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	<title>Luis Nassif &#187; Erudita Brasileira</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Retrato de Eleazar de Carvalho</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 20:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Eleazar de Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[maestro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Celso Mercaldi
Oi!

Sou o Celso Mercaldi, vivo hoje na Alemanha, em Detmold, onde toco viola em uma Orquestra, no Landestheater Detmold.

Meu trabalho com música, depois da Orquestra Sinfônica Jovem Municipal, da qual fui membro fundador em 1969, e do quarteto de estudantes da USP, começou em 1973 na Orquestra Sinfônica Estadual, sob a regência do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Celso Mercaldi</h2>
<p>Oi!</p>
<p>Sou o Celso Mercaldi, vivo hoje na Alemanha, em Detmold, onde toco viola em uma Orquestra, no Landestheater Detmold.</p>
<p>Meu trabalho com música, depois da Orquestra Sinfônica Jovem Municipal, da qual fui membro fundador em 1969, e do quarteto de estudantes da USP, começou em 1973 na Orquestra Sinfônica Estadual, sob a regência do maestro Eleazar, que muito me incentivou, até 1976, quando deixei a OSESP, para estudar viola em Colônia.</p>
<p>Escrever não é o meu forte, mas aqui algumas impressões das minhas lembranças.</p>
<p><span id="more-32657"></span>O maestro Eleazar tinha uma personalidade muito marcante,  uma formação musical rara, pois além de seu talento natural, um alicerce teórico gigantesco, uma capacidade de trabalho homérica, em parceria com uma memória fotográfica para partituras, bem como um controle e coordenação de seus movimentos, que não vi novamente em 33 anos de trabalho na Europa e USA.</p>
<p>Me lembro por exemplo em Petruska de Stravinsky uma passagem em que o clarim toca uma melodia em &#8220;staccato&#8221; em compasso binário, ao mesmo tempo que as  cordas tocam um ritmo ternário &#8220;legato&#8221;, o trompete em piano as cordas em forte, além de acordes dos sopros ainda tenho em o filme em minha mente como ele regeu o clarim com o braço esquerdo com todos os detalhes de tempo articulação e dinâmica as cordas com o braço direito, as entradas de acordes com a cabeça, além de, com uma certa ironia reclamar do que não estava como ele queria, pois como dono de uma descomunal disciplina ele não podia entender, que os músicos, que só tinham uma das muitas linhas para tocar não as conhecessem tão bem como ele, que conhecia todas.</p>
<p>Alguns problemas inerentes ao seu sistema causavam grandes problemas: ele dentro de sua formação &#8220;estruturalista&#8221; quando regia (principalmente seu repertório básico) conhecia em detalhe cada nuance da música em sua cabeça, e era capaz de mostrar o que ele queria com seus gestos e expressões faciais, mas dava pouca margem de liberdade para os músicos, que em parte como solistas, queriam também dar vazão à interpretação que estava em suas imaginações. E diplomacia, não constava do seu repertório para com seus a seu ver não sempre colegas, mas subalternos.</p>
<p>Sua grande autoridade musical era por momentos ofuscada por uma visão hierárquica quase militar da profissão, mas que tem a ver com sua história de vida.</p>
<p>Além disso um músico que para pagar seu aluguel, e alimentar a família, gravava um &#8220;Jingle&#8221; na Eldorado, nos intervalos do ensaio da OSESP pela manhã no &#8220;Copam&#8221;, de tarde tocava no Theatro Municipal, e a noite passava tocando bailes, ou gravando com o Júlio Medalha, (só para citar um dos muitos extras, necessários para chegar próximo ao salário inicial de um engenheiro) não podia chegar ao ensaio tão bem preparado como um músico bem remunerado por seu trabalho.</p>
<p>Nesses três anos de OSESP toquei grande parte do repertório sinfônico clássico e moderno, bem como concertos com os melhores solistas internacionais da época, sejam André Navarra, Antonio Janigro, Janos Starker, Pierre Fournier, Maurice Gendron, Uto Ughi,  Salvatore Accardo, Ruggiero Ricci, só para citar uns poucos, que sem a influência de Eleazar de Carvalho junto às secretarias (&#8221;Cultura&#8221;, &#8220;Educação e Cultura&#8221; &#8220;Ciência Tecnologia e Cultura&#8221;que toda hora mudavam seu pessoal, seu nome e sua política, uma forma de dificultar qualquer trabalho, que necessite continuidade ), talvez não tivessem encontrado o caminho a São Paulo, pelo menos não com a freqüência em que o faziam naquela época.</p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Carlos Henrique Machado</span></strong></h2>
<p>Uma das minhas constantes críticas nesses últimos tempos, recaem sobre o exagerado militarismo que assolou as escolas de música brasileiras. É indiscutível que o ganho de qualidade técnica, em muitos casos, nos faz refletir sobre a necessidade de um grau de disciplina pra quem quer essa excelência.</p>
<p><!--more-->No entanto, há um campo tênue entre a mecanização e a técnica, entre o som e o papel que podem tanto auxiliar quanto matar a criatividade do músico.</p>
<p>Outra questão interessante é que alguns músicos que traçaram um estudo profundo na música erudita reclamam é que a rigidez e a observação excessiva da escola européia impede que muitos músicos brasileiros consigam dar a exata interpretação à músicas de compositores brasileiros, como Villa Lobos, Mignone, Guarnieri e etc.</p>
<p>Incomoda bastante uma certa arrogância, por exemplo, do Maestro Roberto Minczuck, quando no programa “Conexão Roberto D’Avila” diz textualmente que não aceitava alunos de escolas brasileiras, a não ser que tivesse aperfeiçoamento fora do país. Acho isso uma calamidade.</p>
<p>Outra excelente entrevista sobre estas divisões e ditaduras estéticas, foi a de Sergio Assad na revista Violão Pró. Em sua narrativa, ele revela o que mais ou menos já sabíamos, que no período em que estudava na Escola Nacional de Música (UFRJ), seu projeto de compositor foi praticamente abortado, pior, ele e o irmão, Odair Assad tinham que aturar galhofas de alguns fundamentalistas do violão clássico que diziam, “lá vem os irmão que gostam de tocar Radamés Gnatalli, um claro preconceito com o compositor brasileiro. Hoje, conclui ele, após o nosso reconhecimento internacional, muitos do que nos criticavam, hoje estão aí tocando não só Radamés, mas Pixinguinha, Guerra Peixe e etc.</p>
<p>Aliás Nassif, o trabalho do Duo Assad é uma das coisas mais preciosas que aconteceram na música brasileira nestes últimos anos. Os dois construiram uma comunhão entre o erudito e o popular que, sinceramente ainda não vi alguém costurar esses dois ambientes com tanta delicadeza e perfeição. Estes dois são um caso de excepcionalidade que dão ao Brasil um traço cada vez maior de coexistência cultural, a principal força da nossa música. Isto feito de maneira absolutamente natural, sem excessos de pedagia ou formas prontas.</p>
<p>O que sinto falta hoje no ambiente das grandes orquestras é a criação contemporânea que fez o Brasil ferver no final do século XIX até a metado do século XX.</p>
<p>Observando o livro “O Tempo e a Música”, organizado por Flavio Silva, que fala da vida e obra de Camargo Guarnieri, fica evidente nas cartas trocadas entre Mário de Andrade e Guarnieri e algumas de Francisco Mignone, é que o tecido do assunto era marcado pela criação, pela composição. Não me lembro de preocupações excessivas em técnicas orquestrais. Outro detalhe que não me sai da cabeça, é o que disse Guarnieri, que o que mais lhe estimulava na composição era lembrar que, quando garoto, já estudante de piano, abria a janela do seu quarto para ouvir do coreto da praça, de frente para a sua casa, a apresentação da banda de música de sua cidade. Enfim, uma das suas atuações não só como músico, mas também como intelectual foi: “Carta Aberta aos Músicos e Críticos do Brasil”, em 1950 contra o dodecafonismo.</p>
<p>Por isso me alegro em ver todas essas considerações narradas por Celso Mercaldi que faz da música, além de sua tarefa de desenhar em sons a alma humana, nos oferece uma deliciosa leitura de alguns excitantes detalhes deste universo.</p>
<h2>Por Eugenio Hansen, OFS</h2>
<p>Paz e bem!</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/d/d2/Eleazar_de_Carvalho_Estatua3.JPG/400px-Eleazar_de_Carvalho_Estatua3.JPG" alt="" width="400" height="600" /></p>
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		<title>O cinquentenário da morte de Villa-Lobos</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 18:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Agustin Barrios]]></category>
		<category><![CDATA[Julien Bream]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Khayat]]></category>
		<category><![CDATA[Villa-Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif
Vamos começar a montar um amplo levantamento sobre o maior músico brasileiro da história: Villa-Lobos.

