Arquivo da Categoria Gestão Pública
21/11/2009 - 11:23
Por Guilherme S
As repartições públicas estão longe da realidade que o texto explora. Tenho cá o meu exemplo e de outros colegas em outros orgãos públicos. Temos que demandar e correr atrás de melhoria na estrutura primária de atendimento a nossas necessidades (e com consequentes melhorias no atendimento a quem nos solicita), coisas triviais como computador, impressoras, sistema de internet 3G quando estamos em viagem de campo e precisamos acessar sistemas e a realização de outros procedimentos.
Os servidores típicos em algumas repartições olham com desdem para “a moçada nova” que reclama da falta de tecnologia, chegando ao cúmulo do que escutei certa vez de um colega da área finalistica (geólogo já em fim de carreira) que levar um notebook ao campo era “frescura” de recém-chegado, que o que ele precisava para executar o trabalho estava ali na cabeça dele!!!Ficou ofendidissimo quando retruquei que aquela conhecimento encarcerado em sua cabeça não tinha valor agum já que ele se recusava a construir o trabalho em conjunto, em equipe, trocando aprendizado com os demais colegas. Acho que fui até pouco desrespeitoso com o colega, mas percebo em alguns setores o serviço público parou no tempo.
No trabalho que executo preciso de computadores de alta performance para rodar imagens de satelite e mapas de alta definição, impressoras coloridas de alta qualidade e tamanho (também chamadas “plotters”) e as chamadas estações totais (cujo preço de uma belezinha dessas pode bater a casa dos 30 mil reais para ser usada em campo). Sinceramente, não sei qual é a idéia que gestores e administradores tem de estado mínimo para funcionamento..
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
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20/11/2009 - 14:00
Por Raoni Gama
Nassif,
notei certas misturas de conceitos no texto do Washington Barbosa. ou notei errado?
GESTÃO PÚBLICA É DIFERENTE DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
existe pontos coincidentes, mas muitos outros divergentes.
Administrador e gestor são conceitualmentes diferentes. Gerir é um pouco mais que administrar, significa mudar os paradigmas teoricos e conceituais.
Aministrador seria o instrumento de realização da vontade do legislador, sem espaço para liberdade. Já o gestor goza de maior liberdade e preocupa-se com resultados e nem sempre será funcionario público
Do gestor exigem resultados, podendo ser o agente político que goza de autonomia funcionais para desempenho de suas atribuições administativas, dentro de padroões mais amploas de discricionalidade, como pode ser alguém contratado pelo setor publico para implementar políticas públicas, ou pessoas concursadas com posição de alta responsabilidade.
Gestao é cumprir metas e objetivos, fazendo negociações quanod nescessarias para alcança-las. O administrador não, preocupa-se em somente cumprir o processo formal da tomada de decisão entre outras muitas diferenças
mais sobre o assunto: Revista eletronica sobre a reforma do Estado, o link: clique aqui.
Então ao falar sobre a gestão do CNJ, mostra-se que não eh nescessario utilizar novos sujeitos dentro da estrutura do judiciario, mas nescessario a especialização do mesmo. Seria interessante ter um orgão de gestao com comando próprio para gerir o Poder Judiciario, seria uma especie de corregedoria, mas com a função de gerir e não fiscalizar.
Muito bom lerem, mostra clamaramente a diferença entre gerir e administrar um ente público
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
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19/11/2009 - 14:21
Por Washington Barbosa
ANTES TARDE DO QUE NUNCA!
Magistrados Despertam para
a Importância da Gestão
A Associação dos Magistrados Brasileiros AMB lançou, no último dia 29 de outubro, em São Paulo, a campanha Gestão Democrática do Poder Judiciário. Dentre os principais objetivos da campanha está o aprofundamento da análise e discussão das inúmeras falhas na gestão do Judiciário.
A iniciativa é elogiável, embora não possa deixar de dizer que a mesma deveria ter sido implementada há muito tempo. Mas, antes tarde do que nunca!
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17/11/2009 - 14:00
Por Marcio Flizikowski
Caro Nassif, proponho a você a abertura de uma discussão sobre um dogma que assumiu ar de verdade absoluta: o inchamento do Estado.
Tornou-se comum na mídia a crítica do inchamento do Estado (com a acusação de aparelhamento) e supervalorização salarial dos servidores públicos.
