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	<title>Luis Nassif &#187; Crise</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Os fantasmas da crise que não acabou</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 10:34:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>

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		<description><![CDATA[Por NevesTá feia a coisa:Société Générale explica aos seus clientes medidas de preparação para um potencial “colapso global”por Ambrose Evans-Pritchard“O banco francês Société Générale tem aconselhado os clientes a estarem prontos para um possível “colapso económico global” nos próximos dois anos, delineando uma estratégia de investimentos defensivos a fim de evitar destruição de riqueza.Num relatório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/wp-admin/edit-comments.php?deleted=0&amp;approved=20&amp;spam=0&amp;unapproved=0&amp;apage=3&amp;mode=detail&amp;comment_status=moderated"></a><big></big><big></big><big>Por Neves</big></p>
<p>Tá feia a coisa:<br />
<blockquote><big></big><big>Société Générale explica aos seus clientes medidas de preparação para um potencial “colapso global”</big></p>
<p>por Ambrose Evans-Pritchard</p>
<p>“O banco francês Société Générale tem aconselhado os clientes a estarem prontos para um possível “colapso económico global” nos próximos dois anos, delineando uma estratégia de investimentos defensivos a fim de evitar destruição de riqueza.</p>
<p>Num relatório intitulado “Worst-case debt scenario”, a equipe de activos do banco disse que os pacotes de resgate estatais do ano passado meramente transferiram passivos privados para novos ombros sobrecarregados, criando um novo conjunto de problemas.</p>
<p>Em quase todas as economias ricas a dívida geral ainda é demasiado alta em relação ao PIB (350% nos EUA), quer seja pública ou privada. Ela deve ser reduzida pelos duros golpes do “desalavancamento”, durante anos”.</p>
<p>Continua aqui: <a target="_blank" href="http://resistir.info/crise/s_generale_19nov09.html">http://resistir.info/crise/s_generale_19nov09.html<br /></a><br />No original aqui: <a href="http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/6599281/Societe-Generale-tells-clients-how-to-prepare-for-global-collapse.html">http://www.telegraph.co.uk/finance/economics/6599281/Societe-Generale-tells-clients-how-to-prepare-for-global-collapse.html</a></p></blockquote>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=3e132341-e4f2-8e3c-8368-0e5940a118cf" /></div>
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		<title>A casa da mãe Joana do BC</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[derivativos]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Torós]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Estadão
Torós abre crise no Banco Central
Fernando Nakagawa

Uma entrevista concedida pelo diretor de Política Monetária, Mário Torós, ao jornal Valor Econômico abriu uma crise no Banco Central (BC). Responsável pela administração de mais US$ 230 bilhões em reservas internacionais, e pelas operações no mercado de câmbio, Torós descreveu bastidores da atuação do BC durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Estadão</h2>
<h3><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091114/not_imp466249,0.php" target="_blank">Torós abre crise no Banco Central</a></h3>
<p>Fernando Nakagawa</p>
<p>Uma entrevista concedida pelo diretor de Política Monetária, Mário Torós, ao jornal Valor Econômico abriu uma crise no Banco Central (BC). Responsável pela administração de mais US$ 230 bilhões em reservas internacionais, e pelas operações no mercado de câmbio, Torós descreveu bastidores da atuação do BC durante a crise, nomes de bancos que sofreram saques e o ataque especulativo contra o real.</p>
<p>Torós já havia manifestado interesse em deixar o BC. Agora sua saída deverá ser apressada, segundo fontes de mercado. Segundo as fontes, Torós desrespeitou a hierarquia ao tratar de temas que dizem respeito ao presidente do banco, Henrique Meirelles, e revelou informações que não são públicas.</p>
<p>O interesse de Torós, ainda segundo essas fontes, teria sido chamar a atenção para seu papel no enfrentamento da crise, num momento em que define seu futuro profissional. Procurada pela reportagem do Estado, a assessoria de imprensa do BC informou que Torós não iria comentar a reportagem.</p>
<p>A assessoria de imprensa limitou-se a informar que &#8220;as declarações atribuídas ao diretor de Política Monetária, Mário Toros, pelo jornal Valor Econômico traduzem uma avaliação de caráter pessoal. O Banco Central não fará comentários a respeito&#8221;.</p>
<p>A substituição de Torós não é uma tarefa fácil. Depende da difícil escolha de um nome para sucedê-lo. Além da responsabilidade de gerir as operações de câmbio, há dúvidas sobre a futura linha de atuação do BC.</p>
<p><span id="more-38656"></span>Torós é considerado um diretor da ala mais ortodoxa do BC, junto com Mário Mesquita, diretor de Política Monetária. Torós e Mesquita são também, além do presidente Henrique Meirelles, os únicos membros da diretoria que vieram da iniciativa privada.</p>
<p>O nome do eventual sucessor de Torós dirá se haverá ou não mudança na atuação do banco. A definição é ainda mais sensível porque Meirelles estuda se vai ou não se desligar do BC para se candidatar a algum cargo nas eleições de 2010. Também se especula que Mesquita está de saída.</p>
<p>A entrevista de Torós provocou polêmica porque tratou de temas sensíveis ao BC. Segundo a reportagem, em outubro de 2008, o Brasil viveu uma corrida bancária. Em poucos dias, R$ 40 bilhões migraram dos pequenos e médios bancos para as grandes instituições.</p>
<p>Segundo Torós, empresas e bancos perderam US$ 10 bilhões por apostas malsucedidas no mercado futuro e um grande fundo de investimentos estrangeiro usou US$ 5 bilhões para especular contra o Brasil &#8211; o jornal cita o americano Moore Capital Management.</p>
<p>A reportagem cita que os bancos Votorantim e Safra sofreram saques. A suspeita dos clientes era que o Votorantim poderia ter sofrido com os derivativos financeiros do grupo e o Safra por ter ações da Aracruz. Posteriormente, o Banco do Brasil comprou 50% do banco Votorantim.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Torós  sabia que, quando todos os fatos fossem conhecidos, sua atuação irresponsável seria desmascarada. Saiu antes, atirando. Esses tolos deslumbrados, que nunca  avançaram além das planilhas &#8211; como ele e Alexandre Schwartsman &#8211; tentam compensar a fragilidade das idéias com retórica forte.</p>
<p>Como, com raras exceções, tem-se uma imprensa mal informada, amadora, que se guia por slogans, é possível que o baixo nível do Alexandre possa ser revezado, agora, com o de Torós.</p>
<p>Aliás, o guru máximo de Torós era o Luiz Carlos Mendonça de Barros &#8211; que deixou o discípulo na mão ao se posicionar no mercado futuro de políticva econômica como crítico do câmbio apreciado.</p>
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		<title>Eles quase quebraram o país</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/13/eles-quase-quebraram-o-pais/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[crise bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Meirelles]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Mesquita]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Torós]]></category>
		<category><![CDATA[swap reverso]]></category>

