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21/11/2009 - 11:15
A Folha dá matéria hoje sobre a questão da banda larga, na regulamentação da Casa Civil. Até então, o jornal vinha defendendo posições que – embora legítimas – interessavam diretamente à sua controlada UOL. O projeto em andamento contempla suas preocupações e os interesses da UOL: a rede física será compartilhada por todas as partes – algo similar ao que ocorre no setor de energia.
É a saída mais democrática e economicamente mais equitativa. Compartilha-se a rede, ganhando escala e permitindo uma competição mais justa entre as partes. O desafio estará na governança dessa rede, para não permitir a preponderância de nenhum grupo. Obviamente a Folha defende que provedores participem da direção. É um bom tema para a Conferência Nacional de Comunicação discutir.
Por coincidência, certamente, Lula finalmente mereceu um editorial elogioso da Folha, por sua participação na conferência de Copenhague (clique aqui).
Da Folha
Proposta da Casa Civil para universalizar serviço prevê uso da rede pública de fibras óticas, mas operação a cargo de um consórcio privado
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: banda larga, Casa Civil, Folha, rede compartilhada
19/11/2009 - 12:41
A compra da operadora de saúde Medial pela Amil, ocorrida hoje, é mais um passo na consolidação do mercado de planos de saúde. A Amil Assistência vai pagar R$ 612,511 milhões pelas ações dos controladores da Medial Saúde. A compra de ações ordinárias da Medial se refera a 51,9% do capital social total e votante da operadora.
Em fato relevante, a Amil disse que a aquisição “visa consolidar a posição de liderança da Amilpar no mercado de saúde suplementar brasileiro, em especial no estado de São Paulo”. O preço a ser pago pela Amil Assistência aos controladores da Medial Saúde foi fixado em R$ 17,2066 por ação da Medial Saúde e cerca de R$ 8,4223 por ação da Medial Participações.
Bastante pulverizado, o mercado de planos de saúde tende a se consolidar para enfrentar as margens reduzidas e a regulação cada vez mais rígida. A estratégia a ser adotada pelas operadoras tende a ser a de fusões e aquisições ao invés de crescimento orgânico, diz o diretor executivo da Allianz Saúde, Maurício da Silva Lopes.
A RN (resolução normativa) 195, em vigor desde o início do mês, enrijeceu os critérios para a contratação de planos de saúde coletivos empresariais e por adesão, e estabeleceu o prazo dos reajustes, que vinham ocorrendo entre três a seis meses, para doze meses. Isso limitou a margem de manobras das operadoras, que buscavam ganhar mercado oferecendo prêmios menores. Siga a entrevista de Lopes, concedida durante o workshop “Impacto das Novas Resoluções Normativas nos Planos de Saúde”, promovida pela administradora de benefícios Raetto Consultoria.
Como as operadoras de planos de saúde pretendem crescer?
Lopes: Nos mercados em consolidação, todo jogador quer ganhar participação rapidamente porque querem fazer parte dos consolidadores e não dos consolidados, e nesse caso os movimentos de curto prazo acabam tendo muito mais influencia do que os de longo. Mas com a RN 195, o apetite para risco vai ficar um pouquinho menor, então esses grandes crescimentos orgânicos de mercado tendem a diminuir. O apetite pelo ganho orgânico de mercados, com a oferta de prêmios mais baixos e por meio de captação de riscos calculado de maneira descuidada, deve diminuir com a entrada da resolução.
Quem será o alvo de consolidação?
Lopes: Serão as operadoras que possuirão alguma fraqueza. Entre eles, está a falta de capacidade de colocar produto no mercado por falta de escala, reserva técnica, sistema tecnológico, ou desacordo com a legislação. As carteiras dessas operadoras devem migrar para a das consolidadoras.
Quais os desafios do setor de planos de saúde?
Lopes: No final de 2008, houve um enxugamento do mercado de planos de saúde por causa das demissões. Para cada funcionário demitido, se perde uma média de 3 segurados, agregados no plano familiar. Mas estamos enxergando agora uma melhora, com os empresários voltando a contratar. A economia gerou mais de 1 milhão de empregos, gerando incremento de massa salarial. O mercado vai voltar a crescer de maneira disciplinada, mas o grande crescimento da década de 1980 não deve voltar nos próximos anos.
Como a regulação afeta o mercado?
Lopes: Não deve ocorrer grandes alterações na regulação. As exigências de cobertura estão aumentando cada vez mais, e vai se ter cada vez menos gente com poder aquisitivo para adquirir planos de saúde. Se não se baratear os planos, o aumento de carteiras só vai ocorrer por meio do incremento de renda da população.