Tal situação me deixa extremamente consternado, até porque sou servidor público.
Alguns dados são relevantes para desmistificar a questão do inchamento do Estado.
O governo Lula levou a cabo a determinação constitucional de que os servidores públicos deveriam ascender aos seus cargos por meio de concurso público. Até então, sob a ideologia neo-liberal do estado mínimo, tínhamos a administração pública abarrotada de contratos temporários (profissionais provenientes de processo seletivo simplificado) e contratos terceirizados (com empresas que forneciam mão-de-obra barata para a Administração.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: campanha, concursos, funcionalismo público, salários
17/11/2009 - 10:03
Por Zé Mané
Olha o exemplo democrático de se discutir uma Lei Orgânica que visa ao interesse público:
Secretário de Gestão abre discussão sobre Lei Orgânica
O secretário de Gestão, Marcelo Viana, abriu formalmente a discussão sobre proposta de nova lei orgânica para a Administração Federal em reunião para consultores jurídicos realizada na manhã desta quarta-feira (dia 11), no auditório térreo do Ministério do Planejamento. Da mesa de abertura do evento também participaram o consultor Geral da União, Ronaldo Vieira, e o consultor Jurídico do Planejamento, Wilson de Castro.
A proposta em debate, elaborada por uma comissão de juristas instituída pelo Ministério do Planejamento em 2007, também foi apresentada pelo ministro Paulo Bernardo para autoridades do governo federal em reunião na tarde de ontem, no salão nobre do Ministério.
Além do setor governamental, o tema será examinado com a classe acadêmica, as forças políticas e demais segmentos da sociedade. Para Marcelo Viana, são os primeiros passos de um amplo processo de discussão que tem como desafio central colocar o Estado brasileiro a serviço do desenvolvimento.
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Tags: Administração Federal, Lei Orgânica
14/11/2009 - 09:17
Por Mauro A. Silva
Nassif,
Que tal abrirmos um painel sobre as Operações Urbanas Consorciadas na cidade de São Paulo? Tem muito dinheiro encolvido nisso e a Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) não é transparente.
Teve a Operação Urbana Faria Lima, onde o mau planejamento chegou ao cúmulo de obrigar a gastar o dinheiro restante em apenas 1 ano… (construiram os famigerados túneis na Avenida Rebouças)…
No caso da Operação Urbana Água Branca (1995), arrecadou-se mais de R$ 60 milhões e não fizeram as obras previstas… o dinheiro está no “caixa”…
O mais grave está acontecendo com a Operação Urbana Água Espraiada: a lei de 2001 estabelecia um túnel de pouco mais de 500 metros… Mas o prefeito Kassab lançou uma concorrência para construir um túnel com mais de 2km, a um custo superior a R$ 2 bilhões.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Operação Água Espraiada, Operação Urbana Água Branca, Operações Urbanas Consorciadas
14/11/2009 - 08:35
Por Andre Araujo
Não foram só as vigas que cairam, desabou tambem a engenharia paulista de obras publicas. As excelentes equipes do passado que legaram tantos grandes projetos foram desfeitas. Não há mais engenharia no DER, no Metro, na CESP, na DERSA, hoje é tudo terceirizado e quarteirizado, da concepção do projeto basico à fiscalização da obra. Perdeu-se a unidade de conceitos, a visão do conjunto da obra, o conhecimento advindo da experiencia em grandes obras, tudo em nome da redução de custo a qualquer custo.
O risco só podia aumentar, a cratera da Linha 4 do Metro foi fruto de absoluta displicencia, improvisão e incapacidade de calculo, resultado dessa filosofia de tercerização de tudo, naquele desastre a solda das vigas de sustentação do tunel foram quarteirizadas para firma de pouca experiencia nesse tipo de serviço. É uma pena. São teve grandes engenheiros de obras publicas, especialidade que exige não só competencia técnica mas uma vocação de servir a sociedade, conheci
Engenheiros do DER que ganhavam pouco (o Estado de São Paulo sempre foi miseravel com os engenheiros) mas tinham orgulho do que faziam, orgulho dos projetos e se dedicavam de corpo e alma a isso. O DER paulista tinha inclusive uma excelente revista mensal de engenharia de estradas (não sei se ainda tem). Como foi possivel desbaratar esse capital humano? Hoje São Paulo esta pior que Estados pobres, acabou com seu notavel corpo de engenheiros, uma estupidez, até para terceirizar precisa ter boa engenharia propria, o maior responsavel por essa má filosofia foi certo Governador tido como super eficiente.
