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Arquivo da Categoria Choro

12/11/2009 - 17:00

Aniversário de Paulinho da Viola

Por Fernando Rodrigues

Nassif,

Hoje completa 67 anos o Paulinho da Viola. Uma pequena homenagem a esse grande músico:

http://www.youtube.com/watch?v=VKzpytpVbfU&feature=related

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro Tags: , , ,
16/10/2009 - 17:00

Armandinho, o rei do choro

Por Lima

Prá fechar este dia de fortes emoções, dois vídeos aperitivos

Armandinho Macêdo no Clube do Choro de Brasília

http://www.youtube.com/watch?v=9tS89jsClgU

http://www.youtube.com/watch?v=Vjp6zyqiS0Q

Comentário

Logo mais, às 21, estarei palestrando no Clube do Choro em Brasília, seguido de um show de Armandinho.

Comentário 2

Acabo de chegar do Clube do Choro.

Armandinho é o bicho!

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro Tags: , ,
13/09/2009 - 17:00

O choro do Capitão Furtado

Do Portal Luís Nassif

Escola Portátil no Ar 19/12/08 – Linda Flor que Morreu

Adicionado por Fernando Luiz

Comentário

Capitão Furtado era do Tietê e fazia parte do grupos de artistas que consagrou o estilo caipira paulista. Se não me engano, era sobrinho do Cornélio Pires, conforme me disse uma vez meu tio Léo – um carioca apaixonado pela música caipira, o “Cumpade” Léo do Programa Alvorada Sertaneja da rádio Cultura de Poços, que era seu amigo.

Não tinha ideia de que era compositor de choros, num estilo, aliás, que lembra muito outro “caipira”, Ratinho, da dupla Jararaca e Ratinho.

Havia no conjunto do Capitão Furtado um violonista-compositor cuja história procura a pelo menos vinte anos: o Zé Ratão. Quem souber de seu paradeiros, favor me informar.

Por Fernando Luiz

Vejam quanta informação tem aqui sobre o Capitão Furtado:

http://www.vemprabrotas.com.br/pcastro5/furtado/index.htm

Por Gustavo

Nassif, olha estes dois vídeos espetaculares com a grande dupla Tonico e Tinoco:

http://www.youtube.com/watch?v=U-l_jq2OVVw&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=WHkZno-xpuw&feature=related

Eles, inclusive, citam o Capitão Furtado.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro Tags: ,
28/08/2009 - 17:00

O som de Xavier Cugat

Por Andre Araujo

Fim de semana musical, Francesc d´Asis Xavier Cugat Mingall de Bru i Deulofe, foi o musico catalão que introduziu os ritmos latinos nos Estados Unidos, uma curiosa historia de um pitoresco personagem que tambem fez parte da era dos musicais. Xavier Cugat começou tocando o tango, depois introduziu a rumba, o cha cha cha, o bolero, a salsa, o mambo, a partir de sua orquestra que abriu a inauguração do Hotel Waldorf Astoria em Nova York, aonde tocou por 16 anos, enquanto participava de muitos filmes com sua orquestra. Xavier Cugat usava mulheres bonitas como crooners e se casou com 4 delas. A mais famosa foi Abe Lane, que muitos consideravam cubana mas era uma judia de Brooklyn, de nome Abigail Lassman.

Xavier Cugat nasceu na Catulunha em 1900, foi para Cuba com 5 anos, a familia queria que ele fosse violinista, Cugat estudou musica classica mas logo viu que nunca seria um prodigio na profissão e atendendo ao grande carinho que os catalães tem pelo dinheiro, preferiu o rendoso mercado da musica popular. Outra faceta curiosa de Cugat, era tambem um excelente cartunista, alem de musico trabalhava profissionalmente para o jornal Los Angeles Times desenhando charges.

Xavier Cugat é considerado unanimente como o responsavel pela abertura do mercado americano aos ritmos latinos, seguido de longe por Desi Arnaz (marido de Lucille Ball) e Perez Prado. Seu grande sucesso foi a musica Perfidia, cantada por Miguelito Valdes, que projetou seu nome nacionalmente. Sua luxuosa orquesta, com os musicos vestidos a carater, tinha um estilo inconfundivel, bem cuidado e de visual agradavel.

A orquestra de Cugat inspirou muitas outras na America Latina, que seguiram seu estilo e formação, a tipica orquestra de clubes e grandes salões.

