Fora de Pauta
Enquanto me preparo para pegar o avião das quatro da matina.
Na palestra, uma surpresa dos simpaticíssimos anfitriões. Convocaram um regional da Universidade para abrir o evento tocando o Hino Nacional em ritmo de choro.
Depois, tendo como solista uma moça ao bandolim, executaram “Remeleixo”, do Jacob do Bandolim.
O que não sabia – e que me foi motivo de orgulho íntimo – é que o regional se baseou na gravação do “Roda de Choro” – inclusive os improvisos de violão do Zé Barbeiro.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Sem categoria Tags:

CÓDIGO PARA INSERIR COTAÇÔES BOVESPA NUMA PLANILHA GOOGLE
Insira numa célula de plailha Google o seguinte código:
=importXML(”http://www.bmfbovespa.com.br/Pregao-Online/ExecutaAcaoAjax.asp?CodigoPapel=VALE3″;”//Papel/@ultimo”)
Substitua “VALE3″ pelos códigos de ações obtidos no site da Bovespa, como “PETR3″.
“ultimo” é a última cotação. Também são válidos quaisquer dos parâmetros dentro do nó XML “Papel” devolvido pela consulta (Mas devem ser escritos todos em mínúsculas):
<Papel
Codigo=”VALE3″
Nome=”VALE ON N1″
Ibovespa=”#”
Data=”19/11/2009 19:29:47″
Abertura=”48,05″
Minimo=”47,75″
Maximo=”48,80″
Medio=”48,27″
Ultimo=”48,80″
Oscilacao=”0,49″
/>
Bibliografia
1. Dados obtidos analisando-se os cabeçalhos HTTP enviados pelo browser Firefox, com ajuda do plugin “LiveHTTP Header”.
2. XPath sintax. http://www.w3schools.com/xpath/xpath_syntax.asp
3. Que funções posso usar dados externos? Google Docs help. http://docs.google.com/support/bin/answer.py?hl=br&answer=75507
Aproveitando um comentário do Sanzio, vou listar os escândalos fabricados pela mídia durante o Governo Lula que me lembro de memória:
- Valdomiro Diniz
- Lula, o bêbado (segundo Larry Rother)
– compra de livros didáticos pelo MEC
– nacionalização do gás boliviano
- re-reeleição do Lula
- 11 meses de mensalão (confesso que não me lembro mais de todos escândalos dele derivados)
- febre amarela
- acidente da gol
– acidente da TAM
- dossiê sanguessugas (de onde veio o dinheiro???)
- projetos de lei do pré-sal
– escândalo da tapioca/ cartões corporativos
– escândalo do dossiê da d. Ruth
- escândalo do irmão do Lula (nem me lembro o assunto)
- Lina Vieira – transformou Receita num sindicato
- Lina Vieira – o mistério da agenda –
- renovação da CPMF
- ligação do MST com o governo (denúncias recorrentes)
- apagão aéreo
- blecaute
- o iminente risco de apagão caso não chova nos próximos três anos (típico assunto tratado pela Miriam Porcão)
- gripe suína
- crises do Senado ( a do Renan e a do Sarney)
- obras do PAC
- visitas eleitoreiras às obras do PAC
- “fiasco” na execução do PAC
- “autoritarismo popular”, by FHC
- ficha falsa da Dilma
- a irresponsabilidade da Dilma em se candidatar mesmo após diagnosticada com câncer
- seleção de ignorantes p/ o Itamaraty (se não me engano relativizaram um pouquinho a importância das provas de inglês p/ o Itamaraty)
- proibição do pensamento divergente no IPEA (qdo mandaram aqueles dois zé manes de volta ao BNDES)
- fiasco do Minha Casa, Minha Vida (após 2 meses de lançamento nenhuma casa havia sido construída)
- desastre ambiental iminente em decorrência da construção das hidrelétricas no Rio Madeira)
- escândalo preventivo sobre desvio de verbas nas obras p/ as olimpíadas de 2016
- a expulsão de Heloisa Helena, filho do Genro e Babá do PT
- Bolsa Família (prêmio a vagabundos; cachorros e gatos como beneficiários; incentiva a informalidade do emprego; compra de eletrodomésticos c/ o benefício)
- truculência e abusos de poder pela Polícia Federal
- grampos da ABIN e da PF
- operação Satiagraha
- ANCINAV
- indicação do Toffoli p/ o STF
- gastos do PAN
- vaias do PAN
- filme do Lula
- blog da Petrobras (segundo o Romano, “terrorismo de Estado”)
- censura (?) ao Estadão
- classificação indicativa do Min. Da Justiça
- criação da TV Brasil
- criação da Secretaria de planejamento à longo prazo
- vazamento da prova do ENEM
- a marolinha do Lula
- compra dos caças
- submarino nuclear
- Honduras
- Lula aceitar conversar com o Presidente do Irã
- salário dos servidores
– “aparelhamento” do Estado pelo PT e movimentos sociais
- inchamento da máquina pública
- gastos com custeio
- Denise Abreu (charuteira troglodita)
- Denise Abreu (santa q denunciou alguma coisa relacionada à venda da Varig)
- Equador – empréstimo do BNDES
- dólares de Cuba numa garrafa de whisky
- Farcs e o PT
- interferência ao trabalho “politicamente isento” dos ministros do TCU
- interferência e desrespeito ao Congresso Nacional
“Filme revela o lado obscuro do jornalismo de celebridades
Documentário ‘Starsuckers’ estreou recentemente na Inglaterra.
