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21/11/2009 - 19:00

Trivial das gostosonas do rebolado

Do Portal Luís Nassif

Do Grupo Teatro de Revista

TEATRO REBOLADO (verbete) # Dicionário do Teatro Brasileiro – Temas, Formas e Conceitos

A partir dos anos de 1940, a Companhia Walter Pinto trouxe um novo padrão para o Teatro de Revista transformando o conceito de girls, que passaram a ser selecionadas por sua beleza, forma física e …formação em dança. (Pag.65).

Clique aqui para ampla relação de fotos e nomes das vedetes.

Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

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19 comentários para “Trivial das gostosonas do rebolado”

  1. Cabocla disse:

    Eita Mouro, vc perdeu o rebolado com as gostosonas, não?
    A galera feminista te pega com esse título, hein?
    hehehehe

  2. Octavio Bueno disse:

    Ainda adolescente, fui um grande frequentador do Teatro Recreio.

    Grande tempo.

    Como o poeta disse, a escola era risonha e franca….

  3. Nival Júnior disse:

    Será que daqui a 50 anos vai ter o “Trivial da Gaiola das Popozudas”?

  4. marcia ovando disse:

    Todas com uma cinturinha! Hoje a mulherada fica 8h na academia e cadê cintura?
    Valeu a matéria!Lembrei dos meus pais que não perdiam o Teatro Rebolado.
    abraços,

    marcia

  5. Marco Santo disse:

    Walter Pinto, Carlos Machado e outros, foram os pioneiros do famoso Teatro de Revista. Sergio Porto transformou-as nas famosas “Certinhas do Lalau”. Lembro-me que assistia na antiga TV Record o programa Miss Campeonato, lá estavam as mais famosas do Lalau e do Teatro de Rebolado. Muita saudade da Anilza Leoni, Rose Rondeli, Mara Rubia entre outras. Todas senhoras artistas e muitas transformadas (Renata Fronzi esposa do famoso Cesar Ladeira a voz de ouro do radio) em atrizes. Os anos 40 começou a agitação e meu velho pai era um dos jornalista do famoso diario “A Noite” que tinha sede na praça Maua no Rio de Janeiro. A revista Vamos ler e a Revista do Radio, davam os destaques da FAMA. Não querendo discriminar mais essas funkeiras de hoje nada representam diante do glamour daquela epoca. Porisso, Paris ainda vivencia a epoca de ouro do teatro rebolado. Eu ainda era fã do Jakson do Pandeiro e da Almira Castilho. Aviso aos navegantes sou novo ainda…….

  6. Marco Santo disse:

    Walter Pinto, Carlos Machado e outros, foram os pioneiros do famoso Teatro de Revista. Sergio Porto transformou-as nas famosas “Certinhas do Lalau”. Lembro-me que assistia na antiga TV Record o programa Miss Campeonato, lá estavam as mais famosas do Lalau e do Teatro de Rebolado. Muita saudade da Anilza Leoni, Rose Rondeli, Mara Rubia entre outras. Todas senhoras artistas e muitas transformadas (Renata Fronzi esposa do famoso Cesar Ladeira a voz de ouro do radio) em atrizes. Os anos 40 começou a agitação e meu velho pai era um dos jornalista do famoso diario “A Noite” que tinha sede na praça Maua no Rio de Janeiro. A revista Vamos ler e a Revista do Radio, davam os destaques da FAMA, mais essas funkeiras de hoje nada representam diante do glamour daquela epoca. Porisso, Paris ainda vivencia a epoca de ouro do teatro rebolado. Eu ainda era fã do Jakson do Pandeiro e da Almira Castilho. Aviso aos navegantes sou novo ainda…….

  7. Fernando Curi disse:

    Amigos:
    Pequena contribuição para a matéria e…nada melhor do que a rainha do teatro rebolado…um verdadeiro monumento…

  8. André disse:

    Nassif , veja esse belo vídeo com a escritora nigeriana Chimamanda Adichie: O perigo de uma única história:

    http://www.ted.com/talks/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story.html

    • Hermeneuta disse:

      André
      Obrigado pelo MARAVILHOSO link!
      Mas…. além do fato da moça ser linda, o que é que ele está fazendo aqui?
      Por que você não posta no Forum? Isto é coisa para ser discutida por muita gente, com certeza.
      Por favor, não deixe de fazê-lo. Para os que não falam inglês, inclua a observação de que legendas em português estão disponíveis.
      Mais uma vez, obrigado.

  9. peregrino disse:

    puxa vida…adoro fotos e mulheres antigas
    já na primeira foto, zarolhando da esquerda pra direita, impossível deixar de fixar a excitação luminosa da ou na curvatura do bumbum da quarta gostosona…
    sempre fui taradão nessas curvinhas, mas hoje em dia a gente quase nem nota ao dá de cara com um bumbum todo de fora…que chato, foi-se o tempo das rendinhas enfeitando curvinhas, das anáguas colantes e brilhosas, das noitadas a escorregar nos edredons de cetim………………ai que saudade! volte tempo, passe, não, pare

    outro sábado impedido de forrobodozar…já estou ficando quase bom e não suporto isso
    já até falei pra Dona Encrenca : deixe de ser abusada, mulher! você não me conhece, viu!?
    vou tolerar apenas 10 mil sábados e no 10 mil e 1 eu me mando na maior…ora…ora

  10. AF disse:

    MORRE GARCIA NETO

    Passados 30 anos, ainda hoje o tema divisáo do estado eh motivo de tristeza em Cuiaba. O texto abaixo de hoje, do Diario de Cuiaba, relatando a morte de Garcia Neto, o governador na epoca da amputacao (como se diz ateh hoje em Cuiaba) mostra um pouco do que significou o evento para a cidade.

