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Arquivo da Categoria Eleições

17/11/2009 - 23:25

Prazo eleitoral antecipou viaduto que caiu

Da Agência Estado

Alteração de projeto corta 14 meses na obra do Rodoanel

AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – Alterações no método construtivo e na execução do Trecho Sul do Rodoanel permitiram à administração do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), abreviar em 14 meses a conclusão da obra de 61,4 quilômetros que ligará as Rodovias Régis Bittencourt, Raposo Tavares, Castelo Branco, Bandeirantes e Anhanguera ao Sistema Anchieta-Imigrantes. A construção teve início em 28 de maio de 2007 e, a partir dessa data, deveria ser entregue em 48 meses, conforme o cronograma previsto na assinatura dos contratos.

Entretanto, o prazo acabou encurtado para 34 meses – a nova meta é 27 de março de 2010, um mês antes do limite para candidatos às eleições se desincompatibilizarem de seus cargos públicos. Serra é o virtual candidato do PSDB à sucessão presidencial. A construção do Trecho Oeste, com praticamente a metade da extensão do Trecho Sul, demorou quatro anos.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , , ,
17/11/2009 - 13:02

Consolida-se aliança Aécio-Ciro

Da Agência Estado

Aécio se reúne com Ciro e mostra que acordo é possível

AE – Agencia Estado

SÃO PAULO – Num gesto político que busca fortalecer suas pré-candidaturas à Presidência da República e reforçar a hipótese de que poderão estar juntos em 2010, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) se reúnem hoje em Belo Horizonte. Para aliados do mineiro, que disputa a indicação para presidenciável tucano com o governador paulista José Serra, a agenda pública com Ciro sugere que as articulações para um eventual acordo com a legenda socialista não se esgotaram.

Antes de participar de um almoço oferecido por Aécio no Palácio das Mangabeiras, o deputado do PSB deverá prestigiar o lançamento do portal da organização não-governamental (ONG) Brasil Tem Jeito, idealizada pelo secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG) – aliado do governador de Minas. Aécio também deve participar do evento.

“Eles estão sempre avaliando a possibilidade de estarem juntos”, disse Castro. “Acho que ainda há espaço para o diálogo com o PSB. O quadro sucessório ainda não está totalmente fechado.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Comentário

Vai se completando o ciclo que cantei em junho. Agora o jogo começa a ganhar cores mais nítidas. Aécio tem marca e representa a visão neoliberal com nitidez.

A incapacidade de Serra de analisar o futuro levou a isso. Historicamente, foi alinhado com o pensamento desenvolvimentista. Mas sempre em off, apenas nos meios acadêmicos ou em conversas informais. Conseguiu o feito de não representar o mercadismo e de não conseguir desvencilhar sua imagem do sumo pontífice do mercadismo, FHC.

Já Aécio é muito mais identificado com o mercadismo. Mas livrou sua imagem da pesada herança de FHC.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , ,
17/11/2009 - 09:45

Desembarcando de Serra

Por José de Abreu

LN

No primeiro caderno da Folha é o Cesar Maia espinafrando o Serra. No Segundo é a Monica Bergamo publicando nota onde Aécio prevê o pior dos dias se Serra fosse eleito. Junte-se a isso o post do Azenha vendo no interior de São Paulo a construção de mais 12 pedágios para sererm inaugurados no ano que vem, ano da eleição… Há algo de novo no ar e não são apenas aviões de carreira.

Deem uma conferida:

Da Folha

Serra lembra os “piores caudilhos”, diz Cesar Maia

Democrata endossa discurso de seu filho de apoio a Aécio

DA REPORTAGEM LOCAL

A relação entre PSDB e DEM sofreu novo abalo ontem. A exemplo do filho, o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), o ex-prefeito do Rio Cesar Maia disse que o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), “lembra os piores caudilhos” ao avocar para si a decisão sobre a candidatura do PSDB à Presidência.

Hoje, Serra lidera as pesquisas para presidente. Mas, assim como o filho, Cesar Maia elogia o governador de Minas, Aécio Neves. Em entrevista ao portal iG, Maia chamou Serra de personalista. Procurado pela Folha, reiterou as críticas.

“O Serra diz que quer ser candidato, que será candidato, que pode ser candidato, e o partido parece não ter nada a ver com isso. É um populismo descarado. Lembra os piores caudilhos. Um caudilho do passado apontava o dedo para o candidato. Agora o próprio candidato aponta o dedo para si”, disse, queixando-se da disposição de Serra de só se manifestar sobre a eleição em março.