Diretor arma situações para expor contradições de tablóides.
O que o cabelo de Amy Winehouse pegando fogo e o olho roxo de Guy Ritchie têm em comum? Ambas as histórias apareceram nas páginas dos tablóides britânicos. E nenhuma delas é verdadeira.
Os dois incidentes eram falsas pistas oferecidas aos jornais de celebridades pelos realizadores do novo documentário “Starsuckers”, para testar se eles as utilizariam sem checar as informações. Foi o que aconteceu, e isso é mostrado no filme, que argumenta que a cultura às celebridades derrubou os padrões jornalísticos e deturpou valores da sociedade.”
http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1359800-7086,00-FILME+REVELA+O+LADO+OBSCURO+DO+JORNALISMO+DE+CELEBRIDADES.html
Nassif,
“Como nasceu o Jingle Lula-lá!”
Por não ter passado da hora, complementando o Post http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/19/a-convencao-do-pt/
e, satisfazendo a curiosidade de quantos a tenham, além do manifesto de fundação do PT que deixo na minha página: http://blogln.ning.com/forum/topics/manifesto-pro-fundacao-do-pt
deixo também um link com muito material das eleições de 1989, inclusive o vídeo de como nasceu o jingle ‘Lula-lá’ que, para mim, é pura emoção e história:
http://noticias.uol.com.br/especiais/eleicoes-1989/ultnot/2009/11/12/ult9005u5.jhtm
Nassif,
“Como nasceu o Jingle Lula-lá!”
Por não ter passado da hora, complementando o Post http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/19/a-convencao-do-pt/
e, satisfazendo a curiosidade de quantos a tenham, além do manifesto de fundação do PT que deixo na minha página: http://blogln.ning.com/forum/topics/manifesto-pro-fundacao-do-pt
deixo abaixo um link com muito material das eleições de 1989, inclusive o vídeo de como nasceu o jingle ‘Lula-lá’ que, para mim, é pura emoção e história:
http://noticias.uol.com.br/especiais/eleicoes-1989/ultnot/2009/11/12/ult9005u5.jhtm
PS – Este retifica e substitui o anterior
Ao Luiz Horácio ( comentário das 18:06 h)
Ligaram para mim em nome do Santander durante meses e eu sempre dizia que não tinha interesse e pedia que tirassem meu nome do cadastro deles. Eu já nem esperava mais oferecerem o serviço e já respondia irritada. Como não aceitaram minha recusa, programaram o sistema para ligar para minha casa inúmeras vezes ao dia, um horror !! Uma agressão sem igual. Precisei cancelar a minha linha telefônica e ficar com outra que não é divulgada ! Então acho que você deve se preparar, porque eles não desistem de infernizar a vida de quem eles pegam prá Cristo.
Nassif,
Acho que esse texto do Prof. Luiz Werneck Vianna pode valer um debate interessante entre o pessoal daqui. É uma crítica à esquerda do governo Lula feita em pontos muito coerentes, e me pareceu se aproximar, ao menos em partes, de alguns pontos que levantou o FHC em seu último artigo, na medida em que ele quase faz uma releitura do Chico de Oliveira sobre o petismo. O ponto mais interessante é justamente colocar em cheque o modelo de desenvolvimento que está sendo levado, repaginando os antigos modelos, nascidos da tradição patrimonialista brasileira, e esquecendo-se das principais críticas quanto à falta de instâncias decisórias democráticas, à participação e a politização.
