Joaquim Barbosa recomendou aceitar a denúncia do mensalão mineiro contra um político do PSDB, Eduardo Azeredo.
Mexeu com a mídia. Mexeu com Ali Kamel e a resposta não demorou a vir.
Do blog do Ali K… digo do Noblat
Foi mal, Barbosa!
É majoritária entre os ministros do Supremo Tribunal Federal a opinião de que foi medíocre o desempenho de Joaquim Barbosa (foto acima) como relator do caso do mensalão mineiro protagonizado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Cabia a Barbosa votar pelo acatamento ou recusa da denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República. Uma vez que ela fosse aceita pela maioria dos seus pares, só então se abriria processo contra o senador.
Mas o de Barbosa foi um voto de condenação prévia de Azeredo. De resto, ele conferiu importância excessiva a um recibo de dinheiro que Azeredo enfaticamente aponta como falso. Barbosa não pediu uma perícia do documento.
Nassif, país já gerou mais de um milhão de empregos diz Lupi: ” Quando eu disse, em janeiro, que criariamos mais de um milhão de empregos este ano, cheguei a ser ridicularizado, só faltam me chamar de louco”.
Acabei de receber a notícia de que o SARESP foi cancelado (deveria começar amanhã e ir aí quarta feira), e que não há ainda uma data de previsão para a aplicação das provas.
As escolas vem se preparando para o Saresp faz uns 2 meses pelo menos, com palestras e videoconferencias com os coordenadores pedagogicos, diretores, tirando os mesmos vários dias da escola para se prepararem para o SARESP.
Porém, por algum motivo, foi cancelado (adiado) em cima da hora. É claro que esta prova não tem a importância que tem o ENEM, uma vez que ele não interfere na entrada do aluno em nenhuma universidade, porém ele “deveria” (entre aspas por que na minha opinião não é aasim que acontece) ajudar a melhorar a educação do no estadode São Paulo.
Ele também influencia no BONUS que os funcionários da secretaria de estado da educação recebem todo ano.
Alguém sabe por que fopi adiado?
Vazamento de provas?
Atrazo das editoras contratadas?
Imcompetência do Lula?? Essa aqui é uma ironia gente, o SARESP é de responsabilidade do secretario Paulo Renato e do governador SERRA.
Abraços e aguardo noticias.
Nassif, é bom colocar EM OBSERVAÇÃO.
Olá pessoal, o Sarespe foi adiado por “problemas logísticos”. Como será que está a cara do Paulo Renato depois de dizer que o Enem era organizado por amadores?
Olha isso. Tem certeza que é na Ucrânia e não no Brasil?
Do [Album de Fotos] Terra
Ucrânia – 14h06 – Ativistas do movimento de mulheres ucranianas usam máscaras cirúrgicas durante um protesto na Praça da Independência, em Kiev. O objetivo era diminuir o estresse da população, já que o governo e outras forças políticas estão sendo acusadas de usar a gripe suína como uma ferramenta política, criando medo entre a população antes das próximas eleições presidenciais previstas para janeiro de 2010
Os dois maiores bancos públicos se articulam para eleger o próximo presidente da entidade
Fábio Barbosa deixará o comando da federação até 19 de abril de 2010
O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão trabalhando pesado para assumir o comando da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Pelo estatuto da entidade, até março do ano que vem, devem haver eleições para a escolha do substituto do atual presidente, Fábio Barbosa, do Santander Real, cujo mandato, de três anos, se encerrará no dia 19 de abril — a reeleição é proibida. A meta do BB e da Caixa, o primeiro e o quarto maiores bancos do país, é quebrar a hegemonia das instituições privadas que sempre dirigiram a poderosa federação e impor a filosofia do governo, mais social, pró-consumidor e pró-crescimento econômico, com ampliação do crédito a um custo mais baixo.
O BB e a Caixa chegaram à Febraban no fim dos anos 1990 pelas mãos do então presidente da entidade, Roberto Setúbal, do Banco Itaú. Mas sempre tiveram papel coadjuvante. “Agora, chegou a hora de assumirmos um posto de liderança na entidade e funcionarmos como um contraponto à visão que sempre prevaleceu por lá”, diz um dos principais representantes dos bancos públicos. “Sabemos que haverá resistências, mas temos como angariar apoio a nosso favor. A Febraban não pode continuar sendo um feudo dos grandes bancos privados”, acrescenta.
Triunvirato
Nos últimos anos, a presidência da Febraban pertenceu ao triunvirato formado pelo Itaú, Bradesco e Unibanco. Essa hegemonia foi quebrada por Fábio Barbosa, então presidente do Real. Mas já havia uma negociação para que o rodízio voltasse. O escolhido seria Antonio Jacinto Matias, que frustrou os planos ao se aposentar do Itaú e se afastar do sistema financeiro. Além disso, Itaú e Unibanco viraram uma coisa só. E mais: Roberto Setúbal já presidiu a federação por cinco anos, pois acumulou um mandato tampão ao substituir Maurício Schullman, que perdeu o cargo depois da quebra do Bamerindus. Pedro Moreira Salles, do Unibanco, não demonstra o menor apetite pela entidade.
“Talvez seja a hora de um banco público assumir a presidência da Febraban. Mas isso só vai acontecer se houver um acordo tácito com as instituições privadas de que a entidade continuará defendendo os interesses do setor e não os do governo”, ressalta um executivo com assento na atual gestão da Febraban. “Temos ainda um bom tempo pela frente para aparar as arestas. E não será fácil chegar a um consenso. Os bancos privados não gostam nem um pouco da posição intervencionista adotada pelo governo depois do estouro da crise mundial. É um perigo”, complementa. (VN)
Poder de fogo
A poderosa Federação Brasileira de Bancos (Febraban) é a principal entidade do setor bancário brasileiro. Foi fundada em 1967 e tem por finalidade representar seus associados nas esferas dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e em demais fóruns da sociedade. Atualmente, possui como associados 120 dos 159 bancos registrados no Banco Central.
Há exatamente cinco anos, a Mozilla Foundation lançou a versão 1.0 do Mozilla Firefox.
Nesses cinco anos o Firefox atingiu 24% de market share — um feito considerável, uma vez que concorre com um produto gratuito que já vem instalado em todos os computadores.
O Firefox é um software livre, desenvolvido por uma associação sem fins lucrativos — e um dos melhores navegadores web disponíveis.
Devemos comemorar, acima de tudo, pois o Firefox possibilitou uma nova era de inovação e padronização na web.
O renomado economista está perdendo a compostura com essa história de futebol!
“O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, atacou duramente Simon em entrevista ao jornal “Lance”, o chamando de “vigarista, safado, sem vergonha e crápula”. Belluzzo o acusou o árbitro de estar “na gaveta de alguém” e de feito “um serviço para o Fluminense”. E foi além, dizendo que lhe daria “uns tapas” se o encontrasse na rua. “
Comentário meu. Se o sujeito comenteu crimes então ele não deveria ser preso? Por ser juíz então é “aposentado”? Estou na profissão errada, ser juíz no Brasil é muito melhor até do que ser senador!
Da mesma forma que a idade da pedra acabou não por falta de pedra, mas por surgir um modelo melhor. O muro de berlim e o comunismo que ele representava acabou por que o modelo estava esgotado e não funcionou.
