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Arquivo da Categoria Internacional

24/11/2009 - 09:48

Painel internacional

EUA vão anunciar meta para redução de emissões de carbono

BBC NEWS

Os EUA vão anunciar uma meta de redução das emissões de gases de efeito estufa antes da reunião do clima das Nações Unidas no próximo mês, de acordo com um funcionário da Casa Branca. O alvo deverá ficar em linha com os valores constantes da legislação antes (da aprovação) do Senado – uma redução de cerca de 17% a 20% em relação aos níveis de 2005 até 2020. A ausência de uma meta dos EUA tem sido amplamente vista como o único grande obstáculo a um acordo no encontro. O presidente Barack Obama ainda não decidiu se vai participar das conversações. No fim de semana, os anfitriões da conferência de Copenhague anunciaram que mais de 60 chefes de Estado e de Governo se comprometeram a participar das duas semanas de encontros de negociações.

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E mais:

Lula encoraja nações a dialogar com Irã

Dólar cai após comentários do Fed

Moody’s alerta Índia sobre empréstimos problemáticos

Fitch corta ratings do México


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 09:29

Irã, Serra e a dificuldade do discurso

Na Folha, o governador José Serra deixa de lado qualquer veleidade de analisar a diplomacia brasileira de forma mais ampla e endereça um duro ataque ao fato do país receber um integrante do “eixo do mal” e um governante que ignora o holocausto.

Serra é suficientemente preparado e pragmático para entender que a tática de aproximação com o Irã é uma maneira de tentar conter seu radicalismo, de manter as portas abertas com o Ocidente. Aliás, o próprio Barack Obama, em conversa com Lula, entendeu isso, segundo cobertura da própria mídia brasileira.

Qual a razão, então? Simples: ao lado de Delfim, Serra sempre foi o político mais apoiado pela colônia israelita, especialmente a que se reúne na poderosa sinagoga nas imediações da Consolação.

Há muito tema mais sofisticado para levantar, muita loa legítima que pode ser feita aos valores dos judeus. Um chamamento à paz no Oriente Médio, por exemplo. Um artigo objetivo sobre o direito de Israel à existência e uma defesa da coexistência com os palestinos. Mas o novo Serra continua em pânico quanto a qualquer dividida. Defender teses próximos aos judeus liberais poderia descontentar os conservadores. Defender teses dos conservadores, poderia descontentar os liberais.

Então, pau na visita do presidente do Irã, que contenta a todos, mesmo à custa do empobrecimento da análise política.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , , ,
23/11/2009 - 09:13

Painel internacional

A cotovelada diplomática nos EUA

New York Times

As ambições do Brasil de ser um jogador mais importante no cenário diplomático mundial estão batendo de frente com os esforços dos Estados Unidos e outras potências ocidentais para conter o programa iraniano de armas nucleares. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, agendou-se para receber o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, na segunda-feira, em sua primeira visita oficial ao Brasil. A visita é parte de um esforço maior de Lula para percorrer o mundo aparentemente insolúvel da política do Oriente Médio, e se segue às visitas das últimas duas semanas do presidente de Israel, Shimon Peres, e Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina. Mas a visita está atraindo críticas dos parlamentares e ex-diplomatas no Brasil e Estados Unidos, que dizem que isso pode minar os esforços ocidentais para pressionar o Irã sobre seu programa nuclear e, conseqüentemente, esfriar as relações do Brasil com os Estados Unidos e prejudicar a sua crescente reputação como poder global. Autoridades brasileiras dizem que o objetivo da visita é fortalecer os laços comerciais entre os dois países e ajudar a levar a paz ao Oriente Médio.

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E mais:

A ameaça fantasma - Paul Krugman

Fed de Chicago vê desemprego a 10,5%

Tecnocratas no topo da União Europeia

Espanha prepara o crescimento da próxima década


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional, Sem categoria Tags: , , , , , ,
23/11/2009 - 08:03

Atritos na diplomacia Brasil e EUA

Por Sérgio Troncoso

NY Times: visita de Ahmadinejad prejudica ambições do Brasil

A edição desta segunda-feira do jornal The New York Times afirma que as ambições do Brasil de se tornar um ator mais importante no cenário diplomático global estão “colidindo” com os esforços dos Estados Unidos e de outros países para intervir no programa nuclear do Irã. A matéria é baseada na recepção que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará ao presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, nesta segunda-feira.

“A visita é parte de um grande empurrão do Sr. Da Silva (Lula) para percorrer o aparentemente intratável mundo da política do Oriente Médio”, diz o jornal, lembrando as visitas do presidente de Israel Shimon Peres e do presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas. A matéria, cujo título fala que o Brasil dá uma “cotovelada” nos Estados Unidos no cenário diplomático, lembra as críticas de diplomatas e de outras autoridades à recepção de Ahmadinejad. A reportagem do NY Times lembra que a visita pode cortar os esforços do Oeste para pressionar o Irã, estremecer as relações entre o Brasil e os Estados Unidos e prejudicar a sua crescente reputação como poder global.

