Arquivo da Categoria Política
09/02/2010 - 09:25
Brasil acelera investimentos na África

A Vale, empresa de mineração do Brasil, está se preparando para iniciar operações em Moçambique ao mesmo tempo em que a maior economia da América do Sul se envolve na luta pelos recursos da África. A longínqua cidade de Tete, no centro de Moçambique, fica no topo de algumas das maiores reservas mundiais de carvão. Com trabalhadores migrantes e empreiteiros fluindo para aproveitar as oportunidades criadas por este multibilionário investimento brasileiro em dólares, Tete tornou-se uma cidade próspera, com sua infra-estrutura rangendo sob o fluxo constante de visitantes de negócios. “Toda vez que venho, fica mais difícil”, diz Antonio Coutinho, banqueiro sul-africano que está ajudando a financiar os investimentos que podem transformar a dependente economia de Moçambique. “Esta é uma pequena cidade que está tentando lidar com a expansão maciça. Deve ter sido como Johanesburgo, durante a corrida do ouro”. A participação da Vale fornece a prova mais impressionante do interesse crescente do Brasil na África. Os laços comerciais entre chineses e indianos com o continente são mais desenvolvidos e têm atraído maior atenção. Mas a chegada do Brasil à África faz parte do mesmo padrão visto entre os parceiros tradicionais do continente, o ocidente, competindo contra uma gama de intervenientes no mercado emergente de recursos e influência. Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente brasileiro que tomou posse em 2003, visitou a África seis vezes em seus primeiros cinco anos no poder.
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Mineradoras se capitalizam para fusões e aquisições
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: África, Ben Bernanke, Brasil, China, FED, fusões e aquisições, Índia, mineração, poluição, União Européia, Vale
08/02/2010 - 10:37
Por Vander Fagundes
Saiu uma boa matéria no Der Spiegel sobre o relacionamento entre EUA e China e a importância dos dois países no mundo.
08/02/2010
Duas superpotências disputam o mundo
.
Andreas Lorenz
Em Beijing (China)
.
Os EUA e a China já são os dois países mais poderosos do mundo. Como aliados, ninguém os seguraria. Será que está se formando uma era de uma superpotência dupla?
Quando a China espirra, o mundo inteiro pega um resfriado. Bill Clinton reconheceu isso durante seu mandato como presidente dos Estados Unidos, falando sobre o “desafio potencial que uma China forte poderia representar para os Estados Unidos no futuro”.
Ao mesmo tempo, ele alertou para o risco apresentado por uma “China fraca”, que poderia desestabilizar regiões inteiras da Ásia.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional
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08/02/2010 - 09:44
Influência do Banco Central Europeu vai além da economia

Goste ele ou não, Jean-Claude Trichet não é apenas o presidente do Banco Central Europeu (BCE). Trichet, 67, é também o presidente de facto da Europa, pelo menos dos 16 países que confiam no euro como moeda comum. No papel, a União Européia acaba de estabelecer um novo presidente em Bruxelas, e a exclusiva responsabilidade do Banco Central é manter a inflação sob controle. Além disso, o banco quase não tem instrumentos de política formal para ajudar um país membro enfermo como a Grécia. Mas, com o alarme dos investidores sobre o aumento do endividamento grego, espanhol e português, a crise pôs em evidência a fraqueza fundamental da União Monetária Europeia. Sem braço político forte para garantir que os membros respeitem os limites de endividamento fixados pelo tratado, a responsabilidade para tentar resolver a crise cabe a Trichet. Na situação atual, disse Jörg Krämer, economista-chefe do Commerzbank em Frankfurt, somente o presidente do banco “tem autoridade e competência” para gerir a situação. No sábado, Trichet disse aos repórteres em uma reunião de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais do Grupo dos Sete no Canadá, que estava confiante de que a Grécia reuniria novas medidas de aperto fiscal.
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Economia britânica “enfrenta crise”, alerta ex-economista do FMI
Polônia deve atingir meta de déficit da Eurozona em 2012
Canadá monitora forte expansão do seu mercado imobiliário
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: BCE, Canadá, China, EUA, FMI, G-7, guerra comercial, Jean-Claude Trichet, mercado imobiliário, Polonia, Reino Unido, Zona do Euro
07/02/2010 - 09:37
Estadão
Guerra diz que PT quer comparar o governo atual com o de FHC para esconder fraquezas da candidata petista
Ana Paula Scinocca
O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, afirmou que o PT do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata ao Planalto, quer comparar seu governo com o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para “esconder” a ministra candidata. “Eles (petistas) reconhecem que a candidata é fraca, que não tem suficiente currículo, que não tem experiência feita”, afirmou. Guerra disse que o candidato tucano, José Serra, não fará o papel de anti-Lula na eleição de outubro e que espera do PT “terrorismo e mentira”. A seguir, os principais trechos da entrevista ao Estado.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: eleições, PSDB, Sérgio Guerra
05/02/2010 - 09:48
O jogo para colocar o Aécio Neves de vice de José Serra já transbordou para o ridículo. A última é que Aécio analisará as pesquisas em abril. Se Serra tiver decolado, ele aceitará a vice.
Ora, se Serra tiver decolado, Aécio será jogado ao mar. A pressão para que se candidate agora é para salvar uma candidatura ameaçada. E, se Serra naufragar, no dia 15 de novembro o PSDB cairá no colo de Aécio, colocando fim à fase FHC-Serra.
É esse o jogo por trás dessa movimentação toda para cooptar Aécio, na qual todas as armas estão sendo empregadas, desde as suposições fantasiosas do Estadão até o uso reiterado, por Serra, dos mesmíssimos blogueiros barras-pesadas para ataques contra o adversário-aliado.
