Arquivo da Categoria Política
07/11/2009 - 14:00
Por Eduardo Ramos
Nassif, por favor, faça um post sobre a entrevista no Estadão, com o ministro Paulo Bernardo, onde ele fala com todas as letras, que FHC tenta acordar a oposição, por causa da mediocridade do PSDB e do DEM, e diz que o FHC está parecendo o Sallieri, aquele maestro invejoso, em relação ao Mozart. PS – Adivinha quem é Mozart? rs rs rs – Tá excelente a entrevista, li lá no Conversa Afiada! Abração!
Bernardo compara FHC a desafeto de Mozart
Da Agência Estado
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje, em Curitiba, que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com o artigo publicado domingo no jornal O Estado de S.Paulo , em que criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva, está tentando “suprir a deficiência da oposição”. “Como ele é uma pessoa brilhante, de grande talento, e a oposição está numa mediocridade imensa, colossal, ele está tentando suprir isso”, concluiu. “Agora, o risco que corre é ele ficar parecendo o Salieri (maestro Antonio Salieri), que ficava criticando o talento de Mozart (músico Wolfgang Amadeus Mozart) porque ele não conseguia ter o mesmo talento, não conseguia ter o mesmo reconhecimento.”
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: FHC, Paulo Bernardo, Salieri
06/11/2009 - 19:08
“Durante muito tempo, ao mesmo tempo em que admirávamos o Brasil nos frustrávamos ao ver que os líderes anteriores ao senhor nunca desperdiçavam a oportunidade de desperdiçar a oportunidade”, afirmou Lorde Robertson. EFE
Por marise
Noticia sobre o premio recebido por Lula. O último parágrafo é importante e diz tudo.
Londres, 5 nov (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu hoje em Londres o prêmio Chatham House, concedido anualmente, como “uma homenagem ao povo brasileiro”, que para ele foi “o principal protagonista da grande transformação” do país.
No discurso de agradecimento ao prêmio, dado à figura que mais contribuiu para melhorar as relações internacionais no último ano, Lula falou das conquistas alcançadas sob sua Presidência e destacou, sobretudo, a capacidade para, pela primeira vez, redistribuir riqueza.
O presidente celebrou o fato de ter conseguido “combinar crescimento com justiça social” e de investir na fórmula de que era “necessário primeiro crescer para depois distribuir”.
Lula citou o espírito pacifista do Brasil, um país segundo ele sem armas de destruição em massa e partidário de um enfoque multilateral mais amplo na esfera internacional.
Por essa razão, voltou a defender um Conselho de Segurança da ONU “reformado e ampliado”, que “reflita a nova correlação de forças internacionais”.
“O Brasil, que ocupa pela décima vez uma cadeira no Conselho, reivindica junto a outros países uma presença permanente neste organismo que tem a grande responsabilidade de zelar pela segurança coletiva da humanidade”, frisou.
Em linhas gerais, Lula pediu novos “mecanismos de Governo estáveis, representativos e eficazes” para enfrentar o novo panorama nascido da superposição de várias crises: a financeira, a econômica, a energética, a ambiental e a alimentícia.
O prêmio foi concedido durante um jantar oferecido em honra do presidente Lula na Banqueting House, habitual nas cerimônias especiais da Whitehall, sede do Governo britânico.
O evento, que encerrou a visita de Lula à capital britânica, teve a presença do ministro da Empresa, Peter Mandelson, do Duque de Kent e de Lorde Robertson, presidente da Chatham House.
Mandelson destacou a importância da figura política e pessoal do presidente. “Não é um exagero dizer que o Brasil que conhecemos hoje é o Brasil de Lula”, afirmou.
Já o presidente da Chatham House explicou que a escolha de Lula para o prêmio teve uma razão fundamental: encontrar a fórmula para explorar com eficácia e equidade o enorme potencial que o Brasil sempre teve.