O democrata Eliot Engel, presidente do subcomitê da Casa Branca para o Hemisfério Oeste, afirma à reportagem que a visita é um “erro grosseiro e terrível”, pois o Brasil está dando o “ar de legitimidade” a Ahmadinejad, considerado por ele ilegítimo até mesmo para seu próprio povo. “Não faz sentido para mim, e prejudica a imagem do Brasil, francamente”, afirmou. A reportagem também lembra que as relações entre Estados Unidos e Brasil fiacram “tensas” depois das críticas que Lula fez à forma que os Estados Unidos lidaram com a crise em Honduras, e à sua crescente presença militar na Colômbia.

(Faltou o link)

Por Ivan Moraes

Um artigo com uma esquisitice fantasiosa atrás da outra:

http://www.nytimes.com/2009/11/23/world/americas/23brazil.html?hpw

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags:
22/11/2009 - 08:45

Começa a luta pela nova saúde nos EUA

Do Estadão

Democratas dos EUA conseguem votos para abrir debate sobre saúde

Democratas dos EUA conseguem votos para abrir debate sobre saúde

REUTERS

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WASHINGTON – Os democratas do Senado dos Estados Unidos chegaram neste sábado aos 60 votos necessários para abrir formalmente o debate sobre o grande pacote de reforma do setor de saúde, depois de a última indecisa integrante do partido, senadora Blanche Lincoln, dizer que apoiará o movimento.

O Senado deve votar a medida às 23h (horário de Brasília) para abrir o debate de reforma do sistema de saúde norte-americano, que envolve 2,5 trilhões de dólares –a principal prioridade doméstica do presidente Barack Obama.

Os democratas precisam de 60 votos para aprovar a moção no Senado, que conta com 100 membros, e não têm margem de erro –eles controlam exatamente 60 votos e os republicanos estão unidos na oposição.

O debate do plano é o primeiro procedimento para a tramitação do projeto de 2.074 páginas.

A reforma do sistema de saúde poderia expandir a cobertura do plano governamental a milhões que não têm nenhum seguro e impedir práticas de planos de saúde como a de negar a cobertura para pessoas com doenças pré-existentes.

“Este projeto efetua as reformas necessárias na saúde buscadas pelo governo: um sistema de saúde acessível e de qualidade ao alcance de milhões de norte-americanos que hoje não têm cobertura nenhuma, e estabilidade e segurança para centenas de milhões que já possuem um plano,” destacou a Casa Branca em um comunicado de apoio ao projeto, na sexta-feira.

(Reportagem de Jeremy Pelofsky)

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Saúde Tags:
19/11/2009 - 09:42

Painel internacional

A discussão sobre o fortalecimento do yuan

Economist.com

O presidente dos EUA, Barack Obama, em sua primeira visita à China nesta semana, incitou o governo chinês a permitir que sua moeda se valorize. O presidente Hu Jintao educadamente preferiu ignorá-lo. Nas últimas semanas, Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, e Dominique Strauss-Kahn, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, também clamaram por um yuan mais forte. Mas a China irá ajustar sua moeda apenas quando bem entender, e não em resposta à pressão externa. A China permitiu que o yuan subisse 21% em relação ao dólar nos últimos três anos até julho de 2008, mas desde então a taxa tem se mantido mais ou menos fixa. Como resultado, o valor comercial do yuan foi arrastado para baixo este ano pelo dólar enfraquecido, enquanto muitas outras moedas subiram. Desde março, o real brasileiro e o won sul-coreano ganharam 42% e 36% respectivamente, contra o yuan, corroendo seriamente a competitividade desses países.

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E mais:

Geithner: ‘a crise de crédito não acabou’

O temor de um duplo mergulho no mercado imobiliário

Obama se aproxima da Coreia do Sul

Divida pública britânica aumenta


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , ,
18/11/2009 - 09:44

Carta a um comuna sobre Battisti

Por João Vergílio G. Cuter

Carta que enviei a meu amigo Patrick (nome de guerra), ex-comuna, grande sujeito, coração enorme, que me escreveu por ocasião de seu 53º aniversário, fazendo uma defesa apaixonada da extradição de Cesare Battisti:

Patrick,

Parabéns, seu comuna de meia tijela. Cinquenta e três? Eu ainda estou curtindo minha “boa idéia” – ou, pelo menos, tive que engolir a dita cuja de um só trago, como se fosse um copo de 51.

