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	<title>Luis Nassif &#187; Cinema</title>
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	<description>Sobre economia, política e notícias do Brasil e do Mundo</description>
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		<title>O filme sobre Lula e o jornalismo tapioca</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Folha]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[patrocinadores]]></category>
		<category><![CDATA[verbas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Folha "descobriu" que empresas patrocinadoras do filme do Lula têm algum tipo de negócio com o governo. São algumas das maiores empresas brasileiras, como Volkswagen, OAS, JBS Friboi, Odebrecht, e assim por diante. E por "negócios" entenda-se desde compras irrelevantes do governo (R$ 31 milhões que a VW vendeu ao Ministério da Defesa) até [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha &#8220;descobriu&#8221; que empresas patrocinadoras do filme do Lula têm algum tipo de negócio com o governo. São algumas das maiores empresas brasileiras, como Volkswagen, OAS, JBS Friboi, Odebrecht, e assim por diante. E por &#8220;negócios&#8221; entenda-se desde compras irrelevantes do governo (R$ 31 milhões que a VW vendeu ao Ministério da Defesa) até obras, financiamentos do BNDES, incentivos fiscais, prestação de serviços.</p>
<p>Pergunto: qual empresa brasileira, dentre as 50 maiores, não têm nenhum negócio com o governo? Abaixo vai uma relação das maiores empresas privadas não-financeiras. Aponte uma que não tenha negócios com o governo. Aliás, pode incluir nesse pacote a Abril (que vende assinaturas e livros didáticos para o MEC), a Globo (através da Fundação Roberto Marinho e dos contratos de publicidade), a Folha (que recebe publicidade oficial, como os demais órgãos da imprensa).</p>
<p>Seria um furo se descobrisse algum grande grupo sem negócios com o governo.</p>
<p>Vale (Mineração), Usiminas (Siderúrgica), BrOi (Telecomunicações), Gerdau (Metalúrgica), CSN (Siderúrgica), CPFL (Energia), Braskem (Química), Redecard (Serviços), Embraer (Aviação), Votorantim (Vários).</p>
<h2>Da Folha</h2>
<h3><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2011200909.htm" target="_blank">Patrocinadores de &#8220;Lula&#8221; têm verba federal</a></h3>
<p>Sete das 17 empresas que ajudaram a bancar o filme receberam R$ 407 milhões neste ano em contratos com o governo</p>
<p>Outras cinco financiadoras da obra sobre a vida de Lula obtiveram financiamentos do BNDES; empresas dizem não ver problema em ajuda</p>
<p>RUBENS VALENTE</p>
<p>DA REPORTAGEM LOCAL</p>
<p>PAULO GAMA</p>
<p>DA REDAÇÃO</p>
<p>A maior parte das 17 empresas patrocinadoras do filme &#8220;Lula, o Filho do Brasil&#8221;, que deve entrar no circuito comercial em 1º de janeiro, mantém negócios com os ministérios e bancos do governo federal. Apenas em 2009, sete dessas empresas receberam cerca de R$ 407 milhões em pagamentos diretos da União por conta de obras, aquisição de equipamentos e outros serviços.</p>
<p><span id="more-39282"></span>Outras cinco obtiveram financiamentos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) desde o início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, e outra tem como sócio um banco estatal e o fundo de pensão a ele ligado, ambos controlados pela União.</p>
<p>O Banco do Brasil e a Previ (fundo dos funcionários do BB), cujos presidentes são nomeados pelo governo federal, detêm cerca de 61% das ações da Neoenergia, terceiro maior grupo do setor energético brasileiro, que confirmou à Folha ter doado R$ 500 mil para a produção do filme.</p>
<p>O custo total é um dos mais altos do cinema nacional. Os produtores, a família de Luiz Carlos Barreto, afirmam que foi de R$ 12 milhões.</p>
<p>As empresas investiram de uma maneira pouco usual no mercado: injetaram dinheiro próprio e fora das leis de incentivo à cultura que preveem o abatimento das doações no Imposto de Renda. Os produtores do filme dizem que não usaram as leis de fomento justamente para não serem acusados de beneficiamento indevido.</p>
<p>Se preservou o dinheiro dos contribuintes, o caminho adotado pelos produtores tornou a operação menos transparente.</p>
<p>Nos projetos financiados de acordo com as leis de incentivo à cultura (cerca de R$ 88 milhões em projetos de cinema em 2008), a Ancine (Agência Nacional do Cinema) tem acesso aos valores e às empresas financiadoras, dados que tem de publicar em seu site. Não é o caso do filme &#8220;Lula&#8221;.</p>
<p>&#8220;É como um negócio qualquer entre duas empresas. Não temos acesso a essas informações&#8221;, informou a agência.</p>
<p>Em e-mail enviado à Folha por meio de sua assessoria, a produtora Paula Barreto informou que os valores exatos da doação de cada empresa não podem ser revelados: &#8220;Os contratos são confidenciais, não é possível divulgar valores&#8221;.</p>
<p>Na edição de ontem, &#8220;O Globo&#8221; informou que Paula disse que quatro doadores pediram para que seus nomes não fossem divulgados, o que eleva para 21 o número de doadores do filme, contra os 17 anunciados.</p>
<p>Procurados pela reportagem, alguns patrocinadores concordaram em divulgar suas cotas.</p>
<p>O Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem na Indústria) informou ter doado R$ 2 milhões, a Neoenergia, R$ 500 mil, e a EBX, do empresário Eike Batista, R$ 1 milhão -em 2009, Eike doou a mesma quantia para o filme &#8220;Cinco Vezes Favela&#8221; de Cacá Diegues, também de forma direta.</p>
<p>A maior parte das empresas alegou que a estratégia de não revelar o valor da doação faz parte da política usual da companhia na área dos patrocínios, não tendo relação com o filme.</p>
<p>A telefônica Oi, que fechou anteontem com o BNDES um contrato de financiamento de R$ 4,4 bilhões, manteve o mesmo tom: &#8220;A Oi tem como prática não informar valores específicos por projeto patrocinado&#8221;.</p>
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		<title>As sequências clássicas de filmes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/14/as-sequencias-classicas-de-filmes/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 19:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rogério Barreto Brasiliense
Luis Nassif, que tal futuramente você abordar as sequências de filmes preferidas dos leitores como bem narrou o Otávio. A minha preferida é uma de Apocalipse Now em que uma unidade de helicóperos voam para sua missão ao som da ópera “As Valquírias”, grande cena. Fica a sugestão.
Por Gilberto Marotta
Nassif e comentaristas: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Rogério Barreto Brasiliense</h2>
<p>Luis Nassif, que tal futuramente você abordar as sequências de filmes preferidas dos leitores como bem narrou o Otávio. A minha preferida é uma de Apocalipse Now em que uma unidade de helicóperos voam para sua missão ao som da ópera “As Valquírias”, grande cena. Fica a sugestão.</p>
<h2>Por Gilberto Marotta</h2>
<p>Nassif e comentaristas: eu vinha fazendo isso no meu perfil aqui no Portal, quem quiser dá uma passadinha lá…</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/video/video/listForContributor?screenName=3ilap9vt3dsld" target="_blank">Clique aqui</a></p>
<p>Chamei a brincadeira de “Minha sequência inesquecível” e vou postando as sequências que mais me emocionam. Convido todos a fazerem a mesma coisa. Aliás, Nassif, será que não dá para criar uma seção no Portal só com esses vídeos, pra todo mundo colaborar, como uma obra conjunta? vai ser uma delícia para os cinemaníacos confessos, como eu. rsrsrs</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trivial de Chacrinha</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 21:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Chacrinha]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Gilberto Marotta
Nassif, não me lembro de ter lido aqui, então vou recomendar o documentário “Alô, alô, Terezinha” que mostra, com emoção mas principalmente muito bom humor, uma pequena parte da estrela anárquica que foi o velho guerreiro, Chacrinha. Um documentário de mais de uma hora e meia que o público nem sente passar, pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Gilberto Marotta</h2>
<p>Nassif, não me lembro de ter lido aqui, então vou recomendar o documentário “Alô, alô, Terezinha” que mostra, com emoção mas principalmente muito bom humor, uma pequena parte da estrela anárquica que foi o velho guerreiro, Chacrinha. Um documentário de mais de uma hora e meia que o público nem sente passar, pelo contrário, lamenta ao final não poder dar mais risadas… segue o trailer:<br />