Cugat era muito popular em Hollywood, amigo de Carmen Miranda, com quem trabalhou em varios filmes. Morreu em 1990, em Barcelona.

Comentário

Aqui, em uma das grandes gravações de “Tico Tico no Fubá”.

Ou clique aqui.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música Tags: , ,
03/08/2009 - 17:00

Ernesto Nazareth, o pai branco do choro

Do Fórum de Discussões do Portal Luís Nassif

Ernesto Nazareth – 20/3/1863 4/2/1934

*Publicado por Marise

Pianista, maior compositor de tangos brasileiros e demarcador de rumos para o choro, Ernesto Nazareth nasceu no Rio de Janeiro e aprendeu piano com a mãe, que tocava valsas, modinhas e principalmente polcas em saraus e reuniões. Depois da morte da mãe, em 1873, continuou estudando piano, e começou a compor. Sua primeira polca, “Você Bem Sabe”, composta aos 14 anos, foi editada. Mais tarde começou a freqüentar rodas de chorões, e dali tirou a originalidade rítmica que marcou sua interpretação e se refletiu em suas composições.

Participe

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música, Sem categoria Tags: , , , ,
20/06/2009 - 18:00

O Rio ignorou o choro

De O Globo

HENRIQUE CAZES

O Rio de Janeiro pode se orgulhar de ser, caso único no mundo, berço de dois estilos musicais que extrapolaram a condição de gênero e são hoje musicalidades completas: o choro e o samba.

Ao contrário do segundo, que se relaciona há décadas com o mercado da música comercial, com tudo que há de bom e de ruim nisso, o choro completa um século e meio de constante desenvolvimento, com uma capacidade invejável de resistir e se reinventar de forma independente.

Como linguagem instrumental de largo espectro, é sem dúvida o pilar central de uma identidade musical carioca. Seria portanto de se esperar que o choro estivesse, ao lado do samba, na linha de frente de um movimento destinado a revitalizar a cultura no Rio.

Foi realmente decepcionante não ver as lendas vivas do choro: Zé da Velha, Paulo Moura, Joel Nascimento, Deo Rian, Altamiro Carrilho, só para citar os decanos, na programação do Viradão Carioca. Fora dos grandes palcos do evento, o choro não teve a chance de atingir um público mais numeroso e que não consome essa música, pois não teve ainda a chance de ouvila. Leia mais »

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro Tags: , ,
09/06/2009 - 22:59

A morte do grande Raul de Barros

Por Paulo Maurício Machado

O maior trombonista do País, Raul de Barros, 93, foi sepultado nesta terça-feira no cemitério de Maricá, no Rio de Janeiro. Esquecido pela mídia, como sempre acontece, foi um dos instrumentistas populares mais conhecidos da nossa música tendo atuado com Pixinguinha, Ary Barroso, Radamés Gnattali, Ary Barroso, etc, etc, etc.

Lembro quando, ainda “foca” no radiojornalismo, em meados dos anos 70, Raul se trancava comigo e a diva Elizete Cardoso num dos muitos estúdios da Rádio Nacional para dar uma “esquentada” antes de entrar no ar para se apresentar ao vivo no famoso auditório. Eu vi, estava lá, e era só para mim tal privilégio, hoje me dou conta. Tardiamente.

Comentário

Aqui, seu maior sucesso, “Na Glória”. Não consegui encontrar uma gravação com ele. Quem achar, informe.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música Tags: ,
09/06/2009 - 17:00

Meu amigo João Macacão

Por Marcelo Farias

Nassif,

No caderno 2 do Estadão de hoje, aparece a informação do lançamento do primeiro CD do João Macacão “Serestando”.

Do Estadão

Depois de anos de carreira, a estreia em disco

João Macacão, de 68 anos, e Duda Ribeiro, de 56, lançam Serestando e É Samba! Bereré, Bereré!

Francisco Quinteiro Pires

A coisa não muda. Mais uma vez o mundo do samba repete a história com a cantora Duda Ribeiro (56 anos) e o violonista João Macacão (68 anos), que precisaram completar décadas de carreira para lançar o primeiro disco. Nunca é tarde.