Como a Allianz se prepara para este cenário?
Lopes: Vemos perspectiva de crescimento. Continuamos apostando no mercado de planos de saúde, que consideramos promissor e acreditamos que a penetração de seguros vai aumentar com o crescimento do PIB. Queremos fazer parte dessa historia.
(Nota: por meio da sua assessoria de imprensa, a Allianz disse que pretende aumentar a sua carteira, e que não está prevista nenhuma aquisição de empresas).
Autor: andreinohara - Categoria(s): Economia, Negócios, Saúde
Tags: Allianz, Amil, consolidação, Medial, planos de saúde
19/11/2009 - 10:17
Em Observação
Por El Cabezon
Todo mundo FOI com a Visanet?
Bancos de investimento, a CVM, o Bacen e os Ministérios da Justiça e Fazenda, imprensa e uma pergunta de R$8 bilhões: quem sabia com antecedência das mudanças nas regras do mercado de cartões ocorridas logo após o IPO do Visanet?
Parece muito conveniente o momento escolhido para a abertura de capital da Visanet e o anúncio recente de mudanças nas regras do mercado de cartões de crédito. O IPO ocorreu em julho/09 e movimentou algo em torno de R$8 bilhões, beneficiando cerca de 20 bancos nacionais e estrangeiros de médio e grande porte, que colheram os frutos do IPO como vendedores de ações e/ou como coordenadores da operação.
Em 30/09/09, menos de 90 dias após o IPO, foi anunciado o conjunto de medidas para aumentar a competição no setor. Dentre as diversas mudanças, que já vinham sendo estudadas há anos (há estudos no site do Bacen em parceira com os Ministérios da Fazenda e da Justiça datados de 2006), destaca-se o fim da exclusividade no credenciamento de estabelecimentos.
O impacto sobre os investidores é enorme. A Visanet mudou até de nome para se enquadrar à nova realidade, passando a se chamar Cielo. Vultosos investimentos em marketing estão sendo e ainda serão desembolsados para concretizar essa mudança. Além disso, matéria no Valor de 18/11 informa que a previsão de queda com receitas de aluguel de máquinas POS é de 20%, de queda da receita com comissão sobre vendas é de 15%, e que a participação de mercado da companhia deve cair de 47% para 36%.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: Banco Central, cartões, CVM, IPO, mudanças, Visanet
16/11/2009 - 17:05
Por ROSE
Bom Dia !
A Agência Estado anunciou ontem que o Brasil vai ganhar operadora virtual de celular em 2010, para aumentar a concorrência e baixar os preços, e que a ANATEL abriria uma consulta Pública a respeito, ainda esse ano.
Será que, do ponto-de-vista do consumidor, isso será realmente vantajoso? Na minha visão leiga, parece que os preços caem mais “com o tempo”, e não tanto com a concorrência – num mesmo momento e região, os preços, promoções, serviços, problemas e queixas dos usuários são sempre muito parecidos, apesar da “concorrência” – dá até pra desconfiar ….
Que tal um ‘post’ a esse respeito?
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: operadora virtual, telefonia celular
13/11/2009 - 08:10
Por Sérgio Lamarca Leite
Nassif.
Veja que o que está sendo publicado.
Lucro as custas dos mau serviço prestado aos seus clientes com a anuência da Infraero e da inútil ANAC.
TAM e Gol são as aéreas mais lucrativas das Américas em 2009
As companhias aéreas brasileiras TAM e Gol são as duas mais lucrativas do setor no Continente Americano, segundo levantamento da consultoria Economatica que exclui o Canadá e considera apenas empresas de capital aberto.
No acumulado do ano, o lucro da TAM somou US$ 674 milhões, e o da Gol, US$ 267 milhões. Em terceiro lugar aparece a Chilena Lan Chile, com ganhos de US$ 122 milhões. No ranking que reúne as dez mais lucrativas, todas as demais são dos Estados Unidos.
Comentário
A apropriação da ANAC pelas companhias aéreas é total. Em qualquer setor regulado, de país sério, para ter direito ao filé mignon as companhias se obrigam a contrapartidas: assumir linhas de menor rentabilidade (para integrar o país), tratar adequadamente os passageiros.
