. “Se tivesse realmente a possibilidade, ele (Sérgio) teria apresentado um aparelho que faria isto</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=b1c4927e-54f6-87ae-bde7-1f486597dd5b" alt="" /></div>
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		<title>Os pontos no tricô e no crochê</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sérgio TroncosoNassif, hoje tem briga até no reino das agulhas chics!Maison Chanel é processada por cópia de ponto de tricô por Michelle AchkarTricô é um dos hits da coleção primavera/verão da marcaA marca francesa Chanel está sendo acusada de copiar um ponto de tricô. A afirmação é de Carmen Colle, 61 anos, proprietária da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-admin/edit-comments.php?deleted=0&amp;approved=20&amp;spam=0&amp;unapproved=0&amp;apage=2&amp;mode=detail&amp;comment_status=moderated"></a><big><b><big></big><big>Por Sérgio Troncoso<br /></big></b></big><br />
<blockquote>Nassif, hoje tem briga até no reino das agulhas chics!</p>
<p>Maison Chanel é processada por cópia de ponto de tricô por Michelle Achkar</p>
<p>Tricô é um dos hits da coleção primavera/verão da marca</p>
<p>A marca francesa Chanel está sendo acusada de copiar um ponto de tricô. A afirmação é de Carmen Colle, 61 anos, proprietária da World Tricot, empresa que fornece itens para marcas como Jean Paul Gaultier, Balenciaga, Dior, entre outras. A empresária está pedindo US$ 3,7 milhões por falsificação e quebra de contrato.</p>
<p>Colle afirmou ao jornal The Guardian que “não se trata apenas da minha empresa, mas sim do reconhecimento dos pequenos negócios e de seus criadores. Grandes marcas nos tratam como coisas que podem usar e jogar fora. É uma vergonha. O maior valor de um país e de uma marca é o respeito que mostram pelos pequenos”, disse.</p>
<p>A grife francesa nega a acusação afirmando que ela não tem direitos autorais sobre itens baseados em criações anteriores da Chanel. “Fazer um crochê a partir de instruções vagas dadas pela equipe de criação da Chanel não significa que um padrão possa ser considerado autoral”, divulgou em comunicado.</p>
<p>Colle contatou a Chanel após ver um cardigã em Tóquio há quatro anos, antes de decidir entrar com processo. O caso está sendo observado pelo mercado internacional, pois pode criar novos padrões para casos posteriores.</p>
<p><b><big></big><big></big><big>Comentário<br /></big></b><br />Que tal aproveitarmos a nota para lembrar os famosos pontos de tricô e de crochê das bordadeiras em cada região do Brasil?</p></blockquote>
<p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=3823f452-3f7b-864f-a75c-1dc1f318aa7e" /></div>
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		<title>Despenca diferença Serra-Dilma</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Do G1Serra lidera pesquisa para 2010, mas adversários crescem, diz CNT/SensusSerra lidera pesquisa para 2010, mas adversários crescem, diz CNT/SensusPresidente da CNT diz que apoio de FHC a Serra prejudica o tucano.'Fica clara a queda de Serra e o crescimento de Dilma e de Aécio', disse.Diego Abreu Do G1, em BrasíliaO governador de São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><big></big><big></big><big>Do G1</big></p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL1388776-5601,00-SERRA+LIDERA+PESQUISA+PARA+MAS+ADVERSARIOS+CRESCEM+DIZ+CNTSENSUS.html">Serra lidera pesquisa para 2010, mas adversários crescem, diz CNT/Sensus</a><br />
<blockquote>Serra lidera pesquisa para 2010, mas adversários crescem, diz CNT/Sensus</p>
<p>Presidente da CNT diz que apoio de FHC a Serra prejudica o tucano.<br />&#8216;Fica clara a queda de Serra e o crescimento de Dilma e de Aécio&#8217;, disse.</p>
<p>Diego Abreu Do G1, em Brasília</p>
<p>O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), aparece em primeiro lugar na pesquisa estimulada de intenções de votos para a eleição presidencial de 2010, divulgada nesta segunda-feira (23) pelo CNT/Sensus. De acordo com o levantamento, no cenário mais provável Serra lidera com 31,8%, seguido pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com 21,7%, e pelo deputado Ciro Gomes (PSB), com 17,5%. Em quarto lugar, aparece a senadora Marina Silva (PV), com 5,9% das intenções.</p>
<p><!-- more -->Na última pesquisa, divulgada em setembro, não aparecia o cenário com a presença de Ciro Gomes. No entanto, na primeira lista desenhada nesta pesquisa, com Ciro no lugar em que na pesquisa anterior aparecia a vereadora Heloísa Helena (PSOL), Serra registrou queda de 7,7 pontos percentuais, caindo de 39,5% para 31,8%. Já Dilma, subiu de 19% para 21,7%. Marina Silva, por sua vez, cresceu de 4,8% para 5,9%. Os dados apontam a tendência clara de segundo turno.</p>
<p>Já em um cenário em que o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), aparece no lugar de José Serra como o candidato tucano, Ciro Gomes levaria vantagem no primeiro turno, com 25% das intenções de voto. Dilma aparece com 21,3%, Aécio com 14,7%, e Marina Silva com 7,3%.</p>
<p>No quadro em que Ciro Gomes não é candidato e Serra o candidato do PSDB, o tucano lidera a pesquisa com 40,5%, seguido por Dilma (23,5%) e Marina (8,1%). Já sendo Aécio o candidato tucano, a ministra Dilma leva vantagem, com 27,5%. Na sequência, aparecem Aécio (20,7%) e Marina (10,4%).</p>
<p> A pesquisa aponta que 51,7% dos entrevistados votariam ou poderiam votar em candidato apoiado por Lula, enquanto 16% disseram que não votariam. Por outro lado, apenas 17,2% votariam em um político apoiado por Fernando Henrique, sendo que 49,3% responderam que não votariam no candidato de FHC.</p>
<p> O presidente da CNT, Clésio Andrade, avalia que houve uma “queda acentuada de Serra”. “Ciro entrando prejudica o Serra. Está muito claro isso”, disse. Outra observação de Andrade foi a de que Aécio e Dilma devem crescer muito.</p>
<p> “Fica muito clara a queda de Serra e o crescimento de Dilma e de Aécio”, avisou Andrade. “Serra cai com o apoio do ex-presidente Fernando Henrique”, acrescentou. Ele, porém, afirmou que não compartilha com a percepção da sociedade em relação ao ex-presidente FHC, que, ao apoiar Serra, pode estar aumentando o índice de rejeição em relação ao governador. Clésio considera que o tucano fez um bom governo.</p>
<p> &#8220;A Dilma aparecer na mídia está fazendo ela crescer. Se o Aécio continuar no páreo, ele também vai crescer mais&#8221;, avaliou o presidente da CNT. </p>
<p>A pesquisa CNT/Sensus também traçou um cenário de votos espontâneos. Nesse quadro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não pode disputar a eleição de 2010, lidera a preferência dos eleitores com 18,1%. Na sequência, aperecem José Serra (8,7%), Dilma Rousseff (5,8%), Aécio Neves (4,2%), Ciro Gomes (2,6%), Heloísa Helena (1,4%) e Marina Silva (0,7%).</p>
<p>Chapas</p>
<p>A pesquisa trouxeu uma novidade sobre o primeiro turno da eleição, ao apresentar aos entrevistados chapas compostas por candidatos a presidente e a vice. A chapa José Serra com Aécio como vice teria 35,8% das intenções de voto, seguida pela chapa Dilma com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP) como vice, com 23,9%. Em terceiro, ficaria a dupla Ciro Gomes e Carlos Lupi (ministro do Trabalho), com 16,1%, e em quarto lugar, Marina Silva com Guilherme Peirão Leal como vice, com 5,2%.</p>
<p>No cenário em que Áécio seria o candidato a presidente e Serra o seu vice, a chapa tucana também lidera as preferências como 31%.Na sequencia aparecem Dilma/Temer (22,6%), Ciro/Lupi (18,1%) e Marina/Guilherme (5,3%).</p>
<p> Já em um cenário com a dupla Aécio (presidente) e Ciro (vice), a chapa deles venceria o primeiro turno com 32,4%, seguidos por Dilma/Temer (26,6%) e Marina/Guilherme (8,3%). Na semana passado, Ciro Gomes disse que abriria mão de sua candidatura ao Palácio do Planalto caso Aécio seja lançado como candidato pelo PSDB.</p>
<p>Segundo turno</p>
<p>No cenário de um segundo turno entre Serra e Dilma, o tucano levaria vantagem, com 46,8% contra 28,2% da petista. Em um quadro entre Aécio e Dilma, a ministra venceria o governador com 36,6% contra 27,9%. Já em um possível segundo turno entre Ciro Gomes e José Serra, o tucano aparece com 44,1% frente os 27,2% do adversário. Se fosse entre Ciro e Dilma, a petista ganharia por 35,1% a 31,5%. Por fim, no improvável cenário de Ciro contra Marina, o deputado venceria com 44,8% contra 14,7%.</p>
<p>Quanto aos índices de rejeição, Marina Silva lidera a pesquisa com 38,4%, seguida por Dilma (34,4%), Serra (27,7%), Ciro (25,3%) e Aécio (22,8%). Quando perguntados se poderiam votar, 45,9% disseram que votariam em Ciro, 40,4% em Serra, 29,7% em Dilma, 29,6% em Aécio e 17,8% em Marina.</p>
<p> A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro. Foram entrevistadas 2.000 pessoas em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro é de três pontos percentuais.</p>
<p><big></big><big>Comentário</big></p>
<p>Pé atrás com a Sensus, da mesma maneira que com o IBOPE.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=f647303b-ad52-89f8-b5c4-455381f18750" /></div>
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		<title>Internet via rede elétrica</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:32:37 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Energia]]></category>
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		<description><![CDATA[Do Canal Temático Energia
Regras do PLC podem não atrair distribuidor
Por Dayana Aquino

A Internet via rede elétrica poderá favorecer a inclusão digital, reduzir as contas de energia e ampliar competitividade das empresas que prestam serviços de Internet. Mas a regulamentação do Power Line Comunications (PLC), nome dado à transmissão de dados digitais pela malha de distribuição, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Canal Temático Energia</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/regras-do-plc-podem-nao-atrair">Regras do PLC podem não atrair distribuidor</a></h3>
<p>Por Dayana Aquino</p>
<p>A Internet via rede elétrica poderá favorecer a inclusão digital, reduzir as contas de energia e ampliar competitividade das empresas que prestam serviços de Internet. Mas a regulamentação do Power Line Comunications (PLC), nome dado à transmissão de dados digitais pela malha de distribuição, pode não estar formulada de modo a garantir que todos os resultados previstos sejam alcançados. Dentre as discussões, a principal questão levantada pelos agentes do setor é que justamente às regras de acesso a este mercado podem limitar o interesse das distribuidoras de energia em disponibilizar sua rede para oferecer o serviço.</p>
<p>A <a href="http://www.aneel.gov.br/cedoc/ren2009375.pdf" target="_blank">Resolução Normativa nº 375/2009</a> da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 25 de agosto deste ano, estabelece as diretrizes para o uso compartilhado da rede elétrica com a transmissão de dados. A regulamentação organiza a forma como as 64 distribuidoras de energia do país podem disponibilizar sua rede para o serviço de Internet. Contribuir para a modicidade tarifária e a democratização do acesso ao mundo digital são as bases motivadoras do novo modelo regulatório, explica o assessor da Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição da Aneel, Carlos Alberto Mattar.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/regras-do-plc-podem-nao-atrair" target="_blank"> Continua </a></p>
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		<item>
		<title>O economista de Alckmin e o pré-sal</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[industrialização]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel Pessôa]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos sofismas mais comuns aos cabeças de planilha é levantar UMA relação causal - em qualquer análise -, superestimá-la, como se fosse a única,e não relativizá-la (não mostrando seu peso específico) a fim de poder trabalhar na sua dramatização.

