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	<title>Luis Nassif &#187; Costumes</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>Os cinco companheiros cumpridores</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 16:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[educação sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Madri]]></category>
		<category><![CDATA[masturbação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por wilson yoshio
Nassif, olhando a capa, do catecismo, Carlos Zéfiro dava de dez à Zero, com cinco dedos de lambugem.

..Europa

Curso que ensina masturbação para jovens causa polêmica na Espanha
Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil

Segundo organizadores, curso “O prazer está em suas mãos” quer atacar mitos

Um novo curso escolar que ensina masturbação a jovens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por wilson yoshio</h2>
<p>Nassif, olhando a capa, do catecismo, Carlos Zéfiro dava de dez à Zero, com cinco dedos de lambugem.</p>
<p>..Europa</p>
<p>Curso que ensina masturbação para jovens causa polêmica na Espanha</p>
<h3>Anelise Infante</h3>
<p>De Madri para a BBC Brasil</p>
<p><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091111_cusro_masturbacao_espanha_anelise_rw.shtml" target="_blank">Segundo organizadores, curso “O prazer está em suas mãos” quer atacar mitos</a></p>
<p>Um novo curso escolar que ensina masturbação a jovens de 14 aos 17 anos está provocando polêmica entre pais e educadores na Espanha.</p>
<p>O curso faz parte de um programa introduzido pelas Secretarias de Educação e Juventude da província de Extremadura, e intitulado “O prazer está em suas mãos”. Ele pretende acabar com mitos para que os adolescentes entendam a sexualidade de forma natural.</p>
<p>As aulas sobre sexo serão facultativas nas escolas de segundo grau da província de Extremadura (oeste do país) a partir de novembro. Os conteúdos vão de anatomia e fisiologia sexual masculina e feminina até técnicas de masturbação e uso de objetos eróticos.</p>
<p>Para a secretária de Juventude de Extremadura, Laura Garrido, o novo curso “não deveria escandalizar a ninguém, principalmente porque todos nós fomos adolescentes algum dia e todos nós temos sexualidade”.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Nos meus tempos de Marista, os irmãos diziam que em cada masturbação matávamos milhares de seres humanos.</p>
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		<title>Os sinais do suicida</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/07/os-sinais-do-suicida/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Fontenelle]]></category>
		<category><![CDATA[sinais]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lima
Da Folha
Quem quer se matar dá sinais, diz autora do livro “Suicídio”
FLÁVIA MANTOVANI

Editora-assistente do Equilíbrio da Folha de S.Paulo

Depois que seu pai se matou com um tiro, em 2005, a jornalista Paula Fontenelle, 42, escreveu o livro “Suicídio: o Futuro Interrompido” (Geração Editorial), finalista do prêmio Jabuti 2009.

Leia trechos de sua entrevista:

Folha – O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Lima</h2>
<h3>Da Folha</h3>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647349.shtml" target="_blank">Quem quer se matar dá sinais, diz autora do livro “Suicídio”</a></h3>
<p>FLÁVIA MANTOVANI</p>
<p>Editora-assistente do Equilíbrio da Folha de S.Paulo</p>
<p>Depois que seu pai se matou com um tiro, em 2005, a jornalista Paula Fontenelle, 42, escreveu o livro “Suicídio: o Futuro Interrompido” (Geração Editorial), finalista do prêmio Jabuti 2009.</p>
<p>Leia trechos de sua entrevista:</p>
<p>Folha – O que leva uma pessoa a cometer um ato tão drástico?</p>
<p>Paula Fontenelle – Mais de 90% dos casos de suicídio são associados a um transtorno mental não tratado adequadamente, como depressão ou bipolaridade. O uso de drogas também é comum.</p>
<p><span id="more-37820"></span>Folha – Muitas vezes a pessoa tem uma melhora no humor antes de se matar. Por quê?</p>
<p>Fontenelle – O deprimido não tem energia nem para se matar. Depois que ele começa a tomar remédios, recobra a energia para isso. O outro motivo é que, quando alguém decide se suicidar, fica aliviado. Muitas vezes ele reencontra antigos amigos, quer se despedir. Outros sinais são desfazer-se de coisas materiais ou pagar contas para não deixar dívidas.</p>
<p>Folha – A pessoa “avisa” que vai se matar?</p>
<p>Fontenelle – Ela pode até não dizer “vou me matar”, mas diz coisas como “a vida não tem mais sentido”, “não consigo entender por que estar vivo”. São sinais.</p>
<p>Folha – O que fazer ao perceber que uma pessoa quer se suicidar?</p>
<p>Fontenelle – Perguntar diretamente se ela está pensando em se matar e levá-la imediatamente a um psiquiatra, que é a única pessoa que poderá ajudar.</p>
<p>Folha – Quem se mata mais, o homem ou a mulher?</p>
<p>Fontenelle – O homem comete três vezes mais suicídio, mas mulheres tentam de três a quatro vezes mais. A diferença é que elas tomam mais remédios, menos letais, e eles dão um tiro na cabeça e raramente escapam.</p>
<p>Folha – O luto vivido pela família de quem se mata é diferente?</p>
<p>Fontenelle – Sim. É um luto silencioso, o que dói. Quando alguém morre de infarto, todo mundo fala sobre como ele morreu. No caso do suicídio, as pessoas mudam de assunto, é um tabu.</p>
<p>Folha – É comum os familiares sentirem culpa?</p>
<p>Fontenelle – É quase impossível não sentir. E as pessoas também os culpam, pensam: “Como ele não viu?”</p>
<p>Folha – A mídia é cautelosa em relação ao tema porque é dito que o cobrir pode incentivar outras pessoas a se matarem. Ele deve ser abordado?</p>
<p>Fontenelle – Sim, desde que com responsabilidade. O que dissemina o suicídio é a cobertura personalista, romantizada, em que só se entrevistam os parentes. Devem ser ouvidos analistas que falem de prevenção e nunca se deve entrar em detalhes sobre os métodos, por exemplo. Mas, acima de tudo, a mídia não deve se calar.</p>
<p>Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647349.shtml</p>
<p>- Campanha quer informar sobre prevenção a suicídio<br />
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u647347.shtml</p>
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		<item>
		<title>Sobre a beleza rechonchuda</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/07/sobre-a-beleza-rechonchuda/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 19:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Abelha
Fiquei surpresa ao dar de cara, hoje, com uma colega na capa do IG.

Eu a conheci há 3 anos em NY e posso lhes afiançar que ela é muito mais bonita pessoalmente que nas fotos.

Trata-se Fluvia Lacerda, uma modelo que está fazendo muito sucesso por lá.