Quanto ao Battisti, meu velho, eu não o extraditaria. Seu passado faz parte de um mundo que morreu, e que é impossível julgar com os olhos do presente. Naquele mundo doido, muitas pessoas foram levadas a pensar que qualquer ato (até mesmo um assassinato) estava justificado pelo ideal de uma sociedade igualitária. Uma espécie de loucura coletiva arrastou milhares de jovens às piores barbaridades, mobilizando (aí está o paradoxo) seus melhores sentimentos. Abandonavam a família, os amigos, a carreira em nome de um ideal de justiça. Eram movidos, enfim, por uma lógica que é inatingível pelos raciocínios de hoje. Sempre achei aquilo uma sandice completa, mas reconheço que, naquela época, eu julgava essa sandice com outras lentes. Compreendia quando alguém me falava que havia uma guerra em curso no mundo todo entre o “bem” do socialismo e o “mal” do capitalismo, e que essa guerra às vezes fazia vítimas inocentes. Achava esse raciocínio uma loucura porque não conseguia ver no “socialismo real” (lembra disso?) a mais pálida sombra do ideal que movia pessoas desse tipo, e também porque não acreditava no poder humano de planejar a história, como se fosse um arquiteto. Apesar disso, conseguia me pôr no lugar dessas pessoas, e compreender o ponto de vista ético a partir do qual elas falavam. Hoje, para compreendê-las (e para me compreender, nesse passado) tenho que forçar minha imaginação política a viajar para um tempo que já morreu. Cesare Battisti, a rigor, não pode ser extraditado, pois extraviou-se no tempo. O que existe, hoje, é uma sombra carregando na memória, um pouco incrédulo, a sombra de um mundo extinto. Sem nenhuma comemoração, discretamente, eu o deixaria em paz. Eu estava certo, no final das contas, e ele, errado. E daí? Já não errei tantas vezes, eu também?

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Autor: luisnassif - Categoria(s): História, Internacional Tags:
17/11/2009 - 09:56

Painel internacional

Obama e Hu mostram cooperação, mas diferenças persistem

ABC News

O presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente chinês, Hu Jintao, emergiram de horas de intensas negociações nesta terça-feira determinados a alinhar suas influências combinadas sobre questões cruciais, mas ainda mostrando divisões sobre a segurança econômica, e as questões de direitos humanos que há muito tempo atormentaram as duas potências. “O relacionamento entre nossos dois países vai muito além de uma questão simples”, disse Obama, em uma aparição conjunta com Hu, seguida de cerca de duas horas e meia de conversas formais a portas fechadas. Ambos os líderes falaram em condições audaciosas na crescente relação entre os países. Eles enfatizaram a cooperação na economia, mudanças climáticas, energia e nos diferentes graus de ameaças nucleares do Irã e Coreia do Norte. Em um acordo menor, os dois fixaram uma data para retomar o diálogo do longo impasse sobre direitos humanos no próximo ano. Mas as diferenças permaneceram, ressaltando que as tensões dificilmente seriam apagadas na primeira visita de alto nível de Obama à China.

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E mais:

Botín afirma que tamanho “não é o problema”

Merkel confirma presença em Copenhague

Bernanke alerta que recuperação corre risco

Inflação britânica começa a subir


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , ,
16/11/2009 - 10:08

Painel internacional

O pior do desemprego nos EUA ainda está por vir

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Por Nouriel Roubini

Acha que o pior já passou? Errado. As condições no mercado de trabalho dos EUA estão terríveis e piorando. Enquanto a taxa oficial de desemprego já é de 10,2% e outros 200.000 postos foram perdidos em outubro, quando se incluem trabalhadores desencorajados e parcialmente empregados, o número é um gritante 17,5%. Enquanto perder 200.000 empregos por mês é melhor do que os 700.000 empregos perdidos em janeiro, as perdas atuais de emprego ainda são em média maiores do que a taxa mensal de 150.000 durante a última recessão. Além disso, lembre-se: a última recessão terminou em novembro de 2001, mas as perdas de emprego continuaram por mais de um ano e meio, até junho de 2003; idem para a recessão de 1990-91. Assim, podemos esperar que as perdas de empregos vão continuar até o final de 2010, no mínimo. Em outras palavras, se você está desempregado, procurando trabalho e apenas esperando a economia dobrar a esquina, é melhor se sentar. Todos os números econômicos sugerem que isto vai demorar um pouco. Os empregos simplesmente não estão voltando.