Contrariado, Serra não quis comentar a declaração. O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), cobrou um discurso mais construtivo. “O esforço agora é juntar todas as energias. A contribuição de Maia é fundamental. E isso implica um discurso de maior colaboração e mais construtivo.”

Em Alagoas, Aécio defendeu que a escolha aconteça até janeiro e disse que “gostaria muito” de ter Ciro Gomes (PSB-CE) -desafeto de Serra- como aliado. Afirmou ser “concreta” a possibilidade de Serra não concorrer à Presidência.

(CATIA SEABRA)

Da Mônica Bérgamo

NUNCA MAIS

Em conversa recente com empresários, Aécio Neves (PSDB-MG), cada vez mais empenhado em convencê-los de que teria mais condições de governabilidade na Presidência da República do que José Serra, insinuou que, se o tucano paulista ganhar as eleições de 2010, “o governo pode parar”. Tudo por causa da radicalização do PT e dos movimentos sociais. “E aí vai ser aquela saudade imensa [do presidente Lula]. Em quatro anos, ele [Lula] volta e nós nunca mais ganhamos as eleições neste país.”

Comentário

Tudo isso previ há quatro ou cinco meses. Serra abdicou de qualquer veleidade de lançar idéias e se cercou do que de mais barra-pesada existe na política e no jornalismo. Pela primeira vez liderando um processo – antes, sempre foi coadjuvante aparentemente rebelde de FHC -, expôs de tal maneira sua truculência e falta de visão estratégica que assustou a todos, inclusive a amigos que o conheciam há décadas. Agora, aparece aos olhos de todos – inclusive de aliados – como o truculento que irá parar o Brasil se eleito.

Leia aqui:

Como o PSDB terceirizou a política.

A nau sem rumo de Serra.

Serra e a máquina de moer reputações

O PSDB atrás do discurso

O método Serra de calar a crítica

O último suspiro de Serra

O último suspiro de Serra – 2

Não foi por falta de aviso que Serra embarcou nessa aventura de abolir as idéias e partir para o jogo barra-pesada.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , ,
13/11/2009 - 10:00

O personalismo nas eleições brasileiras

Por Comentador

Este artigo foi publicado no Estadão de hoje. Coloco na íntegra, pois nem sempre eles disponibilizam. Confesso que estranhei este tipo de artigo no jornal.

Do Estadão

Por que Dilma será a nova presidente

Carlos Pio

Daqui a exatos 12 meses os brasileiros vão escolher o seu novo presidente. Poucos analistas parecem ter dúvidas de que teremos segundo turno e de que este será disputado pela candidata do presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff, e por um dos candidatos do principal partido da oposição, provavelmente o governador José Serra. Mas quase ninguém arrisca um prognóstico sobre o pleito, cautela essa provocada pelo que parece ser uma disputa apertada entre dois candidatos “sem graça”, tecnocratas de cabeça e coração. Eu vou arriscar: Dilma ganha de Serra (ou Aécio Neves) no segundo turno, com folgada margem. Vou explicar por quê.

Para começo de conversa, é fundamental enfatizar como o processo de seleção dos candidatos presidenciais afeta o desenlace da campanha. No nosso caso, demonstra o quanto a democracia brasileira ainda é dominada por indivíduos que estão no topo das organizações partidárias (e não por regras institucionalizadas). Em si mesmo, esse fato limita um verdadeiro debate de ideias sobre os problemas nacionais e sobre as diferentes alternativas existentes para resolvê-los. Dilma foi escolhida por uma única pessoa – o presidente Lula -, possivelmente após ouvir a opinião de alguns de seus conselheiros mais próximos. Serra será (ou não!) candidato a partir de uma decisão individual sua, à qual os dois partidos que o apoiam (PSDB e DEM) acederão sem maiores questionamentos. Se ele preferir não se candidatar a presidente, como em 2006, Aécio assumirá o posto também por decisão individual – mesmo que sob forte pressão dos aliados. Nesse processo terão sido ouvidas, talvez, quatro ou cinco outras pessoas. Ciro Gomes e Marina Silva se autodeclararam candidatos e suas legendas aceitaram – esta última tendo, por sinal, saído do PT com esse propósito.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , , , ,
12/11/2009 - 14:00

Perfil do governo petista

Do Valor

Algo mais complexo que apoio das massas

Por Maria Inês Nassif

O perfil do governo petista que ascendeu ao poder pelo voto nas últimas duas eleições vai dar um trabalho maior de análise, no futuro, do que apaixonadas declarações sobre o caráter da inserção das forças sociais no jogo de poder. Existem elementos que precisarão ser analisados longe de um período eleitoral.

