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	<title>Luis Nassif &#187; Políticas Sociais</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>São Paulo seguro para os jovens?</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 19:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Políticas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[Tarso Genro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ricardo Reis
Nassif,

Uma pesquisa interessante e divulgada nesta terça-feira pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, no Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra São Paulo na 192ª posição do ranking e foi considerada a capital de menor vulnerabilidade, onde supostamente os jovens estão mais seguros.

O estudo foi feito em parceria com o Instituto Sou da Paz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Ricardo Reis</h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Uma pesquisa interessante e divulgada nesta terça-feira pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, no Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra São Paulo na 192ª posição do ranking e foi considerada a capital de menor vulnerabilidade, onde supostamente os jovens estão mais seguros.</p>
<p>O estudo foi feito em parceria com o Instituto Sou da Paz, o Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção ao Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), e pode ser encontrado aqui: <a rel="nofollow" href="http://www.forumseguranca.org.br/institucional/wp-content/uploads/2009/11/relatorio_pjpv_2009.pdf">http://www.forumseguranca.org.br/institucional/wp-content/uploads/2009/11/relatorio_pjpv_2009.pdf</a></p>
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		<title>Logística reversa</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 12:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Modelo]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento]]></category>
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		<category><![CDATA[resíduos]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Canal Temático Saneamento
Indústria se prepara para atender lei de resíduos
Por Lilian Milena

A indústria será obrigada a desenvolver planos de gerenciamento para resíduos com estratégias para recuperar os produtos pós-uso, como pilhas, geladeiras e lâmpadas descartadas pelos consumidores. O empresário que não obedecer à regra ficará impossibilitado de licenciar suas atividades.

O Projeto de Lei (PL), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Canal Temático Saneamento</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/industria-se-prepara-para" target="_blank">Indústria se prepara para atender lei de resíduos</a></h3>
<p>Por Lilian Milena</p>
<p>A indústria será obrigada a desenvolver planos de gerenciamento para resíduos com estratégias para recuperar os produtos pós-uso, como pilhas, geladeiras e lâmpadas descartadas pelos consumidores. O empresário que não obedecer à regra ficará impossibilitado de licenciar suas atividades.</p>
<p>O Projeto de Lei (PL), nº 203/1991, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, está pronto para ser lido e votado no Congresso Nacional. O relator do documento, deputado Arnaldo Jardim, afirma que as chances do PL ser aceito ainda este ano, são fortes. Após tramitar por 19 anos, o Grupo de Trabalho que conduz o projeto (formado por representantes das empresas, trabalhadores do setor de reciclagem e pelo poder público) aprovou por unanimidade o texto enviado ao poder legislativo.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/industria-se-prepara-para" target="_blank">Continua</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os problemas do Saresp</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/39466/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/39466/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 16:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/39466/]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Marco
 Em tempo, ecos do SARESP:

NaMaria News: SARESP 2009: O rescaldo
SARESP 2009: O rescaldo

A narrativa fecunda em incidentes do SARESP 2009, a barafunda abissal, por enquanto, pode assim ser resumida:

* Nem todas as escolas/classes/turmas, como preferir, receberam as provas corretamente. Entenda-se: no caderno de provas de português deve constar apenas questões de português e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><big>Por Marco</big></h2>
<p><big> </big>Em tempo, ecos do SARESP:</p>
<p><big><a href="http://namarianews.blogspot.com/2009/11/saresp-2009-o-rescaldo.html">NaMaria News: SARESP 2009: O rescaldo</a></big></p>
<blockquote><p>SARESP 2009: O rescaldo</p>
<p>A narrativa fecunda em incidentes do SARESP 2009, a barafunda abissal, por enquanto, pode assim ser resumida:</p>
<p>* Nem todas as escolas/classes/turmas, como preferir, receberam as provas corretamente. Entenda-se: no caderno de provas de português deve constar apenas questões de português e não de geografia ou matemática, que seriam em outro dia, por exemplo. Então o Miguelito está lá respondendo sobre a metafísica de uma charge sobre cortadores de cana e quando vira a página encontra gráficos, números e equações sobre venda de banana a quilo. Miguelito pensa que pirou ou as regras mudaram repentinamente ou ainda, que transformou-se em vidente. Mas não: foi erro do grosso mesmo, daquele mutirão dos 350 (ou mais) levado às pressas para a gráfica tapa-buraco do SARESP, a IGB &#8211; Indústria Gráfica Brasileira (Barueri), com os ônibus da JWA Transportadora Turística, contratada sem licitação em caráter de urgência. Problemas desta natureza aconteceram aos montes, em graus vários e diversas localidades paulistas.</p>
<p><!-- more -->* Nem todos os gabaritos das provas chegaram, quando chegaram não correspondiam com as provas. Quer dizer, a Secretaria da Educação e a FDE disseram ter criado 26 provas diferentes, com 24 questões cada, para evitar o ocorrido com o ENEM, há pouco mais de um mês. Vai daí que cada prova tem sua respectiva folha de respostas &#8211; as questões são as mesmas, o que muda é a ordem das perguntas. Se o Miguelito faz a prova modelo 24, deve ter em mãos o gabarito 24, onde assinalará as opções de respostas que julgar corretas. Acontece que Miguelito recebeu o gabarito da prova 13. Entretanto, no modelo 24 a resposta da questão 1 é C, e no modelo 13 é A. Elementar a confusão em cascata a partir disto, no momento da correção. Vale ressaltar que muitas unidades escolares receberam apenas os gabaritos, prova que é bom, necas; é a lei da compensação.</p>
<p><span id="more-39466"></span>* Nem todas as questões, por sua vez, tinham uma única opção correta, como costuma acontecer em avaliações corriqueiras e universais; assim sendo, ainda que o aluno tivesse chegado à resposta correta, teria que adivinhar qual era a alternativa correta. Da mesma forma, provas de matemática pediam que os alunos analisassem determinadas figuras, entretanto as tais figuras não estavam impressas para serem analisadas. (Comentário em Problemas na Aplicação do Saresp &#8211; 19/11/09)</p>
<p>* Nem todas as escolas receberam provas em número suficiente para os alunos inscritos, enquanto que em outras era uma loucura e sobravam para todo lado. Isto é: provas das Escolas P, R e S foram parar na Escola X, que não precisava delas, deixando as Escolas P, R e S a ver navios enquanto a outra se afogava em celulose. Resultado: onde havia miséria de provas os professores tiraram cópias na base da vaquinha e/ou dinheiro da APM. Naquelas que as tinham de sobra, só Deus sabe o que foi feito com tanto papel, talvez o mesmo fim dado às montanhas de Caderno do Aluno, tão apropriadamente impressos pela Plural (a mesma gráfica do ENEM vazado), e outras de mesmo calibre.</p>
<p>* Nem todas as escolas tiveram a sorte de contar com os aplicadores (R$50,00/período) e fiscais (R$100,00/dia) das provas, treinadíssimos e contratados a preço de ouro, porém muito mais em conta do que aqueles que serão designados multiplicadores no Nordeste (R$2.000,00/aula). Solução: diretores e demais responsáveis nas escolas se viraram nos trinta para tudo não se encaminhar ao brejo mais próximo. Agora só falta saber como essas pessoas serão pagas e quando, já que não tinham contrato como o dos faltosos.</p>
<p>* Nem todos os professores, diretores, aplicadores e fiscais ou gente com problemas sarespianos conseguiram falar com o 08007273112, número fornecido pela empresa que levou R$ 27.418.148,80 para cumprir o contrato do SARESP 2009, o CAEd. Portanto, deve ter gente que até agora não sabe o que fazer da vida.</p>
<p>* Nem todos os alunos que ficaram sem responder à avaliação do sistema, por um fato ou outro, perderam a chance de demonstrar o que sabem. Benevolentemente foram marcadas novas datas: 20 ou 23/11, caso dia 20 tenha sido feriado na cidade. Portanto engana-se quem pensa que o bafafá terminou.</p>
<p>Embora a grande imprensa tenha se mantido taciturna, o tema foi cansativamente explanado pela assessoria de imprensa da Secretaria da Educação. Vejamos:</p>
<p>* Para o caso do sorumbático 0800 que não atendia ninguém, a assessoria de imprensa da SEE explicou que a Embratel comeu bola ao confundir milhares de chamados de professores em pânico com um furioso ataque de hackers, mancomunados que estavam para escangalhar com o SARESP. O procedimento é normal, disse a assessoria de imprensa da SEE.</p>
<p>* Para o caso das escolas em Mairiporã, Caieiras, Francisco Morato, Cajamar, Atibaia e outras que receberam provas de português pela segunda vez, quando deveriam ter recebido de matemática, a assessoria de imprensa da SEE informou que a ocorrência não foi significativa o suficiente para paralisar o andamento da prova e não terão [sic] grande influência no resultado da análise.</p>
<p>* Da mesma forma, os 200 alunos (6 turmas) da EE Dr. Júlio Prestes de Albuquerque, em Sorocaba (90 km distante de SP, Rod. Castello Branco), se estreparam. Primeiro receberam as provas de uma escola de Santa Bárbara d&#8217;Oeste (130 km de SP, pertencente à região metropolitana de Campinas, Rod. dos Bandeirantes). Quando as novas caixas finalmente chegaram a diretoria tinha ordens de só abri-las na hora de cada prova. No dia da avaliação de matemática, no momento da distribuição, souberam que estavam com a de português, de novo. Diante disto atrasou geral e só terminarão o calvário dia 23/11. A assessoria de imprensa da SEE informou que o processo de avaliação não será comprometido.</p>
<p>* No caso dos gabaritos trocados, a solução caseira foi simples: mandaram a gente riscar o número da folha de respostas e colocar igual ao da prova. Fala verdade, você aí não gostaria de participar dessas correções?</p>
<p>* Para o caso perdido de Araraquara (273 km a noroeste de SP), no dia 18/11, apenas 20 mil alunos perceberam, ao mesmo tempo, que as provas de português estavam misturadas com as de geografia &#8211; cujo conteúdo só poderia ser conhecido no dia seguinte, junto com a prova de história. A assessoria de imprensa da SEE disse que o erro de empacotamento das provas foi isolado e não comprometeu a avaliação. Só as provas de geografia seriam substituídas, as demais deveriam ser guardadas.</p>
<p>* Resumo final: O que você pensaria sobre isto, então? Pois a assessoria de imprensa da Secretaria da Educação e seu Secretário, classificaram os problemas como &#8220;normais&#8221; para um exame do tamanho do Saresp.</p>
<p>Não obstante tamanha normalidade temos algumas perguntas/pensamentos básicos:<br />
- O SARESP é um exame para avaliar o sistema educacional do estado e serve-se dos alunos para tal fim.</p>
<p>- O SARESP não pode e nem deve ser usado como moeda de troca entre escolas e estudantes, ou seja: ninguém pode chegar no aluno e falar &#8220;olha, Zezão, você faz a prova e te aumentamos as notas, tá bem?&#8221; ou &#8220;em vez do provão final, a nota que vale é a que você tirar no SARESP&#8221; ou &#8220;Zezão, se tu não fizer a prova do SARESP tuas notas vão pras cucuias e você repete de ano&#8221; ou &#8220;escuta bem, se vocês forem mal no SARESP terão tanta lição, mas tanta que nunca mais conseguirão levantar nem pra ir ao banheiro&#8221;&#8230; Deu pra entender? Tudo isso não pode ser feito. Mas é.</p>
<p>- O SARESP funciona por adesão e não obrigação; não se pode obrigar os estudantes a participar, mesmo que a escola tenha aderido; não pode haver, em hipótese alguma, represálias aos estudantes pelo não comparecimento às provas. Mas elas existem.</p>
<p>- Os alunos não sabem para que serve o SARESP e ouvem explicações no mínimo furadas: vamos receber mais materiais de consumo pela participação, vamos poder contratar pessoal de limpeza, a merenda vai melhorar&#8230; Tudo engodo. Quem faz isto está mentindo.</p>
<p>- O SARESP, na verdade, é mais uma forma de poder dar umas migalhas aos professores, em vez de aumento real, como deveria ser. É como a coisa do bônus. É como o programa por mérito. Se tua escola for bem, se melhorar te damos um &#8220;aumento&#8221;. Daí o interesse em que alunos participem, sem eles, nada feito. Caso contrário é mais uma punição sob formas legais. Infelizmente muitas escolas por aí não revelam as reais intensões aos alunos.</p>
<p>- A avaliação, do jeito como é feita, não avalia nada &#8211; mesmo com todas as teorias e teóricos pedagógicos que a cercam, que fazem parte de grupos de seus estudos ou que estão metidos em suas comissões. Poderia ser séria, poderia ser uma maravilha. Mas não é.</p>
<p>- E já que o atual governo acredita tanto em pesquisas e estatísticas, por que não fazer o SARESP por amostragem? Seria mais barato, no mínimo. E menos estressante, com menores particularidades de logística etc..</p>
<p>- Está explicado porque tamanho caos é considerado completamente normal?</p>
<p>Agora, bacana mesmo é o que ocorreu entre as ETEC&#8217;s (Escolas Técnicas), escolas estaduais e o boicote ao SARESP no qual participaram. Você poderá acompanhar o barraco generalizado aqui, em breve. Emocionantes histórias com personagens do bem e do mal, pensadores cordatos, ativistas coerentes, acéfalos fascistas, alcaguetes inatos e outras personas mais. Fique ligado.</p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=0c4f9e7c-581b-86e5-9ddd-009b4e98b910" alt="" /></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Começa a luta pela nova saúde nos EUA</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/22/saude-eua/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 10:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Do EstadãoDemocratas dos EUA conseguem votos para abrir debate sobre saúdeDemocratas dos EUA conseguem votos para abrir debate sobre saúdeREUTERSTamanho do texto? A A A AWASHINGTON - Os democratas do Senado dos Estados Unidos chegaram neste sábado aos 60 votos necessários para abrir formalmente o debate sobre o grande pacote de reforma do setor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><big></big><big>Do Estadão</big></p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,democratas-dos-eua-conseguem-votos-para-abrir-debate-sobre-saude,470051,0.htm">Democratas dos EUA conseguem votos para abrir debate sobre saúde</a></b><br />
<blockquote>Democratas dos EUA conseguem votos para abrir debate sobre saúde</p>
<p>REUTERS</p>
<p>Tamanho do texto? A A A A<br />WASHINGTON &#8211; Os democratas do Senado dos Estados Unidos chegaram neste sábado aos 60 votos necessários para abrir formalmente o debate sobre o grande pacote de reforma do setor de saúde, depois de a última indecisa integrante do partido, senadora Blanche Lincoln, dizer que apoiará o movimento.</p>
<p>O Senado deve votar a medida às 23h (horário de Brasília) para abrir o debate de reforma do sistema de saúde norte-americano, que envolve 2,5 trilhões de dólares &#8211;a principal prioridade doméstica do presidente Barack Obama.</p>
<p>Os democratas precisam de 60 votos para aprovar a moção no Senado, que conta com 100 membros, e não têm margem de erro &#8211;eles controlam exatamente 60 votos e os republicanos estão unidos na oposição.</p>
<p>O debate do plano é o primeiro procedimento para a tramitação do projeto de 2.074 páginas.</p>
<p>A reforma do sistema de saúde poderia expandir a cobertura do plano governamental a milhões que não têm nenhum seguro e impedir práticas de planos de saúde como a de negar a cobertura para pessoas com doenças pré-existentes.</p>
<p>&#8220;Este projeto efetua as reformas necessárias na saúde buscadas pelo governo: um sistema de saúde acessível e de qualidade ao alcance de milhões de norte-americanos que hoje não têm cobertura nenhuma, e estabilidade e segurança para centenas de milhões que já possuem um plano,&#8221; destacou a Casa Branca em um comunicado de apoio ao projeto, na sexta-feira.</p>
<p>(Reportagem de Jeremy Pelofsky) </p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=70692536-0d83-8517-ab60-4a4deb72e89e" /></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A remuneração segundo a cor</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/21/a-remuneracao-segundo-a-cor/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Políticas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[brancos]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[remuneração]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=39330]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Marcos Doniseti
Nassif, o Brasil já tem o seu Dia da Consciência Negra, mas as diferenças de remuneração entre brancos e negros no país ainda são gigantescas.

Notícia:
Da Agência Estado
Trabalhador branco ganha quase o dobro do negro no Brasil
Remuneração média foi 90,7% maior que a de pretos e pardos em setembro, aponta pesquisa do IBGE