Na semana passada, o Márcio Garcia - PUC-RJ - escreveu um artigo sobre a desvalorização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos sofismas mais comuns aos cabeças de planilha é levantar UMA relação causal &#8211; em qualquer análise -, superestimá-la, como se fosse a única,e não relativizá-la (não mostrando seu peso específico) a fim de poder trabalhar na sua dramatização.</p>
<p>Na semana passada, o Márcio Garcia &#8211; PUC-RJ &#8211; escreveu um artigo sobre a desvalorização do câmbio. Em suma dizia que se desvalorizar o câmbio, se aquecer a economia, se não houver infraestrutura, bate-se no PIB potencial e explode a inflação. É assim, simples, lembrando uma diretora de escola que suspendeu um aluno que colocou uma galinha no porta-mala: se hoje coloca uma galinha, amanhã colocará uma criança. É como se a economia tomasse um rumo inevitável, sem gradações, sem contrapesos, na direção única do abismo.</p>
<p>Agora é o incrível Samuel Pessôa &#8211; o economista que deu o nó no cérebro do Geraldo Alckmin, tornando-se responsável por suas idéias econômicas nas últimas eleições -  que prevê um desastre para o país se se decidir tocar o Pré-Sal com maioria de fornecedores internos. Ou seja, uma política que gere industrialização, emprego, aumento da receita tributária, desenvolvimento tecnológico&#8230;. poderá acabar com o Brasil. Me lembra o jornalista americano do jornal Rio News que, no início do século, já falava sobre essa fantástica lógica ortodoxa-kantiana dos economistas brasileiros, já na época de Joaquim Murtinho: eles propõem o contrário de tudo o que fizemos nos EUA e dizem que, se fizerem assim, conseguirão o desenvolvimento.</p>
<p>É uma lógica surrealista a dele. Confira na matéria. Que, aliás, comprova que, nos últimos anos, o outroa respeitado IBRE-FGV se transformou em uma colcha de retalhos de refrões econômicos.</p>
<h2>Do Valor Econômico</h2>
<p><a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/brasil/89/5958934/ambicao-com-o-presal-pode--virar-desastre,-diz-pessoa">Ambição com o pré-sal pode virar desastre, diz Pessôa</a></p>
<blockquote><p><span id="more-39547"></span>Conjuntura: Financiamento do modelo deve apreciar mais o câmbio<br />
Ambição com o pré-sal pode virar desastre, diz Pessôa</p>
<p>Cristiano Romero, de Brasília<br />
23/11/2009</p>
<p>Samuel Pessôa, do Ibre/FGV: vigora no Brasil, desde a Constituição de 1988, um contrato social que prevê a oferta de um pacote de bem-estar à população</p>
<p>A ambição do governo Lula de tornar o Brasil autossuficiente na fabricação de equipamentos para a indústria petrolífera pode contribuir para a desindustrialização, uma ameaça que o país já vem sofrendo por causa da valorização do real frente ao dólar. Como o Brasil não dispõe de poupança doméstica para financiar esse plano, terá que importar capitais, contribuindo ainda mais para a apreciação do câmbio. Investimentos de setores industriais tradicionais serão deslocados para o setor petrolífero, mais rentável, tornando a economia brasileira dependente de importações.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Meu Deus! Ele considera que o estoque de investimento é fixo. Havendo mais oportunidades de investimentos, em vez de comprar mais máquinas e surgirem mais indústrias, as máquinas atuais serão deslocadas para petróleo, deixando outros setores desasssistidos. O economista que jamais criticou a entrada de capitais especulativos, agora teme a entrada de capitais de investimento.</span></p>
<p>Esta pode ser a receita para o desastre, na opinião do economista Samuel Pessôa, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas. O risco de &#8220;doença holandesa&#8221; é real e muito grave, adverte ele. &#8220;Já houve muito subsídio para internalizar a cadeia do petróleo no Brasil. A Petrobras é uma empresa líder de tecnologia que vai a qualquer outro lugar do mundo e compete com sucesso. Já houve tempo suficiente para essa indústria se estabelecer. O que aprendemos a fazer, nós sabemos; o que não foi feito aqui é porque não temos condições de fazer&#8221;, opina o economista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">É inacreditável! Tem-se um país com determinada estrutura industrial. Aï surge uma possibilidade &#8211; o Pré-Sal &#8211; capaz de ampliar substancialmente essa estrutura. Qual a lógica desse gênio das finanças? Quem aprendeu, aprendeu; quem não aprendeu, não aprende mais. Depois, se pergunta o por quê da perda de reputação do IBRE. Nem na PUC-RJ se ousaria argumento tão canhestro.</span></p>
<p>Pessôa sustenta que não faz sentido querer investir em áreas intensivas em fatores de produção que o Brasil não possui. Um desses fatores é educação de qualidade, como tem a Coreia, um fabricante competitivo de equipamentos para a indústria do petróleo. &#8220;A gente não faz a lição de casa, tem uma escola pública muito ruim e, por outro lado, quer investir em setores que não são os nossos naturais porque não temos fatores de produção compatíveis com essa especialização produtiva. Então, ao fazer isso, vai gerar uma pressão sobre os recursos da economia.&#8221;</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Setores naturais? Fatores naturais de produção? A Coreia nasceu assim, o Japão nasceu assim? O Brasil nasceu com indústria automobilística? Pessôa repete refrões sem nenhuma sofisticação, papagaiando livros-textos sem nenhuma capacidade de analisar a realidade.</span></p>
<p>O Brasil é um país que tem câmbio apreciado porque consome muito e economiza pouco. Para crescer, é obrigado a importar poupança, num processo que valoriza o real frente ao dólar. Além disso, opta pelo presente em detrimento do futuro. A persistir nessa direção, assistirá ao encolhimento do setor industrial e ao florescimento dos serviços. Daqui a alguns anos, se cumprir certas condições, vai se parecer mais com a Austrália do que com a China.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Nem ao menos mantém a coerência dos ortodoxos, que defendem a poupança externa como complemento à interna. É um samba do crioulo doido, que vai colhendo slogans daqui e dali, sem se preocupar com a coerência.</span></p>
<p>Estas são algumas das reflexões que Pessôa tem feito sobre o momento vivido pelo Brasil. Em entrevista ao Valor, ele fez um diagnóstico das escolhas feitas pelo país, avaliou seus efeitos e chamou atenção para os problemas que poderão surgir no horizonte, caso algumas opções recentes do governo não sejam revistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Reflexões? O Romero caprichou na definição desse amontoado de clichês mal resolvidos.</span></p>
<p>O economista do Ibre ensina que vigora no Brasil, desde a Constituição de 1988, um contrato social que prevê a oferta de um pacote de bem-estar à população. Esse pacote exigiu o aumento da carga tributária e se traduziu em investimentos em previdência, saúde e educação. O contrato começou a ser devidamente implementado no primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-1999) e prosseguiu na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>Pessôa vê apenas uma &#8220;inflexão&#8221; nesse modelo. Nos últimos dois anos, o governo Lula decidiu investir pesadamente no aumento dos salários do funcionalismo e no desenvolvimento de uma política industrial agressiva, que privilegia a criação de empresas campeãs nacionais. &#8220;Sou muito cético à ideia de que, depois do 1,5% do PIB de aumento dos gastos com o funcionalismo, vá acontecer alguma diferença para melhor no Estado brasileiro&#8221;, pondera.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Pronto! A sumidade se diz &#8220;cético&#8221;, assim, sem nenhum dado adicional. É &#8220;cético&#8221;, como se seu ceticismo tivesse algum peso. Faria melhor o Romero em ouvir o José Roberto Affonso sobre contas públicas.</span></p>
<p>No contrato social adotado pelo país, não há espaço, diz ele, para o aumento do nível de poupança doméstica, que no Brasil é quase quatro vezes menor do que na China. &#8220;Tudo em economia tem uma dimensão de preço e uma de quantidade. Na quantidade, o nosso contrato social se expressa na baixa taxa de poupança doméstica. No preço, ele se expressa no câmbio valorizado. Estes são dois irmãos siameses&#8221;, sustenta Pessôa. &#8220;A gente vota a favor de um câmbio valorizado.&#8221;</p>
<p>O economista faz questão de não julgar o mérito desse contrato, diz que não o considera ruim, mas não se furta a criticar o que chama de &#8220;excrescências&#8221;. Uma delas são as regras para pagamento de pensão por morte. O Brasil gasta anualmente 3% do PIB com esse tipo de despesa, o triplo do que é gasto, em média, pelas economias da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico).</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Pronto! É a pensão por morte a responsável pelo baixo nível de poupança no Brasil. É o exemplo acabado de como pegar uma peça do tabuleiro e torná-la um dado absoluto.</span></p>
<p>Muitos países estão modernizando suas legislações nessa área. Por exemplo: em alguns lugares, para casais que trabalham e não possuem filhos, não há direito à pensão por morte. No Brasil, ao contrário, as regras são as mais generosas do mundo. &#8220;Não faz sentido uma pessoa de 70 anos se casar com uma de 20 e, depois, quando a de 70 morrer, gerar um passivo para o Estado de 60 anos porque aquela pessoa de 20 receberá pensão e viverá até os 80&#8243;, observa Pessôa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Putzgrila! Não bastasse um Giambiagi e agora se tem um clone.</span></p>
<p>Outra &#8220;excrescência da institucionalidade brasileira&#8221; é a existência de universidade pública gratuita. O fato de ser pública, diz o economista, é uma ideia interessante, mas a gratuidade não faz sentido. Essas distorções pressionam os gastos do governo, diminuem a poupança e geram um câmbio valorizado, o que, em última instância, provoca problemas na indústria. &#8220;Também faz parte do contrato social não mexer nessas questões.&#8221;</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Olha como ele deriva de algo macro &#8211; os investimentos no pré-sal &#8211; para uma colcha de retalhos de gastos com baixíssima expressão no PIB. Pode-se criticar pensão e universidade gratuita por questão de princípio. Enxergar relevância macroeconômica, só em uma zebra planilhada.</span></p>
<p>Uma sociedade que consome muito tem um padrão de absorção, diz Pessôa, viesado para o setor de serviços, ou seja, para o consumo de bens não-comercializáveis. O viés obriga a economia a deslocar fatores de produção da indústria para os serviços. A China, ao contrário, poupa muito &#8211; quase 50% do PIB &#8211; e consome pouco, favorecendo o desenvolvimento da indústria. &#8220;Uma forma de resolver isso é mudar o contrato social, aumentando a poupança aqui, mas acho que isso está fora da agenda. Teria que mudar o equilíbrio político&#8221;, comenta Pessôa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">É inacreditável! Não entra o fator câmbio aí, não entra o comércio exterior como fator de dinamismo e, em relação ao mercado interno, nada sobre o aumento do consumo das famílias e empresas.<br />
</span></p>
<p>Talvez, isto explique o fato de a classe política resistir à aprovação de medidas, como a reforma da previdência, que aumentariam o nível de poupança do país. Pensando nisso, o pesquisador do Ibre sugere ações alternativas para minimizar o problema da indústria. Uma delas seria recriar a CPMF e utilizar integralmente sua arrecadação &#8211; em torno de 1,5% a 2% do PIB &#8211; para desonerar a contribuição previdenciária da indústria de transformação. Isso ajudaria a baratear os bens produzidos no país, estimulando o seu consumo.</p>
<p>&#8220;Essa é uma possibilidade interessante de contrabalançar essa tendência de câmbio muito valorizado e, portanto, essa dificuldade de sobrevivência da indústria neste momento&#8221;, defende Pessôa. &#8220;A CPMF é um imposto melhor do que a contribuição sobre folha.&#8221;</p>
<p>O economista do Ibre não acredita que, no ciclo recente de crescimento do Brasil, tenha ocorrido um processo de desindustrialização. A indústria, na verdade, aumentou sua participação no PIB. O problema é que esse crescimento se deu em grande medida por causa da demanda por bens industriais das economias sul-americanas, que, por sua vez, cresceram nos últimos anos, puxadas pela crescente demanda da China por produtos primários. A dúvida é o que acontecerá daqui em diante.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Daqui por diante poderemos morrer de enfarte e de indigestão de idéias.</span></p>
<p>Mesmo com a crise mundial, o parque industrial chinês segue crescendo a taxas elevadas. Neste ano, o país deve se transformar no maior produtor e consumidor de automóveis do planeta. O problema, assinala Pessôa, é o que vai acontecer com a indústria brasileira quando a China começar a vender carros no mercado latinoamericano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Finalmente enxergou um problema concreto.</span></p>
<p>&#8220;Aparentemente, já está começando a ocorrer uma substituição de manufaturas brasileiras por chinesas na região. Tenho até dúvida se, já no pós-crise, a recuperação da indústria brasileira não vai ser tão forte por causa da oferta chinesa&#8221;, adverte o pesquisador do Ibre. &#8220;Há um risco de a participação da indústria no PIB brasileiro cair muito rapidamente. Isto, sem o pré-sal.&#8221;</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Como o Valor permite uma coisa dessas? Lá em cima, ele dizendo que o pré-sal vai desviar a indústria de outros setores. Aqui, diz que, antes do pré-sal, a participação da indústria no PIB está caindo. Ali, diz que o problema da indústria é a falta de poupança. Ali, condena a poupança externa porque pode apreciar o câmbio.</span></p>
<p>O petróleo abundante da camada pré-sal pode, na avaliação de Samuel Pessôa, agravar o problema da indústria, a depender das decisões tomadas pelo governo. O economista tem um opinião favorável, e rara, sobre o Congresso. Na sua opinião, o parlamento brasileiro é &#8220;razoável&#8221;, tem, &#8220;na média&#8221;, um bom nível intelectual e é integrado, também &#8220;na média&#8221;, por políticos bem-intencionados. Pessôa acredita que, na discussão do marco regulatório do pré-sal, prevalecerá o bem-senso e o país seguirá o modelo norueguês.</p>
<p>O risco, diz ele, são ideias que o governo vem defendendo, como a de desenvolver no país toda a cadeia produtiva do petróleo, tornando o Brasil autossuficiente na fabricação dos insumos dessa indústria. O país não dispõe de poupança para atender à ambição do governo, portanto, terá que importar capitais, contribuindo para valorizar o câmbio. Investimentos que antes seriam destinados a outros setores industriais passariam a ser canalizados para o setor petrolífero. Com o passar do tempo, este cresceria e o industrial não-petrolífero encolheria.</p>
<p>Pessôa não vê problema no fato de o Brasil optar por ser um país de alto consumo e baixa poupança. Como tem um futuro promissor, exigirá investimentos elevados, o que, nas circunstâncias mencionadas, provocarão déficits em conta corrente também altos. É possível, no entanto, a exemplo da Austrália, conviver com isso, desde que se cumpram três condições. A primeira delas é manter as contas do setor público sempre em ordem. Os déficits externos, enfatiza Pessôa, devem ser fruto de decisões privadas.</p>
<p>A segunda condição é ter um passivo externo líquido financiável &#8211; a dívida externa denominada em reais ou, se for em dólar, com hedge (proteção). A terceira é manter o regime de câmbio flutuante. A Austrália sobrevive, há 25 anos, com déficit externo anual médio de 4,5% do PIB. &#8220;O Brasil está no caminho certo. Está construindo reputação e acho que tem total possibilidade de possuir condições de financiamento externo iguais à da Austrália em dez anos. Se não dermos mais nenhum calote, se mantivermos os contratos e termos essas três condições, podemos nos financiar perfeitamente&#8221;, conclui o pesquisador do Ibre.</p></blockquote>
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		<title>Irã, Serra e a dificuldade do discurso</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[judeu]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Folha, o governador José Serra deixa de lado qualquer veleidade de analisar a diplomacia brasileira de forma mais ampla e endereça um duro ataque ao fato do país receber um integrante do "eixo do mal" e um governante que ignora o holocausto.