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		<description><![CDATA[
Henrique Meirelles, Mário Torós e Mário Mesquita, do Banco Central.
Belíssima matéria de Cristiano Romero e Alex Ribeiro, no Valor de hoje, sobre a corrida bancária na crise do ano passado. Some-se a matéria de ontem da Raquel Ballarin sobre o ataque especulativo de que foi alvo o Unibanco, no mesmo período (clique aqui para ler [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/foto_13cul-mesquita-d11.jpg"><img class="size-large wp-image-38536 alignnone" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/foto_13cul-mesquita-d11.jpg" alt="foto_13cul-mesquita-d11" width="220" height="142" /></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/foto_13cul-meirelles-d9.jpg"><img class="size-large wp-image-38537 alignleft" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/foto_13cul-meirelles-d9.jpg" alt="foto_13cul-meirelles-d9" width="220" height="142" /></a><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/foto_13cul-toros-d7.jpg"><img class="size-large wp-image-38538  alignleft" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/11/foto_13cul-toros-d7.jpg" alt="foto_13cul-toros-d7" width="104" height="139" /></a></p>
<p style="text-align: left">Henrique Meirelles, Mário Torós e Mário Mesquita, do Banco Central.</p>
<p style="text-align: left">Belíssima matéria de Cristiano Romero e Alex Ribeiro, no Valor de hoje, sobre a corrida bancária na crise do ano passado. Some-se a matéria de ontem da Raquel Ballarin sobre o ataque especulativo de que foi alvo o Unibanco, no mesmo período (<a href="http://notebook.zoho.com/nb/public/luisnassif/page/224186000000037097?nocover=true" target="_blank">clique aqui</a> para ler a matéria).</p>
<p style="text-align: left">O curioso da matéria é que ela foi feita em cima de Mário Torós, personagem central da crise, com ele relatando como quase salvou o país. Irresponsáveis que quase jogam o país na maior crise da sua história.</p>
<p style="text-align: left">Toda essa jogatina desenfreada, patrocinada pelo BC, foi relatada aqui no Blog.</p>
<p style="text-align: left">Primeiro, o banco permitiu a apreciação desmedida do real.</p>
<p style="text-align: left">Depois, para compensar os grandes exportadores, instituiu o &#8220;swap reverso&#8221;, uma excrescência que permitia aos exportadores ganhos financeiros sempre que o real se apreciava. Ou seja, perdiam no operacional, mas ganhavam no financeiro. Com isso, o BC colocava todas as forças da economia &#8211; mercado financeiro e grandes empresas exportadoras, na mesma linha de apreciação da moeda. Quem bancava o ganho financeiro da especulação? O BC, é claro. Ou, melhor, o Tesouro. Ou melhor, todos os contribuintes.</p>
<p style="text-align: left">No dia <strong>3 de junho de 2008</strong> &#8211; antes da crise, portanto &#8211; na coluna &#8220;<a href="http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=7680" target="_blank">O escândalo do swap reverso</a>&#8221; alertei para essa leviandade:</p>
<blockquote><p>O Ministério da Saúde está em uma luta insana para obter R$ 20 bilhões adicionais, que garantiriam a universalização do acesso a medicamentos no pais.</p>
<p>Do ano passado a maio deste ano, a mesa de operações do Banco Central, com apenas uma operação – o “swap reverso”, operação no mercado de derivativos &#8212; deu um prejuízo de R$ 10 bilhões ao Tesouro, e um lucro correspondente ao sistema bancário.</p>
<p>(&#8230;) Suponha-se a situação inversa: uma crise cambial que provocasse uma enorme desvalorização do real. Pelas quantias envolvidas no “swap cambial” haveria o risco concreto de uma crise sistêmica, obrigando o BC a intervir no mercado para salvar as instituições. O BC está agente de criação de futuros riscos sistêmicos.</p>
<p>É bom que os operadores do BC se dêem conta. Estão atuando contra o Estado brasileiro, queimando dinheiro público. Essa operação tem contornos que permitem desde a abertura de uma CPI até de um inquérito por parte do Ministério Público.</p></blockquote>
<p><span id="more-38535"></span>O BC criou o epicentro desse jogo especulativo com derivativos. Induziu todos os grandes grupos nacionais não-financeiros a entrar nesse jogo. No rastro, grandes bancos estrangeiros trouxeram operações similares com derivativos internacionais. Criou-se uma jogatina desenfreada. Quando a crise explodiu, as incertezas quanto ao tamanho do rombo ameaçaram arrastar todos de roldão, não apenas bancos pequenos e médios, muito alavancados, mas até o Unibanco &#8211; conforma mostrou a matéria da Raquel Ballarin &#8211; apesar de sua posição sólida.</p>
<p>Mesmo nesse quadro de intenso tiroteio, esses irresponsáveis ainda seguraram os juros nas alturas. Aliás, a matéria conta que Henrique Meirelles quase foi demitido &#8211; o que absolve a Carta Capital da capa que fez dando conta de sua demissão.</p>
<p>O que era para dar margem a uma CPI, a um inquérito da Polícia Federal e do Ministério Público, vira uma auto-louvação na boca dos dois Mários &#8211; os mesmos que, em sucessivas entrevistas em off para o mesmo Valor &#8211; ameaçaram o governo com demissão coletiva em plena crise. Se não fosse a atuação rápida da Fazenda, a crise teria sido um terremoto, e não uma marola.</p>
<p>Mereciam duas medalhas: um inquérito do MPF por irresponsabilidade na condução da política monetária; e um troféu Burrice por virem, agora, chamar a atenção pública para sua irresponsabilidade.</p>
<p>Desde fins de 2007 vinha alertando aqui que a política cambial era o maior fator de risco do governo Lula. Espero que aprenda para 2010.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A crise e os salários no Brasil</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/04/a-crise-e-os-salarios-no-brasil/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/04/a-crise-e-os-salarios-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[OIT]]></category>
		<category><![CDATA[salários]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Victor Bezerra
Caro Nassif, não sei como sugerir um post por isso o faço por meio deste comentário. De repente vale a pena ler:

No G20, crise afetou menos salários do Brasil, diz OIT

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091103_salario_rc.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Victor Bezerra</h2>
<p>Caro Nassif, não sei como sugerir um post por isso o faço por meio deste comentário. De repente vale a pena ler:</p>
<p>No G20, crise afetou menos salários do Brasil, diz OIT</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091103_salario_rc.shtml" target="_blank">http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091103_salario_rc.shtml</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O IOF no capital externo</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/20/36360/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/20/36360/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 09:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[capital externo]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif

Ache outros vídeos como este em Portal Luis Nassif]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<p><object width="456" height="344"><param name="bgcolor" value="#EEF4F6" /><param name="flashvars" value="config=http%3A%2F%2Fblogln.ning.com%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D2189391%253AVideo%253A200950%26ck%3D-&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off&amp;isEmbedCode=1" /><param name="src" value="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=4.13.1%3A73311a8" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="456" height="344" src="http://static.ning.com/socialnetworkmain/widgets/video/flvplayer/flvplayer.swf?v=4.13.1%3A73311a8" allowfullscreen="true" wmode="opaque" flashvars="config=http%3A%2F%2Fblogln.ning.com%2Fvideo%2Fvideo%2FshowPlayerConfig%3Fid%3D2189391%253AVideo%253A200950%26ck%3D-&amp;video_smoothing=on&amp;autoplay=off&amp;isEmbedCode=1" bgcolor="#EEF4F6"></embed></object><br />
<a href="http://blogln.ning.com/video/video">Ache outros vídeos como este em <em>Portal Luis Nassif</em></a></p>
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		<title>A volta do círculo vicioso do câmbio</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/16/a-volta-do-circulo-vicioso-do-cambio/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 12:15:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[círculo vicioso]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[O círculo vicioso do câmbio está dado mais uma vez.

Tem-se o seguinte quadro internacional:

1.	Excesso de liquidez e propensão a novas bolhas especulativas.

2.	Dúvidas de monta sobre o fim da crise internacional.

3.	Desalinhamento das taxas de juros nacionais, com alguns países puxando a alta de juros antes de outros.

Todo esse clima induz à volatilidade cambial no mundo.

Nesse cenário, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O círculo vicioso do câmbio está dado mais uma vez.</p>
<p>Tem-se o seguinte quadro internacional:</p>
<p>1.	Excesso de liquidez e propensão a novas bolhas especulativas.</p>
<p>2.	Dúvidas de monta sobre o fim da crise internacional.</p>
<p>3.	Desalinhamento das taxas de juros nacionais, com alguns países puxando a alta de juros antes de outros.</p>
<p>Todo esse clima induz à volatilidade cambial no mundo.</p>
<p>Nesse cenário, o Brasil é a bola da vez dos movimentos especulativos. Há fundamentos sólidos para se apostar no Brasil, o reconhecimento de que saiu da crise antes dos demais, o mérito de ter sabido dosar medidas ortodoxas e anticíclicas, a percepção mundial de que será um dos países líderes da economia global nas próximas décadas.</p>
<p>Sobre essa base fundamentalista, ocorre o movimento especulativo que, nos próximos meses, inundará o país de dólares.</p>
<p>Em qualquer país racional, o Banco Central alteraria sua maneira de atuar sobre o câmbio e a política monetária. Por aqui, não só tem reforçado a visão ortodoxa, como tem atuado claramente visando estimular esse jogo especulativo.</p>
<p>Duas manifestações do BC, em países como os Estados Unidos, no mínimo ensejariam a abertura de um processo de responsabilização.</p>
<p>O primeiro, a declaração de um diretor do BC de que a compra de reservas cambiais não reduz a apreciação do real. O segundo, o relatório do BC apontando a possibilidade de elevação dos juros no próximo ano, como reflexo do aumento de despesas públicas – uma afirmação que não tem nenhuma base factual, ainda mais levando-se em conta de que a apreciação do real funciona como elemento anti-inflação.</p>
<p>Nos dois casos, o BC atuou como agente estimulador desse movimento de apreciação cambial.</p>
<p>Agora, se entra em período eleitoral, no qual a apreciação cambial conta votos. Haverá volatilidade no câmbio atrapalhando exportações e investimentos. Mas será contida, no início, pelas reservas cambiais.</p>
<p>No final do ano que vem, os economistas dos candidatos favoritos estarão estudando como sair da armadilha cambial que lhes foi deixada.</p>
<p>Em fins de 1998, o país começava a recuperar o ímpeto reformista, atropelado pelas jogadas cambiais do início do Real. Na ocasião escrevi que a imprudência com o câmbio mataria qualquer veleidade de FHC de fazer um bom governo.</p>
<p>Espero que essa desgraça não se repita agora.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lula e Serra no enfrentamento da crise</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/13/lula-e-serra-no-enfrentamento-da-crise/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 10:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[medidas]]></category>
		<category><![CDATA[Serra]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=35701]]></guid>
		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif
Do Blog de Eduardo Marques
DIFERENÇAS NO ENFRENTAMENTO DA CRISE.
Muito tem sido dito, ultimamente, sobre as possíveis semelhanças de projetos entre as candidaturas tucana e petista em 2010. O período de crise pelo qual o Brasil passou, porém, revelou-se importante para fazermos um balanço sobre as reais diferenças de projetos que estarão em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3>Do Blog de Eduardo Marques</h3>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/forum/topics/diferencas-no-enfrentamento-da" target="_blank">DIFERENÇAS NO ENFRENTAMENTO DA CRISE.</a></h3>
<p>Muito tem sido dito, ultimamente, sobre as possíveis semelhanças de projetos entre as candidaturas tucana e petista em 2010. O período de crise pelo qual o Brasil passou, porém, revelou-se importante para fazermos um balanço sobre as reais diferenças de projetos que estarão em jogo no ano que vem.</p>
<p>O Governo Lula, para enfrentar a crise, reduziu alíquotas de impostos, aumentou o gasto público, baixou os juros e ampliou o crédito público, implantando uma política tributária, fiscal, monetária e creditícia anti-recessiva, promovendo diretamente e financiando a produção e o consumo. Também manteve e aprofundou as políticas sociais de transferência de renda. Esta agenda tirou o país da crise rapidamente.</p>
<p>No Governo Serra, a venda do patrimônio público, o “arrocho salarial”, o congelamento dos recursos para financiamento da produção e o aumento da carga tributária permaneceram como elementos centrais da administração tucana. Uma política tributária, fiscal e creditícia irresponsável, aprofundando a crise econômica. A insistência nesta agenda ultrapassada foi definida pelo Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda do Governo Lula, em reportagem recente (O Estado de São Paulo, 2/10/2009), como “terrorismo fiscal”.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/forum/topics/diferencas-no-enfrentamento-da" target="_blank">Continua</a></p>
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		<title>O atraso na restituição do IR</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[restituição]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha
Contribuinte não perde com IR, diz Mantega
Ministro afirma que restituição "demorará um pouco mais" porque "este é um ano difícil", mas que o atraso terá correção pela Selic

Receita deve deixar de pagar R$ 3 bi em restituições neste ano; de R$ 15 bi que estavam programados, só R$ 12 bi serão depositados

