As sequências clássicas de filmes
Por Rogério Barreto Brasiliense
Luis Nassif, que tal futuramente você abordar as sequências de filmes preferidas dos leitores como bem narrou o Otávio. A minha preferida é uma de Apocalipse Now em que uma unidade de helicóperos voam para sua missão ao som da ópera “As Valquírias”, grande cena. Fica a sugestão.
Por Gilberto Marotta
Nassif e comentaristas: eu vinha fazendo isso no meu perfil aqui no Portal, quem quiser dá uma passadinha lá…
Chamei a brincadeira de “Minha sequência inesquecível” e vou postando as sequências que mais me emocionam. Convido todos a fazerem a mesma coisa. Aliás, Nassif, será que não dá para criar uma seção no Portal só com esses vídeos, pra todo mundo colaborar, como uma obra conjunta? vai ser uma delícia para os cinemaníacos confessos, como eu. rsrsrs
Autor: luisnassif - Categoria(s): Cinema Tags:

Vou sempre de “Império do Sol”
Cena do garoto cantando ” Bambino mio” e interrompido com os “Cadillacs do Céu” voando e quando o piloto olha para o garoto então…
Uma pena, acabo de ler o seguinte no youtube:
Este vídeo não está mais disponível devido à reivindicação de direitos autorais WMG.
Acho que está começando a vir a conta do almoço.
Não porisso, meu caro:
http://www.youtube.com/watch?v=1ouJ_WyS9v8
Também a cena da confusão em Shangai, quando o menino se perde da família.
E logo depois da chegada dos aviões ao campo, o êxtase do rapazola vendo os para quedas com comida.
1) Henrique V (1989) – Discurso de Henrique V (Kenneth Branag). Batalha de Azincourt, véspera do dia de São Crispim (25.10.1415), quando 12.000 ingleses derrotaram 60.000 franceses. We feel, we happy feel…
http://video.google.com/videoplay?docid=-343432161932665903#
We few, we happy few…
‘As valquirias’, não é aquele livro de Paulo Coelho, né?
Um outro que poderia pensar é sobre o filme de Tom Cruise. Um horror de sureealismo.
Manda o anão cientologista pro programa da Oprah subir no banquinho e dizer que está apaixonado.
Ao mesmo tempo que Nicole Kidman suplica sexo.
Sei não…..( cala-te boca)
Você se refere a “De olhos bem fechados”, com Cruise e Kidman?
Filmaço! Vi a cara da elite brasileira na cena em que o cara diz para o Cruise para não ligar muito para o que estava acontecendo com certas pessoas, porque “they are ordinary people”. Para mim este “comuns” (ordinary) soou mesmo como “ordinárias”.
Puro anarquismo. O tom cruiser é um grande ator que acabou embotando sua biografia enredando filmes do tipo spilberg com temáticas ou adaptações que vão do nada a lugar nenhum ou tão surradas que chegavam às raias do desiteressante.
Kubrick o fez melhor.
Minhas sequências preferidas são: a cena em que Robert De Niro ( Noodles), um gângster novo rico fecha um restaurante para Elizabeth McGovern ( Deborah), a quem amava desde criança e os dois dançam, ao som de “Amapola”.
E a outra é do filme que mais me emociona em minha vida: Totó, no final do filme, assistindo à última sessão de seu ” Cinema Paradiso”, que eram as sequências de beijos guardadas para ele pelo eterno Alfredo.
Em comum, ambos os filmes tem a trilha sonora assinada pelo inigualável Ennio Morricone.
Nassif e amigos:
Escolher a melhor sequência de filmes é complicadíssimo pois, em qualquer manifestação da arte, escolher o melhor torna-se difícil pois definir critérios que faça com que uma obra seja considerada melhor do que a outra é correr risco de injustiças, principalmente diante da vastíssimas obras, algumas verdadeiras pérolas do cinema.
Mas vá lá. Entre tantas coisas fantásticas criadas pela sétima arte, a que mais me toca é a reação do Chaplin, em Luzes da Cidade, quando descobre a recuperação da visão por parte da florista, sua “protegida”. Impagável a sequência carregada de um lirismo que impressiona a qualquer um. De uma beleza impar.
A minha sequência preferida é do filme 1492, A Conquista do Paraíso, quando as 3 naus partem no pôr=do-sol com a música de fundo…!!!
A minha prefererida é uma de SOU CUBA do KALATOZOV em que a camera do alto registra o funeral do estudante.
Há muitas sequências que elenco entre minhas preferidas:
1. A cena em que o computador consciente Hal é desligado em “2001, uma Odisséia no Espaço”.
2. A cena dos anos se passando na mesa do café em “Cidadão Kane”.
3. O movimento da mais famoso da “Bachiana nº5″, de Villa-Lobos, enquanto o cangaceiro e a mulher do protagonista se bejam em “Deus e o Diabo na Terra do Sol”.
4. A humilhação final do professor e sua morte na escrivaninha do colégio em “Anjo Azul”.
5. A primeira conversa entre o ex-anjo e a mulher que ele amava em “Asas do Desejo”.
6. O tênis imaginário no final de “Blow Up”.
7. O admirador revendo imagens da ídola morta projetadas numa tela ao som de “Clair de Lune” em “E La Nave Va”.
8. O estupro ao som de “Cantando na Chuva” em “Laranja Mecânica”.
9. O protagonista completamente encantado ao ver a irmã dançar em “Lavoura Arcaica”.
10. “Eu sou Brian” “Não, eu sou Brian” “Eu sou Brian e minha mulher também”, cena engraçadíssima no fim do filme “A vida de Brian”.
São as que me vêm à cabeça no momento. =)
Diego
Quando eu disse que incluiria mais 30, lembrei-me de Cidadão Kane, Asas do Desejo, E la Nave Va (a cena do concerto em copos de cristal) e Laranja Mecânica. Do Monty Python são muitas as cenas, hahaha. Tem também algumas do Incrível Exército de Brancaleone (a do batizado do judeu é hilária). Branca! Branca! Branca!
E o burocrata romano pra fila de condenados? “Crucifiction? Good. First room on the left, one cross to each”
Da vida de Brian, essa é uma das minhas preferidas!!