A desregulamentação do setor ajudou a romper o cartel anterior, da Vasp, Varig e Transbrasil. Mas foi só se consolidarem novas empresas – TAM e Gol – para o cartel ressurgir. A ANAC não exige sequer coisas mínimas, como espaço decente entre as poltronas.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística, Negócios
Tags: aéreas, Gol, lucro, TAM
12/11/2009 - 09:09
Por Mario
Nassif,
Um tema interessante para discusão são os valores dos seguros cobrados atualmente no país, que são muito superiores quando comparados com os demais países, sejam eles de casas, pessoal, veiculos etc. Acho que o tema deveria ser debatido no blog. Esse assunto seguro, parece-me uma caixa preta quanto a metodologia e parâmetros utilizados pelas seguradora para o calculo desses seguros.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: atuária, Brasil, consumidor, custos, seguro
07/11/2009 - 14:00
Por Eddie209
Sugiro criarmos uma discussão sobre o Design no Brasil. Sou designer de produto na área automotiva (em um fornecedor de montadoras), tentamos inovar aqui, mas está dificil… Mas ainda assim, principalmente quando falamos em qualidade de acabamento, que é uma área que estou tentando me especializar eu tenho visto que a área automotiva é a única que tem elevado o nível.
Apesar de todos reclamarem da “plastiquera” que há nos automóveis, o que eu concordo e não entendo, já que isso tem solução, outros produtos, como eletrodomésticos são vergonhosos… Acabamentos péssimos, deformações, problemas de encaixe, rebarbas… Tudo isso pode ser resolvido, de forma barata e com o conhecimento dos designer e engenheiros brasileiros.
Estamos ficando com produtos semelhantes aos chineses de um tempo atrás… E os produtos deles tem melhorado muito…
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: criação, designer, inovação, produtos
06/11/2009 - 14:00
Por Monier
Excelente explicação sobre o funcionamento dos custos no mercado de concursos. Talvez explique o motivo de haver tantas fundações e tão poucas empresas nesta área. A benemérita finalidade de promoção do desenvolvimento educacional somado à dispensa de licitação parece ser um pulo do gato ao qual eu nunca tinha prestado atenção.
http://www.quadrix.org.br/contrato.aspx
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: concursos, custos, Fundações, licitações
03/11/2009 - 12:53
A decisão do STJ – de liberar de avisos os clientes negativados em empresas de crédito – visa exclusivamente facilitar a expansão do grande mercado de derivativos de crédito.
Empresas adquirem carteiras de recebíveis não pagos de outras. Procedem às cobranças. Pagam um deságio levando em conta a perspectiva de recebimento. Depois, caem matando sobre os inadimplentes.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
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03/11/2009 - 12:48
Sobre a dica do Gustavo, lembro que, quando a Globo fez o tal merchandising, esse esquema do Boi Gordo era sancionado inclusive pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Na época escrevi sobre os demonstrativos contábeis e financeiros divulgados, que acabavam escondendo a vulnerabilidade dessas aplicações.
Escrevi várias colunas cobrando um posicionamento mais efetivo da CVM. Em vão.
Por Gustavo Amigo
Caros,
Sobre a Globo e o Boi Gordo. O Cosme Rímole escreveu uma matéria no blog dele hoje falando sobre os jogadores que perderam dinheiro com o esquema Madoff brasileiro, o famigerado Boi Gordo. O que me espantou da matéria é a associação que ele fez entre a novela Rei do Gado com o Antonio Fagundes e o fundo de investimento Boi Gordo.
http://blogs.r7.com/cosme-rimoli/2009/10/31/boi-gordo-o-pior-investimento-da-historia-do-futebol-brasileiro/
Alguém sabe se existem fundamentos para tal afirmação? A Globo, com sua novela Rei do Gado, teve relação nas picaretagens deste fundo criminoso ou é mais uma coincidência ?
Boi Gordo. O pior investimento da história do futebol brasileiro…
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: boi gordo, CVM, Globo, Rei do Gado
16/10/2009 - 10:45
Eike Baptista recua da intenção imediata de adquirir a Vale, depois da desastrosa entrevista de domingo ao Estadão.
Poucas vezes li algo tão estabanado quanto aquela entrevista. Aparentemente, Eike engoliu a provocação que foi-lhe armada por alguns jornalistas a serviço de competidores – ironizando sua bandeira de recuperação do Rio.
Na entrevista, escancara sua proposta de compra da Vale, mostra-se aliado do governo, propõe um cargo para dirigente de fundos, um desastre completo.
No meio da semana, a coluna Painel Político da Folha solta uma nota informando que o grande feito – da aproximação do Eike com o Palácio – foi do Roberto D’Avila. Esse inacreditável marketing do lobby não resiste à menor análise. Eike é filho de Eliezer Baptista, homem que, neste ou em qualquer governo, marca a reunião que quiser, com qualquer pessoa que quiser, a qualquer hora que escolher.