FELIPE WERNECK [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcos Doniseti</h2>
<p>Nassif, o Brasil já tem o seu Dia da Consciência Negra, mas as diferenças de remuneração entre brancos e negros no país ainda são gigantescas.</p>
<p>Notícia:</p>
<h2>Da Agência Estado</h2>
<h3><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,trabalhador-branco-ganha-quase-o-dobro-do-negro,469411,0.htm" target="_blank">Trabalhador branco ganha quase o dobro do negro no Brasil</a></h3>
<p>Remuneração média foi 90,7% maior que a de pretos e pardos em setembro, aponta pesquisa do IBGE</p>
<p>FELIPE WERNECK – Agencia Estado</p>
<p>RIO – A remuneração média de trabalhadores brancos foi 90,7% maior que a de pretos e pardos em setembro, último dado disponível, aponta estudo do economista Marcelo Paixão baseado na Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, que reúne dados sobre as seis maiores regiões metropolitanas do País. Desde o início da crise econômica global, o auge da desigualdade entre os dois grupos no mercado de trabalho tinha sido registrado em fevereiro, quando a renda dos brancos era 102% superior.</p>
<p>“Acho que qualquer queda de desigualdade é para ser comemorada. O que não se pode é ser exagerado no grau de otimismo, porque não vejo nos indicadores motivos para supor que esse ritmo de redução da desigualdade vá se manter nos próximos meses”, diz Paixão, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde coordena o Laboratório de Análises Econômicas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser).</p>
<p>Formado em economia e doutor em sociologia, o professor tem algumas hipóteses para a redução registrada até setembro, um ano após o início da crise (em setembro de 2008, os brancos ganhavam 101% a mais). Uma delas é a retomada de investimentos na construção civil, que recebeu incentivos do governo. A participação dos pretos e pardos no setor é majoritária (59,9%). Outra explicação seria a maior presença deste grupo em setores informais, em tese menos afetados pela crise. Dados da PME mostram que o peso do setor formal era de 65% entre os brancos do sexo masculino, e de 60% entre os pretos e pardos – já entre as mulheres, era de 58% (brancas) e 47% (pretas e pardas).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O serviço social obrigatório</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/19/o-servico-social-obrigaorio/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Políticas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[serviço social obrigatório]]></category>
		<category><![CDATA[universidade pública]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=39182]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Gilberto Marotta
Nassif, matéria da Band sobre os projetos de prestação de serviço obrigatório pelos estudantes de universidades públicas. Salvo engano, os projetos são de autoria dos deputados Luiz Carlos Busato (PTB-RS) e Lincoln Portela (PR-MG). Segue o vídeo:


O assunto é polêmico mas acho que vale um debate. No meu entender, enfrenta oposição principalmente dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Gilberto Marotta</h2>
<p>Nassif, matéria da Band sobre os projetos de prestação de serviço obrigatório pelos estudantes de universidades públicas. Salvo engano, os projetos são de autoria dos deputados Luiz Carlos Busato (PTB-RS) e Lincoln Portela (PR-MG). Segue o vídeo:<br />
<object width="457" height="368"><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=379966&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="457" height="368" src="http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=379966&amp;start_loading=false&amp;start_paused=true" wmode="transparent" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><span id="more-39182"></span>O assunto é polêmico mas acho que vale um debate. No meu entender, enfrenta oposição principalmente dos mais abonados, que se recusam a enviar seus filhos para prestação de serviços sociais, embora não se avexem de usufruir de um serviço gratuito de que não precisam.</p>
<p>Uma coisa é certa: do jeito que está, o sistema é injusto, favorece muito mais os mais ricos. Uma alternativa seria o universitário optar por uma dentre duas maneiras de &#8220;devolver&#8221; o investimento feito pelo Estado, após a diplomação: ou devolveria em serviços sociais, obtendo o respectivo registro na CT, ou pagaria em grana mesmo, parcelado, a partir de determinada data. Para os cursos em que não houvesse necessidade de serviço social, o aluno que comprovasse não ter recursos estaria isento.</p>
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		<title>A consolidação no mercado de planos de saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 14:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andreinohara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[A compra da operadora de saúde Medial pela Amil, ocorrida hoje, é mais um passo na consolidação do mercado de planos de saúde. A Amil Assistência vai pagar R$ 612,511 milhões pelas ações dos controladores da Medial Saúde. A compra de ações ordinárias da Medial se refera a 51,9% do capital social total e votante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A compra da operadora de saúde Medial pela Amil, ocorrida hoje, é mais um passo na consolidação do mercado de planos de saúde. A Amil Assistência vai pagar R$ 612,511 milhões pelas ações dos controladores da Medial Saúde. A compra de ações ordinárias da Medial se refera a 51,9% do capital social total e votante da operadora.</p>
<p>Em fato relevante, a Amil disse que a aquisição &#8220;visa consolidar a posição de liderança da Amilpar no mercado de saúde suplementar brasileiro, em especial no estado de São Paulo&#8221;.  O preço a ser pago pela Amil Assistência aos controladores da Medial Saúde foi fixado em R$ 17,2066 por ação da Medial Saúde e cerca de R$ 8,4223 por ação da Medial Participações.</p>
<p>Bastante pulverizado, o mercado de planos de saúde tende a se consolidar para enfrentar as margens reduzidas e a regulação cada vez mais rígida. A estratégia a ser adotada pelas operadoras tende a ser a de fusões e aquisições ao invés de crescimento orgânico, diz o diretor executivo da Allianz Saúde, Maurício da Silva Lopes.</p>
<p>A RN (resolução normativa) 195, em vigor desde o início do mês, enrijeceu os critérios para a contratação de planos de saúde coletivos empresariais e por adesão, e estabeleceu o prazo dos reajustes, que vinham ocorrendo entre três a seis meses, para doze meses. Isso limitou a margem de manobras das operadoras, que buscavam ganhar mercado oferecendo prêmios menores. Siga a entrevista de Lopes, concedida durante o workshop “Impacto das Novas Resoluções Normativas nos Planos de Saúde”, promovida pela administradora de benefícios Raetto Consultoria.</p>
<p><em>Como as operadoras de planos de saúde pretendem crescer?</em></p>
<p>Lopes: Nos mercados em consolidação, todo jogador quer ganhar participação rapidamente porque querem fazer parte dos consolidadores e não dos consolidados, e nesse caso os movimentos de curto prazo acabam tendo muito mais influencia do que os de longo. Mas com a RN 195, o apetite para risco vai ficar um pouquinho menor, então esses grandes crescimentos orgânicos de mercado tendem a diminuir. O apetite pelo ganho orgânico de mercados, com a oferta de prêmios mais baixos e por meio de captação de riscos calculado de maneira descuidada, deve diminuir com a entrada da resolução.</p>
<p><em>Quem será o alvo de consolidação?</em></p>
<p>Lopes: Serão as operadoras que possuirão alguma fraqueza. Entre eles, está a falta de capacidade de colocar produto no mercado por falta de escala, reserva técnica, sistema tecnológico, ou desacordo com a legislação. As carteiras dessas operadoras devem migrar para a das consolidadoras.</p>
<p><em>Quais os desafios do setor de planos de saúde?</em></p>
<p>Lopes: No final de 2008, houve um enxugamento do mercado de planos de saúde por causa das demissões. Para cada funcionário demitido, se perde uma média de 3 segurados, agregados no plano familiar. Mas estamos enxergando agora uma melhora, com os empresários voltando a contratar. A economia gerou mais de 1 milhão de empregos, gerando incremento de massa salarial. O mercado vai voltar a crescer de maneira disciplinada, mas o grande crescimento da década de 1980 não deve voltar nos próximos anos.</p>
<p><em>Como a regulação afeta o mercado?</em></p>
<p>Lopes: Não deve ocorrer grandes alterações na regulação. As exigências de cobertura estão aumentando cada vez mais, e vai se ter cada vez menos gente com poder aquisitivo para adquirir planos de saúde. Se não se baratear os planos, o aumento de carteiras só vai ocorrer por meio do incremento de renda da população.</p>
<p><em>Como a Allianz se prepara para este cenário?</em></p>
<p>Lopes: Vemos perspectiva de crescimento. Continuamos apostando no mercado de planos de saúde, que consideramos promissor e acreditamos que a penetração de seguros vai aumentar com o crescimento do PIB. Queremos fazer parte dessa historia.</p>
<p>(Nota: por meio da sua assessoria de imprensa, a Allianz disse que pretende aumentar a sua carteira, e que não está prevista nenhuma aquisição de empresas).</p>
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		<title>Privatização afeta saneamento no mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 16:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Políticas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[esgoto]]></category>
		<category><![CDATA[ppp]]></category>
		<category><![CDATA[privatização]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Canal Temático Saneamento
Privatização freia expansão de serviços no mundo
Publicado por Lilian Milena
A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que a privatização provocou queda nos investimentos em água e esgoto nas regiões urbanas mais pobres do mundo – a concessão para a iniciativa privada derrubou investimentos nas favelas, em especial nos países pobres da África.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Canal Temático Saneamento</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/privatizacao-freia-expansao-de" target="_blank">Privatização freia expansão de serviços no mundo</a></h3>
<h4>Publicado por Lilian Milena</h4>
<p>A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que a privatização provocou queda nos investimentos em água e esgoto nas regiões urbanas mais pobres do mundo – a concessão para a iniciativa privada derrubou investimentos nas favelas, em especial nos países pobres da África.</p>
<p>O motivo para o mau desempenho das companhias não-estatais decorre do fraco retorno financeiro nas regiões desassistidas e de incertezas sobre a posse da terra – dificultando a instalação de obras.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/privatizacao-freia-expansao-de" target="_blank"> Leia mais </a></p>
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		<title>Dona Marta e o padrão Kamel de eugenia</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 17:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Políticas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Dona Marta]]></category>
		<category><![CDATA[favela]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Kamel]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Henrique Marques Porto
Nassif,