<object width="425" height="344"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qtsMK8jjU8s&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/qtsMK8jjU8s&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>A misteriosa musa de Anselmo</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Anselmo Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Lessa]]></category>
		<category><![CDATA[musa]]></category>
		<category><![CDATA[Pasquim]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ivan Lessa
Anselmo afirmava que “em noites de excitação alcóolica chegava a dar 11″. Todos nós, conhecendo as coisas dele, achávamos exagero. Num dia, um caso célebre do bom Anselmo confirmou. Dela, discreto que sou, só sou as iniciais:SD.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Ivan Lessa</h2>
<p>Anselmo afirmava que “em noites de excitação alcóolica chegava a dar 11″. Todos nós, conhecendo as coisas dele, achávamos exagero. Num dia, um caso célebre do bom Anselmo confirmou. Dela, discreto que sou, só sou as iniciais:SD.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lembranças de Anselmo Duarte</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Anselmo Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Jabor]]></category>
		<category><![CDATA[cinema novo]]></category>
		<category><![CDATA[Jairo Arco e Flexa]]></category>
		<category><![CDATA[Palma de Ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ivan Lessa
Conheci demais o Anselmo. Desde que, em 1950, fizemos um filme na Atlântida (pode checar no IMDB e há os primeiros 20 minutos no YouTube). Tremendo moleque, engraçadíssimo, inteligente, papo sensacional. Anos 60, muita conversa no Fiorentina. Ele, como eu, morava ali no Leme. Simpaticíssima e mais do que justo seu lembrete e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Ivan Lessa</h2>
<p>Conheci demais o Anselmo. Desde que, em 1950, fizemos um filme na Atlântida (pode checar no IMDB e há os primeiros 20 minutos no YouTube). Tremendo moleque, engraçadíssimo, inteligente, papo sensacional. Anos 60, muita conversa no Fiorentina. Ele, como eu, morava ali no Leme. Simpaticíssima e mais do que justo seu lembrete e, eu ousaria dizer, homenagem. Abração do admirador e leitor habitual. Ivan</p>
<h2>Por jairo arco e flexa, de sp</h2>
<p>Permitam-me um comentário muito pessoal sobre esse paulista de Salto, que se tornou famoso com os filmes da Atlântida carioca.</p>
<p>Até estrear na direção com a comédia “Absolutamente Certo!” Anselmo era víitima de uma campanha impiedosa de grande número de críticos, que faziam de tudo para desmoralizá-lo.</p>
<p>Implicavam com sua pinta de galã, seu sucesso junto às mulheres, com o que consideravam sua falta de cultura, chamando-o de canastrão para baixo.</p>
<p>Quando “Absolutamente Certo!”, filme do qual, além de ser o diretor, era também o autor do argumento e o protagonista, fez um enorme e inesperado sucesso, a maioria dos críticos teve, com diria Zagalo, “que engoli-lo”.</p>
<p>Mas quando Anselmo anunciou que iria adaptar para as telas a premiada peça de Dias Gomes “O Pagador de Promessas”, os ataques recomeçaram.</p>
<p><span id="more-37891"></span>No dizer de seus críticos, era muita ousadia um diretor cuja única realização havia sido uma simples comédia, encarar uma das peças de maior sucesso do teatro brasileiro, que havia sido encenada de forma magnífica por Flávio Rangel.</p>
<p>E não é quem em seu segundo trabalho Anselmo emplacou a Palma de Ouro em Cannes, prêmio até então inédito para o Brasil, proeza que até hoje nenhum outro diretor conseguiu repetir?</p>
<p>Mas a inveja, ah, a inveja… O pessoal do Cinema Novo do Rio não admitia o sucesso do paulista de Salto, ex-galã da Atlântida e da Vera Cruz, dois símbolos do cinema que os cinemanovistas detestavam.</p>
<p>Não há nada de parcial nisso que escrevo, sou amigo de muitos diretores do Cinema Novo carioca, mas foi exatamente isso que aconteceu. Eles, muito chegados ao pessoal dos cadernos de cultura dos jornais cariocas, fizeram de tudo para ignorar o prêmio, e, quando era obrigados a falar dele, tentar desvalorizá-lo.</p>
<p>Arnaldo Jabor, um dos expoentes do CN, reconheceu numa entrevista, que ele e seus colegas conseguiram “botar água no chope do Anselmo”.</p>
<p>Poucos anos depois, Anselmo, como ator, também calaria a boca de seus críticos, com uma atuação memorável como o vilão de “O Caso dos Irmãos Naves”, filme de Luis Sérgio Person que tinha Juca de Oliveira e Raul Cortez vivendo os dois personagens do título, vítimas de perseguição policial e de um clamoroso erro judiciário.</p>
<p>Detalhe curioso de Anselmo como ator: pouquíssimas vezes atuou na TV e nem pensava em fazer teatro, por um problema de inibição e pela enorme dificuldade (ou falta de disposição) em decorar textos longos.</p>
<p>Apesar disso, era um improvisador fantástico. Em mesas de bares e restarurantes, quando desandava a contar “causos” de sua vida e da carreira (a maioria, obviamente inventados), prendia a atenção de todos com suas narrativas. Era um autêntico “one man show”.</p>
<p>Um de seus pontos altos era a narrativa, aperfeiçoada e refinada a cada vez que voltava a contá-la, de como havia jogado por alguns minutos ao lado de Pelé e Garrincha num amistoso da seleção brasileira em algum pequeno país da Europa e da África.</p>
<p>Todo mundo sabia que aquilo era uma enorme mentira, e mesmo assim todo mundo prendia a respiração enquanto Anselmo criava pausas e suspense lembrando como convencia o técnico da seleção a colocá-lo em campo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A morte do galã maior</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/07/a-morte-do-gala-maior/</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Anselmo Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[falecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Palma de Ouro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Stanley Burburinho
Acabou de dizer na CBN que o Anselmo Duarte faleceu hoje.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Anselmo Duarte Bento (Salto, 21 de abril de 1920) é um ator, roteirista e cineasta brasileiro. Ganhou em 1962 a Palma de Ouro em Cannes, única concedida a um filme brasileiro, com O Pagador de Promessas, que também concorreu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Stanley Burburinho</h2>
<p>Acabou de dizer na CBN que o Anselmo Duarte faleceu hoje.</p>
<p>Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.</p>
<p>Anselmo Duarte Bento (Salto, 21 de abril de 1920) é um ator, roteirista e cineasta brasileiro. Ganhou em 1962 a Palma de Ouro em Cannes, única concedida a um filme brasileiro, com O Pagador de Promessas, que também concorreu ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Também dirigiu outros clássicos do cinema nacional, como Absolutamente Certo e Vereda da Salvação, mas, devido a divergências ideológicas com a turma do Cinema Novo, sua carreira entrou em declínio e não acompanhou seu imenso talento. Membro do júri Festival de Cannes em 1971</p>
<p>(…)</p>
<p>Nome completo Anselmo Duarte Bento</p>
<p>Data de nascimento 21 de abril de 1920 (89 anos)</p>
<p>Local de nascimento Salto São Paulo</p>
<p>Ocupação Diretor, roteirista, escritor, produtor</p>
<p>Festival de Cannes Palma de Ouro: 1962 O Pagador de Promessas”</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anselmo_Duarte" target="_blank">http://pt.wikipedia.org/wiki/Anselmo_Duarte</a></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Dia desses fui almoçar com uma filha no Center 3. Vi Anselmo Duarte  sozinho, alquebrado, olhando os cartazes dos cinemas de lá. Avisei a filha: aquele é o maior galã da história do cinema brasileiro.</p>
<p>Foi mais que isso: diretor que primeiro projetou o cinema brasileiro no mundo, com a direção de &#8220;O Pagador de Promessas&#8221;, Palma de Ouro do Festival de Cannes. Fez uma pequena carreira internacional, trabalhando como galã ao lado da menina Marisol &#8211; que fazia muito sucesso na época.</p>
<p>Sugiro um bom levantamento para homenageá-lo com o Trivial de hoje.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A síndrome de Down no cinema</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/10/14/a-sindrome-de-down-no-cinema/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 16:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Pablo Pineda]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de Down]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=35877]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Adriano De Bortoli
Nassif,