A primeira exigência de uma análise futura será a de evitar comparações automáticas – e fáceis – com o período de João Goulart, no pré-64. Jango era o líder claudicante de um governo populista, herdeiro de um pacto de poder que não era seu e com uma base social que herdara do getulismo e sob a qual não tinha grande controle. O que existia de seu era uma base trabalhista formada sobretudo no interior do Estado – o peleguismo – e que não necessariamente tinha, ela própria, inserção social. A liderança populista não tinha também vínculo orgânico com seu partido, o PTB, nem este partido era depositário de um projeto de poder. O PTB, também criado por Getúlio Vargas, foi criado para capitalizar a popularidade getulista, não para servir a um projeto que lhe fosse próprio.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , ,
11/11/2009 - 10:05

A pesquisa Vox Populi

Por Fabricio Vasselai

Caro Nassif,

Aqui vai o primeiro link que saiu nos grandes portais com notícia sobre a nova pesquisa Vox Populi, divulgada nesta madrugada, onde Dilma sobe 4 pontos e Serra cai 4.

O mais intrigante é que a coluna “Radar”, da Veja, havia adiantado o resultado dessa pesquisa comemorando que Serra ficara em 40% e Dilma em 12%… Como é mesmo que se adianta ERRADO um resultado de pesquisa a ser divulgada dias depois? Patético. Apostam que seus leitores são, além de tudo, desmemoriados.

Na pesquisa, apesar do Estadão trazer a chamada “Mas Dilma ainda tem a maior rejeição”, fica claro que não será uma eleição baseada em candidatos com rejeição. Dilma tem 12%, Serra 11%. Grande diferença, não é mesmo jornalistas do Estadão?

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-sobe-4-pontos-e-serra-perde-4-em-novo-vox-populi,464316,0.htm

Comentário

Algumas observações:

1. A pesquisa retoma o rumo natural das eleições, com José Serra caindo, Dilma Rousseff subindo e Aécio se firmando.

2. A pesquisa anterior foi feita sob vários impactos claramente fabricados pela velha mídia: a campanha cerrada contra Dilma no episódio Lina Vieira (chamando-a diariamente de mentirosa), o carnaval armado em torno do Serra, especialmente on caso da lei antifumo e outros episódios de igual magnitude (o Jornal Nacional chegou a dar três minutospara um defensora pública paulista falar como o governo Serra protege as mulheres) e a campanha nacional do PSB, dando visibilidade a Ciro pouco antes da pesquisa.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , , ,
10/11/2009 - 16:12

O pré-candidato Roberto Requião

Por Homero Pavan Filho

Nassif, acho que vale um post.

Requião é o primeiro a dizer o que o Ciro Gomes tb acha, que ele tira votos do Serra, e não de Dilma, como a mídia insiste em afirmar.

Em entrevista à revista “Carta Capital”, o governador Roberto Requião fala das eleições do ano que vem, defende a candidatura própria do PMDB, e se habilita a concorrer. Mas não só isso, reafirma sua condição de “lulista”, mas não perdoa os petistas paranaenses que buscam uma aliança com o senador Osmar Dias.

Aqui, na íntegra, a entrevista concedida ao jornalista Sérgio Lírio, da “Carta Capital”:

Requião quer entrar no jogo

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , ,
10/11/2009 - 14:29

O país da tropicália

Do Estadão

Tropicália, sob o signo do escorpião

José Celso Martinez Corrêa

No mesmo dia em que Caetano fazia sua entrevista de capa, muito bela como sempre, no Caderno 2 do Estadão, o Ministro Ecologista Juca Ferreira publicava uma matéria na Folha na seção Debates. Um texto extraordinariamente bem escrito em torno da cultura, como estratégia, iniciada no 1º Governo de Lula ao nomear corajosa e muito sabiamente Gilberto Gil como Ministro da Cultura e hoje consolidada na gestão atual do Ministro Juca. Hoje temos pela primeira vez na nossa história um corpo concreto de potencialização da cultura brazyleira: o Ministério da Cultura, e isso seu atual Ministro soube muito bem fazer, um CQD em seu texto.