Tópicos para um debate sobre conjuntura
Luiz Werneck Vianna – Novembro 2009
1. O capitalismo brasileiro é um experimento bem sucedido. Atestam isso o seu parque industrial diversificado, um mercado interno em expansão, um pujante agronegócio e um sistema financeiro racionalizado, que se mostrou capaz de atravessar sem maiores abalos a crise mundial de 2008. Seu sistema de justiça se encontra sob uma profunda reforma que o deixará mais previsível e racionalizado, os gastos públicos estão submetidos a controles que se tornam cada vez mais eficientes. Por meio de uma continuada política de Estado, foi formada uma base técnico-científica, que ora se amplia e se articula com o sistema produtivo, do que a Embrapa talvez se constitua no melhor exemplo, e já avança para formação de um complexo industrial-militar, em particular nas áreas da engenharia naval e aeronáutica.
2. A crise de 2008 serviu-lhe como um duro teste, quando ficou comprovada a sua solidez. Do êxito da sua estratégia de defesa face à crise, resultaram tanto a sua consolidação no plano interno quanto oportunidades para se projetar no mundo exterior. O capitalismo brasileiro vive uma circunstância que o conduz a um desbordamento para além dos limites nacionais. Mais do que burguesa, essa já é uma ordem grão-burguesa, não apenas escorada pela força expansiva do seu mercado, mas, a essa altura, também levada à frente por uma estratégia de Estado consciente dos seus objetivos econômicos e políticos de maximização de poder, em estreita articulação com o grande empresariado.
3. Essa projeção do Brasil vem sendo compreendida de modo benfazejo pelos principais protagonistas na cena internacional, que a tem favorecido, não só pela natureza emergente da sua economia, como também por sua história de paz com seus vizinhos e sua cultura de boa convivência entre religiões e etnias diversas.
4. Não se pode, entretanto, ignorar que a crescente mobilização de recursos e fins da política para a condução da economia já indicam uma via de capitalismo politicamente orientado, velha conhecida da tradição republicana brasileira, a partir da qual, em conjunturas diversas — a de Vargas, a de JK, e a do regime militar — realizou-se o processo de modernização do país.
5. Se já havia elementos embrionários desse processo, aparentes em particular no segundo mandato do governo Lula, a crise, que denunciou a incapacidade do mercado de se autorregular, ao trazer de volta o tema do Estado e do seu papel como agência organizadora da economia, atualizou, imprevistamente, o repertório da tradição republicana brasileira. Assim com a ênfase que passa a ser concedida à questão nacional (desacompanhada da cláusula do popular, que importava uma luta pela hegemonia entre a fração da burguesia nacional e o movimento operário e sindical, que, na conjuntura da época, intensificava uma postura de autonomia diante do sindicalismo atrelado ao Estado); com os patéticos postulados de grandeza nacional que já se fazem ouvir; com o desenvolvimentismo, quando políticas estratégicas são conduzidas pelo Estado sem anuência explícita da sociedade civil e suas instâncias de deliberação. A mobilização de tal repertório tem ignorado a crítica que lhe foi feita pelos movimentos democráticos e populares, no curso de suas lutas contra o regime autoritário, consagrada institucionalmente na Carta de 1988, que, ao preservar a instância do público como dimensão estratégica, submeteu-a ao controle democrático da sociedade.
6. A apropriação repentina desse repertório pela esquerda que se encontra na chefia do governo, que, antes, com a teoria do populismo e com a denúncia da natureza patrimonial do Estado, foi uma das suas principais críticas — de acordo com a interpretação dos mais eminentes intelectuais que tiveram influência na formação do PT, o nacional-desenvolvimentismo teria sido uma típica floração autoritária da ordem patrimonial brasileira — parece significar, por ora, mais uma mudança provocada por motivos contingentes do que fundamentada em razões programáticas. Contudo, devem-se ter presentes os riscos de que tais práticas alcancem o enunciado de um discurso coerente.
7. A tradição da esquerda de pensar o todo pela perspectiva das partes é abandonada. É o todo, detentor das razões do bem comum, que, por meio de uma intelligentsia iluminada, constituída principalmente por economistas, deve cuidar da articulação dos diferentes interesses das partes, processando-os no interior do Estado. Daí tem derivado a percepção da sociedade como uma comunidade fraterna; o Estado pluriclassista não se apresenta como intérprete de qualquer classe em particular, mas como um intérprete de todos, ponderando-os segundo os cálculos racionais que responderiam aos objetivos do desenvolvimento.