Estréia nesta sexta-feira nas salas de cinema espanholas o filme YO, TAMBIÉN, inspirado na vida de Pablo Pineda, “Sevillano. 33 años y síndrome de Down. Es el primer europeo con esta discapacidad que tiene un título universitario: Magisterio y Psicopedagogía. Es trabajador, de aspecto impecable, tenaz y enamoradizo.”

Para nós, que fomos educados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Adriano De Bortoli</h2>
<p>Nassif,</p>
<p>Estréia nesta sexta-feira nas salas de cinema espanholas o filme YO, TAMBIÉN, inspirado na vida de Pablo Pineda, “Sevillano. 33 años y síndrome de Down. Es el primer europeo con esta discapacidad que tiene un título universitario: Magisterio y Psicopedagogía. Es trabajador, de aspecto impecable, tenaz y enamoradizo.”</p>
<p>Para nós, que fomos educados para ver nos “portadores de Dawn” a incapacidade plena e permanente, a participação de um deles num filme pode parecer algo extraordinário, impensável. Aos olhos de Pablo não é bem isso.</p>
<p>Uma das várias entrevistas feitas com ele nesta semana mostra justamente o contrário. O discurso claro e seguro pela sua condição biológica diferenciada dirige-se a afastar uma desigualdade de tratamento e de possibilidades. Um síndrome de Down pode sim ser ator de cinema… pode sim ter um título universitário… pode sim fazer tudo que os outros humanos podem fazer. Essa parece ser a fala de Pablo Pineda.</p>
<p>No youtube: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=I96fPtgX224&amp;feature=PlayList&amp;p=26CDFDC3B0208679&amp;playnext=1&amp;playnext_from=PL&amp;index=7" target="_blank">clique aqui</a></p>
<p>Página oficial do filme: <a href="http://www.yotambienlapelicula.com/" target="_blank">http://www.yotambienlapelicula.com/</a></p>
<p>E, é claro, minha postagem: <a href="http://civitates.blogspot.com/2009/10/diferentes-mas-iguais.html" target="_blank">http://civitates.blogspot.com/2009/10/diferentes-mas-iguais.html</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Kiriku e a feiticeira</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/06/kliku-e-a-feiticeira/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 17:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Feiticeira]]></category>
		<category><![CDATA[Kliku]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=32857]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Ralf Rickli
Terça-feira passada (acho que foi terça) ex-alunos meus levaram projetor e gerador e passaram o desenho africano Kiriku e a Feiticeira para as crianças na calçada.

