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Arquivo da Categoria MPB

14/11/2009 - 17:00

Moacir Santos por Chico Pinheiro e April Child

Por Maristela

Bom dia, Nassif!

Pra começar bem o sábado, uma das belíssimas composições do maestro Moacir Santos, com Chico Pinheiro e grupo (Marcelo Mariano, Fábio Torres e a linda voz de Tati Parra)

http://www.youtube.com/watch?v=X-Ay_vOXzEM&NR=1

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB Tags: , ,
13/10/2009 - 19:00

Chacrinha e a música brasileira

Por Hans Bintje

Do Observatório da Imprensa:

CHACRINHA MUDOU A MÚSICA DOS 60, 70 E 80

“Não foi só para a formatação conceitual da tropicália -como Caetano Veloso e Gilberto Gil assumiam já nos primórdios do movimento- que, em terreno musical, a algazarra dos programas de Chacrinha foi de grande utilidade.

Ela também serviu como vitrine fundamental para que tanto os artistas da chamada música ‘cafona’ dos anos 70 quanto a geração do rock dos 80 atingissem o público.

Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: , , ,
13/10/2009 - 18:00

Um momento de Gil e Caetano

Por Marcia

LN, repare nesse vídeo, Caetano e Gil num momento único! Uma beleza!

http://www.youtube.com/watch?v=J3txz6wQaMk

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
12/10/2009 - 13:01

Marisa Monte e os Novos Baianos

Por Ivonildo Dourado

Sensacional Marisa Monte, mais ainda nesse clip com os novos baianos. Expetacular, vale a pena ver e guardar

http://www.youtube.com/watch?v=yoSapTSZlwI

Comentário

A cada dia que passa, mais Marisa Monte se firma como a grande personalidade da música popular brasileira, uma Elis Regina discreta e assentada. ela revisita todos os gêneros fundamentais com uma competência à toda prova. (Bão, dos Novos Baianos, nada a dizer: apenas curtir intensamente).

Por Antonio

Já que se fala de Marisa Monte e se falou de Raphael Rabello num post acima, toma:

http://www.youtube.com/watch?v=_cONVxzcA6U

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
10/10/2009 - 18:16

A grande canção brasileira

Do Portal Luís Nassif

Um belíssimo levantamento sobre a mais famosa canção brasileira, “Aquarela do Brasil” (clique aqui).

Aqui, uma das raridades levantadas pelo excepcional time de pesquisadores do portal: Aquarela, com o Bando da Lua, encontrado no Youtube pela Cafu.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB Tags: ,
14/09/2009 - 19:00

Conto: a música popular brasileira

Do  Portal Luís Nassif

Telefonemas na praça

Por Alberto Manoel Ruschel Filho

Quem me ensinou como a coisa funciona foi minha mãe que, diga-se de passagem, me ligou quando já estava morta há quase um ano.

Distraído pelo burburinho da cidade, eu passava por um telefone e ele tocava. Eu não percebia. Mas foram tantas as vezes que isso aconteceu que, meio cismadão, acabei atendendo.

Gaúcha e meio impertinente, a Neli foi logo dizendo:

-Beto: É a tua mãe. Desculpe insistir dessa maneira, mas se ligo na tua casa poderiam grampear nosso papo. Sabes estes tempos de dedoduragens tecnológicas? Enfim, iriam achar estranho mãe morta falar com filho vivo e , quem sabe, averiguar tua pessoa (já tão inutilmente dantes averiguada).
continua

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cultura, MPB, Música Tags: , , , ,
24/08/2009 - 17:00

A voz de Thais Gulin

Por Neves

Excelente cantora (sobre Verônica Ferriani). Não vejo problema em regravações, importa é a originalidade da interpretação. Está certo que Elis gravou inéditos e lançou muita gente desconhecida, mas fez muito disto, depois de ser uma cantora reconhecida, não se pode exigir isso de novatas.

Depois tem o seguinte, Elis é coisa que aparece a cada cem anos, no mínimo, paciência. Que seus cacoetes vão influenciar muita gente é óbvio, assim são os gênios.

Nassif, o que você acha da Thais Gulin?

http://www.myspace.com/thaisgulin
Clip “Garoto de Aluguel” (Taxi Boy)

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags:
11/06/2009 - 18:07

Garoto e João Gilberto

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Now playing: 02-o-relogio-da-vovo
via FoxyTunes —————-
Now playing: 02-o-relogio-da-vovo
via FoxyTunes

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Now playing: 02-o-relogio-da-vovo
via FoxyTunes —————-
Now playing: 02-o-relogio-da-vovo
via FoxyTunes A faixa “O relógio da vovó” mostra que em 1953 Garoto já tinha desenvolvido não apenas a harmonização, mas a batida da bossa nova. No lançamento do seu livro, Rui Castro distribuiu uma fita com uma faixa de Johnny Alf e Garoto, repetindo a batida. 02-o-relogio-da-vovo (clique ai para baixar).