Modelos autocráticos e ditatoriais acaba por ter uma classe dirigente que visa não a melhoria do pais mas somente seu interesse próprio e sobrevivência.
Veja o caso do Irã, Cuba e Coréia do Norte, os dirigentes nestes paises só estão interessados na sua sobrevivência que se dane o povo.
Esta é a beleza da democracia….
A Imprensa Golpista está apreensiva. Mais um ‘formador de opinião’ dos tempos do ‘pensamento subalterno’ com seus vaticínios sobre o pleito de 2010. Desta vez, é o Sr. Noblargh que faz coro com Dora Kramer e Míriam Leitão no mais novo movimento midiático CESDECI ‘Cansei de Esperar Serra Decidir”.
Destaque para a pérola do (sic) post:
A próxima tende a ser uma eleição curiosa. O PT olhará Serra e enxergará Fernando Henrique com todos os seus eventuais defeitos.
De sua parte, o PSDB olhará Dilma e enxergará o PT dos muitos escândalos, do aparelhamento e do inchaço da máquina do Estado, da cooptação por meio de grana dos movimentos sociais e da cumplicidade com o MST que invade e depreda fazendas.
O governador José Serra acerta quando se cala sobre se será ou não candidato à sucessão de Lula. Do alto das pesquisas de intenção de voto por que ele haveria de se tornar alvo desde já da fúria do PT e dos seus aliados?
Nada lucraria com isso. De resto, não há um só tucano emplumado que duvide da disposição de Serra para sair candidato.
À sombra, Serra tem trabalhado duro para pavimentar o caminho que poderá levá-lo a concorrer à presidência da República pela segunda e última vez. Se não concorrer ou for derrotado, dará adeus em definitivo ao sonho cultivado desde que começou a fazer política.
Lula perdeu três eleições consecutivas antes de vencer a primeira em 2002. Se depender dele, tentará um novo mandato em 2014. Estará com 69 anos – e Serra com 72.
A diferença de idade entre eles não é o que permite imaginar Lula eleito para um terceiro mandato e Serra metido em um pijama dentro de casa observando o crescimento da grama no seu jardim.
Hoje a Alemanha comemora 0s 20 anos da queda do Muro de Berlim.
Quanta loucura!
Hoje estão festejando a liberdade e possam tb rever o quanto prejudicou esta separação.
Gostaria que alguém comentasse como vê a Alemanha depois destes 20 anos?
Outro:A moça que usou mini-saia na UnIBAN foi expulsa.
Acabei de chegar da rua, fui pegar minha filha na escola e notei segmentos de arco iris do lado esquerdo e direito do sol, porem bem distantes. Mostrei pra ela e ela admirou, depois olhou pra cima e disse “Mas tem dois mais bem emcima das nossas cabecas!!!”
E tinha mesmo. So que eles nao estavam com as pontas pro lado do sol. Ambos estavam com pontas viradas pro nosso lado!!!!
Nessa grande area metropolitana alguem deve ter filmado isso. Foi lindo!!!
Que eu saiba durou uns 40 minutos. Tenho certeza que vai aparecer na internet em pouco tempo.
Um debaixo do outro, e o sol abaixo dos dois. Dois segmentos mais, muito brilhantes, dos lados do sol mas muito, muito distantes. Aparentemente ninguem tirou foto… vou esperar mais uns dias pra ver se aparecem.
Expulsão de Geisy transforma Uniban em alvo na internet
Blogs, twitters e comentários condenam atitude como erro de marketing e demonstração de machismo
SÃO PAULO – A decisão da Universidade Bandeirante (Uniban) de punir com expulsão a estudante Geisy Arruda, que havia sido vítima de perseguição por outros alunos da instituição por usar um vestido considerado excessivamente curto, atraiu condenação praticamente unânime na internet brasileira e fez notícia dos Estados Unidos à Índia, onde um site noticioso relacionou o caso a polêmicas locais envolvendo a burca e a proibição do uso de calças jeans em algumas instituições de ensino.
A condenação à atitude da universidade uniu desde o blogueiro Reinaldo Azevedo à União Nacional dos Estudantes (UNE). No Twitter, a instituição já recebeu o apelido de “UNItaleBAN”, em referência à milícia extremista islâmica afegã conhecida pela repressão violenta que impõe às mulheres. Um abaixoassinado de repúdio à instituição instalado no petitionline.com reunia, pouco antes das 14h30 desta segunda-feira, 9, mais de 3.200 assinaturas.
(…)
Abaixo, excertos de algumas das repercussões de maior destaque:
(…) temos hoje no Brasil mais de 1.200 faculdades de direito, contra 182 nos EUA e temos no Brasil mais faculdades de medicina do que toda a Europa. Estamos enganando jovens e seus pais, formando falsos preparados para nada, uma legião de desempregados diplomados, na recente inscrição para emprego de garis no Rio se inscreveram 2.000 com curso superior. (Blog de Luis Nassif)
O que se viu naquela, digamos, “universidade” é sintoma de uma doença que corrói o ensino universitário brasileiro, que está no auge de sua expansão bárbara. Bárbara mesmo! Agora é o dinheiro público que financia a tomada de poder pelos hunos. (Blog de Reinaldo Azevedo)
O caso da moça da saia curta na Uniban, que culminou na surpreendente e absurda decisão da universidade de expulsar a aluna e apenas suspender os agressores, coloca em evidência o segmento das universidades populares, outro fenômeno criado pelo fortalecimento da Nova Classe Média Brasileira nos últimos anos. (BlueBus)
Para presidente da UNE, decisão da UNIBAN de expulsar Geisy Arruda é carregada de machismo, preconceito e autoritarismo. (Blog do Cuca – UNE)
Estamos todos entusiasmados para ver a Uniban ser apedrejada publicamente por uma atitude que, a princípio, a maior parte das empresas toma ou tomaria, que é: defender seus clientes e optar por ter menos dor de cabeça apostando que eventuais notícias negativas não se espalhariam. (Blog Talk – Juliano Spyer)
O que vimos na UniBan, a perseguição, as ameaças de estupro, a humilhação, a violência cometida contra uma estudante pelo tamanho do seu vestido – muito mais comportado do que muitos que já vi na PUC ou USP, por exemplo – não é algo típico do Brasil, ou não deveria ser. Mas, no Afeganistão, Arábia Saudita ou na Europa Medieval, seriam lugar-comum. (Blog Trezentos)
“O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão trabalhando pesado para assumir o comando da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Pelo estatuto da entidade, até março do ano que vem, deve haver eleições para a escolha do substituto do atual residente, Fábio Barbosa, do Santander Real, cujo mandato, de três anos, se encerrará no dia 19 de abril — a reeleição é proibida. A meta do BB e da Caixa, o primeiro e o quarto maiores bancos do país, é quebrar a hegemonia das instituições privadas que sempre dirigiram a poderosa federação e impor a filosofia do governo, mais social, pró-consumidor e pró-crescimento econômico, com ampliação do crédito a um custo mais baixo.
O BB e a Caixa chegaram à Febraban no fim dos anos 1990 pelas mãos do então presidente da entidade, Roberto Setúbal, do Banco Itaú. Mas sempre tiveram papel coadjuvante. “Agora, chegou a hora de assumirmos um posto de liderança na entidade e
funcionarmos como um contraponto à visão que sempre prevaleceu por lá”, diz um dos principais representantes dos bancos públicos. “Sabemos que haverá resistências, mas temos como angariar apoio a nosso favor. A Febraban não pode continuar sendo um feudo dos grandes bancos privados”, acrescenta.