Teria tudo pra não ser novidade, afinal o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Abelha</h2>
<p>Fiquei surpresa ao dar de cara, hoje, com uma colega na capa do IG.</p>
<p>Eu a conheci há 3 anos em NY e posso lhes afiançar que ela é muito mais bonita pessoalmente que nas fotos.</p>
<p>Trata-se Fluvia Lacerda, uma modelo que está fazendo muito sucesso por lá.</p>
<p>Teria tudo pra não ser novidade, afinal o Brasil exporta modelos há muitos anos.</p>
<p>Mas Fluvia é o que chamam de “plus size”, modelos de tamanhos grandes.</p>
<p>O manequim dela é 48 e, fora dos padrões de beleza tradicionais, conquistou espaço e hoje ganha a vida como modelo profissional. É considerada a Gisele Bundchen GG.</p>
<p>Além de pertencer ao cast de uma das melhores agências do mundo e já ter sido fotografada para campanhas de estilistas renomados, ela acaba de assinar um contrato milionário com uma grife dirigida às mulheres de tamanhos grandes, a Igigi, cujo slogan é So go ahead, call me fat (em português: vá em frente, me chame de gorda).</p>
<p>Dona de traços perfeitos e medindo 1,82m, é difícil não se encantar com essa paraense de olhos fumegantes e pura sensualidade.</p>
<p>E é ela que está causando todo esse furor em NY.</p>
<p>Será que já não passou da hora do mundo da moda enxergar as mais cheinhas?</p>
<p>Vejam os vídeos e, rapazes, cuidem-se pra não enfartar…</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-Ht14TMf5l4&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Vídeo com muitas fotos da Fluvia:</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-Ht14TMf5l4&amp;feature=player_embedded" target="_blank">Vídeo da Igigi com Fluvia:</a></p>
<p><a href="http://imagem.vilamulher.terra.com.br/interacao/original/80/fluvia-lacerda-modelo-plus-size-80-235.jpg" target="_blank">Foto da Fluvia:</a></p>
<p><a href="http://www.fluvialacerda.com/album0.html" target="_blank">Site da Fluvia:</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os sobrenomes estranhos</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:04:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[sobrenomes estranhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Recém-chegado a São Paulo, costumava sair pela noite com meu amigo e parceiro de música João Cleber Juriti que, logo que chegou a São Paulo, arrumou um emprego na agência do Banco Irmãos Guimarães, perto da Galeria Metrópole.

Uma de nossas diversões era fazer levantamento de sobrenomes estranhos, que constavam ou das listas telefônicas, ou da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recém-chegado a São Paulo, costumava sair pela noite com meu amigo e parceiro de música João Cleber Juriti que, logo que chegou a São Paulo, arrumou um emprego na agência do Banco Irmãos Guimarães, perto da Galeria Metrópole.</p>
<p>Uma de nossas diversões era fazer levantamento de sobrenomes estranhos, que constavam ou das listas telefônicas, ou da relação de clientes do BIG. Um desses sobrenomes era o senhor Costacurta.</p>
<p>Um dia, o imperdível O Pasquim publicou um artigo do Paulo Francis espinafrando a música popular, depreciando-a frente a música erudita.</p>
<p>Passei na agência, peguei o João e fomos para a Biblioteca Municipal, vizinha dali.</p>
<p>Lá, consultamos uma montanha de enciclopédias e levantamos autores esquecidos da música erudita alemã, inglesa, oriental, mostrando sua dívida com a música popular. Escrevemos um artigo que era um monumento à erudição vazia, com citações em alemão, inglês, uma maravilha para certo tipo de jornalismo cultural. E enviamos para o Pasquim, com o pseudônimo roubado do senhor Costacurta. Não colocamos os nossos nomes com receio de ele descobrir que estava tratando com dois fedelhos.</p>
<p>Uma ou duas edições depois, naquela seção de notas curtas saiu a resposta do Paulo Francis, espinafrando o sobrenome Costacurta mas evitando discutir com aquele monumento de erudição desenfreada que constava da carta. Para sorte nossa, aliás.</p>
<p>Mandamos a tréplica, ainda mais pernóstica do que a primeira carta, animadíssimos com o fato do mestre ter caído na provocação.</p>
<p>Mas não houve resposta. Na semana seguinte, a turma do Pasquim foi presa pela ditadura.</p>
<p>Estava lembrando disso para um exercício alegre de fim de semana: juntarmos os sobrenomes mais estranhos que cada qual já viu ao longo de sua vida e de sua cidade.</p>
<p>Alô, alô, nordeste e interior de Minas: nesse quesito, somos imbatíveis.</p>
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		<title>O dia do radialista</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Ari Barroso]]></category>
		<category><![CDATA[Blota jr]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[Corifeu de Azevedo Marques]]></category>
		<category><![CDATA[Fioro Gigliotti]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo José de Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[João Saldanha]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>
		<category><![CDATA[vozes]]></category>

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		<description><![CDATA[Por antonio barbosa filho
Hoje é Dia do Radialista. Importantíssimo homenagear esses operários da Comunicação, tão amados pelo povo, tão desvalorizados pelas empresas.

Minha homenagem a meus mestres, tantos que não cabem aqui, desde a Difusora e Cacique de Taubaté, até a CBN e a Jovem Pan.
Viva o rádio!
Do site Galeria de Vozes
LUIZ JATOBÁ (arquivo 1)