Em É Samba! Bereré, Bereré!, que será lançado no Grazie a Dio!, às 22h30 de hoje, Duda Ribeiro apresenta um repertório com 12 clássicos: de Cartola (As Rosas Não Falam), Nelson Cavaquinho (Juízo Final), Adoniran Barbosa (Trem das Onze) a Aldir Blanc e João Bosco (O Bêbado e a Equilibrista) e Gordurinha e Almira Castilho (Chiclete com Banana). O CD é produzido pelo vibrafonista Guga Stroeter e arranjado pelo violonista Dino Barioni. Nas apresentações às terças deste mês, a cantora, ligada à Escola de Samba Camisa Verde e Branco, é acompanhada, tal como no disco, pela Orquestra HB. Em tempo: bereré bereré significa – em iorubá – paz, saúde, sorte e amor.

Líder do regional Conjunto Paulistano, o violonista 7 cordas João Macacão lançou Serestando, no qual canta, com sua voz grave, composições de uma época boêmia que não volta – quando sentimento e noite eram uma associação obrigatória. Entre as 14 faixas, estão Pra Machucar Meu Coração (Ary Barroso), Me Deixe em Paz (Ayrton Amorim e Monsueto Menezes), Perfil de São Paulo (Bezerra de Menezes), Jangada (Hervê Cordovil e Vicente Laporace), Gosto Que Me Enrosco (Sinhô), Quando o Samba Acabou (Noel Rosa). No CD, João Macacão é acompanhado por, entre outros, Milton Mori (cavaco), Alessandro Penezzi (violão) e Roberta Valente (pandeiro). Ele acompanhou Silvio Caldas por 20 anos, atuou com Orlando Silva, Gilberto Alves e Paulo Vanzolini e tocou em boates paulistanas como A Baiuca.

Serviço

Dona Duda Ribeiro. Grazie a Dio!. Rua Girassol, 67, V.Madalena, tel. 3031-6568. Às terças, 22h30. R$ 15 e R$ 20. Até 30/6

Comentário

Em menos de duas semanas, o Caderno 2 do Estadão faz duas esplêndidas matérias com meus dois sete cordas favoritos, o Zé Barbeiro e o João Macacão.

Se continuar assim, só vou ter amigos famosos.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro Tags:
26/04/2009 - 19:17

Um site para o Tico Tico

Por Antonio Santos

Uma curiosidade.

Achei um site de uma rádio-web onde numa página existe uma coleção de 61 gravações de Tico-Tico no Fubá. Clique aqui

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Sem categoria Tags: , ,
01/04/2009 - 18:37

O bandolim do Nassif

Por Marko

Meu arranjo d “O Bandolim do Nassif” p/Quinteto d sopros e pandeiro, grade transposta formato Encore (http://www.samba-choro.com.br/partituras/pordatacontribuicao/vermusica?mid=10440&pos=9452) e Midi (http://www.samba-choro.com.br/partituras/pordatacontribuicao/vermusica?mid=10441&pos=9453).

Tentei disponibilizar na minha página na comunidade em formato PDF e Midi mas não tive competência rs p/achar aonde se carrega arquivos q não sejam fotos.

Aos Músicos: a Harmonia representada pelas cifras acima do pentagrama do Clarinete está em C; a parte do pandeiro está escrita daquela maneira pq é a forma q o programa entende p/tocá-la em linguagem Midi.

Na verdade, na prática a parte escrita deste instrumento é bem mais simples: embora óbviamente a divisão rítmica não se altere, no q se refere ao lugar das “notas”, apenas uma linha separando o som grave (q estaria abaixo desta linha) do som agudo (acima da linha) e do som médio (na linha) é o suficiente p/indicar ao pandeirista o q deve ser tocado, sem necessidade d pentagrama ou mesmo triagrama.

Comentário

A composição é do Adalberto Cavalcanti, o Beto do Bandolim.

Marko, abração e obrigado por mais este presente.

Clique aqui para acessar outro arranjo, o do maestro Vicente Fonseca, de Belém.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música, Sem categoria Tags: ,
06/03/2009 - 16:00

As jóias perdidas da TV Globo

Conversei outro dia com uma produtora que trabalhou na TV Globo e era especialista em fuçar nos restos de arquivos da emissora (pedaços de reportagem e de programas que não foram incorporados aos arquivos da emissora).

Ela me garante que viu gravações de Jacob do Bandolim tocando; que viu uma roda de craques do choro, nos anos 70, tendo ao centro dois meninos: Raphael Rabello, com uns 12 anos, e sua irmã Luciana.

PeloamordeDeus, Globo, não deixe essas preciosidades se perderem.