Pra quem não conhece, Kiriku é um bebê-herói africano, que consegue salvar seu povo vencendo (melhor ainda: resgatando do mal) a feiticeira que havia reduzido seu povo à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Ralf Rickli</span></strong></h2>
<p>Terça-feira passada (acho que foi terça) ex-alunos meus levaram projetor e gerador e passaram o desenho africano Kiriku e a Feiticeira para as crianças na calçada.</p>
<p>Pra quem não conhece, Kiriku é um bebê-herói africano, que consegue salvar seu povo vencendo (melhor ainda: resgatando do mal) a feiticeira que havia reduzido seu povo à miséria.</p>
<p>A emoção foi total &#8211; deles, das crianças, dos jovens, dos pais…</p>
<p>São coisas assim que fazem a gente acreditar que não só perdeu tempo na vida!<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3V9syLZ3Ipg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/3V9syLZ3Ipg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3V9syLZ3Ipg" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os filmes B de terror</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/27/os-filmes-b-de-terror/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/08/27/os-filmes-b-de-terror/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 20:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[B]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Monstro da Lagoa Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[ Por Fr@ncisco
Deixando a mídia matrix um pouco de lado, esse “A bolha Assassina” é do fundo do baú.

Filme original feito em 1958, dirigido por Irvin S. Yeaworth Jr. e estrelado por Steve McQueen.

Um clássico B, divertidíssimo.
Comentário
Divertidíssimo, agora. Na época, a gente morria de medo. E "O monstro da lagoa negra"?

Que tal lembrarmos os grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title"> Por Fr@ncisco</span></strong></h2>
<p>Deixando a mídia matrix um pouco de lado, esse “A bolha Assassina” é do fundo do baú.</p>
<p>Filme original feito em 1958, dirigido por Irvin S. Yeaworth Jr. e estrelado por Steve McQueen.</p>
<p>Um clássico B, divertidíssimo.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Divertidíssimo, agora. Na época, a gente morria de medo. E &#8220;O monstro da lagoa negra&#8221;?</p>
<p>Que tal lembrarmos os grandes clássicos do terror classe B das décadas de 50, 60 e 70? Aliás, tem uns trashs contemporâneos que passam de madrugada no cabo, com uma atriz lindíssima, parecendo aqueles capas do Benício para os livros de Giselle, a espiã nua que abalou Paris.<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/a-mDrE4iUH8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/a-mDrE4iUH8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=a-mDrE4iUH8" target="_blank">clique aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>A estrela nasce</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/06/29/a-estrela-nasce/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 17:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Charles]]></category>
		<category><![CDATA[Selto Mello]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=31340]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Abelha
Nassif

Faz um tempo que não fala de cinema.

Quero dar aos colegas do blog e a vc uma dica imperdível, não tanto pela história em si que já é conhecida, mas pela maturidade PLENA de um ator brasileiro.

Falo de SELTON MELLO e sua brilhante atuação em “Jean Charles”.

Desde “Lavoura Arcaica” que Selton ofusca, sem exceção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Abelha</span></strong></h2>
<p>Nassif</p>
<p>Faz um tempo que não fala de cinema.</p>
<p>Quero dar aos colegas do blog e a vc uma dica imperdível, não tanto pela história em si que já é conhecida, mas pela maturidade PLENA de um ator brasileiro.</p>
<p>Falo de SELTON MELLO e sua brilhante atuação em “Jean Charles”.</p>
<p>Desde “Lavoura Arcaica” que Selton ofusca, sem exceção, qualquer ator que contracene com ele &#8211; mas desta vez extrapolou, pois ele atingiu o ápice restrito aos que podemos chamar de atores grandes e inesquecíveis.</p>
<p>Selton Melo é de uma força hercúlea em seu personagem, dando a ele humanidade, angústia, leveza, trejeitos, temores comuns de pessoas comuns em um país distante.</p>
<p><span id="more-31340"></span>Selton conseguiu empregar no seu Jean Charles uma alma única, com defeitos, qualidades e jeitinhos, sem endeusar a vítima da atrocidade ocorrida. A morte de Jean está em 2o. plano. Em primeiro plano está a atuação visceral com a entrega incondicional de Selton a Jean.</p>
<p>Neste momento em que nos encontramos embevecidos por uma atuação dessa magnitute, passamos a entender a magia absoluta do cinema. Aquele cinema que não precisa de somas de inúmeros milhões para nos tocar profundamente, nem se apegar em momento algum ao caminho comum do sentimentalismo frouxo para nos fazer refletir por horas a fio no assunto relatado.</p>
<p>Neste filme Selton se consagrou definitivamente como o maior ator de cinema de sua geração. E sou capaz de apostar que levará muito tempo para que outro sequer se iguale a ele.</p>
<p>E um ator produtivo, pois este é seu 4o. filme lançado este ano.</p>
<p>Qualquer que seja o papel de Selton &#8211; romance, comédia, drama, etc &#8211; ele tem a marca da genialidade de poucos.</p>
<p>Depois de assistir a esse filme, passei a entender melhor porque este adorável, talentoso e jovem ator padece profundamente de depressão: não há como sair impune de tamanha imersão!</p>
<p>Parabéns SELTON MELLO!</p>
<p>Dá um orgulho danado saber que vc é produção genuinamente nacional!</p>
<p>TRAILER DO FILME JEAN CHARLES:</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.youtube.com/watch?v=IcFL5sY0G9U">http://www.youtube.com/watch?v=IcFL5sY0G9U</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A morte de Ankito</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/30/a-morte-de-ankito/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/30/a-morte-de-ankito/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 20:43:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ankito]]></category>
		<category><![CDATA[Bené Nunes]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29712]]></guid>
		<description><![CDATA[zeh pequeteh
Morreu Ankito.

uma brincadeira dele com Bene Nunes.