Abri um grupo de discussão no Portal Luís Nassif - o Villa-Lobos (clique aqui).

A ideia será colocar lá artigos, fotos, vídeos, mp3, sites e tudo o que se relaciona ao grande mestre,

Aqui, uma coluna que escrevi em 2001 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<p>Vamos começar a montar um amplo levantamento sobre o maior músico brasileiro da história: Villa-Lobos.</p>
<p>Abri um grupo de discussão no Portal Luís Nassif &#8211; o Villa-Lobos (<a href="http://blogln.ning.com/group/villaloboscinquententriodamorte" target="_blank">clique aqui</a>).</p>
<p>A ideia será colocar lá artigos, fotos, vídeos, mp3, sites e tudo o que se relaciona ao grande mestre,</p>
<p>Aqui, uma coluna que escrevi em 2001 sobre ele:</p>
<h2>Villa-Lobos e a alma brasileira</h2>
<p><span id="more-31481"></span>Villa-lobos morreu em 17 de novembro de 1959. Com nove anos, acompanhei de longe a comoção nacional. Não cheguei a apreciá-lo em vida, ou achava isso, porque sua música já entrava por todos os poros da nação. Era nas cirandas, nas músicas de roda, nos choros, era seu retrato com o charuto, ou tocando violão, nas peças para piano ou violão, era no movimento do canto orfeônico que espalhou corais por todo o país.</p>
<p>Na pátria da música, a dimensão de Villa-Lobos foi tão imensa que marcou tudo, a produção popular, a música erudita, o canto coral, a música sinfônica. As poucas tentativas de diminuí-lo ruíram em pouco tempo.</p>
<p>Confira a obra de qualquer grande do século, dos eruditos Mignone, Guarnieri, dos semi-eruditos Heckel, Ovalle, dos populares Edu, Jobim a Gismonti, e em tudo estará Villa. Esteve em Laurindo de Almeida, quando apresentou o violão brasileiro ao mundo, nos irmãos Assad, em Marcelo Khayat, Fábio Zanon e em todos os que transformaram a escola de violão brasileira na melhor do mundo.</p>
<p>De vez em quando aparecia algum crítico fazendo reparos a sua obra orquestral, mas a obra para piano&#8230; Outro criticava um ou outro ponto da obra pianística, mas a de violão&#8230; As cirandas eram copiadas de temas populares, mas os choros&#8230;. O &#8220;Choro Número 1&#8243; foi copiado de Levino Conceição, mas as &#8220;Bachianas&#8221;&#8230;</p>
<p>Era muita coisa para pouca indústria fonográfica. Quando conseguíamos um disco de Villa, naquela Poços tão pequena, mais afeita às letras que à música, era uma festa, uma celebração.</p>
<p>Em 1964, quando Diogo Pacheco colocou Elizeth Cardoso no Teatro Municipal de São Paulo cantando as &#8220;Bachianas Brasileiras Número 5&#8243;, foi como se tivesse sido firmado o pacto final, a síntese definitiva entre o erudito e o popular brasileiro.</p>
<p>Aos poucos os discos foram aparecendo, a era dos CDs permitiu as regravações. Resolvi adquirir tudo o que aparecesse de Villa. Quase quebro. De todos os cantos surgiam pianistas, orquestras, violonistas interpretando os prelúdios, choros, &#8220;Bachianas&#8221; de Villa, as gravações em Paris, a consagração nos Estados Unidos. Mas, acima de tudo, havia Villa na alma do artista popular, no chorão que tocava o &#8220;Choro Número 1&#8243;, no boêmio que ia às lágrimas com a &#8220;Bachiana Número 5&#8243;.</p>
<p>O que foi maior em Villa? A parte orquestral, os pianos, o violão? Na semana passada, na coluna sobre Agustín Barrios, mencionei o violonista inglês John Williams, para quem Barrios teria sido maior do que Villa na obra para violão. Um dos maiores intérpretes mundiais da obra de Barrios, o violonista Marcelo Khayat me envia um e-mail contestando a opinião de Williams.</p>
<p>Diz ele: &#8220;Barrios foi um compositor excepcional para violão, mas compará-lo a Villa-Lobos é uma heresia! O violão moderno se divide em dois capítulos: antes de Villa-Lobos e depois de Villa-Lobos. Tudo bem que a produção de Villa-Lobos foi pequena para o violão (5 prelúdios, 12 estudos, 1 concerto para orquestra, 1 choro e 1 suíte popular brasileira), mas Villa-Lobos com pouco disse tudo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Ouso dizer que os &#8220;Estudos&#8221; de Villa-Lobos para o violão têm uma importância muito maior que os &#8220;Estudos&#8221; de Chopin para o piano ou os &#8220;Caprichos&#8221; de Paganini para o violino. Não existe nada parecido com os &#8220;Estudos&#8221; em importância e relevância no repertório violonístico, enquanto o piano e o violino têm outras obras (estudos transcendentais de Lizst etc.) que complementam bem o repertório do instrumento.&#8221;</p>
<p>&#8220;Além disso, Villa-Lobos revolucionou a técnica do violão moderno. Cada estudo teve o seu aspecto revolucionário: o &#8220;#1&#8243;, com sua fórmula de arpejos simples, porém genial; o &#8220;#2&#8243;, de escalas transpostas de execução dificílima; o &#8220;#10&#8243;, com seus ligados infernais de mão esquerda, os acordes com glissandos selvagens no &#8220;#12&#8243;, o uníssono de seis cordas em mi do estudo &#8220;#11&#8243;.&#8221;</p>
<p>&#8220;Julian Bream (grande violonista inglês) disse há muitos anos uma coisa que eu demorei a entender, mas hoje vejo que ele tinha toda a razão: Villa-Lobos foi o primeiro compositor da história do instrumento que fez o violão soar grande, e não apenas como um instrumento de pequenos saraus e pequenos recitais privados para aficionados.&#8221;<br />
&#8220;Sem nenhuma pretensão ou arrogância, conheço bem o repertório do violão dos últimos cinco séculos e tenho a maior admiração por Barrios. Mas afirmo com convicção absoluta que Villa-Lobos foi o maior gênio da história do violão. Sem patriotada.&#8221;</p>
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		<title>A mais bela canção brasileira</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 16:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cantilena]]></category>
		<category><![CDATA[Villa-Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif
Heitor Villa-Lobos - Bachianas Brasileiras n°1 - Prelúdio (Modinha)
* Adicionado por Theotonio de Paiva