Serra é suficientemente preparado e pragmático para entender que a tática de aproximação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Folha, o governador José Serra deixa de lado qualquer veleidade de analisar a diplomacia brasileira de forma mais ampla e endereça um duro ataque ao fato do país receber um integrante do &#8220;eixo do mal&#8221; e um governante que ignora o holocausto.</p>
<p>Serra é suficientemente preparado e pragmático para entender que a tática de aproximação com o Irã é uma maneira de tentar conter seu radicalismo, de manter as portas abertas com o Ocidente. Aliás, o próprio Barack Obama, em conversa com Lula, entendeu isso, segundo cobertura da própria mídia brasileira.</p>
<p>Qual a razão, então? Simples: ao lado de Delfim, Serra sempre foi o político mais apoiado pela colônia israelita, especialmente a que se reúne na poderosa sinagoga nas imediações da Consolação.</p>
<p>Há muito tema mais sofisticado para levantar, muita loa legítima que pode ser feita aos valores dos judeus. Um chamamento à paz no Oriente Médio, por exemplo. Um artigo objetivo sobre o direito de Israel à existência e uma defesa da coexistência com os palestinos. Mas o novo Serra continua em pânico quanto a qualquer dividida. Defender teses próximos aos judeus liberais poderia descontentar os conservadores. Defender teses dos conservadores, poderia descontentar os liberais.</p>
<p>Então, pau na visita do presidente do Irã, que contenta a todos, mesmo à custa do empobrecimento da análise política.</p>
<p><strong><big></big><big></big><big><span id="more-39545"></span>Do Valor Econômico</big></strong></p>
<p><big></big><big><a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/brasil/89/5958932/lula-quer-brasil-como-mediador-no-oriente">Lula quer Brasil como mediador no Oriente</a></big></p>
<blockquote><p>Lula quer Brasil como mediador no Oriente</p>
<p>Cristiane Agostine, de Brasília<br />
23/11/2009</p>
<p>Texto: A- A+<br />
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe hoje o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e deve defender o Brasil como intermediador do conflito no Oriente Médio. Ontem, ao comentar a visita do iraniano, Lula disse que terá uma conversa para tentar construir a paz na região. Para o presidente, os Estados Unidos não deveriam ter papel de destaque na mediação dos conflitos, e sim a Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>&#8220;Nós já sabemos quem quer a paz no Oriente Médio; o povo quer a paz, e alguns governantes querem a paz. O que nos precisamos detectar é quem não a quer&#8221;, afirmou. &#8220;Precisamos conversar com aqueles que querem construir a paz&#8221;. Para Lula, os Estados Unidos devem ter uma &#8220;ação mais positiva&#8221; sobre os conflitos na região. &#8220;Se conseguirmos fazer com que a paz no Oriente Médio não seja uma primazia dos Estados Unidos, ou de outro país, mas uma decisão das Nações Unidas, todos países trabalharão para construí-la.&#8221;</p>
<p>Neste mês, Lula recebeu o presidente de Israel, Shimon Peres, no dia 11, e o presidente da Autoridade Nacional Paulista, Mahmoud Abbas, no dia 19. &#8220;Isso mostra a diversidade das relações internacionais do Brasil&#8221;, comentou.</p>
<p>Lula propôs até mesmo um jogo de futebol entre Brasil e um time de israelenses e palestinos, entre 10 e 16 de março de 2010, quando visitará a região. &#8220;Posso jogar como centroavante em Israel ou meia armador&#8221;, brincou.</p></blockquote>
<h2>Da Folha</h2>
<blockquote>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2311200908.htm">Folha de S.Paulo &#8211; TENDÊNCIAS/DEBATES<br />
José Serra: Visita indesejável &#8211; 23/11/2009</a></h3>
<blockquote><p>JOSÉ SERRA</p>
<p>O mesmo país que tentou oferecer segurança e consolo a vítimas do Holocausto estende honras a quem banaliza o mal absoluto?</p>
<p>É DESCONFORTÁVEL recebermos no Brasil o chefe de um regime ditatorial e repressivo. Afinal, temos um passado recente de luta contra a ditadura e firmamos na Constituição de 1988 os ideais de democracia e direitos humanos. Uma coisa são relações diplomáticas com ditaduras, outra é hospedar em casa os seus chefes.</p>
<p>O presidente Ahmadinejad, do Irã, acaba de ser reconduzido ao poder por eleições notoriamente fraudulentas. A fraude foi tão ostensiva que dura até hoje no país a onda de revolta desencadeada. Passados vários meses, os participantes de protestos pacíficos são brutalizados por bandos fascistas que não hesitam em assassinar manifestantes indefesos, como a jovem estudante que se tornou símbolo mundial da resistência iraniana. Presos, torturados, sexualmente violentados nas prisões, os opositores são condenados, alguns à morte, em julgamentos monstros que lembram os processos estalinistas de Moscou.</p>
<p>Como reagiríamos se apenas um décimo disso estivesse ocorrendo no Paraguai ou, digamos, em Honduras, onde nos mostramos tão indignados ao condenar a destituição de um presidente? Enquanto em Tegucigalpa nos negamos a aceitar o mínimo contacto com o governo de fato, tem sentido receber de braços abertos o homem cujo ministro da Defesa é procurado pela Interpol devido ao atentado ao centro comunitário judaico em Buenos Aires, que causou em 1994 a morte de 85 pessoas?</p>
<p>A acusação nesse caso não provém dos americanos ou israelenses. Foi por iniciativa do governo argentino que o nome foi incluído na lista dos terroristas buscados pela Justiça. Se Brasília tem dúvidas, por que não pergunta à nossa amiga, a presidente Cristina Kirchner?</p>
<p>Democracia e direitos humanos são indivisíveis e devem ser defendidos em qualquer parte do mundo. É incoerente proceder como se esses valores perdessem importância na razão direta do afastamento geográfico. Tampouco é admissível honrar os que deram a vida para combater a ditadura no Brasil, na Argentina, no Chile e confratenizar-se com os que torturam e condenam à morte os opositores no Irã. Com que autoridade festejaremos em março de 2010 os 25 anos do fim da ditadura e do início da Nova República?</p>
<p>O extremismo e o gosto de provocação em Ahmadinejad o converteram no mais tristemente célebre negador do Holocausto, o diabólico extermínio de milhões de seres humanos, crianças, mulheres, velhos, apenas por serem judeus. Outros milhares foram massacrados por serem ciganos, homossexuais e pessoas com deficiência. O Brasil se orgulha de ter recebido muitos dos sobreviventes desse crime abominável, que não pode ser esquecido nem perdoado, quanto menos negado. O mesmo país que tentou oferecer um pouco de segurança e consolo a vítimas como Stefan Zweig e Anatol Rosenfeld agora estende honras a alguém que usa seu cargo para banalizar o mal absoluto?</p>
<p>As contradições não param por aí. O Brasil aceitou o Tratado de Não Proliferação Nuclear e, juntamente com a Argentina, firmou com a Agência Internacional de Energia Atômica um acordo de salvaguardas que abre nossas instalações nucleares ao escrutínio da ONU. Consolidou com isso suas credenciais de aspirante responsável ao Conselho de Segurança e expoente no mundo de uma cultura de paz ininterrupta há quase 140 anos com todos os vizinhos. Por que depreciar esse patrimônio para abraçar o chefe de um governo contra o qual o Conselho de Segurança cansou de aprovar resoluções não acatadas, exortando-o a deter suas atividades de proliferação?</p>
<p>Enfim, trata-se da indesejável visita de um símbolo da negação de tudo o que explica a projeção do Brasil no mundo. Essa projeção provém não das ameaças de bombas ou da coação econômica, que não praticamos, mas do exemplo de pacifismo e moderação, dos valores de democracia, direitos humanos e tolerância encarnados em nossa Constituição como a mais autêntica expressão da maneira de ser do povo brasileiro.</p>
<p>JOSÉ SERRA, 67, economista, é o governador de São Paulo. Foi senador pelo PSDB-SP (1995-2002) e ministro do Planejamento e da Saúde (governo Fernando Henrique Cardoso) e prefeito de São Paulo (2005-2006).</p></blockquote>
</blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=2ffca741-6c12-8ef1-aea7-c02f0cd7f973" alt="" /></div>
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		<title>As dificuldades para o investimento público</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[dificuldades]]></category>
		<category><![CDATA[investimento público]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria interessante do site Contas Abertas, embora o título seja um pouco pessimista. Houve crescimento de 21,9% nos investimentos públicos este ano, em cima de um crescimento de mais de 50% no ano passado.