Comentário
Ankito veio do circo e era da escola de interpretação de Oscarito. O vídeo é precioso por mostrar Ankito e o histórico pianista Bené Nunes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>zeh pequeteh</h2>
<p>Morreu Ankito.</p>
<p>uma brincadeira dele com Bene Nunes.<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/VbC5VQJ2pT8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/VbC5VQJ2pT8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Ankito veio do circo e era da escola de interpretação de Oscarito. O vídeo é precioso por mostrar Ankito e o histórico pianista Bené Nunes.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Trivial dos 70 anos de Glauber</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/15/os-70-anos-de-glauber/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/15/os-70-anos-de-glauber/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2009 22:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[70 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Glauber Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Portal Luís Nassif
Do Blog de Theotonio de Paiva 
Glauber Rocha
Hoje fui lembrado de sopetão, por algum site, blog, já não me recordo mais, que Glauber Rocha faria 70 anos. É curioso quando a memória nos traz alguém que foi visceralmente um provocador. Somos afastados de nós mesmos. Ela nos obriga a estar em guarda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Do Portal Luís Nassif</h2>
<h3><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/glauber-rocha" target="_blank">Do Blog de Theotonio de Paiva </a></h3>
<h3>Glauber Rocha</h3>
<p>Hoje fui lembrado de sopetão, por algum site, blog, já não me recordo mais, que Glauber Rocha faria 70 anos. É curioso quando a memória nos traz alguém que foi visceralmente um provocador. Somos afastados de nós mesmos. Ela nos obriga a estar em guarda ou a olharmos em volta e verificarmos o que fazemos da nossa vida comezinha.</p>
<p>Glauber fez parte de uma geração de homens e mulheres que soube, a par das diferenças ideológicas, insuflar um ânimo incomum na sociedade brasileira. Lembro da primeira vez, ainda adolescente, quando vi Terra em transe. Aquele filme que o Gabeira execrou porque, num dado momento, o poeta dizia que tinha desejo pelo absoluto.</p>
<p>As grandes impressões que ficaram deste filme, nos remetem a pensar no absoluto, no império da força, na fala imperial. A verdade é que o filme deve ter tirado do sério, inúmeras vezes, gregos e troianos. Se visto com rigor, ainda incomoda.</p>
<p><a href="http://blogln.ning.com/profiles/blogs/glauber-rocha" target="_blank">Continua<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A propaganda do PMDB</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/12/a-propaganda-do-pmdb/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/12/a-propaganda-do-pmdb/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 23:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[PMDB]]></category>
		<category><![CDATA[vído]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29373]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Felipe Bertoni
A propaganda eleitoral do PMDB de hoje é engraçadíssima. Entre artistas tocando o hino do Brasil com ritmos tupiniquins, aparecem figuras extremamente caricatas (o "peão", o "mineiro", o "sertanejo") elogiando o PMDB por ter sido o único partido que a ARENA aceitou na ditadura militar. Em determinado momento, aparece o "pobre", falando bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Felipe Bertoni</h2>
<p>A propaganda eleitoral do PMDB de hoje é engraçadíssima. Entre artistas tocando o hino do Brasil com ritmos tupiniquins, aparecem figuras extremamente caricatas (o &#8220;peão&#8221;, o &#8220;mineiro&#8221;, o &#8220;sertanejo&#8221;) elogiando o PMDB por ter sido o único partido que a ARENA aceitou na ditadura militar. Em determinado momento, aparece o &#8220;pobre&#8221;, falando bem do bolsa-família, de maneira tão superficial que, se fosse o PT, todo mundo estaria de cabelo em pé em casa. &#8220;O bolsa família é bão porque bota comida na mesa do povo&#8221;, fala o pobre. Depois afirma: &#8220;ainda dizem que é esmola&#8221;.</p>
<p>Colocando nesses termos, PARECE esmola mesmo.</p>
<p>Não existe absolutamente NENHUM conteúdo na propaganda política do PMDB.</p>
<p>Talvez espelhando a ideologia de seus pares.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>É uma cópia malfeita, uma caricatura daquele vídeo institucional, acho que da Embratur, com o Hino Nacional interpretado por vários gêneros de música brasileira &#8211; aquele, sim, um dos mais belos vídeos que já assisti,</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ópera dos Cinemas</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/05/opera-dos-cinemas/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/05/opera-dos-cinemas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 21:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ópera]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29197]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Bianca
Luiz

Finalmente chegou ao Brasil a "Ópera nos Cinemas". Para quem aprecia ópera é formidável e imperdível.
São peças produzidas pelo Metropolitan Opera de NY e distribuídas aos cinemas em alta definição e som 5.1. A exibição das óperas nos cinemas só é possível graças ao sistema da Rain Digital Cinema, tecnologia hoje disponível em 152 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Por Bianca</h2>
<p>Luiz</p>
<p>Finalmente chegou ao Brasil a &#8220;Ópera nos Cinemas&#8221;. Para quem aprecia ópera é formidável e imperdível.<br />
São peças produzidas pelo Metropolitan Opera de NY e distribuídas aos cinemas em alta definição e som 5.1. A exibição das óperas nos cinemas só é possível graças ao sistema da Rain Digital Cinema, tecnologia hoje disponível em 152 salas em 24 cidades brasileiras.</p>
<p>Não é a mesma coisa que assitir a uma ópera numa das 3.800 poltronas do Metropolitan, mas mesmo assim eu recomendo. São artistas que dificilmente tem espaço na agenda para cantar no Brasil e o acabamento das peças é impecável. Para ver algo desta magnitude só mesmo indo à Europa ou EUA. Claro que se perde em interação com o público, mas o que se vê é emocionante.</p>
<p>Já foram apresentadas as óperas &#8220;La Rondine&#8221; e &#8220;Orfeu e Eurídice&#8221;, com lotação de 90% do lugares! E ainda tem gente que diz que ópera não tem público no Brasil. E ainda teremos as seguintes apresentações: &#8220;Madame Butterfly&#8221;, de Puccini, 22/3; &#8220;La Sonnambula&#8221;, de Bellini, 5/4; e &#8220;La Cenerentola&#8221;, de Rossini, 24/5. Recomenda-se comprar com antecedência.</p>
<p>A peça do próximo domingo, dia 08/03, é belíssima e chama-se &#8220;Lucia di Lammermoor&#8221;. Conduzida pelo maestro Marco Armiliato, esta ópera traz nos papéis principais a soprano Anna Netrebko (Lúcia), o tenor Piotr Beczala (Edgardo), o barítono Mariusz Kwiecien (Enrico) e o baixo-barítono (Ildar Abdrazakov).</p>
<p>Ah, em Sampa passará no Unibanco Artiplex e Cine Bombril. Nas demais cidades é só consultar, sem esquecer que as apresentações são sempre aos domingos e as reapresentações às terças subsequentes. E tudinho legendado em inglês! Bom demais!</p>
<p>Ouçam aqui um pedaço desta maravilha:<br />
<embed src="http://www.youtube.com/v/eOeB2TcqXaw&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" width="425" height="344"></embed></p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre o Oscar</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/23/sobre-o-oscar/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/23/sobre-o-oscar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 14:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=29021]]></guid>
		<description><![CDATA[Que tal juntar aqui os comentários sobre a premiação do Oscar.

Estava agora de manhã comentando com a Ruiva - que é uma cinéfila de mão cheia - o fenômeno Mickey Rourke. No início de carreira ele ficou meio marcado pelo "9 Semanas e Meia de Amor".

