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	<title>Luis Nassif &#187; Universidade</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>A USP, segundo o novo reitor</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/21/a-usp-segundo-o-novo-reitor/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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		<category><![CDATA[setor privado]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Vander Fagundes
Nassif, saiu uma matéria interessante no portal R7. O novo reitor da USP, Grandino Rodas, diz que a USP precisa de verbas do BNDES e da iniciativa privada. É uma boa oportunidade para discussão sobre medidas de melhoria e gestão nas universidades públicas, fomento às pesquisas, fundações de apoio, salário dos professores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Vander Fagundes</h2>
<p>Nassif, saiu uma matéria interessante no portal R7. O novo reitor da USP, Grandino Rodas, diz que a USP precisa de verbas do BNDES e da iniciativa privada. É uma boa oportunidade para discussão sobre medidas de melhoria e gestão nas universidades públicas, fomento às pesquisas, fundações de apoio, salário dos professores e o grande comprometimento do orçamento com o funcionalismo.</p>
<p><a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/usp-precisa-de-verba-do-bndes-e-de-parcerias-com-a-iniciativa-privada-diz-novo-reitor-20091116.html" target="_blank">Clique aqui.</a></p>
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		<title>O jogo da radicalização na Universidade</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Grandino Rosa]]></category>
		<category><![CDATA[invasão]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
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		<description><![CDATA[Por João Vergílio G. Cuter
Esqueçam programas, propostas, e tudo mais. A escolha do governador José Serra levou em conta um único dado: o enfrentamento da greve de estudantes, professores e funcionários da USP no ano que vem. Ela é tão certa quanto o Natal e a Páscoa. E esqueçam também as motivações para essa greve. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por João Vergílio G. Cuter</h2>
<p>Esqueçam programas, propostas, e tudo mais. A escolha do governador José Serra levou em conta um único dado: o enfrentamento da greve de estudantes, professores e funcionários da USP no ano que vem. Ela é tão certa quanto o Natal e a Páscoa. E esqueçam também as motivações para essa greve. Na hora H, elas surgirão, sem nem sequer deixar transparecer um mínimo de cuidado na escolha da pauta de reivindicações. Uma universidade que já fez greve contra o ensino à distância pode fazê-la contra literalmente qualquer coisa. De mais a mais, não há por que se esmerar na elaboração da pauta, se a motivação real é outra. Tratar-se-á pura e simplesmente de desgastar o governador José Serra em ano eleitoral. A desculpa é o que menos importa.</p>
<p>As associações de funcionários e professores, dominadas por minorias ultra-radicais, unem-se ao DCE para encenar, todos os anos, um enredo bem conhecido. A greve é extraída a fórceps, em assembléias manipuladas pela força de apitaços, cadeiraços e barreiras humanas que inviabilizam as aulas por uma semana. Depois de vir à universidade à toa no primeiro e no segundo dia, os estudantes concluem que o melhor é ficar em casa e esperar que as coisas se acalmem.</p>
<p><span id="more-38553"></span>Para que o efeito seja maximizado, a reitoria é invadida, sob a alegação de que a Universidade “está se recusando a negociar”. Claramente, o objetivo não é negociar coisa nenhuma. O que se tem em vista é a chegada da polícia e a produção de manchetes denunciando o caos. O reitor fica diante do dilema: se não chama a polícia, os manifestantes ganham; se chama, eles ganham mais ainda. A Universidade de São Paulo fica, desse modo, reduzida à triste dimensão de massa de manobra de partidecos abiloidados, sob os olhares compassivos e até esperançosos de alguns professores, que vêm nesse tipo de palhaçada uma espécie de “revival” dos gloriosos tempos da Maria Antônia.</p>
<p>O cálculo do governador José Serra foi feito também em termos eleitorais. Ele sabe que a FFLCH está isolada dentro e fora da Universidade. Sabe que é cada vez menor a paciência da população com greves quilométricas motivadas por reivindicações estapafúrdias. Diante disso, ele aposta no confronto. A polícia será chamada, haverá confronto, e ele firmará a imagem do defensor da lei e da ordem contra uma esquerda comprometida com a bagunça. É para isso que o professor João Grandino Rodas está sendo chamado. Independentemente de suas qualidades e de seu programa de gestão, ele foi escolhido pela atuação que teve no episódio da invasão da Faculdade de Direito em 2007. O resto, do ponto de vista do governador, são apenas inessencialidades.</p>
<p>A USP tem que sair desse jogo. Se queremos mesmo que a polícia não volte ao campus, temos que nos unir contra o tipo de ativismo radical e violento que tomou conta da universidade nos últimos anos. Estão cada vez mais claros os sinais do surgimento de movimentos de direita, entre os estudantes, dispostos a enfrentar a violência da esquerda com mais violência. O que acontecerá quando uma assembléia estudantil chamada pelo DCE for interrompida com apitaços e barreiras humanas de outros estudantes? O que acontecerá quando houver a tentativa de arrancar no braço as barricadas erguidas pelos estudantes da FFLCH na avenida Luciano Gualberto? O que acontecerá quando estudantes da Poli, incomodados com os carros de som enviados para inviabilizar suas aulas, saírem às ruas para tirar satisfações com os manifestantes? Ou nós, professores, assumimos uma postura firme e decidida contra os métodos violentos que atualmente têm livre curso dentro da universidade, ou teremos que assistir mais cedo ou mais tarde a uma pancadaria de consequências imprevisíveis. Ou oferecemos saídas institucionais contra quem usa métodos violentos – e isso quer dizer, sim, punição severa a quem recorre a tais métodos – ou não teremos nenhum direito de nos surpreendermos com reações baseadas no uso da força bruta. Vamos nos unir contra a barbárie? Ou vamos continuar calculando o que podemos eventualmente ganhar com ela?</p>
<h2>Por mclovin</h2>
<p>Tolinhos, leiam o texto de novo. Ele não tenta justificar nada. A afronta ao processo democrático é claríssima, ele nem se presta a comentá-la a fundo.</p>
<p>A questão é outra. O texto denota uma coisa(entre outras): a política partidária é extremamente prejudicial ao movimento estudantil. Não vê quem não quer. Estão aí os alunos profissionais, em algumas universidades do Brasil, cursando o mesmo curso há 11 anos. E de lá só sairão com um mandato ou uma assessoria nas costas. Ainda bem que a lei se atualizou.</p>
<p>É triste ver, mas parece que a fronteira da extrema esquerda aproxima-se cada vez mais da extrema direita: intolerância, violência, argumentação zero…É uma pena ver que, numa das maiores IES do país, a situação é essa.</p>
<p>Se a noção política e cidadã dos alunos é, ora estúpida e extremada, ora inerte e individualista, imaginem os eleitor(e políticos!) de amanhã. Lamentem, tios, nós somos o futuro da nação.</p>
<h2>Por Roberto G</h2>
<p>Em grande parte das universidades federais temos os mesmos radicais, aliás, mais treinados e fogosos. Mas nos últimos anos eles não conseguem arrastar nem o pessoal das Humanas para a greve ou confrontos. Tem uma dinâmica conflitiva retroalimentada que é própria da USP e acho que é simplório culpar simplesmente o Serra, seus assessores ou professores que se identificam diretamente com o tucanato. O modelo de universidade é exageradamente hierárquico, o poder está muito concentrado e os conflitos nascem daí. E, visto de fora, passa a idéia de um sistema minado pelas disputas internas, com muitas dificuldades para se reformar. É uma pena. A USP é importante e todos perdemos com isso.</p>
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		<title>Qualidade e quantidade na Academia</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[CAPES]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Schenberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mario Abramo
Caros,