A matéria mostra que, de fato, não falta recurso orçamentário para investir. A dificuldade maior está em recompor a capacidade de montar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria interessante do site Contas Abertas, embora o título seja um pouco pessimista. Houve crescimento de 21,9% nos investimentos públicos este ano, em cima de um crescimento de mais de 50% no ano passado.</p>
<p>A matéria mostra que, de fato, não falta recurso orçamentário para investir. A dificuldade maior está em recompor a capacidade de montar projetos no país, além de problemas com estados, municípios e IBAMA.</p>
<p><strong><big></big><big></big><big>Do Valor Econômico</big></strong></p>
<p><strong><big></big><big><a href="http://www.valoronline.com.br/?impresso/brasil/89/5958919/investimento-sobe-21,9%-no-ano,-mas-ritmo-de-alta-perde-folego">Investimento sobe 21,9% no ano, mas ritmo de alta perde fôlego</a><br />
</big></strong></p>
<blockquote><p>Investimento sobe 21,9% no ano, mas ritmo de alta perde fôlego</p>
<p>Sergio Lamucci, de São Paulo<br />
23/11/2009</p>
<p><span id="more-39544"></span>O governo federal investiu R$ 22,763 bilhões de janeiro a outubro, 21,9% a mais do que no mesmo período do ano passado. À primeira vista, uma elevação expressiva, mas é um ritmo de alta bastante inferior ao registrado em igual intervalo de 2008, quando os investimentos cresceram 50,75% sobre janeiro a outubro de 2007. Os números são da organização não governamental Contas Abertas, especializada no acompanhamento dos gastos públicos, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).</p>
<p>Para alguns analistas, a perda de fôlego na evolução do investimento se deve a dificuldades gerenciais do governo e a entraves legais e ambientais, e não à falta de dinheiro. Há quem acredite, porém, que a forte alta de gastos correntes (como pessoal, aposentadorias, custeio da máquina) tira espaço para uma elevação mais significativa do investimento.</p>
<p>Em 2008, o governo federal investiu o equivalente a 0,97% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a pouco mais de 5% de todo o investimento realizado na economia, que totalizou 19% do PIB. Neste ano, as inversões federais devem responder por uma fatia maior do total investido no país, ainda que os gastos do governo devam continuar próximos a 1% do PIB. A questão é que, por conta da crise, houve uma queda expressiva no lado do setor privado. Como os analistas projetam uma taxa de investimento de 16% a 16,5% do PIB neste ano, o governo federal deve responder por um pouco mais de 6% do total aplicado na construção civil e em máquinas e equipamentos no Brasil.</p>
<p>Como de costume, o Ministério dos Transportes é a pasta que mais investiu neste ano: R$ 6,4 bilhões de janeiro a outubro, 28,11% do total, e 49,11% a mais do que em igual intervalo de 2008. Segundo o consultor Gil Castello Branco, do Contas Abertas, uma parte expressiva é gasta em estradas, dada a grande extensão da malha rodoviária no país. Para ele, os números referentes ao próprio Ministério dos Transportes, o que mais gasta, mostram a dificuldade do governo em investir. Neste ano, as despesas autorizadas para investimentos da pasta somam R$ 11,4 bilhões, mas de janeiro a outubro foram efetivamente gastos 56% desse total. Haverá uma melhora em relação a 2008, quando em todo o ano o ministério investiu 55% do que tinha sido autorizado, mas ainda assim o resultado indica a dificuldade do setor público na execução orçamentária. &#8220;O problema aí não é de falta de dinheiro, porque a maior parte desses recursos não é contingenciada, já que há muitas obras do PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e do PPI [Projeto Piloto de Investimentos, com obras prioritárias de infraestrutura].&#8221;</p>
<p>Castello Branco diz que a falta de capacidade de execução no setor público brasileiro é algo que vem de longe. Por muitos anos, o ajuste fiscal foi feito pela compressão do investimento, observa. Ele aponta ainda a falta de quadros técnicos, a demora na obtenção de licenças ambientais e os problemas na elaboração de projetos por parte de Estados e municípios como outras causas do baixo volume do investimento público no Brasil.</p>
<p>O economista Maurício Molan, do Santander, tem uma visão parecida com a de Castello Branco sobre os motivos que levam à desaceleração do ritmo de alta do investimento. Para ele, a máquina pública ainda não está &#8220;azeitada&#8221; para investir com força, além de enfrentar entraves legais e ambientais. &#8220;Não é uma questão de falta de dinheiro&#8221;, diz Molan, observando que o investimento público aumentou bastante em termos relativos nos últimos anos, não sendo fácil manter um ritmo de alta expressivo como o de 2008, dadas as próprias dificuldade de gestão do governo para fazer inversões.</p>
<p>O economista Bernardo Wjuniski, da Tendências Consultoria, acredita que a alta mais fraca do investimento se deve a uma &#8220;escolha equivocada dos gastos&#8221;. &#8220;O governo priorizou as despesas de custeio em detrimento dos investimentos.&#8221; De janeiro a outubro, os gastos com pessoal e encargos sociais totalizaram R$ 131,1 bilhões, R$ 21,4 bilhões, ou 19,5%, a mais do que no mesmo período de 2008. Wjuniski também acha que há problemas de gestão, lembrando que uma parte significativa dos recursos de um programa prioritário como o PAC não é gasta.</p>
<p>Responsável por importantes obras de saneamento e habitação, o Ministério das Cidades investiu de janeiro a outubro R$ 3,499 bilhões, 11,1% a menos do que em igual intervalo do ano passado. Nesse mesmo período de 2008, os gastos da pasta haviam explodido, crescendo 363% sobre janeiro a outubro de 2007.</p>
<p>Pastas mais importantes da área social, os ministérios da Saúde e da Educação aumentaram os investimentos a um ritmo bastante diferente em 2009. De janeiro a outubro, a Saúde elevou esses gastos em 49,3%, para R$ 1,367 bilhão, enquanto a alta promovida pela Educação nesse período foi de 5,6%, para R$ 2,104 bilhões. Em 2008, porém, as despesas com investimento da Educação haviam subido 111,2% sobre janeiro a outubro de 2007. Um ponto importante é que grande parte das despesas relevantes desses ministérios são gastos correntes. De janeiro a outubro, as outras despesas correntes da Saúde aumentaram 16,6%, para R$ 35,690 bilhões. No caso da Educação, a elevação foi de 26%, para R$ 18,847 bilhões.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=e575f392-10ac-87b2-bf1b-43a83d0d3d0b" alt="" /></div>
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		<title>Painel internacional</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:13:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andreinohara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
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		<category><![CDATA[União Européia]]></category>