8. Têm-se, mais uma vez, uma modernização a partir do alto, que abriga no seu núcleo diretivo as principais representações das frações burguesas do país, e que procura justificar suas ações em nome de uma imaginada comunidade fraterna. Dessa modernização não deve provir o moderno, que suporia autonomia dos sujeitos na trama do social, e sim heteronomia.
9. Mais que mudanças tópicas ou de ênfase, é toda uma forma de Estado que ressurge, em particular no novo papel concedido às corporações e à representação funcional, evidente nas funções delegadas ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). O Estado se amplia com a incorporação de representantes das entidades classistas de empresários e de trabalhadores, e são guindadas à condução de ministérios estratégicos as lideranças das múltiplas frações da burguesia brasileira — a industrial, a comercial, a financeira, a agrária, inclusive estes culaques à brasileira, que começaram a sua história na pequena e média propriedade — lado a lado com as centrais sindicais e com os representantes do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST).
10. A política é capturada pelo Estado; de outra parte, o presidencialismo de coalizão em vigência converte os partidos políticos em partidos de Estado e sem representação significativa na sociedade civil. Tal configuração veio a ser reforçada pela crise de 2008, levando a uma revalorização acrítica do Estado Novo e até mesmo de governos do regime militar.
11. Exemplo, entre tantos, da avocação do repertório da tradição republicana: a contribuição sindical. Com a incorporação das centrais sindicais à estrutura jurídica, elas foram credenciadas a terem direito sobre a contribuição arrecadada de toda a massa da população trabalhadora, independente de filiação sindical; dotadas de recursos próprios, as burocracias das centrais sindicais tendem a gozar de autonomia frente a seus filiados; tendência à verticalização e ao domínio das bases pela cúpulas.
12. Por toda parte: centralização, verticalização. Pré-sal, Petrobras, o sistema financeiro estatal brasileiro, a Vale, grandes empreiteiras da construção civil, complexo industrial-militar, cooptação da intelligentsia, dos sindicatos e movimentos sociais. Não é um bom presságio para a democracia brasileira se apresentar sob a retórica de significar uma comunidade fraterna quando se encontra envolvida em uma política de vocação grã-burguesa. Como também não é o fato da sociedade, em sua diversidade, se deixar subsumir ao Estado, conferindo à liderança de um chefe de governo carismático a tarefa de cimentar a unidade dos seus contrários. Estamos conscientes dos riscos aí envolvidos? A pergunta deve incluir como destinatários os principais atores políticos que estão a dirigir esse processo.
13. É falso e anacrônico conceber a próxima sucessão eleitoral como a reedição dos embates entre a UDN e o PTB. Estado forte, sim, mas sob controle da sociedade, e não sobreposto assimetricamente a ela.
(Rio, 30 de outubro de 2009)
———-
Luiz Werneck Vianna é professor do Iuperj e autor, entre outros, de Esquerda brasileira e tradição republicana (Revan).
Vejam esta promoção do AVAST, considerado um dos melhores antivirus para computadores domésticos:
“Entre agora e Dezembro o avast terá o seu 100,000,000º utilizador. O sortudo utilizador ganhará uma viagem com despesas pagas a Praga, República Checa, a cidade natal do avast!
http://www.avast.com/por/100m-existing-users.html?utm_source=program&utm_medium=popup&utm_campaign=100mio
Nassif,
essa é quentinha e tá saindo agora.
Dilma ultrapassa Serra no Piauí.
http://www.portalaz.com.br/noticia/politica_local/148651_data_az_dilma_ultrapassa_serra_no_piaui.html
Vi ontem no TV Câmara entrevista com o deputado acreano Flaviano Melo, falando sobre o plebiscito que ocorrerá na próxima eleição sobre o fuso horário no Acre. Flaviano Melo é um lutador pelas causas da população acreana.
Morei em Rio Branco durante 4 anos e sei que a questão do fuso horário é crucial para o acreano. Acontece que o Tião Vianna, segundo dizem os jornais, conseguiu aprovar lei mudando o fuso para uma diferença de 1 hora em relação aos horários dos outros estados, sem consultar a população, fazendo com isto que crianças saiam no escuro para a escola. Com o plebiscito a população poderá optar entre esta diferença de 1 hora implementada pelo Tião, ou pela diferença de 2 horas, que era tradicional no Acre.
Encontrei mais informações sobre este referendo em
http://www.agenciaamazonia.com.br/Noticias/camara-aprova-referendo-do-fuso-horario-no-acre.html
Está aumentando sensivelmente a quantidade de e-mails fazendo gozações contra o PT. Algumas são realmente hilárias e têm a vantagem de oferecer a possibilidade de rir mesmo para os que amam o PT: basta tirar a sigla “PT” da piada e colocar no lugar o partido escolhido para ser objeto de ódio.