Aliás, Serra não se emenda. O uso desses assassinos de reputação já lhe custou desgaste interno no próprio PSDB, pelas baixarias perpetradas contra Geraldo Alckmin, contra o Gabriel Chalitta e contra o próprio Aécio.
Do Estadão
Aécio espera pesquisas de abril para definir se aceita ser vice de Serra
Se avaliar que paulista sustenta dianteira, é provável que abrace a causa; do contrário, investirá na eleição mineira
Ana Paula Scinocca e Julia Duailibi
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio, Serra, vice
05/02/2010 - 09:07
Trichet luta para afirmar consistência da Eurozona

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, está lutando para convencer os investidores de que a região do euro não deve ser punida pelos problemas orçamentários da Grécia. Enquanto a Grécia tenta controlar um déficit recorde e evitar o mergulho de seus títulos, Trichet disse que a economia das 16 nações do euro é sólida e seu déficit orçamentário será provavelmente menor que os dos EUA e Japão este ano. Os comentários de ontem não impediram as ações espanholas e portuguesas de cair, em meio às preocupações de que eles estariam em uma situação semelhante à da Grécia, ou sobre o euro, que tem caído em relação ao dólar por um período de nove meses. “Trichet não me convenceu”, disse Stuart Thomson, que ajuda a gerenciar US$ 100 bilhões na Ignis Asset Management, em Glasgow, Escócia. “Onde é que ele acha que as economias grega, espanhola e portuguesa vão estar daqui a três anos? As medidas de austeridade vão pesar sobre a área do euro como um todo”. Trichet foi forçado a afastar as dúvidas sobre o sobrevivência do euro, enquanto os investidores duvidavam da capacidade da Grécia de cortar o seu déficit de 12,7% do produto interno bruto para abaixo do limite da União Europeia, de 3%. Ao mesmo tempo em que se espalha a preocupação de que Espanha e Portugal aumentem os encargos da dívida, Trichet tentará sublinhar a necessidade de prudência fiscal, sem inflamar o ceticismo que poderia surgir. “Algo tem que acontecer para gerar credibilidade”, disse Paul Mortimer-Lee, diretor de economias de mercado do BNP Paribas em Londres.
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Zapatero defende economia espanhola
Turbulência financeira será discutida em reunião do G-7
Táticas amedrontadoras - Paul Krugman
Geithner acredita que China deverá apreciar sua moeda
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: BCE, China, Espanha, EUA, Eurozona, G-7, Jean-Claude Trichet, José Zapatero, Paul Krugman, Timothy Geithner
05/02/2010 - 08:43
Por Bruno
Estadão 05/02
Plano de governo do PT para Dilma reforça papel do Estado na economia
Vera Rosa, BRASÍLIA
Ancorado pelo mote de um novo “projeto nacional de desenvolvimento”, o programa de governo do PT vai situar a candidatura presidencial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à esquerda da gestão Lula. Documento com as diretrizes que nortearão a plataforma política de Dilma, intitulado A grande transformação, prega maior presença do Estado na economia, com fortalecimento das empresas estatais e das políticas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal para o setor produtivo.
O texto a ser apresentado no 4º Congresso Nacional do PT, de 18 a 20 de fevereiro – quando Dilma será aclamada candidata ao Palácio do Planalto num megaencontro em Brasília – diz que a herança transmitida à “próxima presidente” será “bendita”, após duas décadas de estagnação e avaliações “medíocres”. Em 2003, quando assumiu o primeiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter recebido uma “herança maldita” do então presidente Fernando Henrique Cardoso.
Na tentativa de esvaziar o mote do pós-Lula entoado pelo PSDB, o documento obtido pelo Estado sustenta que só o herdeiro do espólio lulista pode oferecer as bases para a formulação de um “projeto nacional de desenvolvimento”, que mescla incentivos ao investimento público e privado com distribuição de renda.
“O Brasil deixou de ser o eterno país do futuro. O futuro chegou. E o pós-Lula é Dilma”, diz um trecho da versão preliminar da plataforma. No diagnóstico que antecede a apresentação dos eixos programáticos, o PT afirma que “o Brasil foi programado para ser um país pequeno, cujo crescimento não poderia nunca ultrapassar os 3%, e que teria de se conformar com a existência de 30 ou 40 milhões de homens e mulheres para os quais não haveria espaço”.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: campanha, Dilma, novo desenvolvimentismo, plano
05/02/2010 - 08:30
Por Vander Fagundes
Da BBC Brasil:
Serra precisa começar já a sua campanha, diz ‘Economist’
A revista britânica The Economist traz na sua última edição, publicada nesta quinta-feira, um artigo em que diz que o governador de São Paulo, José Serra, precisa iniciar já a sua campanha à Presidência da República para ter chances de vencer.
No texto, intitulado Serra espera, um pouco pacientemente demais, pela Presidência, a revista traça um perfil do governador, destacando que ele “é certamente um forte candidato a ocupar a vaga” de Luiz Inácio Lula da Silva.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/02/100204_serra_economistrg.shtml
http://www.economist.com/world/americas/displaystory.cfm?story_id=15453108
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: campanha, José Serra, The Economista
04/02/2010 - 16:14
Por André
http://br.noticias.yahoo.com/s/04022010/25/mundo-ex-ditador-fala-doar-us.html
E como dizem os carcereiros em “Estação Carandiru”, o pior bandidão é seu maior aliado dentro de um presídio, pois ele quer cumprir a sua cana sem maiores sobressaltos e repudia rebeliões e outras coisas.
Desta vez, o bandidão aliado chama-se Baby Doc, líder da quadrilha que haitianizou ainda mais o Haiti e herdeiro do ainda mais bandidão Papa Doc. Ele, que hoje vive um exílio discreto em Paris, quer enviar US$ 5 milhões à nação que ajudou a destruir, a título de ajuda para recuperá-la do terremoto. Esse dinheiro viria de contas bloqueadas em Genebra.