DA SUCURSAL DE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0910200911.htm" target="_blank">Contribuinte não perde com IR, diz Mantega</a></h3>
<p>Ministro afirma que restituição &#8220;demorará um pouco mais&#8221; porque &#8220;este é um ano difícil&#8221;, mas que o atraso terá correção pela Selic</p>
<p>Receita deve deixar de pagar R$ 3 bi em restituições neste ano; de R$ 15 bi que estavam programados, só R$ 12 bi serão depositados</p>
<p>DA SUCURSAL DE BRASÍLIA</p>
<p>O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou que os contribuintes não &#8220;perdem nada&#8221; com o atraso na devolução das restituições do IR, determinada pelo governo por causa da queda na arrecadação causada pela crise internacional.</p>
<p><span id="more-35386"></span>&#8220;Este é um ano difícil, existe um ajuste na arrecadação. Faremos a restituição, só que demorará um pouco mais. O contribuinte não perde porque, se atrasar, está rendendo Selic&#8221;, admitiu Mantega.</p>
<p>Conforme a Folha antecipou ontem, a Receita Federal deverá deixar de pagar R$ 3 bilhões em restituições devidas aos contribuintes neste ano. Dos R$ 15 bilhões que estavam programados para devolução, só R$ 12 bilhões serão depositados neste ano.</p>
<p>Não existe uma regra que obrigue o governo a pagar as restituições até dezembro. Todo ano, uma instrução normativa decide como será o cronograma de pagamentos. A prática é que os contribuintes recebam em lotes mensais entre junho e dezembro de cada ano.</p>
<p>A prioridade é dada a aposentados e depois a quem tem valores mais baixos a receber, pois são geralmente contribuintes com renda menor. Isso quer dizer que o adiamento deve atingir as pessoas que têm valores mais altos a receber e que demoraram a entregar as declarações, já que a Receita faz a devolução pela ordem de recebimento.</p>
<p>De acordo com a assessoria de imprensa da Receita Federal, se houver atraso no pagamento das restituições, será preciso uma nova instrução normativa alterando o calendário de pagamentos com a inclusão de novos lotes em 2010.</p>
<p>O argumento de Mantega de que não há perda para o contribuinte é verdadeiro se a pessoa não estiver endividada. Os juros pagos pelo governo correspondem à taxa Selic. Se o dinheiro for aplicado num fundo, a remuneração será mais baixa e, além disso, o rendimento será tributado pelo IR.</p>
<p>Mas, se o contribuinte tiver uma dívida e for usar o dinheiro da restituição para quitar o débito, quanto mais o governo demorar a pagar, maior será o prejuízo. É que os juros cobrados nos financiamentos são sempre mais altos que a Selic.</p>
<p>Mantega negou que o governo esteja usando &#8220;artificialismos&#8221; para aumentar o número de contribuintes que ficam retidos na malha fina e, com isso, reduzir ainda mais as despesas do governo federal.</p>
<h4>Oposição critica</h4>
<p>As declarações que ficam retidas na malha fina não são pagas no mesmo ano da entrega da declaração. Só depois que as pendências são resolvidas é que esses trabalhadores podem receber o saldo remanescente.</p>
<p>A oposição ao presidente Lula no Congresso reagiu ontem com críticas ao atraso no pagamento das restituições do IR. O líder do DEM na Câmara, deputado Ronaldo Caiado (GO), comparou a atitude ao confisco da poupança na época do ex-presidente Fernando Collor e classificou o ato como um golpe contra a classe média do país. &#8220;É uma maneira de confiscar, de assaltar o povo brasileiro.&#8221;</p>
<p>Para o líder do PSDB, deputado José Aníbal (SP), os atrasos nas restituições são fruto da desorganização do governo federal. &#8220;Eles não estão deixando de pagar às grandes empreiteiras, mas sim aos que contam com aquele dinheiro para pagar contas&#8221;, afirmou.</p>
<p>O deputado Fernando Chucre (PSDB-SP) protocolou requerimento pedindo esclarecimentos a Mantega.</p>
<p>Ele quer saber, por exemplo, como o governo pretende agir com quem fez a antecipação da restituição em bancos, com o pagamento mensal de juros, e teve o seu caso postergado por conta dessa medida; e qual é o dispositivo legal para amparar essa decisão.</p>
<p>Em resposta às diversas críticas, o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), foi à tribuna e disse que o &#8220;confisco da caderneta de poupança ocorreu em outros períodos no país, quando a oposição de hoje era governo&#8221;.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>A crise explica parte do problema com a arrecadação, na qual o governo não tinha controle. Os problemas enfrentados pela Receita, com o fator Lina Vieira (sua indicação para o cargo) explicam a parte sobre a qual a responsabilidade é da Fazenda.</p>
<h2><!--more-->Por Auditor-Fiscal em atividade</h2>
<p>Caro Nassif,</p>
<p>Não vejo como esta retenção das restituições pode ser imputada à ex-Secretária Lina.</p>
<p>Até 2002, as restituições do IRPF eram pagas em sete lotes mensais (como é até hoje), e o valor de cada lote correspondia a aproximadamente 1/7 do valor total de IR a restituir.</p>
<p>A partir de 2003, infelizmente a Receita Federal deixou de ter autonomia para fixar o valor do lote, havendo interferência da Secretaria do Tesouro Nacional.</p>
<p>Isto, apesar de não ser informação citada em ato normativo, pode ser constatado no site, em Notícias.</p>
<p>Até 2002, os lotes tinham um valor sem qualquer aparência de arredondamento.</p>
<p>A partir de 2003, se for pesquisado, a grande maioria dos lotes normais (não os de malhas liberadas) tem valor próximo a um grande número arredondado. Algo como R$ 1.199.875.437,00 (hipoteticamente, indicando que houve limitação clara a R$ 1,2 bilhão).</p>
<p>Em fins de 2003 ou 2004, Ministro Palocci foi cobrado de forma similar ao que agora se cobra do Ministro Mantega, e houve a divulgação de que isto seria resultado da melhoria nos indicadores de malha, provocando lotes ‘normais’ adicionais fora do dia 15, de praxe.</p>
<p>Na mesma época, também se divulgou que segurar as restituições ajudaria a manter alto o FPM e o FPE, porque, assim como hoje, haveria queda na arrecadação e, portanto, queda no repasse, com influência nas contas estaduais e, principalmente, municipais.</p>
<p>Portanto, a eventual limitação no valor dos lotes não pode ser imputada à escolha da Secretária Lina. Certo ou errado, é política governamental na área de finanças públicas.</p>
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		<title>O segundo tempo da crise mundial</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/07/o-segundo-tempo-da-crise-mundial/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 12:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[economia global]]></category>

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		<description><![CDATA[O mundo vive outro momento de irracionalidade.