Acho A Vida de Brian um dos mais geniais filmes do Monty Python, e um dos mais esquecidos. Também adoro o Cálice Sagrado e a cena do cavaleiro negro que luta até perder os dois braços e as duas pernas…
Helô, Brancaleone é genial!! Branca, branca, branca!!!
Citar uma só? It’s impossible
Chaplin, em Luzes da Cidade
http://www.youtube.com/watch?v=kpeiPbjDlDs
Encouraçado Potemkin – As escadarias de Odessa
http://www.youtube.com/watch?v=euG1y0KtP_Q
Butch Cassidy (Raindrops Keep Falling on my Head)
http://www.youtube.com/watch?v=P_5l6rIUu4A
Morte em Veneza (essa é a mais triste de todas, mas é linda!)
http://www.youtube.com/watch?v=FTP7XFVGnxQ
Blade Runner (tears in rain)
http://www.youtube.com/watch?v=ZTzA_xesrL8
La Dolce Vita (Fontana di Trevi)
http://www.youtube.com/watch?v=_99e25pmd5c
2001, Uma Odisséia no Espaço (quem é novinho, não imagina o que isso significou nos anos 60)
http://www.youtube.com/watch?v=CDAWszeZtNg
… se deixar ponho mais umas 30, hehe.
Pego emprestadas as sequencias citadas de Blade Runner e de 2001, acrescento aquela do filme “O Cangaceiro” em que o Capitão Galdino manda arrastar o cabra amarrado a um cavalo até que ele morre e, então, os próprios matadores rezam ao lado do cadáver.
E mais: o berro sufocado e desesperado de Michael Corleone (Al Pacino) no Poderoso Chefão 3 quando a filha dele é baleada.
A trepada de Jane Fonda e Jon Voight, ele aleijado, em Amargo Regresso, sensualidade na veia.
A despedida de pai e filho em Invasões Bárbaras.
Também vou de Chaplin.
Modern Times:
O final, um símbolo do cinema no seu apogeu.
http://www.youtube.com/watch?v=ed5aUxMaklw
A crítica da desumanização do trabalho.
http://www.youtube.com/watch?v=IjarLbD9r30
The Great Dictator, um discurso com muita atualidade.
http://www.youtube.com/watch?v=IGfLAtiUi1A
Desses também gosto:
Dr. Strangelove, a ironia com um canto de esperança irreal.
http://www.youtube.com/watch?v=wxrWz9XVvls
Burn, a luta continua.
http://www.youtube.com/watch?v=v-Rv7GhFKV8
Some like It hot, ninguém é perfeito.
http://www.youtube.com/watch?v=eLW5jzHsW7c
Já que nossos gostos são bem parecidos:
- A cena final de Oito e Meio com todos personagens da vida do personagem principal aparecendo e dançando em círculo no picadeiro. No final, o menino fica sozinho. A música não bate no mesmo ritmo com que os personagens marcham ou dançam, pois a música (Enio Morricone?) ainda não estava pronta quando a cena foi filmada.
- As cenas iniciais e finais do Sétimo Selo de Ingmar Bergman.
- A cena inicial de La Dolce Vita do Fellini com uma estátua de Cristo sendo transportada de helicóptero sobre a cidade de Roma.
Jabberwocky, de Terry Gillian, com Michael Palin. O (ótimo) filme secreto do Monty Python.
Na sala do rei Bruno, o Questionável, o heroi Dennis Cooper e o taverneiro com quem ele arranjara encrenca protestam sua inocência perante o monarca. Um pedaço de reboco se desprende do teto e, em meio à poeira, Dennis escapa. O taverneiro, que tinha sangue escorrendo da boca, ouve atônito a sentença: “Náo havia dois deles no início? Não tenho opção senão condenar este homem”, “Pelo quê, milorde?”, “Canibalismo”.
Cenas clássicas de quaisquer fikmes?
Só no filme o pianista temos 3:
Tocar piano sem piano
A tomada lenta da cidade devastada,quando o pianista salta o muro.
O encontro do pianista com o major nazista:”Toca alguma coisa”.
No silêncio dos inocentes temos os FBI batendo e invadindo a porta de uma casa,aonde o criminoso está em ( outra.( quase a mesma cena)
E há milhares destas.
Foram os 2 que ( não por acas)(ganharam o Oscar.
Há tbm o tango e o discurso de AL Pacino ( pra mim o maior ator de todos os tempos)
Há o filme psicose( a morte no chuveiro foi FENOMENAL)
iH… SÃO TANTAS AS CENAS..,.
Anarquista
A cena do tango de Al Pacino é antológica!
Bem lembrado também o filme O Pianista.
Mas, e Al Pacino no quarto do hotel, quando o rapaz salva a vida dele?
Antológica.
Anarquista,
Eu me recordo, cenas que tem tudo a ver conosco. Assisti trocentas vezes e veria outras trocentas e uma vezes mais:
http://www.youtube.com/watch?v=LeDZwWQUnL8
http://www.youtube.com/watch?v=cAr7c0Uj2dE
http://www.youtube.com/watch?v=Au02p8huOuU
http://www.youtube.com/watch?v=aCBlEE-kx7c
http://www.youtube.com/watch?v=rAKe_dzUj38
Arrume outras cenas iguais dentro do nosso espirito gosador.
Ok. Clássicos, certo.
2001 e o que muitos apontam como o maior salto cronológico do cinema:
O duelo triplo de “O bom, o mau e o feio”
Citizen Kane e Rosebud
Um sonho de liberdade e a sequencia das cervejas no telhado. Esse filme é, atualmente, o mais bem votado nos Top250 do IMDB, deixando O Poderoso Chefão em 2º.
Tubarão e a descrição do que aconteceu com o USS Indianapolis, a parte mais assustadora do filme só tem tubarões descritos nas palavras do veterano de guerra:
Nossa, posso ficar aqui pra sempre.
Mas sugiro mais uma pauta! Cenas de discursos!
A abertura do 2001 Space Odissey é sensacional, não diria inesquecível, porque esqueci de ter visto a anta ou tapir.
Kubrik fez outro filme que impressiona pela crueza das cenas, Nascido para Matar (Full Metal Jack).
O Murilo citou o Kubrick lá em cima e ai me lembrei de Laranja Mecanica!