“Durante muito tempo, ao mesmo tempo em que admirávamos o Brasil nos frustrávamos ao ver que os líderes anteriores ao senhor nunca desperdiçavam a oportunidade de desperdiçar a oportunidade”, afirmou Lorde Robertson. EFE
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: Lula, oportunidades, Prêmio Chatham House
06/11/2009 - 17:00
Por Edmar Melo
Nassif, meu trivial de hoje vai em repúdio a um Congresso Nacional impregnado de políticos envolvidos em esquemas de corrupção que deixa o eleitor sem esperança de um Brasil melhor. E vai ao verso, observado a pauta do dia:
A GÊNESE DO MENSALÃO
Ao Supremo pouco importa
A gênese do mensalão
Se é cria do PT
Ou se é da oposição
Posto que o DNA
Pouca coisa vai mudar
Na hora da punição
Há quem defenda com ênfase
Que o mensalão é mineiro
Que cometeu vários crimes
Quando arrecadou dinheiro
Porém, faltou explicar
Outros partidos entrar
Na onda dos quadrilheiros
O mensalão foi usado
Pra comprar reeleição
Subornar adversários
Nos dias de votação
Por fim até aliado
Tinha seu soldo sagrado
Por ato de gratidão
A lógica do mensalão
Era fazer maioria
Um Congresso rastejante
Ao governo que servia
Mas o esquema abortou
Quando um corrupto falou
Quanto um partido valia
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: congresso nacional, mensalão, Política
06/11/2009 - 10:25
O encontro de ministros do G20

Os mais poderosos ministros das finanças do mundo estão se reunindo em St. Andrews, no Reino Unido, para uma reunião destinada a puxar a economia do mundo para fora da recessão. A coordenação da política fiscal será a ordem de trabalhos, bem como a forma de policiar as finanças globais e os sistemas bancários. Protestos estão previstos na sexta-feira e sábado, para pedir mais medidas de combate ao desemprego e mudanças climáticas. O evento de dois dias do G20, que está sendo presidido pelo chanceler britânico (de finanças) Alistair Darling, será assistido por Timothy Geithner, secretário do Tesouro dos EUA, bem como os ministros de finanças das maiores economias da Europa e China, Japão, Índia e Rússia. A coordenação da política fiscal e monetária tentará evitar a criação de novos desequilíbrios entre os diferentes países, semelhantes às que levaram à crise econômica no ano passado. Isso envolve, por exemplo, a pressão sobre os EUA para aumentar a poupança e a China, para aumentar o consumo.
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Lula desafia líderes mundiais para conversa sobre clima
O enfraquecimento do mercado de trabalho dos EUA
China estreita laços com o Brasil
A insolvência no Reino Unido
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: Brasil, China, finanças, notícias, Reino Unido
06/11/2009 - 07:00
Por EDSON MEDEIROS
O acidente da Gol, a montanha de dinheiro, JN e Azenha.
Do blog do Azenha
O Marco Aurélio Mello vai contando, aos pouquinhos, a história dos bastidores da TV Globo, no período em que trabalhou lá.
Uma história, diria ele, de ficção.
