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28/11/2009 - 10:56

Um jornal sem rumo

A decisão de Otávio Frias Filho de publicar a carta de César Benjamin com acusações graves, sem conferir, seguiram-se duas outras que mostram a total falta de rumo daquele que foi o mais influente jornal brasileiro dos anos 80 e 90.

No Painel do Leitor, permite um amontoado de cartas que tomam como verdadeiras as afirmações de César Benjamin.

Na página interna, o levantamento – que deveria ter sido feito antes – mostrando que as informações são inverídicas.

Se são inverídicas, qual a razão de se permitir a publicação de cartas de leitores ludribriados pela decisão do jornal de dar espaço a uma versão falsa?

A sucessão na Folha se deu no pior momento da sua história. Nos anos 80, o principal jornal, o Estadão, se perdeu por excesso de sucessores. No caso da Folha, está se perdendo por falta de sucessão. Tem-se um diretor de redação que gosta das prerrogativas do cargo, mas não gosta de jornalismo, não lê jornais (nem mesmo o seu), não tem discernimento para tratar nem com notícias, nem com pessoas, muito menos com questões de maior gravidade, como essa de publicar o artigo de Benjamin.

A perna comercial da família manteve o ritmo. Só que elemento fundamental da sobrevivência era a credibilidade do jornal, ajudando a pavimentar as relações comerciais e políticas do grupo. Por isso, a sucessão de desastres editorais dos últimos tempos -ir a reboque da Veja (tendo um perfil de público diferente), ficha de Dilma, envolvimento do jornal com Dantas, exposição imprudente com Serra e, agora, esse episódio-limite – têm implicações graves sobre a credibilidade do jornal, E, aí, passa a afetar diretamente as estratégias comerciais da empresa.

É uma situação que vai ser resolvida inevitavelmente no âmbito familiar. Aliás, deveria ter sido resolvida logo que seu Frias saiu de cena. Quanto mais tempo demorar, mais sua herança será dilapidada.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Mídia Tags: ,

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69 comentários para “Um jornal sem rumo”

  1. Stanley Burburinho disse:

    Alguém tem que entrevistar o Serra para ver o que ele acha essa matéria do CB na FSP.

    Ele vai sumir. Vai respingar na candidatura dele. Ninguém consegue separar a FSP do Serra.

    • luisnassif disse:

      A Folha e o blog do esgoto, justo os dois que concentraram os ataques nessa baixaria.

      • Alexandre Leite disse:

        A cereja do bolo veio com a Rrenata Lo Prete:

        “Cautela. Manifestada por Gilberto Carvalho, a posição do Planalto de não processar César Benjamin, que em artigo na Folha afirmou ter ouvido em 1994 de Lula que este tentou “subjugar” um companheiro de cela quando preso durante a ditadura, tem dupla motivação: não “aumentar a estatura” do ex-petista, como disseram ontem aliados do presidente, mas também se prevenir contra a aparição de um depoimento que corrobore o relato de Benjamin. ”

        Agora não precisa mais nada;
        A desculpa foi dada e tudo não passará de medo do Planalto.

  2. HERMES disse:

    A Folha passou do limite da baixaria,em breve,ou se já não é mais um tablóide,como todos, fundamentado no principio de não ter principios

  3. André Nunes Cavalcante disse:

    Nassif,

    Veja mais uma peróla do ex-chapeleiro…

    “Lula melhorou o gosto por piadas? Um sujeito afirmar que tentou sodomizar um outro é engraçado? Tendler deu risada?”

  4. Edivaldo Dias de Oliveira disse:

    Como é que fica a situação moral de profissionais tidos como respeitáveis, como Janio de Freitas, Gaspari, Cony; Articulistas como Delfin, Paulo Nogueira B. Jr., diante de um descalabro desses? Continuarão a emprestar seu prestigio para que a folha continue sua caminhada em direção ao pantano? Será que já não é hora de usarem sua experiencia, para um ultimatum?

    • luisnassif disse:

      Não irão se manifestar, nem é justo exigir deles. Mas é evidente que essa loucura do Otavinho afeta todo o moral da tropa, especialmente dos que têm mais a cara da Folha.

      • Wu Ming disse:

        Vc me desculpe Nassif, pode não ser justo exigir algo deles, mas que eles não precisam se prestar a isso, não precisam não.
        Que eu saiba, todos já fizeram o pé de meia necessário para várias vidas muito boas.
        Ou vc vai me falar que o Cony com 70 e pouco anos, o Delfim com 80 e os outors com pelo menos 40 anos de jornalismo nas costas estão como eu cujo salário não chega até o fim do mês. Pára, né?
        E o Paulo Nogueira tem outras atividades e não precisa da remuneração da Folha.
        Pra serem coerentes, pelo menos os articulistas deviam sair fora.
        A FSP é um horror e eles não deviam compactuar com isso.

        • Gunter - SP disse:

          Muitos devem querer espaço para manifestar suas ideias ou manter interação com leitores. A coluna do Delfim na Carta Capital, por exemplo, não deve ter conteúdo distinto do que sai na Folha.
          Mas esse mercado é oligopólio, depende do que seus donos conversam entre si, imagino. A Record não pegou vários ex-Globo? Não houve época em que o Itaú contratava quem saísse do Unibanco? Então há uma oportunidade para o Estadão aproveitar, resta saber se há interesse.

