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11/11/2009 - 09:07

O curto-circuito no sistema

Por Luís Cláudio

Nassif,

Trabalho no setor elétrico, tendo algum conhecimento do assunto e gostaria de contribuir com algumas informações que podem ajudar no entendimento do “apagão de 10/11″.

- Primeiro e bom esclarecer a todos que essa ocorrência tem origem no Sistema Elétrico onde algum componente do mesmo falhou (Linha de Transmissão, Transformador, Subestação) e provocou o chamado efeito cascata ou dominó. É importante salientar aqui que uma das qualidades de um Sistema Elétrico é a Seletividade, ou seja a falha deveria ser isolada através de suas proteções e disjuntores, limitando a interrupção apenas ao componente ou Subestação que falhou. Existe uma falha de atuação nas proteções.

-Diferente do que ocorreu em 2001, quando a falha foi no gerenciamento energético e não falha elétrica. Naquele ano houve demora do governo assumir a falha, pois contava com a possibilidade de chuvas acima da média o que poderia adiar o problema, entretanto o que se viu foi um período de chuva (final 2000 e inicio 2001)abaixo da média o que provocou o racionamento. Saliento também que hoje existe um planejamento muito maior do que naquela época e o Sistema esta preparado para enfrentar períodos de baixa precipitação atmosférica sem racionamento.

- Outra questão que estou vendo alguns comentários e quanto a não entrada das térmicas para evitar o apagão. É bom esclarecer que para que se sincronize uma Unidade Térmica no Sistema o tempo é elevado, não sendo sua função principal. A Geração térmica, na sua grande maioria, funciona na matriz energética de forma gerenciada, visando a recuperação de algum reservatório, atuando mais no âmbito energético do que elétrico.

-Esta ocorrência de ontem tem similaridade com a que ocorreu 1999, que teve origem na SE Bauru, onde o arranjo da configuração da Subestação propiciou que uma ocorrência simples tive atuação múltipla de relés e disjuntores provocando o efeito cascata. A configuração da SE Bauru foi totalmente modificada visando aumentar a confiabilidade do Sistema.

Comentário

Relembrando: em 1999 teve um blckout similar ao que ocorreu ontem. Quando ocorrem apagões assim, com prazo determinado e uma única vez, nada tem a ver com gerenciamento do setor elétrico – que dados consolidados de oferta e demanda de emergia. Na época, tentou-se imputar o acidente à privatização do setor elétrico. Mas ocorreu no sistema paulista de transmissão, controlado pelo governo do Estado.

Até agora não se sabem as razões. Mas é um acidente pontual.

Por Stanley Burburinho

Ainda há pouco na CBN estavam entrevistando o diretor geral de Itaipú Jorge Semeck.

Um dos entrevistadores fez de tudo para jogar no colo do Lula esse apagão.

O Semeck disse que, ao contrário do ano de 2000 quando a demanda era muito maior do que a oferta, hoje os reservatórios estão robustos e que a falta de energia foi causada por um fenômeno climático em algum local dos 1000km das linhas de transmissão a partir de Itaipú.

O Semeck explicou que a falta de energia em todo o país se deu porque quando uma das linhas de transmissão sofre algum problema toda a energia que passaria por ela é canalizada para as demais linhas em funcionamento o que pode causar problemas de sobrecarga e por essa razão todas as linhas são desligadas.

Depois dessa explicação o jornalista ficou quieto.

Depois resolveram entrevistar a secretádia de energia de SP de nome DIlma.

O pessoal da CBN contava com a colaboração da secretária para culpar o Lula. Acontece que a secretária disse que as linhas de transmissão de SP são uma porcaria e que ela vem lutando para melhorar e que, entre a licitação e o funcionamento, são necessários três anos.

O Semeck pediu licença para os jornalistas da CBN porque ele estava em outra ligação falando com o Lula.

Com a a ajuda da imprensa, vão tentar jogar no colo da Dilmar e do Lula essa falta de energia.