Provavelmente essa batida foi desenvolvida nos últimos dois anos da vida de Garoto – que morreu um ano após a gravação dessa faixa.

Essa constatação em nada diminui a importância de João Gilberto, mas coloca um ponto final em uma das maiores impropriedades cometidas na análise do movimento: a de que teria sido uma ruptura com a “música velha”. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
10/06/2009 - 23:12

O elo perdido da bossa nova

Da série Blogueiro sofre….

Olha o que saiu no Observatório da Imprensa, do Maurício Caleiros

(…) ou o efeito das incontornáveis idiossincrasias pessoais que marcam a atividade blogueira e que tendem a tornar-se repetitivas e irritantes com o tempo (como a insistência de Nassif em colocar Collor de Mello na lista dos melhores presidentes da história do país ou de afirmar que a batida da bossa nova foi criada, em gravações que aparentemente só ele ouviu, pelo grande violonista Garoto e não, como consideram 10 entre 10 pesquisadores, por João Gilberto).

E eu procurando feito um doido as gravações que recebi do Trio Surdina, com o elo perdido, a batida da bossa nova e que provavelmente se foram com um HD que deu pau. Achei a faixa em questão em um arquivo do BLog antigo, mas estava corrompida.

Felizmente tem o Blog do Loronix, o maior acervo de LPs das décadas de 50 a 70. E lá finalmente encontrei o LP do Trio Surdina (formação de Garoto ao violão, Fafá Lemos, no violino e Chiquinho do Acordeon) com a música. O LP é de 1953, quatro anos do histórico “Chega de Saudade”.

Aí vai o LP

Track List

01 – Ternamente (J. Lawrence / W. Gross)
02 – O Relógio da Vovó (Fafá Lemos / Chiquinho do Acordeom / Garoto)
03 – Duas Contas (Garoto)
04 – Felicidade (Garoto / Haroldo Barbosa)
05 – Ninguém Me Ama (Antônio Maria / Fernando Lobo)
06 – Na Madrugada (Nilo Sergio)
07 – Nós Três (Fafá Lemos / Chiquinho do Acordeom / Garoto)
08 – Malagueña (Tradicional)

A faixa em questão é “O Relógio da Vovó”, que coloquei em primeiro lugar na lista.

Se não estiver visualizando, clique aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: , ,
10/06/2009 - 17:00

O som do pré-feriado

Por Rodrigo

Para curtir nesse dia chuvoso

Maria Rita + Quinteto em Branco e Preto

http://www.youtube.com/watch?v=sSov-uDWsHU

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
08/05/2009 - 19:30

Trivial do samba canção

Dois pontos interessantes para se abordar em relação à bossa nova.

O primeiro, a supina tolice de considerar que a bossa nova significou um corte na música brasileira, impondo novos padrões de bom gosto sobre os “bolerões”. Essa tese foi levantada por Ronaldo Bôscoli, reforçada pelo famoso livro dos irmãos Campos e do meu amigo Júlio Medaglia e consolidada no livro do Ruy Castro.

Hoje em dia, Ruy parece finalmente ter concordado com a tese de que João Gilberto fez uma síntese do que de melhor a música brasileira produzira até então.

Mesmo assim, ainda há um ranço enorme em relação ao samba-canção – visto como filho espúrio do “execrável”  bolero. Logo o bolero, uma das formas mais elaboradas de canção do século 20.

Aqui, duas raridades que consegui no excepcional blog Loronix, das duas mais veneradas cantoras da bossa nova: Dolores Duran e Silva Telles. Silvia com repertório exclusivamente de samba canção. Dolores com o ecletismo fantástico que a marcou e que só encontraria paralelo em João Gilberto.

Com Dolores você ouvirá sambas canções clássicos, como “Manias” – com uma letra que nada fica a dever ao despojamento da bossa nova. Depois, um conjunto de compositores do sincopado, igualmente cultivados por João Gilberto, como Geraldo Pereira, Billy Blanco.

Clique aqui

Com Silvinha Telles, uma seleção inesquecível de sambas-canção (incluindo alguns clássicos de Tom Jobim), da qual se vale, inclusive, da voz de vibratto – característica execrada pelos especialistas da pureza bossanovista. Aliás, seria interessante conferir João Gilberto usando o vibratto na interpretação de “Chão de Estrelas”.

Clique aqui.