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Autor: gustavo - Categoria(s): Internacional
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04/02/2010 - 16:00
Por Raphael Tsavkko
Alow Nassif, divulga o Beijaço em defesa do PNDH-3! A direita está se movendo!
http://www.trezentos.blog.br/?p=4044 e http://tsavkko.blogspot.com/2010/02/ato-da-direita-contra-o-pndh-3-e-o.html
“Um ‘beijaço’ (Kiss in) acontecerá dia 07 de fevereiro na Avenida Paulista, esquina com Rua Augusta, às 17 horas na cidade de São Paulo.
Trata-se de um ato público, organizado por tuiteiros que usam o ciberativismo como ferramenta de mudança social.
Dele, participam mulheres e homens; homo, hétero e bissexuais, travestis e transexuais. Pessoas preocupadas em defender medidas históricas contempladas no 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, apresentado pela Secretária Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal.
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Autor: gustavo - Categoria(s): Cultura, Fora de Pauta, Novo Mundo
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04/02/2010 - 15:27
Por Aldo Cardoso
Nassif & Paulistanos,
Um tema que precisaria ficar permanente aqui é o das enchentes, principalmente na Grande São Paulo.
Será que todos aí não percebem que se trata de uma situação de caos que não pode ser mais contemporizada?
É preciso a sociedade local articular algo urgentíssimo, que possa envolver até o Ministério Público, no sentido de se construir um Termo de Ajuste de Conduta subscrito por todos os partidos políticos, onde se elegesse essa e mais umas poucas situações paralelas ou concomitantes de caos como as ações prioritárias de suas gestões, inclusive para fins publicitários e, também, das campanhas políticas.
Evidente que um trabalho dessa ordem transcenderia os políticos e suas administrações para ser acompanhado (planejamento, orçamento e execução) por uma amplíssima comissão representativa de toda sociedade, e a cuja missão se dedicaria de forma integral.
Pena que idéias meio amalucadas assim passem batido, mas a coisa tá tão fim de mundo na cidade de São Paulo que só uma medida de guerra para reverter a situação ou, então, que continuem como estão, se aterrorizando a cada núvem que surge no céu até acontecer o pior, quando não será possível fazer mais nada, que será São Paulo acabar, infelizmente!
Autor: gustavo - Categoria(s): Cidades, Fora de Pauta, Política, Políticas Sociais
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04/02/2010 - 12:27
Por Fagundes
Do Valor
EUA admitem eficiência ecológica do etanol de cana
A Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) dos EUA tomou uma decisão que favorece o etanol feito de cana e, possivelmente, irá ajudar as exportações dos usineiros brasileiros.
Tecnicamente, a agência ambiental americana reconheceu o álcool de cana-de-açucar como um biocombustível ecologicamente eficiente, capaz de reduzir os gases estufa em 61%, quando comparado com a gasolina. Qualquer percentual maior do que 50% é bastante positivo para o etanol de cana, porque esse é o padrão mínimo exigido pela legislação americana. O etanol feito de milho reduz em 31% as emissões de gases que produzem o efeito estufa.
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/2/4/eua-admitem-eficiencia-ecologica-do-etanol-de-cana
Autor: gustavo - Categoria(s): Bioenergia, Internacional, Meio Ambiente
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04/02/2010 - 09:43
China mostra impaciência com pressão cambial dos EUA

Na lista crescente de queixas entre os Estados Unidos e a China, adicione mais uma: a administração Obama está revivendo a pressão americana sobre a China para que ela pare de depreciar artificialmente a sua moeda, política que alimenta o persistente déficit comercial dos Estados Unidos. Mas Pequim sinalizou na quinta-feira que está com pouca paciência e simpatia pela posição de Washington. “No momento, olhando para a balança de pagamentos internacionais e da oferta e da procura do mercado cambial, o nível do yuan está perto do razoável e equilibrado”, disse Ma Zhaoxu, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em entrevista coletiva em Pequim, na reiteração da política de longa data da China sobre a sua moeda. “Acusações e pressões não ajudam a resolver o problema”, acrescentou Ma. O governo Obama disse às autoridades chinesas que a política monetária estará no topo da agenda deste ano para as negociações econômicas com a China, como havia dito um alto funcionário na quarta-feira. A reabertura da batalha com Pequim sobre sua moeda pode render dividendos políticos a Obama, em um momento de desemprego de dois dígitos e temores crescentes de que a China está roubando empregos norte-americanos. Mas especialistas dizem que o presidente terá ainda menos influência sobre Pequim do que o presidente anterior, George W. Bush. Bush já incitou a China a ajustar sua taxa de câmbio, com pouco sucesso.
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Santander entrega lucro dentro do previsto
Déficits de Portugal e Grécia encarecem securitização de títulos
Bernanke vocaliza preocupações enquanto assume novo mandato
Investidor da Telecom Italia defende fusão com Telefónica no Brasil
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: Ben Bernanke, câmbio, China, credit default swap, déficit, Espanha, EUA, FED, fusão, Grécia, lucro, Portugal, Santander, Santander Real, Telecom Italia, Telefonica, União Européia
04/02/2010 - 09:16
Por Fernando Augusto – RJ
Novo embaixador dos EUA é especialista na realidade brasileira
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O novo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas A. Shannon Jr., conhece profundamente a história, política, economia e sociedade brasileiras. Por três anos (1989 a 1992), ele trabalhou na Embaixada no Brasil, mas sua história é marcada por longa trajetória em missões consideradas desafiadoras pelos diplomatas. Shannon serviu em embaixadas norte-americanas na África do Sul e Venezuela em momentos delicados das relações bilaterais desses países com os Estados Unidos.
