Como um mistério sobrenatural, o Ibope travou neste domingo (22), por volta de 22h, justamente quando o Programa do Gugu estava subindo bem, deixando a Record com 14 pontos contra 16 da Globo.
E, para quem não sabe, Ibope, para a televisão, é como bússula para navio em navegação. A maquininha dos números começou a dar problema a partir das 20h15, quando os resultados apareciam com cerca de 8 minutos de atraso. Às 21h, o atraso chegava a 20 minutos na tela.
Às 22h o Ibope desapareceu. Coincidentemente, Luciano Huck apareceu no Twitter falando cobras e lagartos, afirmando que o Programa do Gugu copiava o Caldeirão dele. Como se na televisão isso fosse novidade. Ai, Huck, com tanta hora para reclamar, vai fazer isso bem quando o Ibope para?
Oprah Winfrey está trocando a televisão aberta pelo cabo. A NBC, que já foi controversamente considerada a maior formadora de opinião cultural dos Estados Unidos, está sendo comprada pela Comcast, a maior companhia a cabo do país. Será que finalmente chegamos a algum ponto de virada que indicaria a decadência das emissoras de televisão na América?
No acordo NBC-Universal, no qual a General Electric negocia a venda da participação majoritária de seu negócio de mídia à Comcast, os canais considerados mais valiosos são aqueles a cabo – USA, Bravo, SyFy, MSNBC e CNBC -, não a emissora NBC, que está na complicada quarta posição de audiência entre os quatro maiores canais abertos.
A maioria dos analistas e muitos executivos concordam que o modelo econômico da televisão aberta – que depende muito mais da publicidade do que a TV a cabo – está seriamente fraturado. O que se perguntam agora é se ele é irreparável. “Estamos num período de transformações enormes”, disse Horace Newcomb, professor de telecomunicações da Universidade da Geórgia e diretor do Peabody Awards, um prêmio anual de excelência na transmissão de rádio e TV. “Estamos em um estado de confusão.”
Mesmo com apagão Ibope não abaixa audiência da Globo
novembro 11th, 2009. Published under Globo, João Paulo Dell’Santo.
O blecaute que atingiu 18 Estados e o Distrito Federal na noite de quarta-feira e início da madrugada de ontem, afetando diretamente a vida de milhões de pessoas, deixou perguntas sem respostas e foi mais um gerador de fatos com consequências ainda sem melhor compreensão. O Ibope, em São Paulo, entre eles.
No momento do “apagão”, 22h13, a TV Globo registrava 30,3 pontos. Se a pane atingiu todos os lares, inclusive aqueles – presume-se – dotados do peoplemeter, aparelho que mede a audiência, presume-se que a queda deveria ser imediata. Considerando-se o residual, alguma coisa como 2 ou 3 minutos depois. Mas não foi isto que aconteceu. Só às 22h30, a Globo foi dar 0,9.
Chamado a se manifestar, o Ibope, através da sua Assessoria de Imprensa, enviou a nota
O que mais se comentou nos bastidores da TV nesses últimos dois dias, foram os números de terça-feira divulgados pelo Ibope, referentes ao período em que houve falta de energia na Grande São Paulo, base da pesquisa, além de outros tantos lugares.
TV com plugue Ethernet permitirá ver vídeos da internet sem uso de computador. Será que emplaca desta vez?
Um estudo divulgado ontem, em Paris, pela consultoria Idate alerta que, depois da mídia impressa, da indústria fonográfica e do cinema, a TV será a próxima mídia a ter seu modelo de negócios totalmente modificado pela internet. Segundo o estudo, em três anos, 40% dos lares de países europeus poderão conectar a TV diretamente à internet, o que acelerará a interação e a oferta de vídeos e filmes sob demanda, reduzindo a dependência do telespectador da programação das TVs aberta e fechada.