No auge da crise, os Bancos Centrais ampararam as instituições financeiras, mas não desarmaram a bomba dos fundos hedge.

Sua característica principal é radicalizar qualquer movimento da economia – para cima ou para baixo.

Nos próximos meses, esses movimentos se tornarão cada vez mais voláteis, a partir de tendências que já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo vive outro momento de irracionalidade.</p>
<p>No auge da crise, os Bancos Centrais ampararam as instituições financeiras, mas não desarmaram a bomba dos fundos hedge.</p>
<p>Sua característica principal é radicalizar qualquer movimento da economia – para cima ou para baixo.</p>
<p>Nos próximos meses, esses movimentos se tornarão cada vez mais voláteis, a partir de tendências que já se delinearam:</p>
<p>1. Recuperação da economia global, permitindo a recuperação nos preços das commodities.</p>
<p>2. Liquidez internacional empoçada, já que o dinheiro injetado pelos Bancos Centrais (inclusive no Brasil) não se transformou em crédito para o setor real da economia.</p>
<p>3. Volatilidade cambial extrema, ainda mais agora que os países recomeçam o movimento de alta dos juros, de maneira não sincronizada, abrindo espaço para arbitragens.</p>
<p>4. A euforia desenfreada com algumas economias, especialmente a brasileira.</p>
<p>Tudo conspira para uma nova bolha, seguida de uma nova crise, na qual velhos governos, já desgastados pelo insucesso em aproveitar a primeira onda para medidas eficazes, terão que enfrentar a segunda.</p>
<p>Conselho aos investidores: pé no freio. Esse movimento irracional poderá permitir algum ganho com esses novos IPOs, mas a possibilidade de micar com a ação é grande.</p>
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		<title>Regulando o risco das agências</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/01/regulando-o-risco-das-agencias/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 15:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Agências de Analise de Risco]]></category>
		<category><![CDATA[ratings]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Jorge Verissimo Pereira
Sera se agora saiu alguma coisa sobre as agencias de risco Nassif. Parecem que elas tem um bom lobby mas um influente congressita americano quer novas regras.

Entre outras revisoes ele quer que as agencias de risco (Moody’s, Standard &#38; Poor’s and Fitch Ratings tem por volta de 95% do mercado) sejam coletivamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Jorge Verissimo Pereira</h2>
<p>Sera se agora saiu alguma coisa sobre as agencias de risco Nassif. Parecem que elas tem um bom lobby mas um influente congressita americano quer novas regras.</p>
<p>Entre outras revisoes ele quer que as agencias de risco (Moody’s, Standard &amp; Poor’s and Fitch Ratings tem por volta de 95% do mercado) sejam coletivamente responsaveis por falta de cuiddo como nos casos dos titulos de subprime. Paul Kanjorski que eh Democrata Pennsylvania quer tambem atuar no problema na qual as companias que emitem titulos pagam para estas agencias fazerem os ratings, ao contrario dos investidores. Ai tem-se conflito de interesse.  <a href="http://www.huffingtonpost.com/2009/09/30/richard-cantor-moodys-exe_n_304472.html" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
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		<title>6º Fórum de Economia da FGV</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/25/6%c2%ba-forum-de-economia-da-fgv/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 18:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andreinohara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhe aqui as entrevistas exclusivas com alguns dos principais economistas que participaram do 6º Fórum de Economia da FGV, nos dias 21 e 22 de setembro.
Yoshiaki Nakano
A herança da crise econômica mundial

 

Márcio Holland - Parte 01
A influência do câmbio no setor industrial


Márcio Holland - Parte 02
A atuação do governo no câmbio


Márcio Holland - Parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acompanhe aqui as entrevistas exclusivas com alguns dos principais economistas que participaram do 6º Fórum de Economia da FGV, nos dias 21 e 22 de setembro.</p>
<h3>Yoshiaki Nakano</h3>
<p>A herança da crise econômica mundial</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZgipL1S8gT0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/ZgipL1S8gT0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3><span id="more-34197"></span></h3>
<h3>Márcio Holland &#8211; Parte 01</h3>
<p>A influência do câmbio no setor industrial</p>
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<h3>Márcio Holland &#8211; Parte 02</h3>
<p>A atuação do governo no câmbio</p>
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<h3>Márcio Holland &#8211; Parte 03</h3>
<p>As etapas do desenvolvimento econômico</p>
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<h3>Luiz Carlos Bresser &#8211; Parte 01</h3>
<p>A discussão do nacionalismo</p>
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<h3>Luiz Carlos Bresser &#8211; Parte 02</h3>
<p>O futuro do capitalismo</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fxXueHNZq0c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/fxXueHNZq0c&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Luiz Carlos Bresser &#8211; Parte 03</h3>
<p>As eleições de 2010</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yxdeDEI2PrU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/yxdeDEI2PrU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dando sopa para o azar</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/25/dando-sopa-para-o-azar/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 10:50:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[contas externas]]></category>
		<category><![CDATA[déficit comercial]]></category>
		<category><![CDATA[importações]]></category>

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		<description><![CDATA[O país foi salvo pela crise internacional de um nó nas contas externas. A apreciação irresponsável do real levou a uma rápida deterioração. Já em fins de 2007 era possível se prever uma crise cambial até o final do ano.

A crise externa salvou as contas brasileiras, ao promover uma brusca redução das importações. Lula foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O país foi salvo pela crise internacional de um nó nas contas externas. A apreciação irresponsável do real levou a uma rápida deterioração. Já em fins de 2007 era possível se prever uma crise cambial até o final do ano.</p>
<p>A crise externa salvou as contas brasileiras, ao promover uma brusca redução das importações. Lula foi salvo pela sorte, não pela política econômica do BC.</p>
<p>Com a crise, a atuação do BC foi pífia &#8211; embora Henrique Meirelles queira, agora, colher os louros da melhora. O dinheiro injetado nos bancos voltou ao Banco Central na forma de operação compromissada &#8211; não melhorando em nada a escassez de crédito na economia.</p>
<p>Agora, volta o jogo. O descuido com as contas externas gera a vulnerabilidade externa. O BC emite sinais de aviso, mas na direção contrária. Em vez de reconhecer que esse quadro é agravado pela apreciação cambial, apenas prepara o terreno para um aumento futuro de juros que reduza os déficits comerciais no próximo ano, ao mesmo tempo que continue a remunerar o capital especulativo.</p>
<p><a href="http://notebook.zoho.com/nb/public/luisnassif/page/224186000000030145" target="_blank">Clique aqui </a>para matérias sobre o tema.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Alemanha e Franca e a proposta Tobin</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/22/alemanha-e-franca-e-a-proposta-tobin/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:11:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Tobin]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=33889]]></guid>
		<description><![CDATA[Por lionel
Luis,

clique aqui.