Por Benjamim Godinho
Em tempos de apagão
Seguindo os princípios do Programa Estadual de Desestatização, estatal transmissora de energia em São Paulo, foi “desestatizada” para estatal colombiana.
A CTEEP é resultado da cisão de ativos da Companhia Energética de São Paulo (CESP), que se deu em fevereiro de 1999, em função do programa de privatização do governo paulista.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
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12/11/2009 - 09:07
Jorge Santos
Do site Correio Braziliense
Agência Brasil
O Brasil precisa ampliar o acesso da população às informações sobre o que é feito com o dinheiro público, indica a pesquisa Índice Latino-Americano de Transparência Orçamentária, feita em 12 países da América Latina. Entre os Poderes da República, o menos transparente é o Judiciário, de acordo com o levantamento.
O Brasil ficou em quarto lugar no ranking, com 49 pontos em uma escala de um (nada transparente) a cem (totalmente transparente). Em primeiro lugar ficou a Costa Rica (69), seguida do Peru (54) e Panamá (50). A última participação do Brasil no levamento foi em 2003, quando alcançou 50 pontos.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública, Justiça
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11/11/2009 - 14:00
Por João Luiz Costa Cardoso
Trabalho no Butantan há 36 anos. Históricamente as crises do IB ocorrem em episódios que no fundo, refletiam o que acontecia na politica geral do país. Afranio do Amaral nos anos 1930 é um subproduto dos embates do Estado Novo com a elite paulista/paulistana, e assim por diante.A atual crise, a meu ver resulta da aventura neoliberal em que o pais se meteu nos anos 1990. A “Fundação”, redentora, viria para resolver todos os problemas que o velho mastodonte estatal não conseguia.
O Instituto se dividiu entre “funcionários publicos vagabundos’, como disse o diretor Raw numa das reuniões gerais do IB e “os da fundação”- estes sim produtivos, modernos, que poderiam ser mandados embora etc e tal.
Dividido o botim, a sanha foi facilitada.Deu no que deu.
Apesar dos pesares, precisamos confiar na Justiça que, de maneira soberana, apure toda essa história:1. Por que os convenios com Pasteur Merieux para repasse de tecnologia da vacina da gripe comum em 5 anos não foram cumpridos?
2. Qual a situação da investigação (policial) sobre a morte de 2 funcionarios em um tanque de ácido acético?Foi crime de inspiração ‘espionagem industrial”?
3. É a Fundação um segmento do Instituto Butantan? Se for, como tem sido por ele controlada/administrada?
As questões são muitas e precisam, resposta para que a tranquilidade volte ao serpentário.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: funcionalismo, Instituto Butantã, pasteur merieux, vacina
09/11/2009 - 10:13
Por evandro condé
Nassif, já que comentou sobre a urbanização crescente-veja crítica à entrevista do Guilherme Motta-, vejamos ( a referência é BH, onde moro):
A cidade foi planejada para um número de habitantes e obviamente cresceu alem do planejado. Até aí nada de anormal. Mas o problema maior é que as autoridades competentes ( aqui no sentido de a quem compete) ao longo de décadas esqueceram(?) que haveria necessidade de mais escolas e mais hospitais-analisando apenas estes dois itens fundamentais.
Com o inchaço urbano, onde estão as escolas que o estado deveria construir? Não tenho os dados, mas fica a questão: o ensino público teria capacidade de atender a todos? Acredito que não; então por que cargas d’água não no IR não temos direito de abater o gasto integral? E o que pode ser pior, não está havendo espaços para criação de novas. As leis de uso e ocupação de solo permite que se adense absurdamente as cidades, esquecendo-se que há serviços que o estado tem de prover mas não reserva espaço para tal. E tome pai levando menino à escola e tome van circulando muito mais que o necessário.
Quanto a hospitais o problema parece mais sério-pela urgência. Nossa população não só aumenta como com maior sobrevida. Como cresceu a rede hospitalar? Sei que a rede particular encontra-se já no limite, e haja grana e espaço-vejam se novos loteamentos reservam espaço- e quem esteja disposto a investir(se formos considerar escola e hospital como investimentos). Sei que a questão do atendimento público de saúde não anda bem das pernas pelo mundo afora, mas em qual sentido que estamos indo?