“TV Brasil é conhecida por quase um terço da população
Uma pesquisa realizada pelo instituto Datafolha constatou que aproximadamente um terço da população brasileira (34% dos entrevistados) conhece a TV Brasil -emissora ligada ao governo federal e criada no fim de 2007 para servir como rede pública. Ainda segundo a pesquisa, que ouviu 5.192 pessoas em todas as regiões do Brasil, 10%da população assiste regularmente à programação do canal. Esse número corresponde a 19.150 milhões de habitantes, conforme a estimativa de população divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)neste ano.
Está dando o que falar – e o que xingar, principalmente – um vídeo feito pela atriz Maitê Proença para o programa da GNT Saia Justa.
O vídeo foi feito em Portugal para tentar retratar curiosidades do país, como rio Tejo, pastéis de belém, arquitetura… enfim, o de sempre.
Mas eis que Maitê decide partir para o humorismo. Tenta fazer gracinhas do costume de lá, de falar das limitações dos portugas, etc.
No vídeo em questão, dona Maitê desanda a falar coisas que, considero, são de baixo nível. Descamba pra baixaria.
E ao final e já em gravação no estúdio, todas as meninas do Saia Justa caem a gargalhar do “povo burro de Portugal”.
Isso nem seria levado tão em conta se a Globo não retransmitisse o programa, pela Globosat, para todo o mundo. São uns 150 países. Tem brasileiro na Coréia indgnado! Os portugas estão enfurecidos!
Custava a Globo fazer edição? Ou censurar uma baixaria dessas?
Mas não fez nada disso…
Blogs de brasileiros que moram no exterior, e que já sofrem preconceitos sem a interferência da Globo, estão se unindo e mandando emails para o blog da fofa Maitê (mas ela está deletando os coments).
O blog Síndrome de Estocolmo, da brasileira Denise que mora há 15 anos mundo afora, desceu a boca na Maitê e toda a trupe do Saia Justa. Tomo a liberdade de copiar uma parte:
“Gente como Maitê Proença me mata de vergonha fora do Brasil. Vejam só o showzinho de falta de educação e preconceito devidamente televisionados. E a turminha de mulheres imbecilizadas ainda faz piadinhas no final. Tudo é um NOJO. Portugal deveria proibir a entrada da Maitê em terras lusas.”
A coisa mais universal que existe na televisão é o Chaves. Não o Hugo Chavez. O Chaves mesmo, aquele programa do SBT.
Desde que sou criança é a mesma coisa… Sempre passando o Chaves. E, no entanto, impossível ver aquelas cenas e não parar nem que seja um pouquinho para ver. O Chaves é a cara da globalização. O programa é mexicano, mas não há quem diga isso. Ele poderia ser brasileiro, norte-americano, polonês, russo e até africano. A sua essência é universal: ingenuidade misturada com maldade, que dão um humor explosivo. Um programa sem retoques. Sem politicamente correto. Sem regras definidas pelos padrões de audiência.
Ontem a Bibi ficou grudada na Globo para assistir o último capítulo de “O Caminho das Índias” e me contar. No sábado, acabou cochilando e perdendo algumas partes.
Confesso que, noveleiro nos anos 70 e 80, perdi o hábito devido aos compromissos noturnos, especialmente na televisão. Acabei assistindo parte das duas últimas novelas da Globo, “A Favorita” e esta, da Índia.
Achei “A Favorita” um folhetim de quinta categoria, interpretações fracas (com exceção da vilã Patricia Pillar), vilania em cima de vilania, em um crescendo descosturado. Por isso, meu termo de comparação é meio viciado.
Mas essa última, das Índias, me fez rever toda a implicância que tinha com a autora, Glória Perez.
O sintoma de uma época: clique aqui (Programa ídolos, da Record).
O problema não são as qualidades ou defeitos da cantora, mas aquilo a que se reduziu o juízo estético. Uma trinca de nulidades é alçada à condição de especialistas em música. É essencial que sejam nulidades. O juízo que se obtém ali não pode estar baseado em considerações de mérito, sempre discutíveis e frágeis, mas no arbítrio da indústria cultural, que é definitivo.