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E mais:

PIB do Japão avança

O mundo fora de equilíbrio – Paul Krugman

Obama diz que falta tempo para acordos sobre clima

Diretor do Banco Central do Brasil vai deixar a instituição

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , ,
13/11/2009 - 09:39

Painel internacional

A luta contra a valorização das moedas de emergentes

Reportagem da Bloomberg aborda como Brasil, Chile, Rússia e Coréia do Sul estão lutando uma batalha perdida para conter a valorização de suas moedas. O dólar em queda e a recuperação econômica estão criando mais demanda por esses ativos do que os bancos centrais podem controlar. Na Coréia do Sul, o país vai deixar que o mercado regule a cotação da moeda, e no Chile, os parlamentares aprovaram um aumento na emissão de dívida local para financiar as despesas. O peso chileno se valorizou 26% este ano contra o dólar, o segundo maior ganho entre as moedas latino-americanas após a ascensão de 33% do real. No Brasil, Rodrigo Azevedo, diretor de política monetária do banco central do Brasil de 2004 a 2007, diz queo Brasil pode fazer muito pouco (para conter a apreciação)”. O real do Brasil se valorizou 1,6% neste mês, mesmo após a criação de um imposto em outubro sobre investimentos estrangeiros e aumentar as reservas cambiais em US$ 9,5 bilhões, no esforço para conter o fortalecimento da moeda.

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E mais:

O desemprego nos EUA e na Alemanha – Paul Krugman

Eurozona emerge da recessão

China acena com valorização do yuan

Brasil celebra queda recorde do desmatamento


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
11/11/2009 - 10:22

Painel internacional

Com fortalecimento chinês, aumenta clamor por yuan forte

A produção industrial da China e o superávit comercial subiram em outubro, indicando uma consistente recuperação na terceira maior economia do mundo, o que provavelmente amplia os clamores para deixar o yuan se valorizar. Os dados divulgados hoje vêm dias antes de os líderes da região Ásia-Pacífico se reinirem em Cingapura, e da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Pequim, onde planeja abordar a política monetária da China. O premiê chinês Wen Jiabao, rejeitou até agora a pressão para afrouxar as rédeas sobre o yuan, aguardando uma maior repercussão nas exportações, como esforço para garantir a estabilidade social e ganhos do trabalho. “Para a China, é necessário e adequado permitir que a moeda seja mais flexível”, disse o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Haruhiko Kuroda, em entrevista à Bloomberg Television hoje em Cingapura. “A resposta às crises pelas autoridades chinesas tem sido excelente”, e “eles tiveram uma recuperação econômica muito forte”, também disse.

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O presidente do Fed sob ataque

Senadores democratas propõem nova regulação financeira nos EUA

O apagão de energia no Paraguai e Brasil

Ativos tóxicos à venda!


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , , , , ,
10/11/2009 - 10:09

Painel internacional

Obama abordará a questão do yuan em visita à China

New York Times

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse na segunda-feira que planeja levantar a questão do yuan com as autoridades chinesas quando se encontrar com elas em Pequim na próxima semana, um tema potencialmente perturbador para os mercados de câmbio. “A moeda, junto com uma série de outras questões, virá à tona, e estou confiante de que tanto os Estados Unidos como a China podem chegar a um amplo conjunto de políticas que incentivem o comércio benéfico aos dois países, que permita a continuidade do crescimento econômico”, disse Obama em entrevista à Reuters. Os fabricantes dos EUA se queixam de que Pequim mantém artificialmente baixo o valor do yuan para tornar suas exportações mais baratas, e os produtos norte-americanos mais caros para os consumidores chineses. Os economistas dizem que isso levou a desequilíbrios na economia mundial, contribuindo para grandes déficits comerciais nos Estados Unidos e superávits comerciais na China.

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E mais:

China reafirma política de estabilidade do yuan

Projeção do PIB dos EUA para 2010 aumenta

Cenário pessimista derruba confiança empresarial alemã

Japão tem leve superávit em conta corrente


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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , , , ,
09/11/2009 - 10:04

Painel internacional

A entrevista de Lula ao Financial Times

Financial Times

Luiz Inácio Lula da Silva está em plena atividade. Sorrindo amplamente e de charuto favorito na mão, o presidente do Brasil narra com entusiasmo o dia em que disse não para o Fundo Monetário Internacional. “Eu chamei o [Rodrigo de] Rato [ex-diretor] no FMI e disse que não queria o dinheiro dele. Ele ficou realmente chateado“, ri. “O Rato disse: ‘Mas os empréstimos para o Brasil são realmente importantes para mim’. Para Lula e seus 190 milhões de compatriotas, a memória do Brasil regularmente indo de chapéu na mão para o FMI ainda irrita. Apenas uma década atrás, na esteira da crise financeira asiática e russa, o Brasil foi forçado a desvalorizar sua moeda, o real, e recorrer a empréstimos de emergência do FMI. Mas agora as mesas foram viradas. “Nós fomos um dos últimos países a entrar em crise e fomos um dos primeiros a sair”, diz o primeiro ex-torneiro mecânico de 64 anos a ser eleito presidente, em 2002. Para o próximo ano, o último do seu mandato, está confiante que a economia do Brasil crescer mais do que saudáveis 5%. “Não muito tempo atrás eu costumava sonhar em acumular US$ 100 bilhões em reservas cambiais”, diz, ainda sorrindo amplamente. “Logo nós vamos ter US$ 300 bilhões.