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		<description><![CDATA[
A cotovelada diplomática nos EUA

As ambições do Brasil de ser um jogador mais importante no cenário diplomático mundial estão batendo de frente com os esforços dos Estados Unidos e outras potências ocidentais para conter o programa iraniano de armas nucleares. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, agendou-se para receber o presidente do Irã, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">A</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small"> cotovelada diplomática nos EUA</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.nytimes.com/"><img style="border: medium none" src="http://docs.google.com/a/advivo.com.br/File?id=dhrqg8rd_1002g83dc3fb_b" alt="New York Times" width="152" height="23" /></a></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">As ambições do Brasil de ser um jogador mais importante no cenário diplomático mundial estão batendo de frente com os esforços dos Estados Unidos e outras potências ocidentais para conter o programa iraniano de armas nucleares. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, agendou-se para receber o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na segunda-feira, em sua primeira visita oficial ao Brasil. A visita é parte de um esforço maior de Lula para percorrer o mundo aparentemente insolúvel da política do Oriente Médio, e se segue às visitas das últimas duas semanas do presidente de Israel, Shimon Peres, e Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina. </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Mas a visita está atraindo críticas dos parlamentares e ex-diplomatas </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">no Brasil</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> e Estados Unidos, que dizem que </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">isso </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">pode minar os esforços ocidentais para pressionar o Irã sobre seu programa nuclear e, conseqüentemente, </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">esfriar as </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">relações do Brasil com os Estados Unidos e </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">prejudicar</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> a sua crescente reputação como </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">poder</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> global</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">. Autoridades brasileiras dizem que o objetivo da vis</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">i</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">ta é fortalecer os laços comerciais entre os dois países e ajudar a levar a paz ao Oriente Médio.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.nytimes.com/2009/11/23/world/americas/23brazil.html?partner=rss&amp;emc=rss"><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">Clique aqui</span></span></a></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">E mais:</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">A ameaça fantasma </span></strong><span style="font-size: small">- Paul Krugman</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Fed de </span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Chicago </span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">vê desemprego a </span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">10</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">,</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">5</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">%</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Tecnocratas no topo da União Europeia</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Espanha</span></strong></span> <span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">prepara o crescimento da próxima</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small"> década</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small"><br />
</span></strong></span>
</p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small"><span id="more-39538"></span>A ameaça fantasma</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.nytimes.com/"><img style="border: medium none" src="http://docs.google.com/a/advivo.com.br/File?id=dhrqg8rd_1002g83dc3fb_b" alt="New York Times" width="152" height="23" /></a></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Por Paul Krugman</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">Uma coisa engraçada aconteceu no caminho do novo New Deal. Há um ano, a única coisa que tínhamos a temer era o medo em si; hoje, a doutrina reinante em Washington parece ser a do &#8220;Tenha medo. Tenha muito medo&#8221;. O que aconteceu? </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">Certamente</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> os &#8220;centristas&#8221; no Senado têm emperrado esforços para salvar a economia. Mas a evidência sugere que, além de enfrentar a oposição política, o presidente Obama e seu círculo interno foram intimidados pelas histórias assustadoras de Wall Street.</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">Considere o contraste entre o que os assessores de Obama </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">estavam </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">dizendo às vésperas de s</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">eu</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">mandato</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">, e </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">o </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">que </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">estão</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> dizendo agora.</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">Em dezembro de 2008, Lawrence Summers, que logo se tornou </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">o principal economista </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">da administração</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">, apelou por uma a</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">ção decisiva. &#8220;Muitos especialistas&#8221;, alertou, &#8220;acredita</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">m</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> que o desemprego poderá atingir 10</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">% até ao final do próximo ano</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8220;</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">.</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> Diante dessa perspectiva, continuou, &#8220;faze</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">r</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> muito pouco representa uma</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> ameaça maior do que fazer muito</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8220;</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">.</span></span> <span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Dez meses depois</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> o desemprego atingiu 10,2</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">%</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">, sugerindo que, apesar </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">da</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> advertência</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">,</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> a administração não </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">fez</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> o suficiente para criar empregos. Você pode ter de esperar, então, uma determinação para fazer mais.</span></span> <span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Mas em uma recente entrevista à Fox News, o presidente parecia tímido e nervoso sobre a sua política econômica. Ele falou vagamente sobre possíveis incentivos fiscais para a criação de emprego. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.nytimes.com/2009/11/23/opinion/23krugman.html?_r=1&amp;partner=rssnyt&amp;emc=rss"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Clique aqui</span></span></a></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.nytimes.com/2009/11/23/opinion/23krugman.html?_r=1&amp;partner=rssnyt&amp;emc=rss"><span style="color: #0000ff;font-family: Arial"><span style="text-decoration: underline"><span style="font-size: small"><br />
</span></span></span></a>
</p>
<p style="margin: 0pt">
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"><br />
</span></span>
</p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Fed de </span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Chicago </span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">vê desemprego a </span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">10</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">,</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">5</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">%</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><img style="border: medium none" src="http://docs.google.com/a/advivo.com.br/File?id=dhrqg8rd_1003gzk5bv34_b" alt="" width="187" height="50" /></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">O presidente </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">regional </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Chicago, Charles Evans, espera </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">que o </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">desemprego </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">nos Estados Unidos atinja o </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">pico de cerca de 10,5</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">%</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> na próxima primavera</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> (março a julho)</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> e</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> esper</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">ançosamente</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">cedendo </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">para cerca de 9,5</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">%</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> no final de 2010, segundo comentários publicados nesta segunda-feira.</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8220;O melhor palpite é que vamos </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">ter um </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">planal</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">to provavelmente na primavera</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8220;</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">, creditou o Financial Times</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">.</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8220;E</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">sperar</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">ia uma estabilização</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> e a </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">mesma </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">taxa de desemprego </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">provavelmente </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">por alguns meses</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> antes </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">que ela comece</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> a </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">cair</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">. E pode mesmo </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">ter altos e</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> baixo</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">s</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> por um par de meses&#8221;.</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">Evans </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">havia</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> sido &#8220;um pouco surpreendido&#8221; </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">pelos</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> dados recentes </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">de</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> desemprego </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">a</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> 10,2</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">%,</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">o qu</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">e </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">contrariou </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">suas próprias expectativas </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">com o resultado </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">um pouco maior, segundo o jornal.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.reuters.com/article/businessNews/idUSTRE5AM15J20091123?feedType=RSS&amp;feedName=businessNews&amp;utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+reuters%2FbusinessNews+(News+%2F+US+%2F+Business+News)"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Clique aqui</span></span></a></p>
<p style="margin: 0pt">
<p style="margin: 0pt"><span style="color: #0000ff;font-family: Arial"><span style="text-decoration: underline"><span style="font-size: small"><br />
</span></span></span>
</p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Tecnocratas no topo da União Europeia</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.spiegel.de/"><img style="border: medium none" src="http://docs.google.com/a/advivo.com.br/File?id=dhrqg8rd_1004d399ppg6_b" alt="SPIEGEL ONLINE" width="110" height="14" /></a></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Os líderes europeus escolheram dois competentes, </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">porém</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> maçante</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">s</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> tecnocratas para ser</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">em</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> o primeiro presidente da UE </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">(União Europeia) </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">e </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">o </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">ministro d</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">a</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">s </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">relações</span></span> <span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">exteriores</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">. A escolha inspirada mostra a determinação dos líderes nacionais para se manter</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">em</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> no poder &#8211; e os limi</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">tes do que é a</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">tualmente possível dentro do bloco.</span></span> <span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Se o presidente </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">norte-</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">americano tem um assunto urgente para discutir com a União Europeia no futuro, a quem vai chamar? </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Naturalmente</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> alguém em Berlim, Londres ou Paris, como de costume -, mas certamente ninguém em Bruxelas. Em um raro espetáculo d</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">e</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> unanimidade na reunião de cúpula da UE na semana passada,</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> os</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> três grand</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">es da Europa, a chanceler alemã</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> Ange</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">la Merkel, o presidente francês Nicolas Sarkozy</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> e</span></span> <span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, nenhum dos </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">quais </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">particularmente entusiasmados</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> com a UE</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">, certific</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">aram</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">-se que não haveria nenhum desafio </span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">ao seu poder</span></span> <span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">vindo</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> de Bruxelas.</span></span><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small"> Na tarde de quinta-feira, os líderes escolheram o primeiro-ministro belga Herman Van Rompuy o primeiro presidente permanente do Conselho Europeu e Catherine Ashton, britânica, como a principal representante da UE para a política externa e segurança.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,662732,00.html"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Clique aqui</span></span></a></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,662732,00.html"><span style="color: #0000ff;font-family: Arial"><span style="text-decoration: underline"><span style="font-size: small"><br />
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<p style="margin: 0pt"><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">Espanha</span></strong></span> <span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small">prepara o crescimento da próxima</span></strong></span><span style="font-family: Arial"><strong><span style="font-size: small"> década</span></strong></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.elpais.com/"><img style="border: medium none" src="http://docs.google.com/a/advivo.com.br/File?id=dhrqg8rd_1005m9tmmvgf_b" alt="ELPAIS.COM" width="138" height="27" /></a></p>
<p style="margin: 0pt"><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">O primeiro-ministro </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">espanhol contrariou</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> esta manhã a maioria d</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">a</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">s organizações internacionais. José Luis Rodríguez Zapatero aproveitou a conferência organizada pela revista britânica The Economist em Madri para garantir que a Espanha está </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">em condições de</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> &#8220;retomar </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">um vigoroso</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> crescimento econômico&#8221;. A OCDE, o F</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">undo Monetário Internacional e </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">a Comissão Europeia previ</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">r</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">a</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">m para o próximo ano</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> uma queda do PIB entre 0,3% e 0,8% e um crescimento em torno de 1% até 2011. Zapatero disse que a recuperação &#8220;já começou&#8221; e &#8220;t</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">udo</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">aponta</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8221; </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">que o</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> ritmo </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">“</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">vai </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">se </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">acelerar&#8221;, mas admitiu que não sabe &#8220;</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">com que intensidade</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8221; </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">nem</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> &#8220;com</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> que</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> progress</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">o</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8221; a recuperação</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">começou</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">, ou quando a economia </span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">terá</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> &#8220;força</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small"> suficiente para criar empregos</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">&#8220;</span></span><span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">.</span></span> <span style="background-color: #ffffff;font-family: Arial"><span style="font-size: small">O presidente justificou o otimismo de que a Espanha tem um potencial de crescimento maior que o da União Europeia. Ele se baseia nos argumentos de que a população é mais jovem, a percentagem de formados é maior do que em outros países europeus e a massiva incorporação das mulheres no mercado de trabalho. Zapatero também anunciou que a próxima sexta-feira, quando o Conselho de Ministros der luz verde ao projeto de lei de Economia Sustentável, também aprovará a Estratégia para o Crescimento Econômico Sustentável.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.elpais.com/articulo/economia/Gobierno/disenara/plan/crecimiento/proxima/decada/elpepueco/20091123elpepueco_2/Tes"><span style="font-family: Arial"><span style="font-size: small">Clique aqui</span></span></a></p>
<p style="margin: 0pt"><a href="http://www.elpais.com/articulo/economia/Gobierno/disenara/plan/crecimiento/proxima/decada/elpepueco/20091123elpepueco_2/Tes"><span style="color: #0000ff;font-family: Arial"><span style="text-decoration: underline"><span style="font-size: small"><br />
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		<title>Folha tenta corrigir ataque a Ministro amigo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/23/folha-tenta-corrigir-ataque-a-ministro-amigo/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:01:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ayres de Britto]]></category>
		<category><![CDATA[Battisti]]></category>
		<category><![CDATA[julgamento]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=39537]]></guid>
		<description><![CDATA[A Folha - através da Renata Lo Prete - acusou o Ministro Ayres Britto de ter mudado seu voto sobre Battisti após receber visita do jurista Celso Antonio Bandeira de Mello. Era uma acusação grave contra o Ministro.