A questão básica é que Roger Agnelli pode ter pisado na bola no final do ano passado, ao se assustar com a crise. Mas a ideia de que a Vale cresceu apenas por conta da conjuntura internacional não é correta. Se não estivesse bem posicionada no mercado chinês, não teria surfado nas ondas da crise. No próprio mercado de minérios, houve perdedores e ganhadores. E a Vale ficou no time dos vencedores.
De qualquer modo, Eike aprendeu muito com o pai, sabe mais do que o pai em outros campos (especialmente no senso de oportunidade e na sorte com que se beneficiou do boom dos mercados) mas não aprendeu a lição principal: vaidade não é boa conselheira nos negócios.
Da Folha
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: Eike Baptista, Roger Agnelli, Vale
11/10/2009 - 13:18
Por Figue
Talvez a explicação está no que alguém já falou por aqui, que é a transformação da pobreza de passivo em ativo na economia do Brasil.
Como foi mencionado o caso da Venezuela no Mercosul é bom lembrar que a indústria de Pernambuco já está presente naquele mercado, cresceu com isto e tem ainda muito o que crescer. A tendência é de que o conflito da Venezuela com a Colômbia (principal fornecedor no mercado venezulelano) resulte no aumento de vendas de produtos brasileiros, uruguaios e argentinos para aquele país.
Finalizando, sugiro ao caro Nassif que em uma de suas visitas a Pernambuco dê uma esticada a Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e arredores.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: mercado venezuela, Pernambuco
11/10/2009 - 09:59
Há doze anos, cantei a bola para a explosão das novas cantinas gaúchas de vinho.
Aqui vai uma dica sobre algo que ainda vai acontecer: dentro de alguns anos, o Espírito Santo do Pinhal se tornará o Napa Valley brasileiro – repetindo a extraordinária experiência de Robert Mondavy na Califórnia.
Neste momento, está em fase de preparação uma nova linhagem de vinhos que será, de longe, a melhor do país, em condições de competir com os melhores vinhos internacionais.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: Nap Valley, Pinhal, vinho
11/10/2009 - 09:50
Do Estadão
Eike negocia compra de participação na Vale e diz que sua entrada na empresa seria boa para os fundos de pensão e para o Estado
Irany Tereza* e David Friedlander
Depois de meses fugindo do assunto e de muitas respostas genéricas, o empresário Eike Batista finalmente revela detalhes de seu interesse pela Vale, a maior produtora de minério de ferro do mundo. Disse que pode voltar a negociar com o Bradesco, mas no momento está de olho na compra de um lote das ações que a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) tem na mineradora. “É pequeno, mas, para sentar ali no conselho e direcionar, acho fantástico”, afirmou ao Estado e à AE Broadcast, na sexta-feira.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: Eike Baptista, Roger Agnelli, Vale
08/10/2009 - 19:17
Por Athos
Nassif, GVT acabou de divulgar um fato relevante sobre um entendimento inicial com a Vivendi.
“2. Vivendi assinou hoje um acordo com o Grupo Swarth e Global Village Telecom (Holland) BV, os acionistas fundadores e controladores da GVT (Holding) S/A (“GVT”), uma companhia de capital aberto na Bolsa de Valores brasileira. Este acordo permite à Vivendi lançar oferta pública amigável para a aquisição de 100% do capital da GVT ao preço de R$ 42,00 por ação, sujeita a determinadas condições, conforme descrito abaixo.”
http://www.mzweb.com.br/gvt2007/web/arquivos/GVT_Vivendi_20090908_port.pdf
Ou aqui
http://www.gvt.com.br/ri/
Pelo visto, nem levaram a sério a proposta da telefônica. rsrsrs
Ainda bem para mim e para o Brasil!
Por Fabiano Klostermann
Nassif, o fato relevante é de 8/09/2009 e não de 8/10. O Athos provavelmente se enganou. Não há novidade no caso.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: GVT, Telefonica, Vivendi
08/10/2009 - 09:14
Por Gê
Nassif, vale a pena conferir este artigo do ForumPCs. A Vivendi fez uma oferta de compra à GVT, uma empresa que vem se consolidando pela qualidade em banda larga, e a telefônica, a que apresenta um serviço bastante questionável, entrou no páreo para fazer lambança.
Segue o link: clique aqui.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: GVT, Telefonica, Vivendi
10/09/2009 - 10:15
Da Folha
Pesquisas indicam que garimpo ainda guarda R$ 3 bi em metais preciosos
Relatório entregue ontem deu início ao trâmite burocrático da concessão de lavra; expectativa é que produção comece em 2011
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELÉM
Começou ontem o processo oficial de reabertura de Serra Pelada, considerado o maior garimpo a céu aberto do mundo na década de 1980 e que ainda guarda quase R$ 3 bilhões em metais em seu subsolo.