Comentário

O sistema de transmissão em São Paulo era estatal. Foi privatizado, se não me engano, pelo Alckmin. Houve críticas na época, já que poderia ter sido utilizado para integrar as usinas de álcool, produtoras de energia de bagaço de cana. Agora, leio que a Secretária Dilma Pena critica a qualidade das linhas.

Nossos especialistas poderiam adiantar alguma coisa?

Por Marco Aurélio

Eu trabalho no setor de energia e era da estatal na época da privatização. A exemplo do governo federal, o governo estadual paulista privatizou apenas as distribuidoras. No caso da Eletropaulo ela foi dividida em 4 e foram vendidas as distrbuidoras que daria oriem a AES-Eletropaulo e Bandeirante Energia que depois foi desmembrada em CPFL-Piratininga e EDP-Bandeirante Energia.

A transmissão manteve-se como estatal até por volta de 2006.

Segue informações:

A CTEEP é resultado da cisão de ativos da Companhia Energética de São Paulo (CESP), que se deu em fevereiro de 1999, em função do programa de privatização do governo paulista.

Em 2001, para fortalecer e racionalizar o sistema de transmissão de energia elétrica em São Paulo, a empresa, ainda estatal, incorporou a Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica (EPTE), resultante da cisão da Eletropaulo, também estatal à época. Com essa operação, a CTEEP se firmou como a principal concessionária de transmissão do estado de São Paulo.

Em 28 de junho de 2006, a empresa foi privatizada em leilão público promovido pelo Governo do Estado de São Paulo na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Com a aquisição de 50,1% das ações ordinárias (com direito a voto), o Grupo ISA, por meio da ISA Capital do Brasil S.A, tornou-se o novo controlador da CTEEP.

Em 2007, por meio de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), o Grupo ISA passou a deter 89,4% das ações ordinárias e 37,5% do capital total da CTEEP. No mesmo ano, a empresa iniciou uma nova fase de transição e reestruturação, para consolidar uma trajetória de crescimento sustentado. Em linha com esse posicionamento, a CTEEP participou de um leilão público promovido pela Aneel em novembro de 2007 e saiu vencedora do principal lote de concessão de transmissão, que interligará os estados de Tocantins, Maranhão e Piauí, com 720 quilômetros de linhas e investimentos de R$ 472 milhões.

Em 2008, a Empresa avançou em sua estratégia de crescimento e na consolidação de sua participação no setor elétrico brasileiro ao arrematar sete lotes em dois leilões distintos (em 27/06 e 26/11), promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além de ampliar sua atuação para seis estados, as novas concessões permitirão um aumento de R$ 210,6 milhões na RAP da Companhia para os próximos anos.A ISA é um grupo empresarial latino-americano com presença na Colômbia, Brasil, Peru, Bolívia e América Central, que através de suas filiais e subsidiárias d

Autor: luisnassif - Categoria(s): Energia Tags:

152 comentários para “O curto-circuito no sistema”

  1. Fr@ncisco disse:

    Para alegria do Zé Simão, especialista paraguaio confirma ao Estadão que foi mesmo um curto circuíto que derrubou o sistema:

    “Curto circuito em SP teria desencadeado o apagão, diz companhia paraguaia”

    Nem precisa Stanley sair a campo, pois já identificou-se que o epicentro do curto circuíto ocorreu em conhecido palácio situado nas cercanias do estádio do Morumbi.

    Dizem que por volta das 22 horas chegou ao palácio informação fresquinha sobre pesquisa Vox Populi / Band a ser divulgada hoje, indicando voltagem perigosa, podendo redundar em apagão político, circundando a candidatura do inquilino.

    Segundo ‘testemunhas oculares e auriculares’, nesse exato instante deu-se um clarão e o curto circuíto, em série, feito dominó, foi derrubando o sistema do candidato.

    Já é dia, mas parece que o palácio continua às escuras e especialistas convocados às pressas, queimam fostato e tentam entender o sucedido, para que a mídia possa divulgar a nova de forma boa.