O Mendonção comentou sobre problemas de infraestrutura que o governo Lula (os anteriores a reboque) tem relegado, e, embora haja o discurso que oito anos é pouco para décadas de descaso, parece-me que recaímos no discurso que no futuro a vida será melhor. A discussão está centrado no que consegue-se comprar e não como consegue-se viver.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Belo Horizonte, metrópole, região metropolitana, serviços públicos
28/10/2009 - 11:05
Do Portal Luís Nassif
Do Blog de Maria Lúcia Américo dos Reis
Anexo segue artigo que elaborei sobre o tema.
O governador do Estado de São Paulo encaminhou à Assembléia Legislativa o Projeto de Lei nº 749, de 2009, convertido na Lei nº 13.723, de 29 de setembro de 2009, que autoriza o Poder Executivo a ceder, a título oneroso, os direitos originários de créditos tributários e não-tributários, objetos de parcelamentos administrativos ou judiciais, à Companhia Paulista de Parcerias – CPP, a fundo de investimento, ou a sociedade de propósito específico.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Cidades, créditos públicos, projeto de lei, São Paulo
25/10/2009 - 08:56
Por Alexandre Leite
(favor mandar o link da matéria)
Agora vc imagina um obra de saneamento parada no meio, deixando um buraco na frente da sua casa; um viaduto interrompendo o trânsito; uma usina hidrelétrica tendo que ‘reduzir a qualidade de vários itens’.
A imprensa tem tentado distorcer as palavras do presidente Lula que nunca pediu para que o TCU diminuísse o rigor das fiscalizações, mas que tivesse regras diferenciadas, que criasse condições alternativas para evitar a paralização de obras. Até pq em muitos casos as irregularidades não são confirmadas e ficamos apenas com o aumento dos custos ‘com aluguel de equipamentos e andaimes, deterioração nas ferragens’ etc, etc.
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Casa de ferreiro, espeto de pau
Prédio do TCU é só um ”esqueleto”
Vannildo Mendes
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: licitação, obras, paralisação, TCU
21/10/2009 - 17:13
Por Jura
Vejam só como se faz um orçamento público. O exemplo é da Prefeitura de SP e estará em discussão pública na data e horário indicados no final.
Que tal destinar 100% da verba publicitária do partido no governo para cobrir todas as demais emendas, ao invés de insignificantes 5% como proposto pelo vereador Paulo Fiorilo? Inclusive para pagamento de precatórios, como quer o vereador Aurélio Miguel, desde que não seja para permitir a compra de precatórios com deságio pelos devedores do município.
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Tags: campanhas, lei orçamentária, orçamento público, prefeituras, tributos
18/10/2009 - 14:00
Da Comunidade de Gestão
* Postado por Roseli Dias Barbosa Farias
O Prêmio Nacional da Gestão Pública – PQGF divulga o Cronograma do Ciclo 2010. Para acessá-lo, clique em publicações – Documentos de Referencia do PQSP.
O novo ciclo terá início em novembro/2009 com o Processo de Capacitação para a Banca Examinadora do PQGF, considerando que 2010 será um ano eleitoral, e se encerrará em agosto.
Neste Ciclo temos novidades. O processo de capacitação por Ead, está dividido em dois cursos: 1) Conhecendo o GesPública; e 2) Preparação para Banca Examinadora do PQGF – Ciclo 2010 (mediante aprovação no Conhecendo o Gespública), disponível no site www.pqsp.planejamento.gov.br.
Podem se inscrever para a Oficina de Preparação para Banca Examinadora do PQGF os voluntários que cumprirem pelo menos um dos seguintes requisitos:
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Tags: Gestão, Programa Nacional de Gestão Pública
13/10/2009 - 07:00
Do Portal Luís Nassif
Nassif e todos, criei um tópico no Fórum da Comunidade chamado “Mapa das Obras do PAC”. Pus lá uma meia dúzia de vídeos, e convido todos a porem mais.
Clique aqui.
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Tags: obras, PAC, vídeos
12/10/2009 - 09:08
Por Marco
Nassif, parece que finalmente o Palacio do Planalto “acordou” e já mostra em seu canal do Youtube o andamento de diversas obras do PAC. Vale a divulgação para que as pessoas tomem contato com o que está sendo feito, uma vez que pela “grande imprensa nacional”, isso jamais será feito.