Triunvirato
Nos últimos anos, a presidência da Febraban pertenceu ao triunvirato formado pelo Itaú, Bradesco e Unibanco. Essa hegemonia foi quebrada por Fábio Barbosa, então presidente do Real. Mas já havia uma negociação para que o rodízio voltasse. O escolhido seria
Antonio Jacinto Matias, que frustrou os planos ao se aposentar do Itaú e se afastar do sistema financeiro. Além disso, Itaú e Unibanco viraram uma coisa só. E mais: Roberto Setúbal já presidiu a federação por cinco anos, pois acumulou um mandato tampão ao substituir Maurício Schullman, que perdeu o cargo depois da quebra do Bamerindus.
Pedro Moreira Salles, do Unibanco, não demonstra o menor apetite pela entidade.
“Talvez seja a hora de um banco público assumir a presidência da Febraban. Mas isso só vai acontecer se houver um acordo tácito com as instituições privadas de que a entidade continuará defendendo os interesses do setor e não os do governo”, ressalta
um executivo com assento na atual gestão da Febraban.
“Temos ainda um bom tempo pela frente para aparar as arestas. E não será fácil chegar a um consenso. Os bancos privados não gostam nem um pouco da posição intervencionista adotada pelo governo depois do estouro da crise mundial. É um perigo”, complementa.
O que levaria o Aécio a começar a bater de frente com o Lula?!
Será que seria uma jogada para conseguir apoio da ala mais Serrista? Assim ele poderia sair candidato satisfazendo os gregos e troianos do PSDB!
Parece que uma das coisas que contribuiu para a renúncia de Mikhail Gorbachev na Rússia, está derrubando parte da sociedade, principalmente os jovens, alvos fáceis das propagandas.
A Rússia tenta, mais uma vez, deter o vício da vodca
Do New York Times – Clifford J. Levy – em Mytishchi (Rússia)Tradução: Eloise De Vylder – No UOL
Era um final de tarde de uma segunda-feira em uma “cela para bêbados” neste subúrbio de Moscou, mas poderia ter sido em qualquer dia, a qualquer hora, em qualquer instalação semelhante do país.
As pessoas chegariam. Elas sempre chegam.
A destrutiva inclinação que os russos têm pelas garrafas é muito grande – assim como o desafio que uma nova política do governo enfrenta para detê-la.
O primeiro a ser escoltado pelos policias é um operário da construção civil chamado Damir M. Askerkhanov, que disse estar apenas bebericando vodca e cerveja – “É o meu feriado!” – antes de ser encontrado cambaleando no frio. Aos 23 anos de idade, ele admitiu já ter sido pego embriagado duas vezes recentemente. “Só um pouco alto”, afirmou.
Sergey A. Yurovsky, 36, que estuda para ser funcionário público, chegou logo depois, murmurando e se enroscando em seu agasalho quando pediram para que ele o tirasse para um breve exame médico. Depois que ele foi levado para uma sala para se recuperar, e tirar uma soneca, os policiais chegaram com Larisa V. Labachyova, 53, cujo cabelo estava cheio de sujeira por causa de uma queda.
“É assim o tempo todo”, diz o delegado Igor I. Poludnitsyn, que supervisiona a delegacia há sete anos. “É a nossa calamidade nacional.”
O presidente da Rússia, Dmitri A. Medvedev, tem expressado esse sentimento com frequência e diz que o governo precisa fazer alguma coisa sobre o fato de o país ser o líder mundial em consumo de álcool.
O Kremlin já derrotou um vício neste ano, o jogo nos cassinos, que foi quase totalmente banido em julho. Mas beber – em especial a vodca – é uma coisa completamente diferente. É um dos pilares da vida russa, uma espécie de “lubrificante social” muito apreciado e um meio fácil de escapar da dureza do dia-a-dia.
Medvedev quer punições mais fortes para quem vender álcool para menores de idade, além de restrições à cerveja, que vem se tornando mais popular entre os jovens. A venda de cerveja em quiosques seria proibida, assim como a de grandes engradados da bebida. O governo poderá tentar controlar mais o mercado de vodca, que continua sendo a bebida alcoólica mais comum.
Mas os planos de Medvedev dão continuidade a uma longa história de campanhas a favor da abstinência, que remontam há séculos. A mais conhecida foi lançada por Mikhail S. Gorbachev, o último líder soviético, que ordenou que as prateleiras de vodca fossem esvaziadas e que vinhedos históricos fossem destruídos em meados da década de 80. As medidas foram bem sucedidas em um primeiro momento e resultaram em um período de abstinência que chegou a aumentar a expectativa de vida.
Mas elas também despertaram fortes reações públicas que ameaçaram a permanência de Gorbachev e do partido comunista, e ele acabou renunciando.
Nos últimos anos, enquanto a Rússia se recuperou e se envolveu mais com o mundo, o álcool obstrui seu desenvolvimento. As empresas estrangeiras que operam aqui ficam cada vez mais conscientes desse impacto quando tentam combater a baixa produtividade.
Os russos consomem aproximadamente 17,5 litros de álcool por pessoa anualmente, mais do que o dobro do nível considerado saudável pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O consumo nos Estados Unidos é de aproximadamente 8,5 litros.
O país terá dificuldades para resolver sua crise demográfica – espera-se que a população diminua em 20% até 2050 – se não enfrentar seu problema com o alcoolismo. Atualmente a expectativa de vida de um homem na Rússia é de 60 anos, em parte em decorrência do alcoolismo.
De acordo com um relatório publicado pelo “The Lancet”, uma revista de medicina inglesa, pesquisadores que estudaram a mortalidade em três cidades industriais na Sibéria no anos 90 descobriram que durante vários anos o álcool foi a causa de mais de metade das mortes de pessoas entre 15 e 54 anos, muitas vezes por meio de acidentes, violência ou intoxicação.
A Câmara Pública, que aconselha o Kremlin, afirmou que cerca de 500 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência direta do álcool ou têm a morte agravada por ele.
“Não importa que as pessoas digam que ele está profundamente enraizado em nossa cultura, que é praticamente impossível lutar contra o alcoolismo na Rússia”, disse Medvedev, “precisamos reconhecer que outros países, e vocês sabem quais, foram bem sucedidos em seus esforços para lidar com essa questão”.
Vários especialistas dizem que duvidam que o governo seja capaz de alcançar muitos resultados a menos que seus planos sejam drasticamente endurecidos. Eles dizem que o passo mais importante seria o aumento do preço da vodca por meio de pesados impostos e o fechamento de destilarias irregulares. Um litro de vodca custa atualmente apenas R$ 3,50.
Eles destacam que, em outros países, como na França, as pessoas bebem bastante, mas principalmente vinho e cerveja, bebidas que são vistas como menos prejudiciais. O problema aqui são os destilados.
Em Mystishchi, com 170 mil habitantes, Poludnitsyn diz que a necessidade de impor mais limites é evidente. A delegacia normalmente recebe cerca de doze pessoas por dia e muito mais durante os feriados e finais de semana.