Trechinho da entrevista com o Mário Schemberg(Publicada em julho/agosto de 1984) que se não me engano o Cherubine postou há algum tempo:
“O sistema atual não visa estimular a criatividade do aluno, mas sim a sua produção. Aliás, tive uma experiência interessante quando estive nos Estados Unidos em 1940, trabalhando com o professor George [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Mario Abramo</h2>
<p>Caros,</p>
<p>Trechinho da entrevista com o Mário Schemberg(Publicada em julho/agosto de 1984) que se não me engano o Cherubine postou há algum tempo:<br />
“O sistema atual não visa estimular a criatividade do aluno, mas sim a sua produção. Aliás, tive uma experiência interessante quando estive nos Estados Unidos em 1940, trabalhando com o professor George Gamow. Era um russo de formação européia, tinha horror à Universidade norte-americana, e me preveniu; não vá muito à universidade daqui, não é recomendável, pois a pessoa é promovida pelo peso de suas publicações, e não pelo seu peso científico. Achava que isso se devia ao fato de serem, em geral, universidades particulares, e que os boards of trustees, formados por homens de negócio, cultivavam a idéia de produção sem pensar na qualidade. O critério para promoção, para a renovação de contrato, era o número de trabalhos. Esse critério qualitativo foi introduzido no Brasil pela reforma universitária que, como se sabe, é conseqüência do acordo MEC-USAID. Um físico americano famoso fez uma defesa da universidade nos EUA dizendo que o país tinha necessidade de formar 50.000 engenheiros por ano, não necessariamente os melhores do mundo, para manter o desenvolvimento industrial. Quando queriam alguém de grande capacidade, contratavam na Inglaterra, onde a organização universitária permitia formar, por ano, os duzentos melhores engenheiros do mundo. Essa era a filosofia dominante: aplicavam no ensino os métodos industriais. Esse sistema foi transplantado para cá, fazendo tábua rasa de toda uma tradição universitária brasileira que já existia e que talvez fosse mais adaptada ao Brasil do que aquela que foi instituída. Estou convencido de que a Universidade de hoje é uma instituição em vias de desaparecer. Ou então será uma coisa inteiramente diferente. Terá que ser reformulada, repensada, certos objetivos deverão ser redefinidos.”</p>
<p><a href="http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=71" target="_blank">http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=71<br />
</a></p>
<p><span id="more-37613"></span>Psé, como a Anarquista, o Marcelo W e outros, essas distorções ocorrem por causa do “publish or perish”. Mas essa é uma tendência mundial. Não dá muito pra ser parrudo e encarar de frente.<br />
Mas bem que a CAPES podia começar a enxergar um pouquinho mais longe… e não com essa mentalidade contabilista.<br />
O grande problema do plágio científico é que a evolução acadêmica depende disso, implicando inclusive em acesso a cargos. A fraude não é cometida apenas contra o plagiado, lesado em seu direito autoral, mas também contra toda a sociedade, como ato de falsidade ideológica.</p>
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		<title>A UFMG e a fábrica de nanotecnologia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/01/a-ufmg-e-a-fabrica-de-nanotecnologia/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 16:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[C&T]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Física]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Pimenta]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia. UFMG]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) praticamente foi o pioneiro do estudo da nanotecnologia no Brasil.

Sob o comando de Marcos Pimenta, há uma equipe de cem pesquisadores com renome internacional. Não bastasse o fato de ser belo violonista de choro e sobrinho do grande Aluizio Pimenta, Marcos tornou-se referência mundial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) praticamente foi o pioneiro do estudo da nanotecnologia no Brasil.</p>
<p>Sob o comando de Marcos Pimenta, há uma equipe de cem pesquisadores com renome internacional. Não bastasse o fato de ser belo violonista de choro e sobrinho do grande Aluizio Pimenta, Marcos tornou-se referência mundial no assunto.</p>
<p>Recetemente, o Blog divulgou dados de pesquisa sobre cimento, da equipe do Marcos.</p>
<p>Bom, com o pré-sal a nanotecnologia ganha relevância ainda maior. Será montada uma fábrica para equipamentos especiais, visando a exploração em águas profundas, toda baseada em nanotecnologia.</p>
<p>Ocorre que há movimentos fortes junto à Petrobras e ao Inmetro para que a fábrica fique no Rio de Janeiro.</p>
<p>O Rio já receberá a maior parte do investimento do pré-sal. Portanto, a fábrica de nanotecnologia não fará gde diferença para o estado.</p>
<p>A Petrobras já possui convênios com universidades relevantes. Com o Coppe, conseguiu desenvolver grupos de excelência mundial em águas profundas.</p>
<p>Minas e a UFMG merecem que essa fábrica fique no estado e que a parceria da Petrobras com a Universidade ajude a impulsionar uma área de ponta, onde o país terá todas as condições de desenvolver sua própria tecnologia.</p>
<p>Mas se a mineirada não começar a se movimentar, perderão o jogo.</p>
<p>Aliás, uma bela oportunidade para a Ministra-Chefe da Casa Civil Dilma Rousseff reafimar sua mineiridade.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tecnologia mineira contra CO2</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/25/tecnologia-mineira-contra-co2/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 16:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[CO2]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Doniseti
Nassif, olha só o talento e a criatividade dos brasileiros contribuindo para combater os efeitos do aquecimento global.

Notícia:
Da Folha
Dupla inventa filtro para capturar CO2 de indústria
Dois químicos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) se uniram a uma empresa para dar um drible no risco representado pelo dióxido de carbono, gás que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcos Doniseti</h2>
<p>Nassif, olha só o talento e a criatividade dos brasileiros contribuindo para combater os efeitos do aquecimento global.</p>
<p>Notícia:</p>
<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u642922.shtml" target="_blank">Dupla inventa filtro para capturar CO2 de indústria</a></h3>
<p>Dois químicos da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) se uniram a uma empresa para dar um drible no risco representado pelo dióxido de carbono, gás que é o principal responsável pelo aquecimento global. Esferas de cerâmica desenvolvidas pela dupla têm potencial para filtrar a substância nas chaminés das fábricas e transformá-la em insumo industrial, dizem eles.</p>
<p><span id="more-36827"></span>Por enquanto, a invenção, que deve ser objeto de uma patente internacional, mostrou ser capaz de sequestrar 40% do gás carbônico emitido pela queima de combustíveis. Na segunda fase da pesquisa, recém-iniciada, a intenção é melhorar esse potencial “filtrador” de CO2 (fórmula química da substância) para algo como 60%.</p>
<p>A nova fase do projeto deve mobilizar recursos da ordem de R$ 2,3 milhões, divididos de forma mais ou menos igual entre fundos públicos (da UFMG, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior mineira) e privados (da empresa Amatech).</p>
<p>Tomando a iniciativa</p>
<p>Aliás, num raro caso de interação entre a pesquisa universitária e o setor empresarial no país, foi o pessoal da Amatech que procurou a dupla da UFMG. “Eles vieram falar com a gente, mas ficou claro que a ideia original deles não era viável”, conta Jadson Belchior, que toca o projeto ao lado de Geraldo Lima. “Eles queriam usar um material pastoso que seria complicado de trabalhar.”</p>
<p>Belchior e Lima puseram-se a imaginar uma maneira de filtrar o CO2 com um material sólido, chegando às esferas de cerâmica, cuja composição química exata não pode ser mencionada ainda por causa da necessidade de conseguir a proteção da patente antes.</p>
<p>Eles revelam, porém, que é a estrutura microscópica das esferas que interage com o gás, fazendo com que este se combine à cerâmica (veja o quadro abaixo). “Nos experimentos, as esferas, que pesavam 10 gramas, passam a ter 14 gramas”, conta Belchior.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O avião mineiro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/15/o-aviao-mineiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 10:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[CEA]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Estudos Aeronáuticos]]></category>
		<category><![CDATA[UFMG]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Antonio
O Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) apresentou, nesta quarta-feira, o primeiro avião brasileiro com capacidade para voar na classe ilimitada, a categoria mais elevada das competições internacionais de acrobacias aéreas.

 Clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por José Antonio</h2>
<p>O Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) apresentou, nesta quarta-feira, o primeiro avião brasileiro com capacidade para voar na classe ilimitada, a categoria mais elevada das competições internacionais de acrobacias aéreas.</p>
<p><a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4042014-EI4799,00-UFMG+apresenta+aviao+de+acobracias+inedito+no+Brasil.html" target="_blank"> Clique aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Le Monde: Lula cria a Universidade do Século</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/14/universidadeab/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 12:48:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[ABC]]></category>
		<category><![CDATA[Le Monde]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Adriana
A UFABC (Universidado ABC) de Federal teve seu projeto pedagógico elogiado pela BBC e o Le Monde (e repercutido em rodapé no site do Estadão):

É um tema interessante para discutir os rumos da tecnologia, educação e pesquisa universitária.

