A Vale investe em minas de Potássio no Canadá, Argentina e em vários outros países.
No Brasil, tem algumas pequenas jazidas exploradas em Sergipe que atende uma pequena parcela do consumo brasileiro.
A estratégia da Vale fica clara: produzir o Potássio em outros países e exportar o mesmo para o Brasil. São muitos bilhões de dólares que o Brasil, desnecessariamente, despende nas importações.
A lógica do mercado – maximizar o lucro no menor prazo – prevalece sobre o desenvolvimento do Brasil.
O Potássio é essencial para os bio-combustíveis e a produção de alimentos pela agricultura.
Interessante é que as maiores jazidas se encontram no Canadá e é lá que a Vale está investindo, e muito, na exploração deste mineral estratégico.
SÃO PAULO – Considerada a última grande fronteira da exploração de potássio no mundo, a região do encontro entre os rios Madeira e Amazonas será reativada ainda este mês, com o início das perfurações da Potássio do Brasil, empresa de capital canadense. A região, que pode conter a terceira maior reserva mundial do minério, é considerada estratégica pelo governo, que caminha para promover um retorno da Petrobrás à mineração, 20 anos após a extinção da Petromisa, subsidiária que atuava no segmento.
O Roberto Campos mais conhecido das novas gerações é o ideológo, propagandista. Aqui, Gilberto Dupas desafia o velho Campos a ressuscitar o Campos formulador, realista. Pode-se discordar de sua posição em relação a pontos específicos ou ao todo. Mas, fundamental: ele defende pontos de vista. Ao contrário desse neoconservadorismo exasperante dos tempos atuais, estéril, preconceituoso, vazio.
Desde quando o IBope tëm Know-How para fazer este tipo de pesquisa? O IBGE levou décadas para montar um estrutura de coleta de dados confiável e o Ibope consegue isto do dia pra noite?
A pesquisa foi feita dos dias 12 a 18 de setembro (!?!?). Em seis dias o Ibope conseguiu percorrer todos os assentamentos do País para observar in loco a falta de produção?
A pesquisa foi feita por amostragem? Como se consegue uma amostra minimamente confiável num caso destes?
Por Vinicius
O grande problema é o Ministerio de Desenvolvimento Agrário nao ter nenhuma pesquisa para confrontar os dados.
Dia 29 de junho, a Petrobrás e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, assinaram no Paraná um Protocolo de Intenções para a realização de trabalhos em conjunto, visando o desenvolvimento e a promoção de estudos para a utilização da rocha de xisto na agricultura.
A Embrapa Clima Temperado, sediada em Pelotas, RS, terá participação estratégica em tais pesquisas……………………….
…………..O Brasil possui uma das maiores reservas de rocha de xisto do mundo, sendo que a Petrobrás, através de sua Unidade de Industrialização do Xisto, localizada em São Mateus do Sul, detém tecnologias para a extração de combustíveis da rocha. O aproveitamento agronômico desse material, após o processo de industrialização, será o foco central dos trabalhos de pesquisa a serem realizados.
Aqui do Alto Xingu, os índios enfocam outros ângulos da questão:
1. a expansão exponencial do uso de desfolhantes (o agente laranja, [usado na Guerra do Vietnã, Laos e Cambodja] de adubos e fertilizantes, herbicidas, pesticidas e fungicidas há décadas vem sendo questionada, pois, nos últimos 50 anos, enquanto a produção de grãos aumentou três vezes, o uso de fertilizantes foi multiplicado 14 vezes, segundo a FAO;
2. são óbvias as limitações ecológicas desses agroecossistemas intensivos em ciência e tecnologia patenteados, uma vez que são extremamente simplificados, dependentes de insumos externos para manter artificialmente seu “equilíbrio dinâmico”;
Custo de produção da soja cai mais de 20% para próxima safra em MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (11/09/2009)
Os custos de produção da cultura da soja convencional para a safra 2009/10 – para o Sul de Mato Grosso do Sul – estão em média 24,7% menores que os da safra 2008/09, e 2,8% maiores quer os da safra 2007/08.
Para a soja transgênica, os custos da próxima safra estão 23,7% menores que dos da safra 2008/09 e 5,1% maiores que os da safra 2007/08.
Segundo o levantamento, elaborado pela Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as reduções se devem à queda no preço dos fertilizantes e outros insumos.
Para se ter uma idéia, na safra anterior, os fertilizantes representavam, em média, 33,6% do custo total, e nesta safra têm um impacto médio de 23,8%.