Mas me lembrei dele em "Coração Satânico", uma interpretação monumental, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal juntar aqui os comentários sobre a premiação do Oscar.</p>
<p>Estava agora de manhã comentando com a Ruiva &#8211; que é uma cinéfila de mão cheia &#8211; o fenômeno Mickey Rourke. No início de carreira ele ficou meio marcado pelo &#8220;9 Semanas e Meia de Amor&#8221;.</p>
<p>Mas me lembrei dele em &#8220;Coração Satânico&#8221;, uma interpretação monumental, terçando armas (interpretativas) com o grande Robert De Niro. Lembro-se de duelo semelhante em um faroeste cômico, entre Marlon Brando e Jack Nicholson. Mas os dois forçaram tanto a barra que, mesmo monstros da interpretração, acabaram ficando meio caricatos.</p>
<p>Aliás, seria interessante, junto com o Oscar, lembramos outros duelos interpretativos famosos no cinema.<span id="more-29021"></span></p>
<h2>Por Stanley Burburinho</h2>
<p>Esse western do Marlon Brando e Jack Nicholson foi produzido e dirigido em 1976 pelo Arthur Penn (O Pequeno Grande Homem) e tem o título original de &#8220;The Missouri Breaks&#8221; e passou no Brasil com o título de &#8220;Duelo de Gigantes&#8221;.</p>
<p>Existe no filme uma cena que não estava prevista no script, mas que foi mantida e que marcou a atuação do Marlon Brando.</p>
<p>Quando a personagem do Brando, de dentro do mato e deitado no chão, se preparava para atirar em alguém com o seu rifle, surgiu uma borboleta voando perto da cara do Marlon que parou de mirar com o seu rifle e ficou observando com um sorriso nos lábios a borboleta voar até ela sair do enquadramento da câmera.</p>
<p>Abaixo dois trechos do filme no Youtube:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QH3aS1XCaHQ" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=QH3aS1XCaHQ<br />
</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=r9Dntj55n1s" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=r9Dntj55n1s</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/23/sobre-o-oscar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>55</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os favoritos ao Oscar</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/18/os-favoritos-ao-oscar/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/18/os-favoritos-ao-oscar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 20:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/?p=28950]]></guid>
		<description><![CDATA[Por Gilberto Cruvinel
Falando nisso, em quem apostamos para os prêmios do Oscar, aqui no blog?

Meu voto de melhor ator vai para o Brad Pitt (o verdadeiro, ha ha) sem dúvida. O Benjamin Button dele é uma coisa do outro mundo.

E claro, melhor atriz não é a mulher dele não, é a Meryl Streep pela religiosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Gilberto Cruvinel</span></strong></h2>
<p>Falando nisso, em quem apostamos para os prêmios do Oscar, aqui no blog?</p>
<p>Meu voto de melhor ator vai para o Brad Pitt (o verdadeiro, ha ha) sem dúvida. O Benjamin Button dele é uma coisa do outro mundo.</p>
<p>E claro, melhor atriz não é a mulher dele não, é a Meryl Streep pela religiosa que ela faz em “A Dúvida”. O que é aquela mulher fazendo aquela freira!!! Santa Maria Madalena!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/18/os-favoritos-ao-oscar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>34</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A experiência da Casa de Cinema</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/17/a-experiencia-da-casa-de-cinema/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/17/a-experiencia-da-casa-de-cinema/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 21:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Jorge Furtado
Alô Nassif

Estou na corrida por aqui, entrando em produção e sem muito tempo para escrever, mas sou leitor diário do blog e, convocado, dou alguns palpites.