È uma intrevista com o ministro da Fazenda da Alemanha. Deculpa é em françês, e não tenho tempo de traduzi-lo, mas acho que deve ter alguma coisa em português sobre isto no Der Spiegel internet.

Pelo que estou entendendo a França segue a Alemanha, mas são eles (Alemanha) que tem a proposta mais trabalhada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por lionel</h2>
<p>Luis,</p>
<p><a href="http://www.lesechos.fr/info/inter/020144247779–il-faut-une-juste-repartition-du-fardeau-de-la-crise-.htm" target="_blank">clique aqui.<br />
</a></p>
<p>È uma intrevista com o ministro da Fazenda da Alemanha. Deculpa é em françês, e não tenho tempo de traduzi-lo, mas acho que deve ter alguma coisa em português sobre isto no Der Spiegel internet.</p>
<p>Pelo que estou entendendo a França segue a Alemanha, mas são eles (Alemanha) que tem a proposta mais trabalhada (para variar!) (defendendo a introdução da taxa Tobin, de penalizar capitais voláteis).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/22/alemanha-e-franca-e-a-proposta-tobin/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Brasil, segundo o El País</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/22/o-brasil-segundo-o-el-pais/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/22/o-brasil-segundo-o-el-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 11:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Modelo]]></category>
		<category><![CDATA[El Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=33861]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Marcelo Costa
El País diz, em linhas gerais, que o Brasil reivindica maior participação nas decisões políticas e econômicas do mundo já que tem liderança entre os países da América do Sul e superou a crise econômica com autoridade.

Matéria do Uol

Matéria da BBC Brasil

Matéria do El País]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Marcelo Costa</h2>
<p>El País diz, em linhas gerais, que o Brasil reivindica maior participação nas decisões políticas e econômicas do mundo já que tem liderança entre os países da América do Sul e superou a crise econômica com autoridade.</p>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/09/22/ult5017u324.jhtm" target="_blank">Matéria do Uol</a></p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/09/090922_presselpais_ba.shtml" target="_blank">Matéria da BBC Brasil</a></p>
<p><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Brasil/alborota/orden/mundial/elpepuint/20090922elpepuint_1/Tes" target="_blank">Matéria do El País</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Falta a perna exportadora</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/19/falta-a-perna-exportadora/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 13:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Barbosa]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise econômica permitiu o aparecimento de uma grande vocação pública: o economista Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Do governo, é o economista com melhor visão, com foco nos pontos relevantes e nos pontos vulneráveis do modelo econômico, além da capacidade operacional demonstrada nas medidas anticíclinas do ano passado e na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise econômica permitiu o aparecimento de uma grande vocação pública: o economista Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.</p>
<p>Do governo, é o economista com melhor visão, com foco nos pontos relevantes e nos pontos vulneráveis do modelo econômico, além da capacidade operacional demonstrada nas medidas anticíclinas do ano passado e na capacidade analítica de perceber os desdobramentos da crise.</p>
<p>Aqui, uma entrevista ao Estadão onde vai no centro da vulnerabilidade da atual política econômica: a questão exportadora.</p>
<h2>Do Estadão</h2>
<h3><a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090919/not_imp437571,0.php" target="_blank">&#8221;Comércio externo é a saída da crise&#8221;</a></h3>
<p>Nelson Barbosa: secretário de Política Econômica; secretário afirma que a palavra que entra na agenda do País agora, após a freada global, é competitividade</p>
<p>Adriana Fernandes e Fabio Graner, BRASÍLIA</p>
<p><span id="more-33683"></span>O governo pretende atuar com medidas pontuais e objetivas para aumentar a competitividade da economia brasileira no mercado internacional e enfrentar o problema cambial. A informação é do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, que avaliou que, no futuro próximo, não há risco de uma nova crise cambial no País. Competitividade, disse ele, é o nome da nova agenda na fase atual de saída da crise e retomada econômica.</p>
<p>A volatilidade da taxa de câmbio, afirmou, está associada ao fato de o real ser bastante sensível aos preços das commodities. O dólar, admitiu, pode cair ainda mais. Leia os principais trechos da entrevista, concedida esta semana ao Estado:</p>
<p>Qual é agenda econômica a partir de agora, com a saída da crise?</p>
<p>A competitividade externa do Brasil, que já era uma questão antes da crise. O desafio é direcionar os ganhos das atividades de commodities para toda a economia, para que isto aumente a competitividade das empresas e da mão de obra e para que se tenha crescimento para todo o País.</p>
<p>Há o risco de uma crise cambial logo mais a frente?</p>
<p>Não há risco no futuro próximo. Temos alto volume de reservas e entrada de investimentos diretos que cobre o déficit em conta corrente. O câmbio é um problema mais de desenvolvimento produtivo do que de instabilidade cambial. O desafio agora é aumentar a competitividade dos outros setores.</p>
<p>Os exportadores reclamam da volatilidade cambial. É um problema para o curto prazo?</p>
<p>Essa volatilidade está associada ao fato de o real ter a sua cotação muito sensível aos preços de commodities. Como o Brasil exporta muito commodities, quando os preços delas flutuam, o real também flutua. O governo tem tomado medidas para atenuar essa volatilidade, operando no mercado cambial de compra e venda. O governo vende dólares quando a taxa sobe muito, como foi no final do ano passado. Não neutraliza completamente, mas atenua. Quando o real se aprecia demais, como está acontecendo agora, o governo compra dólares. Essa é a maneira.</p>
<p>Então, não há medidas mágicas?</p>
<p>É um problema da estrutura da economia. As nossas receitas de exportações de commodities flutuam bastante. Há ainda o fato de que, por ser um dos países que melhor atravessou a crise, o Brasil é um candidato natural para receber investimentos. Temos dois fatores que estão fora do controle: a maior demanda mundial por nossos produtos e maior confiança no mundo na nossa economia. Isso faz com que haja o movimento de maior apreciação do real.</p>
<p>A queda do dólar pode se acentuar se houver um rali de aplicações de estrangeiros?</p>
<p>Pode. A política do governo para lidar com isso são operações no mercado de câmbio. O volume dessas operações vai depender do fluxo do mercado cambial. Em 2007, o Brasil fazendo isso acumulou US$ 80 bilhões. E teve anos em que as reservas ficaram estáveis. A mesma política às vezes dá resultados diferentes. No ano em que entrou muito dinheiro, essa política de atenuar a valorização resultou numa acumulação bem forte de reservas. Em 2008, num ano de crise, resultou numa estabilização ou ligeira queda das reservas.</p>
<p>Qual é o tamanho do problema cambial?</p>
<p>Essa é uma questão central para a evolução da economia brasileira nos próximos anos. E agora, nos próximos anos, principalmente com a descoberta do pré-sal, a questão é como vamos lidar com os efeitos dos fluxos externos sobre a estrutura produtiva. O novo Fundo Social, que está sendo criado com o marco regulatório do pré-sal, está mais capacitado para fazer essa parte externa a partir das receitas do petróleo. Na sua implementação, pode atuar como um instrumento de estabilização financeira e cambial, evitando a volatilidade excessiva, porque permite internalizar só as receitas que o Brasil precisar no momento. Não mais do que isso.</p>
<p>Será preciso um choque de competitividade?</p>
<p>Este governo não gosta de choques. Choque é outro governo. Adotamos medidas graduais. No grupo de acompanhamento da crise (GAC), temos visto nitidamente agora que a grande preocupação é a competitividade. Primeiro porque está entrando muita importação, por que a competição no mundo está mais acirrada. Segundo porque podemos perder mercado externo. O governo tem vários fóruns de competitividade, a estratégia é articulá-los. Não falo de agenda perdida ou achada. Nem falo de reformas. Isso é importante. Mas não é só isso.</p>
<p>É justa a reclamação dos exportadores de que o governo não deu atenção a eles na crise?</p>
<p>Não vejo isso. O governo teve uma atuação no mercado de dólares, o que teve benefícios para todos. A atividade de exportação é uma das preocupações estratégicas do governo.</p>
<p>Não está faltando maior abertura às importações para diminuir a volatilidade do câmbio?</p>
<p>Com essa taxa de câmbio já temos uma grande abertura para as importações, já barateia os produtos importados. Não vejo serem necessárias medidas de curto. prazo nessa direção.</p>
<p>Por que o Brasil saiu relativamente bem da crise?</p>
<p>Porque o governo brasileiro teve uma atuação decisiva para evitar o agravamento da crise no Brasil. Também teve papel crucial em garantir a rápida retomada do crescimento através de medidas expansionistas de política econômica.</p>
<p>O senhor apontaria alguma outra razão para a resistência do Brasil?</p>
<p>O Brasil vinha com um bom ciclo de crescimento antes da crise, puxado pelo investimento. Temos uma grande capacidade produtiva, o que possibilita que, após o efeito de desaceleração do crescimento, se tenha bastante capacidade produtiva ociosa para atender a retomada sem pressão inflacionária. O. Brasil hoje está bem posicionado como produtor de bens que têm alta demanda nos próximos anos. Falo principalmente da demanda da Ásia por alimentos, minérios e combustível. Isso dá ao Brasil uma janela de oportunidade em que ele vai ter altas receitas de exportação.</p>
<p>Mas esse modelo de exportação de baixo valor não é uma vulnerabilidade?</p>
<p>Temos possibilidade de receitas pela exportação desses produtos. Não aproveitá-las não seria economicamente defensável. O Brasil já teve fases com alta exportação de bens primários, que viabilizaram a industrialização do País, nos anos 40, 50 e 60. Temos recursos naturais abundantes. Isso nos dá capacidade de exportar o que o mundo hoje demanda e usar essa receita para promover o desenvolvimento tecnológico, a diversificação maior da base produtiva brasileira e investir, principalmente, em capital humano.</p>
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		<title>Le Monde e a marolinha</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/17/33513/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 10:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Le Monde]]></category>
		<category><![CDATA[marolinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto São Paulo/SP
Lula teve ‘visão correta’ ao falar que crise era ‘marolinha’, diz ‘Le Monde’