Na votação, Ayres considerou que Battisti cometeu "crime comum". E votou pela tese de que compete ao Executivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha &#8211; através da Renata Lo Prete &#8211; acusou o Ministro Ayres Britto de ter mudado seu voto sobre Battisti após receber visita do jurista Celso Antonio Bandeira de Mello. Era uma acusação grave contra o Ministro.</p>
<p>Na votação, Ayres considerou que Battisti cometeu &#8220;crime comum&#8221;. E votou pela tese de que compete ao Executivo a decisão de extraditar ou não. Depois, deu entrevistas &#8211; a outros jornais &#8211; mostrando que dera voto semelhante no caso de um israelense acusado de molestar crianças. E  que Gilmar Mendes &#8211; o presidente do STF &#8211; na ocasião votou a favor do seu voto.</p>
<p>Só agora, depois que Ayres desmontou a acusação da Folha em vários veículos, o jornal resolve entrevistá-lo. Na entrevista, Ayres é claro: Bandeira de Mello o procurou para tentar convencê-lo de que foi crime político. E ele não mudou sua opinião.</p>
<p>A provável fonte de Lo Prete foi Gilmar Mendes &#8211; através de sua assessoria no Supremo. Mesmo com explicações documentadas de Ayres Britto, o jornal não reconheceu o erro.</p>
<p>Ayres é o Ministro que, até agora, mais enaltecia a imprensa, com posições que colocam a liberdade absoluta da mídia acima dos princípios mais comezinhos de defesa dos direitos individuais das vítimas. Agora ele foi a vítima. Na condição de Ministro do Supremo, teve espaço para se defender. E teve espaço porque caiu a ficha dos jornais que tinham dado um tiro em um aliado incondicional.</p>
<p>O erro do jornal não foi o ataque descabido a Ayres, mas a colunista não ter se lembrado que ele é juiz amigo.</p>
<p>E quem não tem aliados na mídia? Como fica sua avaliação sobre esse poder absoluto?</p>
<p><strong><big>Da Folha</big></strong></p>
<p><big></big><big><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2311200914.htm">STF não é tutor do presidente, diz Ayres Britto</a></big></p>
<blockquote><p><span id="more-39537"></span>STF não é tutor do presidente, diz Ayres Britto</p>
<p>Se Lula não extraditar Battisti, &#8220;não cabem reclamações ao Supremo&#8221;, afirma ministro autor de voto polêmico no caso do italiano</p>
<p>Ayres Britto afirma que corte tomou decisão unânime em caso semelhante há dois meses, dando ao presidente palavra final sobre extradição</p>
<p>FERNANDO RODRIGUES<br />
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>Autor do voto mais polêmico durante o processo sobre a extradição do italiano Cesare Battisti, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto nega ter se decidido apenas agora sobre o tema. Ele foi a favor da extradição, mas também de dar o poder final ao presidente da República. Ayres Britto mostra um caso concreto, há dois meses, envolvendo um israelense, para justificar seu posicionamento. Agora, se Lula se decidir por não devolver Battisti à Itália, diz ele, o STF não terá mais o que fazer. &#8220;O STF não é tutor do presidente no plano das relações internacionais.&#8221;</p>
<p>FOLHA &#8211; O seu voto foi único no caso Battisti: a favor da extradição, mas dando ao presidente a palavra final. Alguns críticos acham que o STF perdeu tempo. O sr. concorda?<br />
CARLOS AYRES BRITTO &#8211; Não. É uma interpretação equivocada. No nosso sistema, de influência belga, não entramos no mérito da condenação. Apenas analisamos as condições do extraditando ser extraditado. Cabe ao presidente o poder discricionário de extraditar.</p>
<p>FOLHA &#8211; Críticos acham que esse conceito algo novo. É fato?<br />
AYRES BRITTO &#8211; Há dois meses nós julgamos um caso sobre a extradição de um israelense. A decisão foi unânime a favor da extradição. Eu fui o relator. As notas da sessão mostram como tudo o que se fala agora já estava expresso lá. O ministro Marco Aurélio, à época, perguntou se a decisão resultaria no &#8220;pedido de imediata entrega formulado pelo governo requerente&#8221;. Eu respondo claramente que &#8220;imediata entrega, não; imediato cumprimento do acórdão&#8221;. Como você pode observar nessas transcrições [mostra o documento], o ministro Eros Grau diz claramente: &#8220;A execução compete ao presidente&#8221;.</p>
<p>FOLHA &#8211; Mas nesse caso não havia celeuma e Lula estava disposto a seguir a recomendação de extraditar&#8230;<br />
AYRES BRITTO &#8211; Mas essa é a competência do presidente.</p>
<p>FOLHA &#8211; A Itália deve reclamar da decisão do STF?<br />
AYRES BRITTO &#8211; A Itália está soltando foguetes com a nossa decisão. Não reclamou porque lá é assim também, como na França, Bélgica, Espanha e Suíça.</p>
<p>FOLHA &#8211; Ao final do julgamento, o presidente do STF, Gilmar Mendes, teve um entendimento diverso sobre o poder discricionário do presidente da República em casos de extradição. Houve uma confusão?<br />
AYRES BRITTO &#8211; O ministro Gilmar, e também os ministros [Cezar] Peluso, [Ricardo] Lewandowski e Ellen Gracie discordaram dessa interpretação. Mas foi a primeira vez que disseram isso. Achavam que o STF deveria dar a palavra final para que a corte não se transformasse em um órgão de consulta.</p>
<p>FOLHA &#8211; E não foi o que acabou acontecendo?<br />
AYRES BRITTO &#8211; Não. O STF tem poder para proibir a extradição. E quando a extradição é possível, a última palavra é do presidente condicionadamente à palavra do STF de que isso é certo.</p>
<p>FOLHA &#8211; Por que então Mendes não entendeu dessa forma ao final, mesmo após os votos proferidos?<br />
AYRES BRITTO &#8211; Talvez por causa do voto de Eros Grau. Ele leu um trecho do tratado entre Brasil e Itália sobre o tema, onde se fala que por &#8220;ponderáveis razões&#8221; as partes poderiam negar a entregar do extraditando.</p>
<p>FOLHA &#8211; O que acontece se com a eventual recusa de extradição?<br />
AYRES BRITTO &#8211; Se o presidente entender que há &#8220;ponderáveis razões&#8221; para não haver a extradição, ele não entrega. E não cabem reclamações ao STF. O Supremo não é tutor do presidente no plano das relações internacionais. O presidente responde pelos seus atos perante a comunidade internacional, perante o Estado que foi parte no tratado, e, no limite, perante o Congresso. O STF está fora.</p>
<p>FOLHA &#8211; Nos dias que precederam o julgamento houve informação nos bastidores sobre influência que o sr. poderia ter sofrido do governo e do advogado Celso Bandeira de Mello, seu amigo. O que aconteceu?<br />
AYRES BRITTO &#8211; Se eu tiver de sofrer uma influência mais forte é muito mais da choupana do que do palácio. Bandeira de Mello defendeu que era crime político e eu votei contra.</p>
<p>FOLHA &#8211; E o Planalto?<br />
AYRES BRITTO &#8211; [rindo] E a minha decisão foi boa para o Planalto? Todos falam que Lula ficou em uma sinuca de bico.</p>
<p>FOLHA &#8211; Não haverá uma crise entre Executivo e Judiciário se o presidente se decidir por não extraditar, até porque será algo inédito?<br />
AYRES BRITTO &#8211; Será inédito, mas não será ilegal, não será inconstitucional. Não creio em crise.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=a506b45e-39aa-8f3c-89ee-f03b036dc52c" alt="" /></div>
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		<title>Segundo Folha, quem exalta o Brasil é suspeito</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/23/segundo-folha-quem-exalta-o-brasil-e-suspeito/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=39534]]></guid>
		<description><![CDATA[O padrão é o mesmo da Veja - a quem a Folha segue fielmente. Trata-se de patrulhamento barato, de tentar constranger empresas, pessoas, jornalistas contra qualquer coisa que possa soar a favor do país. E nem se importe em confundir governo com país, já que o leitor não merece respeito.