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Juro baixo nos EUA financia operações de risco, diz FMI

O legado de 1989 em debate

A nova invasão espanhola

O alto endividamento com cartões de crédito no Reino Unido

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
09/11/2009 - 07:00

O acordo EUA-Colômbia

Por S.I.Soares

Olá, Nassif, boa tarde. Com o calor e as novidades, parece que o clima só tende a esquentar. Estou mandando um artigo do LA JORNADA do Mexico, a respeito do acordo EUA – Colombia.

Também uma reportagem da La Semana, Colômbia, a respeito do acordo.

Segundo o LA JORNADA, o Pentágono aprovou as bases pois facilitariam a intervenção em países não alinhados com os EUA.

O LA SEMANA aborda o acordo em si e todo o seu contéudo, pelo menos o exibido para agradar ao público.

Na verdade é uma ingerência externa num país vizinho, que permitirá livre trânsito de equipamento e pessoal, bem como sujeitará todo o pessoal das bases a leis estrangeiras, no caso as americanas, num verdadeiro curral colonial como há alguns séculos não víamos por aqui.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,
06/11/2009 - 10:25

Painel internacional

O encontro de ministros do G20

BBC NEWS

Os mais poderosos ministros das finanças do mundo estão se reunindo em St. Andrews, no Reino Unido, para uma reunião destinada a puxar a economia do mundo para fora da recessão. A coordenação da política fiscal será a ordem de trabalhos, bem como a forma de policiar as finanças globais e os sistemas bancários. Protestos estão previstos na sexta-feira e sábado, para pedir mais medidas de combate ao desemprego e mudanças climáticas. O evento de dois dias do G20, que está sendo presidido pelo chanceler britânico (de finanças) Alistair Darling, será assistido por Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos EUA, bem como os ministros de finanças das maiores economias da Europa e China, Japão, Índia e Rússia. A coordenação da política fiscal e monetária tentará evitar a criação de novos desequilíbrios entre os diferentes países, semelhantes às que levaram à crise econômica no ano passado. Isso envolve, por exemplo, a pressão sobre os EUA para aumentar a poupança e a China, para aumentar o consumo.

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E mais:

Lula desafia líderes mundiais para conversa sobre clima

O enfraquecimento do mercado de trabalho dos EUA

China estreita laços com o Brasil

A insolvência no Reino Unido

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , , ,
05/11/2009 - 09:48

Painel internacional

Uma nova corrida do ouro

CNNMoney.com

Os investidores de ouro estão festejando como se fosse 1849. O preço do metal precioso amarelo atingiu ainda outra alta recorde na quarta-feira. Perto de US$ 1,1 mil a onça, você tem que perguntar para quanto mais o ouro pode chegar nos próximos meses. Seriam US$ 1.200? US$ 1.300? Caramba, US$ 1.500 estaria fora de questão? A Corrida do Ouro de 2009 foi impressionante de se ver. Ao contrário de alguns picos anteriores de preços, a “boa notícia” sobre a recente subida do ouro é que não parece ser devido a preocupações sobre um iminente colapso do sistema financeiro. O ouro disparou no início de 2008, por exemplo, quando o Bear Stearns estava à beira do colapso. Em vez disso, o ouro subiu recentemente ao mesmo tempo em que o dólar se enfraqueceu. Ouro, junto com outros metais como prata e cobre e commodities, como petróleo, estão se beneficiando dos temores de inflação.

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Fed vê taxa básica perto de zero por período “prolongado”

Banco da Inglaterra deve aumentar estímulos

Trabalhadores da Opel ameaçam fazer greve

Lucro da Unilever supera as estimativas

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
04/11/2009 - 09:28

Painel internacional

Nenhuma pista sobre o que o Fed fará com o juro

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não vai oferecer ao mercado sugestão alguma, piscadelas ou inclinações sobre o seu plano de batalha para empurrar as taxas de juro para níveis mais elevados, após a reunião que termina na quarta-feira, disseram os economistas. A maioria esmagadora acha que o Fed manterá a taxa básica de juros estável em perto de zero, onde tem sido o alvo do Fed desde dezembro passado. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) iniciou sua reunião de dois dias na terça-feira. Um anúncio é esperado na quarta-feira, por volta de 16h15 (horário de Brasília). “Os fatos na mesa – alto desemprego, baixa inflação, não criação líquida de empregos no setor privado – sugerem-nos que é inconcebível que a política vá realmente mudar em 4 de novembro”, disse a equipe econômica do Credit Suisse em relatório para clientes.
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Decisão da GM de manter a Opel é “inaceitável”, diz Alemanha