A propósito dos arquivos fundamentais, alguma fundação inteligente já pensou em adquirir os arquivos do Fernando Faro, especialmente da época da TV Tupi?

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro Tags: , , ,
23/01/2009 - 20:24

Trivial de Sivuca

Recebo do leitor Hélio Constantino, de Recife, dois presentes inesquecíveis. Um deles, o CD “Sivuca Sinfônico”, gravado com a Orquestra Sinfônica de Recife, sob a Regência de Giuseppe Gioia. Uma obra prima!

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Erudita Brasileira, Fora de Pauta, Música Tags: ,
21/01/2009 - 22:03

Trivial de Zé Barbeiro

Meu amigo Zé Barbeiro há tempos é o melhor sete cordas de São Paulo, além de um sujeito batuta, pronto para qualquer aventura musical.

Mas tem um lado compositor excepcional,  nada surpreendente para quem conhece a criatividade com que elabora nos bordões do violão.

Hoje ele me comunica que venceu o Prêmio Projeto Pixinguinha de composições de choro, para São Paulo. O Projeto mudou e decidiu escolher dois compositores contemporâneos em cada estado. Mais ainda, me deu a supina honra de pedir que escrevesse a contra capa do CD. Humilde, perguntou se eu topava. Como assim? É uma honra.

Vejam, no player, o grande talento do compositor Zé Barbeiro, sendo interpretado pelos melhores chorões de São Paulo.

Choro de Zé Barbeiro

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Fora de Pauta, Música Tags: ,
20/01/2009 - 20:00

Trivial do Hermeto

Por Sancho Brancaleone

Hermeto em Montreaux
http://www.youtube.com/watch?v=W821bgUU_mY

Hermeto e Sivuca – Bebê
http://www.youtube.com/watch?v=Q3AT6WnU7Rg

Hermeto e Elis – Corcovado – Montreaux
http://www.youtube.com/watch?v=X7Kv1TpZkTQ

Hermeto conta sobre as influências musicais na infância e toca
com Sivuca:
http://www.youtube.com/watch?v=sLj6eA0EdPU

Sivuca fala sobre a genialidade de Hermeto:
http://www.youtube.com/watch?v=mHqe3yoMM0w

Hermeto e grupo – Haja Juntas
http://www.youtube.com/watch?v=A2iDLO_7SJI

Hermeto e Aline Morena
http://www.youtube.com/watch?v=TU2F02jsq3g

ùltimo trabalho de Hermeto e Aline:
http://www.hermetopascoalealinemorena.com.br/

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Jazz, Música Tags:
18/01/2009 - 16:32

O violonista centauro

Não é a primeira vez que escrevo isso, mas o violonista Fábio Zanon é, de longe, o melhor crítico musical brasileiro.

Não apenas pelo domínio do violão – já foi considerado um dos cinco melhores violonistas clássicos do mundo -, mas pelo conhecimento da psicologia do instrumentista, da história da música, do embricamento da cultura popular e erudita.

O especial que gravou sobre Yamandu Costa (clique aqui para baixar o podcast) é o que de mais completo apareceu até agora sobre o maior instrumentista brasileiro da atualidade, situando seus vícios, suas virtudes e a síntese: é um gênio.

O programa é recheado de casos testemunhados pelo próprio Zanon. Como na apresentação dele e do Yamandu em que, a cada ensaio, o gaúcho improvisava uma forma diferente de acompanhamento. Zanon conta que até o tom do telefone de Yamandu era tema para novos sons tirados por ele nos camarins.

No dia da apresentação, no entanto, Yamandu exorbitou. Zanon estava se perdendo com a sucessão de inversões e de harmonias novas testadas por Yamandu. Olhou para ele e percebeu que a corda do meio do violão tinha arrebentado. Yamandu continuou mandando bala. Quando terminou a apresentação, com Zanon suando frio, o gênio explicou: “Não dá para parar porque esfria”.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Violão Tags: , ,
16/01/2009 - 18:00

Roda de Choro

Por Felipe Guerra

Como ainda não temo Trivial, vai aqui mesmo:

Roda de Choro
Danilo Brito, Luizinho 7 Cordas, Alessandro Penezzi, Alexandre Ribeiro, Leo Rodrigues e Milton Mori formam a Roda de Choro, um show com cavaquinho, bandolin, percussão entre outros instrumentos com a presença de Toninho Ferragutti (acordeom). (Samba)

Duração: 60 minutos
Classificação: Livre

Sesc Vila Mariana Pça. de eventos
R. Pelotas, 141 – Vila Mariana – Sul. Telefone: 5080-3000.
Quando
Dia 17: 13h30.
Dia 31: 13h30.