Locutor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por antonio barbosa filho</h2>
<p>Hoje é Dia do Radialista. Importantíssimo homenagear esses operários da Comunicação, tão amados pelo povo, tão desvalorizados pelas empresas.</p>
<p>Minha homenagem a meus mestres, tantos que não cabem aqui, desde a Difusora e Cacique de Taubaté, até a CBN e a Jovem Pan.<br />
Viva o rádio!</p>
<h3><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/galeria.html" target="_blank">Do site Galeria de Vozes</a></h3>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-luis_jato1.mp3" target="_blank">LUIZ JATOBÁ (arquivo 1)</a></p>
<p>Locutor e Radialista dando notícias, uma de suas especialidades (Observação minha: a mais bela voz do rádio).</p>
<h4><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-alberto_cury.mp3">Alberto Cury</a></h4>
<p>Locutor e Radialista (Rádio Jornal do Brasil-Rio de Janeiro) anunciando a morte de Charles De Gaulle. Foi o locutor que leu o AI-5</p>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-ary_barroso-narra.mp3" target="_blank">Ari Barroso</a></p>
<p>Narrando um gol</p>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-blota1.mp3" target="_blank">BLOTA JUNIOR (arquivo 1)</a></p>
<p>Apresentador de rádio e TV explicando como funcionava o Star Sistem do rádio brasileiro na época de Carmen Miranda.</p>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-chocolate-1.mp3" target="_blank">CHOCOLATE (arquivo 1)</a></p>
<p>Grande humorista e compositor contando, num programa de rádio, as agruras de seu início de carreira nas ruas de São Paulo.</p>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-fiori_gigliotti-1.mp3" target="_blank">FIORI GIGLIOTTI-Trecho 1</a></p>
<p>O último romântico, talvez o único, dos narradores de futebol do rádio brasileiro. Falecido em 08/06/06 aos 77 anos e com 10 Copas do Mundo no curriculum. Com ele, abriam-se as cortinas e começava o espetáculo. O gramado era sempre verde e a bola sempre branca, talvez numa referência velada ao seu time de coração. E no crespúsculo da partida do esporte bretão que consagrou Pelé e tantos outros craques da bola, ele sempre fechava as cortinas e o espetáculo terminava</p>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-g_j_almeida%2Bj_saldanha-02.mp3" target="_blank">GERALDO JOSÉ DE ALMEIDA E JOÃO SALDANHA (arquivo 2)</a></p>
<p>OLHA LÁ, OLHA LÁ, OLHA LÁ, NO PLACARRRRR, NO PLACARRRRRR, o mais vibrante e o mais criativo narrador de futebol do Brasil, que fez escola na TV brasileira e influencía ainda hoje a narração de futebol no país. QUE BOLA BOLA !!!! Ouve aí, ouve aí ouve aí !!! Ainda tem a participação do também saudoso comentarista e ex-técnico da seleção canarinho João Saldanha.</p>
<p><a href="http://www.vozesbrasileiras.com.br/html/mp3/g/g-gde_jornal_tupi.mp3" target="_blank">GRANDE JORNAL FALADO TUPI</a></p>
<p>Apresentação CORIFEU DE AZEVEDO MARQUES &#8211; Primeira Edição &#8211; &#8220;Ano 1 &#8211; Número 1&#8243; (Rádio Tupi-S.Paulo)-regravação</p>
<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<p>Monarquia do Rádio Paulista &#8211; Podcast Cardápio Cultural</p>
<p>* Publicado por Thais Matarazzo</p>
<p>Rainhas e Princesas do Rádio Paulista</p>
<p>Não percam, hoje no podcast CARDÁPIO CULTURAL, um programa especial conta a trajetória de Rainhas e Princesas do Rádio Paulista. Muitas entrevistas e músicas!</p>
<p>Acesse: <a href="http://cardapiocultural.podbean.com/mf/feed/g3yp8z/rainhas2.mp3" target="_blank">cardapiocultural.podbean.com</a></p>
<p><script src="http://mediaplayer.yahoo.com/js" type="text/javascript"></script></p>
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		<title>A Londres no pré-guerra</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[memórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Andre Araujo
Seção Musical em homenagem à semana inglesa do Presidente Lula, da serie British Dance Bands : De 1925 a 1940 Londres foi a a capital dos jantares elegantes ao som de famosas orquestras de dança que tocavam nos principais hoteis como Mayfair e Savoy e em night clubs como Kit Kat, foram em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Andre Araujo</h2>
<p>Seção Musical em homenagem à semana inglesa do Presidente Lula, da serie British Dance Bands : De 1925 a 1940 Londres foi a a capital dos jantares elegantes ao som de famosas orquestras de dança que tocavam nos principais hoteis como Mayfair e Savoy e em night clubs como Kit Kat, foram em torno de 30 conjuntos entre os quais os mais conhecidos eram Bert Ambrose, Ray Noble, Jack Hylton, Harry Roy, Jack Payne, Jay Wilbur, Billy Cotton, Jack McDermott, Lew Stone, Fletcher Henderson, Roy Fox</p>
<p>etc., as orquestras tinham quase sempre cantores não fixos, como Al Bowlly, Vera Lynn, Elsie Carslile, Anne Shelton, Marjorie Kingsley, Rita Williams, Dan Donovan, Les Allen e uma estrela de quem tratarei em outro post, Frances Day, cuja vida de amores daria um belo filme, entre os seus casos teve Anthony Eden, futuro Primeiro Ministro, Eduardo VIII, futuro Rei e Lord Louis Mountbatten, primo do Rei e o ultimo Vice-Rei da India.</p>
<p>As orquestras tocavam em ambientes aonde era obirgatorio o traje a rigor, que era o padrão londrino para jantar nas classes altas, as orquestras tambem gravavam bastante e muitas delas eram contratadas da BBC.</p>
<p>As orquestras birtanicas eram bem diferentes das americanas, a musica sempre mais suave e menos estridente, o padrão londrino era especifico mas muitos musicos americanos tocavam na Inglaterra, alguns moraram lá por décadas mas o publico era inglês e a musica tinha um estilo inconfundivel, mesmo quando o compositor era americano, como a que Ray Noble toca no video abaixo, composição de Cole Porter.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=KuzNK35o_K0" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=KuzNK35o_K0</a><br />
<object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KuzNK35o_K0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/KuzNK35o_K0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Depois do italiano, a volta à normalidade</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 19:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Fortaleza]]></category>
		<category><![CDATA[italiano]]></category>
		<category><![CDATA[pedofilia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ubaldo, o Paranóico
Caro Nassif,

Veja a que nível chega a histeria hipócrita de nossa sociedade. Enquanto o tal italiano vai preso (acusado de estupro!) pelo fato de dar um “selinho” na filha, à luz das Praias do Ceará, essas outras meninas ficaram restritas a uma página de jornal, sem a mínima repercussão, e sem nehum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 id="submitted-on">Por Ubaldo, o Paranóico</h2>
<p>Caro Nassif,</p>
<p>Veja a que nível chega a histeria hipócrita de nossa sociedade. Enquanto o tal italiano vai preso (acusado de estupro!) pelo fato de dar um “selinho” na filha, à luz das Praias do Ceará, essas outras meninas ficaram restritas a uma página de jornal, sem a mínima repercussão, e sem nehum “moralista” para mandar prender algum político…</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=668827">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=668827</a></p>
<p>O link está com data de 11.09. mas a data certa é 7.09 (dia da Independência!). <a rel="nofollow" href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=668827"></a></p>
<p>Observe, no final do artigo (logo abaixo do nome do jornalista, encimando o quadro “comente essa matéria), há um anúncio (à esquerda do quadro) com os seguintes dizeres: “Ache a mulher ideal – Milhares de perfil (sic) de mulheres para todas as idades”. É de doer, não é não?</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Como é anúncio Google, é possível que já não esteja quando acessarem a página.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Furo: a primeira atriz e cantora negra brasileira</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/08/furo-a-primeira-atriz-e-cantora-negra-brasileira/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 20:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Ascendina dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Revista]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=32919]]></guid>
		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif
Por Henrique Marques Porto
Nassif,

Não sei se você já viu, mas o Portal tem um furo! Em primeira mão a Página Teatro de Revista apresenta ao distinto público uma foto de Ascendina dos Santos, a primeira atriz e cantora negra brasileira.