Aqui no ABC, um dos frutos que ela já está rendendo é a instalação de um pólo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Adriana</h2>
<p>A UFABC (Universidado ABC) de Federal teve seu projeto pedagógico elogiado pela BBC e o Le Monde (e repercutido em rodapé no site do Estadão):</p>
<p>É um tema interessante para discutir os rumos da tecnologia, educação e pesquisa universitária.</p>
<p>Aqui no ABC, um dos frutos que ela já está rendendo é a instalação de um pólo tecnológico,que certamente vai ajudar a região a sair do caos pós-desindustrialização dos anos 90.</p>
<p><a href="http://www.consorcioabc.org.br/grandeabc0709br/noticiasdestaques/noticia.php?id=284">Clique aqui.</a></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,le-monde-lula-inventa-universidade-do-seculo-21,450323,0.htm" target="_blank">Estadão/Le Monde<br />
</a></p>
<h3>Da BBC Brasil</h3>
<h3>&#8216;Le Monde&#8217;: Lula inventa universidade do século 21</h3>
<p>Jornal publica reportagem elogiosa sobre o Brasil em caderno especial sobre educação.</p>
<p>De Paris para a BBC Brasil &#8211; Na edição desta quarta-feira, o jornal francês Le Monde publica uma elogiosa reportagem sobre educação no Brasil nesta quarta-feira, na qual afirma que, com sua política para a área, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva &#8220;inventa a universidade brasileira do século 21&#8243;.</p>
<p>Em um caderno especial sobre educação, o correspondente do jornal em São Paulo, Philippe Jacqué, afirma que o presidente Lula deu &#8220;um sopro de oxigênio ao ensino superior&#8221; e multiplicou, desde 2002, planos para dinamizar as universidades do país.</p>
<p>O Le Monde cita como exemplos a Universidade Federal do ABC, em São Paulo, criada em 2005, para &#8220;formar os engenheiros do futuro&#8221; e as inovações da Universidade Federal do ABC, &#8220;na zona operária onde Lula começou sua carreira&#8221;.</p>
<p>&#8220;O governo federal não economizou na Universidade ABC. Meio bilhão de euros foi injetado. Desde 2005, pelo menos 280 professores foram contratados, todos titulares de um doutorado&#8221;.</p>
<p>&#8216;Reformulação total&#8217;</p>
<p>O Le Monde afirma também que a equipe jovem de professores, com idade média de 35 anos, corresponde ao desejo de reformular totalmente o modelo universitário brasileiro.</p>
<p>&#8220;Na Universidade ABC, não há departamentos de disciplinas, mas centros de pesquisas multidisciplinares para facilitar a cooperação&#8221;.</p>
<p>Outra inovação da Universidade ABC, segundo o diário francês, é a criação de 300 bolsas de iniciação à pesquisa por ano.</p>
<p>O jornal afirma ainda que o presidente Lula desenvolveu instrumentos para facilitar o acesso ao ensino universitário.</p>
<p>&#8220;Com apenas 4,9 milhões de universitários (16% dos brasileiros entre 18 e 24 anos), o país não soube até o momento democratizar o seu ensino superior&#8221;, escreve o Le Monde, afirmando que é a classe média alta, em grande maioria, que tem acesso às 200 instituições de ensino superior público e gratuito.</p>
<p>O jornal lembra que o sistema universitário brasileiro, &#8220;seletivo&#8221;, favorece alunos com maior poder aquisitivo, que são mais bem preparados porque puderam estudar nas melhores e mais caras escolas privadas. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
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		<title>A má qualidade das universidades</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 12:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcos Oliveira
Depois do IDH, mais um índice para lembrar-nos que ainda temos muito chão pela frente para ser a “potência mundial’ que alguns dizem que somos: no ranking das 200 melhores universidades do mundo, não há sequer uma do Brasil:

http://www.timeshighereducation.co.uk/Rankings2009-Top200.html

Note-se que, para quem gosta do termo BRIC, nós somos o único dos países da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcos Oliveira</h2>
<p>Depois do IDH, mais um índice para lembrar-nos que ainda temos muito chão pela frente para ser a “potência mundial’ que alguns dizem que somos: no ranking das 200 melhores universidades do mundo, não há sequer uma do Brasil:</p>
<p><a href="http://www.timeshighereducation.co.uk/Rankings2009-Top200.html" target="_blank">http://www.timeshighereducation.co.uk/Rankings2009-Top200.html</a></p>
<p>Note-se que, para quem gosta do termo BRIC, nós somos o único dos países da sigla que não tem representantes na lista. Além disso, vários outros países emergentes estão representados (México, Tailândia, Malásia, África do Sul …). Será que eles esqueceram do Brasil ou estamos tão mal mesmo ?</p>
<p>Quem sabe os comentaristas do blog que estão no meio acadêmico poderiam esclarecer a verdade …</p>
<h2>Por Luis Andre Andrade</h2>
<p>Existe varios ranking sobre faculdades num deles o Webometrics Ranking Web of World Universities a USP ficou em 38, sendo a 1 da america latina e a 6 no mundo, sem levar em conta as universidades americanas</p>
<p>Esse ranking está relacionado a qualidade/quantidade de pesquisas cientificas na internet</p>
<p>Vai o link ai</p>
<p><a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/08/31/ult105u8617.jhtm" target="_blank">http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/08/31/ult105u8617.jhtm</a></p>
<p>E outro ranking o Ranking of World Repositories Top 300 Institutions ficou em 78 lugar, um crescimento de 22 posições em relação ao an anterior. Esse instituto leva em conta a produção cientifica.</p>
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		<title>O projeto de trem da UFRJ</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[C&T]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[levitação]]></category>
		<category><![CDATA[Maglev-Cobra]]></category>
		<category><![CDATA[trem]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eduardo David
Quando, em 1852, o futuro barão de Mauá encomendou sua locomotiva a vapor número 1 (mais valiosa peça do acervo histórico ferroviário) para operar o primeiro trecho ferroviário do Brasil ela já era uma peça de museu. Desde 1837 já existiam as locomotivas do tipo American, que depois se tornaram o padrão.

Existem vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Eduardo David</span></strong></h2>
<p>Quando, em 1852, o futuro barão de Mauá encomendou sua locomotiva a vapor número 1 (mais valiosa peça do acervo histórico ferroviário) para operar o primeiro trecho ferroviário do Brasil ela já era uma peça de museu. Desde 1837 já existiam as locomotivas do tipo American, que depois se tornaram o padrão.</p>
<p>Existem vários exemplos na história ferroviária brasileira que mostra que estamos sempre comprando tecnologia defasada. Sempre no apagar das luzes dos governos se fazem licitações apressadas, porque o melhor negócio não é a obra, mas a concessão da obra, que é um papel que se valoriza com o tempo e, no momento certo, é comercializado.</p>
<p>Mas é difícil quebrar paradigmas tecnológicos. Foi assim com a máquina de datilografia, com a câmara digital.</p>
<p>A levitação magnética quebra paradigmas. Vai chegar, por suas vantagens técnicas sobre a tecnologia roda-trilho. O Brasil corre risco que perder uma grande chance.</p>
<p>Faço parte da equipe de desenvolvimento do projeto Maglev-Cobra na UFRJ e voltei ano passado de um pós-doutorado na Alemanha. O prof. Richard, que deu entrevista no jornal O Estado de São Paulo, apresentou muito mais justificativas, que não foram publicadas. Já foi convidado para fazer parte de banca de doutorado na Alemanha de pessoas que trabalham na Transrapid. Portanto conhece profundamente a tecnologia. Se, por falta de espaço na grande imprensa, não foi bem compreendido, os leitores poderão consultá-lo diretamente: <a href="mailto:richard@dee.ufrj.br">richard@dee.ufrj.br</a></p>
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		<title>O diesel do óleo de cozinha</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/15/o-diesel-do-oleo-de-cozinha/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 12:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[óleo de cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto São Pulo/SP
Técnica acelera e barateia produção de biodiesel

Agência USP de Notícias,

Pesquisadores da USP desenvolveram uma técnica para transformar em biodiesel óleos vegetais já danificados pelo processo de fritura e a borra de soja, um resíduo da indústria de óleo alimentício. A técnica reduz o tempo da reação química de 24 horas para 30 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Roberto São Pulo/SP</span></strong></h2>
<p>Técnica acelera e barateia produção de biodiesel</p>
<p>Agência USP de Notícias,</p>
<p>Pesquisadores da USP desenvolveram uma técnica para transformar em biodiesel óleos vegetais já danificados pelo processo de fritura e a borra de soja, um resíduo da indústria de óleo alimentício. A técnica reduz o tempo da reação química de 24 horas para 30 minutos e barateia o processo. O segredo foi usar um catalisador diferente na reação, feito com os metais Cobre e Vanádio……………</p>
<p><span id="more-32301"></span>………..Os pesquisadores do Laboratório de Tecnologias Limpas (LADETEL), chefiados por Dabdoub, passaram dois anos tentando descobrir uma maneira de tornar esse processo mais barato, eficiente e rápido. Eles fizeram dezenas de reações no laboratório para descobrir os catalisadores, pressão, temperatura, proporções dos reagentes e concentração de álcool ideais para que a reação acontecesse.</p>
<p>A conclusão veio no início de 2008: a melhor maneira de produzir biodiesel a partir de óleo jogado fora é com um catalisador feito com os metais Vanádio e Cobre. “Ele não se dissolve no óleo e por isso pode ser recuperado facilmente no final da reação”, explica Márcia Rampim, uma das pesquisadoras envolvidas no projeto .</p>
<p>A nova reação também é muito eficiente. “Com 1 litro de óleo de cozinha, produzimos 1 litro de biodiesel e 100 ml de glicerina”.</p>
<p>Limpo e barato</p>
<p>“No Brasil consome-se cerca de 19 litros per capita de óleo por ano, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (ABIOVE)”, calcula Dabdoub.“Se considerarmos que 12 litros desse óleo não sejam absorvidos pelos alimentos, que é uma estimativa muito conservadora, são cerca de 7 litros de óleo por pessoa sendo jogados pela pia, indo pelo esgoto, impermeabilizando leitos de rios e contaminando lençóis freáticos e fontes de água, todo ano…………</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://citrus.uspnet.usp.br/agen/?p=826">http://citrus.uspnet.usp.br/agen/?p=826</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Discutindo a USP</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/03/discutindo-a-usp/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 12:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

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		<description><![CDATA[Anos atrás, um grupo de notáveis tentou mudar os critérios de escolha de reitor na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Defendiam sistemas de avaliação, busca da excelência e questionavam o democratismo das eleições. Defendiam a Universidade como um local de excelência, na qual o critério fundamental fosse o da meritocracia.