          Eu gostaria que sim, já compro o Estadão às 6as. e domingos. Faz muito tempo que acho muito melhor e muito menos confuso que a FSP. E geralmente eu só compro jornais nos dias em que há cadernos culturais (aos sábados compro Globo e JB), então não há problema para mim em ser conservador, contanto que não seja histriônico.

      • jacques homme disse:

        Por que Nassif?

        Por que não cobrar de pessoa s tidas como de bem para se dissociarem da FSP?

        Ao menos, por que não exigir deles um posicionamento?

  5. pedroso disse:

    Fui leitor assíduo da Folha durante 28 anos. Agora cansei, minha paciência e saco chegou no limite. Cancelei minha assinatura com a uol que me dispunha entre outras coisas o acesso ao conteúdo desse jornalão. Minha repugnância é tanta que desejo do fundo do meu ser que essa empresa vá para a bancarrota. E seus donos paguem aqui na terra por tudo de mal que já fizeram para com a nossa gente. Digo nossa gente porque eles não fazem parte desse povo. Eles odeiam essa gente mestiça , criativa, sofredora e principalmente alegre que habita este país. Portanto, se precisarem, não contem comigo. Este é o humilde desabafo de um cidadão comum, porém com dignidade suficiente para não compactuar com tanta hipocrisia, maldade e desprezo. Aliás, esse desprezo que eles sentem pelo povo , me é recíproco para com eles.

  6. Dulce disse:

    Nassif…sou totalmente contra a censura, mas tenho o meu livre arbítrio. Deixei de compra “A FOIA”, nas bancas, há muito tempo. AGORA VERIFICAREI OS ANUNCIANTES DA MESMA PARA BOICOTÁ-LOS COMPLETAMENTE. NÃO COMPRAREI NADA, DISSE NADA, NENHUM “PRODUTO” QUE SEJA ANUNCIADO NA FSP. O consumidor TEM ESTE PODER, E DIREITO.

    • Pedro Aguiar disse:

      Um amigo me disse que está pensando em escrever para os anunciantes da folha contestando-os quanto a honra e moral do veículo que estão usando para anunciar seus produtos, penso em fazer o mesmo.

    • Antonio Carlos Silva - RJ disse:

      É isso aí Dulce, nós temos que atingir num ponto mais vulnerável destes bandidos, O BOLSO .
      Temos que utilizar o SAC (0800 ou e-mail) destas empresas anunciantes e demonstrar a nossa indignação com o patrocínio a esta mídia/imprensa ordinária .

      Sds.

      • Tatiana disse:

        se a empresa tiver chat entra por ele, pois fica registrado e eles têm que passar a solicitação adiante.

  7. arruda disse:

    Nassif, leio muito seu blog, tudo que você publica, portanto, acho de tremenda sabedoria sua percepção quanto aos episódios da Veja, você localizou lá atrás.
    - Acho que todo mídia (como oposicionistas a Lula), seguiram, fizeram procissão na maneira “esgoto” da Veja. Se nota isto claramente. E você detectou há muito, a Folha, o Globo, Estadão, são frutos disto

    • luisnassif disse:

      Tudo o que cantei anos atrás, bateu. Mas, nem no pior cenário, imaginaria que se chegaria a tal degradação.

      • Horridus Bendegó disse:

        Também percebi a mudança destes meios de comunicação tardiamente. A que me fez mais sentir foi a da Folha, pois quando residia em Fortaleza nos anos 80/90, me dava prazer me deslocar à praça do Ferreira no centro da cidade para comprá-la aos domingos numa banca específica, um invariável hábito de quem curtia uma boa leitura aos domingos. Ainda hoje tenho guardado vários Cadernos Mais.
        Um pena, verdadeiramente….

  8. Plínio disse:

    Não é só o caso de afetar apenas a necessária, digo, fundamental credibilidade; mas, quando um veículo que se auto denominou, como o porta voz da redemocratização, do nosso querido Brasil, tem que ser duramente penalizado, quando em nome dessa decadente, eu diria até subjetiva credibilidade se vale do artifício da mentira e do escândalo, em detrimento das pessoas sérias, que tem já no início de tudo o direito a informação, reta correta, com opinião lúcida,tendo se medidas claras de enquanto apenas falácias e despeito o dignar-se ao contraponto, para não se tornar tendenciosa, visto que nesta altura do campeonato não ser mais possível, dada as suas atitudes editoriais no mínimo equivocadas, mas a verdadeira crise de credibilidade que eles sentem só será percebida, na medida que pessoas séria, e empresas sérias começarem a ignorar meios de comunicações, que fazem uso do mau serviço. Eles talvez se emendem quando sentirem no bolso a dôr de serem maus profissionais !

  9. Renato disse:

    Disso tudo só posso comentar que me enoja ver um meio de comunicação atacar a de forma leviana um presidente eleito democraticamente, dar importância a algo tão baixo, Otavinho e Ali Kamel estão doidos o ódio deles beira a loucura, queremos que isso seja reparado e que o STF começe a ver que isso é provocação para ver se algo é feito aí eles se levantarão dizendo haver censura, eu estou muito decepcionado com essa ditadura da mídia no Brasil !!!