Antes de ser designado embaixador no Brasil, Shannon ocupava o cargo de secretário adjunto para Assuntos do Hemisfério Ocidental no Departamento de Estado. Já foi assistente especial do presidente e diretor sênior para Assuntos do Hemisfério Ocidental no Conselho de Segurança Nacional.
Como diplomata, Shannon tem preferência por temas da América Latina. Ele foi diretor de Assuntos Andinos e também atuou como representante Permanente junto à Organização dos Estados Americanos (OEA).
Segundo diplomatas brasileiros, Shannon é o melhor nome entre os especialistas em política e economia externa dos Estados Unidos. Além de conhecer em detalhes a realidade brasileira, ele está acostumado a lidar com situações de crise.
De 1992 a 1996, o novo embaixador atuou como adido dos Estados Unidos no Consulado em Joanesburgo (África do Sul) – exatamente no período das negociações pelo fim do apartheid (regime de segregação racial).
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Autor: gustavo - Categoria(s): Política
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03/02/2010 - 16:24
Da Terra Magazine
Paulino: Transferência de Lula para Dilma é comprovada
Sociólogo de formação, Mauro Paulino, há mais de 20 anos vasculha e divulga anseios e intenções do eleitorado brasileiro. No instituto de pesquisa Datafolha, coordena a realização de pesquisas eleitorais desde 1988. Em entrevista a Terra Magazine, ele fala do “tabuleiro de xadrez” em que estão a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), e o governador José Serra (PSDB-SP) no pleito presidencial de outubro.
- Comprovadamente Lula já está transferindo muitos votos para Dilma – diz.
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4242689-EI6578,00-Paulino+Transferencia+de+Lula+para+Dilma+e+comprovada.html
De Carlos Montenegro, do IBOPE, em agosto de 2008
Pergunta – Porém já existem pesquisas que colocam Dilma Rousseff na casa dos 20% das intenções de voto.
A Dilma, em qualquer situação, teria 1% dos votos. Com o apoio de Lula, seu índice sobe para esse patamar já demonstrado pelas pesquisas, entre 15% e 20%. Esse talvez seja o teto dela. A transferência de votos ocorre apenas no eleitorado mais humilde. Mas isso não vai decidir a eleição. Foi-se o tempo em que um líder muito popular elegia um poste. Isso acontecia quando não havia reeleição. Os eleitores achavam que quatro anos era pouco e queriam mais. Aí votavam em quem o governante bem avaliado indicava, esperando mais quatro anos de sucesso.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Datafolha, Dilma, IBOPE, Lula, Montenegro, transferência
03/02/2010 - 13:17
Por Agrimaldo
Tem alguns petistas/lulistas alienados que acham que Lula e o PT seriam incapazes de cometer erros estratégicos, por isso não veem a eleição plebiscitária como um erro estratégico.
Só para reavivar a memória lembro aqui de uma série de erros( muitos infantis):
Em 1989, Lula/PT não aceitou o apoio de Brizola no segundo turno. Brizola que quase teve o mesmo número de votos que Lula, no primeiro turno. Erro infantil.
Em 1994, os erros foram atirar contra o plano real e a chapa puro sangue.
Em 1998 não havia nada o que fazer.
Em 2002, não houve erros.
Em 2006, misturar a eleição presidencial com a eleição a estadual em SP( Ufa, por pouco!). E não é que tão tentando de novo!!!!
Eleições municipais em SP, sendo quem as comandam é o mesmo PT nacional:
Em 2004, chapa puro sangue. Marta estava crente que ganharia sem precisar de apoio de outro partido. Existem muito petistas afobados. Isto me lembra a questão de agora, imaginar que podem vencer Serra sem precisar da ajuda de Ciro.
Em 2008, o marqueteiro da campanha de Marta, que é o mesmo do presidente Lula, e os figurões que são os mesmos que comandam o PT em nível nacional, tiveram a capacidade de questionar a vida sexual de Kassab. Chamar isto de erro infantil é elogio. Esta abaixo de tudo que se possa imaginar: burrice, falta de ética, cegueira coletiva etc.
O PT é um bom partido quanto a mostrar planos de governo, projetos, mas em estratégia eleitoral a história mostra que é um zero à esquerda.
Portanto quem já cometeu aqueles erros infantis que comentei acima, pode cometer um erro muito mais sofisticado, que ao meu ver é a estratégia da eleição plebiscitária.
Outro defeito de muitos petistas/lulistas é o afobamento. Eles querem, veja só, ganhar já no primeiro turno. Se não for no primeiro turno, não tem graça. Faltam-lhes humildade. E subestimam demais o adversário. Nem o Lula conseguiu ganhar no primeiro turno.
Ps: Queria explicitar, antes que pensem ao contrário, que sou Dilma.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: erros, estratégia, PT
03/02/2010 - 10:06
Por Alberto Porém Jr.
Sonhos que se vão…
Diante das recentes pesquisas eleitorais, bateu o desespero.
Mais do que nunca verificamos as mãos se voltando para Minas Gerais na súplica para Aécio ser vice de Serra.
Mas Aécio deu o golpe de misericórdia ontem.