Por outro lado, meu adorado Poeta Caetano, como sempre, me surpreendeu na sua interpretação de Lula como analfabeto, de fala cafajeste, abrindo seu voto para Marina Silva.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Mídia, Política Tags: , , , , ,
10/11/2009 - 14:00

Eleição 1989

Nilson Fernandes

Nassif, o Collor em entrevista sobre os 20 anos da eleição de 1989 para UOL canta Lula-lá. Por favor coloca o link que eu não sei. Abs.

http://noticias.uol.com.br/especiais/eleicoes-1989/ultnot/2009/11/10/ult9005u1.jhtm

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , , , ,
04/11/2009 - 07:00

Aécio entre a presidência e as baladas

Não quero entrar na querela Aécio Neves com a namorada, se bateu ou não bateu. É coisa menor. Ele estava em uma festa, se envolveu com uma modelo americana que estava bêbada. Daí a extrapolar, supondo ser ele um sujeito violento na relação com mulheres, ou ser uma cópia de Fernando Collor, vai uma imensa distância.

O ponto central é outro.

Pessoas a quem o destino confere a possibilidade de ser candidato a governar o país, abdicam da vida pessoal. É responsabilidade demais, é honra demais conferida a uma pessoa a de poder influir na vida de quase 200 milhões de conterrâneos, ter um lugar na história. Por isso, esse objetivo é colocado acima de qualquer outro.

Foi assim com FHC, com Lula, com Dilma e tem sido assim a vida toda do José Serra.

Quando o escolhido não consegue abrir mão dos prazeres mais banais, expondo-se dessa maneira, é porque não tem vocação pública. E vocação pública não é artigo que se adquire na hora.

Aécio sabe que sua vida pessoal seria alvo de ataques de toda ordem. Todo o mundo político sabe que essa jovem irresponsabilidade de baladeiro cinquentão poderia afetar sua imagem de político. O episódio que apareceu é de menor importância, mas demonstra o descuido indesculpável para quem ambiciona a presidência da República.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags:
03/11/2009 - 13:34

Os impasses da oposição

Por Marco Antonio

A informação de Dora Kramer, ontem, em sua coluna, sobre a pesquisa encomendada pelo DEM no Distrito Federal e na Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais é fundamental para que possamos estabelecer um debate em torno da agenda política imediata.

Segundo a pesquisa, levada ao conhecimento do PSDB para que Serra assumisse sua candidatura ou abrisse espaço para Aécio, teve os seguintes resultados ( números não divulgados), em texto transcrito literalmente da colunista

” Há quatro amostras: Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Sul e Bahia. Na capital, Ciro Gomes aparece em primeiro lugar, Dilma Rousseff em segundo e José Serra em terceiro. Em Salvador, Dilma empata com Serra e abre vantagem na região metropolitana. No Rio Grande do Sul, a candidata do presidente Lula também aparece na frente e, em Minas, diz o DEM, o quadro é de ‘aperto’.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , ,
02/11/2009 - 09:19

A estratégia de Aécio

Da Folha

FERNANDO DE BARROS E SILVA

As razões de Aécio

SÃO PAULO – Aécio Neves inicia qualquer conversa sobre a sucessão de Lula dizendo que não há hipótese de que ele e José Serra não estejam juntos em 2010. Quem apostar o contrário irá perder, como erraram aqueles que lá atrás previam a sua ida para o PMDB.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , , ,
29/10/2009 - 13:50

Um perfil do eleitorado

Do Valor

Um eleitorado mais exigente

Por Maria Inês Nassif

Em 2006, a política eleitoral foi marcada pelo fenômeno de descolamento do voto dos humores da classe média urbana que, ao longo da história da República, funcionou como uma caixa de ressonância das elites econômicas.

A ascensão ao mercado de consumo de uma grande parcela de excluídos, por meio do Bolsa Família, produziu uma autonomia do voto dos menos favorecidos em relação ao poder econômico e reduziu o papel de formadores de opinião das classes médias. De lá para cá, as políticas de valorização do salário mínimo adicionaram um outro componente social à realidade política: o ingresso nas classes médias de cidadãos originários da base da pirâmide que já estavam no mercado de consumo, mas que tinham acesso limitado a bens e mercadorias.