Vou colocar apenas o link das obras do Complexo do Alemão no Rio, e de lá o internauta poderá conferir as imagens de outras obras, ou até mesmo assinar o canal do Palácio do Planalto.
Segue o link: clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: PAC, Planalto, youtube
02/10/2009 - 14:00
Do Valor
Eletronuclear assina acordo para Angra 3
Francisco Góes e Heloisa Magalhães, Do Rio
Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente: “Após negociação longa envolvendo o TCU e chegou-se a um ponto de equilíbrio”
A Eletronuclear e a Andrade Gutierrez assinam hoje, no Rio, a primeira ordem de execução de serviços do contrato de construção civil da usina nuclear de Angra 3. O valor total do contrato de construção civil da usina firmado entre a estatal, uma subsidiária da Eletrobrás, e a empreiteira é de R$ 1,248 bilhão. O montante representa uma redução de cerca de 20% em relação à primeira proposta apresentada em 2008 pela Andrade Gutierrez, de R$ 1,578 bilhão, disse o presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva.
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Tags: Andrade Gutierrez, Angra, Eletronuclear, TCU
30/09/2009 - 11:59
Por Mota
Esse relatório do TCU é politicagem rasteira. Aliás, mais uma rasteiragem que praticada (pelo) carlismo que ainda dá seus últimos suspiros.
Para quem não sabe, Aroldo Cedraz, o ministro do TCU relator que sugeriu a paralisação das obras do PAC, foi alçado ao tribunal de contas recentemente e seu curriculum é recheado de favores e subserviências a Antonio Carlos Magalhães, a exemplo do projeto de lei que alterou o nome do Aeroporto Internacional Dois de Julho, para aeroporto luis eduardo magalhães.
Espero que a reação do governo federal seja à altura e que os diretamente prejudicados pela interrupção das obras também reajam violentamente contra esse (…) de ACM Junior travestido de ministro do TCU.
Comentário
Uma consulta no Google mostra o ex-deputado com currículo respeitável e como membro atuante do carlismo. Foi derrotado nas últimas eleições e ganhou a indicação para o TCU.
Já escrevi algumas vezes aqui que as avaliações do corpo técnico do TCU melhoraram muito nos últimos anos. Passaram a analisar resultados, metas e não apenas o carimbo.
Por outro lado, a divulgação de seus relatórios têm dado margem a toda sorte de explorações políticas. O Globo, que é craque na manipulação de dados contra políticas sociais, recorreu a relatórios do TCU para “denunciar” os marajás do PROUNI e do Bolsa Família.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Corrupção, Gestão Pública
Tags: Aroldo Cedraz, embargo, TCU
30/09/2009 - 09:38
Por Andre Araujo
O caso do Tribunal de Contas da União com as 41 obras do PAC paralisadas.
Mais uma da reformas que não se faz e começam a custar caro ao Pais. Quem ja foi administrador publico sabe que os TC precisam se modernizar para que a função de auditoria tenha lógica e racionalidade economica.
OS TC brasileiros seguem uma antiga tradição burocatica aonde se preza mais a forma do que o conteudo, aonde se perde tanto tempo com o varejo como com o atacado, aonde a pretexto de sanar uma irregularidade se paralisam obras fundamentais.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: PAC, paralisação, TCU
30/09/2009 - 09:34
Por reginaldo
Nassif,
Não sei se você já postou sobre isso nos últimos dias, mas os servidores de Minas Gerais receberão junto com salário de setembro o prêmio pelos cumprimentos das metas fixadas no Acordo de Resultados. No total cerca de 250 mil servidores receberão a premiação, num valor total de 300 milhões de reais.
A iniciativa do “choque de gestão” é bastante criticada pela oposição em Minas Gerais, mas inegavelmente houve avanços significativos na eficiência do setor público. A premiação anual para o cumprimento das metas é um dos aspectos inovadores da adminstração estadual mineira. O próprio Acordo de Resultados anual é um grande avanço em termos de gestão pública em Minas e no Brasil, com a definição de prioridades e de critérios objetivos de avaliação.
Talvez valesse a pena abrir uma discussão sobre inovações na gestão pública Brasileira nos últimos anos.