O cinema brasileiro e latino-americano está melhorando, eu acho, mas para uma discussão estética, pura subjetividade, o tempo e o espaço são curtos. O certo é que há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><span class="row-title">Por Jorge Furtado</span></strong></h2>
<p>Alô Nassif</p>
<p>Estou na corrida por aqui, entrando em produção e sem muito tempo para escrever, mas sou leitor diário do blog e, convocado, dou alguns palpites.</p>
<p>O cinema brasileiro e latino-americano está melhorando, eu acho, mas para uma discussão estética, pura subjetividade, o tempo e o espaço são curtos. O certo é que há muitos bons filmes, de vários gêneros. Foi-se o tempo em que todos eram parecidos, destinados a um público reduzido que via filmes brasileiros enquanto a imensa maioria ignorava completamente a sua existência. (Exceções: os filmes diretamente ligados à televisão &#8211; Trapalhões, Xuxa &#8211; ou ao rádio &#8211; chanchadas da Atlântida – e as pornochanchadas.)</p>
<p>A maior dificuldade hoje é convencer o público a ver os filmes nas salas. A média de espectadores por filme, excluindo-se três ou quatro lançamentos de sucesso por ano, é baixíssima. Esta dificuldade tem, acredito, muitas causas.</p>
<p>Estamos produzindo cerca de 80 filmes por ano. Considere que menos de 10% da população vai ao cinema (pelo menos uma vez por ano) e que os lançamentos estrangeiros são muito, poderosos, milionários, enfim, tudo o que já se sabe. O ingresso é caro, média de 5 dólares. Quando Dona Flor fez mais de 12 milhões de espectadores o ingresso custava 50 centavos de dólar, dez vezes menos.</p>
<p>Além da briga desigual de mercado, a dificuldade para encontrar um público também tem raiz nos filmes: se o público não se interessou por eles é bom ao menos considerar a hipótese de que eles sejam mesmo desinteressantes, em grande parte destinados ao restrito público dos festivais (um por dia, um por semana só na França) e pré-estréias. Filmes com menos de 50 mil espectadores, não importa quão barato tenham custado, não pagam nem as cópias e cartazes de seu lançamento nas salas.</p>
<p>Sobre o público dos filmes, vão por mim: não acreditem em números citados em entrevistas. Visite o site da Ancine, vale o que está lá, o resto é chute.<br />
<a rel="nofollow" href="http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3010&amp;sid=804">http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3010&amp;sid=804<span id="more-28941"></span></a></p>
<p>Exibidores se queixam, com bastante razão, que os cineastas, que têm sua produção bancada por subsídios, não se preocupam se o filme terá público ou não. Eles, exibidores, precisam de salas cheias para pagar salários e a conta da luz.</p>
<p>Em tempo: acho fundamental o subsídio (via isenção de impostos, com dinheiro destinado através de concursos públicos e rigorosa fiscalização de seu uso) para a produção dos filmes. Quase todas as cinematografias do mundo desapareceriam sem os subsídios (França, Inglaterra, Alemanha, Espanha…). Possíveis exceções: Estados Unidos e Índia. Leio frequentemente nos jornais opiniões exaltadas contra as isenções fiscais para a produção de cinema. Esquecem, os jornais, de dizer que eles desapareceriam imediatamente sem as suas gigantescas isenções fiscais (imposto de renda, papel, etc…) e sua reserva de mercado (os proprietários de jornais tem que ser brasileiros).</p>
<p>Há um mercado crescente para a produção audiovisual, longe dos circuitos das salas, internet, tevê, dvds, mas a remuneração ao produtor ainda é baixa.</p>
<p>Os filmes que passam na televisão acabam chegando ao grande público, o que é bom, e outros lançamentos podem ser vistos em dvd ou na internet, mas a produção de cinema, para ser exibido nas salas, como nós a conhecemos, está numa sinuca de bico.</p>
<p>Qual a saída? Não tenho a mínima idéia. De minha parte, voltar ao serviço e tentar, como sempre, fazer o melhor possível.</p>
<p>E parabéns pelo blog.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Jorge Furtado</p>
<p>xx</p>
<p>Sobre a Casa de Cinema de Porto Alegre, visite o nosso site: <a rel="nofollow" href="http://www.casacinepoa.com.br/">http://www.casacinepoa.com.br</a></p>
<p>Aqui vai parte do texto de apresentação:</p>
<p>Breve histórico da Casa</p>
<p>A Casa de Cinema de Porto Alegre foi criada em dezembro de 1987, por um grupo de cineastas gaúchos que já trabalhavam em conjunto desde o início dos anos 80.</p>
<p>Em sua primeira fase, a Casa foi uma cooperativa de 11 realizadores, reunidos em 4 pequenas produtoras, que passaram a ter um espaço comum para trabalhar a distribuição dos filmes já realizados e o planejamento e realização dos próximos projetos.</p>
<p>A Casa</p>
<p>A partir de 1991, a Casa de Cinema de Porto Alegre se tornou uma produtora independente, com 6 sócios, permanecendo o espírito cooperativo e a intenção de continuar contribuindo para a difusão dos filmes produzidos pelo grupo original.</p>
<p>Em seus quase 20 anos de existência, a Casa produziu dezenas de filmes e vídeos, mas também programas de televisão (especiais e séries), cursos de roteiro e de introdução à realização cinematográfica, fórums de debates e programas eleitorais para TV.</p>
<p>A Casa</p>
<p>Entre nossos parceiros e clientes estão emisssoras de televisão como as brasileiras TV Globo e RBS TV, o Chanell 4 inglês e a ZDF alemã, as Fundações Rockefeller e MacArthur, as distribuidoras Columbia e Fox, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Um desenho maravilhoso</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/16/um-desenho-maravilhoso/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Feb 2009 19:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Gráficas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Coraline]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Gaiman]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuo apanhando do portal do Estadão. Não consegui encontrar a matéria sobre o desenho “Coraline”  publicada no excelente caderno Link.

Fui assistir ontem com as duas menininhas. Roteiro exemplar, mas tão envolvente que a Bibi ficou gemendo de medo, não aquele medo da violência inaudita, mas da própria expectativa gerada pelo desenho. A ponto da caçula [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuo apanhando do portal do Estadão. Não consegui encontrar a matéria sobre o desenho “Coraline”  publicada no excelente caderno Link.</p>
<p>Fui assistir ontem com as duas menininhas. Roteiro exemplar, mas tão envolvente que a Bibi ficou gemendo de medo, não aquele medo da violência inaudita, mas da própria expectativa gerada pelo desenho. A ponto da caçula Dodó (esparramada folgadamente no meu colo) reclamar: “PeloamordeDeus, Bibi””.</p>
<p>O desenho é uma obra prima, de roteiro, trilha sonora, dos desenhos.</p>
<p>A matéria, de Bruno Galo, é sobre Neil Gaiman, o roteirista que começou nos quadrinhos.</p>
<p>Alguns urls mencionados na matéria:</p>
<p>O blog do escritor: journal.neilgamain.com<br />
O twitter: www.twitter.com/neilhimself<br />
O site de Coraline: www.coraline.com<br />
<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Js7wxoqeVK0&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/Js7wxoqeVK0&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<h2>Por LPorto</h2>
<p>Nassif é lindo mesmo</p>
<p>minha filhota achou o link e te envia. <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art322870,0.htm" target="_blank">Clique aqui</a>.</p>
<h2><strong><span class="row-title">Por Flaggsmasher</span></strong></h2>
<p>Aqui tem uma boa fonte de informações sobre Coraline e o Mundo Secreto &#8211; Artigos, críticas, entrevistas exclusivas e galerias de imagens e vídeos:</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.omelete.com.br/cine/100017852/ESPECIAL_Coraline_e_o_Mundo_Secreto.aspx">http://www.omelete.com.br/cine/100017852/ESPECIAL_Coraline_e_o_Mundo_Secreto.aspx</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A cultura na raça de Cataguazes</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/15/a-cultura-na-raca-de-cataguazes/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 19:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cataguazes]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto Mauro]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado
Por Marcos Carneiro
Humberto Mauro foi amigo de infância de meu avô em Cataguazes, já adulto ouvia histórias da vivência mineira nos almoços que meu avô oferecia.