O filme é antigo e assisti há uns 5 anos atrás na aula de psicologia na faculdade! Aquele filme me impressionou como nenhum outro. Sai da aula fã do Kubrick, pesquisei sobre ele e filme na internet e tudo mais …
Engraçado como uma coisa simples (assistir a um filme) pode abrir os nossos olhos. Imagino na época a revolução que o filme causou.
cada filmaço…..valeuuuuu
Faltou o Rosebud
Nossa…. esta ultima cena do Cidadão Kane é de arrepiar….
Outra genialidade de Orson Welles em “The Lady From Shanghai” (1947) é a cena dos espelhos:
http://www.youtube.com/watch?v=O13aRhEdA_8&feature=related
O Discurso do replicante Roy Batty antes de morrer, após salvar a vida de Deckard: (”I’ve seen things you people wouldn’t believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I watched C-beams glitter in the dark near the Tanhauser gate. All those moments will be lost in time like tears in rain. Time to die.”) em Blad Runner (1982)
Esta cena, realmente, é de lascar! É uma das que revejo e revejo, talvez querendo descobrir porque ela me impressiona tanto.
Feitos impressionantes durante a vida, que não impedem o sujeito de morrer.
A melhor cena de filme dos anos 80.
São tantas as sequências antológicas…
A minha preferida de todos os tempos é a do duelo de dançarinos no momento da quermesse em “Sete Noivas para Sete Irmãos”
Nassif,
Tenho a impressão de que não é a primeira vez que você lanca um post deste tipo. Tanto que da outra vez, descrevi a mesma cena que escolho novamente agora:
A abertura de Breakfast at Tiffany´s (Bonequinha de Luxo) com Aldrey Hepburn.
O yellow cab, de manhã bem cedo, vem se aproximando pela avenida absolutamente deserta da Nova York. Traz Aldrey Hepburn depois de uma noitada. O carro vai diminuindo à medida que se aproxima da loja da Tiffany.
A orquestra vai num crescendo com Moon River de Henry Mancini. Aldrey desce do taxi elegantíssima com um saco de papel na mão. Caminha até a vitrine da loja e retira o lanche do saco sem tirar as luvas. Come o doce e bebe o refrigerante sem derrubar nada enquanto olha as vitrines.
A orquestra aumenta o som da belíssima Moon River, Aldrey dá alguns passos, a manhã desponta radiosa em plena Nova York. E na avenida só ela, a charmosíssima Aldrey Kathleen Hepburn.
Inesquecível.
E para quem já esqueceu ou nunca viu, aqui a cena de abertura:
http://www.luisnassif.com/profiles/blogs/abertura-de-breakfast-at-1
Uma das atrizes com mais charme do cinema. Brilhou também em My Fair Lady ao lado do impecável Rex Harrison. Como a Shell ( e Unilever?) teve pai inglês e mãe holandesa. Pai banqueiro, mãe baronesa.
Se me permite a chatice é Audrey, nascida Ruston. Sofreu a ocupação alemã na Holanda.
Olá Murilo,
Obrigado pelas dicas sobre a Audrey. Eu percebi o erro no nome dela quando eu já tinha enviado o comentário, mas aí é tarde. O blog não permite que se corrija um comentário enviado. Mas valeu.
o CAMPEÃO mundial foi o Leosfera :
“Pelo quê, milorde?”, “Canibalismo( só pra quem assistiu)
Mas Helô não deixou barato:
com seu luzes da cidade e tantos outros.
Diego Calazans tbm não é fraco não;Grandes cenas citadas,
E o nosso querido amigo MARCO ANTONIO não se faz dce rogado com um filme de cenas fabulosas( a citada por ele é espetacular)
Enfim; Há filmes pra nossas lembranças.E não necessariamente as ”melhores”’. Porque cada dia é um dia em que nossas lembranças estão focadas em algo semelhante.
A cena melhor não é a de filme algum.São as nossas particularidades.E mesmos estas são mutantes a cada minuto( ou época paranoica da vida)
O meu enredo de filme preferido nunca foi escrito.
Tenho-o na minha cabeça.ME procurem seus avarentos empresários ou mais chique;produtores.
O casamento de Connie Corleone no Poderoso Chefão e a abertura de Django.
Não sou do ramo, mas esta cena de casamento foi das mais impecáveis que já vi no cinema.
No mesmo filme, a abertura com o papa defuntos Amerigo Bonasera, sempre me vem a mente quando confundem justiça com vingança, e também com o viés dos tribunais com os mais bem nascidos. Bonasera, que disse à esposa após ser decepcionado com a sentença do tribunal com pena leve para os agressores de sua filha, disse à esposa que para ter justiça tinha que ir ao Don Corleone.
O Capo mafioso disse a ele que ele não queria justiça e sim vingança, já que a filha estava viva.
Uma sequência? Impossível. Lembro algumas:
1) Casablanca: a Marselhesa cantada pela Resistência em resposta a chegada dos oficiais alemães;
2) Perfume de mulher: Al Pacino dançando tango no restaurante
Cena da explosão no “Zabriskie Point” (Michelangelo Antonioni – 1970) com a música do Pink Floyd’s.
http://www.youtube.com/watch?v=ResQFDDsDAI&feature=related
Melhor ainda quando assistida no contexto do filme, sintetizando todo o ambiente de rebeldia e agitação revolucionária na época da contracultura.
A minha é essa
http://www.youtube.com/watch?v=ift2ptZ6JXE
Humberto D – Vitorio de Sica
Uma das minhas favoritas é em CINEMA PARADISO, quando o Alfredo passa lentamente a mão no rosto do menino, em uma carícia, e ao final ele virou um rapaz… dez anos ma
Poderoso chefão, acho que o 2.
Michael Corleone manda matar um monte de gente – irmão inclusive.
A gente vai assistindo os assassinatos, junto com cenas dele – no mesmo momento em que as pessoas morriam – batizando o sobrinho, renegando o demônio..
Impressionante a direção, a cara do Pacino, a reza, a voz do padre …
Vixe…
Em particular a sequência da morte do Fredo (o irmão traidor) é impressionante. O assassino o convida pra “pescar” e quando ele (Fredo) vai pro barco, tem a horrível expressão de quem já entendeu tudo o que vai acontecer, e que é inexorável.
essa cena que o rogério cita é realmente inesquecível. e o robert duvall dizendo que adorava cheiro de napalm pela manhã eu acho genial!