17/09 – 06:12 – BBC Brasil/Último Segundo so iG

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma visão “bastante correta” ao dizer, no ano passado, que a crise no Brasil provocaria apenas uma “marolinha”, diz artigo publicado no jornal francês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Roberto São Paulo/SP</h2>
<p>Lula teve ‘visão correta’ ao falar que crise era ‘marolinha’, diz ‘Le Monde’</p>
<p>17/09 – 06:12 – BBC Brasil/Último Segundo so iG</p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve uma visão “bastante correta” ao dizer, no ano passado, que a crise no Brasil provocaria apenas uma “marolinha”, diz artigo publicado no jornal francês Le Monde nesta quinta-feira.</p>
<p>O diário argumenta que a recessão no Brasil durou apenas um semestre, citando o aumento de 1,9% do PIB no segundo trimestre de 2009, após queda nos dois trimestres imediatamente anteriores, além da recuperação da Bolsa de Valores de São Paulo e do real…………..</p>
<p>…….”A rápida recuperação do Brasil demonstra a precisão da estratégia adotada pelo governo e concentrada no apoio do mercado interno.</p>
<p><span id="more-33513"></span>As reduções de impostos a favor das indústrias de automóveis e de eletrodomésticos mantiveram as vendas nestes nestes dois setores cruciais”,</p>
<p>afirma o jornal, lembrando ainda que a confiança do consumidor brasileiro jamais chegou a ser abalada……..</p>
<p>……………”É para os grandes países emergentes que se direciona hoje a esperança de que a fase de recuperação do nível de vida vai se acelerar. E que seus modelos de crescimento, até hoje essencialmente baseados nas exportações, vão progressivamente dar lugar a um novo modelo de desenvolvimento, garantindo mais importância à demanda interna”, diz o jornal…………..</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Prevendo o passado</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/15/prevendo-o-passado/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 12:05:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Nelson Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>

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		<description><![CDATA[Em momentos de volatilidade, não há nada mais difícil do que a visão correta sobre o cenário econômico. Em fases de estabilidade, até o professor de Deus acerta, porque basta rodar o modelito e repetir mecanicamente os resultados.