Um segundo ponto interessante é sobre os limites da jazzificação da bossa nova. No show da Leny Andrade, deu para relembrar alguns clássicos do Durval Ferreira e do Maurício Einhorn – como “Samba Diferente”. Ambos produziram pequenos temas jazzísticos que são verdadeiras jóias.

Tentei encontrar as gravações aqui na minha coleção, mas admito total falta de tempo.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB Tags: , , ,
20/04/2009 - 21:32

João Gilberto em Diamantina

Por João Vergílio

Titulo:Casa em que viveu João Gilberto

Mensagem: Pesquisando na Internet, acabei descobrindo que João Gilberto morou na casa que é sede atualmente da Imobiliária Solar. Resolvi escrever a vocês para perguntar duas coisas. Primeiro, se existe alguma foto da casa na Internet. Segundo, se vocês conhecem algum morador antigo da cidade que possa me dizer alguma coisa a respeito de um certo Gagó, ou Jacó, violonista que foi muito amigo de João, e morava aí em Diamantina. Consta que esse Jacó teria morrido numa batida policial, ou coisa assim. Desculpem-me pelo incômodo, e aceitem minhas saudações, aqui de São Paulo. João Vergílio G. Cuter

Por Fábio Aguiar

Boa tarde, João Vergílio é com imenso prazer que lhe respondemos.

João segue o link com as fotos do imóvel citado. Inclusive locamos-o para temporada.

Existem 02 pessoas em Diamantina que foram amigos de João Gilberto quando passou aqui por Diamantina. O primeiro é Seu Antonio que trabalha na Casa Costa. Sabe todos os detalhes do João, inclusive participou da entrevista da televisão Japonesa quando fez um documentário sobre o criador da Bossa Nova. O outro é o Sr. Geraldo Miranda, amigo também do Sr. Antonio.

Espero tê-lo ajudado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB Tags: ,
19/04/2009 - 19:30

Trivial de Zé do Norte

Do Portal Luís Nassif

Meu Pião (Zé do Norte) # Com Fotos do filme “O Cangaceiro” de Lima Barreto

* Adicionado por Cafu

clique aqui se não estiver vendo a imagem

Zé do Norte, a pomba arribação

Crônica de 26/09/1999

Tive alguns sonhos na vida. Um, o de ter conhecido Garoto, o multiinstrumentista brasileiro. Mas ele morreu do coração em 1954, quando garoto era eu, com meus quatro anos de idade.

Conheci Luiz Gonzaga pouco depois, fazendo show em praça pública em Poços de Caldas, cidade que abrigou durante certo tempo sua segunda mulher, que padecia de problemas do pulmão, e o filho Gonzaguinha.

Foi um período ainda rico em Poços, que, sem a projeção dada pelo jogo, ainda preservava parte da majestade.

O teatrólogo Oduvaldo Vianna morou por lá um tempo com seu filho Vianinha.

O show de maior sucesso na rádio Cultura era o de Sebastião Leporace, exímio violonista, que compunha uma paródia diária sobre temas do momento. Sebastião era irmão do radialista Vicente Leporace, e pai de Gracinha e Fernando Leporace, que fizeram sucesso na MPB no início dos anos 70.

Os Índios Tabajara também passavam por lá todo ano, tocando violão nas temporadas.

Alguns anos depois, os Índios Tabajara estourariam nos Estados Unidos, com sua fantasia de índio-embora fossem autênticos cearenses- e uma “técnica violonística atlética”.

Poucos músicos brasileiros venderam tanto disco no exterior quanto eles. Soube outro dia que voltaram para o Brasil e estão morando em um sítio no Estado do Rio.

Meu pai tinha uma discoteca de música brasileira de primeiríssima, ainda na época dos discos de 78 rotações. Apreciava “Dora”, de Caymmi -em homenagem ao qual batizei minha filha caçula- , Inezita, Ivon Cury e seu “Amendoim Torradinho”.

Mas um dos autores que ele mais gostava era Zé do Norte. Zé era um Luiz Gonzaga mais rústico e sem carisma.

Estourou no Brasil com a música “Lua Bonita”, da trilha sonora do filme “Lampião, Rei do Cangaço”. Foi uma das músicas que marcaram a nossa infância.

Quase toda noite, minha mãe juntava os filhos no quarto e, enquanto meu pai ia fechar a farmácia, cantava “Lua Bonita” com sua voz límpida: “Lua bonita / se tu não fosse casada / eu ponhava uma escada / e ia no céu te beijar / E se colasse teu frio com meu calor / pedia a Nosso Senhor / pra contigo me casar”.

Essa era a mais conhecida. Mas havia um conjunto de baiões e xaxados rústicos que colocavam o Nordeste inteiro na sala de nossa casa, quando executados na vitrolinha.