Banco Mundial eleva projeção de crescimento da China

Índice de serviços do Reino Unido sobe para o mais alto nível desde 2007

Bons progressos no Northern Rock

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
03/11/2009 - 09:52

Painel internacional

RBS e Lloyds venderão filiais

BBC NEWS

O Royal Bank of Scotland (RBS) e o Lloyds Banking Group estão vendendo sucursais, em outra grande sacudida no setor bancário do Reino Unido. As vendas foram exigidas pela Comissão Europeia para salvaguardar os interesses sobre a competição após os dois terem sido socorridos pelo governo do Reino Unido. O RBS vai vender 318 filiais, enquanto o Lloyds colocará à disposição mais de 600 unidades nos próximos quatro anos. O banco também confirmou que ficará de fora do regime de seguro estatal. O Lloyds, que tem uma participação de 43,5% detida pelo governo, em vez disso vai aumentar seu capital em 21 bilhões de libras, incluindo 13,5 bilhões de libras em capitalização e 7,5 bilhões de libras em troca de dívida. Mas terá que pagar ao governo britânico 2,5 bilhões de libras para evitar a adesão ao Programa de Proteção de Ativos do Governo (GAPS, na sigla em inglês), que dispõe de seguro estatal para empréstimos tóxicos passados. O RBS, entretanto, confirmou que irá aderir ao sistema revisado – e mais caro -, disse o Tesouro. “Acredito que o que temos aqui é um negócio melhor para o contribuinte”, disse o chanceler (ministro) de finanças Alistair Darling à BBC.

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Austrália eleva juro pela segunda vez no mês

União Europeia aumenta previsão do PIB para 2010

FMI vê progresso no pós-crise

Receita da BMW cai 74%

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
30/10/2009 - 13:55

A paz em Honduras

Bruno Brasil

Nassif,

Micheletti e Zelaya chegam finalmente a um acordo.

“Micheletti y Zelaya acuerdan poner fin a la crisis de Honduras
Las comisiones de diálogo pedirán al Congreso que decida sobre la restitución del mandatario depuesto”

http://www.elpais.com/articulo/internacional/Micheletti/Zelaya/acuerdan/poner/fin/crisis/Honduras/elpepuint/20091030elpepuint_4/Tes

A decisão ficará com o Congresso hondurenho, como sempre havia exigido Manuel Zelaya.

Ainda falta decidirem outros pontos, como anistia política, supervisão internacional e comissão sobre a verdade dos fatos.

Perguntar não ofende: quais teriam sido os arranhões à imagem externa brasileira segundo Embaixador Rubens Barbosa?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Política Tags: , ,
29/10/2009 - 15:27

A Venezuela no Mercosul

Por Mauro

Comissão do Senado aprova adesão da Venezuela ao Mercosul

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou hoje (29) por 12 votos a 5 a adesão da Venezuela ao Mercosul, depois de muita controvérsia e resistência por parte dos senadores da oposição, contrários ao ingresso do país vizinho no bloco. Com maioria, a base aliada do governo assegurou a aprovação do voto em separado do senador Romero Jucá (PMDB-RR).

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: ,
29/10/2009 - 10:02

Painel internacional

A inclusão de Chávez no Mercosul

BBC NEWS

A Venezuela se uniu oficialmente ao Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai como membro pleno do seu bloco comercial Mercosul em julho de 2006. Mais de três anos depois sua condição ainda está no limbo, com os membros do clube lutando para ratificar a solicitação do recém-chegado. Até agora, a proposta de adesão da Venezuela foi aprovada pelos líderes de todos os cinco Estados e dos parlamentos do Uruguai, Argentina e Venezuela. No entanto, ainda tem de ser ratificado pelos parlamentos brasileiro e paraguaio. No primeiro aniversário do acordo para tornar a Venezuela um parceiro do Mercosul (em 2007), Chávez alertou os dois países que iria retirar seu pedido de adesão a menos que fosse apoiado no prazo de três meses. Mas isso acabou se tornando uma ameaça vazia, seguida por mais dois anos de estagnação. Agora, finalmente, o Congresso do Brasil parece estar se inclinando para uma decisão. Fontes políticas anônimas brasileiras prevêem que a resposta será sim, mas terá que ser aprovada pelo plenário do Senado antes que tenha efeito. A rejeição seria extremamente constrangedora para o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, já que está visitando a Venezuela nesta quinta-feira.

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E mais:

Quanto tempo mais até que os BCs do G7 elevem os juros?