  2. sergio g disse:

    A demora no restabelecimento da energia ocorre por causa da dificuldade inerente à recomposição de um sistema de potência.
    Numa ocorrência dessa magnitude, linhas de transmissão, unidades geradoras e subestações inteiras são desligadas e estas próprias unidades necessitam de geração de energia de emergência para que seus equipamentos e instrumentos funcionem.
    Portanto, há sistemas de geradores e baterias nas unidades que assumem as cargas automáticamente, mas em alguns casos há a necessidade da intervenção do pessoal que opera as unidades ou o sistema e da manutenção.
    Em alguns casos as unidades geradoras das usinas hidrelétricas chegam a parar, necessitando uma inspeção e a partida do grupo, que leva alguns minutos.
    Uma vez tendo potência suficiente disponível, inicia-se o processo de “recomposição de área”.
    Ou seja, o sistema é todo seccionado em áreas que teem uma fonte adequada para suas cargas e que funcionariam como uma série de pequenos sistemas de potência.
    Somente cargas prioritárias são atendidas de imediato, depois, escalonadamente, insere-se no sistema de potência, outras cargas, conforme seu grau de prioridade.
    Cargas prioritárias são estabelecidas segundo critérios objetivos, a grosso modo seriam regiões com hospitais, sistema de trânsito, enfim os critérios são técnicos, sociais e de segurança.
    Sampa é uma carga enorme, atendida por energia produzida em lugares distantes e isso dificulta a recomposição.
    Há dificuldade no religamento de algumas linhas, pois pela extensâo, provocam uma sobretensão, e nesse caso uma boa coordenação é necessária.
    Uma vez recompostas as áreas, passa-se à etapa seguinte, que é a interligação de áreas, que nada mais é do que interligar os pequenos sistema formando um todo maior.
    Sem contar que poderá haver equipamento danificado ou indisponível devido à ocorrência.
    As normas e instruções são muito claras e o pessoal é periódicamente treinado para atender tais ocorrências.
    Mas na hora do “pega prá capar” muitos obstáculos podem surgir, requerendo experiência, bom censo e coragem.
    Tenham certeza que as pessoas que trabalham para suprir nossas necessidades de energia elétrica estão dando sempre o melhor de si.

  3. LMaria disse:

    O prefeito Kassab já sabia ontem à noite OFICIALMENTE onde foi o acidente:

    Vejam -
    http://www.band.com.br/jornaldanoite/videos.asp

  4. Antonio Cesar disse:

    Não sei se contibui, mas acho que é um dado a ser levantado, dada a entrevista da tal Dilma à CBN. Me lembrei da Petrobrax, telefònica. Não sei se estou sendo prcipitado, mas parece que a tônica dos governos tucanos são os apagões, de petróleo, telefone e energia:
    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/11/11/ult5772u6043.jhtm

    Destaco o trecho abaixo.

    “Apenas tufões, furacões, queda de avião, caminhão que atropela torre ou abalos extremamente graves e muito improváveis não são compreendidos no projeto das usinas, porque cobrir o sistema para todo tipo de evento seria muito caro. Mas raios não explicam de jeito nenhum o apagão. O sistema é projetado para permanecer estável para mudanças climáticas”, disse o especialista em setor energético Ildo Sauer, professor do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo (USP), para quem a causa também pode estar relacionada a falta de manutenção.”

  5. Não entendo p… nenhuma desse negócio de energia, mas concordo com o Luís Cláudio que os governos têm que explicar direitinho porque não houve o isolamento e o problema se espalhou tanto. Creio que o foco maior da imprensa deveria ser aí e…
    Claro. Na origem. Porque é muito estranho que às vésperas das eleições, o problema tenha ocorrido com as linhas de SP, noticiadas por um jornal paraguaio já nas primeiras horas (http://www.abc.com.py/abc/nota/45053-Gigantesco-apagón-en-el-Brasil-deja-a-oscuras-a-todo-Paraguay/) e uma semana antes a CNN tenha feito grande reportagem falando da vulnerabilidade do sistema brasileiro à ação de hackers (http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2009-11-08_2009-11-14.html#2009_11-09_08_03_32-9961110-0).
    Acho que nossa “grande imprensa” está muito lenta em ir atrás dessas informações, talvez pelo interesse em explorar o episódio de forma sensacionalista, pra virar o “apagão de Lula” e de Dilma.
    A propósito, o que é “ISA-Cteep”?