“Não é uma batalha que pode ser vencida em apenas um ano”, diz ele. “É uma luta de muito tempo, talvez décadas.”
O consumo de álcool aumentou drasticamente desde a queda da União Soviética em 1991, apesar de menos pessoas embriagadas serem vistas nas ruas nos últimos anos, em parte porque a polícia está fazendo um trabalho melhor para retirá-los da rua.
Dr. Aleksandr V. Nemtsov, do Instituto de Pesquisa Psiquiátrica de Moscou, é um dos maiores especialistas em álcool da Rússia e afirma que pouca coisa vai mudar se o Kremlin não levar a sério o fechamento das destilarias irregulares, responsáveis por metade da vodca produzida no país, e que normalmente são protegidas por policiais corruptos.
“O governo não quer que as pessoas pobres fiquem sem vodca barata”, diz Nemtsov. “Porque é melhor para eles que as pessoas fiquem embriagadas. Você deve saber que Catarina, a Grande, disse que era mais fácil governar um povo embriagado. Essa é a raiz do problema.”
Nemtsov diz que seria besteira restringir a venda de cerveja. Segundo ele, já que é pouco provável que as pessoas parem de beber completamente, o governo deveria preferir que elas bebessem cerveja.
Viktor F. Zvagelsky, membro do partido do governo no parlamento, discorda e diz que jovens que começam com a cerveja depois passam para a vodca.
Ele diz que o apoio de Medvedev e do Primeiro Ministro Vladmir V. Putin ajudaria a superar a oposição da indústria do álcool contra mais restrições.
As cervejarias, muitas delas pertencentes a conglomerados estrangeiros, têm impedido há anos as tentativas do parlamento de aplicar à cerveja as mesmas regras aplicadas à vodca, como a limitação das propagandas e a restrição dos locais e horários de venda, diz Zvagelsky.
“O lobby dos fabricantes de cerveja é muito forte”, afirma.
Formas ultrapassadas de lidar com o problema ficaram evidentes na delegacia de Mytshchi. Depois de ficarem sóbrios, os detidos foram fichados e avisados de que teriam que pagar uma multa antes de serem liberados.
O valor é de 100 rublos (R$ 6), o mesmo desde os tempos da União Soviética.
Não dá para deixar todos os posts do dia numa única página? Dei aula o dia todo, e queria participar do debate sobre a universidade. Como ficou na outra página, o assunto morreu.
Deixei prá muito tarde, mas poderíamos aproveitar a data comemorativa da queda do muro de Berlim e comentar outros muros que também são “da vergonha”, como o que separa Israel da Cisjordânia, EUA do México, Egito de Gaza e do Morro dona Marta.
Segundo estudo australiano, mulheres dão mais resultados do que os homens, mas ainda são julgadas pelas aparências
A presença feminina nos palanques da política vem crescendo gradativamente, mas ainda é muitas vezes julgada pelas aparências. Apesar dos pesares, segundo a Dra. Mary Crawford, da Escola Tecnológica de Administração da Universidade de Queensland, na Austrália, isto é um obstáculo para o reconhecimento da verdadeira contribuição das mulheres no poder.
Segundo pesquisa realizada por Crawford, as mulheres que pertencem aos Parlamentos da Austrália, dos Estados Unidos e do Reino Unido gastam consideravelmente mais tempo trabalhando e cuidando de seu eleitorado do que fazem os homens. No entanto, são mais criticadas por suas imagens do que pelo desempenho político.
Em estudo realizado recentemente pelas Universidades de Stanford e de Chicago, nos Estados Unidos, as mulheres do Congresso estadunidense são capazes de conseguir mais dinheiro para seus respectivos distritos do que os companheiros de trabalho. Segundo o jornal norte-americano politico.com, ao examinar o desempenho de todos os membros da casa entre os anos de 1984 e 2004, descobriu-se que as mulheres conseguem cerca de 9% a mais de orçamento para seus distritos do que os homens.
Há outras variações que contribuem para esta característica, além do gênero: filiação partidária e prioridades diferentes são algumas delas. Mas segundo a pesquisadora de Stanford Sarah Anzia todos estes fatores foram considerados no estudo.
Cenário nacional
No Brasil, de acordo com balanço do Tribunal Superior Eleitoral em 2008, as mulheres representam 51,7% do eleitorado brasileiro, mas não chegam perto deste número dentro da representação política. Segundo informações do site da campanha “Mais Mulheres no Poder”, no Supremo Tribunal Federal, por exemplo, são duas mulheres para nove homens.
A presença feminina na Câmara dos Deputados e no Senado não passa de 10% e nenhuma mulher alcançou a Presidência da República, como já aconteceu em países como Argentina e Chile, com Cristina Kirchner e Michelle Bachelet, respectivamente.
Escalada de poder
De acordo com o jornal australiano online news.com.au, Crawford também afirmou que “membros masculinos dos Parlamentos gastam mais tempo se vangloriando por seu papel, se auto-elogiando e se insinuando àqueles de mais poder para alcançar postos mais altos”.
Enquanto isso, as mulheres são levadas a trabalharem mais por, entre outros fatores, constantes dúvidas colocadas em relação à capacidade. Segundo informou uma das representantes do Congresso dos Estados Unidos, Judy Biggert, ao politico.com, as pessoas sempre a questionaram sobre sua força para o cargo. “Isso sempre me levou a trabalhar duas, três vezes mais do que os homens”, disse.
Introdutor do jornalismo de serviços e do jornalismo eletrônico no país. Vencedor do Prêmio de Melhor Jornalista de Economia da Imprensa Escrita do site Comunique-se em 2003, 2005 e 2008, em eleição direta da categoria. Prêmio iBest de Melhor Blog de Política, em eleição popular e da Academia iBest.
Joaquim Barbosa recomendou aceitar a denúncia do mensalão mineiro contra um político do PSDB, Eduardo Azeredo.
Mexeu com a mídia. Mexeu com Ali Kamel e a resposta não demorou a vir.
Do blog do Ali K… digo do Noblat
Foi mal, Barbosa!
É majoritária entre os ministros do Supremo Tribunal Federal a opinião de que foi medíocre o desempenho de Joaquim Barbosa (foto acima) como relator do caso do mensalão mineiro protagonizado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Cabia a Barbosa votar pelo acatamento ou recusa da denúncia oferecida pela Procuradoria Geral da República. Uma vez que ela fosse aceita pela maioria dos seus pares, só então se abriria processo contra o senador.
Mas o de Barbosa foi um voto de condenação prévia de Azeredo. De resto, ele conferiu importância excessiva a um recibo de dinheiro que Azeredo enfaticamente aponta como falso. Barbosa não pediu uma perícia do documento.
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/09/foi-mal-barbosa-239339.asp
ê povinho previsível!!
Nassif, país já gerou mais de um milhão de empregos diz Lupi: ” Quando eu disse, em janeiro, que criariamos mais de um milhão de empregos este ano, cheguei a ser ridicularizado, só faltam me chamar de louco”.
MSN – Notícias às 13:40 hs.
Abs.
Acabei de receber a notícia de que o SARESP foi cancelado (deveria começar amanhã e ir aí quarta feira), e que não há ainda uma data de previsão para a aplicação das provas.