A apresentação, realizada em 2008, no Verbier Festival, é de grande força e serenidade. A performance dos violoncelista Mischa Maisky impressiona pela sua entrega e virtuosismo.
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			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/video/heiltor-villalobos-bachianas" target="_blank">Heitor Villa-Lobos &#8211; Bachianas Brasileiras n°1 &#8211; Prelúdio (Modinha)</a></h3>
<p>* Adicionado por Theotonio de Paiva</p>
<p>A apresentação, realizada em 2008, no Verbier Festival, é de grande força e serenidade. A performance dos violoncelista Mischa Maisky impressiona pela sua entrega e virtuosismo.<br />
<object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/crL1H8INb8c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="never"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/crL1H8INb8c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="never" width="560" height="340"></embed></object></p>
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		<title>Trivial do maravilhoso Duda do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 23:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Duda do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Suite Monette]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="217" height="172" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="never" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sC8CDtbdkWA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="217" height="172" src="http://www.youtube.com/v/sC8CDtbdkWA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="never"></embed></object><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="217" height="172" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="never" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/L6-mTMwZUCc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="217" height="172" src="http://www.youtube.com/v/L6-mTMwZUCc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="never"></embed></object></p>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="217" height="172" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="never" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JPIFjmEOHNM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="217" height="172" src="http://www.youtube.com/v/JPIFjmEOHNM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="never"></embed></object><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="217" height="172" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="never" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Zkz7dsB_X7M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="217" height="172" src="http://www.youtube.com/v/Zkz7dsB_X7M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="never"></embed></object></p>
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		<title>O Quinteto Brassil</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/29/o-quinteto-brassil/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Brassil]]></category>
		<category><![CDATA[Quinteto da Paraiba]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif
Quinteto de metais da Paraiba-Brassil no SESC SP
* Adicionado por Maria Dirce

Comentário
O Mário Siqueira citou o Quinteto do Paraíba. A seção de vídeos do Portal Luís Nassif tinha, graças a extraordinários garimpeiros como a Maria Dirce. Assista a esse show de aquecer a alma, com um pout-pourri que soma o maestro Duda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3>Quinteto de metais da Paraiba-Brassil no SESC SP</h3>
<h3>* <a href="http://blogln.ning.com/video/quinteto-de-metais-da" target="_blank">Adicionado por Maria Dirce</a></h3>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="never" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/N3E4Ao8-UBA&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/N3E4Ao8-UBA&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="never"></embed></object></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>O Mário Siqueira citou o Quinteto do Paraíba. A seção de vídeos do Portal Luís Nassif tinha, graças a extraordinários garimpeiros como a Maria Dirce. Assista a esse show de aquecer a alma, com um pout-pourri que soma o maestro Duda, de Recife, com Villa Lobos.</p>
<p><strong><span class="row-title">Por Helô</span></strong></p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profile/CISNEIROSOARESDEANDRADE" target="_blank"><img class="alignleft" style="float: left" src="http://api.ning.com/files/KOMzeSGeTGJo5W*ZKk4rW28aJ3dWwvtid5qgI-jWPDx5-xJx3UkyZCcSt5edCyCXhd7Pq7kVkTyhqJc86kbEQ-lC7mqIFSXH/Fotosdeamigosefamiliares1090.jpg?width=183&amp;height=183&amp;crop=1%3A1" alt="" width="183" height="183" /></a></p>
<p>Ó xente!</p>
<p>Mas temos no Portal o Cisneiro Soares de Andrade que toca trompa no Quinteto de Metais.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/release-para-divulgacao" target="_blank">Clique aqui</a> para ler o release que conta a história do Quinteto.</p>
<p><em>O BRASSIL realizou concertos em todas as regiões brasileiras e em diversas cidades do Exterior como Dijon (França), Boston, Nova Iorque, Washington (EUA), Londres e Monmouth (Inglaterra) e Montevidéu (Uruguai). Fez diversas<br />
gravações para programas radiofônicos, incluindo alguns da BBC de Londres e da WBGH de Boston, sempre enfatizando a divulgação da música brasileira. Realizou concertos com expoentes da música instrumental internacional e brasileira, como Charles Schlueter (Boston Symphony Orchestra), Per Brevig (Metropolitan Opera, Nova Iorque), Christian Lindberg, Egberto Gismonti, Sivuca, Dominguinhos, entre outros. Além deste, o BRASSIL gravou outros quatro CDs, dois dos quais na Inglaterra.</em></p>
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		<title>As modinhas de Machado e Napoleão</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 18:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Arthur Napoleão]]></category>
		<category><![CDATA[Leniza Castello Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Machado de Assis]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempos atrás, um leitor colocou um comentário sobre o português Arthur Napoleão, sujeito fantástico. Gênio mirim o piano, viajou com o pai pelo mundo dando audições quando tinha menos de 8 anos. Tornou-se enxadrista e não me lembro se empatou ou venceu o maior gênio de xadrez do século 19, o norte-americano Paul Morphy.

