Arquivo da Categoria Logística
13/11/2009 - 08:10
Por Sérgio Lamarca Leite
Nassif.
Veja que o que está sendo publicado.
Lucro as custas dos mau serviço prestado aos seus clientes com a anuência da Infraero e da inútil ANAC.
TAM e Gol são as aéreas mais lucrativas das Américas em 2009
As companhias aéreas brasileiras TAM e Gol são as duas mais lucrativas do setor no Continente Americano, segundo levantamento da consultoria Economatica que exclui o Canadá e considera apenas empresas de capital aberto.
No acumulado do ano, o lucro da TAM somou US$ 674 milhões, e o da Gol, US$ 267 milhões. Em terceiro lugar aparece a Chilena Lan Chile, com ganhos de US$ 122 milhões. No ranking que reúne as dez mais lucrativas, todas as demais são dos Estados Unidos.
Comentário
A apropriação da ANAC pelas companhias aéreas é total. Em qualquer setor regulado, de país sério, para ter direito ao filé mignon as companhias se obrigam a contrapartidas: assumir linhas de menor rentabilidade (para integrar o país), tratar adequadamente os passageiros.
A desregulamentação do setor ajudou a romper o cartel anterior, da Vasp, Varig e Transbrasil. Mas foi só se consolidarem novas empresas – TAM e Gol – para o cartel ressurgir. A ANAC não exige sequer coisas mínimas, como espaço decente entre as poltronas.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística, Negócios
Tags: aéreas, Gol, lucro, TAM
27/09/2009 - 14:50
Por Roberto São Paulo/SP
BBC Brasil/Último Segundo do iG
Depois de meses de impasse, sete presidentes sul-americanos fecharam no sábado o acordo de criação do Banco do Sul, instituição concebida para financiar projetos de desenvolvimento em infraestrutura e de integração comercial regional.
De acordo com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, o banco contará com capital inicial de US$ 20 bilhões, o dobro do que havia sido acordado em março………..
……………Participam da iniciativa os governos de Venezuela, Brasil, Argentina, Bolívia, Paraguai e Uruguai. O Chile, por enquanto, será membro observador.
Agora, o projeto será levado aos respectivos Congressos para a aprovação final.
Impasse O impasse sobre o peso dos países na tomada das decisões vinha atrasando a criacao da instituicao.
O ministro das Relações Exteriores do Equador, Fander Falconí, disse à BBC Brasil que os países-membros concordaram em uma “fórmula mista” que delimita o poder de decisão de cada país para a aprovação de empréstimos.
A posição do Brasil era de que os votos dos países que mais aportassem capital no banco deveriam ter maior peso nas decisões…………….
Comentário
Não sei como anda nos últimos tempos, mas a CA (Corporacion Andina de Fomento), constituída por todos os países andino da América do Sul, sempre foi considerado um modelo de organização, comparável ao nosso BNDES (clique aqui) .
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Now playing: John Coltrane – , Miles Davis, Duke Ellington – Soundtrack – In A Sentimental Mood – Other
via FoxyTunes
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Logística
Tags: Banco do Sul, BNDES, CAF
29/08/2009 - 10:21
Ontem passei o dia todo em almoços e outros trabalhos. E acabei não desenvolvendo o tema dos fundos de investimento em infraestrutura a serem tocados com recursos do FGTS. O dono da conta poderá optar por sacar e investir nesses fundos.
Se bem feito, através de uma estrutura de gestores profissionais, seguindo as regras de transparência do mercado de capitais, poderá ser um marco na história do moderno capitalismo social brasileiro.
Ao lado de alguns amigos, batalho por essa proposta desde os tempos de Fernando Collor – o “plano K”, como se recordam os leitores mais velhos. Tentei em vão convencer meus amigos ligados ao governo FHC, mas a privatização já tinha cartas marcadas e não avançou.
Depois, a ideia do encontro de contas foi apresentada a Luiz Gushiken, logo que Lula foi eleito, devido ao fato de ele ser um especialista em questões previdenciárias. Mas nada avançou.
Assim que voltar da missão de levar as menininhas na ONG de cachorros abandonados, trarei mais dados para as discussões.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Economia, Logística
Tags: FGTS, infraestrutura
28/08/2009 - 12:37
Conversei agora com Eliezer Baptista, a maior referência de logística brasileira, sobre o Plano de Outorgas dos Portos.
Ressalve-se, antes, que Eliezer é pai de Eike Baptista, um dos empresários com maior balha na agulha para investir no setor. Mesmo assim, sua avaliação é abrangente.
Em sua opinião, o Plano de Outorgas acabou sendo contaminado por interferências políticas, especialmente da Santos-Brasil – empresa do Opportunity que praticamente controla o Porto de Santos.