Esta eu recebi agora:
“Quando Deus fez o mundo, para que os homens prosperassem decidiu dar-lhes apenas duas virtudes.
Assim:
- Aos Suíços os fez estudiosos e respeitadores da lei.
- Aos Ingleses, organizados e pontuais..
- Aos argentinos, chatos e arrogantes.
- Aos Japoneses, trabalhadores e disciplinados.
- Aos Italianos, alegres e românticos.
- Aos Franceses, cultos e finos.
- Aos Brasileiros, inteligentes, honestos e petistas.
O anjo anotou, mas logo em seguida, cheio de humildade e de medo, indagou:
- Senhor, a todos os povos do mundo foram dadas duas virtudes, porém, aos brasileiros foram dadas três! Isto não os fará soberbos em relação aos demais povos da terra?
- Muito bem observado, bom anjo! exclamou o Senhor.
- Isto é verdade!
- Façamos então uma correção! De agora em diante, os brasileiros, povo do meu coração, manterão estas três virtudes, mas nenhum deles poderá utilizar mais de duas simultaneamente, como os demais povos!
- Assim, o que for petista e honesto, não pode ser inteligente.
- O que for petista e inteligente , não pode ser honesto.
- E o que for inteligente e honesto, não pode ser petista.!!!!!!
Palavras do Senhor !!!….”
“POVOS RESSURGIDOS”, NOVA FORMA DE FABRICAR ÍNDIOS
17/nov/09 (Alerta em Rede) – Surgiu na praça uma nova categoria de indígenas contendo todos os ingredientes para causar grandes dores de cabeça às autoridades e produtores: são os “povos ressurgidos”.
O alerta foi dado pelo pesquisador Inácio Régis a partir das investigações que fez sobre a Gleba Nova Olinda, no Pará, onde algumas comunidades que lá habitam aguardam o veredicto da FUNAI se a área trata-se ou não de terra indígena. Segundo o administrador regional do órgão em Itaituba, Jaime Santos, a Funai fez um estudo na região e está considerando os indígenas de Santarém como “povos ressurgidos” e admitiu que a gleba Nova Olinda, atualmente, é o maior problema administrado pelo órgão. [1]
Três das 14 comunidades da gleba Nova Olinda – Novo Lugar, Cachoeira do Maró e São José III – formada por ribeirinhos da região do rio Arapiuns, afirmam que são descendentes dos índios Borari e têm como bandeira a regularização de toda a gleba como terra indígena. A liderar o movimento encontra-se Odair José Sousa Alves, mais conhecido como cacique Odair Borari.
Régis colheu os relatos por escrito dos mais antigos moradores da região, como os irmãos Saturnina e Graciano Martinho, bisnetos dos primeiros habitantes da Gleba Nova Olinda, que afirmam que a colonização no local ocorreu por pessoas de origens diversas: paraenses, cearenses, maranhenses, rio-grandenses e até paraguaios e colombianos.
Mais contundente foi o depoimento de Basílio Matos dos Santos, tio que desempenhou a função de pai de Odair Borari, ao afirmar que o “cacique” não passa de um farsante. ‘Eu sou tio do Odair, eu ajudei a criar esse menino desde que o pai dele morreu. O bisavô dele era rio-grandense, meu pai, avô de Odair, morava em Belém, nós nunca tivemos índio na família. Aqui no Maró, a gente se conhece uns aos outros e nunca teve índio nessa gleba, como concordar com uma mentira dessas?’, afirmou Basílio, agregando que Odair, na verdade, é filho de Albino e dona Edite, moradores da comunidade Novo Lugar.
Interessante é que Basílio reclamou dos ditos índios por estarem impedindo a chegada do desenvolvimento às outras comunidades: “Por onde vamos tirar nossa produção se no verão tem uma cachoeira que não passa barco? Por onde vai chegar a energia Luz Para Todos? Pelo ar? O Odair eu ajudei a criar e, agora, esse moleque vem dizer que é cacique de índios que nunca existiu em nossa região e, muito menos em nossa família”, reclamou.
Régis montou a árvore genealógica de Odair Borari e descobriu que ele não tem nenhum parente indígena em seu passado. ‘Conforme fartos relatos de antigos habitantes da Gleba, concedidos por escrito a mim, nem Odair, nem os membros que compõe as comunidades que, por indução, se autodeclararam índios, detém descendência étnica dos primitivos habitantes que habitaram a região’, ressaltou.