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29/10/2009 - 08:33

Serra “nervos de aço”

Da Folha

Serra rejeita ultimato e diz ter “nervos de aço”

“Por que essa ansiedade?”, afirma governador paulista, que argumenta que Dilma e Ciro ainda não definiram se vão concorrer

Tucano acusou o governo federal de antecipar debate acerca da distribuição dos royalties do pré-sal para fazer exploração política

Joel Silva/Folha Imagem

O governador paulista José Serra durante cerimônia no Hospital do Servidor Público em S. Paulo

CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL

Dizendo-se dono de “nervos de aço na política”, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), recorreu ao exemplo da ministra-chefe da Casa Civil e sua potencial adversária, Dilma Rousseff (PT), para justificar a intenção de só se manifestar sobre a sucessão presidencial no ano que vem.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , ,
27/10/2009 - 14:00

Roberto Freire: onde foi que me perdi?

Por Alex

Nassif,

E o Roda Viva de ontem, não vão comentar? Deveria ser selecionado para a série: “onde foi mesmo que me perdi?”.

Roberto Freire deu um show de manobras argumentativas confusas na tentativa de apresentar um caminho ideológico minimamente plausível para o palanque de Serra.

Criticou firmemente o bolsa-família, mas quase sumiu na cadeira quando foi questionado se o Serra deveria ou não manter o referido programa. Não chegou a formular resposta.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , ,
27/10/2009 - 09:34

A oposição abandonou o barco da mídia

Um dos fenômenos mais ridículos dessa longa noite de insanidade política dos últimos anos, foi a terceirização da política pelo PSDB (clique aqui para ler post sobre o tema).

Aqui analisei esse fenômeno, que é facilmente explicável:

José Serra assumiu a herança de FHC. Juntos, vieram colunistas políticos e econômicos adeptos da internacionalização, do suposto papel civilizatória dos mercados, do racionalismo vesgo contra qualquer forma de gastos sociais, tendo como tacape um iPod que repetia mantras, slogans e refrões. Jamais conseguiram entender o pais como um todo, composto de mercados eficientes, sim, mas também de políticas públicas, políticas sociais, indústria, agricultura, movimentos sociais.

As idéias de Serra não batiam com o reducionismo deles. Em vez de cumprir o papel de líder, convencendo-os de que os tempos mudaram, de que esse neoliberalismo exacerbado era coisa velha até para os mercadistas empedernidos, que política e política econômica são feitas com pragmatismo e não com ideologização de porta de banco de investimento, o neo-Serra decidiu não entrar em nenhuma dividida. E se eximiu da função básica de qualquer candidato a líder: fornecer o fio condutor das idéias capaz de organizar o discurso de seus liderados.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , ,
25/10/2009 - 09:45

Judas e a vice-presidência

Putzgrila! Tinha que vir o Luiz Felipe de Alencastro, de Paris, para colocar a discussão sobre “Judas” no ponto que interessa: os riscos que podem representar para o futuro governo a definição do vice-presidente errado. Ou de, como Judas pode comprometer a Ressurreição.

Da Folha

Os riscos do vice-presidencialismo

LUIZ FELIPE DE ALENCASTRO

A fala de Lula sobre Jesus aliado a Judas deu lugar a um extravagante debate teológico. Mas a questão essencial é mais terra a terra

T ÊM SIDO bastante debatidas as convergências e as complementaridades das políticas econômicas e sociais dos governos FHC e Lula.

Pouco se disse, entretanto, sobre a estabilidade institucional assegurada pelo sistema de dois turnos e pela reeleição dos dois presidentes.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , ,
23/10/2009 - 09:35

Estadão: a arte de ser conduzido

O governador José Serra tem seu passado de grande homem público, economista influente, intelectual sólido. E de ampla indecisão, ainda mais em temas que exijam definições políticas.

A indecisão deixou o campo aberto para os novos ideólogos da oposição: a Mídia, isso, o Kamel, Otavinho, o Civita com toda aquela sofisticação política e analítica já conhecida. E o Estadão correndo atrás.

Aí eles descobrem a grande sacada: a menção de Lula a Judas e ao papel da imprensa. Manipula-se a declaração de Lula, para servir de bandeira oposicionista. Eureka! Genial! Descoberta a pedra filosofal a orientar daqui para frente a oposição. A ordem unida ecoa por todos os cantos. Ouve-se CNBB aqui, deputados ali, Fenaj acolá, repercutamos, repercutamos.

E o Serra – que pode ter muitos defeitos, mas morre de medo do ridículo – é obrigado a ir atrás.