O único setor beneficiado é o de containers, diz ele, mas o Plano vai praticamente bloquear os investimentos no setor.
Para qualquer outro tipo de instalação portuária, o que tem atualmente funciona mal. Há muita interdependência de coisas miúdas que tornam cara a operação. Daí a necessidade de novos portos e investimentos.
Hoje em dia, a industrialização está cada vez mais se dirigindo para o interior de São Paulo, diz ele. Mas o porto de Santos não tem logística interna. Para chegar lá, é um desastre. E a operação de portos em cidades é de uma complexidade incrível, com limitações de todo o tipo.
O custo da logística interna, além do custo portuário, impede o uso de navios eficientes, diz Eliezer.
Os navios de containers vão até 25 nós, diz ele. Os novos navios, mais modernos, vão até 28 nós ou mais. O que o navio ganha no mar vai perder com o custo de carregamento do porto.
As medidas tomadas tiveram cunho político, diz ele. Não foram no sentido de estimular os investimentos.
Por Sergio Martins
Sr Nassif
Assisti a sua excelente palestra no seminário Santos Export, mas em relação à essas afirmativas do Eliezer e de outros, digo o seguinte: O modelo existente hoje, é o de sempre, ou seja a exploração dos portos, é monopólio da União, como reza a Constituição, diretamente ou sob concessão, no caso arrendamento, prevista na Lei 8630/93.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística
Tags: Eliezer Baptista, Plano de Outorgas, portos
28/08/2009 - 08:33
Do Último Segundo
Há uma discussão acesa no setor portuário, sobre o novo Plano de Outorgas a ser anunciado nos próximos dias pela Secretaria Especial dos Portos.
Da parte dos críticos, há quem veja uma excessiva recentralização. Secretário dos Portos, Pedro Britto nega. Diz que toda a legislação visa apenas dar segurança para os investimentos a serem realizados.
***
Um dos pontos de crítica é que caberá à Secretaria definir os locais a serem construídos os portos, em vez de deixar por conta da iniciativa privada a escolha. Nem se o empresário for dono da área, poderá construir e operar portos. Antes, a área terá que ser licitada.
Britto nega que essa decisão desestimulará investimentos ou tirará a iniciativa dos empresários.
Se o empresário identificar um local, poderá desenvolver projeto, apresentar à Secretaria Especial de Portos. Se foi incluído no Plano de Desenvolvimento Portuário, será colocado em licitação. Se o empresário perder, terá custos ressarcidos, assim como ocorre no setor de energia elétrica.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Coluna Econômica, Economia, Logística
Tags: Lei Geral de Outorgas, Pedro Ministro, portos, Secretaria Especial dos Portos
19/07/2009 - 07:30
Por Andre Araujo
O desmonte do outrora eficiente sistema ferroviario de passageiros no Brasil não se deu nos governos militares, como aqui constou em muitos comentarios. Começou de fato a partir de 1937, quando por razões populistas o Estado Novo congelou o preço das passagens, o que levou as empresas, a maioria particulares, a ter prejuizo e não mais investir na rede.
Com a Segunda Guerra e a crise cambial inglesa, decorrente da guerra, as companhias de capital britanico foram vendidas ao Governo Federal e a partir dai a gestão caiu de qualidade, foram feitos poucos investimentos (exceto na eletrificação), aparecem desvios, corrupção e empreguismo, levando todo o sistema à decadência, com a clientela caindo ano a ano.
A unica rede privada que sobrou após 1947 foi a Companhia Paulista de Estradas de Ferro, uma excelente ferrovia, de padrão europeu, estatizada pelo Governador Carvalho Pinto praticamente sem indenização aos seus 20.000 acionistas. um ato demagófico que levou logo essa empresa modelar ao padrão das outras redes estatais. Com o Governo JK foi dada total prioridade ao rodoviarismo em detrimento da ferrovia, a industria automobilistica se encarregou do lobby pro-rodovias.
Os governos militares apenas enterraram um sistema que ja estava morto em 1964 e o Brasil virou o unico grande pais em extensão territorial que não tem sistema ferroviario de passageiros. Russia, China, India e Canada tem vastas redes ferroviarias de passageiros, sendo o onibus secundário em relação ao trem. Nas privatizações de ferrovias, no Governo FHC perdeu-se uma chance de ouro para reinstalar os trens de passageiros, quando poderia se ter exigido dos compradores esse serviço, como fez a Argentina. Lá privatizou-se com a condição de todas as linhas terem trens de passageiros e lá., a mesma ALL que é a maior concessionaria no Brasil, carrega pasageiros, não aqui, porque ninguem exigiu que fizessem. A morte do sistema ferroviario de passageiros no Brasil é uma triste história que deve envergonhar todos os brasileiros. Hoje se levam crianças a trens turisticos (Campos do Jordão, Tiradentes) para conhecer um trem, como se fosse coisa de um passado longinquo. Nos EUA, com o maior sistema aereo do mundo, foram mantidos os trens de passageiros a custo de subsidio do Governo Fderal, através de uma empresa especialmente criada, a AMTRAK, que tem 25.000 funcionarios e opera os trens nos trilhos de empresas privadas. Portanto, não tem sentido o trem-bala antes de se reimplantar uma rede básica de trens de passageiros nos principais troncos do Pais, o trem bala sendo a etapa mais avançada de um sistema maior.