O programa “Pânico na TV” não é uma sátira. É a condensação de toda uma época, exibida em estado bruto, sem disfarces. O Show de Calouros do Sílvio Santos era uma brincadeira assumida. Idolos não é apenas uma brincadeira, como o programa do Roberto Justus também não é. O telespectador é convidado a entrever, por trás daquelas macaquices, uma equipe altamente capacitada de especialistas capazes de fazer justiça no campo da estética.
Por Roberto Takata
Alguém sabe o nome da menina que se apresentou? Proponho aqui lançarmos uma campanha para torná-la uma artista reconhecida.
Comentário
Belíssima ideia! Alguém poderia colocar o vídeo no Youtube e passar o endereço para divulgação?
Dia 27 de agosto de 2009, na sede da Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Ceará, ocorreu a audiência na qual a Globo e o Ministério Público assinariam um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, com o fim de acabar com as crueldades contra os animais no programa NO LIMITE. Teve início às 17h30min horas e terminou às 19h30.
Participaram: Dra. Sheila Pitombeira, promotora de justiça coordenadora do Meio Ambiente da Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Ceará; Dra. Deolinda Noronha, promotora da Comarca de Trairi (que responde por Flecheiras, local onde é gravado o programa): Dra. Geuza Leitão (advogada e presidente da Uipa); Dra. Ana Flávia Pantalena, advogada (também da Uipa); Dra. Daniele Pimentel (advogada da Globo); Dra. Ivone Silveira (advogada da Globo); Dra. Joana Karen Wanderley (advogada da Globo, representando José Bonifácio, o Boni e a produtora do programa NO LIMITE de nome Ana.
O assessor de Boni e o Sítio do Picapau ESTÊVÃO BERTONI
DA REPORTAGEM LOCAL
Uma das coisas que Edwaldo Pacote mais se orgulhava de ter feito na vida, dizem os amigos, foi ter supervisionado a primeira versão da Globo do “Sítio do Picapau Amarelo”. No ar de 1977 a 1986, o programa foi eleito pela Unesco, em 1979, um dos melhores infantis do mundo.
Jornalista, Pacote trabalhou por 30 anos na Globo, tendo sido assessor do ex-diretor da emissora José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Participou, por exemplo, da criação do Fantástico, estreado em 1973.
Nascido em Pilar (PB), foi amigo pessoal do escritor baiano Jorge Amado e o responsável por levá-lo para a Globo. Pacote lançou no canal a novela “Gabriela Cravo e Canela”. Antes da TV, passou por jornais e, nos últimos tempos, por revistas.
“Boêmio e intelectual”, como descreve a filha Laura, era também ateu e comunista, mas, ultimamente, pensava em se converter ao judaísmo, como lembra o jornalista José Nêumanne Pinto.
Ligado às artes -morava na rua Charles Chaplin e tinha um cão chamado Carlitos-, foi consultor de artes plásticas de Roberto Marinho, dono da Globo, que só comprava obras encomendadas por ele, diz o jornalista Alex Solnick. Chegou ainda a ser diretor do Corinthians.
Morreu ontem, aos 81, de problemas respiratórios. Fumante inveterado, tinha um enfisema e um câncer. Deixa filha e dois netos. Seu corpo sai às 10h de hoje do hospital Albert Einstein, onde foi velado, e segue para o crematório da Vila Alpina, em SP.
Como não há grandes temas nacionais ou internacionais a debater, está tudo resolvido no Brasil e no Mundo, o programa RODA VIVA da outrora prestigiosa TV Cultura de São Paulo traz hoje como entrevistado o técnico do Corintians, Mano Menezes. Nada contra sua ilustre pessoa mas temos dezenas de programas especializados em futebol para esse tipo de bate bola.
E dizer que este ja foi o programa mais importante de entrevistas sobre os grandes temas da politica, da economia, da cultura e do meio ambiente. Mediocridade é isso ai. Será que o Herodoto não tem influência na pauta? É impressionante o que conseguiram fazer com a TV Cultura, de tão valiosa memória. O Governador Abreu Sodré, deve estar se revirando no tumulo, ninguem criou a Fundação Padre Achieta e montou uma das pioneiras TVs publicas do mundo para falar sobre o Corintians.