“Aécio lamenta falta de empenho do PSDB com plano alternativo”
Governador mineiro diz ter faltado ‘mobilização’ para que sua pré-candidatura ao Planalto fosse discutida
Eduardo Kattah, de O Estado de S.Paulo
BELO HORIZONTE – O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), lamentou nesta terça-feira, 2, que seu partido não tenha feito a “mobilização necessária” para que sua pré-candidatura fosse discutida como uma alternativa para o partido na eleição presidencial. Embora tenha ressaltado que “quem faz vida pública não conduz o seu o próprio destino”, Aécio reafirmou que no momento seu “caminho natural” é uma candidatura ao Senado.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Aécio, plano alternativo, PSDB, Serra
03/02/2010 - 09:45
Balanço do Santander é aguardado com forte expectativa

O Banco Santander, maior instituição financeira espanhola, enfrenta o crescente escrutínio dos investidores sobre os empréstimos a incorporadores imobiliários, após o Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) dizer que seus empréstimos de cobrança duvidosa na Espanha quase duplicaram. “Tem tudo a ver com o mercado imobiliário e seus desenvolvedores, e não acho que com o Santander seja diferente”, disse Helmut Hipper, um gestor de fundos da Union Investment, de Frankfurt, que administra cerca de 93 bilhões de euros. “Havia a percepção de que a qualidade de empréstimos nos livros do BBVA era excelente, mas agora estamos de volta à realidade“. O BBVA teve em 27 de janeiro a maior queda em 10 meses, depois que a receita do quarto trimestre ter sido quase dizimada, enquanto reconhecia baixas contábeis nos EUA e reavaliava seus ativos imobiliários espanhóis. A proporção de créditos ruins sobre os empréstimos na Espanha e Portugal saltou para 5,1% em dezembro, saindo de 2,6% nos três meses anteriores, com o banco reclassificando 1,82 bilhão de euros em bens e empréstimos ao consumidor como duvidosos. O presidente executivo do Santander, Alfredo Saenz, disse em outubro que esperava uma taxa de inadimplência de 3,3% dos empréstimos espanhóis no final do ano. Os investidores vão comparar o provisionamento do Santander com o do BBVA quando o banco relatar seus ganhos amanhã, disse Andrea Williams, que ajuda a gerir cerca de 1,2 bilhão de libras na Royal London Asset Management em Londres, e descreveu o mergulho nos lucros do BBVA como um “choque“.
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Reino Unido corre risco de apagão
Grécia diz que Portugal e Espanha podem ter problemas de déficit
Agências de rating alertam sobre bolha bancária na China
EUA pressionam Toyota a corrigir defeitos em seus carros
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: apagão, automóveis, balanço contábil, Banco Santander, BBVA, bolha especulativa, China, créditos ruins, déficit, Espanha, EUA, Fitch Ratings, Grécia, Portugal, Reino Unido, Toyota
03/02/2010 - 09:33
Por Miriam
Envolverde Revista Digital
03/02/2010 – 01h02
Belo Monte: solução burra para a geração de energia no Brasil
“Belo Monte é uma resposta medíocre para o desafio de gerar energia para o país”, diz Marcelo Furtado, diretor executivo do Greenpeace no Brasil.
Do ponto de vista ambiental, ela repete erros que o país cometeu no passado, alagando áreas de floresta relevantes para construir mega hidrelétricas. Itaipu afogou o Parque Nacional de Sete Quedas na década de 1970. Quarenta anos depois, Belo Monte vai provocar um desmatamento de 50 mil hectares em zona de mata, ainda razoavelmente conservada, em pleno coração da Amazônia.
O processo de liberação da obra mostra também como o licenciamento ambiental no Brasil andou para trás. Danem-se as necessidades técnicas e científicas do pessoal do Ibama que analisa os impactos de grandes obras no Brasil. Os recentes governos brasileiros fizeram muito para desacreditar o trabalho que envolve o licenciamento de grandes obras. Lula levou esse comportamento ao extremo e o transformou em refém dos seus desejos.
É Lula, e não a lei, quem agora define seus prazos. Qualquer resistência é recebida pelo presidente e seus ministros com uma ironia burra acerca da complexidade do trabalho dos técnicos. O argumento central é que a conservação da natureza atravanca o desenvolvimento. As 40 condicionantes impostas pelo Ibama para mitigar os efeitos ambientais da obra apenas aliviam os imensos impactos sociais e ambientais da obra. E seriam dispensáveis se o governo recobrasse os sentidos e percebesse que Belo Monte é uma obra desnecessária.
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Autor: gustavo - Categoria(s): Meio Ambiente, Novo Mundo
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03/02/2010 - 09:32
Do Estadão
Para ele, moral da aliança PT-PMDB ‘é um roçado de escândalos já semeados’ e pode deixar governistas ‘com a brocha na mão’
Eugênia Lopes, BRASÍLIA
JUSTIFICATIVA – “Pretendo ser candidato à Presidência para explorar ao máximo a complexidade e a riqueza do sistema de dois turnos”
Entrevista
Ciro Gomes: pré-candidato do PSB à Presidência
Depois de um périplo de um mês por Berlim e Paris, onde passou férias, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) voltou à ribalta decidido, aparentemente, a manter sua candidatura à Presidência. Sem fumar há três meses e com um tom variando entre o irônico e o irritado, Ciro disse que “o santo Lula está errado” ao defender que ele desista de disputar o Planalto em favor da ministra Dilma Rousseff.
Derrotado duas vezes na corrida presidencial (1998 e 2002), Ciro garantiu que só deixará de ser candidato ao Planalto se seu partido assim quiser. Disse que não será candidato ao governo de São Paulo e considerou “golpistas” as articulações do ex-ministro José Dirceu na promoção de alianças estaduais. Ex-ministro de Lula, Ciro qualificou como “frouxa” a coalizão PMDB-PT em torno da candidatura Dilma.
O senhor desistiu de ser candidato à Presidência da República?
Mantenho minha candidatura. Pretendo ser candidato à Presidência para explorar ao máximo a complexidade e a riqueza do sistema de dois turnos. Minha intenção é ser candidato para valorizar e proteger o cidadão brasileiro do malefício que é a volta ao passado. Só eu posso sinalizar para o futuro. Vou conservar o rumo extraordinário que o Lula iniciou no País. Só eu posso fazer a justa transição com a necessária e indispensável dose de renovação no País.