Radicou-se no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tempos atrás, um leitor colocou um comentário sobre o português Arthur Napoleão, sujeito fantástico. Gênio mirim o piano, viajou com o pai pelo mundo dando audições quando tinha menos de 8 anos. Tornou-se enxadrista e não me lembro se empatou ou venceu o maior gênio de xadrez do século 19, o norte-americano Paul Morphy.</p>
<p>Radicou-se no Rio, montou uma loja de músicas, tornou-se professor de vários futuros grandes músicos, como Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga. Era amigo da intelectualidade da época e compos modinhas em parceria com Machado de Assis.</p>
<p>Ontem, no agradabilíssimo sarau de que participei, conheci a psicóloga e excelente cantora Leniza Castello Branco. Ela foi atrás das músicas de Napoleão, recuperou as partituras na Biblioteca Nacional, conseguiu arranjos do Julio Medaglia e gravou um CD com as parcerias.</p>
<p>Ficou de me enviar o link para mostrar a vocês.</p>
<p>Aqui, o link do seu Blog com a nota sobre Arthur Napoleão.</p>
<h4><a href="http://leniza.wordpress.com/musica/"><span style="color: #000080">Leniza interpreta Arthur Napoleão</span></a></h4>
]]></content:encoded>
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		<title>O gênio Alexandre de Farias</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 16:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Faria]]></category>
		<category><![CDATA[Fábio Zanon]]></category>
		<category><![CDATA[Massacre da Candelaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Já escrevi várias vezes que considero o violonista Fábio Zanon, além de um dos maiores violonistas do mundo, o grande crítico e analista da música erudita brasileira. Seus programas na Rádio Cultura FM - que  Paulo Markun tirou do ar - era uma fonte permanente de melhor informação sobre a música erudita brasileira.

Estava agora ouvindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já escrevi várias vezes que considero o violonista Fábio Zanon, além de um dos maiores violonistas do mundo, o grande crítico e analista da música erudita brasileira. Seus programas na Rádio Cultura FM &#8211; que  Paulo Markun tirou do ar &#8211; era uma fonte permanente de melhor informação sobre a música erudita brasileira.</p>
<p>Estava agora ouvindo um programa antigo sobre Alexandre de Faria, compositor nascido em 1972 que compôs &#8220;Entoação&#8221;, sobre o massacre da Candelária.</p>
<p>Opinião de Zanon: Alexandre é das poucas pessoas que ele conheceu que tem a chama da genialidade.</p>
<p>Não fosse as menininhas estarem me telefonando sem parar para sair para almoçar com elas, escreveria mais sobre ele agora.</p>
<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3>Entoada, sonata para o violão, de Alexandre de Faria pelo Massacre da Candelária</h3>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/entoada-sonata-para-o-violao" target="_blank">* Postado por Ivanisa Teitelroit Martins</a></h3>
<p>A Chacina da Candelária &#8211; uma história sem fim</p>
<p>O &#8220;terror&#8221; que um crime hediondo produz sobre uma sociedade demarca o lugar do homem &#8220;civilizado&#8221; em guerra com o mundo da escória, que sequer é humano para o &#8220;homem civilizado&#8221;. Quando a vítima é uma criança e os agentes são jovens a virulência dos discursos é ainda maior, na oposição radical entre &#8220;eles não sabem o que fazem&#8221; e &#8220;eles são monstros&#8221; ou &#8220;são psicopatas&#8221;. Se o humano é mau, deve ser educado e civilizar-se. Se o humano é bom, sua bondade foi corrompida por vitimação ou doença: psicopatia, segundo o discurso psiquiátrico, pois no mundo moderno, a nomenclatura médica é a mais limpa, exclui com a precisão de um bisturi. (<a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/entoada-sonata-para-o-violao" target="_blank">continua</a>)</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Aqui, Zanon interpretando Alexandre.<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Cl8mqpeFs3U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Cl8mqpeFs3U&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Villa-Lobos na Bahia</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Mar 2009 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[OSBA]]></category>
		<category><![CDATA[Villa-Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lucas Jerzy Portela
"Uma programação de música erudita só encontrada nas grandes capitais culturais mundiais"