Num dos posts recentes, ele conta:
“Dá tempo de tirar meu nome deste abaixo-assinado”, perguntei ao chefe de redação. – Claro, ninguém é obrigado a assiná-lo. Alguém mais lá quer tirar também? Perguntou-me, apontando para a redação. – Espera aí, respondi. E voltei à redação. – Ele está perguntando se alguém mais quer tirar o nome…, disse às minhas colegas editoras de texto (éramos seis, ao todo, no principal telejornal da emissora, mas uma delas não estava entre nós). As colegas também pediram que seus nomes fossem suprimidos. De fato, nossas assinaturas não fariam muita falta. Ele passou o dia circulando pela redação ‘incentivando’ os colegas a fazê-lo. Colegas nas redações do Balneário, do Planalto Central e de Belo Horizonte, também foram a campo. O plano, desmascarado depois, era salvar o Guardião, que foi lançado ao mar, depois de tantas trapalhadas na cobertura eleitoral. A estratégia funcionava assim: ele encostava ao lado da mesa do colega, soltava a folha de papel e dizia: – Vê se você concorda com isso e assina. O desconforto era geral. O clima era péssimo. Quando voltei da sala dele, certo de que nossos nomes haviam sido suprimidos, formamos uma roda quase no meio da redação. Rodrigo Vianna argumentava que quem tinha que defender a cobertura – que no texto do abaixo-assinado levianamente misturava a queda do avião e as eleições – era a emissora, não os funcionários. Rodrigo comparou: – É o mesmo que uma montadora fazer um carro com defeito e pedir para os metalúrgicos fazerem um abaixo-assinado para defender a indústria.(…)
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia, Política
Tags: aloprados, Globo, Gol
05/11/2009 - 17:52
Do Valor Econômico
Maria Inês Nassif
05/11/2009
Ao final de sete anos de governo e à véspera de uma eleição em que a sua simples presença de um lado da disputa pode definir a sua sucessão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está dando um nó na cabeça da oposição. Não só pela sua popularidade, mas pela forma como conseguiu usar essa popularidade para mudar completamente uma agenda política e econômica à qual, no primeiro mandato, parecia amarrado.
À direita e à esquerda, essa mudança de agenda está sendo colocada como autocrática. Todavia, como definir historicamente uma mudança de agenda política e econômica num regime democrático sem a suposição de que existe apoio popular a ela? O apoio é a um presidente ou a um outro projeto de poder? Como desvincular o presidente Lula do seu partido político, o PT, quando a história política de ambos é a mesma (e isso é um fato mesmo se constatando que, depois de quase dois mandatos como presidente num regime presidencialista, Lula tornou-se maior que o PT)? Se projetos políticos não se sucederem no poder, em alternância, o que se pode querer de uma democracia? É personalismo ou projeto político diferenciado uma inversão completa de agenda em relação aos governos anteriores?
A definição – ou acusação – imputada a Lula pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em artigo recente publicada em dois jornais paulistas (”Folha de S. Paulo” e “Estado de S. Paulo”), e reiterada em entrevista ao colunista Vinicius Torres Freire, ontem, na “Folha”, de exercer uma “Presidência imperial”, ou ser o artífice de um estado de “apatia com autoritarismo popular”, não parece plausível. Não dá para “acusar” alguém de ser popular. FHC também o foi no seu primeiro mandato e venceu as eleições para a reeleição no primeiro turno, em 1998. Não dá para “acusar” alguém por estar no poder, se essa pessoa foi eleita. FHC também foi, duas vezes. E, como Lula, também tentou, embora não com tanto empenho, fazer o seu sucessor.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: autoritarismo popular, Collor, democracia, FHC, Lula
05/11/2009 - 11:04
Por Wandhklêysson
Vale a pena ler o Marcelo Crivela na FOLHA.
Não sei até que ponto são verídicas as suas afirmações específicas, mas no geral confirma aquilo que vem sendo discutido neste blog.
A propósito, não o estou defendendo. Em termo de religião, a teologia da prosperidade só não é pior que as Cruzadas-Jihads.
Da Folha
TENDÊNCIAS/DEBATES
A marcha da legalidade
MARCELO CRIVELLA
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Movimentos Sociais
Tags: evangélicos, Marcelo Crivella
05/11/2009 - 10:23
Por Calbercan
Em entrevista à revista Viver, de Belo Horizonte, o tucano Luiz Carlos Mendonça de Barros rasga elogios ao governo Lula. E espeta FHC. Sobre sua ida ao Senado para responder sobre as acusações de ter beneficiado a Telemar, diz: “Eu tomei a decisão de ir ao Senado e aí inovei, porque ao invés de fugir, eu fui lá. Eu tive uma orientação do Fernando Henrique para viajar, sumir, mas eu quis enfrentar.”