“Esta redução no impacto do fertilizante no custo de produção se deve à queda do preço do adubo”, explica o analista Alceu Richetti, autor do estudo, lembrando que, individualmente, os itens que mais oneram os custos de produção são fertilizantes, sementes e herbicidas……
Desculpe-me o atraso, Nassif. Em viagem, só agora entrei no blog. A discussão sobre fertilizantes continua pobre e desfocada. Abaixo artigo do Terra Magazine:
Quarta, 9 de setembro de 2009, 08h14
Não culpem o periquitinho
Rui Daher
De São Paulo
No 1° semestre de 2008, quando o mundo tremeu com o preço das commodities, o Brasil pensou nos fertilizantes. Como se surpresa fosse, descobriu-se nossa dependência crescente de importações e a concentração da produção nacional pós-privatização.
Na época, pouca bola se deu ao histórico do setor ou ao momento da economia mundial. Eram tantas as más notícias que se procurássemos saber da sorte pelo periquitinho do realejo por certo encontraríamos seus preços já remarcados. A inflação da feijoada pautava o Jornal Nacional.
Mas temos o predicado do efêmero e o clamor já se foi. Sobretudo em esplanadas, mídias e levianas entidades. Os preços dos adubos caíram e os elementos nitrogênio, fósforo e potássio se esfumaram como ensinou Ary Barroso, em 1952, no samba-canção “Risque” (”creia, toda quimera se esfuma/como a brancura da espuma/que se desmancha na areia”).
Não que a nossa dependência externa esteja perto de desequilibrar a oferta ou fazer explodir os preços desses nutrientes. Não estão. Mas assim como, acertadamente, se discute o pré-sal com horizonte de longo prazo, os fertilizantes também mereceriam algum planejamento.
Hoje, o oligopólio nacional de matérias-primas e produtos intermediários nivela seus preços com o mercado internacional. Cotados na origem como commodities, para formar o preço interno entram o frete marítimo, o câmbio, as despesas portuárias, impostos e o transporte até as misturadoras que levarão o NPK aos agricultores.
Essa barreira natural permitiu à indústria local aproveitar como margem as altas cotações dos últimos anos no exterior.
Claro que há períodos em que ocorre o inverso. Despenca o mercado lá fora e nem mesmo aquelas barreiras permitem à indústria se remunerar como gostaria, fato que ficou menos grave depois que a produção nacional se concentrou.
Se a necessidade de investir na produção de matérias-primas para fertilizantes pode hoje ser relativizada, no futuro ela será essencial para consolidar o País como potência agrícola. Da mesma forma que os biocombustíveis e o petróleo nos habilitarão a potência econômica.
Tanto a fabricação de nitrogênio, a partir do gás natural, como as minerações de fosfato e potássio requerem recursos volumosos, projetos complexos e anos de execução. Tarefas para grandes empresas ou Estados.
Nos últimos anos de alto consumo, o Brasil importou, em média, 2,5 milhões de toneladas de nitrogênio; 2,7 MM t de fósforo; e 4,1 MM t de potássio. Quase 10 MM t de nutrientes que pesaram, a preços de 2008, US$ 11,3 bilhões na balança comercial.
Nossa capacidade instalada pouco cresceu desde as realizações do governo nas décadas 1960 e 70, mais tarde privatizadas. De estatal restou apenas parte (63%) do nitrogênio com a Petrobras. O fósforo, embora de perfil menos concentrado, é dominado pela ex-estatal Fosfértil. E a produção de potássio (500 mil toneladas) vem toda da Vale, também uma herança do Estado.
Não faltam anúncios para o futuro. Dos ministros Lobão e Stephanes, prevendo autossuficiência em fósforo daqui a seis ou oito anos. Jazidas, é verdade, não faltam. Da Vale, que se dispõe a explorar o potássio desde a Argentina até a Amazônia. E da Petrobras, que há muitos anos estuda a implantação da terceira unidade de amônia e ureia, adiada por gargalos no fornecimento de gás natural que, segundo a diretora de Gás e Energia, Maria Foster, não existem mais.
A exemplo do que vem ocorrendo nas últimas décadas, a demanda brasileira deverá continuar a crescer entre as maiores do mundo, ao lado de China e Índia.
Depois não venham se queixar, pondo a culpa no periquitinho de realejo que não soube ler a sorte.
Companhia Nacional de Abastecimento – CONAB, 08/09/2009
A produção nacional de grãos da temporada 2008/09, encerrada neste mês, é a segunda maior da história do país. De acordo com o décimo segundo levantamento da safra, divulgado nesta terça-feira (8) pela Conab, a colheita total fechou em 134,3 milhões de toneladas, atrás apenas das 144,14 milhões t do período anterior (- 6,8%)………
……..Por outro lado, a área plantada deste ciclo totalizou 47,7 milhões de hectares, aumento de 0,6% sobre a da safra passada, de 47,4 milhões ha. A extensão ocorreu, principalmente, nas lavouras de soja (21,7 milhões ha) e milho 1ª e 2ª safras (14,1 milhões ha). Somadas, representam mais de 75% da área cultivada.