A Coomigasp (Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada) entregou ontem ao DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) em Belém (PA) relatório parcial das pesquisas feitas nos últimos anos, que identificou ao menos 50 toneladas de ouro, platina e paládio restantes.
Com isso, deu início ao trâmite burocrático da concessão de lavra dos cem hectares onde fica a cava, cratera com mais de 180 metros de profundidade da qual, entre 1980 e 1983, dezenas de milhares de garimpeiros vindos de todo o país tiraram cerca de 30 toneladas de ouro.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: Brasil, garimpo, mineradora, ouro, Serra Pelada
09/09/2009 - 13:45
Em Observação
Sempre desconfiei desses rankings de competitividade, principalmente devido à alta volatilidade nas classificações.
Há indicadores objetivos, como o tempo de abertura de uma empresa, ou os resultados em provas de matemática. Mas outros que são completamente subjetivos, como a questão da corrupção – que depende imensamente do maior ou menor alarido da mídia.
Do Estadão
Apesar da melhora, País ainda é o que tem o pior sistema tributário entre 133 países avaliados
Jamil Chade
A reação do Brasil à crise financeira global e a estabilidade macroeconômica demonstrada durante o período de turbulência fizeram o País subir oito posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial deste ano. A capacidade de inovação do setor privado também pesou de forma positiva no avanço que o País vem apresentando nos últimos anos.
“A melhora na competitividade brasileira é fruto do seu setor empresarial inovador e sofisticado, do tamanho de seu mercado e da melhora na área de estabilidade macroeconômica, comparada com o ano anterior”, disse o Fórum em uma nota oficial.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: Brasil, competitividade, inovação, mercado, ranking, tributos, World Economic Forum
27/08/2009 - 07:21
Por Martins Andrade
A GAMBIARRA DA ANEEL.
Mudaram os tipos de tomadas.
A ANEEL permitiu que os modelos das tomadas antigas, aqueles cujo equipamento permitia o uso de pinos de carregadores de celulares tivessem seu lay out alterado para pior.
A nova tomada eleminou essa alternativa. Só aceita pino redondo.
E mais: tem uma reentrância, que segundo o inventor, é um item de segurança, porque DEPOIS que é feita a conexão, não permite que uma criança coloque objetos metálicos entre a tomada e o pino, com risco de acidentes.
Muito bonito essa alegativa da ANEEL para conceder a licença para fabricação desse equipamento.
Agora para você usar um carregador de celular, terá que ADQUIRIR mais um item: um adaptador.
E cuidem-se as mães de famílias porque sem estar em uso, a tomada tem os mesmos riscos das anteriores.
A GAMBIARRA da ANEEL custou caro ao consumidor e não trouxe nenhuma vantagem.
Pior, todos os imóveis equipados com as tomadas antigas terão que se submeter às novas, toda vez que uma daquelas se inutilizar.
Porque não se fabricam mais os tipos antigos!
Imaginem, pois, um imóvel com tamadas duplas em vários cômodos.
Em tempo: O ADAPTADOR CUSTA O MESMO VALOR DA TOMADA NOVA.
Resultados: as agencias reguladoras, criadas pelos neoliberais para garantir a eficiencia e proteção ao consumidor, agora dá prejuizo a quem lhe paga os salários no fim de mês.
E em dose dupla!
Por André C. P. Martins
Pessoal, calma que não é bem assim. A mudança já havia sido feita há um bom tempo, justamente para permitir que os fabricantes se adaptassem. O novo modelo é interessante do ponto de vista da segurança pois impede que sejam colocados objetos metálicos entre os pinos quando o plug estiver conectado.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: Aneel, formato, tomada
21/08/2009 - 15:00
Do Valor
Sergio Leo, de Brasília
21/08/2009
Planos para investimentos bilionários de empresas brasileiras na Bolívia farão parte das conversas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá, amanhã, com o presidente boliviano Evo Morales, na Bolívia. Executivos da Braskem discutiam ontem, em Santa Cruz, com o ministro de Hidrocarburos boliviano, Oscar Coca, e o presidente da estatal de petróleo YPFB, Carlos Villegas, condições para investir até US$ 2,5 bilhões em um polo petroquímico desejado pela empresa no país. A Vale iniciou sondagens para um investimento de U$ 1,5 bilhão na exploração e processamento de minerais.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios, Sem categoria
Tags: acordo, Bolívia, Brasil, Braskem, rodovia, Vale
14/08/2009 - 17:14
Os resultados do BB – 1
Afinal, o Banco do Brasil marcou um golaço, ao aumentar sua carteira de crédito, ou ainda viverá mais à frente problemas de inadimplência? Presidente do BB, Aldemir Bendine aposta que no próximo trimestre a curva de inadimplência será ainda menor do que no momento. A PDD (provisão para perdas com crédito) está abaixo da média do sistema financeiro. Na carteira global é de 3,3% sobre o total contra mais de 5% dos grandes bancos.