Agora, um grupo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Anos atrás, um grupo de notáveis tentou mudar os critérios de escolha de reitor na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Defendiam sistemas de avaliação, busca da excelência e questionavam o democratismo das eleições. Defendiam a Universidade como um local de excelência, na qual o critério fundamental fosse o da meritocracia.</p>
<p>Agora, um grupo de professores da USP abere o debate. Um deles, o Renato Janine Ribeiro, participou da CAPES, onde instituiu discussões profícuas sobre novos sistemas de avaliação da produção acadêmica.</p>
<p>É uma boa discussão. Boa, aliás, é pouco: é uma das discussões essenciais para a construção de um país mais dinâmico e moderno.</p>
<p><strong><a href="http://blogln.ning.com/group/ensino" target="_blank"><strong>Participe do grupo de discussão sobre a universidade pública</strong></a></strong></p>
<h2>Da Folha</h2>
<h3>Grupo de professores cobra mudança na USP</h3>
<p>Manifesto exorta docentes a participarem mais do processo de sucessão reitoral na universidade, que se inicia agora</p>
<p>Movimento aponta a necessidade de a USP se modernizar e propõe fim do colégio eleitoral do segundo turno na escolha do reitor</p>
<p>HÉLIO SCHWARTSMAN<br />
DA EQUIPE DE ARTICULISTAS</p>
<p>Um grupo de sete notáveis da USP está lançando um manifesto em que cobra alterações estruturais na universidade e exorta professores a participarem mais do processo de sucessão reitoral, que se inicia agora.<br />
A íntegra do documento -intitulado &#8220;A USP precisa mudar&#8221;- pode ser consultada em www.folha.com.br/092141. Os nomes e os minicurrículos dos sete signatários do texto estão no quadro abaixo.</p>
<p><span id="more-32026"></span>O manifesto aponta a necessidade de a USP se modernizar sem perder suas &#8220;tradições de qualidade&#8221;. &#8220;As mudanças implicam fortalecer os critérios de qualidade em todas as suas ações e mecanismos de gestão, a começar pela escolha de seu próprio reitor, favorecendo o predomínio da academia sobre os interesses menores. Isso exige subordinar os procedimentos burocráticos e de gestão às atividades-fim, despindo-os dos seus componentes ritualísticos e cartoriais&#8221;, diz o texto.</p>
<p>O movimento surge pouco depois de uma greve seguida de ocupação do campus de São Paulo pela Polícia Militar (a pedido da reitoria) que lançou a USP numa espécie de crise de identidade. O subproduto positivo do episódio é que ganharam maior evidência discussões existenciais sobre o papel da universidade, que vão desde a legitimidade das associações sindicais até a forma de eleição para reitor, passando por questões estratégicas como excelência acadêmica e avaliação.</p>
<p>O grupo considera que o processo eleitoral, previsto para terminar em outubro, é uma excelente oportunidade para melhorar o nível do debate, levando os candidatos a posicionar-se sobre os mais variados temas e definindo quais são os consensos que estão além de candidaturas individuais.</p>
<p>Em relação especificamente à escolha do reitor, o movimento defende a eliminação do colégio eleitoral do segundo turno, do qual participam apenas 256 professores muito próximos da reitoria. &#8220;O processo atual é altamente insatisfatório&#8221;, diz Marco Antonio Zago, um dos articuladores do movimento. A alternativa proposta é o colégio eleitoral do primeiro turno, com 1.200 ou 1.300 membros, ou uma versão ainda mais ampliada.</p>
<p>O texto pede que uma nova forma de escolha seja efetivada já no primeiro ano da próxima gestão, para funcionar na eleição subsequente à deste ano.</p>
<p>Renato Janine Ribeiro, outro dos organizadores, enfatiza a questão da qualidade. &#8220;Muito do debate se tem centrado na forma de escolher o reitor, que é muito importante, mas é apenas um meio. O fim é o aumento da qualidade, o enfrentamento do que chamamos de déficits e o aproveitamento do que chamamos de oportunidades&#8221;, afirma o professor.</p>
<p>O grupo insiste fortemente na necessidade de reforçar os mecanismos de avaliação como forma de garantir a excelência acadêmica. &#8220;Não há um processo de avaliação forte, permanente e profundo. E o pouco que há é sempre visto como algo para prejudicar, punir e perseguir&#8221;, lamenta Zago.</p>
<p>Um dos problemas graves apontados pelo movimento é o que os signatários chamam de &#8220;forças centrífugas que tendem a desagregar a USP&#8221;. Pesquisadores de mais sucesso acabam se isolando e, através das fundações e outros mecanismos, batalham sozinhos por financiamento para seus projetos.</p>
<p>A ideia de universidade como &#8220;universitas&#8221; (o todo, o universo) perde o sentido, explica Ribeiro. Para ele, essa tendência pode ser combatida com mais liderança acadêmica, em especial de parte da reitoria, e com mais autonomia para as unidades. &#8220;O modelo da USP é muito centralizador&#8221;, queixa-se.</p>
<p>Outro alvo do movimento é a burocratização, que, nas palavras do documento &#8220;subordina o mérito ao rito&#8221;. É função da reitoria, diz o texto, &#8220;quebrar a estagnação&#8221;.</p>
<p>O documento também menciona a necessidade de a USP abrir-se mais para a sociedade, participando da solução de problemas e fornecendo os quadros necessários para enfrentá-los. Pede uma renovação do sistema de pós-graduação que aposte na interdisciplinaridade e em novas formas de articular grupos de pesquisa.</p>
<p>Questionados sobre candidaturas, tanto Zago como Ribeiro afirmaram que, hoje, nenhum dos signatários tem planos de postular o cargo de reitor.</p>
<p><strong><a href="http://blogln.ning.com/group/ensino" target="_blank"><strong><br />
</strong></a></strong></p>
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		<item>
		<title>Academia e produção de tecnologia</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 14:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por paulo
Pesquisa industrial

17/7/2009
Por Thiago Romero, de Manaus

Agência FAPESP – O Brasil tem duas opções quando o assunto é fazer com que o conhecimento acadêmico dê origem a produtos e processos que gerem riqueza ao país e benefícios à sociedade: gastar bilhões em estudos científicos sem grandes resultados concretos ou criar e executar programas em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por paulo</span></strong></h2>
<p>Pesquisa industrial</p>
<p>17/7/2009<br />
Por Thiago Romero, de Manaus</p>
<p>Agência FAPESP – O Brasil tem duas opções quando o assunto é fazer com que o conhecimento acadêmico dê origem a produtos e processos que gerem riqueza ao país e benefícios à sociedade: gastar bilhões em estudos científicos sem grandes resultados concretos ou criar e executar programas em que a pesquisa seja o instrumento do desenvolvimento e a ferramenta da competitividade empresarial.</p>
<p>A afirmação, de Fernando Galembeck, professor titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi feita durante a 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Manaus, na mesa-redonda “A pesquisa científica e a indústria”.</p>
<p>“Temos hoje, no Brasil, oportunidades enormes para inovar e transferir conhecimento da academia para o setor produtivo, a começar pelo papel de liderança que o país tem atualmente na transição global para a era do pós-petróleo, que será em grande parte substituído pela biomassa”, disse.</p>
<p><span id="more-31702"></span>Galembeck destacou que os produtos e processos industriais de maior rentabilidade atualmente no mercado são, geralmente, os mais novos. E os produtos mais novos são, na maioria das vezes, justamente aqueles com mais aporte recente de conhecimento.</p>
<p>“Podemos dizer que o interesse dos empresários e dos pesquisadores por aquilo que é novo é convergente. E é aí que entra o papel do Estado em fazer com que as ideias prosperem quando elas forem novas e positivas para o público e que sejam suprimidas quando forem negativas para a sociedade”, afirmou.</p>
<p>Para demonstrar que o Brasil tem grande capacidade de transformar conhecimento em riqueza, citou o exemplo do setor dos biocombustíveis e o da indústria química nacional, esta última com faturamento de US$ 140 bilhões em 2008.</p>
<p>“O Brasil vive um momento sem precedentes [na área energética]. Com as recentes descobertas no pré-sal está caminhando para se tornar um dos maiores produtores de petróleo do mundo e também é um dos principais produtores das alternativas ao combustível fóssil. O Brasil é um atacante que chuta com a direita e com a esquerda”, brincou.</p>
<p>No caso específico do etanol no Sudeste do país e suas mais de quatro décadas de pesquisa, uma boa referência para atestar essa liderança impulsionada pelo conhecimento é o fato de que, em 1970, todo o açúcar e álcool produzido no Estado de São Paulo eram provenientes de uma única variedade de cana-de-açúcar, conhecida como NA e originária do norte da Argentina.</p>
<p>“Mais recentemente, na última safra, foram plantadas canas de, pelo menos, 250 variedades distintas no Estado, que hoje tem um estoque de mais de 500 variedades. E o estoque de variedades de eucalipto do Brasil – também com mais de 500 tipos – é maior que o da Austrália”, apontou.</p>
<p>Proteção intelectual</p>
<p>O setor químico no Brasil, segundo Galembeck, produz e exporta tecnologias, gera patentes, opera em redes e emprega doutores, a exemplo de grandes empresas privadas de sucesso que têm na pesquisa científica o ponto de partida de seus negócios, como Braskem, Orbys, Oxiteno, Aché e Bunge.</p>
<p>“Na Oxiteno, por exemplo, 54% da produção atual provém de projetos recentes de pesquisa e desenvolvimento. Ou seja, se não tivesse pesquisa, não existiria faturamento”, destacou.</p>
<p>O professor da Unicamp chamou a atenção ainda para a falta de interesse dos estudantes universitários brasileiros, de modo geral, com relação à aquisição de informações relacionadas aos direitos de propriedade intelectual.</p>
<p>“Do Oiapoque ao Chuí, com paradas no Rio de Janeiro e em São Paulo, os estudantes, que vão se tornar pesquisadores inovadores e interagir com a indústria, leem dezenas de livros, fazem cursos e escrevem artigos científicos, mas não leem patentes, matéria que só aparece nos currículos das faculdades de direito”, apontou.</p>
<p>E nessa linha de raciocínio, segundo Galembeck, os cientistas brasileiros também têm duas opções: descobrir algo, escrever um artigo e ser reconhecido pela comunidade científica e pela imprensa ou, então, inventar algo e transformá-lo em um negócio.</p>
<p>“Será que antes de publicar em revista científica os pesquisadores não deveriam pensar em depositar uma patente e proteger sua invenção?”, indagou.</p>
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		<item>
		<title>Um discussão sobre a Universidade pública</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/12/um-discussao-sobre-a-universidade-publica/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novo Modelo]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[deparamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos pegar a deixa do João Vergílio e começar a discutir seriamente a USP. Colocarei algumas premissas, para tentar organizar um pouco a pauta.