  10. Roberto São Paulo/SP disse:

    História da Folha
    Valor estreou em 02/05/00
    No dia 2 de maio, começa a circular o jornal “Valor”, especializado em economia e produto da associação do Grupo Folha, que edita a Folha, e da Infoglobo Comunicações, quepublica “O Globo”. O novo jornal, com sede em São Paulo e de circulação nacional, é impresso ao mesmo tempo em Barueri (SP) e em Duque de Caxias (RJ). A nova empresa tem como presidente Flávio Pestana, ex-diretor da Empresa Folha da Manhã S.A., do Grupo Folha. O diretor responsável é o jornalista Celso Pinto, membro do Conselho Editorial da Folha……………….

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/historia_2000.htm

  11. Maria Dirce disse:

    è o fim de um jornal que meu pai assinava e não ficava sem lêr nem um dia, fazendo comentários sobre assuntos da época ,as vezes elogiava outras vezes não, mas sempre com respeito aos editoriais decentes que havia.

  12. AF disse:

    LN: quanto ao último parágrafo: na mosca.

    O Otavinho tem irmãos ? Quantos sao os herdeiros ?

    • Wu Ming disse:

      1 irmão e 2 irmãs, se não me engano.
      Mas no jornal, só o outro irmão, Luís, trabalha. Mas esse sabe menos ainda de jornalismo do que o Otávio, cuida só de business.

      • AF disse:

        Não conheço o caso da Folha em detalhes, mas vivi uma transição de geração de empresa familiar, fiz diversos seminários a respeito e acompanhei alguns casos de perto.

        Quando os demais herdeiros sentem que o patrimonio da família pode ir para o ralo, acabam fazendo algo mais radical, como o afastamento do herdeiro gestor. Vi alguns casos assim.

        Neste caso, bem capaz que o movimento venha das filha.

        Porisso falei o ‘na mosca’ acima.

        A pedrinha inofensiva….. que vai bem no olho……

  13. Folha, não dá para ler!

    Porque um jornal que se diz imparcial divulga uma história sem ter o mínimo de bom senso de escutar outras pessoas envolvidas/citadas em um caso. Creio que a Folha pensou que o caso narrado por César Benjamim seria a maior bomba da história do país. Porém a tal bomba acabou implodindo o próprio jornal. Até a Veja (não Veja, por favor!) foi procurar os citados e desmentiu o fato. Falta muito bom senso por parte dos comandantes dos jornais. Na verdade o Otávio Frias Filho pensou que teria apoio dos outros “jornalões” e revistas anti-Lula, quebrou a cara. Assuntos como esse são bem delicados para serem publicados sem uma investigação prévia.

    Note a incoerência. Desde 1993 sabe-se que o FHC tem um filho com uma jornalista da Globo, porém nenhuma nota foi colocada na grande imprensa, inclusive a Folha. Diziam que se os dois negavam não tinha como comprovar, então não poderiam publicar. Ou seja, sem comprovação não tem notícia. Agora aparece um assunto muito mais delicado e os caras não tem o mínimo de bom senso de avaliar se a notícia é verdadeira. Santa imparcialidade! Definitivamente, Folha, não dá para ler!

    http://diegomtorres.wordpress.com/2009/11/28/folha-nao-da-para-ler/

  14. Hamilton disse:

    E a carta do Marcelo Madureira, do “Casseta e Planeta”, é um primor de idiotice.
    Os caras sempre fizeram humor escrachado, com conotação sexual em 70% das piadas.
    Imagino que no dia-a-dia, fora do contexto do programa, façam o mesmo.
    Então, eu posso deduzir que ele é tão cafajeste quanto os que ele acusa de ser.

    Mudando um pouco de assunto, ou não, a fórmula do programa está desgastada, além de terem perdido o Bussunda,que era o mais engraçado.

    • Pedro Aguiar disse:

      Não assisto e não gosto do Casseta e Planeta, todavia acho o Marcelo é uma pessoa inteligente e nada idiota e não acredito que tenha sido ele quem escreveu aquelas sandices, creio que uma pessoa inteligente, educada e responsável não se manifestaria daquela forma.

      • Hamilton disse:

        Mas evidentemente que foi, né? Ou a Folha nem checa o remetente?

    • Edmundo Adôrno disse:

      Srs. Hamilton e Pedro Aguiar,
      O Marcelo Madureira a que vocês se referem é uma criatura desprezível. São famosos os telefonemas trocados entre o próprio e o Diogo Mainardi, normalmente reproduzidos nas colunas on-line do “jornalista”.
      O Diogo levanta a bola para o Marcelo tecer os mais fétidos comentários. O humorista está no mesmo nível do DM e do Reinaldo Azevedo.
      Por isso, eu os advirto não se enganem com a peça.
      Abraço.

  15. Nilson Fernandes disse:

    Nas cartas dos leitores da folha é só elogio para os estupradores da ética e dos bons costumes. Otavinho, contrata o Cesar Benjamim pra escrever na Folha !!!
    Aí teremos o esgoto da VEJA e o esgoto da Folha.