Por Fabricio de Paula
Façamos um paralelo.
O mesmo esquema de bônus, por cumprimento de metas, tem sido usado pelo governo do Estado de São Paulo na educação básica. Anualmente são feitas avaliações das escolas como um todo: notas de alunos, avaliação de professores pela direção etc. Não sei com exatidão quais são os critérios, sei no entanto que eles costumam ser muito criticados. Além disso, no caso paulista, o bônus é pago para a escola como um todo, ou seja, se eu me esforço, mas meu colega não, o que vale é o resultado nosso somado. Com isso surge aquela história: pra que vou me esforçar se meu colega não tá nem aí?
Por outro lado, minha mão é professora em Minas. Da mesma forma que SP, MG criou seu próprio método de avaliação (ao invés de usar, por exemplo, aqueles já existentes do governo federal, como o Provinha Brasil). O funcionamento é o mesmo: avalia-se, estipula-se metas, e o pagamento vem em função da % atingida. Contudo, se entendi bem o que me explicou minha mãe há uma boa diferença com SP. Em Minas o professor também é avaliado individualmente por um colegiado na escola. Com isso, o professor recebe além de proporcionalmente às metas da escola, também proporcionalmente à sua avaliação pessoal. Se isto estiver certo considero o sistema mineiro muito melhor que o paulista.
Porém, para dizer isto com certa segurança é preciso discutir quais são os critérios de avaliação. Algumas perguntas tem de ser respondidas:
- Os bônus estimulam o empenho dos professores no magistério ou a competição destrutiva em que um colega quer “eliminar” o outro que não ajuda do “time”?
- Até que ponto a política de bônus produzirá resultados positivos?
- A política funciona para escolas em qualquer quadro sócio-político? (por exemplo: escolas de periferia, governadas pelos alunos; escolas com alta rotatividade de docentes onde não há compromisso com a comunidade)
- Quais os impactos negativos, além de possíveis competições desvairadas?
Enfim, se alguém tiver informações sobre quais são os critérios objetivos de avaliação nos dois casos, SP e MG, por favor mande o link para analisarmos.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: choque de gestão, Minas Gerais
26/09/2009 - 09:07
Há algo de profundamente errado com São Paulo.
É de longe o estado brasileiro com maior potencial. Nas mãos de um estadista, ou um governante com um mínimo de visão estratégica, seria o pré-ensaio mais fácil para mudanças que poderiam ser replicadas em todo o Brasil.
São Paulo é territorialmente pequeno, integrado por bom sistema rodoviário. É composto por uma cinturão de médias cidades com bom potencial, circundando uma região metropolitana dotada de todos os serviços. Ao contrário do Brasil, é um estado homogêneo, o que facilita enormemente a implantação de políticas públicas de estímulo à produção; facilita a introdução de políticas sociais através da articulação Estados-municípios médios-municípios pequenos. Tem as melhores universidades, os melhores institutos de pesquisa, a melhor rede de atendimento às pequenas e micro empresas – Sebrae, FIESP-CIESP, extensão rural. Tem os melhores grupos de excelência em todas as atividades modernas – ciência e tecnologia, qualidade e competitividade, saúde, pesquisa agrícola, mercado de capitais. Tem a mais avançada estrutura industrial, de serviços, a agricultura mais produtiva do país. Tem a sede das maiores editoras brasileiras – que poderiam atuar efetivamente como quarto poder, disseminando conceitos emanados da política e cobrando providências e divulgando erros de gestão.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: desenvolvimentismo, José Serra, São Paulo
23/09/2009 - 12:34
Por Denilson
Fala Nassif!
Vc sabe onde consigo o texto completo da agenda 21 em pdf? Seria uma boa conversar sobre resultados atuaisEstá afim de montar um tópico para falarmos sobre ela? Vou até dar uma olhada aqui no Rio, pois o Bairro de Santa Teresa elaborou uma Agenda 21 local! Abraços!
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública, Políticas Sociais
Tags: agenda 21, Brasil, eco 92, Economia, igualdade social, Meio Ambiente
11/09/2009 - 14:00
Por Herberth Xavier
Nassif, não sei se conhece (e seus leitores), mas há um trabalho sobre contratação de pessoal pelo setor público que é bastante interessante. Pra mim, é útil por mostrar como o debate no Brasil se tornou fulanizado, partidarizado e sobretudo ideologizado.