A matéria abaixo foi encomendada para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2311200907.htm"></a>O padrão é o mesmo da Veja &#8211; a quem a Folha segue fielmente. Trata-se de patrulhamento barato, de tentar constranger empresas, pessoas, jornalistas contra qualquer coisa que possa soar a favor do país. E nem se importe em confundir governo com país, já que o leitor não merece respeito.</p>
<p>A matéria abaixo foi encomendada para patrulhar empresas que passaram a utilizar temas ufanistas em seus comerciais. Pouco importa se o Brasil está sendo celebrado mundialmente por todos os jornais sérios, pouco importa se eventos recentes &#8211; como a sede das Olimpíadas &#8211; melhoraram a auto-estima do brasileiro, a ponto de comover até jornalistas da Globo. Empresas como a TAM e o Pão-de-Açucar historicamente usaram slogans sobre &#8220;o orgulho de ser brasileiro&#8221;. Mas pouco importa: a ordem é a prática reiterada do jornalismo tapioca.</p>
<p>Para esse pensamento político primário, ter orgulho de ser brasileiro significa fazer apologia do governo &#8211; confundem Nação com Estado e Estado com governo, em uma mixórdia analítica fenomenal.</p>
<p>Aí sai o repórter para levantar as campanhas e criticar as empresas. Como tem que cumprir ordens, mas sabe estar se expondo ao ridículo &#8211; e também não quer se queimar com suas fontes empresariais0 -, admite que o tema Brasil é válido. Aí vai entrevistar a agência que fez a campanha do Bradesco. O publicitário explica a lógica. E o repórter arremata com chave de ouro: ah é?, mas o Bradesco participa da Vale, que bateu de frente com Lula.</p>
<p>Durma-se com um jornalismo desses.</p>
<blockquote><p><strong><big></big><big></big><big>Da Folha</big></strong></p>
<p><big></big><big><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2311200907.htm" target="_blank">&#8220;Publicidade-exaltação&#8221; invade os comerciais de TV</a></big></p>
<p><span id="more-39534"></span>Propaganda enaltece firmeza do país na crise e a capacidade de superação dos brasileiros</p>
<p>Novas peças publicitárias de empresas públicas e privadas usam governo Lula como garoto-propaganda e falam até em &#8220;momento de ouro&#8221;</p>
<p>MARCIO AITH<br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>Empresas aproveitam a popularidade do presidente Lula e o momento econômico favorável para fazer do governo seu garoto-propaganda.</p>
<p>Ambev, GM, Bradesco, Vale e Embratel produziram comerciais de televisão recentes enaltecendo a firmeza do país na crise, a capacidade de superação dos brasileiros, a harmonia entre o público e o privado e a relevância do país no mundo.</p>
<p>O Brasil é o país &#8220;da iniciativa privada em equilíbrio com o setor público&#8221;, diz a campanha televisiva &#8220;Presença&#8221;, do Bradesco, segundo maior banco privado brasileiro.</p>
<p>&#8220;Há dez anos, quem poderia imaginar a gente emprestando dinheiro para o FMI?&#8221;, lembra o anúncio televisivo do carro Aprile, da Chevrolet/GM.</p>
<p>&#8220;A crise foi passageira&#8221;, avisa comercial da maior siderúrgica do mundo, a Vale.</p>
<p>&#8220;O Brasil vive um momento de ouro&#8221;, exalta o comercial da Brahma, marca da Ambev.</p>
<p>Para as empresas e publicitários envolvidos nos comerciais acima, trata-se de uma estratégia legítima, lógica e antiga (leia texto nesta página).<br />
De fato, não é a primeira vez que o setor privado exibe o otimismo do momento em campanhas publicitárias.</p>
<p>Do milagre econômico da ditadura -quando a Volkswagen exibiu um fusca desbravando o país da rodovia Transamazônica- às tentativas de estabilização da economia, várias campanhas seguiram essa linha.</p>
<p>O problema é distinguir marketing da simples adulação -em outras palavras, se o produto anunciado é o governo.</p>
<p>No passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) condenou toda a ex-diretoria da Petrobras em razão dos gastos da empresa com campanhas publicitárias mostrando os benefícios do Plano Real.</p>
<p>A questão fica menos óbvia quando os comerciais envolvem companhias 100% privadas com interesses no governo ou aquelas nas quais o Estado detém participação acionária.</p>
<p>O caso mais emblemático é o da Embratel, empresa de telefonia e de transmissão de dados adquirida em 1998 pelo grupo empresarial do bilionário mexicano Carlos Slim.<br />
Em julho, a empresa veiculou um anúncio destacando um programa oficial para fornecer acesso à internet para escolas e centros comunitários em que a rede convencional não chega.<br />
&#8220;Por iniciativa do Ministério das Comunicações, que executa o maior programa de inclusão digital da América Latina&#8221;, informava o comercial.</p>
<p>A empresa diz ter apenas creditado, no comercial, a autoria da iniciativa a quem a formulou -o governo, que a contratara para executar o programa.</p>
<p>São menos óbvias as implicações e motivações das campanhas de empresas como a Vale, o Bradesco, a Ambev e a GM.</p>
<p>Criador do comercial do Bradesco, Alexandre Gama, presidente da agência Neogama/ BBH nega motivação política.</p>
<p>&#8220;O Bradesco é o banco mais associado à base da pirâmide social, a mesma base cuja ascensão está na raiz da recuperação econômica do país&#8221;, afirma Alexandre Gama.</p>
<p>Curiosamente, no mês passado, o Bradesco foi pressionado a demitir o executivo Roger Agnelli da presidência da Vale -companhia da qual o banco é acionista e cuja campanha na TV também celebra o fato de o país ter escapado da turbulência internacional.</p>
<p>As pressões contra Agnelli decorreram justamente da falta de sintonia, alegada pelo presidente Lula, entre a política de investimentos da Vale e as prioridades do governo.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=5779645d-ead8-8e5e-86cb-f853e30d062e" alt="" /></div>
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		<title>&#8220;Lula demitiu Dilma por colocar aliança&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por e
Nassif, tá difícil de entender!!! O que o Lula disse ou admitiu? N’OGlobo, “Lula admite que palanques duplos podem prejudicar Dilma”. No Estadão: “Lula já admite dois palanques para Dilma”. Na Folha: “Lula cobra alianças nos Estados para elger Dilma”. E, afinal, o que Lula disse ou admitiu foi tanta coisa assim para merecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><big>Por e</big></strong></p>
<blockquote><p>Nassif, tá difícil de entender!!! O que o Lula disse ou admitiu? N’OGlobo, “Lula admite que palanques duplos podem prejudicar Dilma”. No Estadão: “Lula já admite dois palanques para Dilma”. Na Folha: “Lula cobra alianças nos Estados para elger Dilma”. E, afinal, o que Lula disse ou admitiu foi tanta coisa assim para merecer a manchete dos três “maiores” jornais do país?</p>
<p><strong><big></big><big></big><big>Comentário</big></strong></p>
<p>Dê-se por satisfeito de nenhum jornal ter dito que Lula &#8220;demitiu Dilma depois que ela colocou uma aliança em dois palanques duplos&#8221;.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=a292ba58-adee-832a-8c07-1878b22f108d" alt="" /></div>
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		<title>Importação e desenvolvimento tecnológico</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[importação]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[último segundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Último Segundo 
Coluna Econômica 23/11/2009
Uma das maiores dificuldades dos “cabeças de planilha” – economistas que analisam a dinâmica da economia exclusivamente através de modelos matemáticos - é não entender o papel da inovação tecnológica no desenvolvimento de um país.

Em defesa do câmbio apreciado (do real caro) sustentam que estimula a importação de equipamentos. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/luis_nassif/2009/11/22/importacao+e+desenvolvimento+tecnologico+9136907.html" target="_blank">Do Último Segundo </a></h3>
<h2>Coluna Econômica 23/11/2009</h2>
<p>Uma das maiores dificuldades dos “cabeças de planilha” – economistas que analisam a dinâmica da economia exclusivamente através de modelos matemáticos &#8211; é não entender o papel da inovação tecnológica no desenvolvimento de um país.</p>
<p>Em defesa do câmbio apreciado (do real caro) sustentam que estimula a importação de equipamentos. E que esses equipamentos importados modernizam o parque fabril e agregam inovação.</p>
<p>Desde os anos 80, os estudos de Michael Porter desmentiram essa lógica da compra de tecnologia como elemento determinante do desenvolvimento de empresas ou países.</p>
<p>***</p>
<p><span id="more-39521"></span></p>
<p>Um modelo de câmbio apreciado significa abrir mão do mercado externo. É na competição internacional que as empresas conseguem avançar em processos inovadores, investir em tecnologia – como forma de competir com concorrentes de outros países.</p>
<p>São vários os componentes de competitividade de uma economia: os tributos, o grau de modernização do parque produtivo, a capacidade da mão-de-obra, os custos de financiamentos e o câmbio.</p>
<p>Em um ambiente de câmbio apreciado, com custos onerosos de produção, a compra de uma máquina moderna poderá tornar uma empresa nacional mais competitiva que outra empresa nacional. Mas apenas isso. Não a tornará mais competitiva do que concorrentes internacionais, pela razão de que os equipamentos adquiridos não terão diferencial nenhum, já que adquiridos no mercado internacional.</p>
<p>***</p>
<p>É por essa razão que Porter constatou que eram setores vitoriosos, em cada país, aqueles onde havia desenvolvimento tecnológico autônomo, dos fabricantes trabalhando em estreita colaboração com fornecedores e com institutos de pesquisa.</p>
<p>Só que, com o câmbio apreciado, há um desestímulo amplo ao investimento interno em inovação. Empresas que não lograram sair dos limites do mercado interno não têm gás nem interesse em grandes investimentos em desenvolvimento próprio. Seu horizonte é apenas o de superar os concorrentes mais próximos. Para isso, é mais barato adquirir máquinas importadas do que investir em processos próprios.</p>
<p>***</p>
<p>O mesmo ocorre com pequenos produtores de equipamentos com alguma densidade tecnológica. Seu diferencial, em relação a competidores já consagrados, é o preço. Com o câmbio apreciado (o real mais caro), os importados – que já têm tecnologia superior – também oferecem preços mais atrativos.</p>
<p>***</p>
<p>Assim, no campo do investimento o câmbio apreciado produz a mesma loucura que no campo do consumo. Aproveita-se a oportunidade do importado mais barato para adquirir, contentando o curto prazo à custa do comprometimento da competitividade futura.</p>
<p>***</p>
<p>Na última década, todas as empresas brasileiras que lograram competitividade internacional eram do setor primário da economia – minérios ou alimentos. Cresceram, tiveram acesso ao mercado internacional. Na hora de investir na expansão, buscaram se fixar em outros países, devido à baixa competitividade da economia brasileira.</p>
<p>Sem câmbio, em vez de exportar produtos, o Brasil continuará exportando empresas.</p>
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		<title>Gugu trava máquina do IBOPE</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sérgio Troncoso