Ascendina seria a enigmática Rosa Negra, atriz que fez muito sucesso a partir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3><strong><span class="row-title">Por Henrique Marques Porto</span></strong></h3>
<p>Nassif,</p>
<p>Não sei se você já viu, mas o Portal tem um furo! Em primeira mão a <a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/rosa-negra-o-misterio" target="_blank">Página Teatro de Revista</a> apresenta ao distinto público uma foto de Ascendina dos Santos, a primeira atriz e cantora negra brasileira.</p>
<p>Ascendina seria a enigmática Rosa Negra, atriz que fez muito sucesso a partir de 1926 e que desapareceu no início dos anos 30. Deixou apenas uns poucos registros fonográficos, que já postamos. Nunca mais se teve notícias dela. Não se sabe onde e quando nasceu, nem quando e onde morreu. Foi uma descoberta arqueológica da Helô!</p>
<p>A matéria fala ainda da precursora Companhia Negra de Revistas, composta apenas por negros, criada em 1926 e dissolvida em 1927, e das manifestações racistas que sofreu por parte de certa imprensa. O maestro da Companhia criada por De Chocolat e o cenógrafo português Jaime Silva era o Pixinguinha. Grande Otelo estreou nela aos 6 anos de idade.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/rosa-negra-e-preconceito" target="_blank">Clique aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sexo na rede</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/19/sexo-na-rede/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/19/sexo-na-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 12:44:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[chats]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[De O Globo
Sexo com riscos, agora na rede
Bernardo Mello Franco

BRASÍLIA

Pesquisa sobre comportamento sexual divulgada ontem pelo Ministério da Saúde revela que os brasileiros estão fazendo mais sexo fora do casamento e com parceiros que conheceram pela internet. E o cuidado com a prevenção da Aids e outras doenças diminuiu. De acordo com o estudo, 7,3% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>De O Globo</h2>
<h3><a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQEpSgoQ5NWnwZ8k" target="_blank">Sexo com riscos, agora na rede</a></h3>
<p>Bernardo Mello Franco</p>
<p>BRASÍLIA</p>
<p>Pesquisa sobre comportamento sexual divulgada ontem pelo Ministério da Saúde revela que os brasileiros estão fazendo mais sexo fora do casamento e com parceiros que conheceram pela internet. E o cuidado com a prevenção da Aids e outras doenças diminuiu. De acordo com o estudo, 7,3% das pessoas tiveram relações, no último ano, com alguém que encontraram na rede mundial de computadores.</p>
<p>Entre os homens, o percentual chega a 10,3%, contra 4,1% entre as mulheres. A pesquisa também mediu, pela primeira vez, o índice de traição nos relacionamentos. Dos entrevistados que vivem com um companheiro, 16% admitiram ter mantido ao menos uma relação extraconjugal. A infidelidade foi confessada por 21% dos homens e 11% das mulheres.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Hoje em dia, não sei. Mas é impressionante o que as salas de bate-papo fizeram com as relações pessoais dez, quinze anos atrás.</p>
<p>Meu amigo Zé Rodrix, em determinada época, chegou a ficar 24 horas seguidas chateando. Outro amigo &#8211; escritor renomado &#8211; apaixonou-se perdidamente por uma gaúcha inteligente. Foi até Porto Alegre. Lá, descobriu que era um travesti.</p>
<p>Há histórias de todo tipo ilustrando esse enigmático mundo novo.</p>
<p>Certa vez, escrevi um perfil de Leonel Brizolla, mostrando uma espécie de descanso do guerreiro. Depois de viúvo, ele se apaixonou por uma moça. E houve uma cena tocante, que mostrava o líder cansado. Uma passeata debaixo de sua janela e ele encantado com a moça, e menos com a política.</p>
<p>Velhos brizolistas ficaram surpresos, não sabendo onde obtive a informação. Foi em uma dessas salas.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>As redes sociais</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/13/as-redes-sociais/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/13/as-redes-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 16:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Grupo de Mídia do Portal Luís Nassif

Blogsfera: nova arena pública, descontínua, informal e plural
Por Edmar Roberto Prandini

Apresento uma pequena reflexão acerca dos desafios da mídia ante o fenômeno da blogsfera.

Vamos retroceder pouco mais de vinte anos, para resgatar a constituição do "Plenário Pró-Participação Popular na Constituinte". Já citei, em outra ocasião, aqui mesmo no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Grupo de Mídia do Portal Luís Nassif</h2>
<div class="tb">
<h3><a href="http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topics/blogsfera-nova-arena-publica" target="_blank">Blogsfera: nova arena pública, descontínua, informal e plural</a></h3>
<h3>Por Edmar Roberto Prandini</h3>
</div>
<p>Apresento uma pequena reflexão acerca dos desafios da mídia ante o fenômeno da blogsfera.</p>
<p>Vamos retroceder pouco mais de vinte anos, para resgatar a constituição do &#8220;Plenário Pró-Participação Popular na Constituinte&#8221;. Já citei, em outra ocasião, aqui mesmo no seu blog, minha admiração por Francisco Whitaker. Em 1985, o &#8220;Chico&#8221; foi um dos formuladores do modelo de organização quase &#8220;anárquico&#8221; do &#8220;Plenário&#8221;: um modelo de participação espontânea dos interessados, sem exigência de &#8220;identidades&#8221; padrões, sem comando uniforme acerca das iniciativas, sem datas únicas, sem &#8220;coordenação&#8221;, no sentido mais hierárquico do conceito. O &#8220;Plenário Pró-Participação Popular&#8221; era uma coalizão em que um &#8220;ideário&#8221; comum insuflava a criatividade e a iniciativa de todos os seus participantes em qualquer lugar onde se encontrassem. Essa característica determinou uma capacidade extraordinária de multiplicar iniciativas que acabou ecoando fortemente na Constituinte. O conceito chave do Chico era a &#8220;rede&#8221;.<span id="more-31079"></span></p>
<p>Os estudos sobre as redes de movimentos sociais já possuem algum acúmulo, na sociologia. No Brasil, por exemplo, na Universidade Federal de Santa Catarina, a profa. Ilse Scherer-Warren, publicou um livro com essa denominação, em 1993. Discutindo as teoria dos movimentos sociais na América Latina, ela observa que após os debates sobre as distinções entre os movimentos &#8220;tradicionais&#8221; e os &#8220;novos movimentos sociais&#8221;, abre-se uma nova abordagem, segundo qual &#8220;trata-se de passar da análise das organizações sociais específicas, fragmentadas, para a compreensão do movimento real que ocorre na articulação destas organizações, nas redes de movimentos (i.é, <em>from grassroots to networks</em>)&#8221; (Scherer-Warren, 1993: 23). É muito interessante outra observação que ela faz:</p>
<p>&#8220;(&#8230;) creio que as perspectivas de análises dos movimentos sociais para os anos 90 devem considerar o papel das tecnologias de informação e dos meios de comunicação de massa nas formas de organização da sociedade civil, mesmo porque este campo teve um desenvolvimento notável nos últimos anos. Resta verificar em maiores detalhes, tanto nos meios de comunicação de massa como na imprensa alternativa, os espaços de massificação, de uniformização, de consolidação de ideologias dominantes versus espaços de contestação das formas de dominação ou discriminação, de difusão de propostas alternativas de vida social, de novos valores universalizáveis de acordo com os interesses dos novos atores coletivos mencionados, bem como o espaço para a formação e comunicação das redes de movimentos&#8230;&#8221; (Scherer-Warren, 1993: 25).</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topics/blogsfera-nova-arena-publica" target="_blank">Continua aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Não deixaram Adriano sozinho</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/nao-deixaram-adriano-sozinho/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/nao-deixaram-adriano-sozinho/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 15:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano]]></category>
		<category><![CDATA[favela]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30924]]></guid>
		<description><![CDATA[Por weden
A torcida entendeu o recado de Adriano

Mas quem mais entenderia?