Rússia volta a cortar taxa de juro

FMI eleva projeção de crescimento na Ásia

China e EUA discutem comércio e meio-ambiente

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
28/10/2009 - 10:29

Painel internacional

Não espere uma grande recuperação nos EUA

CNNMoney.com

A economia dos EUA pode receber uma boa notícia na quinta-feira, pela primeira vez em muito tempo. Os economistas prevêem que o Produto Interno Bruto, a medida mais ampla da atividade econômica do país, cresceu a uma taxa anual de 3,2% no terceiro trimestre. Se estiverem certos, isto vai terminar uma seqüência de quatro trimestres do mais severo declínio econômico nos EUA desde a Grande Depressão. O crescimento resultante do pacote de estímulo econômico deste ano, juntamente com o reinício das linhas de montagem de automóveis e das fábricas dos fornecedores que foram fechadas durante as falências da General Motors e Chrysler são as duas principais razões pelas quais os economistas têm tal previsão otimista para o terceiro trimestre. Mas embora haja um consenso crescente de que a chamada Grande Recessão terminou em algum ponto no início deste ano, alguns economistas acham que um trimestre de sólido crescimento econômico não indica que uma grande recuperação tenha começado. O desemprego continua a subir e cerca de 30% da capacidade das fábricas permanece inativo. O crédito para empresas ainda é apertado e a confiança do consumidor está caindo.

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E mais:

O potencial econômico do Brasil

Oposição britânica defende juros baixos e corte do déficit

A estratégia do Santander para o Brasil

Compre de exportadores

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
28/10/2009 - 07:00

Recomeça o suplício no Oriente Médio

Por ADNAN EL KADRI

Vai começar a temporada de limpeza étnica no sul do Líbano.

A direita israelense, já mostra a que veio. Notem na matéria abaixo do Terra: Primeiro Israel provoca, para conseguir o pretexto para BOMBARDEAR o Sul do Líbano. : “ antes do lançamento do foguete, a Aviação israelense tinha sobrevoado intensamente as regiões de Bint Jbeil, Marj’uyun e Hasbaya, enquanto vários helicópteros fizeram o mesmo sobre a região das Fazendas de Chebaa, todas no sul do Líbano.

A extrema direita israelense tinha dado um tempo para Obama. Agora, já mostra a costumeira truculência irreprimível dos falcões de Netanyahu.

Israel bombardeia sul do Líbano após lançamento de foguete

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27/10/2009 - 14:00

A nova cara da China

Por Hilano Carvalho

Será mesmo que a China tem essa visão de superioridade sobre o mundo? Será mesmo que eles estão ascendendo para formar um novo império?

Eu acho que não.

Acho que a análise do britânico parte de uma ideologia de poder estritamente ocidental, daquela que remonta à formação das principais civilizações ocidentais: a grega e a romana. Ele se esquece de que a China passou por uma Revolução Cultural, que visava remodelar o povo chinês sob uma nova visão de sociabilidade, em que as noções de cooperação e de solidariedade tinham papéis determinantes.

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27/10/2009 - 09:54

Painel internacional

BC da Índia começa a retirar medidas anti-crise

The Wall Street Journal

O Banco Central da Índia deu o primeiro passo na direção do aperto da política monetária, mantendo constantes as taxas de juros, mas, em um movimento surpresa, exigiu dos bancos o aumento do provisionamento de obrigações como reserva. A decisão do Banco Central da Índia nesta terça-feira para aumentar a taxa de liquidez estatutária irá absorver alguma liquidez do sistema bancário, que ameaçava aumentar as pressões inflacionárias e minar a nascente recuperação da economia da Índia. “Enquanto a inversão das medidas convencionais não é considerada adequada para agora, muitas das medidas não convencionais podem ser revertidas imediatamente”, disse o BCI em sua revisão trimestral da política monetária. Também impulsionando a expectativa de que o BCI seguirá o Banco Central da Austrália, que este mês se tornou o primeiro grande banco central a elevar as taxas de juros desde a crise financeira global, o banco central da Índia aumentou drasticamente sua estimativa de inflação para o ano fiscal encerrado em março para 6,5%, com viés para cima, de uma previsão anterior de 5%.

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26/10/2009 - 09:46

Painel internacional

EUA querem aumentar controle sobre os grandes bancos

New York Times

O Congresso dos EUA e o governo Obama estão prestes a assumir uma das questões mais fundamentais decorrentes do colapso do sistema financeiro no ano passado – como lidar com as instituições que são tão grandes que o governo não tem escolha a não ser resgatá-las quando estiverem em apuros. Um alto funcionário do governo disse no domingo que, depois de extensas consultas com funcionários do Departamento do Tesouro, o deputado Barney Frank, presidente do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, poderia introduzir uma legislação mais cedo esta semana. A medida tornaria mais fácil para o governo assumir o controle de instituições financeiras em dificuldades, afastar a gestão, neutralizar os acionistas e mudar os termos dos empréstimos existentes realizados pelas instituições. O funcionário disse que o secretário do Tesouro, Timothy F. Geithner, estava planejando defender as mudanças em depoimento perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara na quinta-feira.