    • Wu Ming disse:

      Ele já escreve quinzenalmente na Folha há pelo menos um ano.

  16. João Vieira disse:

    Já dizia o Protógenes: Quem apoia bandido, bandido é. E quem apoia canalhices canalha é, quem apoia torpezas torpe é, quem apoia patifarias, patife é.

  17. alfredo sternheim disse:

    Tem razão, Nassif, a Folha pisou na bola. E feio. Além de publicar sob a rubrica opinião um artigo pesado e que denigre com a figura do presidente da República sem apresentar provas , publica cartas de leitores endossando
    fatos que podem ser inverídicos.No meio dessas, carta do humorista Madureira que, presumindo ser inteligente e sendo do meio de comunicações, deveria dar primeiro o direito de defesa ao ofendido. Madureira caiu no meu conceito. Esse texto do sr. Benjamin relatando fato acontecido ha mais de 20 anos só poderia ser publicado se a Folha acrescentasse depoimentos dos envolvidos, dos citados. Mas não o fez, está fazendo agora ouvindo SIlvio Tendler. Estou pasmo com tamanha falta de ética da Folha, pois aquilo não é uma opinião, é uma acusação. E grave. Depois dessa, a Folha vai perder muitos assinantes. É preciso saber respeitar os leitores e estes estão sendo desrespeitados com a linha partidária do jornal.

  18. Spok da Silva disse:

    É interessante constatar que o Ministério Público, sempre tão cônscio de seu dever de investigar ,agora contestado na Justiça, não se move nem mesmo quando o Presidente é achincalhado. Queda-se inerte, acovardado diante da possibilidade de enfrentar o mantra da “liberdade de expressão” que a direita cobra para si como se essa liberdade não encontrasse limites no direito indisponível da personalidade, da honra.

    O certo é que do jeito que está não pode ficar. A Constituição Federal não foi feita para beneficiar a Folha em sua sanha irresponsável de enlamear a honra alheia. Se nem o Presidente está a salvo desse tipo de armação, quem estará?

  19. Fernando Gomes disse:

    Prezado Sr. Carlos Eduardo Lins da Silva
    Ombudsman da Folha de São Paulo, o jornal cafajeste

    Tão logo a Central de atendimento ao Assinante abra às 9h00, cancelarei meu acesso ao UOL, única ligação que restava com o Grupo Folha. Em seguida, farei a minha filiação ao portal XXXXXXX. O motivo, óbvio, é a cafajestada perpetrada contra o presidente da República esta semana. Não quero esperar pelo que virá a seguir (é possível piorar ainda mais?).
    A Folha optou por um caminho, o da imprensa marron, que nos EUA é chamada de “yellow press”. Por aqui, há mais de 50 anos batizaram de imprensa marrom, que “é a cor da merda”. Pois é.
    Jornal de cafajestes.
    Bando de irresponsáveis.
    Bando de trombadinhas
    Jornal de esgoto.

    http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/27/a-malandragem-cafajeste-do-otavinho/

    Sr. Carlos, o senhor é um homem honrado e digno. Salve sua biografia enquanto é tempo.
    Boa sorte.

    Atenciosamente,

    Fernando Gomes

  20. Cláudio Freire disse:

    Cancelem suas assinaturas de jornais. A internet é melhor.

    • Pedro Aguiar disse:

      Concordo plenamente, há algum tempo tenho recomendado este blog aos meus amigos e sugiro que todos façam o mesmo.

  21. Mario Siqueira disse:

    Lí a Folha pela primeira vez, desde que deixei de assiná-la há 3 meses, na sala de espera do dentista. Ontem, justo no dia do artigo do Cesinha.
    Nunca um problema dentário me doeu tanto.
    Pelo César Benjamim há que ter o respeito devido aos ex-combatentes da ditadura e aos enfermos: ser preso e torturado na adolescência, por quase 5 anos, deve ter deixado marcas terríveis.
    Quanto aos frias, civitas e josias da vida, todo o repúdio que merecem os canalhas.

  22. João Carlos - SP disse:

    Vi no blog do Eduardo Guimarães as cartas que foram publicadas pela Folha … é assombroso, não consigo deixar de me surpreender em ver em até que ponto a Folha desce. Não deveria mais me surpreender, mas eles sempre superam as expectativas mais pessimistas. Não tem como, se a pessoa imaginar um ponto bem baixo, um ponto bem deprimente a Folha consegue ir além. Acho que ninguém, que ainda não tenha enlouquecido, consegue imaginar até onde a Folha e a Veja irão nesta campanha. Mesmo quando a gente imagina um vale-tudo, não conseguimos imaginar este tipo de coisa.

  23. Rubens disse:

    O jornalismo de esgoto do Notícias Populares ressuscitou no jornalismo político da Folha de São Paulo: o mesmo culto à baixaria, ao rasteiro, à apelação. O Pelezão de 25 anos atrás virou hoje o “menino do MEP”. O esgoto de onde jorrava o NP é o mesmo de onde hoje jorra a FSP: o Grupo Folha. Mera coincidência?