Elemento 1 - a missão da Universidade.

Nos anos 90 houve grande discussão. De um lado, os que achavam que a Universidade deveria atender o mercado; do outro, os que consideravam que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos pegar a deixa do João Vergílio e começar a discutir seriamente a USP. Colocarei algumas premissas, para tentar organizar um pouco a pauta.</p>
<p><strong>Elemento 1</strong> &#8211; a missão da Universidade.</p>
<p>Nos anos 90 houve grande discussão. De um lado, os que achavam que a Universidade deveria atender o mercado; do outro, os que consideravam que o único compromisso era com a ciência. E, para cumprir essa missão, o pesquisador deveria ficar solto, sem se amarrar a metas e avaliações.</p>
<p>Em um estudo clássico, o então reitor da UNICAMP, Britto Cruz, colocou a discussão nos devidos termos. O papel da Universidade é formar alunos e fazer ciência, prospectar as fronteiras do conhecimento. Aqueles alunos com vocação empreendedora, com tendência a desenvolver tecnologia, deveriam ser estimulados a montar sua empresa (as incubadoras), registrar suas patentes e ser colocado em contato com empresas. Escritórios de patentes foram criados na UNICAMP e na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).<span id="more-31063"></span></p>
<p>Uma das maiores asneiras propagadas nos anos 90 &#8211; especialmente pelo ex-Ministro Paulo Renato &#8211; é que os governos deveriam se preocupar apenas com o ensino básico, deixando Universidades para segundo plano. Cometeu um crime contra a educação, a ciência e a tecnologia nacionais.</p>
<p><strong>Elemento 2</strong> &#8211; os agentes da Universidade.</p>
<p>Definidos os fins (formar alunos e fazer ciência), há que se trabalhar os meios. Todas as análises de meio deverão ter como foco central os fins.</p>
<p><strong>Os professores</strong> &#8211; Quem produz conhecimento e forma alunos são os professores. Eles devem trabalhar em um local que, numa ponta, forneça as melhores condições de trabalho. Na outra, modelos de avaliação que meçam sua produtividade e grau de excelência. Publicação de papers é um modo, mas não apenas isso. Geração de patentes é outro, mas não pode ser o foco. Análise do que aconteceu com seus ex-alunos, um terceiro indicador, mas não exclusivo. A reputação acadêmica do departamento, outro. A avaliação dos alunos e funcionários, outro.</p>
<p><strong>Os alunos</strong> &#8211; são os receptadores do conhecimento transmitido pelos professores. Por isso mesmo, devem ser um agente ativo de avaliação dos mestres e das condições oferecidas pela Universidade. Tempos atrás, fui convidado para ser ombudsman de um jornal da ECA/USP, muito bem feito, por sinal. Havia reportagens acachapantes sobre as más condições de funcionamento da USP, falta de manutenção, restaurantes caindo aos pedaços etc. Obviamente, há limites para a atuação dos alunos. O caminho é a definição de fóruns adequados de manifestação mas, principalmente, de clareza sobre a busca permanente da excelência universitária.</p>
<p><strong>Os funcionários</strong> &#8211; o papel dos funcionários é fornecer a retaguarda administrativa e de serviços para os professores. Sua estrutura, tamanho, custo deve seguir estritamente o que for necessário para o bom funcionamento da Universidade. Mas, em fóruns adequados, deve opinar sobre temas a que estão ligados, como as condições de trabalho, as sugestões para melhorias, os compromissos de melhorias contínuas.</p>
<p><span style="color: #888888">A direção</span> &#8211; há três instâncias de poder na Universidade: os departamentos, o Conselho Universitário e a Reitoria.</p>
<p>Vamos, primeiro, discutir o modelo de gestão na Universidade, antes de retomar essa questão da governança.</p>
<p><strong>Elemento 3</strong> &#8211; a governança na Universidade.</p>
<p>Gerir uma Universidade é tarefa muitíssimo mais complexa do que administrar uma grande corporação. Na empresa, há objetivos definidos (produzir, gerar lucros), cadeia de comando verticalizada (a ordem vem de cima e se impõe sobre os departamentos), e formas conhecidas de articulação dos departamentos. A lógica da Universidade é outra e exige um modelo de governança diferente.</p>
<p>Mas o que existe hoje em dia é o caos.</p>
<p>A primeira instância de  poder são os departamentos.</p>
<p>Em geral, são caixas pretas. Alguns buscam a excelência, outros são arenas de disputas entre os professores. A politização começa por ali.<br />
Diria que nas Exatas há maior compromisso com a busca de excelência, com a contratação de professores que tragam mais reputação para os departamentos. Em outros campos, a marmelada começa nos próprios concursos para professores, em um sistema de compadrio que compromete a missão da Universidade.</p>
<p>A indicação de acadêmicos para cargos departamentais é uma excrescência que impõe duas perdas: mata-se o acadêmico e cria-se um mau gestor.</p>
<p>Por outro lado, as regras do MEC &#8211; especialmente para as federais &#8211; não estimula nenhuma forma de aprimoramento de gestão. Se um departamento conseguir economizar em atividades-meio, não terá como utilizar os recursos para atividades-fim. No ano seguinte, esses recursos serão retirados por serem considerados excedentes.</p>
<p>A segunda instância é o Conselho Universitário.</p>
<p>A implantação de eleição direta nas Universidades gerou, em muitas delas, o populismo acadêmico, de atendimento das demandas de professores e funcionários, deixando de lado a busca da excelência. No fundo, me parece ser um arquipélago de ilhas isoladas, cada qual buscando apenas o que interessa a si.</p>
<p>A terceira instância é a reitoria.</p>
<p>Veja bem, estamos falando em um desafio que o melhor CEO do país teria dificuldades em conduzir. Definir missão, enquadrar os departamentos em objetivos claros, criar modelos gerenciais (para as atividades-meio) que desobriguem os professores de serem atropelados pelas pequenas demandas do dia-a-dia, criar instâncias para as manifestações dos alunos e funcionários, ser o representante do contribuinte perante a comunidade universitária, cumprindo contratos de gestão, com objetivos claros.<br />
Longe de mim criticar a reitora Suely &#8211; que foi orientadora da Ruiva e de quem ela tem a melhor das impressões. Mas não há a menor lógica de colocar uma boa pesquisadora, uma mestra exemplar, uma acadêmica premiada para um desafio de tal ordem, que nada tem a ver com sua formação.</p>
<p>Sem fóruns adequados, sem canais de comunicação, funcionários se organizam em torno do Sindicato, alunos em torno das Assembléias &#8211; legitimando seu ativismo com a barbeiragem dos gestores.</p>
<p>Vou parando por aqui para começarmos o debate.</p>
<p>Temas sugeridos:</p>
<p>1.	Modelo de governança.</p>
<p>No modelo atual &#8211; Universidade com autonomia total (inclusive sem a obrigação de prestar contas), departamentos com autonomia total, professores que, depois de empossados, não são obrigados a manter o ritmo anterior de produção &#8211; é impossível romper esse círculo vicioso.</p>
<p>Minha proposta é que as Universidades passem a ser administradas por gestores acadêmicos &#8211; não um CEO de empresa, mas pessoas do meio, com conhecimento sobre a lógica da Universidade e que saibam manejar ferramentas de gestão. Não se trata de gerir a Universidade como uma empresa privada, isso é bobagem. O gestor tem que entender todas as especificidades, as necessidades operacionais, as características da produção acadêmica e prover os meios necessários. Mas tem que responder ao contribuinte com resultados.</p>
<p>Dizer isso é fácil. Difícil é definir um modelo de governça que permita a discussão da missão, da implementação de planos por sobre a estrutura de poder interno.</p>
<p>2.	Modelo de departamentos.</p>
<p>Na era da interdepartamentalidade, é necessário pensar um novo modelo que acabe com as caixas pretas dos departamentos. De certo modo, eles estratificam o poder, como as velhas cátedras, impedem a renovação, o dinamismo, as novas ideias, os novos valores.</p>
<p>3.	Modelo de financiamento.</p>
<p>A USP está presa, há anos, à questão dos aposentados, comendo cada vez mais seu orçamento, sem que o governo do Estado se proponha a agir. As Federais estão amarradas a procedimentos burocráticos que impedem a busca da eficiência na alocação de recursos.</p>
<p>Há que se aproveitar o momento para amarrar a questão do financiamento a novas formas de gestão acadêmica.</p>
<p>É muita coisa a discutir. Lanço aí as primeiras provocações.</p>
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		<title>USP, greves e piquetes</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 12:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[greve]]></category>
		<category><![CDATA[piquete]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

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		<description><![CDATA[O João Vergílio, corajosamente, expõe um tema que merece ampla discussão: o uso reiterado dos piquetes na Universidade e o desafio da legitimação das teses, sem o emprego da violência.