Prezado Senhor Rogério Brasiliense,
Excelente idéia. Fiz uma coletânea de imagens de um filme que marcou época, abordo principalmente as que contêm as trilhas sonoras. Também registro o trailer, a sequência de abertura e um documentário sobre sua realização. Infelizmente alguns vídeos tiveram a incorporação desativada, mas deixei um atalho para assistí-los.
Aqui estão sequências deste filme que comemorou 40 Anos neste ano, Easy Rider.
http://blogln.ning.com/profiles/blogs/easy-rider-40-anos
Obrigado pela atenção e tenha uma boa viagem ao curtir este singelo e alucinógeno clássico.
Nassif:
1- Paul Newman na bicicleta com Katharine Ross, em Butch Cassidy, ao som de ‘Raindrops keep falling on my head”;
2- Chaplin e a florista,na sequência com o carro em Luzes da Cidade- foram mais de 200 takes prá atingir a perfeição;
3- Marlon Brando sentado, com o gato no colo, em O Poderoso Chefão.
Marlon Brando sempre será lindo em o poderoso Chefão.
Marlon Brando é o melhor de todos!!
Nassif & Amigos, vou citar 3 sequências:
1. Cinema Paradiso: a sequência de beijos no final(foi post aqui no blog);
2. Os Intocáveis: o tiroteio na estação com o bebê dentro do carrinho rolando pelas escadas:
3. O Exorcista: o vômito da garota no rosto do padre(Max Von Sidow) e o giro de 180º que ela faz com a cabeça durante uma das sessões para expulsar o diabo do corpo;
Abs.
Vale lembrar que a cena do carrinho de bebê na escada foi inspirada em O Encouraçado Potemkin.
O final de Blade Runner.
Não tem para ninguém.
Merece, e muito, menção para o tango em Pefume de Mulher.
A fala e a morte do líder replicante de Blade Runner (o ator é Rutger Hauer). E várias outras cenas desse filme, antológicas.
Ah, e a inesquecível bicicleta levantando vôo e escapando do cerco policial no filme ET do Spielberg. Foi a primeira vez que vi uma platéia inteira bater palmas aos berros em um filme. Muito bom.
Bem lembrado! Até hoje, quando vejo a bicicleta subindo no ar, com a música do John Williams ao fundo, fica difícil segurar as lágrimas…
Caro Luís Nassif
A cena de filme mais marcante para mim foi a do filme The bridg too far, uma ponte longe demais, quando o General Horrocks apresenta a seus comandados a “operação market garden, num sala de cinema lotada.
O cuidadado com a recriação da cena e notável, e Edward Fox da um show de interpretação,além de ser muito parecido com o personagem.
Para mim o melhor filme de guerra já feito.
Eu adoro a sequência final do 8 1/2 de Fellini. A fala do crítico e a confissão de Guido seguida da música do Nino Rota me emocionam.
“ah como eu gostaria de explicar, mas não sei como”
http://www.youtube.com/watch?v=r1p0oTRF3ks
Sequencia da galinha no Cidade de Deus
http://www.youtube.com/watch?v=gCs-FtmAfbA&feature=related
A cena do Duelo com closes no “The Good, The Bad and the Ugly”, de Sergio Leone com musica do Ennio Moricone (tem no Youtube, mas não posto porque conta o final do filme).
Inspirou Ridley Scott nesta cena de duelo em “Cruzada”:
http://www.youtube.com/watch?v=dshjgSCEJFY
Outra cena antológica de Blade Runner:
http://www.youtube.com/watch?v=o0Fkzi_21VI&feature=related
“Outra cena antológica de Blade Runner”: concordo.
No versão original de Romeu e Julieta, quando a Julieta descobre que o Romeu está morto e toma a sua dose de veneno…..
Irritante….
UM ESTRANHO NO NINHO é uma enciclopédia de cenas memoráveis e inesquecíveis.
Caro jOTAPÊ:
Milos Forman não conseguiria fazer o antológico “Um Estranho no Ninho” na Hollywood de hoje, pois não teria público.
Afinal, a história de um sujeito que busca um sanatório prá se sentir livre não é pouca coisa; o maior acerto de Milos foi na escolha do genial Jack Nicholson, talvez o único que não precisasse se esforçar muito para representar aquela personagem kkk
Um abraço
Poxa! Fico perdido nessas … de todos os citados o único que assisti e re-assisti foi “Um sonho de Liberdade”. Realmente a sequência das cervejas no telhado é ótima.
E alguém falou que os mais novos não entendem a revolução de 2001 uma odisséia no Espaço, tem toda razão, o que há de tão bom nesse filme que todo mundo fala?
Eu estou mais para época do Matrix (vão me esculhambar posso até ver), e a revolução causada pelo efeito especial “bullettime”.
Talvez um clássico mais antigo para mim seja Forrest Gump, não consigo escolher uma cena, gosto do filme todo.
“mais novos não entendem a revolução de 2001 uma odisséia no Espaço, tem toda razão, o que há de tão bom nesse filme que todo mundo fala?”
O baseado antes de assistir. Eh coisa de epoca, ja nao “significa” mais nada fumar um baseado, e isso nao se traduz pra outra geracao –nao da minha epoca tampouco, ja que eu sou mais velho; eh so da epoca de quem tinha a idade certa, suponho. Tambem achei muito longo e boring, mas Arthur C. Clarke era um saco. Pessimo narrador, so tinha um ou outro livro legivel.
O desembarque das tropas americanas no dia “D”, sequência inicial do “Resgate do Soldado Ryan” é simplesmente de tirar o fôlego.
Quem assistiu Cruz de Ferro do Sam Peckimpah tem impressão de visto esse filme antes, e melhor.
Lembrei de outro antológico: John Wayne, com Natalie Wood nos braços, dizendo “Let’s go home, Debie”, ao final de “Rastros de Ódio”.
Um filme que me marcou foi o expresso da meia noite com Klaus Kinski, talves pela minha juventude na época e drogadição. Vamos falar de atores, como Robert de Niro e Al Pacino. Ah mas tem muitos bons.
Um estrannho no ninho com Jak nikolson, é cativante.
Ah tem um meio indio em um estranho no ninho que já faleceu, ou estou fazendo confusão.