  24. Antonio Arles disse:

    Agora que as duas cabeças da Hidra vão se devorar mesmo. Quando o Luiz olhar as planilhas e ver o estrago – como aconteceu no caso “Ditabranda”, onde a Folha perdeu 2000 assinaturas em duas semanas – vai querer partir pra cima do Otávio. Só que Luiz está meio atado. O Jornal depende da vitória de Serra para sobreviver via verbas públicas de publicidade.

  25. Ricardo Viana disse:

    Nassif, assim como todo mundo aqui, estou perplexo com o comportamento da Folha nos últimos tempos (”ditamole”, ficha da Dilma, etc.), mas esse caso foi a gota d’água. Onde está o famoso “manual de redação” da Folha, que foi (imagino) uma referência pra todo o jornalismo brasileiro? Será que a Folha não aprendeu as lições amargas do episódio “Escola Base”? E o ombudsman? Que atitude vai tomar nesse caso?
    Mas parece que o maior castigo a Folha vai sentir mesmo é no bolso. Aposto que muita gente vai cancelar a assinatura, tanto no papel como no UOL por causa disso…

  26. vera lucia venturini disse:

    Depois desse absurdo tomara que esse jornal de quinta vá a falência. Pode não ser já, mais o grupo vai desmoronar.
    Como empresa eles sequer tiveram percepção do público que tinham. Gente como eu, de esquerda ou centro-esquerda, que aprendeu a ler o jornal com Claudio Abramo e que passava o hábito de sua leitura para os filhos, os futuros leitores. Pois até a uol eu deixei de assinar. Não me interessa jornalismo a serviço de grupos economicos e políticos. Me interessa um jornalismo comprometido com o meu país e o aprimoramento de suas instituições.
    E o Estadão representa o pensamento conservador com muito mais decência do que a Folha.
    Um fato, porém, me intriga. Como é que jornalistas bem formados e informados (pelo menos eu suponho que sejam) abdicam da ética ao trabalhar para orgãos informativos como Veja, Folha e O Globo. Um salário no fim do mês e o status valem isso?

  27. anarquista disse:

    Mario Siqueira é mais um que leu a FSP sem querer no consultório do dentista( feliz ou infeliz coincidência?)

    O Brasl critica mas não lê a FSP.

    iNTERESSANTE.A maioria a lê só nos dias vitais.

    E casualmente.Mais interessante ainda.

    Em aproximadamente uns 3 anos neste blog,nunca li uma crítica pra Carta Capital.

    Seria uma revista perfeita? Ou ninguém lê?

    Enquanto isso,pra não perder o costume, sarrafo na Veja.

    E ninguém a Lê…..deveras curioso….

    • Wu Ming disse:

      Eu leio a FSP porque sou assinante UOL.
      Leio a CartaCapital porque compro na banca.
      E não leio a Veja.
      Agora, “ler um jornal” é uma expressão cujo sentido mudou muito nos últimos anos.
      Ler jornal, pra mim, significa ler de cabo a rabo.
      Era isso o que eu fazia na adolescência quando lia o JB no Rio e depois, adulto, a Folha em SP.
      Com a internet, os portais e a quantidade de informação que circula hoje em dia, ninguém mais dá conta de ler um jornal “de cabo a rabo”, pois, segundo experiência própria, isso leva 2 horas.
      Afora aposentados e desempregados, ninguém pode gastar 2 horas do dia lendo jornal atualmente.
      Por isso, eu escaneio com os olhos o índice da Folha online e leio de 4 a 5 itens do índice todo…
      Ou seja, alguém que antes lia quase todo o jornal, hoje lê meio caderno.
      Mas já é o suficiente para saber que tipo de jornalismo a FSP pratica atualmente.
      A CartaCapital, antes da última reforma gráfica, eu lia quase toda semana praticamente inteira.
      Depois que mudaram a diagramação da revista, passei a comprar cada vez menos. Não foi só por achar que a revista ficou esquisita visualmente, é information overload mesmo.
      Às vezes, lendo os blogs vc acaba lendo as matérias de todos esses veículos que vc citou, então é uma coisa difusa ler jornal/revista hoje em dia.
      É difícil não saber que tipo de jornalismo a Veja pratica, o Nassif sempre posta aqui as matérias mais absurdas e a informação circula, vc pode estar em uma banca ou consultório etc e folhear, enfim, não vem com essa de que a gente critica sem ler porque isso não é verdade.

    • Dimitri disse:

      Se o Anarquista não tivesse um forte viés ideológico talvez tivesse o bom senso suficiente para entender que as manifestações do tipo do Mario Siqueira representam apenas uma proporção num universo de milhares de pessoas (leitores e não-leitores), e veria que as coincidências são apenas um reflexo estatístico. Simples. Mas claro, apenas para quem não é cego ideologicamente…

      • Mario Siqueira disse:

        Dimitri:
        voce é um dos poucos que leva esse anarquista a sério. Encare-o como um daqueles “louquinhos” que ainda existem em pequenas cidades do interior, que todo mundo leva na chacota.

      • Mário Latino disse:

        Se o anarquista fizesse jus ao seu codinome (aqui entre nós quem escreve escondido sob codinome vale muito menos) não estaria defendendo os interesses medonhos de uma mídia enviesada e carcomida…

        • luisnassif disse:

          É o comentarista que mais se identificou aqui. Nem peça, que ele coloca nome, sobrenome, endereço, telefone, rg e não para mais.