Havia o “Ô Zé, quando for para a lagoa / toma cuidado com o balanço da canoa / Ô Zé, faça tudo que quiser / só não me roube o amor dessa mulher”.

Eu dormia sonhando com essa lagoa escura que temia, mas que ao mesmo tempo me atraía por seu perigo e por ser lagoa, que sempre imaginei como um lago calmo.

A música mais pungente de Zé do Norte das que eu conheci era “Pomba Arribação”, um monumento à tristeza nordestina, à seca e aos retirantes, que já sensibilizavam as cabeças infantis da minha geração.
A pomba arribação era o último ser vivo que abandonava o sertão.Quando isso ocorria, nada mais havia a se fazer.

“Pomba arribação quando foge do sertão / deixa tudo em tristeza / deixa tudo em solidão / ai, ai, hum hum hum, ai meu Deus, que maldição”.

A música tinha uns versos lindos na sequência e terminava com: “quando a noite vem chegando / por detrás da serrania / o vaqueiro dá o aboio / se despedindo do dia”. Pareciam puros versos de Patativa do Assaré.
Anos atrás, Zé do Norte apareceu reivindicando a autoria de uma novela de Dias Gomes. Pouca gente levou a sério. Depois, soube que ele estava agasalhando sua velhice no Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá.

Outro dia, numa lista de discussão de música popular, me informaram que ele teria falecido em 1979 -tudo isso?

Às vezes acho que esse meu ritmo profissional anda me atrapalhando muito cultivar melhor os meus velhinhos.

Durante anos fiz planos de conhecer Zé do Norte, da mesma maneira que gostaria de ter conhecido os sambistas Antônio Almeida e o coronel Luiz Antônio- de “Lata D’Água na Cabeça” e “Barracão”.
Esses, não deu, mas ainda vou conhecer o Paulo Soledade (de “Vê, estão voltando as flores”) e o violinista Fafá Lemos, antes que me aprontem uma falseta.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crônica, MPB Tags:
04/04/2009 - 17:59

Meu parceiro Vicente Barreto

Para quem aprecia a boa música brasileira, recomendo o show do meu amigo e parceiro Vicente Barreto, no lançamento de seu novo CD. Será no Tom Jazz, ali no alto da Avenida Angélica. Fone 3255-0084

Além de alguns parceiros amadores, o Vicentão é parceiro de alguns dos melhores letristas da música brasileira, como Vinicius, Paulo César Pinheiro, Tom Zé, Alceu Valença (em Morena Tropicana).

Ai vai nossa parceria, “Lençol de Carinho”, na interpretação de Lu Horta. Clique aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: , ,
29/03/2009 - 20:50

A canção de Cacaso

Estou em estado de graça ouvindo o CD “Rosa Emília – Álbum de Retratos – Cacaso, Parceiros e Canções” enviado pela Cafu.

Que maravilha de CDs, não apenas pelas composições de Cacaso e parceiros, mas pela voz de Rosa Emília e os arranjos e companhias vocais.

Por Luiz Eduardo Brandão

Rosa foi casada com o Cacaso, um dos grandes nomes da poesia “marginal” da década de 60-70. Além de grande poeta e letrista, Cacaso era um caricaturista formidável. A obra completa dele saiu faz uns poucos anos pela Cosac & Naify.

Comentário

Acho que 70/80.

Por Ricardo Queiroz Pinheiro

Antônio Carlos de Brito, conhecido como Cacaso, (Uberaba, 13 de março de 1944 — Rio de Janeiro, 27 de dezembro de 1987) , sua produção principal se deu nos anos 70, participou daquilo que foi chamado de movimento da poesia marginal.

Trago comigo um retrato
que me carrega com ele bem antes
de o possuir bem depois de o ter perdido.
Toda felicidade é memória e projeto.

Comentário

E é primo do Brito Cruz, da Fapesp.

Por Helô

A moça está no exterior. Ela é talentosa e o vídeo que coloquei foi gravado em Veneza, mas descobri esse outro aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Sem categoria Tags: ,
17/03/2009 - 20:00

Trivial da cantora maior

Por Neves

Nesta data de março nasceu em Porto Alegre

Elis Regina – Sabiá

Neves
neves@neves.com.br | 10.10.15.203

Neste dia de março nasceu em Porto Alegre
Elis Regina – Rebento
http://www.youtube.com/watch?v=05ip727vJO0

Elis Regina – Modinha
http://www.youtube.com/watch?v=sZ4rT_o2S4M

Elis Regina – Yesterday
http://www.youtube.com/watch?v=X63uQauwyuk

Um áudio curioso, no ‘O Fino da Bossa’,

Elis imita Angela Maria, Isaura Garcia e Maysa
http://www.youtube.com/watch?v=YS3Tg0_mIDE

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Sem categoria Tags:
28/02/2009 - 21:23

O Rio maravilhoso

Por Aldo Cardoso

Nassif,

Desculpe que cheguei agora e como não encontrei o trivial estou postando aqui mesmo a lembrança de que o RJ está comemorando hoje 444 anos!