Casa blanca. “toca outra” com Bogart, fumente inveterado como eu..
O decálago do polonês kristof kielovisk.
Cena de camera unica e sem cortes em “1900″ de Bertolucci de uns 4 minutos de duracao, que comeca com os meninos no balanco e termina no outro lado da mesa de jantar do segundo andar.
Infelizmente, pelo que eu sei ela nao existe mais. Quem nao viu nos anos 70, perdeu.
Ivan – Boa Noite,
E nao tem no DVD? O meu esta emprestado e nao posso checar….
Abracos.
Ivan, a cópia de 1900 em dvd pode, sim, ser adquirida. Vi na internet vários tipos de oferta.
Sobre o lançamento em dvd quem noticiou foi o estadão em
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,o-epico-1900-de-bernardo-bertolucci-sai-em-dvd,412061,0.htm
Sonja: mas que nome mais lindo! Tinha uma pessoa que trabalhava comigo ha muitos anos, com esse nome e eu gostava muito dela. So que todos a chamavam de “sonja” como “sondia” mesmo.
Suponho que a cena original nao esteja no dvd porque nao da pra assistir a uma cena de 4 minutos sem notar a falta de cortes. Vou ver se alugo entao, mas nos EUA eh provavel que nao exista a cena original.
Mesma coisa, Antonio –so nao tive um amigo que se pronunciava “antonjo”. Pode ter sido lancado no Brasil mas nao nos EUA. Se nao tiver sotaque ingles aqui nos EUA, esquece, eh tudo considerado invasao de mercado e tratado de acordo; dificil explicar pra quem nao vive aqui em menos de 15 modestos paragrafos…
Ah, filme brasileiro vale? Entao o suicidio de Jofre Soares em um filme dos anos 70, filmado aa luz de uma unica vela. Cena linda. Nao lembro o filme.
(Acabei de descobrir que Jofre morreu laaaaaaaa pra… 1996!
Que pena!)
Boa Noite, nassif,
A minha cena preferida é o final de Blade Runner, Mas gosto muito de Era uma vez na America, qdo o menino se decide entre comer o doce ou ir descobrir o sexo com a vizinha….É de uma delicadeza imemorial….
http://www.youtube.com/watch?v=ebStLI36t4w
Fugindo dos clássicos:
The Big Chill – O Reencontro
http://www.youtube.com/watch?v=m1J2FLYWKvU&feature=fvsr
No mesmo apocalipse now tem aquela cena do martin sheen degolando o boi, ao som de uma música que parece stravinski. genial
Para mim são essas cenas de Forest Gump
Me lembro da cena final de um documentário sobre sobreviventes da bomba de hiroshima, quando apresentaram o comandante do Enola Gay para um conjunto de 4 sobreviventes, todos velhos.
adorei esse filme
“I can no longer sit back and allow Communist infiltration, Communist indoctrination, Communist subversion and the international Communist conspiracy to sap and impurify all of our precious bodily fluids.”
Dr. Strangelove – Precious Bodily Fluids
http://www.youtube.com/watch?v=N1KvgtEnABY
Esse tb meu preferido
Este é excelente e bem perturbador…
“Terra em transe, de glauber rocha – Recorte: a voz do povo”
http://www.youtube.com/watch?v=TNCoMAUHoQA
- O povo sou eu, que tenho sete filhos… e não tenho onde morar.
- extremista!
- extremista!
Nassif e comentaristas: eu vinha fazendo isso no meu perfil aqui no Portal, quem quiser dá uma passadinha lá… http://blogln.ning.com/video/video/listForContributor?screenName=3ilap9vt3dsld
Chamei a brincadeira de “Minha sequência inesquecível” e vou postando as sequências que mais me emocionam. Convido todos a fazerem a mesma coisa. Aliás, Nassif, será que não dá para criar uma seção no Portal só com esses vídeos, pra todo mundo colaborar, como uma obra conjunta? vai ser uma delícia para os cinemaníacos confessos, como eu. rsrsrs
Outra clássica é famosa descruzada de pernas de Sharon Stone em Instinto Selvagem.
http://www.youtube.com/watch?v=F-4eDP5gjmE
Já que a todo mundo resolveu lembrar de cenas sérias vou registrar aqui uma cena engraçadíssima de Ed Wood, do Tim Burton. Bela Lugosi, interpretado por Martin Landau (ganhou o Oscar por esse papel, inclusive), tem de fazer uma cena em que é atacado por um monstro, uma espécide de polvo gigante, em um lago – o polvo, claro, havia sido “emprestado” de um estúdio. Só que o responsável por pegar o polvo “emprestado” acabou esquecendo de pegar o motor que faria o bicho funcionar. Resultado, Bela Lugosi tem que improvisar e fazer ele mesmo com que o monstro de movimente. No original deve ter ficado simplesmente ridículo, no filme do Tim Burton ficou nada menos que hilário.
A Festa de Babette é uma festa.
Enquanto vemos o filme, nos vemos indo e indo, junto com os personagens.
A cena que me obrigou a comprar uma cópia, que revejo como quem faz uma oração, é a do banquete, propriamente dito.
Uma beleza!
Várias são as grandes sequências cinematográficas que tenho preferência:
-”Os Pássaros”. Sequência dentro do bar, quando a câmera focaliza as pessoas de frente, com seus olhares perplexos e fixos na única forasteira ali presente, como que a condená-la pelo “mau agouro” da fúria das aves. É o expressionismo alemão presente no cinema de Hitchcock. Fantástica!
- “Houve Uma Vez Um Verão”. Assisti quando era garoto, e, como muitos, me emocionei com a cena do garoto tendo a sua primeira relação com a viúva de guerra interpretada pela belíssima Jennifer O’Neil.
-”Um convidado Bem Trapalhão”. A cena do Peter Sellers desesperado a procura de um toilete, naquela imensa casa.
Poxa quantos filmes e planos sequências excelentes!!!
Mas que bom que deixaram um espaço para uma introdução de filme primoroza, aquela clássica da pessoa do interior, que influenciado pela cidade grande decide dar um outro rumo à sua vida e seguir viagem rumo a capital.
Midnight cowboy – Perdidos na noite Com a Música Everybody s talking de Harry Nilsson.
http://www.youtube.com/watch?v=uBemzu1Fchk
O discurso de Marco Antonio/Marlon Brando em “Julio Cesar” do Mankiewicz/Shakespeare.