Recorde – A estiagem que prejudicou essas duas maiores culturas, no Mato Grosso, beneficiou, por outro lado, as lavouras de arroz no estado gaúcho, que teve recorde de produtividade: saiu de 6.902 kg/ha para 7.150 kg/ha.
O feijão total também aumentou em área: de 3,99 para 4,18 milhões ha (+4,7%). Já a produção da leguminosa sofreu pequena redução: de 3,52 para 3,50 milhões t (-0,5%).
Esta última edição da pesquisa foi realizada no período de 17 a 21 de agosto. Os técnicos da estatal entrevistaram agricultores, agrônomos, técnicos de cooperativas, secretarias de agricultura, agentes financeiros e órgãos de assistência técnica e extensão rural dos principais polos produtores do país. (Raimundo Estevam/Conab)
Cleide Silva, SÃO PAULO, O Estado de S.Paulo, Domingo, 23 de Agosto de 2009
Com um crescimento de vendas de 48,3% em relação ao ano passado, tratores populares, de pequeno porte e usados basicamente na agricultura familiar, ajudaram a compensar a queda no mercado de máquinas agrícolas no País. Pela primeira vez, o segmento formado por veículos com capacidade de até 75 cavalos (cv) de potência representa cerca de 70% das vendas de tratores.
A participação em anos anteriores atingia no máximo 45%.
De janeiro a julho, foram vendidos 12.431 tratores pequenos, ante 8.382 em igual período do ano passado. Foi o único segmento, até agora, a escapar da crise internacional, que também fez estragos no segmento agrícola.
A venda de tratores como um todo (incluindo os de médio e grande portes) caiu 4,5%, enquanto a de tratores de esteira teve redução de 25,6%, a de cultivadores, de 9,1%, a de colheitadeiras, de 36,1%, e a de retroescavadeiras, de 17,8%.
Matéria publicada no Valor Econômico dá como certo acordo Brasil-Rússia, na área de fertilizantes, baseado na troca de tecnologia por importações agrícolas. Com o acordo efetivado poderemos nos tornar grandes produtores de fertilizantes, ao mesmo tempo em que garantimos mercado para nossa produção agrícola.
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O estratégico setor de fertilizantes foi privatizado nos anos 80, no governo Figueredo, por Shigueaki Ueki, que desde então está desaparecido do cenário político.
Nos anos 90 o setor foi concentrado e desnacionalizado. Tornou-se oligopolizado, com predominância da Bungue, quando era um setor altamente competitivo, podendo se dizer até que era de “concorrência quase perfeita”.
O setor é estratégico e fundamental para a segurança alimentar do povo brasileiro e para nossa pauta de exportações. Não poderia ter sido ter sido privatizado da forma que foi e, menos ainda, desnacionalizado. É sangria dupla: nas importações e nas remessas de lucros. Os que aqui importam controlam a produção lá…
A produção interna de fertilizantes deverá não só reduzir os custos de produção para o agricultor, como também economizará bilhões de dólares em importações de matérias primas e aumentará a segurança alimentar dos brasileiros.
Nas guerras, existe a tática – por parte de quem tem o predomínio das armas – do bombardeio incessante, tipo arrasa-quarteirão. Mas a vitória final é determinada apenas pela infantaria, no mano-a-mano.
Na mídia, essa tática de tentar sufocar o inimigo com toneladas de denúncias, misturando denúncias consistentes, irrelevâncias e falsidades – apenas para conferir “volume” à campanha – se esgotou há tempos. Veja praticou incessantemente nos últimos anos, na série de capas contra Lula e contra Renan.
É uma fórmula que se desgasta por várias razões. Primeiro, porque cansa o leitor. Segundo, porque banaliza a denúncia. Denúncias irrelevantes – ou furadas – não servem de reforço às grandes bombas. Pelo contrário, enfraquecem-nas. Entram todas no mesmo balaio da má vontade, da preguiça de apurar. É o caso da Folha com o Movimento Brasil Competitivo (MBC). E, agora, do Globo com essa “denúncia” sobre o biodiesel da mamona.
Trata o programa como se fosse um álibi para repassar dinheiro para aliados políticos. Diz que o uso da mamona foi condenado pela Agencia Nacional de Petróleo (ANP). Mentira! E digo isso porque na época em que a ANP se manifestou sobre o tema houve uma discussão e vários esclarecimentos. O óleo de mamona é mais viscoso que os demais. Isso é virtude, não defeito. Para se beneficiar do excesso de viscosidade, há que se determinar a porcentagem correta de mistura.