    • Luís Carlos P. Prudente disse:

      Leio a Carta Capital, acho uma excelente revista. Faço somente uma crítica contra a Carta Capital assumir o caso Battisti de forma passional e ir contra Battisti.

    • Paulo Werneck disse:

      Eu não compro e não leio, nem mesmo no consultório do dentista, nem a Falha, nem a Veja, nem O Globo. Tem gente que lê e repercute as notícias. No meu prédio há pelo menos uns 15 assinantes de Veja, por exemplo. Se uma notícia repercute no meu ambiente, entro na internet e vou catar, de acordo com o tema. Internacional? New York Times, BBC, La Reppublica, Le Monde. Nacional, Nassif e blogs especializados. OK? A Carta Capital acho bem escrita e crível, mas um pouco chata, de modo que às vezes compro nas bancas quando a matéria interessa. Não sou assinante UOL pois prefiro um provedor local e pequeno. Evito dar meu dinheiro para as grandes empresas pré monopolísticas.

    • Gunter - SP disse:

      Não é verdade. Já critiquei a Carta Capital duas vezes.

      Numa vez disse que algumas matérias que poderiam ser escritas em meia página são alongadas além da conta, chegando até a 4 páginas.

      Noutra feita comentei que a logística é tão ruim que cancelei a assinatura para comprar em banca (e ainda não recebi a devolução proporcional). Eles dão muito pouco desconto para assinante também, e isso em conjunto desestimula dar de presente.

      Não disse antes, mas concordo com as opiniões que julgam um exagero o posicionamento em relação a Battisti.

      Não é isenta de erros, mas na média é muito melhor que as outras. A da semana passada estava ótima, boa matéria sobre ruralistas, sobre Irã e a tradução da matéria “Brasil decola” (14 páginas.), Também uma crítica (morna) ao filme “O Filho do Brasil”. A de ontem ainda não tive tempo de ler.

  28. Zeza Estrela disse:

    A situação da Folha está só piorando com um comando tão incompetente. Então movida por um sentimento de misericórdia esquerdista resolvi juntar-me a essa Campanha Cívica:

    Obrigue “Otavinho Ditabranda” a trabalhar uma vez na vida

    Já que ele nunca trabalhou na vida e ganhou um jornal de presente, a campanha visa a ensinar a ele o valor do trabalho, obigando-o a pegar no batente uma vez na vida.
    Para isso conclamamos a todos a cancelar suas assinaturas da Folha, a não comprá-la em bancas, cancelando também a assinatura do UOL, e não anunciando nada em nenhum desses veículos.
    Segue o cartaz da campanha:
    http://lh3.ggpht.com/_CkxLI6L9lLI/SxC3OugEcaI/AAAAAAAAAN8/ZP8dERLFKZs/s400/folha.jpg

  29. rene bonavita disse:

    as falhas das folhas sao tantas as folhas falhas…. por folhas falhas e por falhas folhas…descumpem as folhas, as falhas das folhas…NAO LEIAM MAIS !
    em beneficio de sua propria saude mental.
    acabo de cancelar minha assinaura.

  30. weden disse:

    O banditismo jornalístico

    No mesmo mês em que a Folha recorre a um tipo de jornalismo de alcova, com um artigo sem nexo escrito por um homem à beira do desequilíbrio emocional, foi revelado que este periódico, que já fora modelo para o jornalismo nacional, vem conseguindo vendagens pífias nas bancas brasileiras: 21 mil exemplares.

    Também é o mesmo mês em que revelou-se a descida, quase sem freios, de Serra em pesquisa de opinião, numa clara demonstração de que o governador de Sâo Paulo pode entrar em 2010 com uma faixa pouco superior a dez pontos em relação a Dilma Rouseff, a principal concorrente.

    Conjugados estes fatores, fracasso de vendagem e desespero político, ficam dadas as condições ideais para a prática do jornalismo jagunço, jornalismo bandido.

    Diz-se que bom não é o sujeito que não faz o mal, mas podendo fazê-lo não se atreve. A Folha, que no seu histórico recente, vem colecionando práticas ilícitas, como campanhas difamatórias, falsificação de documentos, associação com bandidos de colarinho branco, acrescentou mais um capítulo a sua opção pelo banditismo jornalístico.

    A acusação, sem provas, de tentativa de estupro é grave em qualquer situação, contra qualquer cidadão. Portanto, não se deve individualizar a indignação sobre a figura do Presidente da República.

    A acusação, encomendada pela Folha, e terceirizada na palavra de Cesar Benjamin, que se prestou a fazer o serviço sujo, trabalho de matador de aluguel de reputações, deve servir de alerta para o perigo da insuficiência moral de Otávio Frias Filho – autor intelectual do feito.

    Pior: a acusação mostra que o jornal, junto com sua edição semanal, a Veja, será um dos pilares do banditismo jornalístico em 2010, com vistas a garantir os ganhos fáceis e de legitimidade duvidosa que vem conseguindo junto à Secretaria de Educação e ao Goverrno do Estado de São Paulo.