Também…. com esse trio é uma covardia.
http://www.youtube.com/watch?v=esUMvBL3gnY&feature=related
1)A sequência da câmera atravessando a grade em “Passageiro : Profissão Reporter” do Antonioni.
2) A abertura do “2001: Odisséia no Espaço” , ao som do “Zaratrrusta”
3) A do garoto no cinema se chegando para a mulher em “Amarcord” do Fellini.
4) A cena do Mastroiani e Sofia Loren no terraço do prédio, eles discutindo e ela tirando a roupa da corda, em “Um Dia muito Especial” do Ettore Scola.
5) A cena com imagens históricas, verdadeiras, usadas no filme “Um Dia Muito Especial” do Scola. Estas cenas mostram o dia em que Hitler visita Roma nos anos 30.
6) A cena do suicídio do personagem do Burt Lancaster no “1900″ do Bertolucci”, a fotografia do Vitorio Storaro é show.
7) Esta cena foi a primeira em que eu chorei na vida. Na época eu era criança, não entendia nada do que estava vendo, tinha até dificuldade de ler as legendas. Aliás eu não sei como eu entrei no cinema, pois acho que era proibido para menores. Foi uma cena do “Exodus” do Otto Preminger. Na minha lembrança, um senhor morria sentado numa cadeira e se eu não me engano o personagem do Paul Newmam fechava o olho do morto com as mãos. Eu chorei por causa da morte.A música tema, também, nunca mais saiu da minha cabeça, é uma das mais bonitas da história do cinema.
“Morangos Silvestres”, de Bergman,o angustiante sonho do professor médico ,personagem principal da película ,com inovadora e intrigante simbologia,ainda na distante década de cinquenta(1957),surpreendendo os cinéfilos condicionados a narrativa americana em voga. Felizmente fomos salvos pelo sueco e pela “Nouvelle Vague”…
A minha cena inesquecível tornou-se um clichê para aqueles que acompanham o cinema nacional recente: “dadinho o “crlh”, meu nome é ze pequeno “prr”! Cidade de Deus. Um paradigma.
A perseguições de carro de “Conexão França” e “Blues Brothers”.
Anjos abrindo asas em Constantine:
(trailer)
http://www.terra.com.br/istoe/comport/139406.htm
Aqui do Alto Xingu, os índios sugerem:
1. Apocalipse now [Coppola]: cena da batalha sobre uma ponte na fronteira entre o Vietnã e o Cambodja [o espaço além da ponte é experimentado como o “além do universo conhecido”];
2. Andrei Rublev [Tarkovsky]: cena da Crucificação no campo hibernal russo e representada de maneira ridícula por maus atores, banhados em lágrimas;
3. Batman, o Cavalheiro das Trevas [Nolan]: cena final em que Batman convence o comissário Gordon a preservar a imagem do novo promotor morto, assassino e corrupto, chamando a si a responsabilidade pelos crimes pelo promotor [mentira como instrumento para manter a moral do público elevada];
4. Casablanca [Curtiz]: Ilsa vai ao quarto de Rick para tentar obter os salvo-condutos que lhes permitirão, a ela e seu marido, líder da Resistência, fugir para Portugal, e daí para a América. Rick recusa-se a entregá-los e ela puxa de uma pistola e o ameaça. Ele replica: “Vá, dispare, é um favor que você me faz!”. Ela se abaixa e, coberta de lágrimas, começa a contar-lhe por que razão o deixou em Paris; cena final, em que Rick supera a cobiça por Ilsa, optando pela causa histórica superior da luta antifascista;
5. A conversação [Coppola]: cena do quarto de hotel – e local do crime –, em que o investigador inspeciona o quarto com ar Hitchcockiano; cena em que o investigador grava remotamente as conversas das pessoas na praça;
6. Corpo que cai [Hitchcock]: plano de cena da florista, em que Scottie observa Madeleine através da fenda da porta semi-aberta junto ao grande espelho;
7. Dave: Presidente por um dia [Reitman]: após o Presidente dos EUA haver sofrido um AVC, seu chefe de gabinete obriga um cidadão vulgar, parecido com o Presidente, que o estava substituindo numa aparição pública, a continuar no papel dele [morte freudiana do pai primordial ou qualquer um pode ser presidente dos EUA];
8. Dupla vida de Veronique [Kieslovsky]: a figura do juiz, encarnação do pai de Veronique, representação do Deus gnóstico impotente que só consegue observar os comportamentos corruptos do mundo, mas não é capaz de alterar radicalmente o curso dos acontecimentos;
9. A estrada perdida [Lynch]: o universo noir das mulheres corrompidas e dos pais obscenos, do assassinato e da traição – o universo em que penetramos após a misteriosa mudança de identidade de Fred/Pete, o herói masculino do filme; uma nova versão da advertência arquiconservadora de não remexer no que está além das aparências: não vá demasiado longe, não procure penetrar no horror que espreita por trás da ordem frágil em que vivemos, pois você se queimará, e o preço a pagar será muito mais elevado do que imagina.
10. Forte Apache [Ford]: cena final em que um comandante cruel tem seus disparates militares glorificados e elevados a sacrifício heróico;
11. O homem que matou o facínora [Ford]: cena final que revela que o verdadeiro matador do assassino psicopata, Liberty Valance, não foi o político pacífico, que virou herói por engano e fez carreira política com base nisso, mas seu melhor amigo, que morreu na miséria;
12. Fraternidade é vermelha [Kieslovsky]: após uma mão discar um número de telefone, a câmara segue o percurso da chamada até o seu destino distante, através do fio ligado ao fone, dos cabos instalados no subsolo e debaixo do mar, até a luz vermelha cintilante na central telefônica local, que nos mostra que a linha estrá ocupada [o tema do filme evidencia a exploração das forças ocultas que afetam a comunicação entre os indivíduos];
13. Liberdade é azul [Kieslovsky]: o clima frio do filme como expressão da indiferença das personagens: Julie percorre o caminho que vai da liberdade abstrata e fria à liberdade concreta de abraçar afetuosamente os outros; a igualdade baseia-se na reciprocidade, que nunca é realizada por completo, mas permanece uma esperança utópica;
14. Cores [Kieslovsky]: diz respeito implicitamente às três virtudes do Novo Testamento: fé-esperança-caridade; as três cores representam as palavras de ordem da Revolução Francesa: azul, liberdade; branco, igualdade; e vermelha, fraternidade. O tema refere-se à nossa sociedade liberal-permissiva, em que os direitosa humanos estão, em última análise, reduzidos aos direitos de violar os dez mandamentos: “o direito à privacidade” – direito ao adultério; “direito à busca da felicidade e à propriedade privada” – direito de roubar [de explorar os outros]; “liberdade de imprensa e de expressão de opinião” – direito de mentir; “direito de os cidadãos possuírem armas” – direito de matar; “direito à crença religiosa” – direito de dorar falsos deuses, etc. etc.