Daí o Estadão – que vive correndo atrás do eixo Veja-Globo-Folha invertendo a frase símbolo de São Paulo (não conduzo, sou conduzido)-, chega resfolegante para a repercussão, cerca Serra daqui, cerca dali e arranca uma declaração bombástica:

‘A entrevista mostra bem o que é o Lula. De ponta a ponta, na forma e no conteúdo’, disse o governador de SP

Bela frase, que não quer dizer absolutamente nada.

Aí o repórter insiste sobre o tema Judas:

Questionado se concordava que uma aliança entre Jesus e Judas seria necessária para 2010, Serra respondeu: “Não sei. Quem fala com Cristo pode perguntar a ele”.

Ou seja, para uma pergunta tola, uma resposta que não quer dizer nada.

Não falou nada, nada disse. Mas o Estadão solta a manchete exultante:

Serra ironiza presidente Lula sobre aliança entre Jesus e Judas

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , ,
22/10/2009 - 09:07

Lula fala sobre mercado, coalizão e imprensa

Boa entrevista de Lula ao Kennedy Alencar, na Folha (clique aqui para ler e íntegra).

Perguntas educadas, pertinentes, incômodas, onde Lula pode expor sua opinião sobre Sarney, Lina, alianças, BrOi, Vale, câmbio e Banco Central.

Nenhuma novidade em relação aos últimos discursos, mostrando que o modelo político de Lula consolidou-se.

Chamo a atenção para dois pontos.

O primeiro, o câmbio.

Kennedy levanta as críticas de José Serra ao câmbio. Lula mata a questão com uma resposta:

- Eles ficaram oito anos no poder e não fizeram nada.

Ah, outro dia o Elio Gaspari fez uma coluna mostrando o grande momento de Serra contra o câmbio: uma audiência no Senado em que a resposta dele a uma pergunta sobre o câmbio (da era FHC) foi… o silêncio.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições Tags: , , , , , ,
19/10/2009 - 15:10

A nau sem rumo de Serra

O jogo político está adquirindo uma dinâmica curiosa, intensa, previsível. Mas, quando explodir, apanhará grande parte da opinião pública de surpresa, porque a partidarização da mídia mantém esse movimento nos subterrâneos da política.

São esses os fatos:

1. O DEM está francamente desanimado com a candidatura José Serra. Não vê a hora de pular para o barco de Aécio. Considera a candidatura Serra pesada, sem oferecer o fato novo capaz de segurar a onda Dilma.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , , , ,
14/10/2009 - 07:00

O marqueteiro de Serra

Boa entrevista do meu xará Luiz Gonzales ao Valor de ontem, expondo a estratégia de campanha do candidato José Serra. Importante por mostrar que a experiência jornalística vale mais do que a visão do marqueteiro tradicional.

Em linhas gerais, a estratégia de Gonzales será a seguinte:

1. A polarização será entre Serra e Dilma, diz ele. O primeiro ponto será comparar a biografia do cara (José Serra) com “aquela mulher” (Dilma Rousseff), tirando o caráter plebiscitário das eleições.

2. O ataque à Dilma seguirá o roteiro que já vem sendo cumprido religiosamente pela mídia: focar na sua biografia (certamente realçando a vida guerrilheira), na sua rispidez no trato com as pessoas e colocando em dúvida sua eficiência na condução do PAC. É curioso, porque a marca pessoal mais óbvia de Serra é a rispidez no trato com pessoas e subordinados.

3. Do lado de Serra, a campanha ira focar sua biografia política e as obras que lançará no próximo ano, visando reforçar a imagem de bom gestor.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política Tags: , , , , ,
09/10/2009 - 08:55

Serra, o ghost-writer da mídia

Da Folha

Serra critica governo Lula, e PSDB chama Ciro de “nanico de Dilma”

Governador afirma que o “Brasil perdeu” sua capacidade de planejamento

CATIA SEABRA

DA REPORTAGEM LOCAL

Reunido com um grupo de empresários, o governador de São Paulo, José Serra, criticou ontem o governo federal por falta de planejamento e controle de gastos. Ignorando a presença de jornalistas na reunião com integrantes do Movimento Brasil Competitivo, Serra atribuiu a paralisação de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) a falta de planejamento e acusou o governo de inflar investimentos.

Após anunciar uma economia de R$ 518 milhões como produto do programa de melhoria da qualidade dos gastos, o governador disse: “Fico pensando na margem de manobra que haveria na esfera federal”.

“Em 2011, a gente conversa”, brincou o presidente do Grupo Orsa, Sérgio Amoroso.