As escolas vem se preparando para o Saresp faz uns 2 meses pelo menos, com palestras e videoconferencias com os coordenadores pedagogicos, diretores, tirando os mesmos vários dias da escola para se prepararem para o SARESP.
Porém, por algum motivo, foi cancelado (adiado) em cima da hora. É claro que esta prova não tem a importância que tem o ENEM, uma vez que ele não interfere na entrada do aluno em nenhuma universidade, porém ele “deveria” (entre aspas por que na minha opinião não é aasim que acontece) ajudar a melhorar a educação do no estadode São Paulo.
Ele também influencia no BONUS que os funcionários da secretaria de estado da educação recebem todo ano.
Alguém sabe por que fopi adiado?
Vazamento de provas?
Atrazo das editoras contratadas?
Imcompetência do Lula?? Essa aqui é uma ironia gente, o SARESP é de responsabilidade do secretario Paulo Renato e do governador SERRA.
Abraços e aguardo noticias.
Nassif, é bom colocar EM OBSERVAÇÃO.
Olá pessoal, o Sarespe foi adiado por “problemas logísticos”. Como será que está a cara do Paulo Renato depois de dizer que o Enem era organizado por amadores?
http://blog.estadao.com.br/blog/renata/?title=saresp_e_adiado&more=1&c=1&tb=1&pb=1
Se me permitem rir da ironia da situação:
Olha isso. Tem certeza que é na Ucrânia e não no Brasil?
Do [Album de Fotos] Terra
Ucrânia – 14h06 – Ativistas do movimento de mulheres ucranianas usam máscaras cirúrgicas durante um protesto na Praça da Independência, em Kiev. O objetivo era diminuir o estresse da população, já que o governo e outras forças políticas estão sendo acusadas de usar a gripe suína como uma ferramenta política, criando medo entre a população antes das próximas eleições presidenciais previstas para janeiro de 2010
http://noticias.terra.com.br/galeria24h/galerias/0,,OI44222-EI8220,00.html?iniciar=tmb1360680
BB e Caixa querem o comando da Febraban
Vicente Nunes
Correio Braziliense – 08/11/2009
Os dois maiores bancos públicos se articulam para eleger o próximo presidente da entidade
Fábio Barbosa deixará o comando da federação até 19 de abril de 2010
O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão trabalhando pesado para assumir o comando da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Pelo estatuto da entidade, até março do ano que vem, devem haver eleições para a escolha do substituto do atual presidente, Fábio Barbosa, do Santander Real, cujo mandato, de três anos, se encerrará no dia 19 de abril — a reeleição é proibida. A meta do BB e da Caixa, o primeiro e o quarto maiores bancos do país, é quebrar a hegemonia das instituições privadas que sempre dirigiram a poderosa federação e impor a filosofia do governo, mais social, pró-consumidor e pró-crescimento econômico, com ampliação do crédito a um custo mais baixo.
O BB e a Caixa chegaram à Febraban no fim dos anos 1990 pelas mãos do então presidente da entidade, Roberto Setúbal, do Banco Itaú. Mas sempre tiveram papel coadjuvante. “Agora, chegou a hora de assumirmos um posto de liderança na entidade e funcionarmos como um contraponto à visão que sempre prevaleceu por lá”, diz um dos principais representantes dos bancos públicos. “Sabemos que haverá resistências, mas temos como angariar apoio a nosso favor. A Febraban não pode continuar sendo um feudo dos grandes bancos privados”, acrescenta.
Triunvirato
Nos últimos anos, a presidência da Febraban pertenceu ao triunvirato formado pelo Itaú, Bradesco e Unibanco. Essa hegemonia foi quebrada por Fábio Barbosa, então presidente do Real. Mas já havia uma negociação para que o rodízio voltasse. O escolhido seria Antonio Jacinto Matias, que frustrou os planos ao se aposentar do Itaú e se afastar do sistema financeiro. Além disso, Itaú e Unibanco viraram uma coisa só. E mais: Roberto Setúbal já presidiu a federação por cinco anos, pois acumulou um mandato tampão ao substituir Maurício Schullman, que perdeu o cargo depois da quebra do Bamerindus. Pedro Moreira Salles, do Unibanco, não demonstra o menor apetite pela entidade.
“Talvez seja a hora de um banco público assumir a presidência da Febraban. Mas isso só vai acontecer se houver um acordo tácito com as instituições privadas de que a entidade continuará defendendo os interesses do setor e não os do governo”, ressalta um executivo com assento na atual gestão da Febraban. “Temos ainda um bom tempo pela frente para aparar as arestas. E não será fácil chegar a um consenso. Os bancos privados não gostam nem um pouco da posição intervencionista adotada pelo governo depois do estouro da crise mundial. É um perigo”, complementa. (VN)
Poder de fogo
A poderosa Federação Brasileira de Bancos (Febraban) é a principal entidade do setor bancário brasileiro. Foi fundada em 1967 e tem por finalidade representar seus associados nas esferas dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e em demais fóruns da sociedade. Atualmente, possui como associados 120 dos 159 bancos registrados no Banco Central.
Feliz aniversário, Firefox!
Há exatamente cinco anos, a Mozilla Foundation lançou a versão 1.0 do Mozilla Firefox.
Nesses cinco anos o Firefox atingiu 24% de market share — um feito considerável, uma vez que concorre com um produto gratuito que já vem instalado em todos os computadores.
O Firefox é um software livre, desenvolvido por uma associação sem fins lucrativos — e um dos melhores navegadores web disponíveis.
Devemos comemorar, acima de tudo, pois o Firefox possibilitou uma nova era de inovação e padronização na web.
E você, já experimentou usar o Firefox?
http://arstechnica.com/open-source/news/2009/11/firefox-turns-five-half-a-decade-of-web-liberation.ars
http://www.mozilla.com/pt-BR/
O Nassif,
O renomado economista está perdendo a compostura com essa história de futebol!
“O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, atacou duramente Simon em entrevista ao jornal “Lance”, o chamando de “vigarista, safado, sem vergonha e crápula”. Belluzzo o acusou o árbitro de estar “na gaveta de alguém” e de feito “um serviço para o Fluminense”. E foi além, dizendo que lhe daria “uns tapas” se o encontrasse na rua. “
TRF4 determina que juíz federal seja aposentado por suspeita de crimes
http://portal.rpc.com.br/jm/online/conteudo.phtml?tl=1&id=942412&tit=TRF4-determina-aposentadoria-do-juiz-acusado-de-forjar-atentado-em-Umuarama
Comentário meu. Se o sujeito comenteu crimes então ele não deveria ser preso? Por ser juíz então é “aposentado”? Estou na profissão errada, ser juíz no Brasil é muito melhor até do que ser senador!
Da mesma forma que a idade da pedra acabou não por falta de pedra, mas por surgir um modelo melhor. O muro de berlim e o comunismo que ele representava acabou por que o modelo estava esgotado e não funcionou.
Modelos autocráticos e ditatoriais acaba por ter uma classe dirigente que visa não a melhoria do pais mas somente seu interesse próprio e sobrevivência.
Veja o caso do Irã, Cuba e Coréia do Norte, os dirigentes nestes paises só estão interessados na sua sobrevivência que se dane o povo.
Esta é a beleza da democracia….