É assim que Ricardo Castro, regente atual da Sinfônica da Bahia (OSBA), define a programação desse ano, que inclui a obra sinfônica completa de Villa-Lobos - na série anual de Concertos Especiais, iniciada dezembro passado na sala principal do majestosamente modernista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Lucas Jerzy Portela</h2>
<p>&#8220;Uma programação de música erudita só encontrada nas grandes capitais culturais mundiais&#8221;</p>
<p>É assim que Ricardo Castro, regente atual da Sinfônica da Bahia (OSBA), define a programação desse ano, que inclui a obra sinfônica completa de Villa-Lobos &#8211; na série anual de Concertos Especiais, iniciada dezembro passado na sala principal do majestosamente modernista Teatro Castro Alves (TCA).<span id="more-29244"></span></p>
<p>Estão previstas também a manutenção das Palestras Concertantes, dos Concertos Didáticos, da OSBA Itinerante (que vai ao interior com gente do quilate de, por exemplo, Arthur Moreira Lima), e da nova série Nossos Músicos América Latina &#8211; que propõe um intercâmbio com sinfônicas do outros países do continente.</p>
<p>Todos, a exceção da Série Especial (que tem preços acessíveis), são gratuitos.</p>
<p>Principalmente, a pioneira e sucesso-de-público-e-de-crítica (lotou em todas as edições, inclusive com povão, que aplaudio de pé, pediu bis e tudo mais) Mozart nas Igrejas. Que esse ano começa agora em março, dia 21, quarta-feira, na Igreja de São Francisco de Assis. Como é um por mês, até dezembro, podem notar que praticamente mudou de tamanho o programa.</p>
<p>Pros que não foram, um drops abaixo: Giuleta Koch ao piano, com Ricardo Castro regendo a OSBA, executam o Concerto para Piano e Orquestra K 456, na translumbrante Igreja De Nossa Senhora Da Conceição Da Praia.</p>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8uAHFwGmZlk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/8uAHFwGmZlk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01"></embed></object></p>
<p>O projeto Mozart Nas Igrejas se inspirou no belíssimo I Festival De Música Sacra, organizado pelo Coral Barroco Na Bahia, sempre na Basílica dos Jesuítas, aos domingos de manhã, em 2007.</p>
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		<title>Dossiê Villa-Lobos</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2009 21:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Villa-Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vou aproveitar um fórum aberto pela Elizabeth no Portal Luís Nassif (clique aqui) para montarmos o dossiê Villa-Lobos, em homenagem ao mestre dos mestres.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou aproveitar um fórum aberto pela Elizabeth no Portal Luís Nassif (<a href="http://blogln.ning.com/forum/topics/villalobos-o-dia-nacional-da" target="_blank">clique aqui</a>) para montarmos o dossiê Villa-Lobos, em homenagem ao mestre dos mestres.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A músicas no Dominio Público</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 18:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Por denilson
O Site dominiopúblico agora oferece músicas também: clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por denilson</h2>
<p>O Site dominiopúblico agora oferece músicas também: <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/ResultadoPesquisaObraForm.do?first=50&amp;skip=0&amp;ds_titulo=&amp;co_autor=&amp;no_autor=&amp;co_categoria=96&amp;pagina=1&amp;select_action=Submit&amp;co_midia=3&amp;co_obra=&amp;co_idioma=&amp;colunaOrdenar=null&amp;ordem=null" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Trivial do Maestro Isoca</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 23:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Maestro Isoca]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[Vicente Fonseca]]></category>
		<category><![CDATA[Wilson FOnseca]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebo em meu escritório a ilustre visita do desembargador federal Vicente José Malheiros da Fonseca, de Belém do Pará.

Desembargador? Ele é efetivamente, mas lá pelas bandas do fórum de Belém. Aqui, na minha sala estava a ilustríssima figura do músico Vicente Fonseca, filho do lendário maestro Wilson Fonseca, o Isoca, neto do lendário José Agostinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo em meu escritório a ilustre visita do desembargador federal Vicente José Malheiros da Fonseca, de Belém do Pará.</p>
<p>Desembargador? Ele é efetivamente, mas lá pelas bandas do fórum de Belém. Aqui, na minha sala estava a ilustríssima figura do músico Vicente Fonseca, filho do lendário maestro Wilson Fonseca, o Isoca, neto do lendário José Agostinho da Fonseca, irmão, pai e tio de uma família de músicos que transformou Santarém em um centro musical extraordinário.</p>
<p>Já escrevi uma crônica sobre essa família musical, herdeira e formadora da melhor tradição musical de Belém, dos filhos tardios de Ernesto Nazareth.</p>
<p>No player, algumas peças de Wilson Fonseca, o maestro Isoca.<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="335" height="85" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="divplaylist" /><param name="src" value="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6656093-96a" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="335" height="85" src="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6656093-96a"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.divshare.com/playlist/496664-d8c" target="_blank">Clique aqui</a> se não estiver ouvindo.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Trivial de Dolores Duran</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 22:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Fora de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[bossa nova]]></category>
		<category><![CDATA[Dolores Duran]]></category>
		<category><![CDATA[ue u]]></category>

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		<description><![CDATA[Creio que falta uma reavaliação mais aprofundada da importância da Dolores Duran na formação da moderna música popular brasileira.

Em geral, ela é conhecida pelos sambas canções de fossa e pelas parcerias com Tom Jobim. É muito mais do que isso.

A parte essencial da bossa nova é a síntese com as demais formas de manifestação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que falta uma reavaliação mais aprofundada da importância da Dolores Duran na formação da moderna música popular brasileira.</p>
<p>Em geral, ela é conhecida pelos sambas canções de fossa e pelas parcerias com Tom Jobim. É muito mais do que isso.</p>
<p>A parte essencial da bossa nova é a síntese com as demais formas de manifestação da música brasileira, especialmente o samba sincopado, o samba canção (bolero) e o samba choro. Além do jazz, presente nas harmonias e nas formas de interpretação de três grandes cantores negros: Johnny Alf, Agostinho dos Santos e Alaide Costa.</p>
<p>Havia no movimento um grupo dotado de enorme preconceito com essas formas populares de música. É o pessoal que julga que a bossa-nova representou uma ruptura &#8211; e não uma continuidade.</p>
<p>Recentemente, o próprio Rui Castro admitiu que João Gilberto fez a síntese entre vários elementos do que havia de mais embalado e sofisticado na música brasileira de então, tese que não admitiu em seu livro.</p>
<p>Pois Dolores foi o lado feminino dessa história. Antes da bossa nova, transitou pelo baião. Nessa relação de músicas abaixo, você a ouvirá interpretando o sincopado de Geraldo Pereira, os sambas pulados, a música de fosse, o samba canção. Uma senhora intérprete, sem preconceito musical.<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="335" height="85" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6448227-c29" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="335" height="85" src="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6448227-c29"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.divshare.com/playlist/479426-bb6" target="_blank">Clique aqui</a> se não estiver acessando.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A morte de Ana Stella Schic</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/01/a-morte-de-ana-stella-schic/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 19:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Stella Schic]]></category>
		<category><![CDATA[piano]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maxwell B. Medeiros
Ei Nassif, que tal falar da pianista Anna Stella Schic ? Vi no site do Terra que ela morreu hoje em Nice.

