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09/11/2009 - 19:00

Trivial de Chacrinha

Por Gilberto Marotta

Nassif, não me lembro de ter lido aqui, então vou recomendar o documentário “Alô, alô, Terezinha” que mostra, com emoção mas principalmente muito bom humor, uma pequena parte da estrela anárquica que foi o velho guerreiro, Chacrinha. Um documentário de mais de uma hora e meia que o público nem sente passar, pelo contrário, lamenta ao final não poder dar mais risadas… segue o trailer:

Autor: luisnassif - Categoria(s): Cinema, Cultura Tags: , , ,

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15 comentários para “Trivial de Chacrinha”

  1. Romanelli disse:

    Até reconheço o carinho e reconhecimento que a classe artística tem por ele.
    .
    mas EU, como telespectador confesso, NÃO sinto nada nada a sua falta
    .
    ..ao contrário, cheguei até a ter esperança que o espaço que ele MAL ocupava pudesse ser melhor usado pruma programação de melhor qualidade
    .
    ..pena que estava enganado, e que depois dele ainda vieram os GUGU, Faustão e Lucianos, por exemplo, pra fazerem companhia pras HEBE, Raul Gil, Bolinha e Silvio Santos da vida

  2. luka disse:

    Assisti e vou dizer,, Chacrinha era um tremendo de um pé frio. Chacretes ,produtores e calouros , todos numa miséria de dar dó.
    O filme é engrassadíssimo mas o que sobra é bem amargo. Minha imagem do velho guerreiro foi ladeira abaixo.

  3. Nassif, não sei se alguém já postou: “Uniban revoga decisão de expulsar aluna hostilizada por ir à aula de minissaia” (http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2009/11/09/uniban-revoga-decisao-de-expulsar-aluna-hostilizada-por-ir-aula-de-minissaia-914666921.asp)
    Acho que a Blogosfera tem alguma responsabilidade nisso, não? bacana!

  4. anarquista disse:

    Vou citar números.Sem nenhuma pretensão.

    Quem me acompanha sabe que assisti 3 filmes nesta semana.Em 3 dias e diferentes horários.

    Resido no Tatuapé( os esnobes dizem Analia Franco)

    Pois bem: No Shopping Analia Franco assisti os 3 filmes.

    Cinema completanete lotado nas suas salas.

    Só uma vazia em todos os dias e horários: O tal de Chacrinha( deve até ter saido de cartaz.Não sei)

    E arazão é simples;Foi um cara diferente,Talvez até inovador.Mas não é merecedor de um filme.

    Não sou eu que digo.É o público .

    O público antigo ( dele) foi substituido por SS,Faustão.Gugu e outros. E o público jovem não está interessado nele.

    Simples assim.

    Conto um causo;Estavas eu no GIGETO,numa ressaca lascada( 13 horas) e encontro Chacrinha e sua tropa.

    Minha acompanhante( saimos do hotel) delira de encantamento e vai pedir seu autrógrafo.

    Chacrinha,educadamente,dá a assinatura e diz: Obrigado por pedir meu autógrafo( uns 5/6 meses antes de falecer)

    Isso diz tudo,

  5. Antonio disse:

    O melhor programa da televisão brasileira! Divertido, colorido, bom para a cabeça e o coração. E as chacretes… ah as chacretes!!!

  6. Maria Dirce disse:

    pra falar a verdade nunca gostei do Chacrinha, sempre o achei pernóstico , gozador, escrachado, assim como a turma do pânico , exceto raros quadros que acho graça.Ficar em portas de festas pra zuar com quem entra ou sai, acho demais, não vejo graça.Se disserem que o chacrinha foi o maior comunicador do Brasil, o Silvio Santos tb é, nem por isso debocha das pessoas.

  7. Ruy Lombardi Mendes disse:

    Alô Alô Nassif!
    Sou da opinião que todo comentário aqui inserido deva ter um tom construtivo, de troca de idéias, boas idéias, positivo, em fim, que promova o bom debate. Mas neste comentário farei diferente. Devo confessar que Chacrinha para mim, nunca foi aquilo que, hoje, muitos gostam de lembrar com saudade. Saudade não sei do quê! Eu detestava aquele “barulho” do programa, quando via que, ao trocar de canal, caía naquela tal “Discoteca do Chacrinha” eu mudava logo, nunca suportei aquilo; aliás, Chacrinha, Bolinha, Gugu, Faustão e outros do gênero, prá mim é tudo a mesma coisa: uma coisa chata, sem graça alguma, irritante, mais uma anticultura que jogam dentro de nossas casas através da TV. Perdão pela rabugice, mas eu até tenho curiosidade para saber se mais alguém tem esse “problema”! Lá vem cacetada! Abç.

  8. Juliano Santos disse:

    Trofeu.abacaxi.para.o.Anarquista.e.o.Rui.Lombardi

  9. Luiz disse:

    O maior “comunicador” que teve este país, principalmente quando tinha liberdade total para criar suas “loucuras”! Só ficou clara sua importância quando topamos com o que tentou ser sua “sucessão”, uma resma de mediocres! Abelardo Barbosa foi único e insubstituível! Saudades do velho guerreiro!

  10. Hans Bintje disse:

    Eu admiro o Chacrinha porque ele certamente mostraria o Luis Nassif tocando bandolim na TV.

    Em seguida, ele chamaria a Banda Cavalinho de SC.

    Por fim, o Oswaldinho do Acordeon.