A Imprensa Golpista está apreensiva. Mais um ‘formador de opinião’ dos tempos do ‘pensamento subalterno’ com seus vaticínios sobre o pleito de 2010. Desta vez, é o Sr. Noblargh que faz coro com Dora Kramer e Míriam Leitão no mais novo movimento midiático CESDECI ‘Cansei de Esperar Serra Decidir”.
Destaque para a pérola do (sic) post:
A próxima tende a ser uma eleição curiosa. O PT olhará Serra e enxergará Fernando Henrique com todos os seus eventuais defeitos.
De sua parte, o PSDB olhará Dilma e enxergará o PT dos muitos escândalos, do aparelhamento e do inchaço da máquina do Estado, da cooptação por meio de grana dos movimentos sociais e da cumplicidade com o MST que invade e depreda fazendas.
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/09/por-que-serra-demora-239337.asp
Por que Serra demora
O governador José Serra acerta quando se cala sobre se será ou não candidato à sucessão de Lula. Do alto das pesquisas de intenção de voto por que ele haveria de se tornar alvo desde já da fúria do PT e dos seus aliados?
Nada lucraria com isso. De resto, não há um só tucano emplumado que duvide da disposição de Serra para sair candidato.
À sombra, Serra tem trabalhado duro para pavimentar o caminho que poderá levá-lo a concorrer à presidência da República pela segunda e última vez. Se não concorrer ou for derrotado, dará adeus em definitivo ao sonho cultivado desde que começou a fazer política.
Lula perdeu três eleições consecutivas antes de vencer a primeira em 2002. Se depender dele, tentará um novo mandato em 2014. Estará com 69 anos – e Serra com 72.
A diferença de idade entre eles não é o que permite imaginar Lula eleito para um terceiro mandato e Serra metido em um pijama dentro de casa observando o crescimento da grama no seu jardim.
E a ameaça da inflacao!
http://www.leituradireta.com.br/noticia.php?id_noticia=1037
“Estou a caminho da UNIBAN.Sabem o que estou vestindo???”
Sabrina Sato (twitter)
No Senado pode?
hahaha…até imagino
Hoje a Alemanha comemora 0s 20 anos da queda do Muro de Berlim.
Quanta loucura!
Hoje estão festejando a liberdade e possam tb rever o quanto prejudicou esta separação.
Gostaria que alguém comentasse como vê a Alemanha depois destes 20 anos?
Outro:A moça que usou mini-saia na UnIBAN foi expulsa.
Aécio tentando ecoar de outra forma o brado de FHC
http://www.redebrasilatual.com.br/temas/politica/aecio-eleva-tom-contra-lula-e-afasta-eleicao-polarizada
Nassif,
Conhece o LeXML ? É o Google das Leis.
http://muitopelocontrario.wordpress.com/2009/11/09/lexml-o-google-das-leis/
Ele tem jurisprudencia, legislacao, etc dos 3 poderes dos 3 niveis, federal, estadual e municipal.
Divulge. A iniciativa, é do Senado Federal.
Arco iris quadruplo no ceu de Newark:
Acabei de chegar da rua, fui pegar minha filha na escola e notei segmentos de arco iris do lado esquerdo e direito do sol, porem bem distantes. Mostrei pra ela e ela admirou, depois olhou pra cima e disse “Mas tem dois mais bem emcima das nossas cabecas!!!”
E tinha mesmo. So que eles nao estavam com as pontas pro lado do sol. Ambos estavam com pontas viradas pro nosso lado!!!!
Nessa grande area metropolitana alguem deve ter filmado isso. Foi lindo!!!
Que eu saiba durou uns 40 minutos. Tenho certeza que vai aparecer na internet em pouco tempo.
Nos vimos dois, como esse:
http://byfiles.storage.msn.com/y1pMd_bf2fVdxVFqrkh1XvsEW8Q-ry5vzRr0f6tOQiUpT4nqvadcydHMY5726pP6mb2?PARTNER=WRITER
Um debaixo do outro, e o sol abaixo dos dois. Dois segmentos mais, muito brilhantes, dos lados do sol mas muito, muito distantes. Aparentemente ninguem tirou foto… vou esperar mais uns dias pra ver se aparecem.
“Nóis tá” lá no Estadão
Do Estadão
Expulsão de Geisy transforma Uniban em alvo na internet
Blogs, twitters e comentários condenam atitude como erro de marketing e demonstração de machismo
SÃO PAULO – A decisão da Universidade Bandeirante (Uniban) de punir com expulsão a estudante Geisy Arruda, que havia sido vítima de perseguição por outros alunos da instituição por usar um vestido considerado excessivamente curto, atraiu condenação praticamente unânime na internet brasileira e fez notícia dos Estados Unidos à Índia, onde um site noticioso relacionou o caso a polêmicas locais envolvendo a burca e a proibição do uso de calças jeans em algumas instituições de ensino.
A condenação à atitude da universidade uniu desde o blogueiro Reinaldo Azevedo à União Nacional dos Estudantes (UNE). No Twitter, a instituição já recebeu o apelido de “UNItaleBAN”, em referência à milícia extremista islâmica afegã conhecida pela repressão violenta que impõe às mulheres. Um abaixoassinado de repúdio à instituição instalado no petitionline.com reunia, pouco antes das 14h30 desta segunda-feira, 9, mais de 3.200 assinaturas.
(…)
Abaixo, excertos de algumas das repercussões de maior destaque:
(…) temos hoje no Brasil mais de 1.200 faculdades de direito, contra 182 nos EUA e temos no Brasil mais faculdades de medicina do que toda a Europa. Estamos enganando jovens e seus pais, formando falsos preparados para nada, uma legião de desempregados diplomados, na recente inscrição para emprego de garis no Rio se inscreveram 2.000 com curso superior. (Blog de Luis Nassif)
O que se viu naquela, digamos, “universidade” é sintoma de uma doença que corrói o ensino universitário brasileiro, que está no auge de sua expansão bárbara. Bárbara mesmo! Agora é o dinheiro público que financia a tomada de poder pelos hunos. (Blog de Reinaldo Azevedo)
O caso da moça da saia curta na Uniban, que culminou na surpreendente e absurda decisão da universidade de expulsar a aluna e apenas suspender os agressores, coloca em evidência o segmento das universidades populares, outro fenômeno criado pelo fortalecimento da Nova Classe Média Brasileira nos últimos anos. (BlueBus)
Para presidente da UNE, decisão da UNIBAN de expulsar Geisy Arruda é carregada de machismo, preconceito e autoritarismo. (Blog do Cuca – UNE)
Estamos todos entusiasmados para ver a Uniban ser apedrejada publicamente por uma atitude que, a princípio, a maior parte das empresas toma ou tomaria, que é: defender seus clientes e optar por ter menos dor de cabeça apostando que eventuais notícias negativas não se espalhariam. (Blog Talk – Juliano Spyer)
O que vimos na UniBan, a perseguição, as ameaças de estupro, a humilhação, a violência cometida contra uma estudante pelo tamanho do seu vestido – muito mais comportado do que muitos que já vi na PUC ou USP, por exemplo – não é algo típico do Brasil, ou não deveria ser. Mas, no Afeganistão, Arábia Saudita ou na Europa Medieval, seriam lugar-comum. (Blog Trezentos)
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,expulsao-de-geisy-transforma-uniban-em-alvo-na-internet,463508,0.htm
Completando: os #unibanfacts que estão rolando no Twitter desde ontem. http://search.twitter.com/search?q=%23unibanfacts
A unitaliban recuou!