Ele se chama “O Mito do Inchaço da Força de Trabalho do Executivo Federal” e foi elaborado por Marcelo Viana de Moraes, Tiago Falcão Silva e Patrícia Vieira da Costa.
Os três trabalham na Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento – o que, na minha opinião, não invalida o material, já que trabalha unicamente com fontes oficiais.
Mas o que traz o levantamento?
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Executivo, funcionalismo, inchaço, São Paulo
04/09/2009 - 11:00
Por William
Nassif,
Não é bem um comentário.Gostaria de pedir seu auxílio. Sou um dos voluntários em uma ONG chamada Voto Consciente que atua junto à Câmara Municipal de São Paulo. Acompanhamos os trabalhos dos vereadores e estabelecemos um método de avaliação do parlamentar que cobre várias áreas de atuação desde a presença até o grau de impacto de propostas e leis junto na Cidade. É uma instituição séria e absolutamente voluntária. Ao longo do tempo (são mais de 20 anos) várias melhorias foram obtidas (vitória não exclusiva, mas somos um dos grupos a pressionar dentre os mais 600 existentes no município).
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Câmara de Vereadores, eficiência, produtividade
03/09/2009 - 09:42
Por Alessandro Moure
Me ajudem a entender esse artigo do Mario Pochmann: clique aqui.
O artigo dá a impressão de que o Governo está produzindo melhor porque está gerenciando cada vez mais dinheiro por servidor que possui. É a mesma coisa que falar que o CNPq (onde eu trabalho) está sendo mais produtivo porque tem gerido orçamentos cada vez maiores com um número cada vez menor de servidores. Tenho para mim que a verdade é outra…
Comentário
Li algumas matérias sobre o tema e vou ler agora o trabalho. Sem conhecer o trabalho, duvidei das conclusões. Acho que enveredou pelo mesmo caminho do Gustavo Franco, quando falava do aumento da produtividade das empresas brasileiras – dividindo o faturamento pelo número de funcionários, sem considerar terceirizações, mecanização etc.
É muito difícil falar em produtividade do setor público sem dispor de indicadores precisos de qualidade.
Confira um exemplo simples:
1. Um médico do SUS realiza, digamos, 10 consultas por dia.
2. Ai o SUS reduz substancialmente o valor da consulta. Ele passa a fazer 20 consultas, cada qual pela metade do tempo das consultas anteriores.
3. Como consequência dessa perda de qualidade, a quantidade de pacientes que precisa retornar ao SUS, porque seu problema nao foi resolvido, aumenta de, digamos, 10% para 20%. Com isso, aumenta o número de consultas do SUS. E, consequentemente, o número de consultas do médico.
Por esse exemplo, houve uma clara perda de eficácia do serviço público, fruto dos menores recursos destinados às consultas médicas. Mas, pela medições convencionais de produtividade do setor privado, aumentou a eficiência.
Deu para entender?
Espero ter uma boa surpresa com a leitura do trabalho do Márcio. Mas temo que a lógica seja esta que apresentei.
Exemplo: com a queda vertiginosa dos preços das consultas pelo SUS, cada médico passou a fazer mais consultas, reduzindo o tempo e dando menos atenção ao paciente. Pelos critérios meramente econômicos, ele foi mais produtivo. Por critérios mais sofisticados – levando em conta análises de eficácia (se o paciente foi curado ou precisou
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: IPEA, Márcio Pochman, produtividade, setor público
02/09/2009 - 08:58

Comentário
1. Por lei, salários não podem ser reduzidos. Planos de reestruturação (a não ser em empresas quebradas) propõem novos organogramas, redefine fluxos, reduções de quadros, mas jamais redução de salário.
2. Empresas de reconhecida reputação são isentas da necessidade de licitação. Sei que não é uma informação acessível à Folha, mas FGV é uma das mais conceituadas escolas de administração pública do país. Pode crer.
3. A matéria levanta outras falhas:
Chama a atenção no relatório a falta de sugestão sobre como a sociedade acompanhará os trabalhos da Casa. Se voltar a crescer o número de diretores e benefícios ocultos, não será possível saber, pois esses dados nunca aparecem de maneira clara no site do Senado.