Sobre a interferência do governo Lula em empresas privatizadas (outro ponto que FHC critica no seu famoso último artigo), diz: “Se é o custo que nós temos que pagar para o Lula manter a política macroeconômica, eu pago. Vamos nos preocupar com problemas gordos. Com alguns assuntos a gente não pode ser crircri e ficar questionando tudo”.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo
Tags: FHC, Luiz Carlos Mendonça de Barros, Lula
05/11/2009 - 09:48
Uma nova corrida do ouro

Os investidores de ouro estão festejando como se fosse 1849. O preço do metal precioso amarelo atingiu ainda outra alta recorde na quarta-feira. Perto de US$ 1,1 mil a onça, você tem que perguntar para quanto mais o ouro pode chegar nos próximos meses. Seriam US$ 1.200? US$ 1.300? Caramba, US$ 1.500 estaria fora de questão? A Corrida do Ouro de 2009 foi impressionante de se ver. Ao contrário de alguns picos anteriores de preços, a “boa notícia” sobre a recente subida do ouro é que não parece ser devido a preocupações sobre um iminente colapso do sistema financeiro. O ouro disparou no início de 2008, por exemplo, quando o Bear Stearns estava à beira do colapso. Em vez disso, o ouro subiu recentemente ao mesmo tempo em que o dólar se enfraqueceu. Ouro, junto com outros metais como prata e cobre e commodities, como petróleo, estão se beneficiando dos temores de inflação.
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
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04/11/2009 - 15:51
Por Carioca
O STF em foco.
Façam suas apostas, senhores.
STF decide se abre processo contra Azeredo por participação no mensalão mineiro
Publicada em 04/11/2009 às 08h22m
Carolina Brígido
O senador Eduardo Azeredo terá o seu caso analisado pelo STF nesta quarta-feira – Ailton de Freitas/Arquivo
BRASÍLIA – O Supremo Tribunal Federal (STF) se reúne nesta quarta-feira para decidir se abre processo penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por participação no chamado mensalão mineiro. O caso está sob a ameaça de prescrição dos crimes pelos quais o senador é acusado: peculato (apropriar-se de recursos públicos) e lavagem de dinheiro. Na Corte, há expectativa de que algum ministro pedirá vista e, com isso, a decisão será adiada. Se a denúncia do Ministério Público não for examinada até maio de 2010 pelos ministros do STF, o parlamentar não poderá ser condenado.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Justiça, Política
Tags: Brasil, senador Eduardo Azeredo, STF
04/11/2009 - 09:28
Nenhuma pista sobre o que o Fed fará com o juro

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) não vai oferecer ao mercado sugestão alguma, piscadelas ou inclinações sobre o seu plano de batalha para empurrar as taxas de juro para níveis mais elevados, após a reunião que termina na quarta-feira, disseram os economistas. A maioria esmagadora acha que o Fed manterá a taxa básica de juros estável em perto de zero, onde tem sido o alvo do Fed desde dezembro passado. O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) iniciou sua reunião de dois dias na terça-feira. Um anúncio é esperado na quarta-feira, por volta de 16h15 (horário de Brasília). “Os fatos na mesa – alto desemprego, baixa inflação, não criação líquida de empregos no setor privado – sugerem-nos que é inconcebível que a política vá realmente mudar em 4 de novembro”, disse a equipe econômica do Credit Suisse em relatório para clientes.
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
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04/11/2009 - 07:00
Não quero entrar na querela Aécio Neves com a namorada, se bateu ou não bateu. É coisa menor. Ele estava em uma festa, se envolveu com uma modelo americana que estava bêbada. Daí a extrapolar, supondo ser ele um sujeito violento na relação com mulheres, ou ser uma cópia de Fernando Collor, vai uma imensa distância.
O ponto central é outro.
Pessoas a quem o destino confere a possibilidade de ser candidato a governar o país, abdicam da vida pessoal. É responsabilidade demais, é honra demais conferida a uma pessoa a de poder influir na vida de quase 200 milhões de conterrâneos, ter um lugar na história. Por isso, esse objetivo é colocado acima de qualquer outro.