Esses caras não sabiam que existe a blogosfera?
Ficou lindoooooo!
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u649827.shtml
“O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão trabalhando pesado para assumir o comando da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Pelo estatuto da entidade, até março do ano que vem, deve haver eleições para a escolha do substituto do atual residente, Fábio Barbosa, do Santander Real, cujo mandato, de três anos, se encerrará no dia 19 de abril — a reeleição é proibida. A meta do BB e da Caixa, o primeiro e o quarto maiores bancos do país, é quebrar a hegemonia das instituições privadas que sempre dirigiram a poderosa federação e impor a filosofia do governo, mais social, pró-consumidor e pró-crescimento econômico, com ampliação do crédito a um custo mais baixo.
O BB e a Caixa chegaram à Febraban no fim dos anos 1990 pelas mãos do então presidente da entidade, Roberto Setúbal, do Banco Itaú. Mas sempre tiveram papel coadjuvante. “Agora, chegou a hora de assumirmos um posto de liderança na entidade e
funcionarmos como um contraponto à visão que sempre prevaleceu por lá”, diz um dos principais representantes dos bancos públicos. “Sabemos que haverá resistências, mas temos como angariar apoio a nosso favor. A Febraban não pode continuar sendo um feudo dos grandes bancos privados”, acrescenta.
Triunvirato
Nos últimos anos, a presidência da Febraban pertenceu ao triunvirato formado pelo Itaú, Bradesco e Unibanco. Essa hegemonia foi quebrada por Fábio Barbosa, então presidente do Real. Mas já havia uma negociação para que o rodízio voltasse. O escolhido seria
Antonio Jacinto Matias, que frustrou os planos ao se aposentar do Itaú e se afastar do sistema financeiro. Além disso, Itaú e Unibanco viraram uma coisa só. E mais: Roberto Setúbal já presidiu a federação por cinco anos, pois acumulou um mandato tampão ao substituir Maurício Schullman, que perdeu o cargo depois da quebra do Bamerindus.
Pedro Moreira Salles, do Unibanco, não demonstra o menor apetite pela entidade.
“Talvez seja a hora de um banco público assumir a presidência da Febraban. Mas isso só vai acontecer se houver um acordo tácito com as instituições privadas de que a entidade continuará defendendo os interesses do setor e não os do governo”, ressalta
um executivo com assento na atual gestão da Febraban.
“Temos ainda um bom tempo pela frente para aparar as arestas. E não será fácil chegar a um consenso. Os bancos privados não gostam nem um pouco da posição intervencionista adotada pelo governo depois do estouro da crise mundial. É um perigo”, complementa.
http://feebbase.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=9258&Itemid=10
Do Ig “Aécio eleva tom contra Lula e afasta eleição polarizada”.
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/11/09/aecio+eleva+tom+contra+lula+e+afasta+eleicao+polarizada+9053921.html
O que levaria o Aécio a começar a bater de frente com o Lula?!
Será que seria uma jogada para conseguir apoio da ala mais Serrista? Assim ele poderia sair candidato satisfazendo os gregos e troianos do PSDB!
Será que ele está achando que a história da publicidade do tapa na moça teve o dedo do Lula?
Parece que uma das coisas que contribuiu para a renúncia de Mikhail Gorbachev na Rússia, está derrubando parte da sociedade, principalmente os jovens, alvos fáceis das propagandas.
A Rússia tenta, mais uma vez, deter o vício da vodca
Do New York Times – Clifford J. Levy – em Mytishchi (Rússia)Tradução: Eloise De Vylder – No UOL
Era um final de tarde de uma segunda-feira em uma “cela para bêbados” neste subúrbio de Moscou, mas poderia ter sido em qualquer dia, a qualquer hora, em qualquer instalação semelhante do país.
As pessoas chegariam. Elas sempre chegam.
A destrutiva inclinação que os russos têm pelas garrafas é muito grande – assim como o desafio que uma nova política do governo enfrenta para detê-la.
O primeiro a ser escoltado pelos policias é um operário da construção civil chamado Damir M. Askerkhanov, que disse estar apenas bebericando vodca e cerveja – “É o meu feriado!” – antes de ser encontrado cambaleando no frio. Aos 23 anos de idade, ele admitiu já ter sido pego embriagado duas vezes recentemente. “Só um pouco alto”, afirmou.
Sergey A. Yurovsky, 36, que estuda para ser funcionário público, chegou logo depois, murmurando e se enroscando em seu agasalho quando pediram para que ele o tirasse para um breve exame médico. Depois que ele foi levado para uma sala para se recuperar, e tirar uma soneca, os policiais chegaram com Larisa V. Labachyova, 53, cujo cabelo estava cheio de sujeira por causa de uma queda.
“É assim o tempo todo”, diz o delegado Igor I. Poludnitsyn, que supervisiona a delegacia há sete anos. “É a nossa calamidade nacional.”
O presidente da Rússia, Dmitri A. Medvedev, tem expressado esse sentimento com frequência e diz que o governo precisa fazer alguma coisa sobre o fato de o país ser o líder mundial em consumo de álcool.
O Kremlin já derrotou um vício neste ano, o jogo nos cassinos, que foi quase totalmente banido em julho. Mas beber – em especial a vodca – é uma coisa completamente diferente. É um dos pilares da vida russa, uma espécie de “lubrificante social” muito apreciado e um meio fácil de escapar da dureza do dia-a-dia.
Medvedev quer punições mais fortes para quem vender álcool para menores de idade, além de restrições à cerveja, que vem se tornando mais popular entre os jovens. A venda de cerveja em quiosques seria proibida, assim como a de grandes engradados da bebida. O governo poderá tentar controlar mais o mercado de vodca, que continua sendo a bebida alcoólica mais comum.
Mas os planos de Medvedev dão continuidade a uma longa história de campanhas a favor da abstinência, que remontam há séculos. A mais conhecida foi lançada por Mikhail S. Gorbachev, o último líder soviético, que ordenou que as prateleiras de vodca fossem esvaziadas e que vinhedos históricos fossem destruídos em meados da década de 80. As medidas foram bem sucedidas em um primeiro momento e resultaram em um período de abstinência que chegou a aumentar a expectativa de vida.
Mas elas também despertaram fortes reações públicas que ameaçaram a permanência de Gorbachev e do partido comunista, e ele acabou renunciando.
Nos últimos anos, enquanto a Rússia se recuperou e se envolveu mais com o mundo, o álcool obstrui seu desenvolvimento. As empresas estrangeiras que operam aqui ficam cada vez mais conscientes desse impacto quando tentam combater a baixa produtividade.
Os russos consomem aproximadamente 17,5 litros de álcool por pessoa anualmente, mais do que o dobro do nível considerado saudável pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O consumo nos Estados Unidos é de aproximadamente 8,5 litros.
O país terá dificuldades para resolver sua crise demográfica – espera-se que a população diminua em 20% até 2050 – se não enfrentar seu problema com o alcoolismo. Atualmente a expectativa de vida de um homem na Rússia é de 60 anos, em parte em decorrência do alcoolismo.