Clique aqui

Aqui, Ana Stella Schic interpretando Villa-Lobos


Clique aqui se não estiver tocando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Maxwell B. Medeiros</h2>
<p>Ei Nassif, que tal falar da pianista Anna Stella Schic ? Vi no site do Terra que ela morreu hoje em Nice.</p>
<p><a href="http://musica.terra.com.br/interna/0,,OI3485617-EI1267,00-Morre+na+Franca+a+pianista+brasileira+Anna+Stella+Schic.html" target="_blank">Clique aqui</a></p>
<p>Aqui, Ana Stella Schic interpretando Villa-Lobos<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="335" height="85" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6456746-0b3" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="335" height="85" src="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6456746-0b3"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.divshare.com/playlist/480029-d1b" target="_blank">Clique aqui</a> se não estiver tocando.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/01/a-morte-de-ana-stella-schic/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Depois de Villa, Neschiling</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/25/depois-de-villa-neschiling/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/25/depois-de-villa-neschiling/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2009 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Neschling]]></category>
		<category><![CDATA[OSESP]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=26582]]></guid>
		<description><![CDATA[Da Folha
Adeus à música
ALAIN LOMPECH

Critico musical e editor do jornal francês "Le Monde" desde 2000. Foi editor-chefe do "Le Monde de la Musique" de 1981 a 1988 e colunista da "Diapason Magazine".