Vamos abrir uma discussão entre iguais aqui, com argumentos de ambos os lados e respeitando o contraditório. Aqui, não se está no terreno dos inimigos da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O João Vergílio, corajosamente, expõe um tema que merece ampla discussão: o uso reiterado dos piquetes na Universidade e o desafio da legitimação das teses, sem o emprego da violência.</p>
<p>Vamos abrir uma discussão entre iguais aqui, com argumentos de ambos os lados e respeitando o contraditório. Aqui, não se está no terreno dos inimigos da Universidade pública, mas de seus defensores. Pautemos a discussão por esse prisma fundamental: o que é melhor para legitimar a grande USP.</p>
<h2><strong><span class="row-title">Por João Vergílio</span></strong></h2>
<p>Agora que o pior já passou, é hora de nos sentarmos todos &#8211; professores, alunos e funcionários da Universidade de São Paulo &#8211; para fazermos uma reflexão a respeito dos gravíssimos incidentes ocorridos no campus durante a semana. O lugar por excelência da palavra foi invadido pela força bruta. Há algo de profundamente errado nisso tudo, e precisamos deixar de lado por um momento as paixões políticas e os partidarismos para buscarmos um solo comum onde todos possam se reconhecer.</p>
<p>Sei que é facílimo, num momento como este, refugiar-se na crítica à reitora. Sua situação não poderia ser mais frágil. Comprou briga com a “direita” quando não chamou a polícia, e agora comprou briga com a “esquerda”, ao chamá-la. Foi inábil? Talvez tenha sido, não sei. Um juízo depende, neste caso, do acompanhamento miúdo das negociações, e da consideração cuidadosa das opções disponíveis. Evitarei, por isso, este discurso fácil. <span id="more-31050"></span></p>
<p>Na raiz de todos esses problemas que enfrentamos, não está uma reitora, mas o uso de certos instrumentos políticos que me parecem completamente incompatíveis com os ideais de universidade que, agora, todos parecem dispostos a invocar quando fazem a condenação das ações da polícia. Eu me refiro aos piquetes e às invasões de prédios públicos. Alunos e funcionários usam e abusam desses dois instrumentos de luta ano após ano, sob os olhares complacentes (quando não coniventes) de muitos professores. Chegou a hora de dizermos com toda a clareza que tais métodos são violentos e, nessa medida, absolutamente incompatíveis com a vida acadêmica &#8211; tão incompatíveis, ou mais, do que a presença da polícia dentro do campus.</p>
<p>A dificuldade de mobilizar a comunidade acadêmica para empunhar suas bandeiras leva lideranças radicais e insensatas a lançar mão desses instrumentos. As greves na USP são, em grande medida, dependentes dos piquetes e das invasões. Os piquetes garantem o esvaziamento das salas de aula e das repartições, enquanto as invasões dão à imprensa a dose de escândalo necessária às manchetes e às fotos de primeira página. O primeiro grande problema é que, ao fazer isso, os grevistas colocam-se fora dos marcos institucionais. Sou perfeitamente capaz de aceitar quebras da legalidade em situações extremas, que a justifiquem. Mas, exatamente para poder argumentar com alguma razão nesses casos extremos, não posso admitir a banalização da ilegalidade.</p>
<p>Piquetes são proibidos por lei. Invasões de prédios públicos também. Em ambos os casos, a lei faculta, sim, o recurso à força policial. Foi o que fez a reitora. Se foi prudente, ou não, é outra história. O fato é que alunos, professores e funcionários que insistem em recorrer a expedientes ilegais não têm nenhuma razão para reclamar quando a universidade dá a eles a resposta institucional prevista nas leis do país.</p>
<p>Mas não gostaria de falar aqui apenas na força da lei. Há um segundo grande problema que devemos enfrentar. O recurso aos piquetes e às invasões de prédios públicos fere também os marcos mais elementares da convivência acadêmica. Se um aluno, um funcionário ou um professor não quer entrar em greve, ele tem todo o direito de fazê-lo, e esse direito deve ser assegurado. Assembléias são instrumentos legítimos de decisão, mas devem inserir-se numa sociabilidade previamente dada. Devem satisfações a uma ordem que elas não podem pretender refundar. Como é possível invocar ideiais de convivência acadêmica para condenar a violência policial, quando esses ideiais foram solenemente ignorados durante todo o processo que antecedeu a chegada da polícia?</p>
<p>Greves são instrumentos normais de pressão. Ninguém deve ser perseguido ou estigmatizado pelo fato de estar defendendo ou simplesmente aderindo a um movimento grevista. Greves são normais. Piquetes não são normais, nem aceitáveis. Piquetes são intervenções físicas, violentas, que visam a impedir o exercício de um direito garantido pelas leis e sancionado pelas regras mínimas da civilidade. Se os grevistas querem adensar o movimento, devem argumentar, e não interpor corpos ou barricadas à entrada daqueles que, por quaisquer motivos, discordam deles.</p>
<p>Quem invade um espaço público, por outro lado, demonstra o mais completo desapreço por aquilo que deveria pautar as ações de pessoas que lutam por uma presença forte e decisiva do Estado no interior do sistema capitalista, corrigindo-lhe as distorções &#8211; o sentido do bem comunitário, que não é meu, nem seu, e do qual eu não posso dispor a meu bel prazer. Temos que renunciar firmemente a isso dentro da universidade. A comunidade acadêmica não age com os braços, nem com as botinas. Age com a palavra. As portas da reitoria arrebentadas a socos e chutes são um monumento à violência, são o oposto do diálogo, e nos expõem ao ridículo diante de toda a sociedade que paga os nossos salários.</p>
<p>A violência dentro da universidade tem que ser contida, meu caro Nassif. A qualquer custo. Está se criando o palco para enfrentamentos muitíssimo mais graves do que esses que as televisões mostraram, com seu habitual gosto pelo escândalo irrefletido. Não me refiro a uma volta da polícia, embora esta não esteja descartada. Estou me referindo a enfrentamentos entre estudantes. Rogo a meus colegas que examinem o material disponível na Internet. Há uma revolta imensa crescendo dentro de outras unidades da USP contra esses métodos toscos de “fabricar greves” a qualquer custo. Como podemos articular um discurso minimamente crível contra a violência, se nós mesmos a coonestamos? Quando caminhões de som do sindicato dos funcionários vão à Poli inviabilizar no berro as aulas nas unidades, o que podemos esperar como resposta? E, acima de tudo, que tipo de resposta estaremos em condições de dar, quando for preciso?</p>
<p>Temos que iniciar um grande movimento na universidade pelo fim dos métodos violentos de luta. Quem quiser participar de nossa comunidade tem que aceitar as regras do convívio democrático. Piquetes são ações violentas, e nenhuma assembléia de alunos, professores ou funcionários possui legitimidade para autorizar a sua prática. Invasões são ações criminosas. Quem as pratica merece ser processado nos termos da lei, e não tem condições de se inserir na vida universitária. É só rejeitando a violência que temos praticado de forma tão habitual e tranquila que expulsaremos a polícia do campus. Se não queremos a violência policial, devemos cuidar de não sermos, nós mesmos, violentos. De uma comunidade que deseja ser reconhecida pelo primado da racinalidade, o mínimo que se pode esperar, afinal de contas, é um pouco de coerência.</p>
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		<title>O álcool de segunda geração</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 11:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[etanol celulósico]]></category>
		<category><![CDATA[MCT]]></category>