Os resultados do BB – 2
No caso de Pessoas Física, o PDD do banco foi de 5,7% no semestre contra 9,2% do sistema financeiro nacional. Para Pessoa Jurídica, de 3,2%. Além disso, seguindo as normas do Banco Central, o BB tem um estoque de provisão (recursos para bancar eventual inadimplência) de cerca de 7% da carteira, dentro dos níveis do mercado, que são de 6% a 9%.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: balanço, Banco do Brasil, inadimplência
11/08/2009 - 09:12
Temas dos mais interessantes. Anos atrás, circulou intensamente na Internet um spam informando que o pai da modelo Daniela Sarahyba (clique aqui) depois de tomar cerveja de lata convencional, por ter contraído leptospirose de ratos.
Ao mesmo tempo, começaram a ser veiculados comerciais informando sobre a tampa especial desenvolvida pela Cervejaria Petropolis (não me lembro se também pela Schincariol), que evitaria o contágio.
Os concorrentes entraram com processos, alegando que não havia dados que comprovassem que as tampas eram mais higiênicas. Mas, graças a esse marketing, houve avanço na venda de cervejas dessas empresas.
Agora, aparentemente, um novo capítulo no jogo.
Mas o spam do seu Sarahyba entrará para a história da Internet como ferramenta de marketing
Da Folha
Para Procon, garantia de higiene do selo de alumínio é propaganda enganosa
Multa é de R$ 611 mil para cada cervejaria; Petrópolis diz que já obteve decisões favoráveis ao tema sobre o assunto e que irá recorrer
DA REPORTAGEM LOCAL
A Schincariol e a Petrópolis foram multadas em R$ 611 mil cada uma pelo Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor). De acordo com a entidade, as cervejarias, que diferenciam algumas de suas marcas pelo uso de selo de alumínio, induziram o consumidor ao erro “quanto a qualidade característica e segurança do produto anunciado, infringindo o artigo [...] que veda publicidade de índole enganosa.” A Petrópolis informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que irá recorrer da multa.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: cerveja, Daniela Sarahyba, leptospirose
07/08/2009 - 07:24
Por Savio
Nassif, A SDE abriu investigação contra a Visa e a Visanet. Motivo: possível conduta anticompetitiva. Esse setor é dominado pela Redecard e pela Visanet e é altamente monopolista. Seria de esperar, também, que a SDE investigue as altas taxas de administração cobradas dos comerciantes.
A Matéria é da Reuters.
http://br.reuters.com/article/businessNews/idBRSPE57600K20090807
SDE adota medida preventiva contra VisaNet
quinta-feira, 6 de agosto de 2009 21:47 BRT
BRASÍLIA (Reuters) – A Secretaria de Direito Econômico (SDE), vinculada ao Ministério da Justiça, instaurou nesta quinta-feira processo administrativo para investigar uma possível conduta anticompetitiva da VisaNet e da Visa International.
“O objeto do processo é a relação de exclusividade existente entre o Grupo Visa e a VisaNet do Brasil, que faz com que a VisaNet do Brasil seja a única credenciadora de estabelecimentos comerciais para aceitar cartões de pagamento Visa”, segundo nota no site do Ministério da Justiça.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: cartão de crédito, direito econômico, SDE
04/08/2009 - 15:21
Por André Inohara, da Dinheiro Vivo
A indústria química brasileira quer ser a quinta maior do mundo e gerar 1,5 milhão de empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva até 2020. Essa meta foi traçada pela Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), e passa pela criação de uma política industrial que estimule as exportações, fortaleça a cadeia produtiva nacional e gere renovação tecnológica.
“O mundo vai se mexer. Propomos que o Brasil não fique dependente de produtos importados. Somos a 9ª indústria química do mundo e queremos ser a 5ª”, disse o presidente do conselho diretor da Abiquim, Bernardo Gradin.