Então, a propósito dessa data, e como vi há pouco no JN uma matéria tentando explicar a origem do termo “Carioca”, aqui está o link de um vídeo muito legal que pode sanar a dúvida.

Como fazer para torná-lo acessível aqui com um clik como tem acontecido com outros vídeos?

Se não estiver vendo, clique aqui.

Comentário

No Blog da Helô Lima, uma belíssima homenagem ao Rio (clique aqui).

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
28/02/2009 - 08:49

A morte de Walter “Pica Pau” Silva

Por Laura Macedo

Oi, Nassif.

Procurei o “Fora de Pauta” para comunicar a morte do radialista e jornalista Walter Silva (Picapau), mas como não encontrei vai aqui mesmo.

Na minha página tem duas matérias de blog sobre ele. Clique aqui.

Comentário

Pica Pau era um encrenqueiro maravilhoso, do nível (em encrenca) do Tinhorão.

Um dia me mandou um email para lá de agressivo. Acho que depois de uma crônica minha sobre o Nelson Motta. Conheço o Pica Pau desde os meus 19 anos, em que frequentava os festivais da Tupi.

Respondi entranhando a agressividade dele. Sua resposta foi que ele me encontrou certa vez no aeroporto e não retribuí a um cumprimento dele. Me deu um trabalhão explicar que não tinha a menor lembrança do ocorrido e se lhe passara pela cabeça a possibilidade de que, correndo em um aeroporto (sempre chego em cima da hora) não tivesse reparado nem no Papa, se estivesse lá.

Aceitou minhas explicações, combinamos nos ver mas o tempo foi implacável.

Para quem não conhece, Pica Pau foi o grande divulgador da bossa nova em São Paulo, ajudando a lançar nomes como Maysa e Elis Regina. Delizmente seu acervo fo adquirido pelo Instituto Moreira Salles e será preservado.

Por José de Abreu

Creio ser a Maria Lucia Levy, nunca mais ouvi falar…

Também participei de muitos shows no Teatro Paramout. Eu era do TUCA e o Chico Buarque o compositor do grupo, Teatro da Universidade Católica. Uma vez participei, junto com outros atores do elenco de MORTE E VIDA SEVERINA, de um show da Elis Regina cantando FUNERAL DO LAVRADOR… e sempre ouvia na Radio Bandeirantes o PICAP DO PICA-PAU, programa inesquecível do narigudo Walter Silva: vai com Deus, a música brasileira agradece sua vida a ela dedicada.

Não sei como fazer para publicar aqui, nesse link tem uma foto do cartaz do show que ele produziu em homenagem ao TUCA (não confundir com a cantora)

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: , , ,
24/02/2009 - 20:00

Trivial de Flora Purin e marido

Por antonio francisco

Terça de Carnaval, o sol inundando janelas e aquecendo piscinas – uma festa.

Eu, que não comprei Avestruz nem Boi Gordo, e aliás nem sabia quem era o Madoff, me pergunto por qual razão sempre que falam do duo Flora Purim e Airto Moreira se referem primeiro ao Airto?

Flora é beleza e graça na veia, Airto (em minha opinião) é técnica acurada. A soma de ambos é prazer e sofisticação em alto estágio.

Ela, ele e conjunto ao vivo:

Clique aqui se não estiver vendo a imagem.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, Jazz, MPB, Música Tags: ,
23/02/2009 - 15:00

O enigma de Asa Branca

Por antonio francisco

Tempos de Carnaval e eu procurando entender como é que a Asa Branca, cantada por Gonzagão,

desembocou em White Wings, de Demis Roussos.  Clique aqui.

Eu não sabia que a verdadeira autoria de Asa Branca é discutida, podendo ser atribuida a Zedantas, ao folclore mais antigo, ou a Humberto Teixeira em parceria com Gonzagão.

Comentário

Do genro de Zé Dantas ouvi que ele reivindicava para si a autoria de “Asa Branca”. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: , , ,
08/02/2009 - 15:00

O site de Carmen Miranda

Por Gilberto Cruvinel

25 gravações a não perder

” Das 281 gravações de Carmen no Brasil, pelo menos um terço foi sucesso e vários, de arromba. Mas, como os únicos critérios confiáveis para se aferir isso seriam os boletins de venda das gravadoras, já desaparecidos há muito, aqui vai uma lista de 25 deles, baseada na presença desses títulos na imprensa da época e na frequência com que, desde a morte de Carmen em 1955, foram relançados em LP, CD e outras mídias. A ordem é cronológica. Todos esses títulos podem ser ouvidos com Carmen pelo http://www.carmen.miranda.nom.br, site que contém as gravações originais e as letras completas.