Comentário

Para os aficcionados, é o melhor choro de São Paulo. Só tem fera nessa time.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música Tags:
26/12/2008 - 17:12

O grande Dilermando Pinheiro

Meu amigo Barão do Pandeiro, que me visita agora, passa a dica, no Youtube, do último show de Dilermando Pinheiro, o enorme sambista, rei do sincopado, que com Ciro Monteiro gravou o memorável “Telecoteco Opus 1″.

Por Laura Macedo

Dilermando Pinheiro depois de gravar um disco em 1965 com sambas incluindo ‘Minha Palhoça”, de J. Cascata, passou um período esquecido até que o jornalista Sérgio Cabral o resgata para o show “Tetecoteco Opus nº1″, juntamente com Cyro Nogueira, que virou disco com o mesmo nome.

Nassif, você sabia que o famoso chapéu de palha que ele usava no acompanhamento do samba era apelidado de “Stradivarius”?

Pois é, o nosso grande sambista, rei do sincopado carioca era cheio de bossa em todos os sentidos.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música Tags:
21/12/2008 - 15:30

Os choros de Villa-Lobos

Do Blog de Laura Macedo, na Comunidade do Blog

Heitor Villa-Lobos: Choros

Com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo regida pelo maestro John Neschling, a Biscoito Fino está lançando o CD Heitor Villa-Lobos, Choros Nº 1. 4. 6. 8. 9, tendo como convidados especiais, Fábio Zanon (violão), Linda Bustani e Ilan Rechtman (piano).

“Nos anos de 1920 Villa-Lobos desenvolve seu grande projeto de composição com a série dos Choros. Para ele, é a descoberta da Europa, e lá, da sedução que provocava um certo sabor de barbárie nas artes. Villa-Lobos percebe que uma imagem exótica do Brasil pode ser explorada com sucesso diante do público europeu. Ela também lhe serve de extraordinário impulso criativo (continua,m com vídeos).

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Erudita Brasileira, Música Tags:
21/12/2008 - 15:15

O grande Nego Nelson

Quanto mais ouço, mais me encanto com o violão do paraense Nego Nelson. É do primeiro time.
No seleção abaixo, destaques para

Olhar os lírios do campo – lembra os melhores momentos de Proveta.

Um Bandoneon – mostrando a sofisticação harmônica do Nelson.

Pro Helio Delmiro – a homenagem ao mestre dos mestres, Hélio Delmiro.

Sapato do Velhinho – ao melhor estilo das tonadas argentinas, mostrando bem a raiz comum de duas grandes escolas de violão.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música, Violão Tags:
13/07/2007 - 22:17

O rei do swing

Comecei a me interessar pelo guitarrista argentino Oscar Aleman ainda nos anos 70, depois de ler um comentário do crítico norte-americano Leonardo Feather -considerado o maior crítico do jazz—reputando-o dono de um swing superior ao de Django Reinhardt, um dos maiores da história.

Na minha primeira viagem à Argentina, em 1985, voltei com meia dúzia de fitas velhas de Aleman, a informação de que ele falecera em 1980 e tinha uma filha de nome Selva, atriz de televisão. Todas as vezes que voltava a Buenos Aires retornava com mais algumas fitas. Em todas elas, standards da música internacional e uma profusão de músicas brasileiras, de Caymmi à bossa nova e, especialmente, no choro.

Na penúltima viagem, resolvi tirar três dias para passear em Buenos Aires e tentar localizar alguma coisa de Aleman e Eduardo Falú -esplêndido violonista, cantor e compositor argentino.

Não consegui convencer a filha de Aleman, Índia Morena, que eu era jornalista querendo informações sobre o pai. Ficou desconfiada, querendo que eu enviasse e-mails com mais dados. Não deu tempo de cumprir as exigências.

Na verdade, o que me interessava na visita era saber mais sobre a fase da vida de Aleman em Santos, que marcaria para sempre sua produção. Seu balanço, com mistura de choro, ritmos caribenhos e jazz, forneceu as bases para o jazz latino que, depois, explodiria em Cuba e, especialmente, no estilo Paquito de Rivera.