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Autor: andreinohara - Categoria(s): Crise, Economia, Negócios
Tags:
29/07/2009 - 06:53
Da Folha
Parceria com Petrobras será assinada em setembro, diz presidente venezuelano; projeto foi anunciado em 2005
DA REDAÇÃO
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse ontem que em setembro será assinado o acordo de parceria entre a Petrobras e a PDVSA (estatal petrolífera) na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O projeto foi anunciado em 2005 e está sendo tocado sozinho pela Petrobras, com cerca de 15% das obras já concluídas -o TCU apontou indícios de superfaturamento.
Sem dar detalhes, o venezuelano afirmou, após reunião em Caracas com o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, que foram solucionados os pontos que impediam o fechamento do negócio.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: Abreu de Lima, PDVSA, Petrobras, refinaria
15/07/2009 - 12:04
Do Portal Luís Nassif
Escrito por Rodrigo Mendes 09-Jul-2009
Apesar de a empresa não assumir, usuários do Speedy, o serviço de internet de banda larga da gigante Telefônica, já contam quatro panes que derrubaram o sistema somente este ano. A história é antiga: desde sua chegada ao Brasil, a empresa espanhola tem estado entre as primeiras posições – e não raro tem sido a grande campeã – de reclamações em diversos órgãos de defesa do consumidor, causando cada vez mais prejuízos aos seus usuários, especialmente na cidade de São Paulo.
Com a quarta falha, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) proibiu no dia 22 de julho a Telefônica de vender novas assinaturas de seu serviço de banda larga. A empresa, para voltar a operar normalmente, terá que apresentar à Anatel um plano de investimentos de reestruturação em suas atividades.
Continua
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: Speedy, Telefonica
04/07/2009 - 08:15
Do Estadão
Contratos atuais garantem funcionamento da unidade chinesa apenas até meados de 2011
Raquel Landim e Mariana Barbosa
A operação industrial da Embraer na China está em risco. Com o cancelamento de pedidos e sem novas encomendas, a empresa cogita fechar as portas da fábrica de Harbin, no norte do país, onde são feitos aviões do modelo ERJ 145.
Pelos contratos em vigor, a Embraer tem serviço para manter a unidade funcionando apenas até a metade de 2011. Se não surgirem novos pedidos, a avaliação é que não faz sentido seguir montando aviões na China.
A decisão de manter ou não a fábrica no país asiático deve ser tomada até meados do ano que vem. “Os próximos movimentos estratégicos para a nossa presença industrial na China devem ser definidos dentro de doze meses”, diz o presidente da Embraer, Frederico Curado.
Segundo o executivo, o prejuízo para encerrar as operações não seria grande. A Embraer e sua parceira China Aviation Industry Corporation (Avic) aplicaram US$ 25 milhões no negócio. Apesar da brasileira possuir 51% da joint venture, a sócia chinesa construiu a maior parte da infraestrutura.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: China, Embraer
01/07/2009 - 16:39
Por Carlos Eduardo
Joaquim Barbosa ?
Será que o Ministro está incomodando ?
Ontem, julgamento HC de diretor da Bombril na relatoria de JB :
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(..) No decorrer das investigações foi desvendado um esquema articulado de produção de documentação forjada e registro de falsas declarações, em especial junto ao Banco Central, viabilizando, assim, a ocultação da verdadeira finalidade das transferências internacionais realizadas para dentro e fora do território nacional,comprovadamente ilegítimas.
Verificou-se que só no período de 1996 a 2001 a referida empresa remeteu irregularmente para o exterior a quantia de R$ 2.223.948.230,28 (dois bilhões, duzentos e vinte e três milhões, novecentos e quarenta e oito mil, duzentos e trinta reais e vinte e oito centavos), o que foi qualificado pelo parquet federal como “a maior lavagem de dinheiro operada no Brasil, a partir de uma única empresa, agravada pela circunstância de haver se valido do nome prestigioso que possuía no mercado”.
Segundo a denúncia, o esquema se processava da seguinte forma: qualquer empresa que pretendesse enviar recursos ao exterior deveria fazer o depósito nas contas de algumas empresas de fachada, que repassavam para a Bombril S.A que, por sua vez, remetia o montante ao exterior sob o pretexto de ter adquirido títulos do tesouro dos Estados Unidos (T-bills) e outros títulos de emissão própria (BG Notes e BE Bonds). Ao que tudo indica, referida negociação com títulos nunca existiu, apenas foi criada para dar aparência de legitimidade ao fluxo de dinheiro. (…)
) no site do STF
http://www.stf.jus.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=110324
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: Bombril, Joaquim Barbosa, STF
01/07/2009 - 12:50
Ping
(…) No lugar de Lima Neto, assume Aldemir Bendine, 45, que é funcionário de carreira da instituição. A troca de comando no BB levantou temores, no mercado financeiro, de ingerência política.