Da Terra Magazine
Mais suspeitas sobre o IBOPE, a coisa está ficando esquisita, rsrsrs. Abraços.
Ibope trava quando Gugu estava a dois passos de bater Globo
Como um mistério sobrenatural, o Ibope travou neste domingo (22), por volta de 22h, justamente quando o Programa do Gugu estava subindo bem, deixando a Record com 14 pontos contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-admin/edit-comments.php?deleted=0&amp;approved=20&amp;spam=0&amp;unapproved=0&amp;apage=2&amp;mode=detail&amp;comment_status=moderated"></a><strong><big></big><big></big><big>Por Sérgio Troncoso<br />
</big></strong></p>
<h3>Da Terra Magazine</h3>
<blockquote><p>Mais suspeitas sobre o IBOPE, a coisa está ficando esquisita, rsrsrs. Abraços.</p>
<h3><a href="http://diversao.terra.com.br/tv/noticias/0,,OI4116390-EI12993,00-Ibope+trava+quando+Gugu+estava+a+dois+passos+de+bater+Globo.html" target="_blank">Ibope trava quando Gugu estava a dois passos de bater Globo</a></h3>
<p>Como um mistério sobrenatural, o Ibope travou neste domingo (22), por volta de 22h, justamente quando o Programa do Gugu estava subindo bem, deixando a Record com 14 pontos contra 16 da Globo.</p>
<p>E, para quem não sabe, Ibope, para a televisão, é como bússula para navio em navegação. A maquininha dos números começou a dar problema a partir das 20h15, quando os resultados apareciam com cerca de 8 minutos de atraso. Às 21h, o atraso chegava a 20 minutos na tela.</p>
<p>Às 22h o Ibope desapareceu. Coincidentemente, Luciano Huck apareceu no Twitter falando cobras e lagartos, afirmando que o Programa do Gugu copiava o Caldeirão dele. Como se na televisão isso fosse novidade. Ai, Huck, com tanta hora para reclamar, vai fazer isso bem quando o Ibope para?</p>
<p>(faltou link da matéria)</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=a32b220d-4a06-8183-852e-75a0c3248df3" alt="" /></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Atritos na diplomacia Brasil e EUA</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/23/atritos-na-diplomacia-brasil-e-eua/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 10:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Sérgio Troncoso

NY Times: visita de Ahmadinejad prejudica ambições do Brasil

A edição desta segunda-feira do jornal The New York Times afirma que as ambições do Brasil de se tornar um ator mais importante no cenário diplomático global estão “colidindo” com os esforços dos Estados Unidos e de outros países para intervir no programa nuclear do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><big></big><big></big><big>Por Sérgio Troncoso<br />
</big></strong></p>
<blockquote><p><strong><big>NY Times: visita de Ahmadinejad prejudica ambições do Brasil<br />
</big></strong><br />
A edição desta segunda-feira do jornal The New York Times afirma que as ambições do Brasil de se tornar um ator mais importante no cenário diplomático global estão “colidindo” com os esforços dos Estados Unidos e de outros países para intervir no programa nuclear do Irã. A matéria é baseada na recepção que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará ao presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, nesta segunda-feira.</p>
<p>“A visita é parte de um grande empurrão do Sr. Da Silva (Lula) para percorrer o aparentemente intratável mundo da política do Oriente Médio”, diz o jornal, lembrando as visitas do presidente de Israel Shimon Peres e do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas. A matéria, cujo título fala que o Brasil dá uma “cotovelada” nos Estados Unidos no cenário diplomático, lembra as críticas de diplomatas e de outras autoridades à recepção de Ahmadinejad. A reportagem do NY Times lembra que a visita pode cortar os esforços do Oeste para pressionar o Irã, estremecer as relações entre o Brasil e os Estados Unidos e prejudicar a sua crescente reputação como poder global.</p>
<p>O democrata Eliot Engel, presidente do subcomitê da Casa Branca para o Hemisfério Oeste, afirma à reportagem que a visita é um “erro grosseiro e terrível”, pois o Brasil está dando o “ar de legitimidade” a Ahmadinejad, considerado por ele ilegítimo até mesmo para seu próprio povo. “Não faz sentido para mim, e prejudica a imagem do Brasil, francamente”, afirmou. A reportagem também lembra que as relações entre Estados Unidos e Brasil fiacram “tensas” depois das críticas que Lula fez à forma que os Estados Unidos lidaram com a crise em Honduras, e à sua crescente presença militar na Colômbia.</p>
<p>(Faltou o link)</p></blockquote>
<h2>Por Ivan Moraes</h2>
<p>Um artigo com uma esquisitice fantasiosa atrás da outra:</p>
<p><a href="http://www.nytimes.com/2009/11/23/world/americas/23brazil.html?hpw" target="_blank">http://www.nytimes.com/2009/11/23/world/americas/23brazil.html?hpw</a></p>
<p><span id="more-39517"></span>Entre outras esquisitices</p>
<p>1-Chamar o esforco brasileiro de entrar pra esse maldito conselho de seguranca ad ONU de “lobby” eh fantasiar ou nao eh, gente?</p>
<p>2-Chamada de capa dizendo que Lula esta “acotovelando” Obama pra “fora do palco” eh fantasioso ou nao eh, gente?</p>
<p>3-Dizer que a visita do presidente do Iran esta gerando criticas de “legisladores e ex-diplomatas aqui e nos EUA”, sem no entanto dizer quem eles sao, eh fantasia ou nao eh, gente?</p>
<p>4-Dizer que a “ambicao” do Brasil esta “trombando de frente” com os esforcos “dos EUA e outras nacoes ocidentais sem mencionar o maior lobby de todos, Israel, contra o armamento nuclear do Iran eh fantasia ou nao eh, gente?</p>
<p>Me informem, vamos la!</p>
<p>Tem mais esquisitices nesse “artigo”. Muitas.</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=0fc68314-9b43-899a-9a44-d2e5f89cf443" alt="" /></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Agenda Cultural</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/23/agenda-cultural-45/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 09:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Começando a semana. Segunda em geral é dia de lançamento de livros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começando a semana. Segunda em geral é dia de lançamento de livros.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fora de Pauta</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/23/fora-de-pauta-337/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 02:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Começando uma semana completa, sem feriados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começando uma semana completa, sem feriados.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um pequeno estudo sobre uma grande música</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/true/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 23:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro-me das primeiras viagens longas que fiz, para Belém do Pará. Parecia do outro lado do mundo, para um mineiro que acabava de chegar a São Paulo.No hotel, de manhã, me consolava o vizinho de quarto, que cantava no chuveiro "A Saudade Mata a Gente", do Antonio de Almeida e do João de Barro. Aí, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me das primeiras viagens longas que fiz, para Belém do Pará. Parecia do outro lado do mundo, para um mineiro que acabava de chegar a São Paulo.</p>
<p>No hotel, de manhã, me consolava o vizinho de quarto, que cantava no chuveiro &#8220;A Saudade Mata a Gente&#8221;, do Antonio de Almeida e do João de Barro. Aí, eu tinha certeza de que estava no Brasil mesmo, cercado de gente amiga.</p>
<p>Dedico esse pequeno estudo, um ensaio em uma tarde particularmente quente em São Paulo, ao cantor do chuveiro do hotel de Belém.<br /><object height="344" width="425"><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZbmLh7bYdJo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowfullscreen" value="true"><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/ZbmLh7bYdJo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"></embed></param></object><br />
<h2>Por Marco Aurelio</h2>
<p>O estudo tem as variações nesse domingo onde a saudade bateu,parece,em todo mundo.</p>
<p>Pena Branca e Xavantinho:</p>
<p>“A Saudade mata a gente”</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=T1AYNRVdMak" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=T1AYNRVdMak</a><br /><object height="344" width="425"><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T1AYNRVdMak&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowfullscreen" value="true"><embed type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/T1AYNRVdMak&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"></embed></param></object><br /><object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HOgGZL36DTQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/HOgGZL36DTQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"></embed></param></object><br /><object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5YDBjnzK8Jk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/5YDBjnzK8Jk&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"></embed></param></object><br /><object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_EyKe14zAsQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/_EyKe14zAsQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"></embed></param></object>
<div><object height="355" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/dAsRg9u8w14&amp;feature=youtube_gdata"></param><param name="wmode" value="transparent"><embed src="http://www.youtube.com/v/dAsRg9u8w14&amp;feature=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" height="355" width="425"></embed></param></object></p>
<p>Maria Bethania canta &#8220;A saudade mata a gente&#8221; em Sao Paulo.</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Comunidade do Blog</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/a-comunidade-do-blog-13/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/a-comunidade-do-blog-13/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center">Já somos 7.199. <a href="http://blogln.ning.com" target="_blank">Clique aqui</a> para se cadastrar.</h3>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/Membros27.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-39494" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/Membros27.jpg" alt="Membros27" width="672" height="179" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A música de Elisabeth Schwarzkopf</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/a-musica-de-elisabeth-schwarzkopf/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por CAIXA PRETA
Prezado Nassif,

Quanto a ELISABETH SCHWARZKOPF:

As gravações originais podem ser encontradas no

CD da EMI Studio (Inglesa) Código de Barras: 7777 69501 2

O titulo é “ELISABETH SCHWARZKOPF – Romantic Opera Arias” (Airs D’operas Romantiques / Romantische Opernarien) gravado em 1956 em Londres, no Kingsway Hall.

No Youtube existem basicamente os áudios, dado a época das gravações.

Sugiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por CAIXA PRETA</h2>
<p>Prezado Nassif,</p>
<p>Quanto a ELISABETH SCHWARZKOPF:</p>
<p>As gravações originais podem ser encontradas no</p>
<p>CD da EMI Studio (Inglesa) Código de Barras: 7777 69501 2</p>
<p>O titulo é “ELISABETH SCHWARZKOPF – Romantic Opera Arias” (Airs D’operas Romantiques / Romantische Opernarien) gravado em 1956 em Londres, no Kingsway Hall.</p>
<p>No Youtube existem basicamente os áudios, dado a época das gravações.</p>
<p>Sugiro, por exemplo,</p>
<p>“Dich teure Halle” (Tannhäuser – Wagner) no Link: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Wk9m71wzBU4" target="_blank">clique aqui.</a></p>
<p>Agathe’s Aria (”Der Freischütz” – WEBER) no link: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oHYRYNqVvvo" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>As artes gráficas sobre a I Guerra</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/as-artes-graficas-sobre-a-i-guerra/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/as-artes-graficas-sobre-a-i-guerra/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/as-artes-graficas-sobre-a-i-guerra/]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Lucas Jerzy Portela

Nassif, olha isso:

Caricatura do mapa da Europa ås vésperas da Primeira Guerra Mundial (clique aqui):

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-admin/edit-comments.php?deleted=0&amp;approved=5&amp;spam=0&amp;unapproved=0&amp;p=39387&amp;mode=detail&amp;comment_status=moderated"></a><big></big><big>Por Lucas Jerzy Portela<br />
</big></p>
<blockquote><p>Nassif, olha isso:</p>
<p>Caricatura do mapa da Europa ås vésperas da Primeira Guerra Mundial (<a href="http://www.keiththompsonart.com/pages/grandmap.html" target="_blank">clique aqui</a>):<br />
<img src="http://www.keiththompsonart.com/images/full/grandmap.jpg" alt="" width="661" height="542" /></p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=aafd4b05-44c0-823c-9792-e349670e7db0" alt="" /></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/as-artes-graficas-sobre-a-i-guerra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
	</channel>
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