“O Globo” ataca outra vez. São recorrentes em O Globo matérias, série de reportagens a artigos pregando o despejo generalizado das favelas do Rio. O jornal costuma propôr uma espécie de “solução final” para a pobreza. Não para acabar com ela, é claro. Mas para escondê-la nas periferias e liberar áreas nobres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Henrique Marques Porto</h2>
<p>Nassif,</p>
<p>“O Globo” ataca outra vez. São recorrentes em O Globo matérias, série de reportagens a artigos pregando o despejo generalizado das favelas do Rio. O jornal costuma propôr uma espécie de “solução final” para a pobreza. Não para acabar com ela, é claro. Mas para escondê-la nas periferias e liberar áreas nobres do Rio para a especulação imobiliária.</p>
<p>Na edição de hoje o alvo é o Morro Dona Marta. Pegou carona na visita de meia hora que Madona fez ao morro esta semana. Diz o jornal do Kamel:</p>
<blockquote><p>“RIO – Um levantamento feito pelo GLOBO revela que, desde 1983, o poder público – União, estado e prefeitura – investiu um total de R$ 123 milhões em obras ou programas sociais no Morro Dona Marta, que virou o modelo do projeto do governo do estado, de pacificação de favelas. Com esse dinheiro, seria possível indenizar em R$ 84 mil cada um dos 1.460 donos de imóveis da favela, em Botafogo, reportagem de Fábio Vasconcellos publicada neste domingo. O valor é suficiente para a compra de um apartamento de dois quartos em bairros da Zona Norte, como a Tijuca – perto de favelas.”</p></blockquote>
<p>(<a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/11/14/dinheiro-investido-no-dona-marta-suficiente-para-adquirir-um-imovel-por-familia-914759823.asp" target="_blank">clique aqui</a>)</p>
<p>Mentira cabeludíssima anunciada com a cara-de-pau costumeira! A conta do repórter soma TODOS os investimentos feitos em quase três décadas! De reforma simples de pequenas creches a obras de maior vulto. Inclui como “investimento” até a segurança que é dever do Estado, assim como a saúde e e ensino básico!</p>
<p>O funcionário do Kamel fecha a conta calculando indenização a “1.460 donos de imóveis da favela”. Ocorre que o Dona Marta tem cerca de 10 mil habitantes em cerca de 2.500 moradias -cálculo feito pela Associação de Moradores da comunidade, pois não foi realizado nenhum censo.</p>
<p>Se o Governo do Estado e a Prefeitura adotassem a proposta insana de “O Globo” o resultado seria colocar rigorosamente nas ruas mais de mil famílias!</p>
<p>E ainda sonham com uma vitória nas eleições do ano que vem.</p>
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		<title>A Unicamp responde a Paulo Renato</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/12/a-unicamp-responde-a-paulo-renato/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 23:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade de Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Renato]]></category>
		<category><![CDATA[Unicamp]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Carlos
DIREITO DE RESPOSTA
Ao tentar defender a política meritocrática repaginada pela Secretaria de Estado de Educação de São Paulo, o Sr. Secretário da Educação Paulo Renato Souza atribui grande responsabilidade pelos problemas da escola aos professores e à sua formação, apontando as Faculdades de Educação, e nominalmente a Unicamp e Usp, pelos males da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Luiz Carlos</h2>
<h3>DIREITO DE RESPOSTA</h3>
<p>Ao tentar defender a política meritocrática repaginada pela Secretaria de Estado de Educação de São Paulo, o Sr. Secretário da Educação Paulo Renato Souza atribui grande responsabilidade pelos problemas da escola aos professores e à sua formação, apontando as Faculdades de Educação, e nominalmente a Unicamp e Usp, pelos males da Educação do Estado de São Paulo.</p>
<p>Afirma o Sr. Secretário que a formação nesses cursos é muito teórica e ideológica, em que se defende a ausência de método e não se provê o professor de técnicas adequadas de ensino.</p>
<p>Não ingenuamente, o Sr. Secretário de Educação faz parecer que universidades públicas e privadas funcionam a partir dos mesmos princípios e condições, com os mesmos propósitos e a mesma qualidade, o que nem de longe corresponde à realidade.</p>
<p>Induz também a pensarmos que são as instituições públicas que formam a maioria dos professores do Estado, o que também não corresponde à realidade. No Estado de São Paulo, infelizmente, as universidades públicas paulistas são responsáveis por apenas 25% das vagas universitárias, contra 75% das privadas.</p>
<p>Vale dizer que essa discrepância não parte de uma opção das universidades públicas, mas foi produzida, nos últimos 15 anos, pela própria política de encolhimento do setor público e ampliação do setor privado que ele, então Ministro da Educação, ajudou a implementar.</p>
<p><span id="more-38497"></span>Soa estranho, então, que a responsabilização pela suposta má formação dos professores recaia exatamente no setor minoritário, em termos numéricos, quanto à formação de professores.</p>
<p>Pior fica perceber que o ex-Ministro e atual Secretário de Educação do Estado desconhece os projetos e currículos dos cursos de pedagogia da Unicamp e Usp, pelos quais o Estado é responsável.</p>
<p>No caso do curso de Pedagogia da Unicamp, há mais de uma década temos defendido e trabalhado, como princípios norteadores de nosso currículo, a formação teórica sólida (da qual certamente não abrimos mão, já que formamos educadores e não técnicos), a pesquisa como eixo de formação, a unidade teoria-prática, sendo o nosso compromisso, como universidade pública, com a educação pública de qualidade para todos. Em nossa última reforma curricular, foi exatamente nas atividades de pesquisa e prática, e no estágio supervisionado, que logramos ampliar nossa carga horária e nossas experiências de formação.</p>
<p>Nada na nossa organização curricular e nos nossos planos de ensino aponta para a defesa do espontaneísmo e ausência de pesquisa sobre a prática, como afirma nosso secretário. Equivoca-se o Sr. Secretário ao confundir autonomia do professor, como intelectual que reflete sobre a própria prática e toma decisões, com ausência de método. Nossa ênfase na formação continuada a partir dos projetos pedagógicos das escolas, como trabalho coletivo, reforçam essa diferença.</p>
<p>Se pensar criticamente a realidade, conhecer os problemas do nosso país, dos nossos alunos concretos, dos nossos professores concretos, é visto pelo Sr. Secretário como “viés ideológico”, o que dizer da assunção de uma meritocracia cruel e desumana, que se assenta de forma alienada sobre as profundas desigualdades que marcam o nosso Estado e o nosso país, escamoteando e ocultando suas verdadeiras causas por meio do discurso falacioso da meritocracia? Não haverá também aí viés ideológico, e a questão não estaria na opção que fazermos, de nossa parte, por defender uma educação de qualidade para todos, e da parte do Governo do Estado, em manter a desigualdade entre a educação para o povo e a educação para as elites? Ou pretende o Sr. Secretário zombar da inteligência do leitor, querendo fazer crer que a política por ele desenvolvida é neutra, imparcial, desprovida de ideologia?</p>
<p>Apenas para ilustrar nosso compromisso e vínculo com a realidade e o cotidiano escolar, e a relevância do trabalho que realizamos, segundo dados fornecidos pela Assessoria de Imprensa da Unicamp, a pesquisa realizada nesta Universidade mais consultada neste ano de 2009 é da Faculdade de Educação e, talvez para surpresa do Sr. Secretário, trata de uma questão pungente da sala de aula: o ensino de matemática. Esse é apenas um exemplo dos estudos que realizamos e nossa produção aponta a intensidade do vínculo que estabelecemos com a escola pública, nas nossas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Além disso, o Sr. Secretário desconhece que o curso de Pedagogia da Unicamp foi reconhecido, durante os últimos anos, como um dos melhores do país.</p>
<p>Quanto à forma como encaramos a relação público-privado, vale salientar que, em muitos países em que dizemos nos espelhar, a educação pública de qualidade é um direito da população, as condições de trabalho e salário docente são garantidas sem a necessidade do apelo à alegoria do discurso meritocrático, e a maioria das vagas universitárias são públicas (como nos Estados Unidos e na nossa vizinha Argentina). E, para informação do Sr. Secretário, a verba pública não é do governo nem do setor econômico; provém dos muitos impostos que nós, trabalhadores paulistas, brasileiros, pagamos, com o suor de nosso trabalho. A educação de qualidade, portanto, é nosso direito e obrigação do Estado.</p>
<p>Congregação dos professores da Faculdade de Educação da UNICAMP</p>
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		<title>A terceirização da saúde em SP</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/09/o-sus-e-a-terceirizacao-da-saude-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>

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		<description><![CDATA[Havendo transparência e controle, a terceirização em si não é uma má iniciativa.

No entanto, tenho recebido muitas reclamações sobre a terceirização da saúde em São Paulo. Críticas e suspeitas em relação à contratação dos serviços de radiologia, à constituição das OSCIPS que assumiram hospitais estaduais.