15. igualdade é branca [Kieslovsky]: o filme sobre a igualdade, termina com o herói olhando para sua amada na prisão – há esperança de que eles voltem a se reunir;
16. Impacto Profundo: o cometa que se aproxima ameaçadoramente da Terra como substituto metafórico da infidelidade paterna, da catástrofe libidinal de uma filha perante o fato de seu pai depravado ter escolhido outra jovem em seu detrimento;
17. Janela Indiscreta [Hitschcock]: o fisicamente diminuto James Stewart, pendurado na janela, tenta agarrar a mão de seu perseguidor, o qual, em vez de ajudá-lo, esforça-se para fazê-lo cair;
18. Um corpo que cai [Hitschcock]: cena em que o heró se segura à chaminé de um telhado e tenta desesperadamente alcançar a mão que o policial lhe estende;
19. Nostalgia [Tarkovsky]: cena final fantasmática, em pleno campo, na Itália, com o herói envolvido pelos escombros de uma catedral, isto é, no local onde o heró se encontra à deriva, afastado de suas raízes, ergue-se um elemento completamente deslocado, a datcha russa, a matéria dos sonhos do herói;
20. Psicose [Hitchcock]: cena do banheiro, com a puxada bruca da cortina do chuveiro e o grito lancinante da vítima assassinada por uma Coisa obscura;
21. Stalker [Tarkovsky]: concentra-se no problema da crença/fé; quando atingem finalmente o limiar da câmara misteriosa, os três aventureiros têm medo de entrar, pois não estão seguros de quais são seus verdadeiros desejos;
22. O sacrifício [Tarkovsky]: a celebração do aniversário de Alexander, que vive com a família em uma cabana remota no campo, na Suécia [outra versão da datcha russa que obceca os heróis de Tarkovisky], é estragada pela horrivel notícia da eclosão de uma guerra nuclear;
23. Show de Truman [Weir]: o ambiente do paraíso capitalista consumista da Califórnia é, em sua hiper-realidade, de certa forma “irreal”, substancialmente vazio, desprovido de inércia material: a vida é uma farsa encenada.
24. Twin Peaks: Os últimos dias de Laura Palmer [Lynch]: cenas do sublime ridículo dos mais patéticos, ao final do filme, com os aparecimentos de anjos.
O final de “A Liberdade é Azul”, com o hino e todos os personagens do filme:
O final da “Igualdade é Vermelha”, mostrando os sobreviventes da balsa:
O final de “Trem da Vida”, em que com um único movimento da câmera o diretor nos traz de volta à realidade.
A sequência inicial de “Boogie Nights”, filmada numa única tomada de quase 3 minutos onde somos apresentados a todos os personagens principais do filme.
“All work and no play makes Jack a dull boy”, de “O Iluminado”:
E last but not least, o final de “Omohide Poro-Poro”:
A aparição do Orson Welles em O terceiro homem. O enfrentamento de Corisco e Antônio das Mortes, em Deus e o diabo na terra do sol, a batalha no gelo de Ivan Névski, play it again, Sam em Casablanca, os helicópteros de Apocalypse Now, a cena do chuveiro de Psicose.
Só pus coisa velha. Uma sequência memorável de um grande filme recente: a do espião da Stasi descobrindo um poema de Brecht em A vida dos outros. De arrancar lágrimas de paralalepípedo de avenida.
Dudu
A cena de “A vida dos outros” é maravilhosa!. Aliás, o filme todo.
PARA MIM . . .
O discurso do Replicante quase ao final de Blade Runner
E o discurso do De Vito no “Com o Dinheiro dos Outros” quando ele fala aos acionistas da empresa antiga e detona o argumento que imperava misturando ineficiencia, emoção, e negocios . . . .
O final de Blade Runner e a sequencia do filme A ponte do Rio Kwai que mostra a chegada de prisioneiros britanicos assobiando “Colonel Bogey March”, são cenas fantasticas e marcantes!!
A cena de Amarcord em que um pavão voa sobre a neve e anuncia a mudança de estação é maravilhosa.
Outra cena memorável é do filme O Franco Atirador (filme que nem gostei muito) em que De Niro está em um bar, antes de embarcar para a guerra, e a medida que o emocional dos personagens vai se alterando o som de Can’t Take My Eyes Off Of You vai subindo até dominar o ambiente.
Em Orgulho e Preconceito a atriz Emma Tompson esta espetacular na cena em que descobre que Hugh Grant não se casou com outra. Chorei junto com ela na cena.
O PODEROSO CHEFÃO 1 – Brando arrasou;
UMA MENTE BRILHANTE – Russell crow fazendo contas foi fantastico;
ENCONTRANDO FORREST – SIr Sean connery ensinado literatura , demais;
e
de forma surpreendente e original
WALL-E – uma animação emocionante, com mensagens para todas as idades, de ecologia, amizade, emoção, gostei bastante.
Algumas foram citadas, mas lembro de:
A morte da cadela Baleia (Vidas Secas) http://www.youtube.com/watch?v=GHrzcF27qgk
A cena da caravana (O céu que nos protege)
http://www.youtube.com/watch?v=JFysaBK2it4
A chegada de Adele (Julie Davis) à Índia ( Passagem para Índia)
A dança dos pães com Carlitos (Em busca do ouro, Chaplin)
O trem caindo da ponte em chamas (O General, Buster Keaton)
O engarrafamento (Weekend, Godard)
À mesa do jantar ( O discreto charme da burguesia)
A corrida de bigas (Ben-Hur)
A cena dos afrescos da igreja no fim da guerra ( Paciente Inglês)
Vou citar uma comédia do gênero que gosto -comédia de costumes – e acho perfeita: Harry e Sally. Desprentenciosa e muito divertida.