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Autor: robertasales - Categoria(s): Eleições
Tags: Ciro, Lula, PMDB, PT
03/02/2010 - 08:58
Por Marcos P.B.
Adital – 02.02.10 – BRASIL
Egon Dionísio Heck *
“A doença dos Guarani é uma só – recuperar nosso território, nossa terra, através de nossa cultura, nossa organização, nossa reza” (Cacique Rosalino, 1-02-10)
Sentado em frente ao barraco, Rosalino vai contando pausadamente como tem participado do processo de preparação do encontro que estará acontecendo a partir de hoje na aldeia de Anhetete, no sudoeste do Paraná. Está prevista a chegada de 800 Guarani dos quatro países – Paraguai, Brasil, Argentina e Bolívia. Ele conta como foram construindo a proposta de uma Aty Guasu Ñande Reko Resakã Yvy Rupa; ou seja, um encontro pilares: a terra e o modo de viver dos Guarani nestes territórios, sua cultura e religião.
Já no início da noite, quando as estrelas começaram a passear no firmamento, um grupo de Yvy Katu iniciou mais uma noite de ritual, Jeroky. Animados pelo espírito dos antepassados e dos deuses protetores e na esperança depositada em mais um encontro importante para os Povos Guarani da America do Sul.
Um pouco da historia e objetivos
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Movimentos Sociais
Tags: CIMI, encontro, Guarani, indios
03/02/2010 - 07:24
Por Rodrigo Saraceno disse:
Voto distrital.
Ataca os três maiores problemas de nosso modelo político: a) custo;
b) representatividade;
c) transparência.
Problemas estes que se concentram nos cargos proporcionais (deputados federais e estaduais e vereadores).
a) Dividindo uma cidade ou Estado em distritos eleitorais, e dividindo os candidatos entre tais distritos, a busca de votos se dará em uma base territorial menor; logo, o custo para eleger-se diminuirá absurdamente.
b.1) Com a eleição em uma base territorial menor, o eleitor identifica mais facilmente quem é o candidato que o representa. Assim, mesmo que não seja aquele em quem votou, o cidadão de determinada região sabe quem é o seu representante na casa legislativa;
b.2) outro aspecto da representatividade é que fica mais fácil e barato ao eleitor exercer pressão sobre o seu representante. Uma associação que represente determinado bairro ou até mesmo uma rua específica passa a ter mais voz, porquanto seus votos passam a ter mais peso. 100 votos em um universo de 5 mil eleitores vale muito mais que em um universo de 5 milhões de eleitores.
c) aumentando a identificação do eleito com seus eleitores, aumenta a capacidade de fiscalização, já que o cidadão sabe quem é seu representante e sabe quais as necessidades específicas de seu distrito. Acho que não preciso elaborar muito esse aspecto.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: eleições, voto distrital
02/02/2010 - 10:35
Por Lúcio Pereira de Souza
Mais uma crise de corrupção abala o cenário político brasileiro. Desta vez, bem no coração da arena política: Brasília. Muitas reportagens. Muito jogo de cena pelos partidos políticos. Muita tentativa de mostrar diferenças no tratamento do assunto. Muito blá, blá. blá. E até, diríamos, algo mais consistente, sob o ponto de vista da profilaxia: defesa de mudança na Constituição Federal, relativa ao sistema de financiamento das campanhas políticas. Na verdade, permitam-me a opinião, de quem não pertence ao meio político, mas com a modesta pretensão de ser mais técnico do que político.
Percebe-se o jogo que está na roda destes escândalos? Apenas citam-se os nomes de políticos A, B ou C, que quando não são massacrados pela opinião pública, dão um drible e voltam à carga mais tarde. Às vezes, o noticiário desloca-se mais fortemente sobre algum lobista, e não exatamente sobre políticos, como sucedeu com o escândalo do mensalão. E em poucas vezes, cita-se o nome de quem trafica (pelo lado da compra) a influência. Ou seja, condenam-se os usuários e os traficantes (pelo lado da venda), mas os traficantes (pelo lado da compra) continuam adquirindo seus insumos. Perceba-se ainda que, afastados os nomes destacados na época do flagrante da corrupção, o problema volta a ocorrer em espaço e tempo diferentes do anterior, o que indica que não se chega ao cerne do problema. Até mesmo a febre só é tratada quando há alguma pressão pública. Então, o que se nota? O enfrentamento da questão, da imprensa, passando pela legislação, aos poderes constituídos, enfim, pelo país como um todo, é muito insipiente e amador. Talvez esteja na hora de trocar a insipiência pela incipiência em enfoque inovador de enfrentamento da questão. Vejamos se, e em caso positivo, como seria possível.
A estrutura do jogo parece ser a seguinte:
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Política
Tags: corrupção política, financiamento de campanha
02/02/2010 - 10:25
Por Ricardo Montero
Olha o Estadão manipulando pesquisas na própria manchete! Coisa feia!!!
Manchete: “Dilma sobe, mas ainda depende de Ciro para levar disputa ao 2º turno”
Em letras menores: “CNT/Sensus mostra Serra com 33,2% das intenções de voto ante 27,8% da ministra, em quadro de empate técnico”
No corpo do texto:
“O levantamento, que tem margem de erro de três pontos porcentuais para mais ou para menos(…)”
Mais:
“O empate técnico entre Dilma e Serra desaparece quando o nome de Ciro é retirado da simulação. No cenário traçado sem a candidatura do deputado, a vantagem do tucano sobre a petista passa a ser de 12,2 pontos. Serra vai a 40,7%, enquanto Dilma aparece com 28,5% e Marina com 9,5%.”