O trem bala é ao final um trem de luxo, de elite e não tem sentido implanta-lo sem que existem trens comuns para o povo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística
Tags: crise, desmonte, ferrovias
17/07/2009 - 11:53
Por Junior,SP
LN,
Que tal uma discussão sobre o projeto do trem bala? Segundo matéria da FSP, o custo orçado da obra passou para R$ 34,5bi – 63% a mais do inicialmente previsto.
Desta forma a passagem mais barata seria de R$ 150 e a viagem duraria 1h e 33min.
Acho que nessa condições o projeto não é viável. Valor muito próximo ao das passagens aéreas e mais demorado.
É forte candidato a Super-mico do PAC.
Por emerson
Olá.
Vivi por alguns anos no Japão e pude experimentar o sistema de trens-bala deles.
1) No Japão, as passagens eram da mesma ordem de preço das passagens aéreas, mas com algumas vantagens: as estações são no centro da cidade e são integradas com o sistema local de transporte (metro, taxi, onibus), e o conforto das poltronas é muito maior, incomparável o espaço. Um outro aspecto era a facilidade de comprar o bilhete e embarcar no trem, sem checkin, sem esteira de bagagem. A grande vantagem é mesmo a bagagem.
2) No Japão o sistema é extenso, ligando praticamente todas as grande cidades, mas começou ligando Toquio a Osaka durante os jogos olímpicos. Neste aspecto, o projeto Campinas-São Paulo – Rio é correto, inclusive, imagino a linha sendo expandida no futuro para Ribeirão Preto, Uberlandia e Belo Horizonte em uma direção e extendendo até Vitória na outra direção, além de uma terceira linha saindo de São Paulo em direção à Curitiba.
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Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística
Tags: PAC, trem-bala
10/05/2009 - 13:06
Por Roberto São Paulo/SP
Do Último Segundo do IG
Com quatro meses no mercado, Azul já demonstra força para brigar com GOL e TAM
Lecticia Maggi e Bruno Rico, do Último Segundo
SÃO PAULO – Após quatro meses no mercado, a companhia aérea Azul já demonstra força para brigar por clientes com as gigantes GOL e TAM. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), um mês após ser lançada, a Azul atingiu 1% de participação no mercado e, em março último, chegou a 2,3%. “É um feito”, afirma Alessandro Oliveira, professor do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA), que alerta, porém, ainda ser cedo para medir o impacto da companhia na aviação civil brasileira………….. Leia mais »
Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística, Negócios
Tags: aviação, Azul, Ocean Air
24/04/2009 - 15:00
Atualizado
Por Legal
E o TREM BALA nacional, o Maglev Cobra criado pelos pesquisadores da UFRJ, alguem sabe dizer se e um projeto viavel pra transporte intermunicipal ou publico, como acreditam os pesquisadors?
O governo esta interessado em conhecer o projeto e bancar uma tecnologia NACIONAL pra ligar as duas mairores cidades do pais?
E por falar em tecnologia, que fim levou o papel de plastico desenvolvido na UFSCar e que parecia ser uma alternativa muito viavel pra reciclagem do plastico?
Por Carlos Frederico Rocha
Nassif,
Envio abaixo o link para artigo escrito por Carlos Vainer e Aloisio Teixeira em que tratam de um projeto específico para o Maglev: ligação entre os aeroportos do Rio de Janeiro. Trata-se de uma ideia bastante interessante. Os aeroportos estão separados por 15 km. Cinco estão na CIdade Universitária. A implantação de um veículo leve que ligue os dois aeroportos permite uma conexão em cerca de 15 minutos. Trata-se do Santos Dumont ser utilizado como o terminal 3 do Galeão. Isso tem grandes benefícios para a UFRJ e para a cidade, viabilizando uma alternativa de saída do aeroporto para a Copa de 2014 e para a Olimpiada de 2016.
http://www.ufrj.br/detalha_noticia.php?codnoticia=7023
Autor: luisnassif - Categoria(s): Logística
Tags: trem-bala, UFRJ
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