Foi assim com FHC, com Lula, com Dilma e tem sido assim a vida toda do José Serra.
Quando o escolhido não consegue abrir mão dos prazeres mais banais, expondo-se dessa maneira, é porque não tem vocação pública. E vocação pública não é artigo que se adquire na hora.
Aécio sabe que sua vida pessoal seria alvo de ataques de toda ordem. Todo o mundo político sabe que essa jovem irresponsabilidade de baladeiro cinquentão poderia afetar sua imagem de político. O episódio que apareceu é de menor importância, mas demonstra o descuido indesculpável para quem ambiciona a presidência da República.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
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03/11/2009 - 13:34
Por Marco Antonio
A informação de Dora Kramer, ontem, em sua coluna, sobre a pesquisa encomendada pelo DEM no Distrito Federal e na Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais é fundamental para que possamos estabelecer um debate em torno da agenda política imediata.
Segundo a pesquisa, levada ao conhecimento do PSDB para que Serra assumisse sua candidatura ou abrisse espaço para Aécio, teve os seguintes resultados ( números não divulgados), em texto transcrito literalmente da colunista
” Há quatro amostras: Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Sul e Bahia. Na capital, Ciro Gomes aparece em primeiro lugar, Dilma Rousseff em segundo e José Serra em terceiro. Em Salvador, Dilma empata com Serra e abre vantagem na região metropolitana. No Rio Grande do Sul, a candidata do presidente Lula também aparece na frente e, em Minas, diz o DEM, o quadro é de ‘aperto’.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio Neves, José Serra, oposição, pesquisas
03/11/2009 - 11:09
Ontem publiquei uma belíssima análise do Gunter sobre o cenário político pós-Lula (clique aqui).
Vamos continuar a discussão sobre um dos sub-ítens relevantes: de que maneira irá se articular uma oposição ao que se poderia chamar de lulismo.
Grosso modo, são três grupos de temas em torno dos quais podem ser articulados os discursos políticos:
Grupo 1 – Políticas irreversíveis:
1. As políticas sociais includentes.
2. O pacto do desenvolvimento, com ação mais ativa dos bancos públicos e de políticas fiscais e o chamamento dos diversos setores .
3. A manutenção da estabilidade inflacionária e fiscal.
4. A regionalização do desenvolvimento.
5. O biocombustível, como um dos pilares do novo desenho industrial e das inovações tecnológicas.
6. A nova política industrial ancorada no pré-sal.
7. O fortalecimento da agricultura na frente agronegócios e na frente agricultura familiar.
8. Outros.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Novo Mundo
Tags: BNDES, capitalização, mercadismo, mercado de capitais, política industrial
03/11/2009 - 09:52
RBS e Lloyds venderão filiais

O Royal Bank of Scotland (RBS) e o Lloyds Banking Group estão vendendo sucursais, em outra grande sacudida no setor bancário do Reino Unido. As vendas foram exigidas pela Comissão Europeia para salvaguardar os interesses sobre a competição após os dois terem sido socorridos pelo governo do Reino Unido. O RBS vai vender 318 filiais, enquanto o Lloyds colocará à disposição mais de 600 unidades nos próximos quatro anos. O banco também confirmou que ficará de fora do regime de seguro estatal. O Lloyds, que tem uma participação de 43,5% detida pelo governo, em vez disso vai aumentar seu capital em 21 bilhões de libras, incluindo 13,5 bilhões de libras em capitalização e 7,5 bilhões de libras em troca de dívida. Mas terá que pagar ao governo britânico 2,5 bilhões de libras para evitar a adesão ao Programa de Proteção de Ativos do Governo (GAPS, na sigla em inglês), que dispõe de seguro estatal para empréstimos tóxicos passados. O RBS, entretanto, confirmou que irá aderir ao sistema revisado – e mais caro -, disse o Tesouro. “Acredito que o que temos aqui é um negócio melhor para o contribuinte”, disse o chanceler (ministro) de finanças Alistair Darling à BBC.