Confesso não ter opinião ainda. Vamos ver se uma boa discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Havendo transparência e controle, a terceirização em si não é uma má iniciativa.</p>
<p>No entanto, tenho recebido muitas reclamações sobre a terceirização da saúde em São Paulo. Críticas e suspeitas em relação à contratação dos serviços de radiologia, à constituição das OSCIPS que assumiram hospitais estaduais.</p>
<p>Confesso não ter opinião ainda. Vamos ver se uma boa discussão ajuda a clarear esse tema.</p>
<h2>Por Luis Roberto</h2>
<p>Olá Nassif… sugiro que vc coinheça a história da ASSOCIAÇÃO HOSPITALAR DE BAURU… talvez vc comece a entender como funciona a terceirização da saúde no Estado de São Paulo e de que maneira (à moda do gato) os tucanos paulistas enterram com areia rasa aquilo não lhes interessa divulgar….Procure nos jornais locais http://www.jcnet.com.br (só não leve em conta o sensacionalismo que provoca a disfunção narcortizante) atenha-se aos números e veja também no BOM DIA , wwwredebomdia.com.br…. acho que vc vai começar a formar opinião sobre essa história de OSS E OSCIP.</p>
<h3>Do JCNet</h3>
<h3><a href="http://www.jcnet.com.br/mostra_manchete.php?codigo=3008" target="_blank">Indignada, cidade discute o resgate do Hospital de Base</a></h3>
<p><span id="more-37912"></span>Interventor da Associação Hospitalar de Bauru, Fábio Teixeira, deve contar com o apoio de vários segmentos de Bauru</p>
<p>O relato do descaso da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) em relação aos pacientes e funcionários do Hospital de Base (HB) provocou uma reunião de forças para garantir a prestação de serviços na unidade e colaborar com o interventor da AHB, Fábio Tadeu Teixeira. A preocupação com o futuro da entidade também mobilizou leitores do JC que, durante todo o dia de ontem, manisfestaram apreensão em relação à crise instalada na instituição.</p>
<p>O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) disse que vai se reunir, nesta semana, com o secretário de Saúde para discutir a contribuição que o município pode dar nesse processo. Ainda assim, o titular da pasta, Fernando Monti, ainda pediu união.</p>
<p>“Que nós tenhamos lucidez nesse momento, todos órgãos de saúde e os políticos, de nos unirmos no sentido encontrarmos soluções para este problema. Não façamos da AHB, do Hospital de Base, da Maternidade, toda ação que está instalada, um palco para disputa política eleitoral. É isso que eu espero. Acho que se todo mundo deve se reunir envolta desta questão para prestar sua cota de colaboração e a secretaria está a disposição para isso”, afirmou.</p>
<p>O secretário citou, como exemplo, a contribuição da Vigilância Sanitária de Bauru para a implantação de um programa corretivo no hospital. Para ele, é uma demonstração de boa vontade. “Num primeiro momento, é um processo de colaboração. Vamos nos colocar lado a lado com quem tiver dirigindo o hospital. Iniciarmos um processo que todo mundo colabore para que essa instituição continue funcionando, prestando atendimentos importantes que ela presta às pessoas de Bauru. O grande local de atendimento de toda urgência e emergência, não só de Bauru, mas da região, é o HB. É ele que faz toda a retaguarda na área de urgência e emergência. Então não tem como a gente se furtar de dar toda colaboração que a gente possa prestar nesse momento.”</p>
<p>O vereador Amarildo de Oliveira (PPS) também quer constituir uma força-tarefa para evitar prejuízos ao atendimento de pacientes do SUS no hospital. O parlamentar deve agendar nesta semana uma reunião com a Secretaria Municipal de Saúde, Divisão Regional de Saúde de Bauru (DRS-6) e interventor da AHB, Fábio Tadeu Teixeira, para discutir o assunto.</p>
<p>____________________</p>
<p>CRM investiga problemas</p>
<p>O Conselho Regional de Medicina abriu sindicância para apurar as denúncias contra o médico Samuel Fortunato, diretor técnico e responsável pelo setor de compras da Associação Hospitalar de Bauru (AHB). De acordo com o delegado regional do Cremesp, Carlos Alberto Monte Gobbo, a investigação analisa as responsabilidades do médico no processo, se ele agiu por omissão ou participação nos acontecimentos.</p>
<p>“Dependendo do conteúdo das denúncias, o CRM pode mandar uma fiscalização no hospital. Se for constatada essas irregularidades e que elas colocam em risco a saúde dos pacientes, como a saúde das pessoas que ali trabalham, o CRM vai fazer uma notificação para a Vigilância Sanitária. E também vai entregar uma cópia ao Ministério Público e à Secretaria de Estado da Saúde”, afirmou. Ontem, o JC recebeu mais uma denúncia relacionada ao atendimento de paciente. Uma mulher teria morrido após esperar dez dias para ser atendida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base.</p>
<h2>Por Marcela</h2>
<p>DIVULGANDO</p>
<p>CRESS-SP na Caravana em defesa do SUS</p>
<p>As Conselheiras do CRESS 9ª Região estiveram presentes na passagem da 14ª Caravana do SUS no Estado de São Paulo e levaram a posição do Conselho, sempre na luta por direitos, a favor da Saúde publica, universal, de qualidade e contra a privatização em atividade na Assembléia Legislativa no dia 08 de outubro.</p>
<p>Durante a atividade, criticas foram feitas a falta de envolvimento e apoio da gestão estadual da área De acordo com o Conselho Nacional de Saúde, esta e a primeira vez que a Caravana em Defesa do SUS se realiza sem a presença de representantes de uma secretaria estadual. Os presentes criticaram muito o processo de terceirização que tem avançado em São Paulo.</p>
<p><!--more-->Durante atividade foram discutidos os avanços e desafios do SUS e foi lancada a campanha do SUS como Patrimônio Social Cultural Imaterial da Humanidade.</p>
<p>Houve tensionamento para que não se repasse recursos para governos que, como o de são Paulo, não respeitam o controle social das politicas publicas. E o CRESS se posicionou claramente em relação a isso contra o repasse do SUS para São Paulo, para evitar que os recursos sejam entregues direto a iniciativa privada. Na mesa, Francisco Junior, primeiro presidente eleito para o Conselho Nacional de Saúde, prometeu mandar ao Ministro da Saúde, Temporão, o posicionamento de não mandar recurso para os governos que entregam a saúde para a iniciativa privada.</p>
<p>O movimento conta com o apoio do Conselho dos Secretários Municipais de Saúde que nega as chamadas Organizações Sociais (OSs) porque o sistema faz com que o recurso não passe pelo poder publico municipal, eleito democraticamente, e vá direto para as entidades, burlando o controle social.</p>
<p>A Caravana</p>
<p>A proposta da Caravana faz parte da Agenda Política do Conselho Nacional de Saúde aprovada pelo pleno em sua reunião ordinária de janeiro de 2009, que inclui temas como a Gestão do Trabalho, Modelo de Atenção, Financiamento, Controle Social, Intersetorialidade, Complexo Produtivo da Saúde e Humanização no SUS, definidos como estratégia para o cumprimento de suas ações.</p>
<p>Um dos pontos importantes do evento é a Campanha em favor da Regulamentação da Emenda Constitucional nº29, que está recebendo contribuições e apoio por meio de assinaturas eletrônicas na internet e permitirá que os recursos aplicados nas ações e serviços de saúde não sofram “desvio de finalidade”, visto que a lei definirá o que poderá ser considerado como tal, tendo a Resolução 322/2003 do CNS como referência nesse quesito.</p>
<p>A proposta da Caravana foi apresentada em ato público no Fórum Social Mundial da Saúde, em janeiro, e depois lançada oficialmente na Câmara dos Deputados, no dia 12 de março, com a participação de diversos parlamentares, gestores, trabalhadores e representantes de movimentos populares.</p>
<p>Com o tema “Todos em Defesa do SUS”, a idéia da caravana é discutir os problemas e os avanços do SUS em cada Unidade da Federação. Depois, todas as propostas serão apresentadas durante um Encontro Nacional em Brasília, no dia 8 de dezembro.</p>
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		<title>O novo Plano Nacional de Inteligência</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/09/o-novo-plano-nacional-de-inteligencia/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 09:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Abin]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Inteligência]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo Pessoa
Uma coisa importante que vale a pena uma discussão aqui é o novo “Plano Nacional de Inteligência” que vai ser enviado ao congresso até o fim do ano, já acertado em 20 de outubro pela cúpula do governo em uma reunião do Conselho Nacional de Defesa.