Se vários títulos na lista o surpreenderem

“Ué, foi a Carmen quem lançou esta? E esta?”, não se abata. Nos últimos 50 anos, esse tipo de informação foi privilégio dos pesquisadores.” (Ruy Castro)

Comentário meu: o site http://www.carmen.miranda.nom.br é um tesouro.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música, Sem categoria Tags:
07/02/2009 - 10:29

Raridades de João Gilberto

Da Folha

Engenheiro de som francês “libera” gravações caseiras divulgadas por blogs

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
DA SUCURSAL DO RIO

Antes de se espalhar pela internet, as gravações caseiras de João Gilberto passaram pelas mãos de um sueco, um francês e alguns brasileiros.

Com a cópia das gravações de João Gilberto feitas na casa do fotógrafo Chico Pereira, em 1958, o sueco Lars Crantz procurou o músico e engenheiro de som francês Christophe Rousseau para remasterizar o material. Rousseau o fez e acabou por também divulgar os registros para o blog Toque Musical (toque-musical.blogspot. com), dedicado a raridades da música brasileira.

Na última segunda-feira, o blog disponibilizou o primeiro link para download do arquivo das gravações, contextualizando os registros.

Dois dias depois, o blog “Vitrola” (vitrola.blogspot. com), do jornalista Ronaldo Evangelista, publicou post sobre o assunto no qual remetia ao Toque Musical. Rapidamente, o link e a história se espalharam por diversos blogs relacionados à cultura, como “Trabalho Sujo” (oesquema.com.br/trabalhosujo).

Ontem pela manhã, o link para download do Toque Musical já não estava mais disponível. No entanto, com uma busca pelos nomes João Gilberto e Chico Pereira na internet era possível encontrar diversos caminhos para o download.

No início da noite, o Toque Musical saiu do ar. A Folha conversou por telefone com o dono do blog, que preferiu não se identificar. Ele demonstrava receio em relação à repercussão da história.
A Folha não conseguiu localizar Cláudia Faissol, atual empresária de João, para saber se tentará fazer algo contra a divulgação das gravações.

Comentário

É um documento histórico que comprova algo que venho sustentando há muitos anos: a enorme influência do samba-choro e do samba sincopado no balanço de João Gilberto.

Aqui vão algumas faixas selecionadas. Vou dar minha caminhada de sábado ouvindo a íntegra dessa maravilha. Depois acrescentarei outras faixas (”Nos braços de Isabel”, é gravação de um dos reis do sincopado e do samba-choro, Joel e Gaúcho).

Quem náo conseguir ouvir por aqui, vá a esse endereço: http://www.divshare.com/playlist/483486-6bc

Comentário 2

Depois da caminhada matinal, e de ter ouvido o disco quase todo. É um retrato extraordinário do universo musical de João Gilberto. Tem o violão à Garoto, a bossa nova de Tom, Caymmi, os sambas-choros, o samba-canção, a seresta. E uma declaração apaixonada a Jacob do Bandolim.

Tenho a impressão de que esse acervo liquida uma discussão besta, que vem do “Balanço da Bossa”e do livro do Rui Castro (que já reviu sua posição), mas foi fundamentalmente alimentado pelos musicólogos da USP e pela influência de Ronaldo Bôscoli: a idéia de que a bossa nova foi uma ruptura, quando foi uma síntese do que de melhor a música brasileira tinha produzido até então.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
06/02/2009 - 22:27

Trivial de Marisa Monte

Do Portal Luís Nassif

MARISA MONTE – EU TE AMO, EU TE AMO, EU TE AMO

* Adicionado por Soledad Larraz

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, MPB, Música Tags:
05/02/2009 - 17:00

A nova música gaúcha

Olha só que beleza esse “Palavreio”, de Leandro Maia, irmão do nosso comentarista Castagna Maia.

Desde o Boca Livre não ouvia um vocal tão redondo como esse.

Para quem não estiver visualizando, clique aqui

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
03/02/2009 - 20:04

As músicas de fim de tarde

Estava posto em sossego aqui em casa, rodeado das duas menininhas, mais a Ruiva, ouvindo “Nunca Mais” de Caymmi, na voz de Stellinha Egg, gravação de 1956. Aí, achei que seria muito egoísmo da minha parte não compartilhar com vocês.