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		<description><![CDATA[Importante informação na Folha, sobre a criação em Campinas de um centro de pesquisas de etanol celulósico, a aposta maior dos grandes países para competir com o etanol de cana.
Da Folha
Brasil terá centro para álcool de celulose
Instituto de pesquisa a ser inaugurado em setembro tem investimento de R$ 69 milhões; objetivo é concorrer com EUA
Instalação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importante informação na Folha, sobre a criação em Campinas de um centro de pesquisas de etanol celulósico, a aposta maior dos grandes países para competir com o etanol de cana.</p>
<h2>Da Folha</h2>
<h3>Brasil terá centro para álcool de celulose</h3>
<p>Instituto de pesquisa a ser inaugurado em setembro tem investimento de R$ 69 milhões; objetivo é concorrer com EUA<br />
Instalação em Campinas é a segunda do gênero no país; a primeira, inaugurada em 2004, em Piracicaba, está fechada &#8220;para reforma&#8221;</p>
<p>EDUARDO GERAQUE<br />
DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>O Brasil deve iniciar neste ano um esforço para não perder a corrida dos biocombustíveis do futuro. Em setembro, começa a funcionar em Campinas (interior paulista) o Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol, um instituto dedicado a pesquisar formas de obter o máximo de energia da celulose das plantas.<br />
A corrida pelo álcool de segunda geração vem sendo liderada pelos EUA, que investem maciçamente nessa linha de pesquisa. O objetivo é tornar o álcool de celulose comercialmente viável num prazo curto -menos de dez anos.</p>
<p>Isso permitirá transformar em combustível matérias-primas que hoje vão para o lixo, como a palha de cana, ou, no caso americano, um capim chamado &#8220;switchgrass&#8221; e também a palha do milho.</p>
<p>O investimento inicial do MCT (Ministério da Ciência e Tecnologia) no projeto brasileiro é de R$ 69 milhões. Para comparação, os Estados Unidos vão investir US$ 1 bilhão em nove refinarias do tipo, entre 2008 e 2013.</p>
<p>Continua (copie e cole o link: http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRl1SgoQypWS-Jwk)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O desperdício de cérebros</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/08/o-desperdicio-de-cerebros/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[C&T]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[classe média]]></category>
		<category><![CDATA[fuga de cérebros]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexandre
Nassif,

Não estamos prontos para ter essa discussão. Verdade seja dita: ninguém liga para a classe média no Brasil, não a classe média elevada à esta condição pela subida do salário mínimo, a classe média de professores universitários, trabalhadores especializados e profissionais liberais. Já li algum dia que a classe média era a mola propulsora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Alexandre</span></strong></h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Não estamos prontos para ter essa discussão. Verdade seja dita: ninguém liga para a classe média no Brasil, não a classe média elevada à esta condição pela subida do salário mínimo, a classe média de professores universitários, trabalhadores especializados e profissionais liberais. Já li algum dia que a classe média era a mola propulsora da economia: a classe alta não era suficientemente numerosa nem a classe baixa teria renda suficiente para isso.</p>
<p>Para quem acha que o Governo Lula aliviou ou resolveu esse problema, sugiro o artigo do Professor Marcio Pochmann (acima de qualquer suspeita de ser oposicionista, creio) “Desemprego estrutural no Brasil e a anomalia da fuga de cérebros”, onde ele deixa claro o agravamento da situação. Enquanto China e Índia estão penando para formar e (bem) empregar milhares de cientistas e engenheiros, o Brasil se dá ao luxo de desperdiça-los.</p>
<p>Eu, Mestre em Engenharia da Computação jamais encontrei um emprego condizente com meu nível de formação, mas tenho uma renda razoável. Minha noiva, Mestre em Biologia, simplesmente nunca encontrou nenhuma vaga (por vaga, leia-se emprego, não bolsa ou qualquer coisa assim) que pagasse mais de 600 reais. Por enquanto, ela desistiu de exercer sua profissão e ocupa um cargo de nível médio no MP-SP onde ganha 3 vezes mais.</p>
<p>A solução definitiva? Nós estamos emigrando para o Canadá. Como disse um colega nosso (que já está lá): cansei de tentar mudar o mundo, decidi mudar de mundo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Repensando a USP</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/05/repensando-a-usp/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 20:25:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[discussão]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30956]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Legal
O problema da USP a meu ver se resolve com duas coisas: gestao e policia.

A Policia deveria ser chamada pra levar embora os tres tipos mais nefastos do campus:

1- O pessoal das fundacoes que privatizam os ganhos e socializam as deespesas;

2- O pessoal que vende drogas no campus, DESCARADAMENTE.

3- Os alunos profissionais que vao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Legal</h2>
<p>O problema da USP a meu ver se resolve com duas coisas: gestao e policia.</p>
<p>A Policia deveria ser chamada pra levar embora os tres tipos mais nefastos do campus:</p>
<p>1- O pessoal das fundacoes que privatizam os ganhos e socializam as deespesas;</p>
<p>2- O pessoal que vende drogas no campus, DESCARADAMENTE.</p>
<p>3- Os alunos profissionais que vao la so pra incitar movimento A ou B e &#8220;dedurar&#8221; as pessoas. Tem um tanto. Muitos dos quais, em outros lugares, ja estariam jubilidos.</p>
<p>Agora a Gestao. A USP e uma universidade tradicional no sentido de que forma profissionais liberais e faz pesquisa cientifica. Algumas de alto nivel e outras &#8220;ma o meno&#8221;.</p>
<p>Falta um certo &#8220;senso de realidade&#8221; a universidade. Vamos aos fatos:<span id="more-30956"></span></p>
<p>1- Nao ha cursos, ou ha poucas vagas, de cursos onde ha grande procura pelo mercado;</p>
<p>2- Nao ha mais novos cursos inovadores. A ultima grande aposta foi o &#8220;Curso de Cientistas&#8221; que nao teve tanto sucesso assim.</p>
<p>Se criassem cursos de engenharia biomedica, biotecnologia, enegenharia de displays, engenharia do aco entre outros seria uma grande &#8220;sacada&#8221;;</p>
<p>3- A maioria dos curriculos anda desatualizado. Nao e culpa so da USP. Todo o sistema esta &#8220;capenga&#8221; mas a universidade poderia dar o exemplo tornando obrigatorio o ensino do ingles e de espanhol, por exemplo;</p>
<p>4- A USP precisa parar com aquela historia de ficar inventando curso que &#8220;nao serve pra nada&#8221;. Criaram um negocio chamado ciencia dos alimentos. Nada contra o curso em si mas, qual a diferenca entre ele e engenharia de alimentos? Ate hoje ninguem sabe qual a diferenca de &#8220;esportes&#8221; e &#8220;educacao fisica&#8221;.</p>
<p>5- Por fim, a USP nao sabe ganhar grana. Trabalham e estudam 60 mil pessoas dentro do campus e nao ha um misero supermercado la dentro. Tem um mercadinho la onde moram os estudantes. Em geral, vc nao acha nada.</p>
<p>Shopping, hotel pros conferencistas e professores visitantes e cinema nem pensar.</p>
<p>Conseguir comprar uma camiseta com o logotipo da USP pode esquecer. O pessoal do DCE toma conta e de vez em quando nunca a loja abre.</p>
<p>Praticamente, nao ha cursos a distancia</p>
<p>6- Por fim, a USP vem perdendo o que sempre foi sua maior marca. Liderar as mudancas no pais. Quase nao se ve mais a universidade envolvida nos grandes problemas nacionais ou internacionais. Lamentavel pra quem tem um passado tao brilhante.</p>
<p>7- Alias, sinal maior de que a USP vem perdendo prestigio e que, ate hoje, nao ha um misero metro na area. E nao venham dizer que estao construindo desde sempre a tal linha 4. A estacao vai ficar a 1 quilometro da USP. Se prolongassem a linha verde ate Osasco (o que e o logico) teriam 3 estacoes indo pra la: uma no portao 1 (principal, em frente a policia) outra no portao 2 (o do McDonald&#8217;s) e por fim um outro na Corifeu com possibilidade de um tunel ate o portao da Poli.</p>
<p>8- A USP faria um grande favor pra Sao Paulo se dissesse em alto e bom tom que a ideia do govenador de construir uma passarela (se que vao fazer) entre a Estacao Cidade Universitaria e a Praca do Relogio e RIDICULA. Assim como RIDICULO e dizer que la de cima nos iremos ver ‘as carpas nadando no Rio Pinheiros&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O grande cientista</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/12/o-grande-cientista/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 12:44:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Que tal os cientistas do Blog ajudarem a compor um belo post em homenagem ao nosso maior cientista, Carlos Chagas. Até para questionar se ele, de fato, foi o maior.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal os cientistas do Blog ajudarem a compor um belo post em homenagem ao nosso maior cientista, Carlos Chagas. Até para questionar se ele, de fato, foi o maior.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/12/o-grande-cientista/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>A vida depois da morte</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/12/a-vida-depois-da-morte/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/12/a-vida-depois-da-morte/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 10:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[reencarnação]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29988]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Ivan
Nassif.

O tema é fascinante. A menção à PUC afasta qualquer dúvida, parece-me, quanto à seriedade da pesquisadora.