“Quem sabe? Porque isso não existe na esfera federal”, respondeu o governador.

Sem citar o nome da ministra Dilma Rousseff -sua potencial adversária na disputa presidencial-, Serra disse que o “Brasil perdeu” a capacidade de planejamento. “Agora, por exemplo, o TCU impugnou dezenas de obras federais. Não impugnou o Rodoanel”.

Afirmando que pretende criar um manual de boas práticas de gestão, Serra lembrou que a participação do governo federal para o Rodoanel é de R$ 1,2 bilhão em R$ 4,4 bilhões. E reclamou: “No PAC, quando eles medem -daí, a propaganda do PT na TV-, eles apresentam o conjunto do rodoanel como uma obra federal”.

Nanico

Já o presidente estadual do PSDB, Mendes Thame, reagiu à reedição de propaganda do PT que contabiliza um investimento federal de R$ 100 bilhões em São Paulo. Em nota, diz que “o PT perdeu a noção”. “Deve ser já a influência do seu novo líder, Ciro Gomes, neopaulista e nanico da Dilma”.

Thame criticou o governo federal por incluir empréstimos, gastos do Estado e de prefeituras na sua cota. Segundo a nota, o governo Lula investiu apenas R$ 1,9 bilhão do Orçamento de 2009 no Estado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Sem categoria Tags: , , , ,
08/10/2009 - 10:27

Eleições e poder de mídia

O Jânio de Freitas traz uma questão torturante sobre a Lei Eleitoral e o ativismo político da mídia: a enorme dificuldade em definir a busca da isonomia e a neutralidade do noticiário. E reclama a ausência de um Conselho capaz de arbitrar sobre o tema.

A questão é relevante por dois motivos.

Primeiro, por não ser possível analisar a neutralidade apenas em função do maior ou menor espaço concedido aos candidatos. O ativismo da imprensa não se mede apenas no oba-oba para um lado e na crítica destemperada para o outro. Mede-se especialmente na manipulação do noticiário, das manchetes, das pesquisas de opinião.

A insistência da Folha em transformar Aécio em vice de José Serra – apesar de todos os desmentidos dele – não é uma mera barriga. A intenção é esvaziar eventuais movimentos em direção à sua candidatura.

O episódio da ficha falsa de Dilma – pela Folha – foi uma armação pensada com o óbvio propósito de marcá-la como “terrorista”, “assaltante de banco”.

O carnaval no episódio Lina Vieira não foi apenas uma “barriga” em torno de uma acusação provavelmente falsa – já que na única data do suposto encontro, vazada para os parlamentares de oposição, comprovou-se não ter havido a reunião. Durante trinta dias, serviu para o Jornal Nacional impingir em Dilma a pecha de “mentirosa”.

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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Mídia Tags: , , ,
07/10/2009 - 13:30

O jogo de factóides da Folha

Por Wellington Turino Sabbagh

Nassif,

Veja a matéria abaixo: clique aqui.

O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), considera “fantasiosa e leviana” a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o aconselhou, em encontro na semana passada, a não aceitar ser de vice na chapa do também tucano José Serra.

“Sou adversário político do presidente, mas nos respeitamos. Ele jamais me diria isso”, disse Aécio.

Mais uma mentira.

Comentario

A Folha já deu como favas contadas que Aécio aceitara ser vice de Serra. E não era verdade. Agora vem com essa. É um jogo manjado, que ocorre em todas as eleições. Mas ainda não caiu a ficha do jornal sobre como essas jogadas o expõem, nessa era da Internet.

É incrível como não cai a ficha de que esse modo de fazer jornalismo acabou.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Mídia Tags: , , , , ,
07/10/2009 - 08:22

Ciro Gomes e o fator câmbio do Real

Da Folha

ELIO GASPARI

Ciro Gomes precisa reler Ciro Gomes

TUDO INDICA que, se o deputado Ciro Gomes for candidato à Presidência da República, formará com Dilma Rousseff a velha dupla dos filmes policiais. O mau meganha azucrinará o tucano José Serra, enquanto a boa candidata, Dilminha, percorrerá o país com Nosso Guia, falando do Brasil de um novo tempo. É um ardil velho, mas legítimo, desde que Ciro Gomes respeite a inteligência alheia.

Assim como Lula, o tucano precisa de um adversário. Sete anos de pastor serviu Serra a Nosso Guia fazendo tudo, menos oposição, pois não serve a ele, mas à própria candidatura. Se em 2010 alguém exigir contas ao tucanato, todo mundo ganha. Ciro Gomes pretende esse papel, mas deve respeitar os fatos.