A RESPEITO da dispensa do maestro John Neschling do seu cargo de diretor artístico e regente titular da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3>Adeus à música</h3>
<p><strong>ALAIN LOMPECH</strong></p>
<p>Critico musical e editor do jornal francês &#8220;Le Monde&#8221; desde 2000. Foi editor-chefe do &#8220;Le Monde de la Musique&#8221; de 1981 a 1988 e colunista da &#8220;Diapason Magazine&#8221;.</p>
<p>A RESPEITO da dispensa do maestro John Neschling do seu cargo de diretor artístico e regente titular da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a única coisa que eu posso dizer, como crítico de música e observador há 30 anos da vida musical internacional, é que se trata de uma perda incomensurável para a cultura brasileira e para o conhecimento que se pode ter, noutros países, das riquezas musicais do Brasil.</p>
<p>O trabalho de John Neschling à frente da Osesp, certamente como maestro, mas também enquanto diretor musical, deu início a uma recuperação à altura de um patrimônio musical inestimável, mas que estava perdido no esquecimento. Para começar, ele soube criar uma orquestra cuja qualidade é reconhecida internacionalmente. Quando a Osesp fez uma turnê pela Europa no ano passado, ela recolheu triunfos e elogios amplamente merecidos, tal a forma com que os seus músicos exibiram um nível técnico e musical indubitavelmente de primeiro nível. Nenhuma orquestra brasileira, até hoje, atingiu esse nível de qualidade.</p>
<p>O que se admira fora do Brasil é o modo como Neschling renunciou a sua carreira internacional para construir a sua orquestra, para ser um verdadeiro diretor artístico à moda antiga, cuidando de tudo, como o fizeram no passado um George Szell (um quarto de século à frente da Cleveland Orchestra, EUA) ou, mais recentemente, um Simon Rattle (duas décadas na City of Birmingham Symphony Orchestra, Inglaterra).</p>
<p>O regente britânico, atualmente na Filarmônica de Berlim (Alemanha), permaneceu na pequena cidade de Birmingham para trabalhar e também recusou convites de outras orquestras para poder realizar um trabalho de fundo com a sua. O mundo musical tinha os olhos voltados para São Paulo, para a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e para John Neschling, que encarnam essa grande tradição. O resultado? O canal cultural franco-alemão Arte transmitiu para toda a Europa e para o mundo o concerto realizado no Ano Novo pela Osesp, bem como o realizado pela Filarmônica de Viena (Áustria)! Será que o Brasil se dá conta verdadeiramente do que isso quer dizer? Eu tenho a impressão de que não.<br />
Regendo Camargo Guarnieri, Francisco Mignone e, é claro, Heitor Villa-Lobos, bem como Alberto Nepomuceno, Luciano Gallet, Henrique Oswald, Claudio Santoro e tantos outros, fazendo editar as suas partituras, criando uma biblioteca e um arquivo musical, gravando discos distribuídos internacionalmente que tiveram sucesso e críticas inesperados, John Neschling esteve à altura da grande renovação política, econômica e cultural do Brasil, país que encontra enfim um lugar merecido no concerto das nações.</p>
<p>Não existe atualmente no Brasil nenhum maestro que seja portador de um projeto artístico de tal envergadura, que pode ser considerado único no mundo pela qualidade de sua programação.</p>
<p>Aliás, tampouco existem muitos outros pelo mundo afora&#8230; E o que eu digo é fácil de verificar. A internet permite, hoje em dia, um acesso à programação de todas as grandes orquestras. A de São Paulo causa admiração no mundo inteiro.</p>
<p>Não existe nenhuma orquestra francesa, inglesa ou alemã, por exemplo, cuja programação seja tão inventiva e tão respeitosa do patrimônio musical nacional como a da Osesp. Eu certamente ignoro as razões que fizeram Neschling ser dispensado, mas sou francês e também conheço a inconsequência dos eleitos e dos políticos quando tomam decisões na área da cultura. Raramente eles compreendem as implicações culturais profundas. Com uma assinatura, podem destruir anos de trabalho, assim como podem criar as condições para que esse trabalho possa começar e se desenvolver. Dessa vez o destruíram.</p>
<p>Daqui a 20 anos, daqui a 50 anos, o nome de John Neschling será conhecido como o de um músico que realizou um trabalho excepcional no Brasil, o mais excepcional desde Villa-Lobos. Há 90% de chance de que o nome de quem o demitiu esteja esquecido.<span id="more-26582"></span></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Stanley Burburinho</span></strong></h2>
<p><a href="mailto:stanleyburburinho@gmail.com"></a>No link abaixo está um trecho da composição do Mingnone Maracatu do Chico Rei, com a OSESP regida pelo Neschiling.</p>
<p>Esse trecho foi apresentado CBN pela Heloísa Fischer da Rádio MEC.</p>
<p>Acho que é uma das músicas mais lindas do nosso repertório.</p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/wma/player_gradio.asp?audio=2008%2Fcolunas%2Fviva_081230.wma&amp;OAS_sitepage=sgr%2Fsgr%2Fradioclick%2Fradiosam%2Fcbn%2Fvivamusica1" target="_blank">Clique aqui.<!--more--></a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Joel</span></strong></h2>
<p>Nassif</p>
<p>Essa questão do Neschling está sendo exageradamente politizada aqui.</p>
<p>A OSESP não será desmontada apenas pelo afastamento do Neschling, ela é hoje uma instituição mais do que sólida. Ela tem muito a crescer se tiver um comando artístico e musical novo. Há no mínimo 100 regente no mundo, hoje, que poderiam substituir o Neschlng com vantagens.</p>
<p>O Neschling fez um trabalho importante mas não é insubstituível. Esse artigo do francês parece encomendado, de tão laudatório que é em relação ao Neschling.</p>
<p>O Neschling tem uma carreira internacional digna mas modesta. Ele não “abriu mão de sua carreira internacional”, pelo simples fato de que ele não teria lá fora, nem em mil anos, uma oportunidade tão boa quanto foi à OSESP.</p>
<p>Eu pediria aos nobres debatedores uma postura menos partidária. Tentem se acercar sobre os reais problemas e desafios da OSESP. E, por favor, chega de usar esse episódio como uma oportunidade de bater no Serra!</p>
<p>O Neschling se indisporia com qualquer um que ameaçasse o reinado dele, o salário de 100 mil reais dele, etc… enfim, quem o questionasse de qualquer maneira.</p>
<p>E por último: se ele fosse um “Villa-Lobos da regência”, pode ter certeza que a comunidade musical e os próprios músicos estariam protestando contra o afastamento dele. Vocês viram algum protesto formal dos músicos em favor do Neschling? Será que eles são todos uns medíocres de inclinação política tucana? Por favor, mais seriedade ao debate…</p>
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		<title>Trivial de Sivuca</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 22:24:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recebo do leitor Hélio Constantino, de Recife, dois presentes inesquecíveis. Um deles, o CD "Sivuca Sinfônico", gravado com a Orquestra Sinfônica de Recife, sob a Regência de Giuseppe Gioia. Uma obra prima!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebo do leitor Hélio Constantino, de Recife, dois presentes inesquecíveis. Um deles, o CD &#8220;Sivuca Sinfônico&#8221;, gravado com a Orquestra Sinfônica de Recife, sob a Regência de Giuseppe Gioia. Uma obra prima!<br />
<embed src="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6387064-949" width="335" height="85" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer"></embed></p>
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		<title>A crise da música erudita paulista</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 23:39:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Da Folha Online
Maestro John Neschling é demitido da Osesp
O maestro John Neschling foi demitido ontem da Osesp, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. No ano passado, depois de intensa pressão do governador José Serra, que queria tirá-lo do cargo, Neschling comunicou ao conselho da Fundação Osesp que não renovaria seu con­trato. Na ocasião, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha Online</h2>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u492972.shtml" target="_blank">Maestro John Neschling é demitido da Osesp</a></h3>
<p>O maestro John Neschling foi demitido ontem da Osesp, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. No ano passado, depois de intensa pressão do governador José Serra, que queria tirá-lo do cargo, Neschling comunicou ao conselho da Fundação Osesp que não renovaria seu con­trato. Na ocasião, no entanto, fi­cou combinado que o maestro permaneceria à frente da Osesp até o fim de 2010, como previa seu contrato. A situação, no entanto, ficou insustentável. Neschling, que chegou a chamar Serra de &#8220;menino mimado&#8221; e &#8220;autoritário&#8221; logo no começo do governo, continuou a dar entrevistas espinafrando com o governador e com o secretário da Cultura, João Sayad, mesmo depois de ter sua saída definida. A gota d&#8217;água foram as críticas que ele vinha fazendo publicamente à decisão do conselho de formar um comitê para a escolha de seu sucessor. Neschling foi comunicado oficialmente hoje.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Pelo menos no campo da música erudita, a gestão Serra está procedendo a um desmonte cultural em São Paulo. E conseguiu colocar contra si maioria esmagadora da comunidade da música erudita.</p>
<p>Dia desses conversava com velho colega da Escola de Comunicações e Artes da USP. Quando a Universidade Livre de Música Tom Jobim conseguiu se reestruturar &#8211; me disse ele &#8211; ficou bem à frente da Escola Municipal de Música. Em seguida, houve uma reação da Escola, estabelecendo-se uma competição virtuosa. Percebia-se isso pelo nível dos alunos que passavam no vestibular da USP.</p>
<p>Quando a OSESP (Orquestra Sinfônica de São Paulo) explodiu, continuou,  os alunos passaram a estudar quatro horas diárias, porque havia perspectiva pela frente, de uma orquestra de padrão internacional.</p>
<p>Segundo ele &#8211; que está desde os anos 70 no setor &#8211; jamais a música erudita de São Paulo experimentou salto igual. Ele endossa muitas das críticas feitas ao maestro Nescheling, de temperamento difícil, personalismo. Mas o fato concreto, me dizia ele, é que colocou a música erudita de São Paulo no mapa do mundo. E não se pensou nisso quando se decidiu por seu afastamento.</p>
<p>O primeiro baque foi a destituição da OSCIP responsável pela Universidade Livre de Música e a divisão da ULM por outras entidades. Agora, a destituição de Neschling.</p>
<p>Gosto do Sayad, fui membro do Conselho da ULM, mas sem ter uma participação mais ativa, pedi demissão quando senti a guerra da Secretaria com a OSCIP, a seu pedido passei dicas e idéias para membros da sua equipe.</p>
<p>Mas tenho a impressão que meteu os pés pelas mãos. Era até compreensível que não se quisesse um vice-rei à frente da OSESP. Mas o voluntarismo de Serra ajudou a acelerar esse desmonte.</p>
<p>Trecho da carta de demissão, assinada por Fernando Henrique Cardoso:</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/01/fhcneschelling.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26121" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/01/fhcneschelling.jpg" alt="" width="600" height="270" /></a></p>
<h2><strong><span class="row-title">Por LPorto</span></strong></h2>
<p>O que fizeram com o maestro é anti ético,  fora o desrespeito com o grande profissional..</p>
<p>Link da entrevista, estopim para a demissão, segundo o presidente do conselho Fernando Henrique. <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20081209/not_imp290806,0.php" target="_blank">Clique aqui</a>.</p>
<p>É claro que o maestro não deu esta entrevista a toa.</p>
<p>Ele veio responder a esta, que o Presidente do conselho não comentou na carta de demissão. <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art287731,0.htm" target="_blank">Clique aqui</a>.</p>
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		<title>Trivial do Música nas Montanhas</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jan 2009 22:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Fora de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa história de Minas trabalhar em silêncio está virando compulsão. Neste final de semana, soube por uma amiga do Festival Música da Montanha em Poços de Caldas, 10a Edição.