A última cena de Old Boy, a última cena de Memórias de um Assassino, a última cena de Lady Vingança (só coreanos por enquanto), a sequencia do casamento em (Não. Não. Não é no Poderoso Chefão) Homem mau dorme bem de Kurosawa, Darth Vader “eu sou seu pai Luke”, o começo do 2001, o final do Planeta dos Macacos de 1969. A cara um “montásso”.
A saída do estúdio, em O Show de Truman. Bota Matrix no chinelo.
filme? após militar na área de exibição, dos cines de arte, ver os tremeliques das primadonas da camera, a isenção e dissensão dos críticos, só sobra no soçobrar das imagens à valer a cena, que eu vi no masp em 73.faz, só, 36 anos.
Viver ( Ikiru ) de Kurosawa: cena do funeral do personagem que como último ato de vida, ao se descobrir terminal, construiu um Koen ( parque ) para a comunidade, e as mulheres ao saberem da morte do benfeitor, adentram à cerimonia, chorosas, ao som da trilha de taikô.
E as várias versões da mesma tragédia de Rashomon.
copiei e colei do meu blog http://blogolicosbononimos.blogspot.com
iver ( Ikiru ) abre com um chefe de repartiçao da yakuba ( prefeitura de cidade pequena ) carimbando , monótonamente , vetando tudo , pedidos …
ao ser comunicado pelo seu médico que está doente , em fase terminal , resolve dar um sentido à sua vida , no pouco tempo restante .
Escolhe na pilha de negados , a de cima , um koen ( parque ) para construir , vive paixão por moça com terço da sua idade . É o seu canto de cisne…
http://blogolicosbononimos.blogspot.com/2009/03/kurosawaakira-san.html
Luis Nassif,
Não foram grandes filmes, mas me divertir a beça em Scarecrow (O espantalho) com esta cena, por exemplo: (http://www.youtube.com/watch?v=jOUvxSVckmY) e em Dog Day Afternoon (Um dia de cão) com esta cena (http://www.youtube.com/watch?v=ubSqqqHrIAI).
Clever Mendes de Oliveira
BH, 14/11/2009
No “Cinema da Vida”, uma cena que não foi filmada, infelizmente…
Na União Soviética invadida, quando um jovem soldado alemão, escalado para um pelotão de fuzilamento, vê em quem ele vai ter que atirar – jovens russos, alguns ainda crianças – joga sua arma no chão e se dirige, ele próprio para perfilar-se ao lado das vítimas, sendo em seguida fuzilado com elas.
Nunca vi tanta dignidade…
Algumas:
A cena do jogo de xadrez em Crown, o Magnífico (http://www.youtube.com/watch?v=rA8YpHQHBd0)
A perseguição em Bullitt
http://www.youtube.com/watch?v=Z-7IEPTAoTg
A tortura, em cães de aluguel
http://www.youtube.com/watch?v=7CdW-4TRcDQ
A estória do relógio, em Pulp Fiction
http://www.youtube.com/watch?v=kngBtoylIVM
A revelação em Os Suspeitos (sem link, pra não estragar a surpresa)
A última vítima em SEVEN (Também sem link, pelo mesmo motivo)
se deixar, fico aqui escrevendo até…
Mouro, e a sua?
Meu Ódio Será Sua Herança, cena final do John Wayne com a Natalie Wood. E aquela do Chefão, da ópera comendo solta e o plano de assassinatos caminhando em paralelo.
Essa é a minha tb, a do Chefão.
O cara tava batizando o sobrinho, renegando os atos do demônio!!!
Direção do Copolla impressionante, atuação do Pacino idem.
mas não achei no you tube…
snif, snif
O duelo entre Alan Ladd e Jack Palance em “Os brutos também amam” e a sequência final de ” Rastros de ódio” de John Ford.
Nada se compara ao Encoraçado Potemkim do Sergei Eisenstein. Ele reinventou o cinema ao definir os caminhos da montagem.
http://www.youtube.com/watch?v=euG1y0KtP_Q
O filme Cabaret tem cenas espetaculares. Uma delas é o da juventude hitlerista cantando no bar: http://www.youtube.com/watch?v=LNMVMNmrqJE
Já foi eleita a melhor sequencia de comédia de todos os tempos, por sei lá quem. trata-se do filme “em busca do cálice sagrado” do monty phyton. Pena eu não ter encontrado no youtube.
A cena em que eles tem que atravessar o despenhadeiro, tendo que responder corretamente 3 perguntas ao guardião da ponte, caso contrário seriam jogados neste despenhadeiro.
Para o Rogério Brasiliense, Apocalipse Now e Goebbels:
http://www.youtube.com/watch?v=ggjUzED_E-8
Nassif,
Giuseppe Tornatore, o diretor do “Cine Paradiso” fez outro excelente, mas pouco conhecida película, chamado de “1.900 – A Lenda do Pianista e o Mar”. O filme conta a história de um pianista que nasceu e viveu a vida em um navio. Nele aparecem duas cenas inesquecíveis. Na primeira, o citado pianista manda que tirem os calços do piano, durante uma tempestade e começa a tocar uma linda valsa. Com o balanço do navio, o piano circula livremente pelo salão, como que acompanhando o ritmo da melodia. A outra cena fantástica ocorre quando um formidável músico de jazz sobe ao navio e desafia o pianista para um duelo musical. Imperdível ! Quem assistir ao filme, garanto, jamais esquecerá destas cenas.
Todas.as.cenas.de.Amarcord
principalmente.quando.com.a.música.de.Nino.Rota
ao.fundo
E.também.a.excepcional.cena.em.que.Salieri
explica.a.um.padre.a.genialidade.do.Mozart
através.de.um.som.de.oboé
no.filme.de.Milos.Forman
mas.acho.que.a.cena.que.mais.me.impressionou
foi.a.da.nave,espacial.aparecendo.ao.som.de.Danubio.Azul
em.2001,de.Kubrik
era.garoto.quando.vi.
e.ela.continua.fresca.na.minha.mente.até.hoje
A cena em que o poeta retorna á vila e fica sabendo da morte do carteiro numa passeata de protesto.