Segundo Régis, o “cacique” Odair Borari assumiu a nova identidade depois que antropólogos da Funai, o frei Florêncio Vaz, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém (STTR) e integrantes do Greenpeace apareceram na região. Para o pesquisador, quem está por trás da farsa é o Greenpeace, com o objetivo de engessar a área do entorno da BR-163.
http://www.alerta.inf.br/Geral/1598.html
Inácio Régis
MUDANÇAS CLIMÁTICAS: UM ESTUDO SOBRE COMPETÊNCIA
Através da Lei no 6.938 de 31 de Agosto de 1981, estabeleceu-se a Política Nacional de Meio Ambiente e, desde então, todos os instrumentos legais sancionados e, correlacionados com o Meio Ambiente, jamais definiu-se que a competência sobre Meteorologia e Climatologia fossem atribuições do atual Ministério de Meio Ambiente ou de qualquer outro órgão integrante da estrutura do Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA. Em realidade, a competência para tratar sobre Meteorologia e Climatologia sempre foi do Ministério da Agricultura, conforme Lei no 8.028 de 12 de Abril de 1990 art.19,VI, atribuição esta, jamais revogada.
O CONAMA, órgão consultivo e deliberativo do SISNAMA, representa um grande avanço, por ser um instrumento de organização da sociedade e, apresentar singularidade única de ser um fórum permanente. Verifica-se, contudo, uma extrapolação de suas atribuições regulamentadas pelo Decreto no 99.274 de 06 de Junho de 1990, ao criar o Grupo de Trabalho (GT) Mudanças Climáticas e, ter passado a emitir Resoluções e orientações de Medidas de Adaptações às Mudanças Climáticas quando, tal atribuição, é de estrita competência do Ministério da Agricultura. Tal extrapolação, fica evidenciada no Relatório Final do Grupo de Trabalho “Impactos das Mudanças Climáticas no Brasil e o papel do CONAMA na Adoção de Medidas de Adaptação”, aprovado na 12ª Câmara Técnica de Economia e Meio Ambiente de 10 de Abril de 2008.
Embora o CONAMA preste um serviço imprescindível e, de extrema relevância, verifica-se que, na formação dos membros que compõe o GT Mudanças Climáticas, predomina a base científica da Gestão Ambiental representada por; Entidades Ambientalistas, Representantes de Confederações Produtivas e representantes governamentais que, em face dos conhecimentos que agrega, torna-se inadequada para discorrer sobre Mudanças Climáticas. A Gestão Ambiental compete, tão somente, a adequação de processos produtivos à princípios sustentáveis e, regular as relações homem natureza sob padrões compatíveis com um meio ambiente ecologicamente equilibrado e, essencial à sadia qualidade de vida. Contudo, ao emprestar esta base sistêmica para discorrer sobre Mudanças Climáticas, opina, recomenda e induz políticas públicas sobre uma área que não lhe é própria.
A ciência climática é uma ciência emergente e, talvez, a mais complexa e jamais encetada pelo homem. As questões Climáticas embora não dissociada dos objetivos da Gestão Ambiental, transcende a esta no que concerne a cientificidade. Compete a esta, responder a questões fundamentais como: Qual o clima que teremos? Somos capazes de alterá-lo? Ações antrópicas são de fato responsáveis pelo aquecimento ocorrido nos últimos 200 anos? Os GEE provocam de fato aquecimento em escala planetária? Há real possibilidade de haver elevação no nível dos oceanos? As águas marinhas estão aquecendo? O aumento da absorção de CO2 pelos Oceanos está tornando-osmais ácidos? Qual a real situação das calotas polares e dos Alpes Andinos? Está havendo intensificação de fenômenos climáticos? Se está, as causas são naturais ou antrópicas? Não se trata, portanto, de melhorar a qualidade do meio ambiente de forma pontual, mas, entender e poder interferir nas forças da natureza em escala planetária e, isso, requer todo o conhecimento científico até hoje adquirido, envolvendo disciplinas não contempladas pela base científica da Gestão Ambiental, tornando-a, dessa forma, incapaz de discorrer sobre Mudanças Climáticas. Ver abaixo, as principais diferenciações da base científica.