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
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02/11/2009 - 09:19
Da Folha
FERNANDO DE BARROS E SILVA
SÃO PAULO – Aécio Neves inicia qualquer conversa sobre a sucessão de Lula dizendo que não há hipótese de que ele e José Serra não estejam juntos em 2010. Quem apostar o contrário irá perder, como erraram aqueles que lá atrás previam a sua ida para o PMDB.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio Neves, anti-Lula, Fernando Barros da Silva, José Serra, sucessão
30/10/2009 - 14:00
Por Vander Fagundes
Nassif, vale a pena comentar a entrevista do Armínio Fraga no Valor de ontem.
Valor Econômico – 29/10/2009
“Defendo a reestatização do Estado.” Com essa declaração sintética e direta, Armínio Fraga, presidente do Conselho de Administração da Bolsa de Valores, da Gávea Investimentos e ex-presidente do Banco Central, expressou sua preocupação com a “postura agressiva” do governo Lula na ampliação da presença do Estado na economia. O que pode ser identificado na regulação do pré-sal, onde o papel da Petrobras é “dominante”, no avanço dos bancos públicos no mercado de crédito, ou mesmo na ingerência que o governo vem tentado estabelecer na Vale. “Algo”, disse ele, “na linha básica de que ou se adere a essa visão de Estado máximo ou não se é patriota”.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Política
Tags: Armínio Fraga, Banco Central, bolsa de valores, Valor
30/10/2009 - 13:55
Bruno Brasil
Nassif,
Micheletti e Zelaya chegam finalmente a um acordo.
“Micheletti y Zelaya acuerdan poner fin a la crisis de Honduras
Las comisiones de diálogo pedirán al Congreso que decida sobre la restitución del mandatario depuesto”
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Micheletti/Zelaya/acuerdan/poner/fin/crisis/Honduras/elpepuint/20091030elpepuint_4/Tes
A decisão ficará com o Congresso hondurenho, como sempre havia exigido Manuel Zelaya.
Ainda falta decidirem outros pontos, como anistia política, supervisão internacional e comissão sobre a verdade dos fatos.
Perguntar não ofende: quais teriam sido os arranhões à imagem externa brasileira segundo Embaixador Rubens Barbosa?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional, Política
Tags: Honduras, manuel zelaya, Micheletti
29/10/2009 - 15:27
Por Mauro
Comissão do Senado aprova adesão da Venezuela ao Mercosul
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Comissão de Relações Exteriores do Senado aprovou hoje (29) por 12 votos a 5 a adesão da Venezuela ao Mercosul, depois de muita controvérsia e resistência por parte dos senadores da oposição, contrários ao ingresso do país vizinho no bloco. Com maioria, a base aliada do governo assegurou a aprovação do voto em separado do senador Romero Jucá (PMDB-RR).
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional
Tags: Mercosul, Venezuela
29/10/2009 - 13:50
Do Valor
Por Maria Inês Nassif
Em 2006, a política eleitoral foi marcada pelo fenômeno de descolamento do voto dos humores da classe média urbana que, ao longo da história da República, funcionou como uma caixa de ressonância das elites econômicas.
A ascensão ao mercado de consumo de uma grande parcela de excluídos, por meio do Bolsa Família, produziu uma autonomia do voto dos menos favorecidos em relação ao poder econômico e reduziu o papel de formadores de opinião das classes médias. De lá para cá, as políticas de valorização do salário mínimo adicionaram um outro componente social à realidade política: o ingresso nas classes médias de cidadãos originários da base da pirâmide que já estavam no mercado de consumo, mas que tinham acesso limitado a bens e mercadorias.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições, Política
Tags: Bolsa Família, eleitor, mercado, mobilidade social, Política
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