(…)  Mas há outra pergunta: o que fez Ciro Gomes quando o câmbio estava apreciado?

Passados 15 anos, a informação parece nova: nada. É pior. Entre setembro de 1994 e janeiro de 1995 ele foi ministro da Fazenda.

Assumiu com o cambio apreciado e o dólar a R$ 0,80. Deixou o ministério com a moeda americana a R$ 0,84. Fazendo-se justiça ao deputado, no Ministério da Fazenda ele foi mais um animador do que um titular. Quem mandava no país era o grupo de sábios da ekipekonômica.

Eles deixaram o governo e foram felizes para sempre aninhando-se na banca.

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05/10/2009 - 12:56

O quebra-cabeça das eleições

O quebra-cabeças político não é para qualquer um. O repórter colhe dados, informações, rumores e tem dificuldade para entender o jogo, quando há a necessidade de deduzir as peças que faltam. O analista recolhe dados incompletos, monta um quebra-cabeça com algumas peças, deduz as peças que faltam, para chegar à conclusão final.

O bom repórter, se não for analista, acaba se confundindo com os sinais.

É o que ocorre no Valor de hoje, com a matéria que afirma que a intenção da estratégia eleitoral de Lula é inviabilizar a candidatura José Serra.

O repórter juntou peças e raciocínios, alguns corretos, alguns incompletos, para chegar a uma conclusão errada.

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04/10/2009 - 17:08

A entrevista de Dilma ao Globo

Por Marcos Doniseti

Nassif, não vi ninguém comentar, até o momento, sobre a entrevista da Dilma para o Jorge Bastos Moreno, publicada no ‘O Globo’, no qual ela falou sobre a sua doença e até chegou a cantar músicas do Chico Buarque, comentou sobre música erudita, novela, literatura, enfim, a entrevista mostrou mais o lado humano da ministra.

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26/09/2009 - 09:44

Serra e a máquina de moer reputações

Tempos atrás conversei com um quadro serrista dos melhores – e mais leais ao governador José Serra. Ele me assegurava que o episódio Lunnus (o uso do aparelho do Estado, MP e PF, contra Roseana Sarney nas eleições de 2002) tinha ensinado Serra a não atropelar os adversários. O desgaste tinha sido muito grande.

Engano. Como governador de São Paulo, usando o poder de influência sobre a mídia, Serra embrenhou-se por um caminho sem volta em direção à radicalização e à busca da destruição de adversários ou meramente de não simpatizantes. Passou a se valer do submundo da mídia da mesma maneira com que fez com a Polícia Federal e o Ministério Público.

A utilização de blogs de esgoto para ataques a adversários desnudou de vez seu estilo para todos seus possíveis futuros aliados, como o governador mineiro Aécio Neves, o ex-governador Gerlado Alckmin. É nítido o discurso supostamente afável pela frente e os ataques comandados com mão de gato por trás.

A última baixa é o ex-Secretário da Educação de São Paulo Gabriel Chalita – possivelmente o tucano mais popular de São Paulo depois do governador e de Alckmin.

Ontem ele anunciou seu desligamento do partido. As razões? Ter sido colocado totalmente de lado nas discussões políticas e ter sido alvo de ataques dos blogs comandados por Serra.

Alguns amigos fieis de Serra tentaram alertá-lo para a temeridade de se valer desse tipo de asssassinos de reputação. Acharam que era apenas uma questão de “burrice política” de Serra. Infelizmente não se trata apenas de erro de cálculo. Esse submundo, a prática de atirar com mão de gato em aliados e adversários, introjetou-se definitivamente no perfil psicológico do governador.

Do Estadão

”Serra tem outra forma de fazer política”

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25/09/2009 - 18:31

O programa do PPS

Por eder martins

Nassif, poderíamos abrir um ponto de discussão sobre o Programa Eleitoral do PPS, o qual foi transmitido, ontem, em cadeia Nacional.

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25/09/2009 - 14:00

Filiação de Henrique Meirelles

Do Valor

Meirelles acerta sua filiação ao PMDB

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, acertou ontem sua filiação ao PMDB com o presidente nacional licenciado do partido, Michel Temer (SP), mas seu futuro eleitoral depende ainda de conversas que deve ter hoje com o presidente do PMDB de Goiás, Adib Elias, e o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB).

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