Em suma, o que a nossa imprensa divulga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcelo Pessoa</h2>
<p>Uma coisa importante que vale a pena uma discussão aqui é o novo “Plano Nacional de Inteligência” que vai ser enviado ao congresso até o fim do ano, já acertado em 20 de outubro pela cúpula do governo em uma reunião do Conselho Nacional de Defesa.</p>
<p>Em suma, o que a nossa imprensa divulga é que o plano prevê limitar a ação da ABIN para o cunho externo, transferindo para o GSI a ação interna (e isso inclui acabar com as escutas telefônicas internas, apoio à Polícia Federal, etc.). Esse negócio com Dantas ano passado teve conseqüências…</p>
<p>Estou terminando de ler um livro do jornalista Lucas Figueiredo sobre a história do Serviço Secreto: “O Ministério do Silêncio” (vale a leitura). E isso que está acontecendo agora é algo importante na história do Serviço do país e há pouca discussão sobre isso por aí… Pela primeira vez há uma proposta de utilizar o serviço de inteligência só para assuntos do país de cunho internacional, defendo os ditos “interesses nacionais”, saindo do velho foco de perseguição contra seu próprio povo da Inteligência brasileira. Mas o que está por trás de tal atitude?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A educação paulista, segundo as professoras</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 19:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[ACTs]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[temporários]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi um email de uma prima do interior, professora há muitos anos da rede estadual. Como existem siglas e conceitos, publico para discussão mais aprofundada entre vocês.
Por nalubi1
Luis sei que seu foco é a economia , mas será que você se interessaria para o caos que irá virar  a educação no Estado de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi um email de uma prima do interior, professora há muitos anos da rede estadual. Como existem siglas e conceitos, publico para discussão mais aprofundada entre vocês.</p>
<h2>Por nalubi1</h2>
<p>Luis sei que seu foco é a economia , mas será que você se interessaria para o caos que irá virar  a educação no Estado de São Paulo com as novas regras  que nosso Governador está lançando? Os alunos irão ficar desnorteados com tanta mudança de professores todo ano; ele não conseguirá acabar com a categoria dos ACTs pois professores Efetivos acabam faltando ou  se afastando precisando assim dos ACTs para substituí-lo. A categoria vai acabar !!!!</p>
<h2>Por Luiz Carlos</h2>
<p>Sou professor efetivo do estado há 10 anos..e nunca vi nada igual…parece que a lógica sucateamento-privatização está de vento em popa.E como é a classe trabalhadora e desempregada/informal (que não lê blogs e não se informa a não ser pelo PIG (Paulo Henrique Amorim) que tem seus filhos nas escolas públicas ela não se manifesta. Serra investe pesado em propaganda. Isso chamusca qualquer tentativa da classe dos professores em denunciar o que acontece nas escolas.Estamos sós. Sexta-feira é um verdadeiro caos na escola em que trabalho, pois professores faltam e não se acha substituto.</p>
<p>A diretora da escola chega a ir de carro procurar professores eventuais em outras escolas! Com essa lei do aumento por mérito (<a href="http://www.udemo.org.br/Destaque_247_Voce_leu_a_Carta.htm" target="_blank">veja aqui</a>) eu mesmo estou pensando em mudar de profissão. Pedimos Socorro!</p>
<h2><span id="more-37957"></span>Por Rosiméri</h2>
<p>Nassif,</p>
<p>ACTs são os professores não efetivos, que a Secretaria da Educação pretende torná-los estáveis até 2011 agora em dezembro, eles devem passar por um processo seletivo simplificado para docentes e que será aplicado pela Vunesp.</p>
<p>Estas são uma das mudanças que estão sendo implantadas pela SEE/SP o que a Nalubi1 relata sobre os ACTs é que depois de uma Resolução de 17/07/2009 qualquer professor que entrar no na Rede depois dessa data terão novas regras, eis alumas delas:</p>
<p>a) professor entra no 1ª dia letivo e sairá no final do ano, porém terá que ficar afastado da rede por 200 dias, somente depois de um ano ele poderá voltar</p>
<p>b) Terá direito a 02 folgas abonadas;</p>
<p>c) Licença Nojo 02 dias;</p>
<p>d) Licença casamento 02 dias</p>
<p>e) ele assinará contrato, que vale por 200 dias, vai acabar as portariaa de admissão, etc..</p>
<p>Exstem outras regras para este novo professor contrato apartir de 17/09/2009 (denominado de categoria O) e nisso que reside o comentário da Nalubi1, quem vai submeter a estas novas regras? Sabendo que ficará na rede pora apenas um ano. A intenção é tornar estáveis os que já estão na rede hoje antes da data 17/09/2009 o problema como foi citado é que professores entram em licença, quem vai substituí-los os novos professores da Categoria O.</p>
<h2>Por Silvana</h2>
<p>ACT é o atual OFA (ocupante de função-atividade), o professor temporário. Provavelmente a função foi criada para contratar professores eventuais (substitutos dos efetivos), mas a Secretaria Estadual de Educação evitou por anos abrir concurso público, o que fez com que a grande maioria do magistério estadual acabasse composta por temporários, que não têm lotação fixa na escola. O sistema de atribuição de aulas não garante que um OFA que trabalhou numa escola neste ano continue na mesma escola no ano seguinte, pois pela escala de pontuação, professores mais antigos escolhem primeiro e, quando a escala vai chegando nos mais novos, as escolhas já se reduziram bastante.</p>
<p>De fato, um corpo docente que muda todo ano acaba criando incertezas nos alunos, o que não é bom, tanto do ponto de vista psicológico quanto do pedagógico – inclusive a relação deles com a escola tende a ser melhor quando eles encontrarm os mesmos professores todos os anos. Corpo docente instável não é bom também para as próprias escolas: bons professores, com projetos interessantes, deixam de dar continuidade a eles naquela escola. A escola tem que entrosar os novos professores na sua rotina a toque de caixa, o que cria uma dificuldade no próprio gerenciamento dela (pergunte aos diretores e coordenadores pedagógicos!). E é ruim para o próprio professor: a angústia às vésperas de uma atribuição de aulas é muito grande, pois, se não sobrar aula, o professor perde o vínculo empregatício, fica desempregado.</p>
<p>Para resolver esse problema, a SEE precisaria efetivar os OFAs de alguma maneira: ou por concurso ou na canetada – por exemplo, na Prefeitura de São Paulo, quando foi promulgado o Estatuto do Magistério Municipal, os professores não-concursados se tornaram estáveis (com vínculo empregatício permanente), mas a Prefeitura manteve regularidade na promoção de concursos, de tal modo que atualmente a maioria dos professores municipais paulistanos é efetiva no cargo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A fuga para o suicídio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/08/a-fuga-para-o-suicidio/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[suicida]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
		<category><![CDATA[transtorno depressivo bipolar]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Filipe Pinheiro
Tema difícil de se tratar em tão poucas linhas.

Acrescento meu depoimento:

EU passei por uma depressão muito forte, dessas de não abrir a porta de casa por dias, eventualemnte sair, pegar comida e voltar à reclusão por outros dias. Colocar lençóis nas janelas pra não ver o Sol e poder dormir, dormir. Sentindo-me inútil. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Filipe Pinheiro</h2>
<p>Tema difícil de se tratar em tão poucas linhas.</p>
<p>Acrescento meu depoimento:</p>
<p>EU passei por uma depressão muito forte, dessas de não abrir a porta de casa por dias, eventualemnte sair, pegar comida e voltar à reclusão por outros dias. Colocar lençóis nas janelas pra não ver o Sol e poder dormir, dormir. Sentindo-me inútil. Achando que tudo que já havia feito tinha dado errado e racionalizando que não adiantava fazer mais nada, porque ia dar errado de novo.</p>
<p>Um belo dia, meu pai (com quem tenho um relacionamento distante) simplesmente disse que ia me levar a um psiquiatra, eu não recusei.</p>
<p>Já estou no segundo psiquiatra, agora acho que acertamos nos remédios, isso não quer dizer que esteja vibrando de alegria, mas que voltei a FUNCIONAR como pessoa, trabalho, estudo e reencontrei meus amigos, e alguns novos.</p>
<p><span id="more-37888"></span>Já se passaram 6 anos de tratamento. Só depois de um ano veio o diagnóstico como transtorno depresivo bipolar. Gosto de pensar que um dia não precisarei mais dos remédios mas reconheço que foi a intervenção do psiquiatra que me trouxe de volta ao jogo da vida e por isso continuo no esquema dele.</p>
<p>Esta introdução é para fundamentar o que quero dizer a seguir:</p>
<p>Ao longo dos últimos dez anos o pensamento do suicídio foi recorrrente. Na verdade consegui alcançá-lo em areas abstradas: cometi suicídio social ( me isolando, matando minha personalidade junto as pessoas) cometi suicídio profissional (abandonando trabalhos pelo meio, coisas bonitas até…) academico (quase fui jubilado, hoje estou as vesperas de terminar meu curso de engenharia)</p>
<p>Pra mim o suicídio não é uma opção e nunca foi. É sim a falta de opção, a fuga extrema! A maioria ve um filme romantico e esquecem por duas horas dos seus problemas…e depois retomam suas vidas aliviados. Aquele que está imerso na angústia não consegue esse efeito. Sim porque depressao é angustia a enesima potencia</p>
<p>Parece que nada apaga essa dor no peito, e de repente meio que sorrateiramente vem a pergunta, E SE… ai não vai mais doer…</p>
<p>Entendo hoje que a questão é que aquele que está imerso nesta angustia perde o contato com as pessoas e por isso perde o parametro de que todos convivem com isso e que há muitas maneias de lidar com isso, e ainda que errar faz parte do processo, devemos nos permitir cometer erros.</p>
<p>Neste sentido a família de um suicida talvez tenha perdido uma oportunidade de mostrar-lhe alternativas. Nao que seja culpada das escolhas de outra pessoa, em absoluto! Aqui talvez a dor seja de querermos tanto sermos compreendidos e nem tanto querermos compreender. E ai talvez a familia tenha um pouco de suicida dentro de si. Ninguem gosta de se perceber egoista</p>
<p>Desculpem se meu comentario se estendeu muito mas não podia deixar passar esta oportunidade e tenho a pretensão de colaborar com o tema, sobretudo por saber que ha muitos deprimidos que não recebem o mesmo apoio tecnico que eu. E talvez oferecer uma leitura util as familias de modo geral.</p>
<h2>Por Hélio Jorge Cordeiro</h2>
<p>Nassif, o contra ponto a ideia do suicidio está no meu livro O SUICIDA, que trata mais da conciência do que da depressão, tudo de forma bem-humorada, como tudo deve ser tratado na vida. Esta, por si só já é um fardo a ser carregado.</p>
<p>Com sua permissão, aqui está o link do meu livro na Cultura: <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=7020467&amp;sid=0132171901194374517883160&amp;k5=1428DAC3&amp;uid=" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A fábrica de alunos da Uniban</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/08/a-fabrica-de-alunos-da-uniban/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 15:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Uniban]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades privadas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andre Araujo
Esse tipo de universidade existe por todo o Brasil. Tres sujeitos ricos mas de escassa educação se reunem em uma praia e discutem: pessoal, temos que investir esse dinheiro, vamos abrir uma igreja, uma universidade ou uma concessionária Volks?