Nunca Mais, com Stelinha Egg

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Sem categoria Tags: , ,
03/02/2009 - 20:00

Trivial de Dolores Duran

Creio que falta uma reavaliação mais aprofundada da importância da Dolores Duran na formação da moderna música popular brasileira.

Em geral, ela é conhecida pelos sambas canções de fossa e pelas parcerias com Tom Jobim. É muito mais do que isso.

A parte essencial da bossa nova é a síntese com as demais formas de manifestação da música brasileira, especialmente o samba sincopado, o samba canção (bolero) e o samba choro. Além do jazz, presente nas harmonias e nas formas de interpretação de três grandes cantores negros: Johnny Alf, Agostinho dos Santos e Alaide Costa.

Havia no movimento um grupo dotado de enorme preconceito com essas formas populares de música. É o pessoal que julga que a bossa-nova representou uma ruptura – e não uma continuidade.

Recentemente, o próprio Rui Castro admitiu que João Gilberto fez a síntese entre vários elementos do que havia de mais embalado e sofisticado na música brasileira de então, tese que não admitiu em seu livro.

Pois Dolores foi o lado feminino dessa história. Antes da bossa nova, transitou pelo baião. Nessa relação de músicas abaixo, você a ouvirá interpretando o sincopado de Geraldo Pereira, os sambas pulados, a música de fosse, o samba canção. Uma senhora intérprete, sem preconceito musical.

Clique aqui se não estiver acessando.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Crônica, Cultura, Erudita Brasileira, Fora de Pauta, MPB, Mídia, Música Tags: , ,
01/02/2009 - 17:56

Os cem anos de Carmen Miranda

Por Gilberto Cruvinel

100 Anos de Carmen Miranda

As comemorações do ano do centenário de nascimento de Carmen Miranda começaram bem com o programa Starte que a Globo News levou ao ar no último dia 27. Bianca Ramoneda fez quatro pequenas entrevistas com quatro feras quando o assunto é Carmen: a cantora e compositor Ná Ozetti, o jornalista Ruy Castro (de longe, a maior autoridade sobre Carmen, hoje em dia), César Balbi, diretor do Museu Carmen Miranda e o cantor e compositor Eduardo Dusek.

Ná Ozetti e Grupo estão em studio gravando o CD Balangandans, a ser lançado só com sucessos de Carmen. O programa nos traz a interpretação muito delicada de Na para Camisa Listrada de Assis Valente, com acompanhamento do violoncelo inspiradíssimo de Mario Manga.

A nosso maior conhecedor de Carmem, Ruy Castro, dá uma aula da importância de Carmem para a história do samba no século XX e desmente diversos mitos sobre ela, como a suposta noite em que teria sido vaiada no Cassino da Urca , por que disseram que ela voltou americanizada dos EUA, o que é puro mito. Ruy gastou dois anos só levantando os nomes de cada uma das pessoas que estavam naquela noite no cassino da Urca, basicamente, membros da cúpula do governo Vargas e diplomatas alemães, pois na época Getúlio estava cheio de simpatias com o governo nazista de Hitler. Daí a recepção fria que Carmen teve quando cantou em inglês South American Way.

O programa entrevista ainda César Balbi que dá um panorama da importância do acervo do Museu de Carmem Mirando no Aterro do Flamengo e como o Museu está abandonado pelo poder público. E termina com uma belíssima e tocante interpretação de Adeus Batucada ao piano e voz feita pelo cantor e compositor Eduardo Dusek. “A música que mais define o sentimento que Carmen teve ao se despedir do Brasil”. O Dusek é craque.

Palmas.

Viva Carmen Miranda.

Link para o vídeo do programa aqui, não é necessário ser assinante
(22 min): clique aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags:
31/01/2009 - 20:00

Trivial do rei do sincopado

Para Roberto Martins, que faria cem anos nesta quinta-feira.

O rei desconhecido do sincopado

Publicado em 06/04/2003

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No panorama musical carioca, dos anos 30 e 40, há dois grupos de músicas, irmãs de sangue, englobadas em dois gêneros pouco estudados como tal, mas fundamentais na formação da música brasileira do período: o samba sincopado e o samba choro.

Um de nossos sambas sincopados favoritos é “Beija-me” (”beija-me / quero seu rosto coladinho ao meu”). É talvez o maior clássico do gênero samba sincopado, que teve em Ciro Monteiro, Dilermando Pinheiro, Vassourinha e Joel e Gaúcho seus intérpretes mais expressivos.

O sincopado foi construído por autores extraordinários, como Geraldo Pereira, Wilson Batista, Janet de Almeida. Um dos autores centrais, mais conhecido pelas composições do que pelo nome, foi Roberto Martins, autor de “Beija-me”. E quem me faz relembrar desse clássico é meu conhecido Eduardo Martins, de Ribeirão Preto.