Lindo!!

“Eu só quero ser feliz”, um hino.

http://www.youtube.com/watch?v=Ke8NW-IkNV8
Comentário
Que maravilha!
Eu só quero é ser feliz. Andar tranquilamente na favela onde eu nasci  E poder me orgulhar  E ter a consciência que o Flamengo é o meu lugar ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por weden</span></strong></h2>
<p>A torcida entendeu o recado de Adriano</p>
<p>Mas quem mais entenderia?</p>
<p>Lindo!!</p>
<p>“Eu só quero ser feliz”, um hino.</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/watch?v=Ke8NW-IkNV8">http://www.youtube.com/watch?v=Ke8NW-IkNV8</a></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Que maravilha!</p>
<blockquote><p><span class="description">Eu só quero é ser feliz. Andar tranquilamente na favela onde eu nasci  E poder me orgulhar  E ter a consciência que o Flamengo é o meu lugar </span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/03/nao-deixaram-adriano-sozinho/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Ser paulista</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/23/ser-paulista/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/05/23/ser-paulista/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[nordestino]]></category>
		<category><![CDATA[paulista]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30745]]></guid>
		<description><![CDATA[Abro a discussão sobre o "ser paulista" recomendando não se ceder às visões preconcebidas. São Paulo não é um, são muitos, é um mundo extremamente diversificado que não pode ser interpretado apenas a partir dos olhos da mídia paulista.
 Por Hilano Carvalho
Rodrigo Medeiros,

“O problema é que os paulistas, não todos, se consideram desenvolvidos e por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abro a discussão sobre o &#8220;ser paulista&#8221; recomendando não se ceder às visões preconcebidas. São Paulo não é um, são muitos, é um mundo extremamente diversificado que não pode ser interpretado apenas a partir dos olhos da mídia paulista.</p>
<h2><strong><span class="row-title"> Por Hilano Carvalho</span></strong></h2>
<p>Rodrigo Medeiros,</p>
<p>“O problema é que os paulistas, não todos, se consideram desenvolvidos e por isso consideraram natural a adesão ao neoliberalismo, ou seja, ao fim da história”</p>
<p>É exatamente isso: trata-se de um auto-engano social. Os paulistas, talvez encarnando as figuras sanguinárias dos Bandeirantes do passado, sendo que, a rigor, boa parte deles nem sequer poderia reivindicar tal ascendência, pois a grande massa colonizadora de SP, não se esqueçam, tem origem italiana e espanhola, que remonta aos séculos XIX e XX, tem uma visão colonialista do resto do Brasil. Muitos vêem de fato o Brasil como um resto no sentido mais pejorativo da palavra. Dito isso, parte dos paulistas-nativos, não todos, mas a grande maioria, até mesmo sem querer, influenciados por uma cultura autoritária e servil, nem se reconhecem no “ser brasileiro” para si, se os outros assim se vêem desta maneira, ou para os outros, na medida em que se consideram superiores por apresentarem indicadores financeiro-econômicos mais favoráveis, construídos, tal como muito bem exposto aqui, pela exploração do meio ambiente e de mão de obra barata. <span id="more-30745"></span></p>
<p>Creio ser este um paradigma de sociabilidade que necessita de uma reflexão crítica mais contundente por parte dos paulistas. Infelizmente, diante do aceite e do alinhamento ao pensamento PSDBista neoliberalizante, avesso ao pensar crítico, totalmente tomado por um instrumentalismo pragmático e, portanto, da desubjetivação do próprio sujeito, como ser que não reflete a si mesmo e não se reconhece nos outros, não vejo muita esperança nesse ponto.</p>
<p>Talvez as grandes universidades paulistas, a USP, a UNICAMP, a UNESP teriam papéis preponderantes nesse sentido. Mas o que acontece é que, em certa medida, elas mesmas estão tomadas por tal forma de pensar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O fotógrafo Stupakoff</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/27/o-fotografo-stupakoff/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/27/o-fotografo-stupakoff/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 15:55:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Bazaar]]></category>
		<category><![CDATA[Otto Stupakoff]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30251]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Glauco
Esta semana faleceu o famoso fotógrafo Otto Stupakoff. O blog do Pictura Pixel deu a nota num post muito bonito: clique aqui.
Comentário
Que tal homenagearmos adequadamente Stupakoff completando o excelente perfil publicado com pesquisas adicionais? Aí vão alguns trechos do perfil, com dicas para pesquisa.
Pesquisa 1
É dele uma antológica capa da revista Claudia de 1963, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: left"><img class="alignleft" style="float: left" src="http://www.picturapixel.com/wp-content/uploads/2009/04/otto_stupakoff2005_web.jpg" alt="" width="300" height="300" />Por Glauco</h2>
<p>Esta semana faleceu o famoso fotógrafo Otto Stupakoff. O blog do Pictura Pixel deu a nota num post muito bonito: <a href="http://www.picturapixel.com/?p=5037" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Que tal homenagearmos adequadamente Stupakoff completando o excelente perfil publicado com pesquisas adicionais? Aí vão alguns trechos do perfil, com dicas para pesquisa.</p>
<h3>Pesquisa 1</h3>
<blockquote><p>É dele uma antológica capa da revista Claudia de 1963, com o retrato da belíssima atriz Karen Rodrigues . Stupakoff conta que foi o autor da primeira foto de moda genuinamente brasileira: A modelo era Duda Cavalcanti, uma top internacional da época, vestindo um modelo do estilista paraense Dener Pamplona de Abreu, o famoso &#8220;Dener &#8221; (1937-1978) . Lembra até mesmo a locação: No terraço da casa do pintor carioca Heitor dos Prazeres (1988-1966) , no distante ano de 1955.</p></blockquote>
<h3>Pesquisa 2</h3>
<blockquote><p>Seu primeiro trabalho editorial no exterior foi para Bazaar, fazendo o retrato do ator Oskar Werner, o Jules, protagonista de &#8220;Jules et Jim&#8221;, filme de 1962 do francês François Truffaut (1932-1984) . &#8220;Usava uma câmera de grande formato 9X10 polegadas . Não por exigência dos editores, mas, por escolha!&#8221;</p></blockquote>
<h3>Pesquisa 3</h3>
<blockquote><p>Nesta época conheceu a brasileira Beatriz Feitler (1938-1982), diretora de arte da Bazaar, onde ele produziu ensaios mensais por cinco anos. &#8221; No início, &#8220;Bea&#8221; não queria me dar trabalho achando que pensariam que estava me favorecendo por ser brasileiro. &#8220;Ela foi a melhor diretora de arte com quem trabalhei!&#8221;, conta, com saudade da amiga. Feitler foi diretora de arte da Rolling Stone onde redesenhou a revista por três vezes. O antológico volume do décimo aniversário da revista , de 1977, foi preparado por ela, que trouxe um ensaio fenomenal da fotógrafa americana Annie Leibovitz. Seu último trabalho foi reformular a revista Vanity Fair, cujo primeiro volume saiu um ano após sua morte.</p></blockquote>
<p>Para meu próximo livro, fiz uma pesquisa relativamente extensa sobre o Bazaar e o Vogue, e não soube nada sobre essa brasileira Beatriz Freitler. Quem teria mais dados?</p>
<h3>Reconhecimento</h3>
<blockquote><p>Por iniciativa do fotógrafo Fernando Laszlo, de quem se tornou amigo, &#8211; e para quem Stupakoff disse que deixaria como herança seus negativos &#8211; e do fotógrafo Bob Wolfenson, o talento dele voltou a ser reconhecido no Brasil. Na verdade, para a geração nova, está sendo ainda descoberto, infelizmente, resultado da pobre e lamentável memória cultural brasileira.</p></blockquote>
<h2><strong><span class="row-title"> Por Maria Beatriz Coelho</span></strong></h2>
<p>Sobre a Beatriz Freitler: <a href="http://books.google.com.br/books?id=amN9wQijxewC&amp;pg=PA463&amp;lpg=PA463&amp;dq=Beatriz+Feitler&amp;source=bl&amp;ots=DgihFIuROn&amp;sig=lZV2TVOPm_9a90cEus1wrAYIze8#PPA464,M1" target="_blank">clique aqui</a>.<a rel="nofollow" href="http://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/2009/04/26/como-fazer-um-bebe-versao-bem-humorada/"></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/27/o-fotografo-stupakoff/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O ocaso do pensamento neocon</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/26/o-ocaso-do-pensamento-neocon/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/26/o-ocaso-do-pensamento-neocon/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 13:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[neocon]]></category>
		<category><![CDATA[Obama]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=30233]]></guid>
		<description><![CDATA[Por weden
Na matéria do Estadão (Portal) "Audácia marca largada de Obama", há uma questão que fica de fora: o enterro da cultura neocon.