Julgo eu que, a ausência de base científica adequada, seja a razão pela qual tem levado os atuais membros do GT Mudanças Climáticas a respaldar, recomendar orientações e, propor políticas públicas de adaptações à Mudanças Climáticas baseada, única e exclusivamente, em orientações formuladas pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas IPCC que, através de seu relatório AR41 prevê:
Elevação das temperaturas globais em virtude do aumento antropogênico dos gases de efeito estufa, com destaque para elevação do nível de CO2;
Projeções de aquecimento, acidificação e aumento do nível do mar;
Desgelo das Calotas Polares e dos Alpes Andinos;
Intensificação de Fenômenos Climáticos e
Outras projeções pautadas em cenários extremos.
Além do fato da base científica das Mudanças Climáticas não estar devidamente representada no GT, Preocupa-me a ausência de resposta desta mesma base aos cenários previstos pelo IPCC, bem como o fato desta base científica, salvo melhor juízo, atuar de forma dispersa (Conama, MCT, CPTEC”INPE, CIMGC, Comunidade Acadêmica, etc). Passa-me a impressão que esses organismos partem do pressuposto que, tendo aderido livremente à Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, o Brasil reconhece o problema e, compromete-se a colaborar para sua mitigação agindo conforme acordado. Em assim sendo, tal procedimento, reflete um posicionamento político ideológico em detrimento da pesquisa científica, absolutamente indispensável à geração de conhecimento específico sobre nossas especificidades e próprias adequações.
Ressalte-se que, o Relatório AR4 do IPCC é objeto de ampla e intensa contestação da comunidade científica internacional. Como referência, 31.478 cientistas assinaram o Global Warming Petition Project, organizado pelo Oregon Institute for Science and Medicine2, onde expressam suas discordâncias sobre as conclusões do AR4. Destes, mais de 10 mil são doutores e pós-doutores.
Aos que imaginam que, embora significativo do ponto de vista quantitativo, esta teria sido a única ação discordante das teses divulgadas pelo AR4, elaborei o quadro abaixo, onde ressalto algumas das mais recentes e importantes fontes discordantes das teses do Aquecimento Global
Em 03 de Março de 2009, o Geophysical Research Letters Publicou um estudo
Demonstrando que, a contribuição antrópica para o aquecimento global foi
superestimada e, a Contribuição Solar subestimada;
Ainda em Março”2009, foi entregue ao Senado do Estados Unidos um relatório de 255 páginas subscrita por 700 cientistas internacionais. O relatório contesta a
Responsabilidade antrópica pelo aquecimento e, afirma que, desde 2001, as
Temperaturas pararam de subir apesar do aumento de CO2;
Em Abril”2009, a Academia Nacional de Ciências da Polônia, publicou um
documento expressando seu ceticismo sobre as atividades humanas estarem
provocando Aquecimento Global;
Em 1º de Maio de 2009, o Conselho da American Physical Society (APS) decidiu
rever sua declaração atual sobre o clima, A decisão foi motivada depois que um
grupo de 80 eminentes físicos peticionaram a APS para rever sua posição sobre o
Aquecimento Global. Na petição, os cientistas informam terem revisado 200 estudos e, Após medirem e reconstituírem registros, estes indicaram que, as mudanças de temperatura do século 20 ao 21 não são excepcionais nem persistente e, registros históricos e geológicos mostram muitos períodos mais quentes que os atuais. A petição foi liderada pelo Dr. Will Happer da Universidade de Princeton.
Em 04 de Agosto de 2009, 130 cientistas Alemães fizeram uma carta aberta expressando ao Chancelar Alemão suas discordâncias quanto a tese do Aquecimento Global;
Em 18 de Agosto”2009, um dos maiores cientistas climáticos da atualidade, o
Prof. Dr. Richard Lindzen (Ph.D. Universidade de Harvard) com uma extensa
Contribuição científica declarou: O CO2 é irrelevante no debate sobre o clima;
O Geólogo Brasileiro, Dr. Ian Plimer autor do livro O Céu e a Terra declarou em 08 de Agosto de 2009: “Em todas as escalas de tempo não há correlação entre temperatura e CO2. Se não há correspondência, então não pode haver qualquer nexo de casualidade”.