Cataguazes tem uma história perolar a ser descoberta pelo Brasil com respeito a cultura. O adorno se encontra no movimento modernista da revista verde no qual meu tio avô particpou, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Atualizado</h2>
<h2>Por Marcos Carneiro</h2>
<p>Humberto Mauro foi amigo de infância de meu avô em Cataguazes, já adulto ouvia histórias da vivência mineira nos almoços que meu avô oferecia.</p>
<p>Cataguazes tem uma história perolar a ser descoberta pelo Brasil com respeito a cultura. O adorno se encontra no movimento modernista da revista verde no qual meu tio avô particpou, no painel de portinari que lá ficou por um bom tempo. Numa époco que não havia mídia. Era cultura no peito e na raça!</p>
<p>Se o mundo conhecece Minas Gerais na intimidade o Brasil ia ganhar asas!</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Provocou, tem que ir até o fim. Façavor de trazer mais dados e histórias sobre esse momento mágico da cultura brasileira.<span id="more-28881"></span></p>
<h2>Por Alessandro Pereira</h2>
<p>Fiquei emocionado com a lembrança do Marcos Carneiro. Meus pais são de Cataguazes e eu mesmo passeio por lá todo ano, desde minha infância. Há mesmo um quê de mágico naquela cidade, pois muitas coisas inusitadas surgiram por lá. Tem o Colégio Cataguases, já lembrado aqui, cujo projeto do Niemeyer (pré-Brasília) é mesmo uma beleza. Triste é saber que enquanto o colégio era pivado, o mural Tiradentes do Portinari pôde ficar lá. Bastou virar escola pública que, creio que nos idos dos anos 80, ele foi para o memorial da américa latina, em minúsculo mesmo. Neste colégio estudou o adolescente Chico Buarque, fato que ele lembrou no próprio documentário &#8220;A Vida é Um Sopro&#8221;, dedicado a Niemeyer. Mas Cataguazes tem também prédios dos irmãos Roberto e do Francisco Bologna. Tem um monumento do Portinari e do Bruno Giorgi em praça pública. Um povo pra lá de especial. Lá, Minas Gerais se revela em seus morros, suas cachoeiras, seus rios. Saudades eu tenho de Sereno, Glória, Aracati, Santa Maria, São Pedro. Assim como meu pai se lembra do Edgar do matadouro, do Picão, do Mané Pirrai, do Chico Dunga, da Jurema. Só quem é de Cataguazes ou gosta muito de lá vai entender isso…</p>
<p>Hoje, dois personagens me chamam atenção: Luiz Ruffato, cujas obrasliterárias são memórias de lá, e Luiz Lopez, u artista plástico que trabalha em cima do mote histórico da cidade e que a fez ter riqueza: a tecelagem. Aliás Nassif, vale a pena conhecer mais o caso econômico dessa cidade, se é que já não conhece.</p>
<p>A organização está em cima das fábricas de tecido de algodão. Veja-se, por exemplo, que a CIA Manufatora, que faz o algodão Apolo, é de lá. Assim como a CIA Industrial, que faz tecidos de altíssima qualidade, a maior parte dele exportada.</p>
<h2>Por Cafu</h2>
<p>Uns meses atrás, postei na minha página da Comunidade o curta do Humberto Mauro “Meus Oito Anos”, baseado no poema de Casimiro de Abreu. Foi produzido em 1955, para a série “Brasilianas” do MEC.<br />
O estado de conservação está excelente e o filme é belíssimo.<object classid="d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UuhkUa0bOck&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/UuhkUa0bOck&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O cinema latino-americano</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/02/15/o-cinema-latino-americano/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 13:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisnassif</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado
Interessante essa premiação do filme peruano “La Teta Assustada” no Festival de Berlim: Urso de Ouro por unanimidade (clique aqui para ler matéria da Folha).

Anos atrás participei de um congresso de cultura no Paraná. Assisti a um épico paranaense – sobre a luta entre o governo da província e os farrapos que caminhavam em direção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Atualizado</h2>
<p>Interessante essa premiação do filme peruano “La Teta Assustada” no Festival de Berlim: Urso de Ouro por unanimidade (<a href="http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRADSgoQue7v0Pcj" target="_blank">clique aqui</a> para ler matéria da Folha).</p>
<p>Anos atrás participei de um congresso de cultura no Paraná. Assisti a um épico paranaense – sobre a luta entre o governo da província e os farrapos que caminhavam em direção ao Rio – de altíssima qualidade. Não apenas no roteiro, na direção mas na qualidade técnica mesmo.</p>
<p>O cinema brasileiro de São Paulo e Rio explodiram no mundo, existe um cinema de outras partes do país, o cinema argentino ganhou dimensão internacional, e, agora, o peruano.</p>
<p>Mostra que o avanço da computação, as redes sociais, tornaram disponíveis recursos técnicos antes impensáveis. No caso do filme do Paraná, por exemplo, as cenas de guerra e de explosão de casas foram encomendadas a um especialista americano – que montou as cenas a partir da sua base.</p>
<p>Um bom tema para os cineastas e cinéfilos do Blog nos trazerem informações.</p>
<h2>Por José de Abreu</h2>
<p>LN</p>
<p>Se o filme a que está se referindo (o do PR) é O PREÇO DA PAZ, eu fiz um militar gaúcho que coloca gravata vermelha em muitos paranaenses… Gostaria de saber o que aconteceu com esse filme. Foi feito com captação de dinheiro público e nunca foi lançado nacionalmente, só passou no Paraná. Com um elenco de peso (Lima, Camila Pitanga, Herson Capri, Danton Melo, entre outros) e tendo ganho o prêmio de Melhor Filme pelo juri popular no Festival de Gramado, sumiu do mapa.</p>
<p>Os filmes gaúchos também tem o que dizer, vide os da Casa de Cinema de POA. Também gostei do filme peruano ter ganhado Berlin, a história é bem interessante. E é a primeira vez que o cinema peruano chega lá. Congratulaciones a los hermanos.</p>
<h2>Comentário</h2>
<p>Jorge Furtado fica nos devendo um depoimento sobre a experiência da Casa de CInema de Porto Alegre.<span id="more-28886"></span></p>
<h2>Por Marcos Doniseti</h2>
<p>Nassif, sobre o cinema brasileiro, creio que não podemos esquecer do fenômeno &#8216;Se eu Fosse Você 2′, que já ultrapassou até o blockbuster &#8216;Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas&#8217;.</p>
<p>&#8216;Se eu Fosse Você 2′ pode até não ser um filme inovador (e não é, mesmo…) mas mostra que o Brasil talvez esteja voltando a fazer um cinema comercial atrativo para o grande público.</p>
<p>Notícia</p>
<h3><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL995993-7086,00-COM+R+MILHOES+EM+BILHETERIA+SE+EU+FOSSE+VOCE+E+O+RECORDISTA+DA+RETOMADA.html" target="_blank">Com R$ 39 milhões em bilheteria, &#8216;Se eu fosse você 2&#8242; é o recordista da retomada</a></h3>
<p>Filme foi assistido por 4,7 milhões de pessoas em 37 dias.<br />
E segue há seis semanas na liderança dos mais vistos no país.</p>
<p>A segunda parte do longa &#8220;Se eu fosse você&#8221;, dirigido por Daniel Filho, atingiu a maior bilheteria de um filme nacional desde a retomada, em 1995: R$ 39,2 milhões em 37 dias de exibição nos cinemas. Quanto ao público, 4,7 milhões de pessoas já foram assistir à produção, de acordo com números divulgados nesta terça-feira (10) pela distribuidora Fox.</p>
]]></content:encoded>
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