    Garcia deixa lacuna na política de MT

    Ex-governador, o sergipano Garcia Neto, faz parte da história política de Mato Grosso. Ele morreu na sexta-feira passada, aos 87 anos

    Ex-governador Garcia Neto foi também o primeiro prefeito eleito de Cuiabá, além de deputado federal

    JULIANA SCARDUA
    Da Reportagem

    A morte aos 87 anos na última sexta-feira eleva José Garcia Neto da condição de ex-governador a vulto da história mato-grossense. Vítima de um derrame cerebral, ele deixou a mulher, dona Maria Lígia, com quem esteve casado por mais de 60 anos, três filhos e netos.

    Sergipano, morreu no Estado onde constituiu família, onde cresceu na carreira de engenheiro e na vida pública, na terra que ajudou a construir – no Mato Grosso que “cresceu, apesar da divisão e não com a divisão”, como fazia questão de observar.

    Foi no governo de Garcia Neto (1975-1978) que o regime militar decretou a divisão de Mato Grosso, com a criação do mais novo Mato Grosso do Sul. Passados mais de trinta anos desde a divisão, ele não escondia a amigos e em entrevistas à mídia a amargura com o rótulo de “traidor”, marcado no imaginário popular de uma geração de cuiabanos – o que encarava como a maior injustiça sofrida em seus quase 90 anos de vida.

    À imprensa, o governador Blairo Maggi exaltou os serviços prestados por Garcia Neto a Mato Grosso. “Com certeza ele pagou um alto preço por estar comandando Mato Grosso naquela época que nem ele estava preparado, quando arrancaram um pedaço do território. Ele sofreu muito com isso, mas partiu com dever cumprido”.

    Na última entrevista concedida ao Diário, em 2007, Garcia Neto não escondia a mágoa os desdobramentos da divisão do Estado, empreendida em seu governo, em 11 de outubro de 1977.

    Na mesma entrevista, justamente em razão dos 30 anos de divisão do Estado, Garcia Neto exibiu um documento, arquivado desde aquela época, como a prova daquilo que encarava como a maior injustiça sofrida em sua vida. As folhas amareladas são a versão original da exposição de motivos apresentada ao então presidente da República, Ernesto Geisel, no qual Garcia Neto se posicionava contra a divisão.

    “Dividir Mato Grosso seria, a meu ver, transformar um Estado financeira e economicamente consolidado em duas unidades inviáveis”, manifestou na carta endereçada a Geisel, datada de 27 de abril de 1977. Ele atestava que, naquele momento, o projeto separatista impunha riscos tanto à capacidade de endividamento quanto à economia nos gastos da máquina pública.

    Sob o prisma geográfico e cultural, o ex-governador também alertava ao prejuízo iminente à Capital, Cuiabá, que para ele, conforme as ponderações feitas à época, estaria fadada a enfraquecer e “atrasar o processo de integração dessa rica e cobiçada região”.

    Assim como a tônica de entrevistas feitas na oportunidade com outras duas autoridades que marcaram a política regional – o representante da Comissão Especial da Divisão, Aecim Tocantins, e o primeiro governador pós-divisão, Frederico Campos – os relatos de Garcia Neto apontavam para dias de agitação popular na tradicional Cuiabá com a repulsa ao intento separatista, fruto do regime militar.

    A idéia de cisão, com a perda de parte significativa do território mato-grossense, feria o orgulho e o sentimento de soberania da população. Em abril de 1977, Geisel teria dado a declaração temida por cuiabanos: “Vou começar a pensar na divisão”, disse Geisel, conforme relembrava Garcia Neto. Em 4 de janeiro de 1979, pouco mais de um ano após a edição da lei complementar, foi efetivado o processo de divisão.

    Numa das últimas entrevistas à imprensa mato-grossense, olhando para os 30 anos que se passaram, Garcia Neto fazia questão de advertir: “Mato Grosso cresceu apesar da divisão e não pela divisão”.

  11. Dulce disse:

    ahahahah quando eu tinha uns 6 anos descobri uma coleção da revista “O Cruzeiro”, de minha mãe. Em uma delas Virginia Lane na capa, com uma roupa chamativa para uma criança: muiiiitas plumas e paetês coloridos.

    Dias depois, Meu pai perguntou:”o que minha filhinha quer ser quando crescer?” Eu respondi: VEDETE DO TEATRO REBOLADO. Ficou zangado comigo, e depois me “explicou” que “aquilo não era para a filha dele”. Até hoje não sei o que é “aquilo”…mas imagino.

    Deste dia em diante, toda vez que eu respondia a esta pergunta com um “médica” , “professora”, “advogada”, minha alma de criança se vestia de plumas e paetês, e eu virava “a vedete do Brasil” :) mas só no íntimo.

    • Cafu disse:

      Há uma bailarina dançando no coração de cada menina.
      :)
      Lindo, o seu depoimento, Dulce.
      Um beijo.

  12. Malú disse:

    Saudades do tempo em que as mulheres tinham algo mais que ossos para exibirem e o termo anorexia nem existia.

  13. carlos quintela disse:

    Estas é que eram mulheres de verdade. Tinham sustância. As de hoje não têm onde pegar. São puro osso!!!
    Quero registrar entretanto que continuo gostando do “artigo”.
    Machismo puro, né?

  14. Gersier disse:

    Nassif,usando os meus parcos conhecimentos,fiz algumas recuperações e correções em uma das fotos.Ta lá na minha página.

  15. Gregório Macedo disse:

    O Grupo Teatro de Revista é o tal.
    Parabéns aos que o fazem!

  16. Gregório Macedo disse:

    O Grupo Teatro de Revista é o tal.
    Parabéns aos que o fazem!

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