É desse tipo de gente que saem essas universidades.

A Uniban fazia uns anuncios na radio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Andre Araujo</h2>
<p>Esse tipo de universidade existe por todo o Brasil. Tres sujeitos ricos mas de escassa educação se reunem em uma praia e discutem: pessoal, temos que investir esse dinheiro, vamos abrir uma igreja, uma universidade ou uma concessionária Volks?</p>
<p>É desse tipo de gente que saem essas universidades.</p>
<p>A Uniban fazia uns anuncios na radio Bandeirantes aonde falava o vice-reitor. Como dizia sabiamente George Bernard Shaw, a linguagem é o melhor documento de identidade. O portugues do sujeito era de quiosque de praia, E era vice-reitor.</p>
<p>São universidades caça-niqueis, não tem qualquer espirito universitario, qualquer compromisso real com a educação, tendo capital se compram predios em leilões mal cheirosos, moveis de 3ª, professor acha com facilidade, pagou e dão aula, depois é só investir em marketing. Não tem e nunca terão espirito de universidade porque não são lideradas por educadores de verdade e sim por comerciantes para quem tanto faz escola como posto de gasolina.</p>
<p>Esse foi o maior erro do MEC e do CFE au autorizar esse tipo de falsa universidade. O requisito principal deveria ser o dos organizadores do empreendimento, que curriculo tem, isso é mais importante do que o dos professores e hoje não é filtro para autorizar a instituição. Não é só essa do ABC, no Rio tambem há universidades criadas por comerciantes de qualquer coisa e uma delas é das maiores do Rio.</p>
<p>Então esperar espirito universitario dentro de um negocio de bicheiros, sucateiros ou donos de empresas de transporte de carga, seria demais.</p>
<p>E não se culpe a globalização. Universidade na Europa e nos EUA é coisa séria, a esmagadora maioria não tem fins lucrativos, são fundacionais e são rigorosamente avaliadas pelo publico discente, ninguem investe em coisa ruim quando escolhe universidade para os filhos, nos EUA é rara a universidade que tenha menos de 70 anos de fundação, as grandes tem dois seculos, na Europa idem.</p>
<p>Por causa dessa liberalidade excessiva, confundida com democratização do ensino, temos hoje no Brasil mais de 1.200 faculdades de direito, contra 182 nos EUA e temos no Brasil mais faculdades de medicina do que toda a Europa. Estamos enganando jovens e seus pais, formando falsos preparados para nada, uma legião de desempregados diplomados, na recente inscrição para emprego de garis no Rio se inscreveram 2.000 com curso superior.</p>
<p>Quando aqui se discute a decisão sobre essa jovem expulsa da Uniban esta se discutindo coisa errada.</p>
<p>Não foi uma universidade que a expulsou indevidamente, foi um local onde era uma fabrica que faz de conta que é universidade e acha que com isso mantem a aparencia de ambiente familiar, como nos antigos “”reservados”&#8221; de bares de subuirbio, devem achar que é bom para o marketing, o ABC é de fato uma região bem conservadora.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>No começo dos anos 90, através do meu programa &#8220;Dinheiro Vivo&#8221;, na TV Gazeta, investi contra o presidente de uma associação de escolas particulares de São Paulo. Ele deu uma entrevista condenando uma decisão que obrigava a escola a aceitar alunos com deficiência física &#8211; ou coisa parecida. O sujeito era de uma truculência incontida. Quebramos o pau durante alguns dias.</p>
<p>Vendo as fotos do presidente da Uniban, me pareceu o mesmo típico físico. Não deve ser o mesmo. Mas alguém poderia lembrar quem foi o presidente dessa associação no início dos 90?</p>
<h2>Por Francisco Bicudo</h2>
<p>Caro Nassif, acho que você se refere ao famigerado José Aurelio de Camargo, que era presidente do Sindicato das Escolas Particulares de São Paulo (Sieeesp) na época, e que ao “justificar” a recusa de matrícula de uma aluna portadora do HIV (o nome da pequena era Sheila), afirmou que “crianças com Aids não precisam estudar, pois já nascem com atestado de óbito assinado”. Nojento, abjeto, deplorável e fascista.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Qualidade e quantidade na Academia</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/07/qualidade-e-quantidade-na-academia/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[CAPES]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Schenberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mario Abramo
Caros,

Trechinho da entrevista com o Mário Schemberg(Publicada em julho/agosto de 1984) que se não me engano o Cherubine postou há algum tempo:
“O sistema atual não visa estimular a criatividade do aluno, mas sim a sua produção. Aliás, tive uma experiência interessante quando estive nos Estados Unidos em 1940, trabalhando com o professor George [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Mario Abramo</h2>
<p>Caros,</p>
<p>Trechinho da entrevista com o Mário Schemberg(Publicada em julho/agosto de 1984) que se não me engano o Cherubine postou há algum tempo:<br />
“O sistema atual não visa estimular a criatividade do aluno, mas sim a sua produção. Aliás, tive uma experiência interessante quando estive nos Estados Unidos em 1940, trabalhando com o professor George Gamow. Era um russo de formação européia, tinha horror à Universidade norte-americana, e me preveniu; não vá muito à universidade daqui, não é recomendável, pois a pessoa é promovida pelo peso de suas publicações, e não pelo seu peso científico. Achava que isso se devia ao fato de serem, em geral, universidades particulares, e que os boards of trustees, formados por homens de negócio, cultivavam a idéia de produção sem pensar na qualidade. O critério para promoção, para a renovação de contrato, era o número de trabalhos. Esse critério qualitativo foi introduzido no Brasil pela reforma universitária que, como se sabe, é conseqüência do acordo MEC-USAID. Um físico americano famoso fez uma defesa da universidade nos EUA dizendo que o país tinha necessidade de formar 50.000 engenheiros por ano, não necessariamente os melhores do mundo, para manter o desenvolvimento industrial. Quando queriam alguém de grande capacidade, contratavam na Inglaterra, onde a organização universitária permitia formar, por ano, os duzentos melhores engenheiros do mundo. Essa era a filosofia dominante: aplicavam no ensino os métodos industriais. Esse sistema foi transplantado para cá, fazendo tábua rasa de toda uma tradição universitária brasileira que já existia e que talvez fosse mais adaptada ao Brasil do que aquela que foi instituída. Estou convencido de que a Universidade de hoje é uma instituição em vias de desaparecer. Ou então será uma coisa inteiramente diferente. Terá que ser reformulada, repensada, certos objetivos deverão ser redefinidos.”</p>
<p><a href="http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=71" target="_blank">http://www.canalciencia.ibict.br/notaveis/txt.php?id=71<br />
</a></p>
<p><span id="more-37613"></span>Psé, como a Anarquista, o Marcelo W e outros, essas distorções ocorrem por causa do “publish or perish”. Mas essa é uma tendência mundial. Não dá muito pra ser parrudo e encarar de frente.<br />
Mas bem que a CAPES podia começar a enxergar um pouquinho mais longe… e não com essa mentalidade contabilista.<br />
O grande problema do plágio científico é que a evolução acadêmica depende disso, implicando inclusive em acesso a cargos. A fraude não é cometida apenas contra o plagiado, lesado em seu direito autoral, mas também contra toda a sociedade, como ato de falsidade ideológica.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os lixões metropolitanos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/04/os-lixoes-metropolitanos/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 09:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[aterros sanitários]]></category>
		<category><![CDATA[lixo reciclado]]></category>
		<category><![CDATA[lixões]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lima
Lixo na rua, lixo na mente