Em momentos de corte, não basta o conhecimento das estatísticas. Há a necessidade de conhecer os mecanismos microeconômicos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em momentos de volatilidade, não há nada mais difícil do que a visão correta sobre o cenário econômico. Em fases de estabilidade, até o professor de Deus acerta, porque basta rodar o modelito e repetir mecanicamente os resultados.</p>
<p>Em momentos de corte, não basta o conhecimento das estatísticas. Há a necessidade de conhecer os mecanismos microeconômicos, de desenvolver uma intuição apurada, de juntar na cabeça uma miscelânea de dados, não necessariamente quantificáveis, mas fruto de uma combinação raríssima de conhecimento com intuição.</p>
<p>Em dois momentos da história recente do país, duas visões de cenário me impressionaram.</p>
<p><span id="more-33309"></span>A primeira, nos últimos meses de 2008, do Nelson Rocha , ex-Secretário das Finanças de Palocci em RIbeirão Preto, com passagens pelo Cebrap e pelo mercado financeiro.</p>
<p>A eleição, mais conturbações internacionais, produziram a maxidesvalorização de 2002. Lula iniciava o governo pressionado pela inflação e, ainda, pelas contas externas.<br />
Dizia Nelson Rocha:</p>
<p>1.	A desvalorização cambial vai resolver rapidamente os problemas das contas externas.</p>
<p>2.	As pressões inflacionárias persistirão apenas no primeiro trimestre. A inflação comeu rende do consumidor, que não convalidará aumentos de preços. Depois, entra a safra reduzindo as pressões inflacionárias.</p>
<p>3.	A partir daí, dava a receita campeã: política monetária restritiva durante o primeiro trimestre. Depois, afrouxamento dos juros e política de investimento centrada em consumo popular, que pressiona pouco as contas externas.</p>
<p>Saí da conversa entusiasmado. Lula tinha trunfos para enfrentar a crise. Empossado MInistro, em vez de seu ex-Secretário das Finanças, Palocci cercou-se de uma ortodoxia delirante que, mês após mês, foi derrubando o dólar e abortando a reação da economia que se esboçava.</p>
<p>A segunda, em dezembro, do Nelson Barbosa, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.</p>
<p>Depois de tomadas as rápidas medidas para reverter a crise, Nelson foi taxativo:  o primeiro trimestre ainda seria de notícias ruins. A partir do segundo trimestre o ambiente começaria a desanuviar. No final do segundo trimestre a economia já estaria revertendo, de volta ao crescimento.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A moeda global</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/08/a-moeda-global/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Bretton Woods]]></category>
		<category><![CDATA[moeda global]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=32902]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Marcos Doniseti
Nassif, a ONU está defendendo a criação de uma moeda global, que substitua o dólar.

Notícia:
Da Folha
ONU defende criação de moeda global no lugar do dólar
A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do “jogo de confiança” da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Marcos Doniseti</span></strong></h2>
<p>Nassif, a ONU está defendendo a criação de uma moeda global, que substitua o dólar.</p>
<p>Notícia:</p>
<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u620711.shtml" target="_blank">ONU defende criação de moeda global no lugar do dólar</a></h3>
<p>A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do “jogo de confiança” da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra o papel do dólar como divisa de reserva internacional.</p>
<p>Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva “artificial” –como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.</p>
<p>O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas).</p>
<p>“Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros”, diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Tenta-se voltar ao acerto de Bretton Woods, de articulação entre os bancos centrais, evitando flutuações no câmbio.</p>
<p>Em 1944 houve o acordo e a definição da paridade entre as moedas. Em 1948, o início da implantação, mantida a mesma paridade de quatro anos antes. Nesse ínterim, economias que padeciam de inflação &#8211; como o Brasil &#8211; entraram no jogo com suas moedas apreciadas. Foi o principal obstáculo ao crescimento brasileiro, nas duas décadas seguintes.</p>
<h2><span id="more-32902"></span><strong><span class="row-title">Por Daniel Davidsohn</span></strong></h2>
<p>Loucura à vista.</p>
<p>Moeda mundial sendo considerada pela ONU. Claro, para “nos proteger” da especulação, mas não mencionam os riscos de uma gigantesca concentração de poder político e econômico. A tal nova ordem mundial segue em frente servindo os mesmos interesses de sempre.</p>
<p>Moeda mundial… Daqui a pouco teremos um presidente mundial, uma religião mundial, uma língua mundial e um exército mundial (para defender os bons dos maus).</p>
<p>Que medo!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A volta do emprego</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/08/a-volta-do-emprego/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[emprego industrial]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=32901]]></guid>
		<description><![CDATA[ Por Marcos Doniseti
Nassif, o nível de emprego  na indústria brasileira subiu 0,4% em Julho ante Junho.

Notícia:
Do Estadão
Emprego industrial volta a crescer em julho após 9 meses
Segundo o IBGE, o emprego na indústria registrou alta de 0,4% ante junho; no ano, queda é de 5,4%

Jacqueline Farid, da Agência Estado

RIO - O emprego industrial subiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title"> Por Marcos Doniseti</span></strong></h2>
<p>Nassif, o nível de emprego  na indústria brasileira subiu 0,4% em Julho ante Junho.</p>
<p>Notícia:</p>
<h2>Do Estadão</h2>
<h3><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/economia,emprego-industrial-volta-a-crescer-em-julho-apos-9-meses,431149,0.htm" target="_blank">Emprego industrial volta a crescer em julho após 9 meses</a></h3>
<p>Segundo o IBGE, o emprego na indústria registrou alta de 0,4% ante junho; no ano, queda é de 5,4%</p>
<p>Jacqueline Farid, da Agência Estado</p>
<p>RIO &#8211; O emprego industrial subiu 0,4% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, segundo divulgou nesta terça-feira, 8, o IBGE. O resultado positivo interrompe uma sequência de nove quedas consecutivas na ocupação no setor nessa base de comparação, segundo destacaram os técnicos do instituto no documento de divulgação.</p>
<p>Na comparação com julho do ano passado, porém, o emprego na indústria caiu 7,0%, o pior resultado na comparação com igual mês de ano anterior apurado pelo IBGE desde o início da série histórica da pesquisa, em 2001. No ano, o emprego na indústria acumula queda de 5,4% e em 12 meses, recuo de 2,7%.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crise controlada, por enquanto</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/08/crise-controlada-por-enquanto/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 11:03:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[Bancos Centrais]]></category>
		<category><![CDATA[Basileia]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[segunda onda]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=32898]]></guid>
		<description><![CDATA[Conclusões principais da reunião dos Bancos Centrais do mundo, ontem na Basileia:

1.	Sinais de que o fim da recessão está próximo e dúvidas sobre o que ocorreria com a economia mundial se os incentivos terminassem.

2.	Em documento separado, a ONU sustenta que a crise não acabou e que a economia mundial continuará em marcha por alguns anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conclusões principais da reunião dos Bancos Centrais do mundo, ontem na Basileia:</p>
<p>1.	Sinais de que o fim da recessão está próximo e dúvidas sobre o que ocorreria com a economia mundial se os incentivos terminassem.</p>
<p>2.	Em documento separado, a ONU sustenta que a crise não acabou e que a economia mundial continuará em marcha por alguns anos. Haverá necessidade de mais recursos.</p>
<p>3.	Alan Greenspan, o ex-mago da economia mundial, defende maior capitalização dos bancos e alerta para risco de pressões inflacionárias, inclusive inflação de dois dígitos, devido à liquidez injetada no sistema.</p>
<p><a href="http://notebook.zoho.com/nb/public/luisnassif/page/224186000000027039?nocover=true" target="_blank">Clique aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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