“O governo está usando o BB e a Caixa como instrumento de política para baixar o spread (bancário) mesmo. O presidente do BB deve ter batido de frente”, comentou Laura Lyra, analista da Corretora Ativa.
Para alguns analistas do setor, a troca emite ao mercado um sinal negativo, com o governo lançando mão de medidas heterodoxas para tentar baixar o juro de forma artificial.
“A ingerência política não me permite recomendar compra para os papéis do banco, apesar de o potencial de valorização das ações”, disse João Augusto Frota Salles, economista da consultoria Lopes Filho.
Do Globo, de 09/04/2009
Publicada em 09/04/2009 às 23h59m
O Globo
RIO – A ingerência política sobre o Banco do Brasil (BB) já custou R$ 5,211 bilhões em valor de mercado à instituição em apenas dois dias. Essa é a desvalorização do BB na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) – considerando o preço de todas as suas ações – depois que o governo trocou Antonio Lima Neto por Aldemir Bendine na presidência do banco , com o intuito de forçar a queda do spread (diferença entre o custo de captação e os juros cobrados nos empréstimos).
Como mostra reportagem publicada neste sábado no Globo, na terça-feira, os acionistas do BB foram dormir com papéis de um banco que valia R$ 48,491 bilhões. Na quinta-feira, depois de uma queda acumulada das ações de 10,75% em dois dias (de 8,15% na quarta e mais 2,82% na quinta-feira), o banco passou a valer R$ 43,280 bilhões. No mesmo período, a Bolsa subiu 3,91% pelo Índice Bovespa (Ibovespa).
Para analistas, as ações do BB sofreram um baque irreversível: mesmo que recuperem o que perderam nos últimos dias, serão por muito tempo avaliadas com um “desconto” maior frente a seus concorrentes. Isso já ocorre com a Petrobras em relação a similares estrangeiras.
Para Álvaro Bandeira, economista-chefe da corretora Ágora, o caso é mais gritante pelo fato de o BB fazer parte do Novo Mercado da Bolsa, segmento de companhias com relações mais transparentes com os acionistas. E a empresa deve se pautar pela competitividade, para dar retorno ao investidor, afirmou.
Pong
Do Estadão de hoje
Quatro dos seis primeiros bancos do ranking entre as instituições da América Latina e Estados Unidos são brasileiros
Paula Pacheco
Entre as instituições financeiras da América Latina e dos Estados Unidos, o Banco do Brasil foi a que teve a maior valorização das ações no primeiro semestre. É o que mostra um estudo da Economática, consultoria especializada em dados do mercado acionário. Dos seis bancos com maior valorização nos primeiros seis meses de 2009, quatro são brasileiros.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Negócios
Tags: Banco do Brasil, Lopes Filho
14/06/2009 - 10:12
O escândalo, no caso, não é o comércio clandestino de jogadores, é a não exploração do potencial brasileiro. Vende-se matéria-prima (jogadores) em vez de desenvolver o valor agregado (a economia interna do futebol).
Lembro-me de, em 1979 ou 1978, ter escrito um artigo para a Playboy onde já estava claro o papel que as grandes transmissões televisas teriam na criação de uma indústria de entretenimento riquíssima. Lá, com meu otimismo injustificado, previa que em pouco tempo o Santos voltaria a ser uma estrela internacional sem sair de casa, apenas com os direitos de transmissão.
Um bom artigo do Plínio Fraga, na Folha, abordando esse desperdício brasileiro.
Da Folha
PLÍNIO FRAGA
Por entre as pernas
RIO DE JANEIRO - O ministro Guido Mantega vangloriou-se de o Brasil emprestar cerca de R$ 20 bilhões para o FMI. Um feito histórico para quem tem antecedentes de bancarrotas. Se Mantega e Lula decidissem montar com esse dinheiro um time de futebol, quantos jogadores conseguiriam comprar e manter por algumas temporadas? Mais ou menos 22 jogadores. Está certo, seria o melhor time do mundo, com Kaká, Robinho, Cristiano Ronaldo, Figo, Crespo, Shevchenko e Buffon, mas não é pouca coisa demais para o esforço de caixa feito por um país como o Brasil? O dinheiro ajudará a socorrer nações mais pobres que naufragam na crise mundial, mas, quando levado para o negócio do esporte, resume-se a pagar pouco mais de duas dezenas de pessoas. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Negócios
Tags: economia do, futebol, jogadores
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