Ué… 40,7% de Serra contra 38% de Dilma mais Marina… Empate técnico de novo! Ou seja, pela pesquisa, a saída de Ciro da disputa não coloca automaticamente Serra como vencedor em turno único. Extatamente o contrário do que diz o Estadão em sua manchete.
Link: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,dilma-sobe-mas-ainda-depende-de-ciro-para-levar-disputa-ao-2-turno,504977,0.htm
Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Estadão, Pesquisa, primeiro turno
02/02/2010 - 09:38
Déficit gigante pode mudar política dos EUA e poder global

Em um orçamento federal preenchido com estatísticas confusas, dois números se destacam como particularmente impressionantes pela forma como podem mudar a política e o poderio norte-americanos. O primeiro é o déficit projetado para o próximo ano, quase 11% de toda a produção econômica do país. Isso não é inédito: durante a Guerra Civil, a Primeira e a Segunda Guerra mundiais, os Estados Unidos incorreram em crescentes déficits, mas geralmente com a expectativa de que recuariam quando a paz fosse restaurada e os gastos de guerra se reduzissem. Mas o segundo número, profundamente enterrado nas projeções do orçamento, é o único que realmente chama a atenção: de acordo com as estimativas otimistas do presidente Obama, os déficits norte-americanos não vão voltar ao que são amplamente considerados os níveis sustentáveis ao longo dos próximos 10 anos. Para Obama e seus sucessores, os efeitos dessas projeções são claros: a menos que um crescimento milagroso, miraculoso ou compromissos políticos criem alguma mudança imprevista durante a próxima década, praticamente não há espaço para novas iniciativas internas para Obama ou seus sucessores. O principal conselheiro econômico de Obama, Lawrence H. Summers, costumava perguntar antes de entrar para o governo um ano atrás, “quanto tempo o maior devedor do mundo permanecerá a maior potência do mundo?”
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E mais:
Economia dos EUA dá sinais animadores
Austrália surpreende ao manter juro no patamar atual
Brasil planeja melhorar laços com a China
Produção brasileira deve equilibrar mercado de açúcar
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: açúcar, Austrália, Brasil, cana, China, comércio exterior, commodities, crédito, déficit, déficit EUA, EUA, poder, produção industrial, taxa de juros
01/02/2010 - 18:54
Por André
Agora os ex-aliados do governo Chávez, sendo que um deles escreveu a atual Constituição da Venezuela, pedem a renúncia do Hugo em questão, alegando que ele não tem mais legitimidade ou capacidade de governar nosso vizinho do norte.
Dizem Luis Alfonso Dávila, ex-ministro de Relações Exteriores, Raúl Isaías Baduel, ex-ministro de Defesa, Herman Escarrá, um dos redatores da atual Constituição e Yoel Acosta e Jesús Urdaneta, dois ex-comandantes da tentativa de golpe de 1992, entre outros, que Chávez precisa deixar o governo por conta de “seu projeto absolutista e totalitário”, “pela falta de prestação de contas”, e pela “linguagem imprópria” que “despe a alma intolerante, mesquinha, cheia de ódio e ressentimento”.
O grupo, chamado Polo Constitucional, também diz que o venezuelano tem direito à propriedade privada, educação plural e pluralismo político. Acusa também Cuba de ingerência e diz que o país está se centralizando excessivamente.
De minha parte, continuo com aquela forte impressão de que Chávez tornou-se uma pálida caricatura de si mesmo, mais pálida ainda quando comparado àquele cara raçudo de 2002. Como já disse em outras ocasiões, aprecio o modelo dos cinco poderes e o acho muito mais moderno que o dos três poderes, bem como li no blog do Eduardo Guimarães, em postagens de 2007, que as empresas que cumprem rigorosamente a lei em momento algum foram atrapalhadas pelo governo (algo que ganha consistência se pensarmos que a petrolífera Chevron segue sossegada com seus projetos naquele país, e isso sendo americana).
A questão agora é que o documento é escrito por ex-aliados de Chávez, mas que parecem compromissados com o modelo de estado que criaram a partir da nova Constituição. Esses caras com certeza têm um conhecimento de causa muito maior que o da oposição tradicional ao atual presidente daquele país e não podem ser roboticamente chamados de “traidores”, “quinta-coluna”, “burgueses” e outros tantos adjetivos, alguns com cheiro de coisa rançosa por tão antiquados serem os conceitos que neles encerram.
Autor: gustavo - Categoria(s): Internacional
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01/02/2010 - 13:14
Por marcelo
Matéria interessante no site do PNUD. Pesquisador do IPEA diz que, apesar de a desigualdade no Brasil ter caído, ainda são os 20 a 30% mais ricos do país que movimentam a economia.
http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3402&lay=pde
Brasília, 29/01/2010
‘Iniquidade menor não freia crise no Brasil’
Pesquisador do IPEA afirma que, apesar da redução da pobreza e da desigualdade, economia ainda é sustentada por 30% da população
da PrimaPagina
Apesar da redução da pobreza nos últimos anos, a economia brasileira ainda é sustentada pelo consumo de uma pequena parcela da população, afirma o economista Sergei Dillon Soares, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Em entrevista para um boletim do CIP-CI (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), ele defende que a melhoria da desigualdade de renda aumentou o peso dos mais pobres no mercado, mas não a ponto de blindar o Brasil contra crises econômicas — esse processo ajudou apenas “um pouco” a diminuir os efeitos da recessão de 2009, por exemplo.