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26/10/2009 - 08:02

Os atentados no Iraque

Por Nonato Amorim

Nassif & Amigos, o banho de sangue foi enorme. As mortes passam de uma centena. O atoleiro continua um saco sem fundo e a violência parece recrudescer. Como Obama vai reagir? Só na base do discurso? E como fica a “opinião pública’ interna? E a Fox? Combustível para essa mídia da direitona? Certamente…Que consequências advirão? Tou falando do Iraque, claro! Abs.

Do Último Segundo

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: , ,
24/10/2009 - 07:00

As eleições no Uruguai

Por Mario Siqueira

Nassif, acho que é oportuno um post sobre o Uruguai. Domingo 25 eles tem eleições e Mujica, ex-guerrilheiro Tupamaro lidera as pesquisas.

O Estadão de hoje informa que o pais praticamente passou ileso pela crise, inclusive tiveram aumento do PIB em 2009.

Domingo tambem há plebiscito pela revogação da lei da anistia deles,que beneficia torturadores e outros criminosos da ditadura.

E com esse swap cambial, será que vamos poder tomar um bom vinhozinho uruguaio a preço de cerveja ?

Por frédi vasconcelos

Nassif, estou no Uruguai cobrindo as eleições para a Revista do Brasil e a Revista Fórum.

Por aqui a tendência é que tenha segundo turno no final de novembro.José “Pepe” Mujica, o candidato de Frente Amplio e ex-guerrilheiro Tupamaro, está, dependendo da pesquisa, entre 45% e 49% dos votos totais no primeiro turno.

Lacalle, ex-presidente e candidato pelo Partido Nacional (blancos), com cerca de 30%.

Somados, os três candidatos de oposição têm menos votos que o primeiro, mas deve haver segundo turno porque aqui não são descartados os votos brancos e nulos na apuração.

Sobre as estratégias, Frente Amplio tenta destacar os feitos do governo Tabaré, enquanto a oposição joga com o passado guerrilheiro do candidato.

Lacalle disse no comício final que eles são diferentes, que Tabaré é socialista europeu e Mujica um radical e comunista.

O discurso é baseado no medo do que virá com e da sua pretensa aproximação com Chávez.

No palanque, havia um cartaz com a palavra “inseguridad” e o desenho de uma motosserra.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional Tags: ,
23/10/2009 - 17:01

Swap cambial com Uruguai

Do Banco Central

Os Bancos Centrais do Brasil e do Uruguai firmaram nesta sexta-feira uma Carta de Intenções pela qual concordam em dar início ao processo de implantação do Sistema de Pagamentos Bilateral em Moeda Local entre os dois países.
O objetivo de criação do sistema de pagamentos é oferecer aos exportadores e importadores brasileiros e uruguaios uma alternativa para a liquidação de suas operações de compra e venda em moeda local. A redução de custos por não utilização de uma terceira moeda e o aumento da liquidez e da eficiência do mercado de câmbio em Peso Uruguaio e Real são alguns dos benefícios que adviriam da implementação do sistema.
A existência do sistema bilateral de pagamentos será mais um elemento a contribuir para o processo de integração econômica entre as duas nações do Mercosul. Além disso, a assinatura da Carta de Intenções ajudará a consolidar os vínculos de cooperação entre os Bancos Centrais do Brasil e do Uruguai.

Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags: , , ,
23/10/2009 - 10:05

Painel internacional

Argentina quer trocar dívida

BBC NEWS

A Argentina planeja lançar uma nova troca de dívida, e espera ver terminada uma longa saga que começou com uma moratória maciça há oito anos atrás. A terceira maior economia da América Latina está tentando reconstruir sua reputação junto aos investidores internacionais e vender títulos para arrecadar dinheiro. Ela quer comprar US$ 20 bilhões de títulos da dívida em circulação mantida pelos investidores, que recusaram uma oferta anterior em 2005. A Argentina deu um calote de US$ 95 bilhões em títulos em 2001, valor recorde na época. Desde a crise econômica de 2001-2002, os argentinos viram um presidente perseguido pelas ruas por multidões descontentes e sete presidentes subseqüentes vieram e se foram. Mas a economia da Argentina se recuperou relativamente forte. O país quer arrecadar pelo menos US$ 1 bilhão em capital novo.

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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional Tags:
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