Francamente. Por menos que isso muito jornalista de nome largou o pódio do programa RODA VIVA, cairam os temas, os entrevistados e os entrevistadores, agora vivem do nome e das glorias do passado, apelando inclusive para o futebol.
O que segue aqui, até que enfim, é uma reportagem 100% inédita sobre a fábula de Wilson Simonal, que anda novamente na moda por estes tempos. Trabalhei nela durante a primeira metade de 2008, mas a dita cuja acabou nunca sendo publicada.
Em linhas gerais, o texto final aqui abaixo é fiel ao que parei de escrever em 22 de julho de 2008. Recebeu alguns acréscimos porque estava inconcluso, mas acréscimos que dizem respeito basicamente a atualizações necessárias e à inserção de mais depoimentos.
Enquanto adicionava tais depoimentos tendo este blog em mente, percebi que alguns deles eu não teria colocado no texto se fosse destinado a algum veículo da “grande” imprensa – não sei se por falta de coragem minha ou se porque não seriam publicados mesmo (bem, nem o texto seria publicado grande assim, não é mesmo?). A propósito, os dois últimos parágrafos não existiam, foram escritos agora.
Será fácil perceber que o título acima não se ajusta perfeitamente ao conteúdo do texto (na imprensa tradicional isso também acontece com frequência). Mas, dados acontecimentos dos últimos dias, não me parece impertinente, e agradeço ao Rick por ter inspirado o insight. E agradeço também à Meire Bottura, pelas maravilhosas capas de revistas e jornais que ela coleciona.
Não entendo o Roda Viva. O programa de hoje abordou um tema relevante – a Medida Provisória sobre a Amazônia – e joga fora a oportunidade, com uma pauta preguiçosa e medíocre.
Do lado dos ambientalistas, hás duas linhas que vivem se digladiando – a de João Paulo Capobianco e a dos ambientalistas paulistas, cuja expressão máxima é o Xico Graziano. Há a linha da Marina Silva e a do Carlos Minc – que, apesar da minha marcação, é defendido por gente séria do setor.
Dentre os ruralistas, as grandes lideranças são Kátia Abreu, da Confederação Nacional da Agricultura, e Blairo Maggi, governador do Mato Grosso. Na agricultura familiar, tem o ex-Ministro Miguel Rossetto, craque do assunto.
Há pessoal de primeira no IBAMA, técnicos que estão discutindo as novas normas para licenciamento ambiental, tem o INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), além da Embrapa, cada qual com visões interessantíssimas, como demonstram os debates ocorridos aqui no Blog.
Em vez de uma seleção de estrelas de primeira grandeza, o programa resolveu discutir o tema com os seguintes personagens:
• Cesário Ramalho da Silva, Presidente da Sociedade Rural Brasileira, que há anos não tem mais a menor expressão política.
• Alberto Ercílio Broch, presidente da Contag, com uma visão restrita do problema.
• João Paulo Capobianco, que falou pelos ambientalistas, embora represente apenas uma ala deles. De qualquer forma, o único com conceitos a apresentar.
• Deputado Federal Moreira Mendes, vice-presidente da obscuríssima Frente Parlamentar da Agropecuária para a Região Norte.
Voltei a assistir novelas. Essa “Caminho das Índias” tem umas coisas esquisitas, como o Lima Duarte falando que nem o mestre Kung Fu, e os indianos dançando em todos os capítulos. Alguém espirra, toca os indianos a levantar e dançar. Tocou o telefone? Levantam e dançam.
Mesmo assim – e que opina é o telespectador, não o especialista – tem subtramas muito interessantes e a direção de atores é excepcional – o José de Abreu pode falar melhor.
Na novela anterior era uma gritaria de dar medo. Todo mundo gritava toda hora. Na nova novela, não. Os atores mais experimentados têm tido belíssimas interpretações, como o Zé, o Toni Ramos, Stênio Garcia, o veteraníssimo Elias Gleizer (que era ator da Tupi), a Laura Cardoso, nossa eterna tia irascível.
Mas não apenas eles.