Sugiro que o Blog abra espaço para o debate.
Do NovaE
Vida após a morte será tema de tese na PUC de São Paulo
Manoel Fernandes Neto

O assunto não tem nada a ver com religião, apesar de falar de vida após [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Ivan</h2>
<p>Nassif.</p>
<p>O tema é fascinante. A menção à PUC afasta qualquer dúvida, parece-me, quanto à seriedade da pesquisadora.</p>
<p>Sugiro que o Blog abra espaço para o debate.</p>
<h2>Do NovaE</h2>
<h3><a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&amp;pid=1242" target="_blank">Vida após a morte será tema de tese na PUC de São Paulo</a></h3>
<p>Manoel Fernandes Neto</p>
<p>O assunto não tem nada a ver com religião, apesar de falar de vida após a morte. Sonia Rinaldi há mais de 20 anos pesquisa o assunto e prepara-se para um desafio hercúleo: levar para um ambiente totalmente cético algo que comumente é tratado com crença. Ela vai defender, a partir deste ano, uma tese de mestrado na PUC &#8211; Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, intitulada &#8220;Transcomunicação: Interconectividade entre Múltiplas Realidades e a Convergência de Ciências para a Comprovação Científica da Comunicabilidade Interplanos&#8221;, com a qual pretende comprovar que após a morte do corpo físico a consciência sobrevive.<span id="more-29988"></span></p>
<p>Essa consciência, segundo Sonia, classificada de vários nomes, mantém sua individualidade, história, aquisições morais e intelectuais, além de ter capacidade de comunicação com o mundo da matéria. Atualmente, como uma das coordenadoras do Instituto de Pesquisas Avançadas em Transcomunicação Instrumental, Sonia passa seus dias conectando aparelhos de gravação de áudio e vídeo, buscando contato com o que convencionamos chamar de &#8220;o outro lado da vida&#8221;.</p>
<p>Para a pesquisadora, o fato deste tipo de abordagem adentrar o mundo acadêmico é uma conquista que só será percebida no futuro, mas que trará benefícios para toda a Humanidade: &#8220;É chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.&#8221;, diz Sonia.</p>
<p>Acompanhe a entrevista exclusiva concedida por Sonia Rinaldi ao editor da NovaE.</p>
<p>Após 20 anos de pesquisa, como a ciência clássica, baseada em conceitos da matéria, vem encarando o seu trabalho?<br />
A Ciência, de forma ampla, está longe de se interessar. Uns tantos cientistas mundo a fora vêm trabalhando no sentido de documentar a realidade da sobrevivência após a morte. Porém, quer nos parecer que nenhum fenômeno é mais concreto &#8211; e, portanto, suscetível de toda sorte de análises e investigação, como requer a Ciência -do que a Transcomunicação Instrumental &#8211; ou seja, a comunicação com o Outro Lado da Vida através de gravações em computador e vídeo. Este ano de 2009 traz uma nova rota para nossa pesquisa, pois inicio Mestrado na PUC &#8211; Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, justamente para levar a Transcomunicação ao meio acadêmico, coisa que jamais ocorreu na História. Veremos, daqui a uns anos, o que teremos conseguido.</p>
<p>Como foi o processo de aprovação de sua tese de mestrado, sobre este assunto tão avesso ao mundo acadêmico?<br />
Chegaram a me chamar na PUC para eu mudar minha tese, mas não aceitei. Tenho premência em conduzir a pesquisa conforme a proposta, pois minha tese não será simples &#8211; propus uma mega-tese multidisciplinar, pois já considerei o fato de que eu, sozinha, seria inapta para comprovar qualquer coisa. Propus a participação de engenheiros, físicos e matemáticos &#8211; todos com doutorado, para que sejam eles que avaliem, dentro dos parâmetros requeridos pela Ciência, que o fenômeno é real. A minha parte é levantar a ocorrência do fenômeno &#8211; a deles será endossar a autenticidade e &#8211; dentro das possibilidades -, tentar explicá-lo.</p>
<p>Quem serão os maiores beneficiados com a comprovação científica da sobrevivência após a morte?<br />
A meu ver, a própria Humanidade, que deixará de se enganar. É como se fosse chegada a hora de sair da infância e encarar a realidade da nossa evolução contínua.</p>
<p>Você pode explicar aos nossos leitores, em sua maioria, leiga neste assunto, o que seria a hipótese &#8220;sobrevivencialista&#8221; em contraposição à hipótese &#8220;psi&#8221;?<br />
Quem é a favor da sobrevivência após a morte vê a coisa como sendo o ser humano composto de um corpo e uma alma, ou espírito. Na morte do corpo físico, esse espírito ou consciência, prosseguiria na jornada. Esse é o ponto de vista dos espiritualistas. Já uns tantos parapsicólogos acham que os fenômenos paranormais não são resultado de uma intervenção espiritual, mas sim, produto da própria mente de quem produz o fenômeno. No caso da Transcomunicação, exaustivamente essa segunda hipótese fica descartada, por uma série de fatores que não arrolaremos para não nos estendermos. Mas sumarizamos dizendo que as Vozes que gravamos falam de coisas que ninguém sabia, dão nomes de pessoas, cidades de origem, etc., que o transcomunicador nunca ouviu falar. Filhos falecidos mencionam peculiaridades que só a família sabe, etc. Não há a menor possibilidade de ser produto da mente de alguém. Necessariamente, os contatos mostram que estamos em contato com seres que já partiram.</p>
<p>Como são realizadas suas experiências de gravação? Qual é sua rotina de pesquisadora?<br />
Agora, com o Mestrado, tudo girará em função disso, e as gravações serão feitas para que os cientistas que participarão da tese possam ter mais e mais elementos de estudo. Fora disso, vou continuar dando uma aula por mês de como gravar para as pessoas interessadas.</p>
<p>Nos workshops realizados por você, como as pessoas têm reagido ao contato com entes que se foram? Na mesma linha desta questão, a saudade e a necessidade de um contato não podem prejudicar uma análise racional?<br />
Em todos os cursos (workshops) que damos, todos obtêm resultados de seus falecidos e aprendem a gravar. Não há como comprometer a interpretação, porque, ou a resposta está lá ou não está. Nossas gravações há anos são bem claras&#8230; não deixam margem de dúvida ou permita dúbia interpretação. Se a gravação/resposta não for clara, será descartada.</p>
<p>Quando se fala em vida após a morte, as pessoas fazem logo uma conexão com religião, que, no sentido clássico, vai na contramão da pesquisa científica. Como você lida com isto?<br />
Religião que se esconde atrás de dogmas e não respeita a lógica deve estar com os dias contados. A globalização e o avanço tecnológico despertaram a racionalidade, e a visão setorizada tende a mudar. Ou algo é &#8220;verdade&#8221; ou não merece crédito. E tudo que é &#8220;verdade&#8221; tem que ser passível de análise e investigação. Há de chegar o tempo em que o ser humano dispensará supostas leis divinas, sejam lá quais forem, que não passem pelo crivo da lógica racional.</p>
<p>Considerando a hipótese sobrevivencialista, quais as diferenças deste contato em relação à psicografia, já que as gravações captam pequenas frases, às vezes com uma estrutura gramatical inversa, bem diferente dos livros mediúnicos, que são verdadeiros tratados, romances, com estruturas complexas&#8230;<br />
A diferença fica por conta de que tudo que não pode ser matematicamente investigado, fica excluído do interesse da Ciência. Até hoje, centenas de médiuns têm dado importante contribuição no sentido filosófico e social; porém, fica fora da possibilidade da comprovação da realidade disso. Já no caso da Transcomunicação, qualquer &#8220;alô!&#8221; vem com um peso incontestável diante dos olhos de um cientista. Por isso, penso que a Transcomunicação Instrumental é o veiculo mais poderoso para comprovar que se vive depois da morte, além, claro, de levar consolo a milhares de pessoas que sofrem com a perda de alguém querido.</p>
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		<title>A morte de Crodowaldo Pavan</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 12:55:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[Clodowaldo Pavan]]></category>
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		<description><![CDATA[Dos anos 40 para cá, a ciência brasileira avançou em três frentes principais: a biogenética, a energia atômica, a pesquisa sobre agricultura tropical. Nos três campos, estava a mão da Fundação Rockefeller.

Na biogenética, Clodowaldo Pavan teve papel essencial, como dos principais discípulos de André Dreyfus, o fundador do Departamento de Genética da USP.

Estou procurando artigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos anos 40 para cá, a ciência brasileira avançou em três frentes principais: a biogenética, a energia atômica, a pesquisa sobre agricultura tropical. Nos três campos, estava a mão da Fundação Rockefeller.</p>
<p>Na biogenética, Clodowaldo Pavan teve papel essencial, como dos principais discípulos de André Dreyfus, o fundador do Departamento de Genética da USP.</p>
<p>Estou procurando artigo que escrevi anos atrás, falando da importância de Dreyfus e do pessoal da Fundação Rockefeller, que nos anos 40 trouxe para o Brasil Theodosius Dobzhansky, considerado na época dos maiores biólogos do mundo.</p>
<p>Morto ontem, Pawan era dos últimos sobreviventes desse período heróico.<br />
<a id="fw1d" title="Clique aqui" href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDR0nSwoQ1oG-h4ck"></a></p>
<p><a id="fw1d" title="Clique aqui" href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDR0nSwoQ1oG-h4ck">Clique aqui</a> para ler se perfiol na Folha.</p>
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