    Que a Folha está em processo de desparecimento das bancas de jornais, ninguém tem dúvida.

    Que Otávio Frias Filho hoje compõe um trupe de jagunços jornalísticos, traficantes de ideias falsas, aliciadores de pensadores decadentes, e estupradores da verdade, também não se tem dúvida.

    Dúvidas temos se o artigo em questão e todas as outras demonstrações de banditismo jornalístico, feitas neste ano de 2009, não estão sendo previamente acordados, ou pelo menos contam com assentimento prévio do principal interessado no vale tudo político: José Serra.

  31. anarquista disse:

    Wu Ming :

    Irei responder pra vc porque te julgo uma pessoa super inteligente( A questão é delicada, requer um refinamento de pensamento)

    Eu tbm sou assinante Uol e tbm compro CC nas bancas toda a semana. E por que ela não vinga|?

    Talvez, e bota talvez nisso, a resposta esteja aqui:

    http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2711200923.htm

    E pra quem não é assinante:

    CARLOS HEITOR CONY

    Sócrates e o porco

    ——————————————————————————–
    Para o sr. J. Campos, “felizmente, Deus não existe, ainda”. Mas vai existir, garante seu livro
    ——————————————————————————–

    O CONTÍNUO veio avisar que o sujeito queria falar comigo. Fui lá fora, e o camarada alto e magro levantou-se e apresentou-se: J. Campos. Homem de meia-idade, parecido com o Guimarães Rosa quando ria, aquele brilho nos olhos esverdeados, aquela mesma hesitação no falar, como quem procura sempre a palavra exata. J. Campos lera um livro meu, sabia-me de vagas inquietações e viera oferecer seus préstimos e seu livro, edição particular.
    Campos saíra de seus ócios, enfrentara o calor da cidade para me trazer sua mensagem. Prometi ler-lhe o livro -e seria apenas uma promessa somada a outras que vou fazendo e me esquecendo de cumprir.
    Por desencargo de consciência, folheei o livro para depois jogá-lo num canto qualquer. Mas o Campos mexeu em feridas cá dentro, não cicatrizadas ainda. Veio, sobretudo, ressuscitar uma velha leitura minha, “Le Phenomène Humain”, de Teilhard Chardin, um jesuíta francês que criou um caso com suas teorias.
    Mas era emoção morta, nenhum dos meus amigos ou inimigos conhecia o livro de Chardin. E, como resolvera enfrentar a vida em termos práticos, enterrara Chardin e seu livro para sempre.
    E eis que me surge o sr. J. Campos com o livro sobre as teorias de Chardin. E sinto um pouco de perplexidade e carinho, como quem, regenerado de uma vida de crimes, descobre anos mais tarde o insuspeitado sócio de um crime sepultado e insolúvel. Evidente, há terror nessa descoberta. Não só pela comparação que ela me sugeriu como pela descoberta em si. Pois essa descoberta pode ser Deus.
    Seria inútil resumir a teoria de Chardin e os comentários de J. Campos a respeito. Em linhas gerais, podia dizer o seguinte: no dia em que o mundo estiver sob regime socialista integral e solidário, velhos organismos de outros regimes terão de sobreviver. Um desses organismos seria a igreja. E aí surge a questão: como a igreja sobreviveria em um Estado ateu e socializante?
    Deixando de lado as escaramuças iniciais de ambas as partes, haveria de ser encontrada uma fórmula que desse ao Estado e à igreja autonomias e bases para a coexistência. Essas bases já começam a surgir, veladamente, no seio da igreja. Pronunciamentos esparsos, algumas teses mais afoitas.
    Evidente, os altos escalões ignoram essa tentativa, mas a soma dessas tentativas, mais cedo ou mais tarde, corporificará uma doutrina específica para a situação que se criar. Foi assim no passado -e a igreja, sem trair seus postulados mais importantes, aí está depois de Lutero, da Enciclopédia, da Revolução Francesa, de Darwin, da Revolução Russa.
    O jesuíta Chardin bolou a fórmula para a igreja depois de Engels e Marx. E, embora não aceitando passivamente a ontologia chardiniana, Campos avança mais um pouco -o que talvez tenha sido seu erro ou sua inexperiência. Chardin veio nas águas de uma pesquisa clássica: o homem como perspectiva e, ao mesmo tempo, construção do Universo. Isso junta, no mesmo leito, a filosofia idealista e a materialista -e Campos aprova tal promiscuidade.
    Mas Chardin vai adiante: “Ser mais e unir-se cada vez mais. Donde: o homem tende a unir-se com todos os outros homens”. Até aí, a linguagem do jesuíta agradaria a tomistas e marxistas, incluindo o sr. J. Campos. Mas onde Chardin envereda por um caminho, o Campos por outro -eu empaco no mesmo lugar, sem enveredar por caminho nenhum- é na questão da presença de Deus nessa união. Para o sr. J. Campos, “felizmente, Deus não existe, ainda”. Mas vai existir -é o que garante o seu livro.
    E, de repente, me sinto igual a um ateniense dos tempos de Paulo que adorasse a um Deus inexistente. Até que surge o apóstolo no Areópago e diz: “Atenienses! Há um Deus que vós adorais sem conhecer. E é desse Deus que vos venho falar!”. Campos repete -ao menos para mim- o mesmo encantamento de uma súbita descoberta: o Deus em que deveria crer não existe ainda, a culpa não é minha, é do Deus que ainda não existe.
    Daí que lembro, a atenienses e cascadurenses, a máxima citada por Campos: mais vale um Sócrates inquieto do que um porco satisfeito. Assim sendo, que será do porco insatisfeito