Os dois irmãos brasileiros são excepcionais, tanto o durão, Humberto Martins, quanto o frágil, Alexandre Borges – o durão atropelando o mundo, em defesa da família; e o vulnerável, bonzinho cometendo toda sorte de vilanias, fruto da fraqueza. Belíssimas interpretações e belíssima trama.
As duas tramas de amor (o triângulo Raj (Rodrigo Lombardi), a carioca linda (Tania Khalil) e a Juliana Paes) e a Juliana e o outro pretendente, Márcio Garcia, tem a qualidade dos autênticos folhetins. Debora Bloch faz uma mulher rejeitada da maior dignidade e a belíssima Letícia Sabatella uma vilã sutil nas expressões.
O casal de irmãos é simpaticíssimo. A irmã, Marjorie Stiano, faz uma mocinha desajeitada inesquecível. O irmão, Murilo, Caco Cioccler, tem o perfil do nosso melhor e mais leal amigo. O herdeiro, que ficou louquinho, Bruno Gagliasso, tem uma interpretação soberba, intensa na medida certa. Por favor, me ajudem com os nomes.
Se fosse continuar descrevendo os atores, não iria parar mais e aumentaria o fora de não saber o nome de todos, nem encontrar facilmente no site da novela.
Por José de Abreu
LN
Claro que tenho senso crítico… e não tenho medo do ridículo.
E cada vez mais compreendo a função social da novela no imaginário brasileiro. E o papel que a Globo tem nisso. Eu sei exatamente onde trabalho, como estou lá e porque, e creio que sou privilegiado por poder exercer minha profissão numa empresa como a Globo. Talvez em nenhuma outra empresa do Brasil eu poderia ter tanta liberdade de agir, de pensar, de atuar, como tenho tido nesses meus 30 anos de Globo. E olha que não diminuí num milímetro minhas exigências com a qualidade artística e com meu comportamento crítico. Sou chato pra caramba e falo TUDO o que me vem à cabeça, como os frequentadores desse portal sabem. A Globo – ao lado de tudo que se pode falar em termos políticos – foi a primeira empresa que deu valor ao artista brasileiro. Nunca atrasou um dia no pagamento dos salários, levou para lá a maioria dos roteiristas, diretores e atores que durante a ditadura não podiam trabalhar por causa da censura. E montou uma estrutura de entretenimento com as melhores cabeças do Brasil. Tem o outro lado também, eu sei, todo mundo sabe. Mas nunca tive, nem soube que alguém teve, qualquer censura interna por depoimentos, comportamento e até envolvimento em política partidária na parte artística da emissora, que é onde trabalho. Inclusive na eleição de 89 quase cem por cento dos atores contratados fazia campanha para o Lula, ao mesmo tempo que aconteceu o caso da edição do debate entre ele e o Collo. Nenhuma crítica, nenhuma bronca, nenhum muxoxo, nada. Cada artista pensa e age como quer, desde que chegue na hora de gravar e com seu texto decorado. O que lhe passa na cabeça ninguém quer saber. Nunca se ouve falar absolutamente nada de censura interna com os funcionários do Projac, sede da Central Globo de Produção, a CGP, onde passo a maior parte de minha vida, com muito prazer. Leia mais »
É curiosa essa discussão sobre se a Record News tem zero ou não de audiência. A Globo News – que pratica um belo jornalismo – tem audiência de 0,2%, segundo o IBOPE. Isso é quase traço e é inferior à audiência das Educativas.
Não procede a informação que você deu em seu blog de que o programa Roda Viva seria transmitido ao vivo pela internet e depois editado para transmissão pela TV.
Gostaria de informar-lhe que o programa que será transmitido pela internet será o mesmo a ser apresentado na TV, às 22:10, sem nenhuma edição, como já vinha ocorrendo anteriormente.
Comentário
Confirmei com o Portal Imprensa que a fonte da informação – sobre o fim das transmissões ao vivo do Roda VIva – era a própria TV Cultura. Provavelmente na época em que foi divulgada, a notícia procedia e gerou críticas acerbas. Deixou de proceder. Aliás, é procedimento típico dessa fortaleza chamada Paulo Markun.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.