De acordo com um relatório publicado pelo “The Lancet”, uma revista de medicina inglesa, pesquisadores que estudaram a mortalidade em três cidades industriais na Sibéria no anos 90 descobriram que durante vários anos o álcool foi a causa de mais de metade das mortes de pessoas entre 15 e 54 anos, muitas vezes por meio de acidentes, violência ou intoxicação.
A Câmara Pública, que aconselha o Kremlin, afirmou que cerca de 500 mil pessoas morrem todos os anos em decorrência direta do álcool ou têm a morte agravada por ele.
“Não importa que as pessoas digam que ele está profundamente enraizado em nossa cultura, que é praticamente impossível lutar contra o alcoolismo na Rússia”, disse Medvedev, “precisamos reconhecer que outros países, e vocês sabem quais, foram bem sucedidos em seus esforços para lidar com essa questão”.
Vários especialistas dizem que duvidam que o governo seja capaz de alcançar muitos resultados a menos que seus planos sejam drasticamente endurecidos. Eles dizem que o passo mais importante seria o aumento do preço da vodca por meio de pesados impostos e o fechamento de destilarias irregulares. Um litro de vodca custa atualmente apenas R$ 3,50.
Eles destacam que, em outros países, como na França, as pessoas bebem bastante, mas principalmente vinho e cerveja, bebidas que são vistas como menos prejudiciais. O problema aqui são os destilados.
Em Mystishchi, com 170 mil habitantes, Poludnitsyn diz que a necessidade de impor mais limites é evidente. A delegacia normalmente recebe cerca de doze pessoas por dia e muito mais durante os feriados e finais de semana.
“Não é uma batalha que pode ser vencida em apenas um ano”, diz ele. “É uma luta de muito tempo, talvez décadas.”
O consumo de álcool aumentou drasticamente desde a queda da União Soviética em 1991, apesar de menos pessoas embriagadas serem vistas nas ruas nos últimos anos, em parte porque a polícia está fazendo um trabalho melhor para retirá-los da rua.
Dr. Aleksandr V. Nemtsov, do Instituto de Pesquisa Psiquiátrica de Moscou, é um dos maiores especialistas em álcool da Rússia e afirma que pouca coisa vai mudar se o Kremlin não levar a sério o fechamento das destilarias irregulares, responsáveis por metade da vodca produzida no país, e que normalmente são protegidas por policiais corruptos.
“O governo não quer que as pessoas pobres fiquem sem vodca barata”, diz Nemtsov. “Porque é melhor para eles que as pessoas fiquem embriagadas. Você deve saber que Catarina, a Grande, disse que era mais fácil governar um povo embriagado. Essa é a raiz do problema.”
Nemtsov diz que seria besteira restringir a venda de cerveja. Segundo ele, já que é pouco provável que as pessoas parem de beber completamente, o governo deveria preferir que elas bebessem cerveja.
Viktor F. Zvagelsky, membro do partido do governo no parlamento, discorda e diz que jovens que começam com a cerveja depois passam para a vodca.
Ele diz que o apoio de Medvedev e do Primeiro Ministro Vladmir V. Putin ajudaria a superar a oposição da indústria do álcool contra mais restrições.
As cervejarias, muitas delas pertencentes a conglomerados estrangeiros, têm impedido há anos as tentativas do parlamento de aplicar à cerveja as mesmas regras aplicadas à vodca, como a limitação das propagandas e a restrição dos locais e horários de venda, diz Zvagelsky.
“O lobby dos fabricantes de cerveja é muito forte”, afirma.
Formas ultrapassadas de lidar com o problema ficaram evidentes na delegacia de Mytshchi. Depois de ficarem sóbrios, os detidos foram fichados e avisados de que teriam que pagar uma multa antes de serem liberados.
O valor é de 100 rublos (R$ 6), o mesmo desde os tempos da União Soviética.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/11/09/ult574u9786.jhtm
Nassif,
Não dá para deixar todos os posts do dia numa única página? Dei aula o dia todo, e queria participar do debate sobre a universidade. Como ficou na outra página, o assunto morreu.
Vou ver nas configurações.
Nassif,
Deixei prá muito tarde, mas poderíamos aproveitar a data comemorativa da queda do muro de Berlim e comentar outros muros que também são “da vergonha”, como o que separa Israel da Cisjordânia, EUA do México, Egito de Gaza e do Morro dona Marta.
Um abraço,
Tovar
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Do IG Mulheres
Mulheres políticas trabalham mais do que homens
Segundo estudo australiano, mulheres dão mais resultados do que os homens, mas ainda são julgadas pelas aparências
A presença feminina nos palanques da política vem crescendo gradativamente, mas ainda é muitas vezes julgada pelas aparências. Apesar dos pesares, segundo a Dra. Mary Crawford, da Escola Tecnológica de Administração da Universidade de Queensland, na Austrália, isto é um obstáculo para o reconhecimento da verdadeira contribuição das mulheres no poder.
Segundo pesquisa realizada por Crawford, as mulheres que pertencem aos Parlamentos da Austrália, dos Estados Unidos e do Reino Unido gastam consideravelmente mais tempo trabalhando e cuidando de seu eleitorado do que fazem os homens. No entanto, são mais criticadas por suas imagens do que pelo desempenho político.
Em estudo realizado recentemente pelas Universidades de Stanford e de Chicago, nos Estados Unidos, as mulheres do Congresso estadunidense são capazes de conseguir mais dinheiro para seus respectivos distritos do que os companheiros de trabalho. Segundo o jornal norte-americano politico.com, ao examinar o desempenho de todos os membros da casa entre os anos de 1984 e 2004, descobriu-se que as mulheres conseguem cerca de 9% a mais de orçamento para seus distritos do que os homens.
Há outras variações que contribuem para esta característica, além do gênero: filiação partidária e prioridades diferentes são algumas delas. Mas segundo a pesquisadora de Stanford Sarah Anzia todos estes fatores foram considerados no estudo.
Cenário nacional
No Brasil, de acordo com balanço do Tribunal Superior Eleitoral em 2008, as mulheres representam 51,7% do eleitorado brasileiro, mas não chegam perto deste número dentro da representação política. Segundo informações do site da campanha “Mais Mulheres no Poder”, no Supremo Tribunal Federal, por exemplo, são duas mulheres para nove homens.
A presença feminina na Câmara dos Deputados e no Senado não passa de 10% e nenhuma mulher alcançou a Presidência da República, como já aconteceu em países como Argentina e Chile, com Cristina Kirchner e Michelle Bachelet, respectivamente.
Escalada de poder
De acordo com o jornal australiano online news.com.au, Crawford também afirmou que “membros masculinos dos Parlamentos gastam mais tempo se vangloriando por seu papel, se auto-elogiando e se insinuando àqueles de mais poder para alcançar postos mais altos”.
Enquanto isso, as mulheres são levadas a trabalharem mais por, entre outros fatores, constantes dúvidas colocadas em relação à capacidade. Segundo informou uma das representantes do Congresso dos Estados Unidos, Judy Biggert, ao politico.com, as pessoas sempre a questionaram sobre sua força para o cargo. “Isso sempre me levou a trabalhar duas, três vezes mais do que os homens”, disse.
http://delas.ig.com.br/mulheres+politicas+trabalham+mais+do+que+homens/n1237506968149.html
“Essa ideia do pós-Lula é um disfarce do antitulismo.”
Roberto Requião, governador do Paraná.