A situação no país só não é ainda mais grave graças aos catadores

Washington Novaes – Estadão (09/10/2009)

Desde o último domingo a cidade de São Paulo está mandando para aterros em outros municípios as 13 mil toneladas diárias de lixo domiciliar e comercial que produz, pois se esgotou a capacidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Lima</h2>
<p>Lixo na rua, lixo na mente</p>
<p>A situação no país só não é ainda mais grave graças aos catadores</p>
<p>Washington Novaes – Estadão (09/10/2009)</p>
<p>Desde o último domingo a cidade de São Paulo está mandando para aterros em outros municípios as 13 mil toneladas diárias de lixo domiciliar e comercial que produz, pois se esgotou a capacidade de seu último aterro em funcionamento e ainda não está licenciada a área adicional de 435 mil metros quadrados para onde se pretende expandir o São João (Estado, 2/10). …</p>
<p><a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/washington-novaes-residuos-solidos-aterros-brasil-504843.shtml" target="_blank">http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/washington-novaes-residuos-solidos-aterros-brasil-504843.shtml</a></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>A notícia trazida pelo Lima é do mês passado. Mas permite uma boa discussão sobre os rumos dos lixões metropolitanos. Até que pontos os aterros sanitários esgotaram sua capacidade em regiões metropolitanas? E a saída das usinas de lixo, tão apregoada nos últimos anos? Quais as soluções buscadas pelas grandes metrópoles?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/04/os-lixoes-metropolitanos/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>A República dos Catadores de Lixo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/03/a-republica-dos-catadores-de-lixo/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/03/a-republica-dos-catadores-de-lixo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 12:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saneamento]]></category>
		<category><![CDATA[catadores de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[material reciclável]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=37447]]></guid>
		<description><![CDATA[Quando Lula chamou a atenção dos jornalistas para os catadores de lixo, a impressão inicial era que chamava a atenção para grupos sociais desvalidos. Não apenas isso. O Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) é uma experiência fantástica, que tem avançado no uso de novas ferramentas tecnológicas.
Do Bloco Temático de Saneamento do Portal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Lula chamou a atenção dos jornalistas para os catadores de lixo, a impressão inicial era que chamava a atenção para grupos sociais desvalidos. Não apenas isso. O Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) é uma experiência fantástica, que tem avançado no uso de novas ferramentas tecnológicas.</p>
<h2>Do Bloco Temático de Saneamento do Portal Luís Nassif</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/software-inedito-auxilia" target="_blank">Software inédito auxilia trabalho de catadores</a></h3>
<p>LILIAN MILENA</p>
<p>Da Redação &#8211; ADV</p>
<p>Parceria desenvolve sistema online inédito para auxiliar catadores de materiais recicláveis em todo o Brasil. O programa de software livre promove a chamada “inteligência geográfica” ao determinar as melhores rotas para os trabalhadores, além de evitar sobreposição de territórios e definir pontos ideais para a implantação de novos galpões.</p>
<p>O sistema consiste num banco de dados criado por técnicos do Parque Tecnológico da Usina de Itaipu (PTI) e representantes do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).</p>
<p>Os trabalhos estão em fase final de implementação. Segundo o coordenador do MNCR de Minas Gerais, Luis Henrique da Silva, foram selecionados dois membros de cada comitê regional para alimentar o sistema com informações – o grupo recebeu treinamento durante a Expo Catadores 2009. O software pode ser acessado livremente pela internet a partir de senha fornecida pelo MNCR.</p>
<p>O superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, Jair Kotz, explica que o acesso não terá custo algum às cooperativas ou associações que participarem do banco de dados. “O software é uma expertise, uma estrutura que já tínhamos instalada e com a parceria deixamos a disposição do MNCR”. O movimento de catadores é quem coordenará e disponibilizará os dados, enquanto o PTI dará suporte e atuará como servidor do sistema.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/software-inedito-auxilia" target="_blank">Continua</a></p>
<p><span id="more-37447"></span></p>
<h2>Por Lima</h2>
<p>Sobre o projeto do BNDES para financiamento de cooperativas dos catadores:</p>
<p>&gt;&gt; <a href="http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Institucional/Apoio_Financeiro/Linhas_Programas_e_Fundos/Fundo_Social/catadores.html" target="_blank">Apoio a Projetos de Catadores de Materiais Recicláveis</a></p>
<p>&gt;&gt; <a href="http://www.fomezero.gov.br/noticias/catadores-terao-linha-de-credito-do-bndes-para-fortalecer-cooperativas" target="_blank">Catadores terão linha de crédito do BNDES para fortalecer cooperativas</a></p>
<p>&gt;&gt; <a href="http://noticias.uol.com.br/politica/2009/10/29/ult5773u2857.jhtm" target="_blank">BNDES vai financiar carros elétricos para catadores de material reciclável, anuncia Lula</a></p>
<h2>Por Rodrigo</h2>
<p>Nassif, atualmente resido na Europa e posso lhe assegurar que nosso modelo de coleta seletiva é infinitamente mais avançado.</p>
<p>Talvez por não ter mão-de-obra disposta a trabalhar no processo de triagem do material, a gama de produtos que eles reciclam aqui é bem menor.</p>
<p>Plástico, por exemplo, não é recolhido na minha cidade. E olha que estamos falando de um lugar onde o uso de embalagens plásticas é uma coisa de louco!</p>
<p>A consciência ambiental da população também é mais em tese do que na prática.</p>
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		<title>A invasão dos sem terra</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Políticas Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Cutrale]]></category>
		<category><![CDATA[desapropriação]]></category>
		<category><![CDATA[ITESP]]></category>
		<category><![CDATA[MST]]></category>
		<category><![CDATA[sem terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos a algumas considerações sobre os sem terra em São Paulo.

Recentemente fui jurado de um prêmio de qualidade do governo do Estado de São Paulo. Um dos competidores era o ITESP (Instituto de Terras do Estado de São Paulo), encarregado do programa de reforma agrária estadual.

Apresentou o projeto e seu representante foi inquirido pelos jurados.

O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos a algumas considerações sobre os sem terra em São Paulo.</p>
<p>Recentemente fui jurado de um prêmio de qualidade do governo do Estado de São Paulo. Um dos competidores era o ITESP (Instituto de Terras do Estado de São Paulo), encarregado do programa de reforma agrária estadual.</p>
<p>Apresentou o projeto e seu representante foi inquirido pelos jurados.</p>
<p>O projeto, em si, consistia na montagem de um sistema pela Internet, que permitia o cadastramento de todas as famílias, organizando a fila de tal maneira que quem não conseguisse lote em um projeto, continuaria na fila para o outro.</p>
<p>Antes, era uma guerra, porque as famílias precisavam se cadastrar em vários locais.</p>
<p>O sistema apaziguou os sem terra de São Paulo. Cessaram as invasões, o nível de ansiedade reduziu o de cooperação aumentou. Perguntei sobre o relacionamento das diversas organizações dos sem-terra com o ITESP. Era ótima, foi a resposta. O único problema era a excessiva morosidade da Justiça para desapropriar terras devolutas.</p>
<p>Esse é o nó. Não se trata de avançar sobre propriedades produtivas ou com o registro de posse comprovado. O grande fator de ansiedade, provocando invasões, era a demora em desapropriar terras que, por lei, se destinam à reforma agrária.</p>
<p>O representante do ITESP – órgão do estado de São Paulo – afiançou que, muitas vezes, as movimentações dos sem terra eram essenciais para tirar a Justiça da letargia secular.</p>
<p>É essa a questão central a ser trabalhada pelo governo de São Paulo, União, Poder Judiciário e entidades agrárias.</p>
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		<title>A redução da jornada de trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[política pública]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Reinaldo
Proponho uma grande discussão sobre o projeto de lei da redução da carga horaria de trabalho para 40 horas

Pra mim ainda é pouco, 30 horas tava mais do que bom, mas estamos indo no caminho certo. E precisamos fazer pressão para que os deputados e senadores aprovem a dita cuja]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Reinaldo</h2>
<p>Proponho uma grande discussão sobre o projeto de lei da redução da carga horaria de trabalho para 40 horas</p>
<p>Pra mim ainda é pouco, 30 horas tava mais do que bom, mas estamos indo no caminho certo. E precisamos fazer pressão para que os deputados e senadores aprovem a dita cuja</p>
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