    • Luís Fraga disse:

      A ISA é um grupo empresarial latino-americano com presença na Colômbia, Brasil, Peru, Bolívia e América Central, que através de suas filiais e subsidiárias dedica-se ao desenho, construção, administração e operação de sistemas de infraestrutura linear em eletricidade e conectividade em telecomunicações. Além disso, prevê a médio prazo desenvolver negócios relacionados com gás e estradas.

      No setor da eletricidade, o grupo empresarial ISA conta com dez empresas: ISA, TRANSCEL e XM – Compañia de Expertos em Mercados, na Colômbia; ISA Perú, Red de Energía del Perú – REP, TransMantaro e Proyectos de Infraestructura del Perú – PDI , no Peru; ISA Bolivia, na Bolívia e no Brasil detém as subsidiárias CTEEP (adquirida através de seu veículo de investimento ISA Capital do Brasil) e Interligação Elétrica Pinheiros.

  6. José A. Matelli disse:

    Vulnerabilidade do sistema elétrico não é exclusividade do Brasil, diz especialista

    da BBC Brasil

    A possível falha na transmissão de energia que provocou o blecaute da noite da terça-feira é o resultado da vulnerabilidade dos sistemas tradicionais de energia no mundo todo e não somente no Brasil, na avaliação do especialista canadense-britânico Walt Patterson, pesquisador associado da Chatham House (Instituto Real de Assuntos Internacionais), de Londres.

    “É um sistema pensado há mais de cem anos, com grandes geradores remotos que necessitam de longas linhas de transmissão com um controle central”, disse ele em entrevista à BBC Brasil. “A quebra de um único cabo é capaz de provocar uma sobrecarga que leve a um efeito dominó em todo o sistema.”

    Para Patterson, autor do livro Keeping the Lights On – Towards Sustainable Energy (”Mantendo as Luzes Acesas – Em Direção à Energia Sustentável”, em tradução livre), mesmo países ricos sofrem com a mesma vulnerabilidade.

    Ele cita grandes blecautes ocorridos em 2003 – nos Estados Unidos e no Canadá, em agosto, quando 55 milhões de pessoas foram afetadas, na Dinamarca e na Suécia, em setembro, com 5 milhões afetados, e na Itália, no fim de setembro, com 55 milhões afetados – como exemplo do problema.

    “No caso do blecaute nos Estados Unidos, em 14 de agosto de 2003, o problema foi provocado por uma árvore que derrubou uma linha de transmissão e resultou em um efeito cascata”, diz Patterson. “Em coisa de minutos, mais de 50 milhões de pessoas foram afetadas.”

    Distância

    Grandes usinas de geração, como a de Itaipu, que exigem a transmissão de grandes quantidades de energia por longas distâncias, apenas pioram ainda mais a situação, em sua avaliação.

    Para evitar o problema, o especialista sugere um sistema menos centralizado, “conectado de forma mais solta”, com geração e transmissão mais próximas aos usuários.

    “O que precisamos é de um sistema conectado de maneira diferente, que não dependa apenas de uma única máquina para seu funcionamento”, diz.

    Patterson observa que um problema desse sistema alternativo é seu custo maior do que o sistema tradicional, mas ele observa que isso funcionaria como um “seguro” contra possíveis blecautes como o da terça-feira no Brasil.

    Para ele, não havia muito o que o governo brasileiro pudesse fazer em termos de prevenção para evitar o problema sem uma mudança completa no sistema de transmissão de energia.