Na sexta, foi na Urca, a mesma Urca construída por Walther Moreira Salles nos anos 1940, que era administrada pelo mesmo pessoal da Urca do Rio.

Nos anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa história de Minas trabalhar em silêncio está virando compulsão. Neste final de semana, soube por uma amiga do Festival Música da Montanha em Poços de Caldas, 10a Edição.</p>
<p>Na sexta, foi na Urca, a mesma Urca construída por Walther Moreira Salles nos anos 1940, que era administrada pelo mesmo pessoal da Urca do Rio.</p>
<p>Nos anos 60, a Urca abrigava a Semana do Estudante, cinco dias de pauleira pura entre o pessoal do Pelicano, Marista, São Domingos e Jesus Maria José.</p>
<p>Agora, na Urca na sexta, no Paláce Cassino, no sábado, o que assisti foi de me deixar de queixo caído. Jamais imaginei um evento de tal qualidade em Poços. São mais de mil alunos de todo o país, professores das melhores orquestras, parceria com Universidades americanas &#8211; cada ano, são selecionados dez alunos para receberem bolsa de estudo.</p>
<p>A base é a Orquestra Sinfônica, formada por alunos e professores. Mas há também a formação de Orquestra de Cordas, Camerata Clássica, Banda Sinfônica, Coral Sinfônico, Grande Coral e Coral Infantil.</p>
<p>Na sexta, a apresentação da Sinfônica &#8211; regida pelo Maestro Jean Reis, o coordenador artístico do evento &#8211; foi extraordinária. Aquela rapaziada bonita, tipos físicos de todas as regiões e raças, numa afinação inacreditável para quem teve uma semana de ensaios. E ainda contou com o brilho da soprano Maryanna Kyle.</p>
<p>No sábado, o maestro americano Jay Dean, em uma interpretação memorável de Mahler e Berstein.</p>
<p>E eu aqui queixando da falta de vida cultural no interior.</p>
<p>Digo a vocês: o Festival é superior ao de Campos do Jordão. Falta apenas parar de trabalhar em silêncio.</p>
<p>Quem quiser aproveitar, o festival vai até sábado que vem. Vale a pena assistir o Festival e passear na cidade.</p>
<p>Clique aqui para maiores informações:</p>
<p>http://www.festivalmusicanasmontanhas.com.br/</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/01/berlioz.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-15811" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/01/berlioz.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>E</p>
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		<title>A banda de Diamantina</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jan 2009 19:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[banda]]></category>
		<category><![CDATA[dobrado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Paulo Carlos K
Diamantina Musical cap 1 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=B908zp_y80g


Diamantina Musical cap 2 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=74DAxxijwwo


Diamantina Musical cap 3 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=NPkV5hHNQQ0


Diamantina Musical cap 4 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=hIoPUsmqN7s

Diamantina Musical cap 5 de 5

http://www.youtube.com/watch?v=4lBHlF_0smI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Paulo Carlos K</h2>
<p>Diamantina Musical cap 1 de 5</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=B908zp_y80g</p>
<p>Diamantina Musical cap 2 de 5</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=74DAxxijwwo</p>
<p>Diamantina Musical cap 3 de 5</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=NPkV5hHNQQ0</p>
<p>Diamantina Musical cap 4 de 5</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=hIoPUsmqN7s</p>
<p>Diamantina Musical cap 5 de 5</p>
<p>http://www.youtube.com/watch?v=4lBHlF_0smI</p>
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		<title>Villa-Lobos na Música de Banda</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/07/villa-lobos-na-musica-de-banda/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 20:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[banda]]></category>
		<category><![CDATA[dobrados]]></category>
		<category><![CDATA[Villa-Lobos]]></category>

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		<description><![CDATA[Para curtir o fim de tarde: Villa-Lobos na Música de Banda, pela Banda da Polícia Militar de Minas Gerais. Ouçam especialmente "Desfile aos Heróis do Brasil"

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para curtir o fim de tarde: Villa-Lobos na Música de Banda, pela Banda da Polícia Militar de Minas Gerais. Ouçam especialmente &#8220;Desfile aos Heróis do Brasil&#8221;</p>
<p><object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="335" height="85" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="divplaylist" /><param name="src" value="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6261557-9ae" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="335" height="85" src="http://www.divshare.com/flash/playlist?myId=6261557-9ae"></embed></object></p>
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		<title>Dossiê Hekel Tavares</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 14:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Erudita Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Comunidade do Blog
Do Blog de Helô Lima
A Música de Hekel Tavares
Quando escolhi para o vídeo de Natal da Comunidade o Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras (opus 105, n°2 - Ponteio), de Hekel Tavares (Setuba - Alagoas, 1896), não imaginava a grandeza e a diversidade desse compositor. Saí em busca de mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Comunidade do Blog</h2>
<h3>Do Blog de Helô Lima</h3>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/a-musica-de-hekel-tavares" target="_blank">A Música de Hekel Tavares</a></h3>
<p><img class="alignleft" style="float: left" src="http://api.ning.com/files/6rlFv*fTXNqWgad6hk12FsvOpYDd5WEKSsSnALXp8zZ5OOvv2bW7Fn5jrdBPvalCToIv3Hc42UT1NAcSnKSucIi1kJ4oEYiZ/tavares.jpg" alt="" width="218" height="179" />Quando escolhi para o vídeo de Natal da Comunidade o Concerto Para Piano e Orquestra em Formas Brasileiras (opus 105, n°2 &#8211; Ponteio), de Hekel Tavares (Setuba &#8211; Alagoas, 1896), não imaginava a grandeza e a diversidade desse compositor. Saí em busca de mais informações e fiquei gratamente surpresa com o que encontrei. Conhecia muita coisa, mas não sabia tratar-se de sua autoria. (<a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/a-musica-de-hekel-tavares" target="_blank">continua</a>).</p>
<p>(&#8230;) E para quem já conhece &#8220;<strong>Penas do Tiê</strong>&#8220;, gravada por Fagner em 1973, seu verdadeiro nome é &#8220;<strong>Você</strong>&#8220;, composição de Hekel Tavares e Nair Mesquita, dedicada à cantora lírica Gabriella Besansoni Lage. Para saber mais sobre o assunto e o processo movido pela família do compositor, <a href="http://www.estadao.com.br/arquivo/arteelazer/2007/not20070122p1285.htm" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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