Roberto Martins nasceu no Rio no dia 29 de janeiro de 1909. Morreu em 14 de março de 1992. Morou na Tijuca e em São Cristóvão. Cedo ficou órfão de pai, o português José Francisco Martins. A mãe Isaura Maria Machado Martins o educou para a vida e para a música. É de 1929 seu primeiro samba, “Justiça”. E de 1933 suas primeiras gravações –”Regenerado” e “Segredo”, gravados por um certo Leonel Faria.

É curioso o pouco conhecimento sobre a dimensão de Roberto Martins na música brasileira. No sincopado, suas composições estão à altura dos maiores. O sucesso começou em 1936 quando, com Valdemar Silva, compôs, “Favela” –um clássico interpretado por Francisco Alves. E não parou mais. Como me lembro, na infância, ouvindo aquela música, que me foi ensinado pelo meu tio Leo, um carioca da gema. Eu andava pelos cantos cantando, repetindo obsessivamente –”favela, oi, favela / favela que trago no meu coração”– como a Beatriz, com seus quatro anos, faz com seus CDs de estimação. “Favela” foi das primeiras músicas brasileiras gravadas internacionalmente.

No carnaval de 1939, em parceria com Nássara, compôs “Meu Consolo é Você”, gravado por Orlando Silva. No ano seguinte, “Cai Cai” (”cai, cai, cai, cai / eu não vou te segurar”), gravada pelos embaladíssimos Joel e Gaúcho.

A esta altura, consagrado como compositor, Roberto Martins largou sua carreira na polícia e virou ritmista da orquestra de Simon Boutman, uma das mais famosas dos anos 30. Em 1943, compôs o “Beija-me”, em parceria com Mário Rossi. A música foi gravada por Ciro Monteiro e se tornou um dos clássicos do samba sincopado. Junto com Rossi, Martins comporia outro clássico do samba-choro, o “212″ (”lá na rua onde eu moro / no 212 / mora a mulher que eu adoro / que quando eu passo faz pose”).

Foi um tremendo autor de marchas carnavalescas, à altura de um Braguinha ou um Lamartine Babo. Além do “Cai Cai”, em 1945 compôs o “Cordão dos Puxa Sacos”, em parceria com Eratóstenes Frazão, gravada pelos Anjos do Inferno. Ainda com Frazão, em 1947 compôs “A Marcha do Gafanhoto” (”gafanhoto deu na minha horta / comeu, comeu, toda a minha plantação”) gravado por Albertinho Fortuna e, nos anos 80, por Nara Leão. Com Ari Monteiro compôs o “Cadê Zazá?”, de 1948, gravado por Carlos Galhardo.

Foi também autor de valsas célebres, como “Dá-me tuas mãos”, em parceria com Mário Lago, gravada por Orlando Silva.

Em 1949 lançou o “Pedreiro Valdemar” (”que não tem onde morar”), em parceria com Wilson Batista, outro clássico, gravado por Blecaute, nascido ali em Santo Antonio de Pinhal, que se tornou uma das figuras clássicas do carnaval carioca, e que faleceu há exatos vinte anos. No samba de carnaval também foi autor de composições brilhantes como “Meu Consolo é Você” (”meu consolo é você / meu grande amor / eu explico porque”), em parceria com Nássara.

Quando leio essa produção acadêmica sobre a bossa nova, sustentando que a música brasileira anterior era composta só de dramalhões, coloco no aparelho as músicas de Roberto Martins e me dá uma pena desses pesquisadores…

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Hahahaha
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Engineers Design Product
Mike Davis Lino Wiehen Lucas Gonze
William Khoe Douglas Kim Dave Warmerdam
Amit Behere Suman Nichani

Autor: luisnassif - Categoria(s): MPB, Música Tags: ,
29/01/2009 - 22:50

Trivial do Disparada

Do Portal LN

Disparada – Festival de 1966

* Adicionado por Antonio Arles

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, MPB Tags: , ,
26/01/2009 - 20:29

Trivial de Vassourinha

São Paulo teve três sambistas clássicos, de nível nacional: Vassourinha, Noite Ilustrada e Germano Mathias.

Consegui digitalizar minhas fitas da Collecto’s e recupei algumas faixas de Vassourinha. Foi o primeiro sambista paulista autêntico, de um sincopado incomparável. Morreu muito cedo, menos de 20 anos, vítima de tuberculose óssea.

Aqui, algimas faixas mostrando seu balanço:

Autor: luisnassif - Categoria(s): Fora de Pauta, MPB, Música Tags: ,
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