    “Pelas informações que tenho sobre o incidente, não creio que houve uma falha do governo brasileiro. Isso não é algo que acontece só no Brasil, também acontece nos países da OCDE (entidade que reúne os países considerados desenvolvidos)”, diz.

    Segundo ele, não existe nenhuma informação conclusiva sobre a possibilidade de o apagão da terça-feira e outros ocorridos em 2005 no Rio de Janeiro e em setembro deste ano, no Espírito Santo, terem sido provocados pelo ataque de hackers ao sistema informático de Furnas (empresa responsável pela transmissão de energia), como chegou a ser sugerido.

    Mas ele diz que isso não seria impossível, já que a vulnerabilidade do sistema não existe somente em relação a acidentes, mas também a ações intencionais.

  7. Marcos Fernando disse:

    Acabei de ver na Globo News que ambas usinas nucleares pararam. Imagino que tenham desligado em função dos sistemas de segurança que dependem muito da energia externa. Tomara que não tenha sido desligamento abrupto, e sim controlado… Voltam a operar ainda hj…

  8. MaisLu disse:

    Essa Dilma Penna é realmente uma pena. Garantindo, no meio da politicagen dela, que o abastecimento de agua em São Paulo estava normal. Eu, sem uma gota de agua na torneira. Pouco antes, a Lucia Hipolito lá do Rio de Janeiro, “a luz de velas”, falava de algo como nosso modelo energetico. Faltou dizer que não valia a pena explorar o pré sal… Que noite!!!
    Parece que ninguém dormiu, uma parte ficou falando besteira, a outra, ouvindo.

  9. Lima disse:

    Um absurdo a chamada de notícia no G1:

    “Dilma há duas semanas: ‘Brasil está a salvo de um novo apagão”

    Pra vocês verem como a empresa não tem escrúpulos.
    Qualquer um minimamente informado sabe que a Ministra se referiu a um apagão de oferta de energia, como o que aconteceu anos atrás. Todo mundo sabe que o que houve foi queda de energia ou falha de sistema, nada que poderia ser previsto pelo Dilma. Mas a empresa está engajada numa campanha de desmoralização. Largou a ética.

  10. sergio g disse:

    Aqui em Goiás, pelo menos na minha casa…rsrsrs, não houve queda de energia.
    Durmo (cedo) com a tv ligada, e qdo falta energia, a mesma não religa.
    Acordei (bem cedo) hj com ela ligadinha.

    • adauto disse:

      Para mim tbém, aqui no MT, não sei porque todo este escândalo por causa de uma quedinha de energia….acho que o Nassif só postou porque teve que subir 20 andares pela escada….

      E não incomodem o Lula por causa disto…

      Confiem e deixem o homem trabalhar….

      ahaha….

  11. Mario disse:

    Nassif,
    Já repararam que tudo de ruim que vem acontecendo ultimamente a origem está em Sun Paulo?.
    Com a palavra o Papudo do Serra_ ele tem papo pra tudo!
    Um brás

  12. Rafael disse:

    Estamos comprando caças, temos um plano de defesa formulado pelo Mangabeira Unger e etc.

    Mas a nossa sorte é que nunca (tomara Deus) vamos entrar em uma guerra !

    Diziam que o Brasil construiu Itaipu, porque em caso de guerra, caso abrisse as comportas, iriamos “alagar” a Argentina.

    Mas se entrarmos em uma guerra, quem quiser nos vencer é bem fácil! Bombardeie Itaipu e restará um enorme apagão nas principais cidades brasileiras !

    Sorte que o Bin Laden não está muito preocupado conosco !

    • adauto disse:

      Prá que bombardear itaipu…..basta somente uma ou duas linhas de transmissão…e já foi…….

  13. Guilherme Silva Araújo disse:

    Caros amigos, em Uberlândia não houve apagão.

  14. O curto-circuito no sistema capitalista

  15. rossby disse:

    Burburinho…. é Samek… Samek!!!! aí Burburinho…

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