  32. Kadu disse:

    Tudo leva a crer que se o PSDB de SP perder as eleições presidenciais, a Folha quebra. Essa matéria é anormal, parece a expressão do desespero. Ponto de atenção também para o tal Marcelo Madureira. Como é que esse bobalhão vai na onda sem provas? Não gostar do presidente vá lá, mas escrever uma carta dessa é o supra-sumo da imbecilidade, parece coisa de débil mental. Em tempo, o Casseta e Planeta despencou sem o Bussunda, está insuportável. Ninguém lá em casa assiste mais. Se seus artistas passarem a desancar um presidente com a popularidade do nosso, vão perder mais audiência ainda. Se eu fosse os outros cassetas, dava uma “cassetada” nesse bobão.

    • Marco Antonio disse:

      Marcelo Madureira, além de ser o mais mal-humorado dos ” Cassetas”, sempre foi retrógrado e deselegante politicamente. Suas críticas pessoais a Lula_ nunca políticas_ já deixaram antever seu preconceito social na década de noventa. Quando alguém, de antemão, aceita qualquer universo desde que não seja aquele, deixa de exercer o raciocínio e a análise pontual dos fatos e passa a cultivar passionalismos, indefensáveis justamente pela totalidade emocional.

      Se ele entendeu a história_ e os fatos_ como verídicos, é um analfabeto político. Se interpretou como piada, é preciso reconhecer que seu Programa, seus próprios textos e a Revista já desceram muito mais baixo do que isso, com arremetidas sobre a honra, a vida e a morte das pessoas. Muitas vezes em momentos inadmissíveis. Mas quando era conveniente do ponto de vista comercial silenciar ( não tocaram na morte de Senna, nem no atentado às Torres Gêmeas, mas o fizeram imediatamente quanto a Tancredo, Ulysses, vítimas do Césio 157,e por aí vai), não hesitaram em fazê-lo. Submeteram-se à censura da Globo_ o que diziam nunca aceitar_ em um caso bobo, como a proibição de criticar a cantora então adolescente Sandy por seu desempenho em uma novela. Enfim, não restou qualquer espécie de conceitos éticos ou morais para que Marcelo Gamatter expresse sua indignação em um caso lunático desses.

  33. Rogério disse:

    Quero ver a herança do velho Frias INTEIRAMENTE dilapidada. Não nos fará falta. Até porque o velho tratava melhor os frangos de sua granja que os jornalistas do chamado grupo folha.

  34. edna disse:

    Já pedi o cancelamento da assinatura da folha há 01 mês, mas a moça que me atendeu muito educada e solícita, não deixou e disse que mandaria 0 jornal por 03 meses gratuitamente p/ eu pensar melhor.Para poder desligar o telefone, concordei. Hoje não teve jeito.Após ler aquela notícia ontem sobre o presidente, liguei hoje novamente p/ a folha e pedi que não enviassem mais nenhum exemplar p/ casa que eu não gostaria mais de ler.Após 22 anos como assinante não concordo mais com a falta de respeito que ela tem com um presidente respaldado com 80% de aprovação .É nos desrespeitar também.Não concordo mais com as suas reportagens duvidosas, com as manchetes que dizem uma coisa e falam outra coisa na reportagem.Não concordo com ela ter se tornado um braço político da oposição.Enfim ,era o que eu podia fazer e fiz. A atendente pediu p/ eu escrever ao ombudsman e ao próprio Cesar Benjamin p/ mostrar minha contrariedade. O ombudsman já disse que não pode com os jornalistas que são arrogantes e donos da verdade. Quanto ao outro e pelo que li neste blog é um sujeito com problemas psicológicos, além de mau caráter.Não vale a pena contatar. Finalmente disse à atendente que a folha vai acabar por causa dela mesmo e do seu mau jornalismo.Só está vendendo 21000 jornais por dia em bancas e está perdendo assinantes.No entanto, ela vai mandar o jornal ainda até dia 01/12, por problemas de programação.

  35. Robledo Duarte disse:

    Ontem foi mostrado aqui como deve ser feito um jornalismo sério e competente, primando pela verdade dos fatos sem distorções. O diretor do Washington Post antes de qualquer publicação cercou a materia dos dois jornalistas do caso watergate até que não houvessem mais lendas, e aí publicou criando uma obra prima do jornalismo investigativo. Hoje uma malta de jornalistazinhos querendo aparecer na mídia lançam mentiras que passam vergonhosamente sem o crivo de um dono de jornal. Esta é a razão para veja e a folha estarem neste declinio.

  36. [...] bem, a publicação pela Folha do artigo acusando o presidente Lula de estuprador (comentada aqui pelo Nassif) se apresenta como um dos primeiros atos em que a nível da campanha eleitoral do [...]

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