    Meu final de semana ficaria mais feliz. Se eu gostasse do som do Nassif, iria ver seu espetáculo no Bar do Alemão, também conhecido como Bar Fora-de-Mão.

    Fora de mão por fora de mão, talvez eu me emocionasse com o pessoal de SC e iria ver a apresentação da banda na Oktoberfest de Blumenau.

    O Oswaldinho dispensa comentários. É gênio!

    Mas, democraticamente, saberia que os artistas existem e procuraria aqueles de meu interesse. O mesmo acontecia com o público do Chacrinha.

    Isso não acontece mais. A gente fica sabendo da apresentação do Nassif no Bar Fora-de-Mão por uma única linha que ele se digna a publicar no blog.

    Se a Cida deixasse de postar a nota sobre os sanfoneiros, quem iria saber do espetáculo do Oswaldinho do Acordeon?

    Por essas e outras, eu sou só elogios para o Velho Guerreiro!!!

  11. Hehehe, como disse o Juliano, troféu abacaxi para alguns aqui! rsrsrs
    Fiquei achando que ou não viram o Chacrinha ou não viram o filme (o velho “não vi e não gostei”). Vou tentar responder num comentario só.
    Primeiro, as comparações com Sílvio Santos, Gugu, Faustão, são totalmente inoportunas. Todos os apresentadores de programas de auditório, sem exceção, sofreram influência dele de alguma forma (eu diria que Bolinha e Ratinho mais), porque essa coisa da irreverência, da transgressão, foi ele que trouxe para a TV. Então, sempre que vc ver um apresentador surtando (verdadeira ou dissimuladamente), Chacrinha está lá. Mas Sílvio Santos (e seus seguidores), que eu considero, em essência, o maior comunicador do Brasil em programas de auditório, é de uma escola diferente, está ficando mais “chacriniano” agora, com a idade (tipo: não devo nada a ninguém), mas sempre fez a linha galã, discurso linear, certinho.
    Chacrinha sempre foi tudo ao contrário. Chacrinha é clown e seu programa, desde sempre, foi um circo. Desde que começou seu “Cassino” no rádio, em que, muitas vezes sozinho num estúdio improvisado em uma chácara, simulava com efeitos sonoplásticos originais e muita criatividade e cara-de-pau, estar num movimentado e chique cassino, entrevistando famosos.
    Essa transgressão Chacrinha levou para a TV, deixava seus produtores e a técnica doidos com suas diatribes irreverentes e seus movimentos pelo palco. Mas era um fenômeno, tinha uma comunicação imediata e absoluta com o povão.
    Inventou as chacretes, até hoje copiadas em programas de auditório, era um gênio de marketing e criava jeitos controversos de promover qualquer coisa, até o bacalhau das Casas da Banha. Loucura, mas funcionava.
    Pé-frio? lançou Roberto Carlos, Paulo Sérgio, Fábio Jr., Raul Seixas, Elimar Santos, Biafra… e alguém diz que o cara era pé-frio? deve estar brincando!
    Ah, é por causa das chacretes e dos calouros! Mas Elimar Santos foi seu calouro, dentre muitos outros! E qual outra dançarina de palco fez mais sucesso que Rita Cadilac, inventada por ele?
    Eu comparo Sílvio Santos e Chacrinha a Pelé e Garrincha. Sílvio Santos é um mestre, completo, ninguém se comunica melhor com uma platéia ou o telespectador. Chacrinha é gênio, fenômeno. Um anjo de pernas tortas.
    Chacrinha é humor. Que me desculpem os que não gostam, mas tão muito caretas. Tá faltando humor aí.
    “Eu vim pra confundir, não pra explicar.”
    “Na TV nada se cria, tudo se copia.”
    “Não sou psicanalista e nem analista. Sou vigarista.”
    “A melhor lua pra se plantar mandioca é a lua-de-mel.”
    “Alô, Dona Maria, seu dinheiro vai dar cria.”
    “O mundo está em dicotomia convergente, mas vai mudar.”
    “Quem não se comunica, se trumbica.”

    • Hildeval Araujo disse:

      Perfeito, Gilberto, perfeito!

    • Juliano Santos disse:

      Assino.embaixo
      e.todos.que.vieram.depois.são.um.arremedo.de.comunicador
      Quem,como.eu,viu.os.carismáticos.Chacrinha,Sílvio.Santos
      e.até.o.polêmico.Flavio.Cavalcanti
      não.consegue.entender.o.”sucesso”.do.Luciano.Hulk
      que.tem.o.carisma.de.uma.porta

  12. paulo frança disse:

    Também vi e adorei! Chacricha é a contracultura no que esta tem de melhor. Chacrinha demoliu paradigmas na TV que ninguém mais, ainda hoje, consegue fazer. Muitos tentam imitar o Velho Guerreiro, mas são pífios. Chacrinha era estudado nas faculdades de Comunicação como um gênio comunicador. Enquanto repetíamos da frase de Golbery, muito usada hoje pela imprensa de direita, de que o que vale é a versão repetida a exaustõ, não o fato, Chacrinha nos brindava com o “quem não se comunica se trumbica”, lema dos que almejam serem jornalistas de fato.
    O documentário é muito interessante. Comparar as chacretes no auge com o que sobrou delas é dar-se um puxão de orelhas avisando para evitar os caminhos fáceis da vida. Quem vai querer bacalhau???!!!!

  13. [...] populares nas rádios do mundo todo nos anos 30. A televisão como veículo consagrava a máxima de Chacrinha: nela nada se cria, tudo se [...]

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