Aliás, as discussões eminentemente econômicas da crise atual ocultam seriamente o deslocamento dos valores culturais e filosóficos que vêm se dando, com o fim do pensamento único.

A matéria citada acima poderia ganhar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por weden</h2>
<p>Na matéria do Estadão (Portal) &#8220;Audácia marca largada de Obama&#8221;, há uma questão que fica de fora: o enterro da cultura neocon.</p>
<p>Aliás, as discussões eminentemente econômicas da crise atual ocultam seriamente o deslocamento dos valores culturais e filosóficos que vêm se dando, com o fim do pensamento único.</p>
<p>A matéria citada acima poderia ganhar o título &#8220;Obama, os 100 dias que enterraram a cultura neocon&#8221;</p>
<p>Na era neocon (aprofundada por Bush) falar em líderes populares era falar em ditadores sanguinários; usava-se a expressão Eixo do Mal, dividindo o mundo entre bonzinhos e satânicos (os opositores aos EUA, lógico); condenar Guantânamo e os métodos da Guerra do Iraque era coisa de defensores de terroristas.</p>
<p>No Brasil, o neocon fez escola: Veja e seus pitbuls (e seu neomakartismo de difamação de tudo que parecia-lhes de esquerda), Ali Kamel e a negação do racismo, Olavo de Carvalho com seu desdém em relação ao que ele chamava de &#8220;queridinhos de ongs&#8221; (negros e indígenas), Arnaldo Jabor chamando de atrasados todos que duvidavam do neoliberalismo.<span id="more-30233"></span></p>
<p>Foi uma época em que até os livros didáticos foram queimados em praça pública (diga-se: no espaço da mídia) se trouxessem uma visão diferenciada. Època também em que qualquer coisa que &#8220;cheirasse a politcamente correto&#8221; era sarcasticamente rejeitada. Fora os pudores excessivos, é lógico que respeitar o próximo é sempre útil.</p>
<p>Movimentos sociais foram criminalizados, bandidos pobres mereciam única e exclusivamente execução sumária. Investimentos sociais eram vistos como gasto e desperdício.</p>
<p>Mesmo na academia, teóricos críticos foram caçados como bruxas, e seus escritos condenados em páginas de jornais. Falar em Adorno, Gramsci, Habermas era motivo de riso. Relativismo cultural era concessão a incapazes da história, e lembrar os horrores da colonização era rejeitar &#8220;o bem que o ocidentalismo nos fez&#8221;.</p>
<p>Mas&#8230;o neoliberalismo acabou, levando consigo o pensamento econômico único, o governo Bush teve fim melancólico, a política do diálogo foi ressuscitada por Obama, dando fim à opção neocon, e a disputa ideológica está mais equilibrada.</p>
<p>Hoje o que é neocon é que parece atrasado e sem volta. Ainda há focos de resistência no Brasil.</p>
<p>Mas é questão de tempo.</p>
<h2><strong><span class="row-title"> Por João Vergílio</span></strong></h2>
<p>A cultura neocon está agonizante. É fato. A esquerda renovada, por outro lado, nem sequer nasceu. Nem sequer se preocupa em nascer. Vejam a reportagem de hoje, no Estadão, a respeito da esquerda européia, e terão uma boa idéia do quão profundo é o sono em que ela caiu.</p>
<p>O caráter “esquerdista” do governo Lula, é bom não nos esquecermos disso, está limitado, até o momento, a uma expansão quantitativa (importantíssima, não há dúvida) das políticas sociais do governo FHC. Enquanto isso:</p>
<p>1. O presidente do Banco Central chama-se Henrique Meirelles.</p>
<p>2. A idéia de arquitetar uma reforma fiscal soa distante e estranha aos ouvidos da maioria das pessoas que se consideram de “esquerda”. Se você puxa assunto a respeito de eficiência e simplificação no sistema de arrecadação, passa a impressão de estar querendo discutir a composição química das rochas do planeta Marte. (Eu gostaria de saber O QUE essa gente está pensando em “redistribuir”, e COMO.)</p>
<p>3. A idéia de introduzir mecanismos de controle e avaliação no funcionalismo público continua posta no index da esquerda. (Como se o Estado fosse fim, e não meio de uma política de esquerda em qualquer país.)</p>
<p>4. O apego a idéias velhas e comprovadamente ineficientes, como a “reforma agrária”, é comparável à devoção que determinados católicos ainda dedicam a lasquinhas supostamente tiradas do Lenho Sagrado.</p>
<p>5. Quando o assunto é segurança pública, tudo fica deixado a um futuro distante, quando as desigualdades sociais desaparecerem, e o Brasil tiver se transformado num paraíso. Enquanto não chegamos lá, vamos empurrando com a barriga, entregando de mão beijada à direita o discurso de que ela necessita para sentir o chão embaixo dos pés após a implosão de seu mundo dourado.</p>
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		<title>As novas relações horizontais</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/24/as-novas-relacoes-horizontais/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 18:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Diplomacia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mundo plano]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Hans Bintje
O site do Luis Nassif também é parte da política externa brasileira.