Em um CD lançado na França, que adquiri anos atrás, soube de sua infância em Santos, da amizade com o violonista santista Gastão Bueno Lobo, de sua volta a Buenos Aires ainda nos anos 20, quando criou a dupla Los Lobos.

O jornalista Alan Romero, radicado em Portugal e minucioso pesquisador da Internet me forneceu informações adicionais sobre Aleman.

Oscar Marcelo Aleman nasceu no Chaco, Argentina, em 20 de fevereiro de 1909. Foi menino de rua em Santos. Tomava conta de carros e se apresentava nos bares do cais dançando, cantando, e tocando cavaquinho. Aliás, tenho duas versões da música “D.A. 1925″, um tema de jazz de sua autoria, solado no cavaquinho, sem nenhum acompanhamento, de deixar o Armandinho de queixo caído.

A mãe de Aleman era a pianista Marcela Pereira, índia da tribo Toba. O pai era o violonista uruguaio Jorge Alemán Moreira, descendentes de espanhóis. Informações dos biógrafos dão conta de uma família musical e feliz, com muitos irmãos que constituíam o “Moreira Sextet”.

Em 1919 eles se mudaram para Santos. Em 1920 a mãe morreu em Buenos Aires. No ano seguinte, o pai se suicidou em Santos. Os irmãos mais velhos sumiram e, aos 12 anos, Oscar se tornou menino de rua. Além da música fez de tudo, de palhaço de circo a boxeador.

Em 1924 conheceu Gastão Lobo -que depois, na Argentina, virou Gaston– que o iniciou no choro e no cavaquinho, e mudaria sua vida. Voltou a Buenos Aires, depois passou pelo Rio e seguiu para uma temporada parisiense. Lá, Aleman foi descoberto pela vedete Josephine Baker.

Ficou até 1940 brilhando na França, revezando-se com Django no histórico Hot Club de Paris. Teve inúmeras oportunidades de seguir carreira, uma delas em um convite de Duke Ellington, o maior nome do jazz norte-americano, para integrar sua orquestra.

Deixou tudo para trás e voltou para Buenos Aires. Lá montou diversas formações, de orquestras a quintetos e trios. Suas apresentações com o extraordinário violinista chileno Hernán Oliva nada ficam a dever às históricas gravações de Django com o violinista Stephane Grapelli.

Tem um filme sobre ele, vendido em VHS, “Oscar Alemán – A Swinging Life”.

Meu guru Nelsinho Risada, grande cavaquinho, me contou que no início dos anos 50 assistiu a uma apresentação de Aleman. Era um show man, que gostava de tocar com a guitarra nas costas.

Mesmo com essas extravagâncias, está sendo redescoberto e considerado, com toda justiça, um dos maiores guitarristas do século. Graças, em parte, a Gastão Lobo e ao choro.

Links:

Nesse site, além de dados da vida de Aleman, um choro especial composto por ele:

http://www.oscar-aleman.com.ar/
http://www.latinjazznet.com/reviews/video_oscar_aleman.htm

Youtube 1
Youtube 2
Youtube 3

Para incluir na lista Crônica Semanal

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Jazz, Música Tags: , , , ,
28/02/2007 - 19:10

Ethel Smith e Nazareth

Olha que beleza a organista Ethel Smith, que lançou mundialmente o “Tico Tico no Fubá”, interpretando “Apanhei-te Cavaquinho”, em um filme de Disney.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Música Tags:
03/01/2007 - 19:56

O Vale dos Tambores

Por um desses pecados de “workaholic”, só agora estou ouvindo o “Vale dos Tambores”, do bandolinista Carlos Henrique Machado Campos, com os sons do Vale do Paraíba. Volto a falar mais dele. Mas é um som incrível.

Agora à noite estou saboreando melhor o CD. É marcante. Ouça essa Catira. Diferente de tudo quanto conheço de choro. Conseguiu juntar os elementos do choro, da música ibérica com os ritmos do interior (catira, calango, jongo), com uma qualidade de interpretação excelente.

Preciso saber mais desse CD. Deve ter vindo um release com ele, mas não achei.

Olha aí a maravilha do Youtube. Mas o povo é bom demais!

Clique aqui para ler mais sobre o projeto.

Dos leitores: o CD pode ser adquirido do próprio autor, pelo e-mail
carloshenriquevr@bol.com.br.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Choro, Sem categoria Tags:
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