Não apenas isso. Há dúvidas, sim, sobre a viabilidade da mamona como combustível do biodiesel, devido a usos mais sofisticados e a um mercado mais atraente, como lubrificante de jatos. Mas é uma aposta legítima de inclusão social, de redução das tensões no campo, de redução da própria politização dos conflitos agrários. Há envolvimento da Embrapa, com suas pesquisas, do Banco do Brasil, com sua área social, agregada ao PRONAF (Programa de Financiamento da Agricultura Familiar). Há experiências de lavoura combinada com a produção de mamona.
Primeira empresa a tentar esse mercado, a Brasil Ecodiesel dizia que a grande dificuldade, no nordeste, era a ausência da cultura do associativismo – presente no sul. E a grande esperança era contar com organizações como a Contag para incutir essa característica na região.
E o pior é ver senadores do nordeste, familiarizados com os problemas da região, entrando nessa bobagem do Globo. Mais uma vez o PSDB vai a reboque desses radicais queimando a imagem que tinha, de não se deixar enredar por passionalismos e dogmas.
Clique aqui para a matéria do Globo e a resposta do Blog da Petrobras.
Nassif, esse debate é complexo, pq as opiniões são muitos radicais. Talvez por eu transitar nas duas áreas (ambiental e rural), tenho uma tendência de pinçar boas e más propostas nos dois lados desse debate. Para usar três personagens bem atuais, eu estou mais para Carlos Minc que para Marina Silva ou Kátia Abreu, mas vejo nas duas, erros e acertos.
Não vejo os ruralistas como defensores do desenvolvimento a qualquer preço; nem os ambientalistas como adversários do desenvolvimento. Eu não visto essas duas caricaturas em (quase) ninguém. Veja que o ministro Minc (tudo bem, eu sei que vc não gosta dele) fez acordos da maior importância com a cadeia da soja e a cadeia da cana-de-açúcar/etanol. Acordos são possíveis e estão acontecendo, apesar da retórica eleitoreira.
O Congresso está nessa semana do Meio Ambiente frente a uma série de ações relacionadas diretamente a nossa legislação ambiental; Leia mais »
Acuado após derrotas, Minc vai a Lula reclamar de colegas
Titular do Meio Ambiente diz que ministros mudam acordos e “esquartejam” legislação
Minc afirma que “de dois ou três meses para cá” só recebe “pancada” e diz que se sente um ministro “frágil”, à beira da “inviabilidade total”
EDUARDO SCOLESE
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Acuado por seguidas derrotas da área ambiental, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) foi ontem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamar de colegas de Esplanada que, segundo ele, fecham acordos nos gabinetes e depois, à revelia do que fora decidido, vão com suas “machadinhas” ao Congresso para “esquartejar” a legislação ambiental.
Minc também colocou na mesa de Lula temas que, por ora, não terão o apoio do Meio Ambiente: licenciamento ambiental prévio da BR-319 (Manaus-Porto Velho), inclusão do entorno do Pantanal na área do zoneamento da cana-de-açúcar e construção de hidrelétricas na bacia do rio Araguaia. Leia mais »
O setor de cítricos era para ser uma cadeia agrícola nos moldes de outras bem sucedidas, como a do frango e a do fumo. Deveria haver um equilíbrio entre as esmagadoras e os produtores.
Tempos atrás, vários produtores se uniram e compraram uma fábrica de suco de laranja. Não era das maiores, mas servia para regular os preços do mercado. Os gigantes fizeram uma belíssima proposta, adquiriram a fábrica e o mercado se desequilibrou. Hoje em dia, há um processo gradativo de esmagamento das laranjas e dos produtores.
Uma política agrícola mais eficiente no Estado de São Paulo trataria de reverter essa tendência concentradora.
No Brasil, tudo o que parecer estapafúrdio pode estar contaminado por algum viés político.
Não se espante, portanto, ao saber que a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), presidida pela senadora, pecuarista e potencial candidata ao governo de Tocantins, Kátia Abreu (DEM-TO), está orientando os produtores “a botarem o pé no freio do plantio e do uso de tecnologia na safra 2009/10″.
É acompanhada das União Democrática Ruralista (UDR) e Sociedade Rural Brasileira (SRB), e formam o trio de ferro do atraso, pela recusa em aceitar os benefícios que as inclusões social e ambiental trariam ao País, se incorporadas à agropecuária. Leia mais »
A Alemanha anunciou nesta terça-feira que suspenderá o cultivo de milho geneticamente modificado da gigante americana Monsanto (o MON810), passando a ser o sexto país europeu a aplicar a medida, apesar da posição contrária da Comissão Européia.
A ministra alemã da Agricultura, Ilse Aigner, explicou que as autoridades adotaram a decisão pela possibilidade de que o cultivo geneticamente modificado represente riscos para o meio ambiente. Leia mais »
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.