Geert A. Banck cita (1) “o quadro famoso de Rembrandt, que mostra cinco conselheiros do grêmio de comerciantes de tecidos de Amsterdam atrás de uma mesa, averiguando a qualidade das amostras, pode-se vislumbrar um convívio religioso exemplar: todos vestem os mesmos ternos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Hans Bintje</span></strong></h2>
<p>O site do Luis Nassif também é parte da política externa brasileira.</p>
<p>Geert A. Banck cita (1) “o quadro famoso de Rembrandt, que mostra cinco conselheiros do grêmio de comerciantes de tecidos de Amsterdam atrás de uma mesa, averiguando a qualidade das amostras, pode-se vislumbrar um convívio religioso exemplar: todos vestem os mesmos ternos escuros, dois são católicos, um menonita, um protestante expulso da Igreja Calvinista e somente um calvinista”.</p>
<p>O que os une são as necessidades reais das pessoas, que transcendem quaisquer fantasias sobre uma divindade mesquinha que faça distinções entre seus filhos. Por isso aqueles conselheiros se respeitam e nós os respeitamos; a mesma coisa ocorre com o Luis Nassif quando ele se dedica a escrever sobre seu povo, pessoas reais com angústias e um bocado de sonhos.</p>
<p>Jorge Forbes comenta (2) “que a angústia é fundamental para o ser humano. Se ela é causa de doenças, é também causa de criação. Ninguém cria nada se não estiver angustiado”.</p>
<p>Nesse sentido, o blog do Luis Nassif se tornou um lugar criativo, interessante, que vale a leitura, a interação.</p>
<p>E, como bem observa Jorge Forbes sobre a liderança (3), raciocínio que vale para as relações internacionais, “hoje estamos em uma sociedade de rede, uma sociedade plana, não vertical, o líder não pode se apresentar como um modelo a ser imitado, ou louvado como um ideal. Acabou a era dos líderes imperiais, mistura de sabedoria e poder. (…)</p>
<p>Um líder hoje deve saber que (…) mais valem os detalhes do pouco a pouco, a atenção com as janelas quebradas, que propostas monumentais.</p>
<p>Um líder hoje deve saber que na sociedade de comunicação o que mais vale é a própria comunicação, a interface, o contato, além de qualquer bem material: o líder deve ser a expressão de uma cultura”.</p>
<p>Notas:</p>
<p>(1) <a rel="nofollow" href="http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v22n65/a10v2265.pdf">http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v22n65/a10v2265.pdf</a></p>
<p>(2) <a rel="nofollow" href="http://www.jorgeforbes.com.br/br/contents.asp?s=24&amp;i=23">http://www.jorgeforbes.com.br/br/contents.asp?s=24&amp;i=23</a></p>
<p>(3) <a rel="nofollow" href="http://www.jorgeforbes.com.br/br/contents.asp?s=23&amp;i=134">http://www.jorgeforbes.com.br/br/contents.asp?s=23&amp;i=134</a></p>
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		<title>O dia de Sant Jordi</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/04/23/o-dia-de-sant-jordi/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 20:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Saint Jordi]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Guilherme Dorneles
Nassif, hoje o dia tem um sabor delicioso aqui em Barcelona, onde vivo.

Dia 23 de abril é comemorado o Dia de Sant Jordi, o padroeiro da Catalunha. Para os catalães, a data representa não só a homenagem a um santo como também o dia dos namorados, tomando o posto de São Valentin, comemorado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Guilherme Dorneles</h2>
<p>Nassif, hoje o dia tem um sabor delicioso aqui em Barcelona, onde vivo.</p>
<p>Dia 23 de abril é comemorado o Dia de Sant Jordi, o padroeiro da Catalunha. Para os catalães, a data representa não só a homenagem a um santo como também o dia dos namorados, tomando o posto de São Valentin, comemorado dia 14 de fevereiro no mundo inteiro.</p>
<p>Mas, muito mais do que apenas um feriado, o dia é uma data especial nas ruas das cidades e &#8220;pueblos&#8221; da Catalunha. A tradição diz que a mulher deve dar um livro ao homem, já o homem dá uma rosa e um ramo de trigo à sua amada.</p>
<p>Por isso, as ruas ficam cheias. Dezenas de pessoas vendendo livros e rosas. Além disso, escritores famosos realizam sessões de autógrafos nas ruas e um clima delicioso toma conta da já gostosa primavera espanhola.</p>
<p>Infelizmente, minha amada está no Brasil, mas, mesmo assim, saio às ruas apenas para ver as pessoas e os casais apaixonados.</p>
<p>Mais informações sobre o dia aqui (em espanhol) <a href="http://santjordi.yaia.com/historia.html" target="_blank">http://santjordi.yaia.com/historia.html</a></p>
<p>Então, viva Sant Jordi!!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A homofobia que mata</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/29/a-homofobia-que-mata/</link>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 13:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[assassinato]]></category>
		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[homossexuais]]></category>

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		<description><![CDATA[Do caderno Aliás, do Estadão
A máquina do ódio homofóbico não para de moer
Todos os dias, mais de um homossexual masculino é assassinado no País. Travestis são maiores vítimas
Vagner de Almeida* - O Estado de S.Paulo

- Desde que iniciei o trabalho sobre violências estruturais, no início dos anos 80, com o surgimento da aids e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do caderno Aliás, do Estadão</h2>
<h3><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-maquina-do-odio-homofobico-nao-para-de-moer,342807,0.htm" target="_blank">A máquina do ódio homofóbico não para de moer</a></h3>
<h4>Todos os dias, mais de um homossexual masculino é assassinado no País. Travestis são maiores vítimas</h4>
<p>Vagner de Almeida* &#8211; O Estado de S.Paulo</p>
<p>- Desde que iniciei o trabalho sobre violências estruturais, no início dos anos 80, com o surgimento da aids e o crescente número de vítimas do ódio homofóbico, assassinatos praticados com altíssimo grau de violência contra homossexuais ainda crescem no Brasil. No Parque dos Paturis, em Carapicuíba (SP), um suposto serial killer matou, entre julho de 2007 e o último dia 15, nada menos do que 14 pessoas, a maioria homossexuais. Em 2009, também foram assassinados dois travestis de 20 anos no Altiplano Cabo Branco, em João Pessoa. Em todo o País, de janeiro a junho de 2008 foram registrados mais de 50 homicídios contra essa comunidade, tendo o número duplicado até o início de dezembro. Esses dados referem-se apenas aos casos registrados nas delegacias de polícia, nos laudos dos hospitais e por instituições como o Grupo Gay da Bahia, o qual, com tremenda dificuldade, consegue obter informações precárias. Estatísticas comprovam que, por dia, mais de um homossexual é morto em nosso território.(<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-maquina-do-odio-homofobico-nao-para-de-moer,342807,0.htm" target="_blank">continua</a>)</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Creio que o preconceito mais arraigado em nossa sociedade é contra o homossexualismo. Da morte de homossexuais em crimes de rua, até a lista pink (sobre os homossexuais da sociedade paulistana), é um preconceito que não respeita classe social.</p>
<p>Em casa sempre recriminamos qualquer forma de manifestação preconceituosa. As quatro meninas  foram criadas dentro desses princípios. Da influência da escola, das conversas com coleguinhas, nunca vi manifestações contra negros. Contra homossexuais, sim. Nada que tivesse sido passado pelos professores, mas a partir de conversas com coleguinhas.</p>
<p>Não chegaram a desenvolver essa excrescência (do preconceito) porque prontamente reprimidas. Mas é revelador sobre os filtros que a sociedade passou a construir contra outras formas de preconceito; e dos filtros civilizatórios que ainda estão por serem construídos.</p>
<p>É um preconceito tão arraigado que há alguns tipos manjados na Internet, blogueiros extremamente agressivos, com histórico de homossexualismo, que se tornaram homofóbicos empedernidos como forma de autodefesa.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A santa dos brasileiros</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/03/a-santa-dos-brasileiros/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 17:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem me enrolei com mil compromissos e deixei passar em branco várias dicas de vocês sobre o dia de Iemanjá. Dia desses, abordamos também a questão das religiões afro no sistema educacional.