Antropogênico.3
Também há que se levar em consideração, o fato de 80% dos cientistas que estão a integrar o IPCC, não lidarem com Mudanças Climáticas como parte de seus estudos acadêmicos, conforme revelou o Cientista Dr. William Schlesinger3. Surpreendentemente, não encontra-se em quaisquer documentos do CONAMA, uma mínima referência as contestações dessa fantástica base científica. Ao contrário, substancia suas recomendações e, induz políticas públicas de adequação climática baseada, exclusivamente, nos dados altamente contestados do AR4. Por mais bem intencionados que sejam os propósitos dos que hoje compõe o GT Mudanças Climáticas, isto é qualquer outra coisa, menos boa prática científica, absolutamente indispensável para os que detém responsabilidade de fomentar e induzir políticas públicas. Outro fato intrigante, é a pouca importância que o Brasil vem dando as questões climáticas pois, desconhece-se iniciativa de discussão por parte do Ministério da Agricultura que detém a competência legal do tema e, a última reunião do GT Mudanças Climáticas realizada pelo Conama deuse em Abril de 2008. Paradoxalmente, o Brasil tem levado à reuniões preparatórias para a Conferência do Clima a ser realizada em Dezembro”2009 em Copenhague, proposta de redução de suas emissões na ordem de 40% até 2020 em relação a suas emissões de 1990, podendo chegar a 45% até 2022. Proposta que, a ser cumprida, limitará drasticamente a capacidade de desenvolvimento do Brasil quando, países que tem a responsabilidade histórica com a emissão de poluentes como os Estados Unidos, apresenta proposta de 0 a 4% e, a Rússia, não tem apresentado nenhuma proposta de redução. A Austrália, apesar de utilizar Combustível de Carvão em 90% de suas necessidades de geração de energia, apresenta uma proposta de redução de emissões na ordem de 25% com condicionantes. Ainda assim, o Dr. Viv Forbes, Presidente do Conselho de Carbono da Austrália ao depor no inquérito Parlamentar da Nova Zelândia, realizado em 07 de maio de 20094, classificou como irresponsável, as promessas de alcançar o gigantesco corte nas emissões de dióxido de carbono, classificando como: “uma proposta estúpida para uma preocupação idiota” (imaginem a proposta Brasileira de 40 a 45%, tendo a matriz energética mais limpa do mundo).
Baseado em confrontação bibliográfica, permito-me concluir que, os conhecimentos e modelagem climática hoje existentes, são incapazes de realizar previsões por longa escala de tempo e, portanto, previsões para 50 e até 100 anos, são, até o momento, meros exercícios de futurologia. A título de exemplificar a extrema dificuldade de prever questões climáticas e, a partir destas, propor a estados e municípios medidas de adequação, o CONAMA em seu último relatório final supra mencionado, substancia suas recomendações, citando o livro publicado em 2008 pelo Ministério do Meio Ambiente (com base nos relatórios do IPCC), coordenado por José Marengo “Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade: Caracterização do Clima Atual e Definição das Alterações Climáticas para o Território Brasileiro ao Longo do Século XXI”, o qual faz a seguinte previsão:
“No bioma Amazônia, a temperatura média deverá elevar-se entre 3 e 8oC e, o volume de chuvas deverá reduzir-se em 5 a 20% até o final deste século”.
Por fim, caberá a Comissão Mista Especial Mudanças Climáticas do Congresso Nacional, composta por doze Deputados Federais e doze Senadores da epública, a responsabilidade de;
acompanhar, monitorar e fiscalizar as ações referentes às questões climáticas, garantindo que, todas as correntes científicas sejam analisadas, para que, prevaleça-se a verdadeira ciência, em detrimento de práticas ideológicas e outros interesses que nada tem a ver com ciência.
http://www.nortaonoticias.com.br/artigos/86/MUDANÇAS+CLIMÁTICAS:+UM+ESTUDO+SOBRE+COMPETÊNCIA
Nassif,
Já passou da hora do governo fomentar a produção de alcool a partir de amiláceos , em particular, a mandioca que requer terras menos nobres, não tem sazionalidade, pode ser usadas nas usinas de alcools de cana na entre-safra irá oxigenar outras regiões do país e o governo ( MDIC ) detem a tecnologia desde 1978, em projeto conjunto com a Petrobrás de uma usina de demonstração, em Curvelo, MG.
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O diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, disse nesta segunda-feira (9) que o governo definirá em uma ou duas semanas se vai reduzir o porcentual de álcool misturado na gasolina, hoje de 25%, para outro porcentual que será, no mínimo, de 20%.
Ainda segundo Lima, a agência iniciará em breve uma campanha nos sete Estados nos quais o álcool está com preço acima da gasolina, para que os consumidores prefiram a gasolina enquanto o consumo de álcool prosseguir com custo mais elevado.
Segundo ele, estudos já realizados anteriormente no país mostram que a formação de estoques reguladores de álcool, por exemplo, teria um custo muito elevado. Lima disse que os produtores de álcool apontam o prejuízo sofrido com o excesso de chuvas para justificar a elevação de preços e afirmam que “em pouco tempo” o preço do produto deve recuar.