Uma crítica absolutamente pertinente… se fizesse parte do escopo do trabalho. Essa cobrança tem que ser feita para o Senado. Ou não? Poderia listar dezenas de outros pontos não abordados no trabalho, porque não previstos no projeto.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: FGV, reforma, Senado
30/08/2009 - 13:13
Por Chico Pedro
Nassif,
No meio da semana passada a prefeitura de BH expôs seu projeto para a cidade.
Foram gastos cinco meses para elaborar o que denominaram “BH Metas e Resultados”
O projeto está inserido num contexto que visa o ano de 2030.
Em resumo, há um conjunto muito bem definido de ações a se cumprir (até 2012) no âmbito das áreas temáticas usuais: saúde, educação, segurança etc…
Chama atenção ver a administração municipal levar em conta as perspectivas de realização do projeto.
Eles “abriram o jogo” em relação ao que possa acontecer, ou seja, trataram a coisa com transparência incomum.
Dois cenários futuros foram traçados: o otimista e o pessimista.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Cidades, Gestão Pública
Tags: Belo Horizonte, planejamento estratégico
27/08/2009 - 18:51
Do Portal Luís Nassif
Conheça as organizações públicas brasileiras com excelência na gestão em 2008/2009
As dez melhores organizações públicas brasileiras no período 2008/2009, participantes do Prêmio Nacional da Gestão Pública (PQGF), foram anunciadas nesta quarta-feira (26), na sede do Ministério do Planejamento, em Brasília.
Na categoria Ouro foi reconhecida a Eletronorte – Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A/Regional de Transmissão do Mato Grosso. Na categoria Prata foram reconhecidas as seguintes organizações públicas: Eletronorte – Regional de Transmissão do Maranhão/Superintendência de Engenharia de Operação e Manutenção da Transmissão/Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico e Exército Brasileiro – Colégio Militar de Fortaleza/Laboratório Químico Farmacêutico do Exército. Finalmente, na categoria Bronze, a Cagece – Companhia de Água e Esgoto do Ceará, o CBMERJ – Corpo de Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro/3ª Policlínica Niterói; a Eletronorte – Regional de Produção e Comercialização de Rondônia e a FioCruz – Fundação Oswaldo Cruz.
O objetivo da premiação é incentivar o aprimoramento das práticas de gestão pública e promover a modernização do Estado brasileiro. O resultado do Ciclo 2008/2009 do PQGF foi apresentado na reunião do Conselho do Prêmio, que contou com a presença do secretário de Gestão, Marcelo Viana, do presidente do Conselho, Jorge Gerdau Johannpeter, e demais conselheiros. Também participaram do evento o diretor do Departamento de Programas de Gestão, Bruno Palvarini e o gerente do PQGF, César Pereira Viana.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: Prêmio de Qualidade do Governo Federal
25/08/2009 - 15:07
Por Barbalho
Na mesma linha do que escrevi sobre cumulativdade, segue um post do blog do servidor sobre a passagem de bastão de servidores públicos no BNDES: clique aqui.
Se para a iniciativa privada não é fácil substituir gente boa que se aposenta ou esvazia as gavetas porque conseguiu um emprego melhor, no funcionalismo isso é um drama. Refém do concurso público, a máquina tem dificuldades crônicas de repor peças em postos estratégicos. E apesar do visível salto de qualidade dos quadros recém-contratados, empresas e órgãos de governo têm grande dificuldade em desatar o nó da transferência de conhecimento.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Crise, Gestão Pública, Sem categoria
Tags: BNDES, burocracia, carreira
19/08/2009 - 16:13
Por Zé Calado
A Secretaria do Tesouro Nacional possuía até meados de 2008 um sistema de avaliação individual. Através das metas contratadas com os gerentes, os servidores tinham seu desempenho avaliado, que servia para determinar a remuneração de até 25% do salário. Esse modelo, que perdurou até 2008 quando a remuneração passou a ser por subsídio, que é a mesma de juízes e promotores.
Este modelo possuía alguns inconvenientes. O principal deles é a de considerar a questão do desempenho como algo meramente pessoal e de vontade individual, desconsiderando os perfis adequados para funções. Desta forma, o Tesouro perdia a oportunidade de alocar os funcionários mais aptos a cada função, no local onde pudessem ter o melhor rendimento possível.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Gestão Pública
Tags: modelo de gestão, Secretaria do Tesouro
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