Que tal aproveitar o tema para um bom apanhado sobre as religiões afro-brasileiras?


Comentário
Alguém poderia informar qual o parâmetro que uso para desabilitar a execução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem me enrolei com mil compromissos e deixei passar em branco várias dicas de vocês sobre o dia de Iemanjá. Dia desses, abordamos também a questão das religiões afro no sistema educacional.</p>
<p>Que tal aproveitar o tema para um bom apanhado sobre as religiões afro-brasileiras?</p>
<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/02/1182128680_f.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27861" src="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/files/2009/02/1182128680_f.jpg" alt="" width="230" height="300" /></a></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Alguém poderia informar qual o parâmetro que uso para desabilitar a execução automática?<span id="more-27841"></span></p>
<h2>Por Sílvia Gomes</h2>
<p>Bom, já que o assunto é religião, aproveito para falar da minha, que não é afro-brasileira mas é brasileiríssima: o Santo Daime. É uma religião eclética, cujo cerne é o cristianismo, tendo como figuras centrais Jesus Cristo e a Virgem Maria, que entregou a doutrina ao nosso Mestre Irineu, no início do século 20. Como muitas religiões brasileiras, ela é eclética e cultua todos os seres que possam se identificar com o lema Harmonia, Amor, Verdade e Justiça. Para quem quiser saber mais: http://www.santodaime.org.br</p>
<p>Iemanjá é muito importante para nós, uma figura materna e que se identifica com a Virgem Maria.</p>
<p>Viva Iemanjá!</p>
<p>Aqui, um hino lindo em homenagem a ela:</p>
<p>Luar se fez, um raio prateado<br />
Iluminando o céu e as espumas do mar</p>
<p>Lindo clarão à beira-mar<br />
Vejo Mamãe Iemanjá</p>
<p>Lá vem, lá vem, junto com suas sereias<br />
Nos abençoar<br />
Rainha Iemanjá</p>
<p>Dona das águas, tu és mãe<br />
Oh Janaína, Odoiá</p>
<p>Iluminai minhas profundas águas<br />
Para eu decifrar mistérios de meu mar<br />
Desse meu mar de emoções<br />
Rainha vem iluminar</p>
<p>Iemanjá, princípio gerador<br />
Amor fundamental<br />
Tão puro e maternal</p>
<p>Iemanjá vem confortar<br />
Oh Janaína, Odoiá</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>As novelas e o divórcio</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 10:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[novela]]></category>

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		<description><![CDATA[Por paulo frança
BBC diz que Globo causa divórcios
Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.

Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por paulo frança</h2>
<h3>BBC diz que Globo causa divórcios</h3>
<p>Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) sugere uma ligação entre as populares novelas da TV Globo e um aumento no número de divórcios no Brasil nas últimas décadas.<span id="more-27621"></span></p>
<p>Na pesquisa, foi feito um cruzamento de informações extraídas de censos nos anos 70, 80 e 90 e dados sobre a expansão do sinal da Globo – cujas novelas chegavam a 98% dos municípios do país na década de 90.</p>
<p>Segundo os autores do estudo, Alberto Chong e Eliana La Ferrara, &#8220;a parcela de mulheres que se separaram ou se divorciaram aumenta significativamente depois que o sinal da Globo se torna disponível&#8221; nas cidades do país.</p>
<p>Além disso, a pesquisa descobriu que esse efeito é mais forte em municípios menores, onde o sinal é captado por uma parcela mais alta da população local.</p>
<h3>Instrução</h3>
<p>Os resultados sugerem que essas áreas apresentaram um aumento de 0,1 a 0,2 ponto percentual na porcentagem de mulheres de 15 a 49 anos que são divorciadas ou separadas.</p>
<p>&#8220;O aumento é pequeno, mas estatisticamente significativo&#8221;, afirmou Chong.</p>
<p>Os pesquisadores vão além e dizem que o impacto é comparável ao de um aumento em seis vezes no nível de instrução de uma mulher. A porcentagem de mulheres divorciadas cresce com a escolaridade.</p>
<p>O enredo das novelas freqüentemente inclui críticas a valores tradicionais e, desde os anos 60, uma porcentagem significativa das personagens femininas não reflete os papéis tradicionais de comportamento reservados às mulheres na sociedade.</p>
<p>Foram analisadas 115 novelas transmitidas pela Globo entre 1965 e 1999. Nelas, 62% das principais personagens femininas não tinham filhos e 26% eram infiéis a seus parceiros.</p>
<p>Nas últimas décadas, a taxa de divórcios aumentou muito no Brasil, apesar do estigma associado às separações. Isso, segundo os pesquisadores, torna o país um &#8220;caso interessante de estudo&#8221;.</p>
<p>Segundo dados divulgados pela ONU, os divórcios pularam de 3,3 para cada 100 casamentos em 1984 para 17,7 em 2002.</p>
<p>&#8220;A exposição a estilos de vida modernos mostrados na TV, a funções desempenhadas por mulheres emancipadas e a uma crítica aos valores tradicionais mostrou estar associada aos aumentos nas frações de mulheres separadas e divorciadas nas áreas municipais brasileiras&#8221;, diz a pesquisa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que Brasil e Itália têm em comum</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/30/o-que-brasil-e-italia-tem-em-comum/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/30/o-que-brasil-e-italia-tem-em-comum/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 18:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Costumes]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Abdelnur
Brimo Nassif,

de uma olhada no link abaixo e depois me diga se é para confiarmos na corte italiana. Clique aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Abdelnur</h2>
<p>Brimo Nassif,</p>
<p>de uma olhada no link abaixo e depois me diga se é para confiarmos na corte italiana. <a href="http://tcc.itc.it/people/rocchi/fun/europe.html" target="_blank">Clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/01/30/o-que-brasil-e-italia-tem-em-comum/feed/</wfw:commentRss>
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