“O que podemos dizer é que, para além das muito prudentes políticas macroeconômicas que foram seguidas no passado recente, e todo o resto que foi feito corretamente — e o Brasil fez muitas coisas corretamente — talvez a melhoria na desigualdade ajudou um pouco, foi um fator adicional, mas certamente não o principal”, diz Soares.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: crise, desigualdade, IPEA, pobreza
01/02/2010 - 12:40
Do G1
Dilma empata com Serra em cenário com Ciro na disputa, diz CNT/Sensus
No 1º cenário, Serra sobe de 31,8%, em novembro de 2009, para 33,2%.
Dilma foi de 21,7% a 27,8%; Ciro Gomes (PSB) caiu de 17,5% para 11,9%.
Rafael Targino Do G1, em Brasília
Na corrida eleitoral pela sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), está tecnicamente empatada com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), quando o deputado Ciro Gomes (PSB) está na disputa, mostra pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (1º).
Dilma cresceu pelo menos cinco pontos percentuais nos dois cenários testados pela pesquisa. O governador de São Paulo ainda lidera nas duas pesquisas estimuladas, mas a margem entre os dois diminuiu. Ela já passou o governador na pesquisa espontânea.
No primeiro cenário, Serra cresce de 31,8%, em novembro de 2009, para 33,2% em janeiro deste ano; Dilma subiu de 21,7% para 27,8%; Ciro Gomes (PSB),caiu de 17,5% para 11,9%; e Marina Silva (PV) subiu de 5,9% para 6,8%. Houve queda no total de pessoas que votam nulo ou branco (de 11,1% para 10,5%). A diferença entre os dois primeiros colocados, que era de 10,1%, caiu para 5,4%. Como a margem de erro está em 3%, os dois estão tecnicamente empatados. “Há uma intersecção da margem de erro”, disse Ricardo Guedes, do Instituto Sensus.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Eleições
Tags: Census, CNT, Dilma, Serra
01/02/2010 - 09:56
Ausência de políticos de peso esvazia Davos 2010

Este ano o Fórum Econômico Mundial pode não ter sido bem o evento que os organizadores esperavam. Se você contar o sucesso pelo número de altos políticos que se poderia atrair, então Davos 2010 foi uma espécie de falha. Sim, o presidente francês, Nicolas Sarkozy abriu a farra dos cinco dias. Os presidentes da África do Sul, México e Coréia do Sul vieram para fazer propaganda de seus países – antes da Copa do Mundo, para atrair investimentos ou às vésperas de assumir a liderança do G20, respectivamente. Mas, no geral, houve uma clara falta de debatedores de peso, e o cancelamento tardio do ministro do Exterior alemão, Guido Westerwelle, deixou uma embaraçosa lacuna no calendário de sábado – um espaço já ocupado por estrelas como o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, o vice-presidente norte-americano Dick Cheney e a ex-secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice.
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Bom e chato – Paul Krugman
Chávez anuncia fundo de US$ 1 bilhão para o setor elétrico
Obama prevê déficit fiscal de US$ 1,6 trilhão em 2010
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Internacional
Tags: apagão, Barack Obama, Citigroup, Davos, déficit EUA, EUA, Fórum Econômico Mundial, Hugo Chávez, Paul Krugman, private equity, Venezuela
01/02/2010 - 09:29
É fantástica a dinâmica da democracia, especialmente quando se incorporam as grandes massas. A única alternativa da oposição venezuelana – segundo uma de suas líderes mais expressivas – será desenvolver propostas que contemplem as grandes massas. Do mesmo modo, a única saída para a oposição brasileira será, em algum modo, desenvolver um discurso eficaz de inclusão social.
Do Estadão
‘Única forma de vencer o chavismo é nas urnas”
Para ex-juíza, a oposição venezuelana deve criar uma agenda positiva para vencer o chavismo nas eleições legislativas
Roberto Lameirinhas, CARACAS
Entrevista
Cecilia Sosa Gómez: ex-presidente do Supremo Tribunal da Venezuela
Quem é:
Cecilia Sosa Gómez
Ex-presidente do Supremo Tribunal da Venezuela (1989-2000)
Pós-graduada pela Universidade Sorbonne, na França
Autora da sentença de condenação por corrupção e abuso dos direitos humanos do ex-presidente Carlos Andrés Pérez, que assumiu em 1989 e foi destituído em 1993
Primeira mulher a presidir um tribunal supremo no continente, a ex-juíza venezuelana Cecilia Sosa Gómez (que dirigiu a corte de 1989 a 2000) foi uma das primeiras personalidades públicas da Venezuela a se insurgir contra o regime de Hugo Chávez, quando o presidente venezuelano, ainda tinha uma popularidade de cerca de 80%. Ela renunciou ao cargo em protesto contra a intervenção do Executivo no Judiciário. Hoje, integra uma ONG destinada a promover a autonomia dos poderes do Estado e denunciar os abusos contra a segurança jurídica na Venezuela. A seguir, os principais trechos da entrevista que ela concedeu ontem ao Estado.
Como a sra. vê o atual momento do estado de direito na Venezuela?
O que se pode dizer é que a Venezuela vive hoje sob o regime de um estado de direito socialista, que não está previsto na Constituição de 1999. Isso equivale a dizer que não há estado de direito. Não há uma Corte Suprema com autonomia para dizer ao Legislativo que esta ou aquela lei é inconstitucional ou ilegal. A independência de poderes inexiste. Quando o presidente se decide pela expropriação ou nacionalização de uma empresa privada, dois ou três dias depois a Assembleia Nacional aprova, em tempo recorde, uma lei que amplia os poderes do Executivo para levar seu plano adiante. O Judiciário é controlado pelo Executivo. Não há debate nem pluralismo. O que se vê é o governo utilizando as ferramentas formais da democracia para acabar com a democracia.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Internacional
Tags: Cecilia Sosa Gómez, oposição, Venezuela
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